Crescimento do Produto Agropecuário Brasileiro: uma Aplicação do Vetor Auto-regressivo (VAR)

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1 Quesões Agráras, Educação no Campo e Desenvolvmeno CRESCIMENTO DO PRODUTO AGROPECUÁRIO: UMA APLICAÇÃO DO VETOR AUTO-REGRESSIVO (VAR) CARLOS ALBERTO GONÇALVES DA SILVA; LÉO DA ROCHA FERREIRA; PAULO FERNANDO CIDADE DE ARAÚJO; UERJ RIO DE JANEIRO - RJ - BRASIL APRESENTAÇÃO SEM PRESENÇA DE DEBATEDOR MERCADO DE TRABALHO AGRÍCOLA Crescmeno do Produo Agropecuáro Braslero: uma Aplcação do Veor Auo-regressvo (VAR) Grupo de Pesqusa: Mercado de Trabalho Agrícola RESUMO O rabalho examna os efeos da área agrculável, mão-de-obra, capal e nsumos sobre o valor da produção agropecuára para o período 1970/1995. Seu prncpal objevo é esmar a produvdade dos faores de produção na agrculura ulzando a meodologa de Auo-regressão Veoral. As propredades de negração e co-negração das séres ulzadas no modelo foram consderadas na análse, bem como análse de decomposção de varâncas e análse de funções de resposa a mpulso. O modelo de correção de erro esmado mosra que o efeo de curo prazo das varações do capal, mão-de-obra e nsumos ndcam varações sgnfcavas no produo agropecuáro. Para os coefcenes esmados de curo prazo das varáves capal e nsumos, os snas posvos esão coerenes com o processo de modernzação da agropecuára braslera. Os resulados obdos mosraram que, as varáves são co-negradas, anda assm, as elascdades de longo prazo, mão-de-obra e capal são menores que a undade, ou seja, são relavamene neláscas. Palavras chaves: produvdade dos faores, produo agropecuáro, agrculura braslera. Foraleza, 23 a 27 de Julho de 2006 Socedade Braslera de Economa e Socologa Rural 1

2 Quesões Agráras, Educação no Campo e Desenvolvmeno 1. INTRODUÇÃO A agrculura braslera passou por um processo de modernzação durane as décadas de 1970, 80 e 90, devdo a dversas polícas governamenas, enre as quas sobressaem a de crédo subsdado e de pesqusa e exensão rural. A década de 1990, apesar de uma sensível redução no crédo rural, fo marcada pelo excelene desempenho da produção agropecuára. Na Tabela 1, pode-se observar a evolução ocorrda no processo de modernzação a parr da década de Tabela 1 - Número de esabelecmenos agropecuáros, ulzação da área agrculável, pessoas ocupadas, número de raores e índce de mecanzação, Brasl, 1970/1975 Iem N de esabelecmenos Ulzação da área (1000 ha) Pessoas ocupadas Número de raores Índce de mecanzação (há / raores) Fone: IBGE Censos Agropecuáros Observa-se que o número de esabelecmenos agropecuáros no período 1970/1985, eve o aumeno de 17,8%, enquano no período 1985/1995, regsrou uma dmnução da ordem de 16,2%. Com relação ao pessoal ocupado, no período 1985/1995, regsrou-se uma redução da ordem de 23%, ressalando-se que, essa redução ocorreu em odas as regões do país, conforme pode ser vso na Tabela 2. Tabela 2 - Pessoal ocupado na agrculura, segundo as macrorregões (em 1000 pessoas) Foraleza, 23 a 27 de Julho de 2006 Socedade Braslera de Economa e Socologa Rural 2

