DEMANDA DE IMPORTAÇÃO DE VINHO NO BRASIL NO PERÍODO ANTÔNIO CARVALHO CAMPOS; HENRIQUE BRIGATTE; UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA

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1 DEMANDA DE IMPORTAÇÃO DE VINHO NO BRASIL NO PERÍODO ANTÔNIO CARVALHO CAMPOS; HENRIQUE BRIGATTE; UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA VIÇOSA - MG - BRASIL APRESENTAÇÃO ORAL Comércio Inernacional DEMANDA DE IMPORTAÇÃO DE VINHO NO BRASIL NO PERÍODO Grupo de pesquisa: 3 Comércio Inernacional. Resumo: O objeivo dese rabalho é esimar a função de demanda de imporação de vinho no Brasil. Os dados uilizados são de janeiro de 1995 a novembro de 27, com periodicidade mensal. O modelo economérico dinâmico de ajusameno parcial, ambém conhecido como modelo de Nerlove, foi o escolhido para se proceder à esimação. Ese se caraceriza como um ipo de modelo auoregressivo de curo prazo, basane apo para explicar os movimenos no quanum imporado no momeno aual com base nas imporações passadas e no valor de ouras variáveis. Concluiu-se que renda inerna, preço de imporação e axa de câmbio são esaisicamene significanes para a explicação de variações na imporação de vinho pelo Brasil, assim como a própria defasagem da variável dependene. Ademais, verificou-se, a parir do modelo de Nerlove esimado, o formao da esimação para períodos de longo prazo. Com base na forma funcional log-log, verificou-se que as elasicidades de longo prazo são maiores que as de curo prazo. Palavras-chave: comércio inernacional, seor de viiviniculura, Brasil. Absrac: The objecive of his sudy is o esimae he demand funcion for wine impors in Brazil. The daa used are from January 1995 o November 27, wih monhly frequency. The economeric model of dynamic parial adjusmen, also known as Nerlove model, was chosen Rio Branco Acre, 2 a 23 de julho de 28 Sociedade Brasileira de Economia, Adminisração e Sociologia Rural 1

2 o make he esimae. This is characerized as a kind of shor-erm auoregressive model, quie able o explain he movemens in he quanum impored in he curren ime based on pas impors and he value of oher variables. I was concluded ha domesic income, he impor price and exchange rae are saisically significan o he explanaion of variaions in he imporaion of wine by Brazil as well as he lagged dependen variable. Moreover, i was found he forma of he esimae for he long-erm. Based on he log-log funcional form, i was found ha he long-erm elasiciies are higher han he ones in he shor-erm. Key-words: inernaional rade, wine secor, Brazil. 1. INTRODUÇÃO O seor de bebidas ocupa posição de relevância na economia nacional. O dinamismo que se observa hoje em dia é um faor alamene explicaivo da magniude do mercado de bebidas no Brasil e da posição de desaque que diversas empresas do País ocupam no cenário inernacional. Tal indúsria é caracerizada por produzir bens relaivamene homogêneos e desinados, basicamene, ao consumo inerno. Por envolver um processo de fabricação cujas écnicas já são basane conhecidas e com nível de exigência não ão rigoroso quano à capaciação ecnológica, as necessidades de invesimenos em pesquisa não são impediivas ao ingresso de novas empresas, apesar da reconhecida imporância de inovações em processos e écnicas de comercialização na deerminação do sucesso nesse mercado (ROSA e al., 26). São vários os segmenos que compõem o seor de bebidas. Segundo Rosa e al. (26), pode-se agrupá-lo da seguine forma: i) água envasada (poável, mineral e mineralizada); ii) bebidas radicionais (café, chá e chocolae); iii) bebidas não-alcoólicas indusrializadas [refrigeranes, sucos e ouras (isoônicos, bebidas energéicas, ec.)] e iv) bebidas alcoólicas [cervejas, vinhos, desilados (uísque, vodca, gim, cachaça, ec.) e ouras (bebidas ice, bebidas à base de cerveja, ec.)]. Eses diferenes segmenos do mercado de bebidas possuem números disinos em relação às imporações brasileiras. As imporações de água envasada são desprezíveis, e esão caindo. Quano a refrigeranes e sucos, verifica-se que ais produos não sofrem concorrência acirrada com imporados, dado que o mercado brasileiro é quase que oalmene abasecido pela produção inerna. A incidência de imporações no mercado de cervejas ambém é basane reduzida (correspondene a menos de 1% do oal do mercado nacional). Iso ocorre em virude, principalmene, dos alos cusos de disribuição, relacionados às grandes disâncias, e dos hábios de consumo, relacionados, essencialmene, à quesão do sabor. Já no segmeno de vinhos, o que vem se observando é uma paricipação cada vez maior de produos imporados nos hábios do consumidor brasileiro; ese fao é ainda mais significaivo quando se raa dos vinhos considerados finos, de qualidade superior aos convencionais ou vinhos de mesa (ROSA e al., 26). Nese arigo, será apresenada uma discussão a respeio da imporação de vinhos no Brasil. De acordo com Triches e al. (24), a uva é produzida em diversas pares do País, concenrando-se paricularmene nos esados do Rio Grande do Sul e de Sana Caarina, que são responsáveis por cerca de 8% da produção nacional de uva e 9% da referene ao vinho. Segundo Mauella e Mello (1999), somene o Rio Grande do Sul responde por 68% da uva produzida inernamene e por quase 9% da produção de vinhos e derivados. O Brasil é marcado por possuir um maior consumo de vinhos de mesa, cujos preços são consideravelmene inferiores em comparação com os vinhos finos. Eses úlimos são visos como produos mais eliizados, sendo consumidos, em grande pare, pela porção mais abasada da população (MELLO, 22). 2

