Pró-Reitoria de Graduação Curso de Pedagogia Trabalho de Conclusão de curso A IMPORTÂNCIA DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

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1 Pró-Reitoria de Graduação Curso de Pedagogia Trabalho de Conclusão de curso A IMPORTÂNCIA DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Autor: Cinthya Jales Miranda Orientador: Profº Dr. Adriano Vieira Brasília - DF

2 CINTHYA JALES MIRANDA A IMPORTÂNCIA DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Artigo apresentado ao curso de graduação em Pedagogia da Universidade Católica de Brasília, como requisito parcial para obtenção do Titulo de Licenciado em Pedagoga. Orientador:Profº Dr. Adriano Vieira Brasília 2014

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4 AGRADECIMENTOS Ao longo do curso de Pedagogia, com tantas dificuldades e obstáculos quero agradecer com toda sinceridade: Em primeiro Lugar a Deus, que sempre esteve e estará ao meu lado, que jamais me desamparou ou deixou de me estender as mãos, que em minha vida permitiu os desafios e dificuldades, mas que na luta me ofereceu força e me concedeu o espírito de superação. Aos meus pais, que sempre estiveram ao meu lado me incentivando, me apoiando e me ajudando em toda e qualquer circunstância. Por todas as superações e pelo o que sou hoje direciono meus agradecimentos a eles. A meu namorado, companheiro de todos os dias e amigo de todas as horas, que foi significativamente importante ao longo da superação dos meus desafios e da minha formação. Agradeço também aos que marcaram e modelaram minha personalidade, aos que no momento de dificuldade no processo acadêmico caminharam ao meu lado, me dando força e incentivo.

5 A IMPORTÂNCIA DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL CINTHYA JALES MIRANDA Resumo Este artigo apresenta reflexões acerca de questionamentos sobre a importância da contação de histórias no processo de aprendizagem e desenvolvimento dos alunos. Tendo como problemática a pretensão de compreender como a contação de histórias se realizam na pratica pedagógica e como a mesma contribui no processo de formação cognitivo e social dos alunos de uma escola Pública da cidade administrativa de Taguatinga Sul DF. A pesquisa tem caráter qualitativo, procurando identificar as melhorias e avanços que as contação de histórias podem oferecer para o desenvolvimento e formação dos estudantes. Os dados foram obtidos através de um questionário composto por sete questões que foram aplicados para professora em uma escola pública de Educação Infantil. As informações coletadas afirmam que é importante trabalhar com as variadas formas de contação de histórias, pois além de desenvolver a criatividade, linguagem e imaginação, auxiliam também o desenvolvimento social, cognitivo e afetivo das crianças. Palavras-Chave: Histórias. Desenvolvimento. Aprendizagem. Graduando do curso de Pedagogia Universidade Católica de Brasília Brasília/DF, orientado pelo Prof. Dr. Adriano Vieira. 4