3 Quesões Agráras, Educação no Campo e Desenvolvmeno Cenro- Ano Nore Nordese Sudese Sul Oese Brasl / ,2-21,4-27,4-24,7-18,4-23,4 Fone: FIBGE Censos Agropecuáros Os dados sobre o índce de mecanzação ndcam quão expressvos fo o processo de mecanzação da agrculura braslera. Noa-se que em 1970 a relação era de 1684 hecares para cada raor. Em 1995 hava 440 hecares para cada raor. A amplação da mecanzação e do uso de ferlzanes fo possível, em boa pare, devdo aos crédos subsdados que eram conceddos aos agrculores para aqusção de equpamenos e nsumos agropecuáros. A produvdade da mão-de-obra, segundo Gasques e Conceção (2000) fo o prncpal componene assocado ao acréscmo da produvdade oal dos faores (PTF). No período 1970/1980, a esmava da axa anual de crescmeno da produvdade da mão-deobra fo superor àquela da produvdade de erra, 5,39% conra 4,95%. O efeo da produvdade da erra sobre a PTF, ambém fo expressvo, conforme pode ser consaado na Tabela 3. Tabela 3 - Taxas anuas de crescmeno da produvdade da mão-de-obra, relação área/homem, produvdade da área agrculável e produvdade oal dos faores, Brasl, 1970/1995 I T E M 1970/ / /1995 Produvdade da mão-de-obra 5,39 1,90 3,35 Relação área/homem 0,30 1,07 0,66 Produvdade da área agrculável 4,95 1,61 3,39 Produvdade oal dos faores 2,00 2,27 2,33 Fone: Gasques, J.G. e Conceção, J.C.P.R.(2000). A produvdade oal dos faores (PTF) na agrculura braslera no período de 1970 a 1995 eve crescmeno basane sgnfcavo. Esse índce passou de 100 em 1970 para 179 em 1995, conforme pode ser vso na Tabela 4. Nesa abela são apresenados ambém os índces agregados de produo, dos nsumos e a produvdade oal dos faores. Podemos observar anda que, para o Brasl, em odos os anos analsados, o índce do produo se sua acma do índce dos nsumos. A rajeóra crescene da PTF é porano um mporane snal da magnude e aé mesmo da velocdade com que as mudanças vêm ocorrendo na agrculura. Tabela 4 - Índces do produo, de nsumos e da produvdade oal dos faores (PTF), Brasl, 1970/1995 Anos Índce Agregado do Produo Índce Agregado dos Insumos Produvdade Toal dos Faores Foraleza, 23 a 27 de Julho de 2006 Socedade Braslera de Economa e Socologa Rural 3

4 Quesões Agráras, Educação no Campo e Desenvolvmeno Fone: Gasques, J.G. e Conceção, J.C.P.R. (2000). Analsando a produvdade da erra e produvdade da mão-de-obra, chega-se a resulados mporanes para a compreensão do crescmeno da agrculura paulsa. Esses ndcadores esão apresenados nas Tabelas 5 e 6. No período 1970/1995 as produvdades da erra e da mão-de-obra cresceram mas do que a produvdade oal dos faores. Enquano a produvdade oal dos faores cresceu a 1,99% ao ano, a produvdade da mão-de-obra cresceu 3,65% ao ano e a produvdade da erra cresceu 3,11% ao ano no mesmo período. Esse comporameno, fo nfluencado pelo elevado crescmeno da produvdade da erra e da mão-de-obra na década de 70, respecvamene de 5,75% e 5,94%, superores aos valores consaados para o Brasl. Tabela 5 - Produvdade da mão-de-obra e produvdade da área agrculável: São Paulo e Brasl 1970/1995 Iem Produvdade da mão-de-obra Produvdade da área São Paulo Brasl Fone: Gasques, J.G. e Conceção, J.C.P.R. (2000). Tabela 6 - Taxas anuas de crescmeno da produvdade oal dos faores, produvdade da mão-de-obra e produvdade da are agrculável São Paulo e Brasl Iem PTF Produvdade da área Produ.da mão-de-obra 70/80 85/95 70/95 70/80 85/95 70/95 70/80 85/95 70/95 São Paulo 1,88 0,21 1,99 5,75 0,09 3,11 5,94 0,30 3,65 Brasl 2,00 2,27 2,33 4,95 1,61 3,39 5,39 1,90 3,35 Fone: Gasques, J.G. e Conceção, J.C.P.R. (2000). O crescmeno da produvdade da mão-de-obra na agrculura paulsa vem ocorrendo pelo aumeno da produvdade da área agrculável. No período 1985/1995 a relação erra/homem fo basane sgnfcava, devdo ao elevado grau de mecanzação, provocando, enreano, a saída de mão de obra da agrculura. Esse reflexo, deve esar relaconado ambém a ouros faores como a legslação rabalhsa e seus efeos sobre as relações de rabalho e saláros, bem como aos desenconros nas decsões de políca agrícola ao longo dos úlmos 25 anos. Foraleza, 23 a 27 de Julho de 2006 Socedade Braslera de Economa e Socologa Rural 4