3 De forma geral, a viiviniculura brasileira enconra-se num grau de desenvolvimeno ainda inferior ao de muios países mais paricipaivos no mercado mundial de vinhos, o que se deve, basicamene, a dois ponos: o baixo consumo cerca de apenas 1,6 liro per capia por ano e preço relaivamene caro, principalmene dos vinhos finos nacionais em relação aos imporados. Esse baixo nível de consumo pode ser explicado pelo baixo poder aquisiivo da população, e ambém pela fala de radição vinícola no Brasil (ROSA e al., 26). Algo que demonsra o quano o mercado de vinhos no Brasil é pequeno em relação a ouros é a comparação da produção do País em relação à empreendida pelo maior produor mundial da bebida, em 25: enquano a da França foi de mais de cinco milhões de oneladas, no Brasil, mesmo com uma dimensão erriorial incomparavelmene maior, a produção foi de aproximadamene 32 mil oneladas de vinho (FAO, 26). De qualquer forma, segundo Rocha e al. (27), a viiviniculura vem apresenando crescimeno nos úlimos anos. Ademais, vem se consiuindo como alvo de pesquisas e esraégias de políicas públicas. Como exemplos, podem-se ciar a Indicação Geográfica Vale dos Vinhedos, realizada pelo Rio Grande do Sul e reconhecida recenemene pela União Européia; o zoneameno viivinícola do Rio Grande do Sul e o programa Wines from Brazil, desinado à promoção do vinho nacional no exerior. Tais medidas são imporanes para esimular a cadeia produiva do vinho, a qual envolve vários seores e é reconhecidamene grande geradora de emprego e renda. Todavia, ainda são muias as barreiras a serem suplanadas. O mercado nacional de vinhos é foremene marcado pela incidência de imporações. No período 199/1995, por exemplo, houve um acréscimo de 32,2% no consumo de vinhos imporados e, no período 1996/21, o aumeno foi de 3,5%, com decréscimo no consumo de vinhos nacionais (FRANCO, 27). Analisando os anos mais recenes, percebe-se ambém que a demanda de imporação de vinhos no Brasil vem crescendo consideravelmene, endo dado um salo significaivo a parir do início do século XXI. Esudos como o de Mello (24) mosram que os vinhos imporados vêm realmene omando cada vez mais o espaço dos vinhos nacionais no consumo inerno. Segundo a auora, a paricipação dos vinhos imporados em relação aos vinhos finos (de viníferas) comercializados no País evoluiu de 41,2% em 1998 para 62,3% do oal consumido, em 24. Os principais países dos quais o Brasil impora vinhos, aualmene, são Chile, Argenina, Iália, Porugal e França (MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, 27). Mas ese cenário se concreizou apenas recenemene. Aé a década de 197, os vinhos chilenos compunham a maior pare do mercado de vinhos imporados, beneficiados pela arifa de imporação de 88% para os produos vindos da Alalc (Associação Laino-Americana de Inegração), bem inferior à axação de 25% para os vinhos europeus, por exemplo. Já no fim da década de 198 e início dos anos de 199, após o fenômeno chileno, a maior pare do vinho imporado pelo Brasil vinha da Alemanha. Os vinhos alemães, brancos, em sua maioria, se aproveiaram da aberura comercial e, conseqüenemene, das barreiras menos resriivas para se inserirem de forma conundene no mercado, sendo muio bem aceios pelo paladar do brasileiro. Porém, o sucesso dos vinhos germânicos começou a decrescer a parir do fim da década de 199: produos maquiados, de má qualidade, conferiram repenina má fama à bebida alemã. Ademais, o crescimeno das ransações com o Mercosul, nese período, foi fundamenal para que os vinhos chilenos reconquisassem seu espaço, agora acompanhados pelos argeninos (ARAÚJO, 27). O alo padrão de qualidade e o crescimeno do hábio de beber vinho pelos brasileiros ambém impulsionaram as vendas ialianas, poruguesas e francesas para o País. Os dados da balança comercial relacionados às ransações de uva e derivados do vinho regisram déficis hisóricos, sendo que a maior pare deses valores negaivos é devida ao comércio de vinhos e espumanes. No período de 198 a 25, o aumeno abrupo da paricipação dos vinhos finos imporados na parcela nacional de consumo dese produo, principalmene, pode ser viso como um dos faores que mais explicam eses dados (SECEX, 26). Posos eses faos e números, em-se uma idéia da grande represenaividade dos vinhos imporados na viiviniculura brasileira, e da imporância de um esudo específico acerca da presença 3

