APARELHOS DE ILUMINAÇÃO ELÉTRICA E ACESSÓRIOS

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1 APARELHOS DE ILUMINAÇÃO ELÉTRICA E ACESSÓRIOS Balastros eletrónicos com aplicação na iluminação pública para lâmpadas de descarga de sódio de alta pressão e iodetos metálicos Características e ensaios Elaboração: DTI Homologação: conforme despacho do CA de Edição: 2ª. Anula e substitui a edição de DEZ 2010 Emissão: EDP Distribuição Energia, S.A. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Rua Camilo Castelo Branco, LISBOA Tel.: Fax:

2 ÍNDICE 0 INTRODUÇÃO OBJETO CAMPO DE APLICAÇÃO NORMAS E DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA Documentos EDP Normas IEC TERMOS E DEFINIÇÕES ABREVIATURAS REGRAS GERAIS CONDUTORES E CONEXÕES CARACTERÍSTICAS MARCAÇÃO ENSAIOS DE TIPO INFORMAÇÃO A APRESENTAR EM CONCURSOS E PROPOSTAS REGRAS PARA O TRANSPORTE, ARMAZENAMENTO, INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO... 8 ANEXO A - ESQUEMA ELÉTRICO... 9 DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 2/9

3 0 INTRODUÇÃO O presente documento anula e substitui a edição anterior do DMA-C71-200/N (1ªedição), de dezembro A alteração consiste na inclusão do balastro para lâmpadas de descarga de alta pressão de 50 W, abreviadamente designados por B.E. ao longo do presente DMA. 1 OBJETO O presente documento destina-se a definir as características e os ensaios a que devem obedecer os balastros eletrónicos para lâmpadas de descarga (exceto fluorescentes tubulares), a adquirir pela EDP Distribuição e por terceiros, para aplicação em luminárias de iluminação pública. 2 CAMPO DE APLICAÇÃO O presente documento aplica-se a balastros eletrónicos para lâmpadas de descarga (sódio de alta pressão e iodetos metálicos), para corrente alternada de frequência igual a 50 Hz e tensão de serviço inferior a 1000 V. As luminárias que incorporam o balastro eletrónico devem possuir IP NORMAS E DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA O presente DMA inclui disposições de outros documentos, referenciados nos locais apropriados do texto, os quais se encontram a seguir listados, com indicação das respetivas datas de edição. Quaisquer alterações das referidas edições só serão aplicáveis, no âmbito do presente documento, se forem objeto de inclusão específica, por modificação ou aditamento ao mesmo. 3.1 Documentos EDP Norma Edição Título DMA-C71-110/N 2012 Aparelhos de iluminação elétrica e acessórios. Luminárias de iluminação pública. Características e ensaios DMA-C71-512/N 2007 Aparelhos de iluminação elétrica e acessórios. Colunas de aço da série H. Características e ensaios 3.2 Normas IEC Norma Edição Título IEC Particular requirements for d.c. or a.c supplied electronic ballasts for discharge lamps (excluind fluorescent lamps) IEC Lamp controlgear Part 1: General and safety requirements IEC Lamp controlgear Part 2-9: Particular requirements for ballasts for discharge lamps (excluding fluorescent lamps) IEC Equipment for general lighting purposes-emc immunity requirements IEC Limits and methods of measurement of radio disturbance characteristics of electrical lighting and similar equipment DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 3/9