5 Quesões Agráras, Educação no Campo e Desenvolvmeno O presene esudo em como objevo medr as elascdades dos dferenes faores de produção da agropecuára braslera, por meo do ajusameno de função de produção, período 1970/1995. Para denfcar o relaconameno de longo prazo enre produo, área agrculável, mão-de-obra, capal e nsumos, ulzam-se o ese de co-negração, bem como o Modelo Veoral de Correção de Erro (VEC) para a realzação da análse, ano de curo quano de longo prazo enre as varáves para verfcar como elas reagem a mudanças na relação de equlíbro de longo prazo. 2. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS A análse empírca do rabalho esá baseada na meodologa dos Veores Auoregressvos (VAR). Esa meodologa é ão somene uma exensão de uma regressão unvarada para um ambene mulvarado e cada equação defnda pelo VAR nada mas é que uma regressão por mínmos quadrados ordnáros de deermnada varável em varáves defasadas de s própra e de ouras varáves componenes do modelo. A ulzação dessa meodologa possbla a obenção de elascdades dos mpacos para n períodos a frene, e perme: (a) avalar o comporameno das varáves em resposas a novações ndvduas em quasquer dos componenes do ssema, podendo-se enreano analsar, aravés de smulação, efeos de evenos que enham alguma probabldade de ocorrer; (b) decompor, hsorcamene, a varânca dos erros de prevsão para n períodos a frene, possblando a análse de cada choque, ocorrdo no passado, na explcação dos desvos dos valores observados das varáves em relação a sua prevsão realzada no níco do período. A análse economérca ulzada, para avalar a exsênca e a nensdade do efeo enre produo, área agrculável, mão-de-obra, capal e nsumos, é fea com base no modelo de auo-regressão veoral (VAR), análse de decomposção de varâncas e análse de funções de resposa a mpulso. Os modelos de auo-regressão veoral êm sdo largamene ulzados na análse de quesões macroeconômcas, surgndo como uma alernava aos modelos de equações smulâneas. É uma abordagem que em sdo ambém ulzada em esudos relaconados à economa agrícola, podendo-se menconar, nesse caso, Barros (1994) e Bacch & Burnqus (1999). O modelo VAR pode ser expresso da segune manera: X A onde: A veor de ermos nercepados n x 1 0 A1 X 1... Ap X p B0Z B1Z 1... B pz r e (1) 0 1 A p = n x n marzes de coefcenes que relaconam valores defasados das A,..., varáves endógenas aos valores correnes de as varáves B,...B p 0 = n x m marzes de coefcenes que relaam valores auas e defasados de varáves exógenas para valores correnes de varáves endógenas Foraleza, 23 a 27 de Julho de 2006 Socedade Braslera de Economa e Socologa Rural 5

6 Quesões Agráras, Educação no Campo e Desenvolvmeno e = veor n x 1 de ermos de erros Cada uma das varáves X e Z é explcada por seus valores defasados. Para seleconar o melhor modelo VAR, em-se como base os Créros de Schwarz (SC) e Akake (AIC), os quas são mporanes para deermnar o número de defasagens a nclur no modelo VAR, já que leva em consderação a soma dos quadrados dos resíduos, o número de observações e o de esmadores do parâmero. Assm, quano menores os valores, melhor será o modelo. Em regressões com séres de empo, é necessáro verfcar se as varáves são esaconáras, para se evar o problema da chamada regressão espúra ou duvdosa. A regressão espúra ocorre quando se ena regredr varáves não esaconáras que se dreconam no mesmo sendo ao longo do empo e apresenam uma endênca comum. Assm sendo, os eses de hpóeses e F não são váldos. Assm sendo, para esar a esaconaredade das séres, será ulzado nese rabalho, o ese ADF (Dckey Fuller Aumenado) (1979 e 1981), no sendo de verfcar a ordem de negração das varáves de neresse, ou seja, é precso verfcar a exsênca ou não de raízes unáras nas séres emporas. Os eses de Dckey-Fuller Aumenado (ADF) conssem na esmação das segunes equações por Mínmos Quadrados Ordnáros (MQO): Y Y Y Y p1 Y 1 1 (2) 1 Y Y p1 Y 1 1 (3) 1 p1 Y 1 1 (4) 1 Nas equações (2), (3) e (4) esmadas, as hpóeses nula e alernava a serem esadas são, respecvamene, H 0 : 0 e H1 : 0. Se o valor da esaísca ADF for maor que o valor críco, rejea-se a hpóese de que a sére emporal seja esaconára. Para deermnar o número de defasagens a serem ncluídas nos modelos (2), (3) e (4) serão adoados os créros de Akake (AIC) e Schwarz (SC), por serem os mas ulzados em rabalhos empírcos. O procedmeno consse em esmar regressões de modelos auoregressvos de dferenes ordens. Aquela que apresenar o menor valor para os créros AIC e SC, represena o modelo mas aproprado. O Créro Akake (AIC) é calculado como: 2 AIC ln 2 (número de parâmeros) (5) T Smlarmene, para o créro Schwarz emos: lnt SC ln 2 (número de parâmeros) (6) T Foraleza, 23 a 27 de Julho de 2006 Socedade Braslera de Economa e Socologa Rural 6