4 marcane deses no mercado brasileiro de vinhos. Assim, diane da escassez de conribuições acerca da análise das ransações inernacionais dese produo no Brasil, ese rabalho se proporá a analisar a paricipação dos vinhos imporados na composição do mercado inerno. A meodologia consisirá na esimação de um modelo economérico dinâmico por mínimos quadrados ordinários (MQO), conhecido como modelo de ajusameno parcial, ou modelo de Nerlove. A equação omou a variável imporação de vinho como a dependene, enquano os regressores uilizados foram preço de imporação; renda inerna, dada pelo produo inerno bruo (PIB); axa de câmbio US$/R$ e imporação de vinho defasada em um período. O espaço de empo considerado abrange janeiro de 1995 a novembro de 27. O arigo esá dividido nas seguines seções: a princípio, são mosradas considerações eóricas a respeio dos processos de imporação e exporação de mercadorias, proposas pela eoria neoclássica de Economia Inernacional. A seguir, é demonsrado o modelo analíico de Nerlove, e a sua aplicação ao presene caso. Poseriormene, na seção de resulados, são exposas as esaísicas descriivas das variáveis em foco, bem como as equações resulanes da esimação do modelo. Por fim, são mosradas as conclusões e o apêndice, que coném discussões a respeio de alguns elemenos economéricos subjacenes ao modelo esimado. 2. REFERENCIAL TEÓRICO 1 Anes de expor os elemenos relacionados à derivação da curva de demanda por imporações, é imporane que se mosre em quais circunsâncias uma economia abera passa a imporar deerminado bem. Tal explicação é fornecida pelo modelo-padrão para uma economia com comércio. Para uma melhor visualização do problema, mosra-se graficamene a siuação a ser descria pela Figura 1. Nela, demonsram-se como as diferenças exisenes enre produção e consumo de um bem em uma economia podem er de levá-la a imporar bens para a composição do seu mercado e poserior aendimeno da demanda inerna desse bem. Figura 1 Produção, consumo e comércio no modelo-padrão. Fone: KRUGMAN & OBSTFELD (25, pág. 72). 1 As discussões eóricas apresenadas nesa seção esão fundamenadas em Krugman e Obsfeld (25). 4

5 A produção dessa economia é sineizada pela curva de possibilidades de produção dada por TT. A linha de isovalor é aquela na qual o valor da produção é o mesmo, dado qualquer par de quanidades produzidas dos bens A e B. As curvas de indiferença denoam o grau consane de saisfação auferido por um consumidor represenaivo da economia. Da eoria microeconômica, sabese que o nível máximo de produção ocorre no pono de angência enre a curva TT e a linha de isovalor. Dessa forma, nesa siuação, a produção é represenada pelo pono Q. Os valores de consumo e produção, nese modelo, são suposos como iguais. Assim, admiindo que P, Q e D refiram-se, respecivamene, ao preço, quanidade produzida e demanda por um dado bem, em-se, enão que PA QA + PB QB = PA DA + PB QB = V, ou seja, o valor V da produção dos bens A e B é igual ao valor do consumo dos mesmos. Isso significa, porano, que ano a produção quano o consumo dos bens em quesão devem esar localizados sobre uma mesma linha de isovalor. Na Figura 1, mosra-se um conjuno de curvas de indiferença para essa economia. A escolha de consumo se dará no pono sobre a linha de isovalor correspondene ao maior grau de saisfação possível para o consumidor represenaivo. Esa escolha, assim, será dada pelo pono D, onde ocorre a angência enre a linha de isovalor e a mais ala curva de indiferença. Nesse pono, o consumo de A é menor do que sua produção. Assim, a economia pode exporar A. Já o consumo de B é maior do que sua produção, o que leva à necessidade de imporação de B. Caracerizado o processo de imporação de um deerminado bem por uma economia abera, pode-se passar, agora, à derivação da curva de demanda por imporações. Supondo, de forma simplificadora, que haja dois países, o Local e o Esrangeiro, e que ambos possuam somene uma indúsria, que produz vinho, o bem consumido em ambos as nações. Admie-se que ano a demanda quano a ofera desse produo sejam função apenas de seu preço, e que o preço em ambos os mercados seja deerminado em ermos da moeda do Local. O comércio enre os dois países surgirá se o preço, neses, for diferene daquele que seria fixado na hipóese de ausência de comércio. Se, por exemplo, o preço do vinho no Local fosse maior do que o do Esrangeiro, na ausência de comércio, enão, após a aberura para ransações enre os países, haveria um aumeno nas exporações de vinho do Esrangeiro para o Local, levando o preço do vinho no Local à queda, e à elevação, no Esrangeiro. As ransações prosseguiriam aé que a diferença enre os preços fosse eliminada. A curva de demanda por imporações, junamene com a curva de ofera de exporações, deermina o preço mundial do vinho, e a quanidade comercializada. A demanda por imporações do Local nada mais é do que o excesso de demanda inerna sobre a produção disponibilizada pelos oferanes de vinho do Local. A Figura 2 demonsra a derivação da curva de demanda de imporações do Local. 5