4 4 TERMOS E DEFINIÇÕES Para efeitos do presente documento, são aplicáveis os termos e definições indicados nas normas supracitadas, de entre os quais se transcrevem os seguintes: 4.1 balastro eletrónico aparelho inserido entre a fonte de alimentação e uma ou várias lâmpadas de descarga que transforma a tensão de alimentação e que ajuda a estabelecer a tensão de arranque e a corrente de pré-aquecimento (secção 3.2 da norma IEC ). 4.2 aparelhagem da lâmpada a incorporar aparelhagem da lâmpada geralmente concebida de modo a poder ser instalada no interior de uma luminária, de uma caixa, ou qualquer outro invólucro similar, não previsto para instalar no exterior de uma luminária sem precauções especiais. O compartimento da aparelhagem na base de colunas de iluminação pública é considerado como sendo um invólucro (secção da norma IEC ). 4.3 aparelhagem da lâmpada independente aparelhagem da lâmpada constituída por um ou vários elementos separáveis, concebida de modo a ser instalada separadamente, no exterior de uma luminária, com uma proteção correspondente à marcação do aparelho da lâmpada e sem invólucro suplementar. Esta pode ser composta por uma aparelhagem da lâmpada para incorporar alojada num invólucro adequado que garante a proteção necessária de acordo com a sua marcação (secção da norma IEC ). 4.4 potência de saída valor da potência fornecida pelo balastro eletrónico (secção 3 da norma IEC ). 4.5 terminais de saída terminais destinadas à ligação da lâmpada (secção 3 da norma IEC ). 4.6 tensão de ignição o maior valor da tensão gerada entre os terminais de saída (secção 3 da norma IEC ). 5 ABREVIATURAS No presente documento são usadas as seguintes abreviaturas: DMA Documento normativo (Materiais e aparelhos - Características e ensaios). ENEC Certificação elétrica sobre normas europeias (European Norms Electrical Certification). IEC Norma internacional emitida pela Comissão Eletrotécnica Internacional. 6 REGRAS GERAIS O balastro 1) pode ser constituído por um único elemento, podendo ou não desempenhar a função de regulação do fluxo, também designado por dimming. 1) O balastro eletrónico substitui o conjunto dos acessórios, condensador, balastro ferromagnético e ignitor. A luminária poderá conter um balastro eletrónico ou os acessórios referidos. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 4/9

5 A cada balastro eletrónico fica associada uma luminária, isto é, o balastro alimenta uma única lâmpada. O B.E. para uma potência igual ou superior a 100 W deve vir munido de circuito que faça dimming, com possibilidade de ajuste horário quando da sua montagem. As dimensões e características das lâmpadas devem estar de acordo com o especificado nas normas IEC (lâmpadas de vapor de sódio da alta pressão) e IEC (lâmpadas de iodetos metálicos). As lâmpadas referidas são enroscadas em suportes do tipo E 27 e E 40. Os balastros eletrónicos normalizados são aparelhos classificados de acordo com a secção 6 da IEC ), como sendo: para incorporar em luminárias de iluminação pública; para instalação independente, isto é, no interior da coluna de IP (compartimento da aparelhagem na base da coluna) ou eventualmente dentro de uma caixa de material plástico com IP 45, para luminárias instaladas em consolas fixadas em paredes. De referir que o uso de balastro eletrónico não é compatível com lâmpadas de ignitor incorporado. 7 CONDUTORES E CONEXÕES Para as luminárias instaladas em colunas de iluminação pública, os condutores de alimentação ao balastro devem ser do tipo H05 VV-U 3G2,5, quer este seja do tipo independente ou a incorporar. Se o balastro eletrónico não for instalado na luminária portanto do tipo independente, o comprimento do cabo desde o compartimento da aparelhagem, situado na base da coluna, até à luminária não deve ultrapassar os 15 metros. Para luminárias instaladas na rede aérea, o balastro será do tipo a incorporar e os condutores de alimentação ao balastro devem ser do tipo XS 2x4. No interior da luminária, os condutores devem ter bainha de borracha ou ser isolados com mangas que suportem temperaturas elevadas, isto é devem verificar o disposto na secção 4.9 da norma IEC Os modelos de B.E. normalizados estão indicados no quadro 1 seguinte. Quadro 1 Modelos de balastros eletrónicos normalizados N.º Designação EDP SAP IP do balastro Classificação 1 Balastro eletrónico-i-50w A incorporar 2 Balastro eletrónico-e-70w Independente 3 Balastro eletrónico-i-70w A incorporar 4 Balastro eletrónico-e-100w Independente 5 Balastro eletrónico-i-100w A incorporar 6 Balastro eletrónico-e-150w Independente 7 Balastro eletrónico-i-150w A incorporar 8 Balastro eletrónico-e-250w Independente 9 Balastro eletrónico-i-250w A incorporar Tensão de ignição U p (kv) Com dimming 1,8 U p 2,8 kv Não 2,8 U p 5 kv Sim DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 5/9