7 Quesões Agráras, Educação no Campo e Desenvolvmeno 2 onde é a soma dos quadrados dos resíduos esmados do processo auo-regressvo da ordem p e T é o número de observações. A eapa segune sera esar a exsênca de co-negração enre as varáves analsadas no presene esudo. A co-negração denfca se processos não esaconáros apresenam uma relação de equlíbro de longo prazo, ou seja, duas ou mas séres de empo não esaconáras co negram se em uma relação de longo prazo esável com resíduos esaconáros. Os eses de co-negração enre duas ou mas séres econômcas permem acear ou rejear a relação de longo prazo exsene enre essas varáves. Anes de esar co-negração, verfca-se a ordem de negração das varáves, ulzando-se o ese de raz unára de Dckey-Fuller Aumenado (ADF), conforme descro anerormene.. É necessáro observar se as séres são negradas de mesma ordem, pos as varáves precsam er a mesma ordem de negração. Para verfcar a exsênca de co-negração enre um conjuno de varáves econômcas, Engle e Granger (1987) propuseram esar a exsênca de uma raz unára no veor dos resíduos da regressão de co-negração. Assm, o procedmeno proposo por Engle & Grange é composo em duas eapas: (a) verfcação da ordem de negração das varáves e (b) esar a relação de equlíbro enre as varáves. A prmera eapa, precede ao ese nroduzdo por Dckey e Fuller (1979) para a presença de uma raz unára em cada uma das séres Y e X, aravés da esmação pelo méodo dos mínmos quadrados das segunes equações: Y X c p 1 Y 1 jy j j1 (7) c2 X 1 jx j u (8) Assm sendo, é esada a exsênca de uma raz unára, so é, a hpóese nula de que 0. A segunda eapa é esar a relação de equlíbro enre as varáves, ou seja, caso os eses anerores ndquem que as séres são negradas de ordem um, deve-se proceder à esmação da regressão de co-negração, ulzando-se a segune função: Y 0 1X (9) Se os resíduos obdos, forem esaconáros, ou seja, I(0), enão as varáves Y e X são co-negradas de ordem (1,1). Pelo méodo dos mínmos quadrados ordnáros, pode-se esmar o segune modelo: e (10) Foraleza, 23 a 27 de Julho de 2006 Socedade Braslera de Economa e Socologa Rural 7