6 Figura 2 Derivação da curva de demanda por imporação do país Local. Fone: KRUGMAN & OBSTFELD (25, pág. 14). Ao preço P1, a demanda é D1, superior à ofera O1. Logo, a demanda por imporações, a ese preço, é D1 O1; supondo um aumeno no preço do vinho, para P2, a demanda inerna cai para D2, e a produção aumena, levando a um aumeno da ofera para O2. Iso provoca uma queda na quanidade imporada de vinho, para D2 O2. Combinando eses pares de preços e quanidades no gráfico à direia da Figura 2, esabelece-se a curva de demanda de imporações DM. Esa curva, como se percebe, é negaivamene inclinada: aumenos no preço inerno do vinho levam a uma queda na quanidade de imporações de vinho demandada. Em PA, há equilíbrio na ofera e demanda do Local; nesa siuação, não há comércio inernacional enre o Local e o Esrangeiro: a quanidade demandada de imporações, no gráfico à direia, é igual a zero (pono A). A curva de ofera de exporações do Esrangeiro é derivada de forma semelhane. Ela não será demonsrada aqui, mas é imporane desacar que sua inclinação é posiiva, ao conrário da curva de demanda por imporações. Isso porque, parindo de uma siuação de equilíbrio enre ofera e demanda no mercado inerno de vinho do Esrangeiro, aumenos de preço proporcionam aumenos na quanidade oferada de vinho, provocando um aumeno na ofera disponível para exporação. Assim, quanidades maiores de vinho exporado se associam a preços maiores de vinho no Esrangeiro, de al sore que a curva de ofera de exporações de vinho é posiivamene inclinada. O equilíbrio no mercado mundial ocorrerá quando a quanidade imporada de vinho no Local se iguala à quanidade exporada de vinho pelo país Esrangeiro. Diz-se, assim, que a demanda mundial é igual à ofera mundial. Ese equilíbrio, assim, acaba por deerminar ano o preço mundial do vinho quano a quanidade comercializada desse produo. 3. REFERENCIAL ANALÍTICO 2 Modelos economéricos dinâmicos possuem considerável imporância na análise economérica. Tais modelos levam em cona, enre as variáveis especificadas como explicaivas, a variação emporal da variável dependene. De forma geral, uma equação dese ipo é chamada de modelo auo-regressivo. A íulo de ilusração, modelos auo-regressivos podem ser represenados por uma equação com o seguine formao, supondo Y como a variável dependene e X como a explicaiva: 2 Esa seção esá baseada em Gujarai (26). 6

7 Y α β γ + u (1) = + X + Y 1 Pela equação (1), pode-se ver que é incluída a variável dependene Y defasada em um período no lado direio da mesma, onde se enconram as variáveis explanaórias do modelo consruído. Defasagens exercem um relevane papel na economia, e ajudam a complemenar o poder de elucidação de modelagens em relação à siuação esudada. Exisem algumas razões inerenes à inclusão de defasagens em modelos economéricos. Uma delas é caracerizada como uma espécie de moivo psicológico, que se apóia no fao de que o comporameno individual, no momeno presene, pode ser influenciado consanemene pelo esado nos momenos imediaamene aneriores. Como um exemplo, pode-se ciar um ganhador de loeria que passa a vivenciar, repeninamene, uma siuação de conforo exremo em ermos de renda, mas que ainda assim se maném fiel aos mesmos hábios praicados aneriormene à conquisa do prêmio. A manuenção de um comporameno como esse, em ceros casos, esará condicionada à incereza do indivíduo quano ao perfil dessa mudança de siuação, ou seja, se ese incremeno na renda é permanene ou ransiório. Oura razão comumene ciada é ligada aos moivos ecnológicos. Os preços de bens inensivos em capial podem enrar em momenos de quedas freqüenes relacionadas a possíveis aumenos na disponibilidade dos faores de produção necessários no processo produivo. Um exemplo concreo disso pode ser viso no mercado de compuadores pessoais, cujos preços vêm caindo abrupamene desde a inrodução deses produos nos mercados mundiais, ocorrida no fim da década de 197. Dessa forma, esudos sobre mercados como esse poderiam incluir variáveis defasadas a fim de expor melhor o comporameno deses ao longo do empo. Por fim, oura razão que conribui para a inclusão de defasagens em modelos econômicos é a insiucional. Isso pode ser bem reraado por indivíduos que fazem a opção de alocar pare de sua renda em fundos de poupança de longo prazo, por períodos fixos firmados no ao da assinaura do conrao. Esses indivíduos podem se ver presos a ais aivos pelo empo acordado inicialmene mesmo em momenos nos quais o mercado possibilia maiores ganhos em ouros ipos de aivos. Percebe-se, enão, que a presença de defasagens consiui-se como elemeno de aperfeiçoameno em modelos econômicos, que podem ajudar a melhorar o poder de explicação fornecido pelos mesmos. Um exemplo de modelo auo-regressivo basane conhecido é o de ajusameno parcial, uilizado nese rabalho. Ele pare de um mecanismo conhecido como ransformação de Koyck, considerando-se a variável dependene em dado nível desejado de longo prazo, para enão incluir uma defasagem da mesma enre as variáveis explicaivas, consiuindo-se, assim, um modelo de curo prazo. A forma funcional uilizada para a equação de longo prazo, ou seja, o modelo original, é a loglog, uilizada visando a ober direamene dos coeficienes das variáveis as elasicidades da demanda de imporação de vinho. Assim, considera-se inicialmene a seguine equação: * β β β β PIB PM TC 1 2 u = (2) 3 QM e * Ressala-se que a variável QM denoa a demanda por imporação de vinho no longo prazo; PIB represena a renda inerna; PM, o preço de imporação e TC a axa de câmbio, odas no período. Tomando-se o logarimo naural de ambos os lados da equação (2), obém-se o modelo loglog: 7