6 A título de exemplo: um balastro com a designação EDP Balastro eletrónico-e-100w significa que o balastro é do tipo independente, isto é, instalado no exterior à luminária e destinado a luminárias com lâmpadas de descarga de 100 W; Balastro eletrónico-i-100w, significa que o balastro é do tipo a incorporar, isto é, instalado no interior da luminária e destinado a luminárias com lâmpadas de descarga de 100 W. 8 CARACTERÍSTICAS Os balastros eletrónicos devem ter uma tensão de ignição (U p), de acordo com a IEC , secção 6.1, adequada ao tipo de lâmpada e de suporte de qualquer fabricante, possuir uma tensão nominal de 230 V e uma frequência de 50 Hz. Para o suporte E27 1,8 U p 2,8 kv Lâmpada de 50 W a 70 W. Para o suporte E40 2,8 U p 5 kv Lâmpada de 100 W a 250 W. O grau de proteção deverá ser IP 20, para balastro a incorporar na luminária e IP 65 para balastro a montar no compartimento da aparelhagem isto é, na base da coluna, ou no exterior dentro de uma caixa de material plástico. O isolamento poderá ser da classe I ou II. 9 MARCAÇÃO Os balastros devem ter marcação clara, durável e conter, de acordo com a IEC , secção 7, os seguintes itens: marca/fabricante; modelo/referência; tensão nominal de alimentação (V); corrente nominal (A); frequência 50 Hz; potência nominal (W); potência reduzida (W); tipo de lâmpada; ano/semana de fabrico (de acordo com ISO 8601-YYWww - exemplo 10W03-3ª semana do ano 2010); tensão de ignição (kv); marcação CE; fator de potência; temperatura máxima (ºC); grau de proteção IP; esquema de ligações. 10 ENSAIOS DE TIPO Os balastros devem ser submetidos aos ensaios de tipo definidos nas normas IEC , IEC e IEC 61547, indicados nos quadros 2 e 3 seguintes. O fabricante deve apresentar os relatórios de ensaios de tipo referidos, ou em alternativa, apresentar os certificados para uso da marca ENEC, devidamente atualizados. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 6/9

7 Os ensaios referidos na IEC remetem para a IEC e devem estar em conformidade, com as diversas partes desta norma, de acordo com o seguidamente indicado no quadro 2. Quadro 2 Ensaios de tipo definidos na norma IEC IEC Ensaio de tipo Conforme IEC 5 Especificações dos testes Geral Imunidade a descargas eletrostáticas Imunidade a radiofrequências Imunidade a campos magnéticos à frequência da rede Imunidade a transitórios rápidos Imunidade a correntes injetadas radiofrequências modo comum Imunidade a ondas de choque Imunidade a quedas de tensão e pequenas interrupções Imunidade a flutuações de tensão - Quadro 3 Ensaios de tipo definidos na norma IEC IEC Ensaio de tipo 6.1 Classificação quanto à tensão de ignição (kv) 7.1 Marcações obrigatórias 7.2 Marcações adicionais 8 Terminais 9 Ligações à terra 10 Proteção contra contactos acidentais com partes ativas 11 Resistência á humidade e isolamento 12 Rigidez dielétrica 14 Condições de defeito 15.1 Verificação da tensão de saída sob condições normais e anormais 15.2 Verificação do tempo limite de ignição sob condições normais e anormais 16 Tensão de ignição 16.1 Instrumentos 16.2 Limites da tensão de ignição 16.3 Tempo de corte da ignição 17 Condições anormais 18 Construção 19 Linhas de fuga e distâncias no ar 20 Parafusos, partes condutoras de corrente e conexões 21 Resistência ao calor, fogo e correntes rastejantes 22 Resistência à corrosão Anexo A Verificação para determinar se uma parte condutora causa choque elétrico Anexo C Verificação da proteção térmica Anexo D Verificação dos ensaios de aquecimento para balastro com proteção térmica Anexo F Recomendações para os ensaios ao abrigo de correntes de ar DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 7/9

8 11 INFORMAÇÃO A APRESENTAR EM CONCURSOS E PROPOSTAS O fabricante deve apresentar em concursos e propostas documentação técnica que evidencie à EDP Distribuição a conformidade técnica do(s) produto(s) proposto(s) com as características e ensaios especificados no presente documento. O fabricante deve ainda apresentar, para cada um dos balastros propostos, o valor da potência de perdas. 12 REGRAS PARA O TRANSPORTE, ARMAZENAMENTO, INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO O fabricante deve fornecer juntamente com os balastros, as regras a considerar para o transporte, armazenamento, instalação e manutenção. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 8/9

9 ANEXO A ESQUEMA ELÉTRICO (Informativo) F N B.E. L Fig.1 - Luminária para montagem em rede subterrânea F 6 A N B.E. L Fig.2 - Luminária para montagem em rede aérea DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 9/9

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