8 Quesões Agráras, Educação no Campo e Desenvolvmeno A rejeção da hpóese nula de que 1 0, pode-se conclur que a sére dos resíduos não coném uma raz unára, sendo porano esaconára. Assm sendo, as varáves Y e X são co-negradas. O méodo proposo por Engle & Granger, para análse das relações de co-negração, possu algumas lmações. Esse ese é usado apenas no caso de únca relação de equlíbro, ou seja, únco veor de co-negração. Quando exsr mas de uma varável explcava, exsrão ouras relações de equlíbro e, porano, esse ese não será o mas adequado. Assm sendo, o mas ndcado é o procedmeno de Johansen e Juselus (1990,1992). Ese procedmeno se basea na segune versão modfcada de um modelo (VAR): y onde: y veor com k varáves erro aleaóro d veor de varáves bnáras para capar a varação esaconal 1 y 1... p 1y p1 y 1 d (11) Sendo r o poso da marz, enão em r raízes caraceríscas (engevalues) ou auovalores esascamene dferenes de zero. Exsem rês suações que podem ocorrer: (a) se r = k, enão y é esaconáro; (b) se r = 0, enão ` e o veor exsem marzes e as que = y é esaconáro e (c) se 0 < r < k, é esaconáro. Sendo que represena a velocdade de ajusameno dos parâmeros da marz no curo prazo, enquano é uma marz de coefcenes de co-negração de longo prazo. A hpóese nula de que exsem r veores co-negrados é esada usando-se a esaísca raço ( race ) e a esaísca do máxmo auovalor ( max ). y O ese raço é dado por: n race = ln( Q) T r1 2 ln(1 ) (12) onde: Q = (função de verossmlhança resra maxmzada/função de verossmlhança sem resrção maxmzada) O ese máxmo auovalor é dado por: max = T ln( 1 r1) (13) onde são os valores esmados das raízes caraceríscas obdas da marz esmada e T é o número de observações. Se os valores calculados de race e max são superores aos valores crícos, enão rejea-se a hpóese nula de não co-negração. Os procedmenos descros aé aqu foram úes para deermnar a relação de equlíbro de longo prazo enre as varáves. Assm, Engle e Granger (1987) demonsraram que, mesmo apresenando uma relação de equlíbro de longo prazo enre as varáves não esaconáras (em nível), é possível que ocorra desequlíbro no curo prazo, ou seja, a dnâmca de curo prazo é nfluencada pela magnude do desvo em relação ao equlíbro de longo prazo. O mecansmo que conduz as varáves para o equlíbro é conhecdo como Foraleza, 23 a 27 de Julho de 2006 Socedade Braslera de Economa e Socologa Rural 8

9 Quesões Agráras, Educação no Campo e Desenvolvmeno Mecansmo de Correção de Erro (MCE), pos por meo do MCE, é possível deermnar a velocdade com que os desequlíbros são elmnados. Para a realzação dos eses de raz unára, co-negração e esmava do modelo VAR, ulzou-se o Evews ESTIMATIVA DA FUNÇÃO DE PRODUÇÃO DEFINIÇÃO DAS VARIÁVEIS Vsando aender o objevo do rabalho de avalar o comporameno do produo agropecuáro braslero ao longo do período (1970/1995), os dados apresenados compreendem somene cnco séres de empo (1970, 1975, 1980, 1985 e 1995). Porano, os dados são agregados em nível de cada esado e erróro da Federação (cada ano censáro passou a apresenar 27 observações em cada uma das cnco séres de empo), o que mplca em rabalhar com dados no empo me seres e no espaço cross secon ou seja, análse de dados em panel, ou longudnal, que consse bascamene na avalação conjuna de dados em cores ransversas (cross secon) observados ambém no empo (me seres). Para a esmação da função de produção po Cobb-Douglas do seor agropecuáro fo ulzada a segune expressão: VP CONST. AREA. MOBRA. CAP. INS. (14) onde, VP é o valor da produção do esado ; ÁREA é a área agrculável em hecares (lavouras emporáras, permanenes, com pasagens, maas(nclundo ano as maas nauras como as planadas)) no esado ; MOBRA represena pessoal ocupado no seor agropecuáro no esado ; CAP represena o número de máqunas agrícolas no esado ; INS I represenado por despesas com ferlzanes e correvos, com desel, semenes, defensvos, rações e medcamenos. Os valores em R$ são represenados a preços de Os ermos,, e represenam as respecvas elascdades, e é o erro aleaóro ou perurbação esocásca. Para raconalzar a esmação, ulzou-se um modelo log-lnear, para o qual é necessáro exrar o logarmo das varáves. Assm, em-se a segune função: log VP CONST log AREA log MOBRA logcap log INS (15) Os dados báscos para esa pesqusa foram obdos dos Censos Agropecuáros de 1970, 1975, 1980, 1985 e 1995 da Fundação Insuo Braslero de Geografa e Esaísca (FIBGE). 4. RESULTADOS A prmera eapa da análse de séres emporas é verfcar como o processo esocásco gerador das séres em esudo se compora ao longo do empo, ou seja, denfcar se as varáves ulzadas são ou não esaconáras. Foraleza, 23 a 27 de Julho de 2006 Socedade Braslera de Economa e Socologa Rural 9