8 * ln ln + β1 ln PIB + β 2 ln PM + β 3 QM = β lntc + u (3) Assumindo-se que a demanda por imporação de vinho desejada no longo prazo não é direamene observável, admie-se a seguine hipóese de ajusameno parcial: QM QM QM = QM * 1 1 δ, com < δ 1. (4) A equação (4) represena a eliminação do percenual consane da discrepância enre a imporação efeiva e a desejada, denro de um único período. Escrevendo-a em forma logarímica: * ln QM ln QM 1 = δ (lnqm ln QM 1 ) (5) * Fazendo a subsiuição de lnqm de (3) em (5) e rearranjando os ermos, chega-se ao modelo de ajusameno parcial, represenado abaixo: ln QM δ + δu (6) = ln β + β1δ ln PIB + β 2δ ln PM + β 3δ lntc + (1 δ ) ln QM 1 A equação (6) denoa, assim, a função de demanda por imporação de vinho de curo prazo, levando em cona, além das variáveis renda, preço e axa de câmbio, a demanda de imporação de vinho no período anerior (dada por QM 1 ). A parir dese modelo, será ambém esimado o modelo de longo prazo, dado pela equação (3), a fim de se comparar as elasicidades obidas em ambos os modelos. As esimações se dão pelo méodo dos MQO. Pela eoria econômica, espera-se que os sinais dos coeficienes de preço de imporação e axa de câmbio sejam negaivos. Em relação ao preço, isso se jusifica pela lei da demanda, que associa menores quanidades demandadas de um bem a preços maiores; quano à axa de câmbio, a relação inversa com a imporação é esperada pelo fao de que axas de câmbio mais alas fazem com que o preço dos produos vendidos no exerior se ornem mais caros no Brasil, o que leva a uma queda na demanda pelos mesmos. Já a variável renda deve er um coeficiene com sinal posiivo, denoando o fao de que aumenos na renda devem levar a um aumeno na quanidade demandada de bens normais ou de luxo, caegorias nas quais o vinho parece se enquadrar. Quano às elasicidades, espera-se que a sensibilidade da demanda de imporação de vinho a variações nas variáveis explicaivas seja maior no longo prazo do que no curo prazo, de al sore que os coeficienes das mesmas, na equação (3), sejam maiores, em valores absoluos, do que os coeficienes do modelo represenado pela equação (6). Iso guarda relação próxima com os já conhecidos faos considerados pela eoria econômica de que, em geral, a propensão marginal a consumir de curo prazo é menor do que a propensão marginal a consumir de longo prazo, e de que as elasicidades-preço e renda de curo prazo são menores do que as de longo prazo. 4. FONTES DOS DADOS 8

9 Os números referenes à variável quanidade imporada de vinho ( QM ), medida em quilogramas (kg), e preço de imporação ( PM ), medido em US$/kg, foram obidos juno à base de dados do sisema ALICE-Web, da Secrearia de Comércio Exerior (SECEX) do Minisério do Desenvolvimeno, Coeficienes Valores dos coeficienes Esaísica Indúsria e Comércio Exerior (MDIC). Já os Inercepo *** dados relacionados à renda inerna ( PIB ), ln PIB.872 *** medida em US$, e à axa de câmbio ( TC ), medida ln PM ** em R$, foram obidos ln TC.4484 *** por meio do Sisema ln QM Gerenciador de Séries *** Temporais (SGS) do Banco Cenral do Brasil (BCB). Como já desacado, os dados êm periodicidade mensal (em que o subscrio refere-se ao mês ), se esendendo de janeiro de 1995 a novembro de 27. Os resulados das esimações, que possibiliaram a consrução das conclusões a serem exposas, foram obidos com o uso do sofware economérico EViews RESULTADOS E DISCUSSÕES Primeiramene, são mosradas as esaísicas descriivas das variáveis esudadas. A Tabela 1 resume eses números. Tabela 1 Média, desvio-padrão, valores máximo e mínimo das variáveis de análise. Fone: Resulados da pesquisa. Na esimação da equação (6), ou seja, do modelo de demanda das imporações brasileiras de vinho, no curo Variáveis Média Desvio-padrão Valor máximo Valor mínimo prazo, houve deecção de QM auocorrelação. PIB O procedimeno PM usado para a correção dese TC problema enconra-se no apêndice. O modelo esimado, com o problema devidamene solucionado, produziu os seguines resulados: Tabela 1 Valores e significância esaísica dos coeficienes resulanes da esimação da equação (6). 9