6 INTRODUÇÃO A Educação Infantil há alguns anos atrás, tinha seu atendimento voltado para o cuidar no sentido básico, principalmente quando oferecido para as crianças com baixa renda. A visão de educação infantil com o passar do tempo foi se modificando e agregou-se ao ato de cuidar, o ato de educar, a partir da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional LDBEN 9394/96, a Educação Infantil é considerada como a primeira etapa da Educação Básica, tendo como obrigação trabalhar com materiais pedagógicos que auxiliam na aprendizagem. Com as novas legislações todas as crianças adquiriram o direito, de estar na escola em uma sala de aula, e o educador da Educação Infantil, o dever de estar se atualizando para acompanhar o que propõe as legislações. As crianças trazem consigo o interesse em ouvir histórias, elas gostam de ouvir seus avôs e avós, pais, entre outros contando histórias de diversos temas e formas. Algumas pessoas ao ler as histórias, não dão foco ao que se lê. Com isso, deixa de dar a devida importância que as histórias tem na formação do intelecto da criança, que está construindo uma sensibilidade para perceber e entender o mundo em sua volta, e assim, descobrir várias formas de lidar com suas inquietações. Acredita-se que a contação de histórias é uma forma de humanizar e formar laços, ações que percebe-se, por exemplo ao ver a presença das narrações em toda a história da humanidade. Dentro do ambiente escolar é preciso fazer uma seleção do que contar, levando-se em conta o interesse das crianças como também a sua faixa etária e principalmente em qual contexto a história será inserida. É importante trabalhar as histórias em sala de aula, para que não sejam esquecidas e desvalorizadas, pois assim como afirma Benjamin (1975), diariamente temos diversas oportunidades de enfrentar as experiências da vida fazendo com que elas passem a ser a nossa forma de aprendizagem, com isso a necessidade de buscar algo interessante nas Narrativas vai diminuindo, sendo assim fazendo com que a arte narrativa se aproxime gradativamente de seu fim. Essa pesquisa foi realizada no Centro de educação infantil 12 de Taguatinga, no tempo em que compreende entre setembro e outubro de 2014, foi realizada dentro da sala aula e também na brinquedoteca com professoras das turmas de 4 e 5 anos. Uma das formas de aproximar a criança do livro e, posteriormente, do gosto pela leitura, é por meio da leitura ou da contação de histórias infantis desde muito antes de sua incorporação no mundo escolar. Para poder investigar como a contação de histórias se realiza na prática pedagógica se faz necessárias as seguintes perguntas: a contação de história contribui no processo de aprendizagem da criança?como a contação de histórias se realiza na prática pedagógica?qual a importância de se trabalhar a contação 5

7 de histórias na educação infantil?que materiais a escola disponibiliza para apoiar a leitura? O presente trabalho faz um levantamento acerca da importância da contação de histórias na educação infantil sabendo que ouvir desenvolve a imaginação e desenvolve a escrita com uma maior facilidade. Contar história em sala de aula é necessário, pois estimula a imaginação infantil e cria um mundo mágico de fantasias possibilitando uma maior percepção de mundo. A escolha da temática se justifica por se tratar de um assunto que sempre foi de grande interesse para o meu conhecimento, desde bem pequena sempre gostei desse assunto e dessa perspectiva de transformação durante a contação de histórias. Quando pequena sempre gostava de ouvir histórias que minha mãe contava e adoro esse mundo mágico do faz de conta. Toda história me fazia refletir e imaginar situações interessantes, fazendo com que a liberdade de poder expressar, sentir, também é uma forma de aprendizagem, de reconhecimento de mundo e ajuda no desenvolvimento afetivo, cognitivo e social, além da diversão e do prazer que são proporcionados pela história. A pesquisa também justifica-se, por contribuir para minha formação acadêmica e profissional, uma vez que o foco de pesquisa está interligado à relação professor e aluno. Faz-se necessário mostrar que esse aspecto é muito importante na formação da criança, pode-se dizer que a contação de histórias é essencial, devendo ser valorizada e desenvolvida no meio escolar para potencializar a imaginação, a linguagem, a atenção, a memória, o gosto pela leitura e outras habilidades humanas. Quando lemos, não enxergamos apenas as marcas das palavras, traços ou imagens plásticas, mas fazemos pelo significado que aprendemos a lhes atribuir. Assim nos comportamos por uma das características da espécie humana (VYGOTSKY1, 1984; 2001), qual seja a capacidade de atribuir significados e a compreender símbolos e signos. Nessa pesquisa temos como objetivo geral analisar como a contação de história pode ser um recurso didático para a promoção da aprendizagem das crianças que se encontram na educação infantil e como objetivos específicos investigar como a contação de histórias se realiza na prática pedagógica e identificar as contribuições do ato de contar histórias no espaço da educação infantil para a formação cognitiva das crianças. 6