10 ***Coeficiene significane a 1%. **Coeficiene significane a 5%. Fone: Resulados da pesquisa. Os resulados incluem, ainda, os valores do coeficiene de deerminação R 2 e do p-valor da esaísica do ese F de significância conjuna das variáveis, que foram, respecivamene, iguais a,526 e,. Isso que quer dizer que mais de 52% das variações na demanda de imporação de vinho são explicadas por variações nas variáveis explicaivas da equação (6), e que esas variáveis explanaórias, em conjuno, são significanes para explicar eses movimenos de imporação. Percebese, pelos p-valores em desaque na Tabela 1, que odas as variáveis explicaivas foram ambém individualmene significaivas, a 5% de significância. Os coeficienes das variáveis renda e preço de imporação iveram os sinais esperados. Pelo fao de as variáveis esarem em logarimo, pode-se exrair as elasicidades direamene dos valores dos parâmeros das mesmas. Assim, um aumeno de 1% na renda inerna leva, de acordo com os resulados da regressão, a um aumeno de,872% na demanda de imporação de vinho, enquano uma elevação de 1% no preço de imporação provoca uma queda de,6595 na quanidade de vinho imporada pelo Brasil. Há, inclusive, evidências desa relação inversa do preço do vinho imporado com a demanda de imporação: segundo Rosa e al. (24), os maiores preços, em média, são dos produos franceses (aé por serem os de maior qualidade), de US$4/kg; já os produos com o menor preço são, em média, os que êm origem argenina (US$1,5/kg). Enquano isso, os dados da SECEX mosram que os vinhos argeninos vêm oscilando enre a primeira e segunda posições na lisa dos vinhos mais exporados para o Brasil, enquano a França vem ocupando a quina posição denre os cinco países dos quais o Brasil mais impora, o que demonsra que, quano mais caro o vinho, menor é sua quanidade imporada. Com relação ao coeficiene da variável quanidade imporada de vinho no período anerior ao período, vê-se que, na ocorrência de elevações de 1% na imporação efeuada na ransição de um mês para o ouro, iso levaria a um aumeno, em média, de,529% na quanidade imporada do mês seguine. Isso permie dizer que elevações nas imporações passadas repercuem posiivamene na imporação do período presene. Já a variável axa de câmbio não eve um coeficiene com o sinal esperado. O resulado da regressão mosrou que um aumeno de 1% na axa de câmbio US$/R$ levaria a um incremeno de,4484% na imporação de vinho, o que não possui senido, de acordo com a eoria econômica. Uma possível explicação para isso seria o fao de que a ocorrência de períodos em que as axas de câmbio se maniveram alas, com a moeda nacional subvalorizada, não foram o suficiene para provocar quedas abrupas nas imporações brasileiras de vinho. Segundo Rosa e al., (24), nos momenos em que se viram axas de câmbio elevadas, não houve aleração significaiva na compeiividade dos produos oriundos da Argenina no mercado nacional. Assim, a axa de câmbio não eve, realmene, relação inversa com a demanda de imporação de vinhos no Brasil. Segundo Gujarai (26), o modo de se ober os coeficienes do modelo de imporação de vinho de longo prazo seria simplesmene dividir a equação (6) pelo ermo δ e omiir o ermo referene à variável dependene defasada [no caso, o ermo igual a ( 1 δ )ln QM 1 ]. Sabe-se, pela Tabela 1, que ( 1 δ ) =,529, de modo que δ =,4791. Iso indica que aproximadamene 48% da discrepância enre o volume de imporação de vinho desejado, ou de longo prazo, e o efeivo, ou de curo prazo, é eliminado em um mês, o que denoa um ajuse emporal razoavelmene rápido. 1

11 Assim, dividindo a equação formada pelos coeficienes exposos na Tabela 1 e excluindo o ermo ( 1 δ )ln QM 1, chega-se aos seguines resulados para a demanda de imporação brasileira de vinho, no longo prazo: Tabela 2 Valores dos coeficienes da equação (3). Coeficienes Valores dos coeficienes Inercepo ln PIB ln PM ln TC.9359 Fone: Resulados da pesquisa. Como se pode perceber, os coeficienes do modelo de imporação de vinho de longo prazo são, em valores absoluos, maiores do que os do modelo de curo prazo. Iso já era esperado, dado que as elasicidades de longo prazo endem a ser maiores do que as de curo prazo. Assim, ano as elasicidades-preço e renda da demanda de imporação de vinho são, no modelo de longo prazo, maiores do que as do de curo prazo o aumeno de 1% na renda leva a uma elevação de 1,6848% na demanda de vinho imporado, assim como o incremeno de 1% no preço de imporação provoca uma queda de 1,3765% na quanidade de vinho comprada pelo Brasil no exerior. A sensibilidade posiiva da demanda de imporação de vinho a variações posiivas na axa de câmbio da ordem de 1% ambém cresce de,4484%, na regressão da equação (6), para,9359% na regressão da equação (3). É imporane chamar a aenção para as possibilidades de ocorrência de violação dos pressuposos do modelo de regressão linear clássico. Como ficará claro no apêndice dese arigo, foram consaadas, no modelo de ajusameno parcial, ausência de mulicolinearidade, mas presenças de heerocedasicidade e de auocorrelação. O procedimeno de Newey-Wes foi uilizado para a correção deses problemas. Ademais, foi comprovado que os resíduos da regressão não são normalmene disribuídos, o que não chega a ser algo que incomode em virude do amanho da amosra ser suficienemene grande para que a premissa de disribuição normal dos resíduos seja relaxada. 6. CONCLUSÕES Os resulados da regressão referene ao modelo de ajusameno parcial, ou modelo de Nerlove, sugerem que renda inerna, preço de imporação e axa de câmbio são variáveis esaisicamene significaivas para explicar a demanda de imporação brasileira de vinhos. Desas variáveis, apenas a axa de câmbio apresenou um sinal conrário ao esperado, algo que não causou surpresa, uma vez que se pôde observar que, ao longo do empo, as imporações de vinho não regisraram quedas vuluosas em momenos de sub-valorização cambial (em alguns períodos, inclusive, houve aumenos na imporação mesmo com aumenos na axa de câmbio). Já as variáveis renda inerna e preço de imporação foram condizenes com a eoria econômica, com os sinais dos seus coeficienes de acordo com a expecaiva. A variável quanidade imporada de vinho defasada em um período ambém foi significaiva, represenando o impaco (posiivo, em média) que as imporações de vinho do mês imediaamene anerior exercem sobre as imporações do mês aual. Isso mosra que, no caso da demanda de imporação de vinhos, a defasagem exerce um papel basane imporane. A observação aena dos dados uilizados nese arigo permie demonsrar ese argumeno com um exemplo: em praicamene odos os anos do período em análise, os meses nos 11

12 quais se regisraram os maiores volumes de imporação foram os de novembro e dezembro, quando as fesividades de final de ano começam a se aproximar. Nos meses seguines, de janeiro a fevereiro, a demanda de imporação cai aos seus menores níveis ao longo do ano, o que ambém pôde ser consaado em quase odos os anos, de 1996 a 27. Ressala-se que ese exemplo não vai conra o que se afirmou acerca do impaco posiivo que as imporações de meses aneriores exercem sobre a imporação poserior, uma vez que esa relação direa aconece em média, ao longo do ano. O que se esá querendo dizer é apenas que as imporações de meses aneriores são efeivamene imporanes na deerminação da quanidade imporada poseriormene. No caso ciado, as quedas verificadas nas imporações de vinho de janeiro e fevereiro possivelmene se jusificam pela ala formação de esoques decorrenes dos grandes volumes imporados para a época das fesas de final de ano. No que ange à magniude das elasicidades, verificou-se que esas apresenaram valores maiores na equação de longo prazo do que na equação de curo prazo dada pelo modelo de ajusameno parcial esimado. Ese resulado foi de acordo com o que se esperava, denoando que aumenos de renda de longo prazo, ou seja, aumenos de renda permanenes num horizone emporal mais amplo, repercuem com mais força no aumeno da quanidade imporada de vinho do que incremenos de renda ocorridos num prazo mais curo. Da mesma forma, aumenos de preço guardam uma relação inversa mais impacane com a demanda de imporação de vinho no longo prazo do que no curo prazo. A sensibilidade conrária à esperada da imporação vinícola pelo Brasil a aumenos na axa de câmbio se maneve no longo prazo, porém com mais força, o que sugere que, no longo prazo, a endência seria de aumeno na compeiividade do vinho imporado no mercado nacional, o que realmene se concreizou, uma vez que a paricipação dos vinhos imporados no hábio de consumo do brasileiro médio vem crescendo consanemene. 7. APÊNDICE 3 Nese apêndice, serão exposas considerações acerca da ocorrência de violação dos pressuposos básicos do modelo de regressão linear clássico no modelo de ajusameno parcial esimado no presene rabalho. Com relação à mulicolinearidade, percebe-se que não houve maiores evidências de ocorrência dese problema no modelo esimado. Os p-valores das variáveis foram basane pequenos, represenando a ala significância das esaísicas. Ao mesmo empo, o R 2 superior a,52 mosrou que o grau de ajusameno da esimação foi razoavelmene bom. Dessa forma, a principal prova de deecção de mulicolinearidade num modelo de regressão por MQO ocorrência de s insignificanes junamene com um valor elevado do R 2 não se mosrou presene no caso em exposição. Já a heerocedasicidade foi deecada pelo ese de Whie, que consisiu em esimar os resíduos do modelo de ajusameno parcial, elevados ao quadrado, conra odas as variáveis explicaivas previamene consideradas e os quadrados das mesmas. O R 2 desa regressão foi de,1381. Na Tabela 3, abaixo, são mosradas as esaísicas que permiiram irar a conclusão de exisência de variância não consane dos erros na esimação da equação (6): Tabela 3 Tese de heerocedasicidade de Whie. 3 Ese apêndice baseou-se em Gujarai (26). 12

13 Esaísica F p-valor.49 n*r p-valor.64 Fone: Resulados da pesquisa. A hipóese nula ( H ) é de que não há heerocedasicidade, enquano a hipóese alernaiva ( H 1 ) posula a ocorrência de heerocedasicidade. A esaísica do ese de Whie é obida com a muliplicação do número de observações ( n, al que n = 155) pelo R 2 da regressão esimada de acordo com ese ese. O p-valor da esaísica n*r 2 = 155*, ,27 foi de,64, indicando que H deve ser rejeiada. Isso leva a concluir que há heerocedasicidade no modelo de ajusameno parcial esimado. Quano à auocorrelação, a ocorrência desa não pôde ser provada pelo ese d de Durbin- Wason, uma vez que duas das premissas inaas à possibilidade de execução do mesmo não são respeiadas: a normalidade dos erros (como será viso mais adiane) e a ausência de ermos defasados da variável dependene juno às variáveis explanaórias. Por isso, recorreu-se ao ese h de Durbin, recomendado para verificar presença de correlação serial dos erros em modelos auoregressivos (como o esimado nese rabalho). A esaísica de ese h é calculada, de modo geral, da seguine forma: n h = ˆ ρ (7), 1 n[var( ˆ )] α 2 al que ˆα 2 represena o parâmero da variável dependene auoregressiva. Assim, nese caso, em-se que ˆ α 2 = (1 δ ). Já a esaísica ρˆ pode ser obida uilizando-se a esaísica d de Durbin-Wason. Na regressão da equação (6), a esaísica d foi igual a 1, Porano, o cálculo de ρˆ é realizado d 1, como se segue: ˆ ρ = 1 = 1 =, Lembrando que n = 155, a esaísica h de Durbin é, 2 2 enão, a seguine: 155 h =,1579 = 3, ,42 Esa esaísica do ese h de Durbin em, de acordo com as premissas do mesmo, disribuição normal. Assim, deve-se comparar o valor de h com o valor da esaísica z, a 5% de significância, considerando H como a hipóese de que não há auocorrelação e H 1 como a hipóese de que há auocorrelação. Como h = 3, 3276 > z ab, 5% = 1, 96, rejeia-se H, ou seja, há auocorrelação na esimação do modelo de Nerlove. O procedimeno de Newey-Wes corrige ano a heerocedasicidade quano a auocorrelação por meio da correção dos erros-padrão das variáveis. Eses erros-padrão corrigidos são denominados como erros-padrão consisenes com heerocedasicidade e auocorrelação, ou simplesmene errospadrão de Newey-Wes. Na Tabela 4, exposa abaixo, são mosrados os erros-padrão resulanes da 13