8 REFERENCIAL TEÓRICO A importância do contato com os livros desde cedo é fundamental para despertar na criança toda essa gama de sentimentos e conhecimentos que somente os livros e a literatura são capazes de fazer. As narrativas desenvolvem nas crianças a criatividade e a imaginação além de conceitos e valores essenciais. A literatura não pode ser tratada como uma simples ferramenta de aprendizagem, mas um momento prazeroso de aprendizado. Segundo Dohme (2000, p.5) as histórias são um Abra-te sésamo para o imaginário, onde a realidade e a fantasia se sobrepõem. Com a abertura destas portas, são disponibilizadas inúmeras oportunidades para o desenvolvimento cognitivo e afetivo, da oralidade e da escrita, bem como favorecer o desenvolvimento pessoal e social dos alunos da educação infantil. Por meio da contação de histórias infantis e dos contos de fadas, temos a oportunidade de representar papéis e cenas do cotidiano, tomando posições e solucionando problemas de forma livre, sem a intervenção das pressões da realidade, podendo experimentar outras formas de pensar (BRASIL, 1998). Isso possibilita a criança inventar seu próprio mundo, descobrindo respostas as necessidades infantis, sendo utilizadas de forma fantasiosa revelando situações que levam liberar a imaginação, ao pensamento e ao desenvolvimento pessoal, reconhecendo suas emoções, possibilitando novas vivencias relevantes para o processo de socialização ( BRASIL 1998). A contação de história está presente tanto dentro de casa como nas instituições escolares. Porém, o fato de existir não significa que é utilizada a favor do processo de ensino e aprendizagem. Inicialmente é bom propiciar às crianças o contato concreto com o livro e com o ato de ouvir e contar história de uma forma prazerosa e agradável desde muito cedo. Num segundo momento é possível trabalhar com a história, com as palavras ali presentes, pois nesse momento a criança já estará sendo introduzida no mundo da escrita e a história para ela terá outro sentido. Dentro do leque de possibilidades sobre contação de histórias destaco a literatura infantil. A literatura é arte. Arte que se utiliza da palavra como meio de expressão para, de algum modo, dar sentido a nossa existência. Se nós na nossa prática cotidiana, deixarmos um espaço para que essa forma de manifestação artística nos conquiste seremos, com certeza, mais plenos de sentidos, mais enriquecidos e felizes. (GRAIDY e KAERCHER, 2001, p.81). Entendemos que a literatura infantil, por colaborar na iniciação da criança no mundo literário, pode ser utilizada como instrumento para a sensibilização e contato com a arte, para a expansão do interesse de analisar o mundo e a cultura. O ouvir e contar histórias permite que a criança construa a sua própria história, esta faz com que a criança se desenvolva no meio em que vive buscando sua autonomia e liberdade de fazer sua própria escolha. A contação também proporciona emoções fazendo com que a criança pense e reflita sobre a história que lhe foi contada, o professor tem um papel fundamental para elevar a 7