14 regressão esimada para a equação (6), e os erros-padrão resulanes do processo de correção de Newey-Wes: Tabela 4 Erros-padrão desconsiderando heerocedasicidade e auocorrelação, e erros-padrão de Newey-Wes, da esimação da equação (6). Erros Variáveis Erros padrão da eq.(6) padrão de Newey- Wes para a eq.(6) Inercepo ln PIB ln PM ln TC ln QM Fone: Resulados da pesquisa. Como se percebe, os erros-padrão da esimação da equação (6) diferem dos erros-padrão de Newey-Wes. Esa modificação é realizada por manipulações maemáicas (que não serão aqui exploradas) caracerísicas do procedimeno de Newey-Wes, de al sore que as variáveis passem a não mais apresenar heerocedasicidade e/ou auocorrelação. Por fim, desaca-se que os resíduos da regressão da equação (6) não foram normalmene disribuídos, como pôde se consaar por meio do ese de Jarque-Bera e pelo próprio hisograma dos resíduos, apresenados na Figura 3 a seguir: Series: Residuals Sample 1995M2 27M11 Observaions 154 Mean -2.2e-15 Median.3542 Maximum Minimum Sd. Dev Skewness Kurosis Jarque-Bera Probabiliy. Figura 3 Tese de normalidade dos resíduos de Jarque-Bera. Como se pode visualizar, o hisograma dos resíduos da esimação da equação (6) não forma uma curva em formao senoidal, caracerísica da curva de uma função de disribuição normal. Ademais, admiindo H como a hipóese de que os resíduos são normalmene disribuídos, e H 1 como a hipóese de que os resíduos não possuem disribuição normal, vê-se, pelo p-valor da esaísica JB, praicamene igual a zero, que H deve ser rejeiada. Assim, os resíduos realmene não formam uma função de disribuição normal. Iso, como já foi desacado, não se configura como algo 14

15 problemáico, uma vez que a amosra é basane grande, o que permie que a premissa de resíduos com disribuição normal seja relaxada. REFERÊNCIAS ARAÚJO, C.A. Imporador de prazeres. Disponível em: <hp://gowheregasronomia.erra.com.br/18/secao_people_oaviopiva.hm>. Acesso em: 25 jan. 28. BCB. Banco de dados disponível em <hp:// Acesso em: 26 jan. 28. FOOD AND AGRICULTURE ORGANIZATION OF THE UNITED NATIONS FAO. Saisical Daabases. Disponível em: <hp://faosa.fao.org>. Acesso em: 8 jan. 28. FRANCO, S. H. A. Análise e perspecivas da produção, comercialização e exporação de vinhos no Brasil f. Monografia de conclusão de curso FEA, Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, 27. GUJARATI, D. N. Economeria Básica. Rio de Janeiro: Elsevier, 26. KRUGMAN, P.; OBSTFELD, M. Economia Inernacional: eoria e políica. São Paulo: Makron Books, 25. MELLO, L. M. R.; MATUELLA, J. L. Abordagem prospeciva da cadeia produiva da uva e do vinho do Rio Grande do Sul. Políica Agrícola, ano VIII, n. 2, p. 7-13, MELLO, L. M. R. Produção e comercialização de uvas e vinhos. Disponível em: <hp:// Acesso em: 18 jan.28.. Tendências de consumo e perspecivas do mercado de vinhos no Brasil. Disponível em: <hp:// Acesso em: 18 jan. 28. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. Informaivo, ano I, vol. 1. Brasília: MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, 27. ROCHA, P.; VERDI, A.; FRANCISCO, V. L. F. S. Panorama da viiviniculura brasileira. Disponível em: <hp:// Acesso em: 1 jan.28. ROSA, S. E. S.; SIMÕES, P. M. Desafios da viiviniculura brasileira. In: BNDES Seorial, n. 19, p Rio de Janeiro: BNDES, 24. ROSA, S. E. S.; COSENZA, J.P.; LEÃO, L.T.S. Panorama do seor de bebidas no Brasil. In: BNDES Seorial, n. 23, p Rio de Janeiro: BNDES,

16 SECEX. Banco de dados disponível em <hp://aliceweb.desenvolvimeno.gov.br>. Acesso em: 25 jan. 28. TRICHES, D.; SIMAN, R. F.; CALDART, W.L. A idenificação e análise da cadeia produiva da uva e vinho na região da Serra Gaúcha. Caxias do Sul: UCS,

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