9 criatividade da criança criando meios para que ela possa construir a sua própria história. Mesmo com a crescente modernização, provocada pelo desenvolvimento da Ciência e da Tecnologia, percebemos que a prática de contação de histórias está presente nas escolas de educação infantil e o professor/contador vem ganhando mais espaço, tendo em vista que, a valorização das atividades lúdicas tem sido cada vez mais discutida. Nos últimos anos o ensino na Educação Infantil tem frisado a importância de trabalhar sob uma perspectiva lúdica em que as crianças possam aprender brincando. Em meio a isso um dos pontos cruciais desse trabalho refere-se à utilização da ludicidade como forma de aproximar as crianças dos livros e do processo de ler a fim de tornarem-se leitores para toda vida. A valorização da contação de histórias na educação infantil fortalece o trabalho do educador e possibilita às crianças um desenvolvimento mais completo, pois na maioria das vezes é apenas na escola que elas têm contato com histórias que lhes ajudam a perceber a ludicidade das palavras, podendo criar e recriar novos textos e iniciar o gosto pela leitura. A contação de histórias é um dos meios mais antigos de interação humana usada por meio da linguagem para transmitir conhecimentos, estimular a imaginação, a fantasia, empregada também para trazer valores morais, disciplinar e desenvolver o interesse pela leitura. Para Coelho (1997), a história aquieta, serena, prende a atenção, informa, socializa, educa. E uma forma prazerosa de obter a arte na vida, agrada a todos independente de idade ou classe social, a história está ligada a imaginação e muitas vezes pode-se relacionar a situações adversas do cotidiano. [...] a história é importante alimento da imaginação. Permite a autoidentificação, favorecendo a aceitação de situações desagradáveis, ajuda a resolver conflitos, acenando com a esperança. Agrada a todos, de modo geral, sem distinção de idade, de classe social, de circunstância de vida. Descobrir isso e praticá-lo é uma forma de incorporar a arte à vida [...] (COELHO, 1997, p. 12) Acredita-se que a literatura infantil é de suma importância, principalmente na mais tenra idade, lembrando que a responsabilidade do professor na Educação Infantil é de incentivar a leitura, pois a criança que tem contato com livro desde pequena terá maior oportunidade de se tornar um leitor assíduo por toda sua vida, usando a literatura como prazer e não obrigação. De acordo com Coelho (2000) a criança passa a ser vista não mais como um adulto em miniatura, mas um ser como necessidade e características distintas, e que deve receber uma educação especial para sua formação. Nas palavras de Regatieri (2008), durante muito tempo a escola foi moldada com o intuito de homogeneizar culturalmente uma nação, embora a leitura sirva também para a informação e a apreensão do conhecimento, sua função primordial é divertir e entreter com o prazer. 8

10 Além do prazer e do divertimento proporcionado pelas histórias, de acordo com Abramowich (2005), é importante para a formação de criança, ouvir muitas histórias e escutá-las é o inicio da aprendizagem para ser um leitor, e um caminho de descobertas e compreensão do mundo. Ler para crianças é importante por que estimula o desenvolvimento intelectual, permitindo que resolvam de modo simbólico situações futuras ou passadas, pois criam para si um mundo que compensa as pressões vividas, sem limites da realidade. Ler histórias para crianças [...] pode ser um pouco cúmplice desse momento de humor, de brincadeira, de divertimento... É também suscitar o imaginário, é ter a curiosidade respondida em relação a tantas perguntas, é encontrar outras idéias para solucionar questões [...] É uma possibilidade de descobrir um mundo imenso de conflitos, dos impasses, das soluções que todos vivemos e atravessamos [...], através dos problemas que vão sendo defrontados, enfrentados (ou não), resolvidos (ou não) pelas personagens de cada história (cada um a seu modo)... [...] e, assim esclarecer melhor as próprias dificuldades ou encontrar um caminho para a resolução delas... (ABRAMOVICH, 2005, p.17) É por meio da leitura, que a criança dará os primeiros passos para construir seu mundo, favorecendo seu desenvolvimento afetivo, cognitivo e social. Se mergulhar nesse universo é fascinante para nós, adultos, que esquecemos de nos inebriar com magia, que dirá a criança, a qual constrói deliberadamente um mundo onde tudo é possível. Ao contar uma história para ela estaremos lhe oferecendo alimento raro, pois iremos colaborar para que seu universo se amplie e seja mais rico. (BUSATTO, 2003, p. 12) Segundo Coelho (2000), a literatura, e em especial a infantil, tem uma tarefa fundamental a cumprir nessa sociedade em transformação: a de servir como agente de formação, seja no espontâneo convívio leitor/livro, seja no diálogo, leitor / texto. Desde que nascemos e durante toda nossa vida, ouvimos histórias. Histórias contadas pelas mães, ao embalar para dormir, um familiar que gostaria que alguém soubesse algo que aconteceu ou que poderia acontecer, enfim, é uma gama de informações, situações e acontecimentos que podem ser contados, sejam elas reais ou fantasiosas. Como já afirmou Regatieri (2008), a contação de histórias tem a função de divertir e entreter, no entanto, para Abramovich (2005), além dessas funções, a autora considera a contação de histórias importantes para a formação da criança, é o inicio da aprendizagem para ser um leitor, e um caminho de descobertas e compreensão do mundo. Para se contar histórias, para que haja envolvimento de toda turma, podese além do livro, fazer uso do teatro, de sons. As histórias permitem as crianças, maior proximidade devido ás situações de impasses que surgem durante os ensaios, escolha do personagem, onde se posicionar, enfim, a vontade de fazer 9

11 bem feito no sentido que todos se divirtam, tenham satisfação com o realizado e também agradar quem assiste. Então cabe ao professor a tarefa de elaborar estratégias e técnicas, a escolha do material de acordo com a idade das crianças, o tom da voz, a postura, enfim, planejamento e conhecimento prévios para que atinja seus objetivos de forma a contribuir na formação destas crianças. Estamos sempre em busca de algo. Queremos chegar a algum lugar, todos os dias somos bombardeados com novas informações e somos desafiados a ir à busca de mais. Assim, ler sempre pode satisfazer necessidades e interesses, aspirações individuais. O uso de histórias (ABRAMOVICH, 2005), para refletir e ou exemplificar algumas ocasiões, levam o aluno a perceber as situações de conflitos vividos no dia-a-dia. Essas histórias o levam a refletir sobre seus atos, potencializando a capacidade de encontrar soluções para os problemas, possibilitando a compreensão e a transformação da realidade. As situações diárias vividas na sala de aula e as atividades orientadas condicionam o aluno ao desenvolvimento de suas habilidades cognitivas e afetivas. Faz-se necessário que o educador crie situações significativas de aprendizagem, se quiser alcançar o desenvolvimento de habilidades cognitivas, psicomotoras e socioafetivas, mas e, sobretudo, fundamental que a formação da criança seja vista como um ato inacabado, sempre sujeito a novas inserções, a novos recuos, a novas tentativas. Então, devemos contar histórias para as crianças na educação infantil, na intenção de promover nestas crianças, ideais e atitudes positivas que contemplem a formação de postura e habilidades, colaborando significativamente para a sua formação pessoal, levando cada um a constituir um ser social. Dar liberdade para a criança se expressar, ser espontânea, é a melhor forma de aprendizagem e contribuem no sentido de oportunizar as crianças vivencias positivas e socialização ( BRASIL,1998). A prática como contação de histórias é fundamental para o desenvolvimento afetivo e socializador. Dispor de atividades que façam o aluno pensar, fazer descobertas valorizando suas ações, idéias e atitudes positivas, aumenta sua auto-estima e a valorização pessoal, contribuindo para a construção do conhecimento e da aprendizagem. Assim acontece com as histórias. Contamos ou lemos em busca de saber algo. Utilizamos as histórias na tentativa de dar sentido a alguma coisa de maneira saudável. É importante que, primeiramente, se imagine tal coisa, se visualize, e destes imaginários, chegarem às hipóteses e soluções possíveis, fazer comparações, perceber fatos. Na Educação Infantil as histórias fazem parte no desenvolvimento físico, psicológico e social das crianças. São momentos únicos de reflexão e 10

12 encantamento que estabelece relações com a imaginação e o mundo em que vive, construindo assim saberes e experiências. Para isso, será realizada uma pesquisa bibliográfica norteadora que fundamentará a prática da leitura na educação numa perspectiva reflexiva e qualitativa. Godoy (1995, p.58) explicita algumas características principais de uma pesquisa qualitativa, considera o ambiente como fonte direta dos dados e o pesquisador como instrumento chave; possui caráter descritivo; o processo é o foco principal de abordagem e não o resultado ou o produto; a análise dos dados foi realizada de forma intuitiva e indutivamente pelo pesquisador; não requereu o uso de técnicas e métodos estatísticos; e, por fim, teve como preocupação maior a interpretação de fenômenos e a atribuição de resultados. A pesquisa qualitativa não procura enumerar e/ou medir os eventos estudados, nem emprega instrumental estatístico na análise dos dados, envolve a obtenção de dados descritivos sobre pessoas, lugares e processos interativos pelo contato direto do pesquisador com a situação estudada, procurando compreender os fenômenos segundo a perspectiva dos sujeitos, ou seja, dos participantes da situação em estudo. Em primeira instância faz-se necessário um resgate histórico da literatura voltada para crianças. No segundo momento, a utilização da literatura infantil em sala de aula. Em terceiro, como essas histórias vêm sendo trabalhadas para promover o desenvolvimento da criança. Durante a pesquisa, serão observados alguns pontos de reflexões que levaram a perceber uma análise crítica e principalmente reflexiva sobre como essas histórias chegam até as crianças e como elas reagem com tamanha informação recebida, será realizada através de questionário que é um instrumento de coleta de dados constituído por uma série ordenada de perguntas, que devem ser respondidas por escrito e sem a presença do entrevistador. 11

13 Analise dos dados Foram entregue questionários em uma escola pública de Educação Infantil na Região Administrativa de Taguatinga, com a finalidade de obter a contribuição dos professores participantes através das sinceras e objetivas respostas. O questionário é composto por perguntas relacionadas á importância da contação de histórias no desenvolvimento e na aprendizagem das crianças, com a pretensão de atender e se fundamentar no objetivo dessa pesquisa. Com base nos questionários entregues, três professoras colaboraram significativamente através de suas respostas de modo a qualificar o trabalho desenvolvido, todos os dados coletados serão apresentados no decorrer deste relato. Das três professoras que responderam o questionário duas possui titularidade de Pós-Graduadas e uma tendo a Graduação, sendo todas do sexo feminino, são professoras das turmas de 4 e 5 anos do Centro de educação infantil 01 de Taguatinga. O questionário aplicado tem sete questões no total, sendo quatro perguntas principais relacionadas ao tema de pesquisa, tendo como base a primeira: 1ª. Qual a importância de se trabalhar a contação de histórias na educação infantil? Todas as professoras responderam de uma forma geral, sobre a importância de despertar o gosto e o prazer pela Leitura, aumentar o vocabulário infantil, desenvolver conceitos, valores entre outros diversos temas que podem ser introduzidos com o ato de contar histórias. Relataram também a importância a respeito do desenvolvimento cognitivo da criança, trabalhando o raciocínio, a descoberta, além de promover diversão e entretenimento. Seguindo a ordem cronológica das questões apresentadas, a segunda que se insere ao tema descreve o seguinte questionamento: 2ª.Para você, qual é o papel da história infantil no processo de aprendizagem? Para a questão em pauta, ouve uma significativa concordância em relação as respostas das participantes, quando das três entrevistadas todas afirmaram que a aprendizagem com histórias ocorre de forma gradual envolvendo o desenvolvimento emocional, afetivo e cognitivo, além de auxiliar as crianças nas suas criatividades, imaginação, linguagem e também seu modo de pensar, conciliando assim suas vivencias com os contos. A terceira questão descrita no questionário refere-se á utilização das histórias em sala de aula no auxilio do desenvolvimento das crianças, sendo formulada para os participantes da seguinte forma: 3ª.Que resultados você percebe no desenvolvimento das crianças a partir da contação de histórias? 12

14 Conforme a resposta da professora 1, afirmou que: as histórias enriquecem a experiência, a capacidade de dar sequência lógica aos fatos, sentido da ordem,esclarecimento do pensamento, a atenção, gosto literário, ampliação do vocabulário, o estímulo e interesse pela leitura, a linguagem oral e escrita. As outras duas professoras relataram o desenvolvimento em relação à diferenciação do mundo de fantasias e o mundo real, muitas vezes fazendo com que a criança interiorize esse raciocínio e aprenda a dissociar o que é real do que não é. A quarta pergunta está relacionada a utilização das histórias em sala de aula, sendo ela: 4ª Como é sua aula com histórias? Todas as entrevistadas responderam que utilizam a história em sala diariamente, que a aula é divertida, participativa, animada e didática, proporcionando momentos de alegria e descontração auxiliando ao aprendizado das crianças. Considerações Finais Este trabalho foi relevante, pois trouxe reflexões acerca da importância da contação de histórias na educação infantil em diversos aspectos, desde as histórias contadas para entreter até as histórias contadas para desafiar o pensamento e promover a aprendizagem No término dessa pesquisa foi possível destacar que a contação de histórias é importante e que precisa sim, ser inserida no processo de ensino/ aprendizagem dos professores e alunos, pois é um importante instrumento pedagógico que contribui no desenvolvimento psíquico da criança. Contar e ler histórias implica também em desenvolver todo o potencial crítico, pois através das histórias a criança é levada a pensar, questionar e duvidar, compreendendo que ela também esta desenvolvendo sua oralidade e muitas vezes a escrita. É importante aproveitar o gosto que as crianças têm pelas histórias, para estimular o desenvolvimento das aprendizagens, e não somente utilizar o livro como um mero instrumento pedagógico. Portanto, pode-se concluir que a contação de histórias na educação infantil é fator didático altamente importante, mais do que um passatempo, ele se torna um elemento indispensável na alfabetização, ajudando na aquisição da formação da criança, pois traz descontração e envolvimento para as aulas fazendo com que as crianças sintam-se mais a vontade e mais motivadas a aprender. 13

15 Referências ABRAMOVICH, Fanny. Literatura infantil: gostosuras e bobices. 5.ed. São Paulo: Scipione;2005 ARBOLEYA, Valdinei. LITERATURA INFANTIL, CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS E MÍDIA: ALTERNATIVAS METODOLÓGICAS E PRÁTICA PEDAGÓGICA. Disponível em:< em: 23 de maio 13 BENJAMIN,Walter. Os pensadores histórias das grandes ideias do mundo social. ed. São Paulo: Abril S.A., BRASIL, Juliane Calegaro. O papel da escola no processo de socialização infantil; Psicologia.com.pt O Portal dos Psicólogos. Documento produzido em Disponível em: <http// > Acesso em: 14 de maio de BRASIL. Senado Federal. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional: nº 9394/96. Brasília : COELHO, Nelly Novaes. Literatura infantil: teoria,análise, didática. 1. ed. São Paulo: Moderna, CRAIDY, Carmem; KAERCHER, Gládis E. Educação infantil: pra que te quero? Porto Alegre: Artmed, 2001 DOHME, V. Técnicas de contar histórias 7. ed. São Paulo: Informal,2000. GODOY, A. S. Introdução à pesquisa qualitativa e suas possibilidades. In: Revista de Administração de Empresas. São Paulo: v.35, n.2, p , abril PIRES, Olivia da Silva.CONTRIBUIÇÕES DO ATO DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DO FUTURO LEITOR.Disponível em:< Acesso em: 24 de maio de 13 REGATIERI, L.P.P. Didatismo na contação de histórias. Em extensão,v.7,n.2,p 30-40, 2008.Disponível em: > Acesso em: 07 de agosto de 14 SMOLKA, A.L.B. A criança na fase inicial da escrita: a alfabetização como processo discursivo. São Paulo, Cortez, SOUZA, Maria Anunciação. CONTAÇÃO DE HISTÓRIA COMO RESPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA. Disponível Em: < >Acesso em: 07 de abril de 13 TRIVIÑOS, Augusto N. S. Introdução à pesquisa em ciências sociais.ed.são Paulo: Atlas, VYGOTSKY, L. S. A pré-história da escrita. In:. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, p ZILBERMAN, Regina. A literatura infantil na escola. 11. ed. São Paulo: Global,

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