10 Quesões Agráras, Educação no Campo e Desenvolvmeno Explora-se a esruura de panel dos dados e ulzam-se os eses de raz unára e conegração para o conjuno dos esados brasleros a fm de aumenar o poder dos eses. No começo dos anos 90, com base nos eses de Dckey-Fuller (DF) e Dckey-Fuller aumenado (ADF), apareceram os prmeros eses de raz unára para dados em panel de Levn e Ln (1992,1993) e Im, Pesaran, e Shn (1997). Porano, eses sobre a hpóese de esaconaredade ou raz unára desempenham um papel de suma mporânca, pos podem auxlar a avalar a naureza da nãoesaconaredade que a maor pare das séres econômcas apresenam. Por ouro lado, deecada a presença de raz unára, deve-se rabalhar com as séres emporas dferencadas e não em nível. Para se ncar os eses sobre a co-negração enre as varáves esudadas (produo, área agrculável, mão-de-obra, capal e nsumos) deve-se prmeramene esar a esaconaredade dos dados aravés dos eses Dckey-Fuller (DF) e Dckey-Fuller Aumenado (ADF). Para o presene esudo ulzou-se apenas o ese Dckey-Fuller Aumenado (ADF). O ese ADF fo realzado nas rês formas báscas, so é, com consane e com endênca, com consane e sem endênca, e sem consane e sem endênca. Os resulados apresenados na Tabela 7 ndcam que, para as séres em nível, não se pode rejear a presença de raz unára ao nível de sgnfcânca de 5%. Porano, odas as séres possuem raz unára e são não-esaconáras, exceo a varável Larea. Tabela 7 - Tese de raz unára (ADF) Defasagens Esaísca Valor Críco Varáves Consane Tendênca ADF (5%) Lprod 8 Não Não - 0,1027-1,9433 Larea 5 Sm Sm - 7,1646-3,4450 Lmobra 3 Não Não - 0,5194-1,9433 Lcap 3 Não Não - 0,0975-1,9433 Lns 8 Não Não - 0,0307-1,9433 Dlprod 7 Sm Sm - 7,3026-3,4459 Dlarea 12 Sm Sm - 7,7484-3,4474 Dlmobra 2 Sm Sm -11,0149-3,4445 Dlcap 2 Sm Sm -10,3413-3,4445 Dlns 7 Sm Sm - 6,7081-3,4459 Fone: Dados da Pesqusa Noa: A lera D no níco das varáves refere-se à prmera dferença. Os eses realzados para as séres em prmera dferença ndcaram que, ao nível de sgnfcânca de 5%, se pode rejear a presença de raz unára. Assm sendo, odas as séres em dferença êm a mesma ordem de negração I(1). O próxmo passo fo enão deermnar o número de defasagens (p) do modelo VAR com base nos créros de Akake (AIC) e Schwarz (SC). O créro de nformação de Schwarz (SC) deecou o menor valor para a defasagem da ordem see. Os resulados esão apresenados na Tabela 8. Tabela 8 - Defnção do número de defasagens do Modelo VAR Foraleza, 23 a 27 de Julho de 2006 Socedade Braslera de Economa e Socologa Rural 10

11 Quesões Agráras, Educação no Campo e Desenvolvmeno Defasagens Log L AIC SC * * Fone: Dados da Pesqusa Para deermnar o número de veores de co-negração, são ulzados os eses do raço comumene ndcado por race e o ese do máxmo auovalor (egenvalue) ndcado por max, cujos resulados esão apresenados nas Tabelas 9 e 10. Ambos os eses mosram a exsênca de cnco veores de co-negração. Assm, pode-se dzer que as varáves são co-negradas, ou seja, exsndo uma relação de equlíbro de longo prazo enre elas. Tabela 9 - Deermnação do número de veores de co-negração ese de Johansen-Jeselus ese de raço Hpóese Nula H 0 Hpóese Alernava H 1 Fone: Dados da Pesqusa Esaísca de Tese - Valor Críco race 5% r = 0 R 0 230,167 76,973 r 1 R 1 138,170 54,079 r 2 R 2 63,873 35,193 r 3 R 3 32,194 20,262 r 4 R 4 14,730 9,164 Tabela 10 - Tese do máxmo auovalor Hpóese Nula H 0 Hpóese Alernava H 1 Esaísca de Tese Valor Críco max 5% r = 0 R = 1 91,998 34,806 r = 1 R = 2 74,296 28,588 r = 2 R = 3 31,680 22,300 Foraleza, 23 a 27 de Julho de 2006 Socedade Braslera de Economa e Socologa Rural 11

12 Quesões Agráras, Educação no Campo e Desenvolvmeno r = 3 R = 4 17,463 15,892 r = 4 R = 5 14,730 9,164 Fone: Dados da Pesqusa Com base na função de longo prazo, pode-se afrmar que os snas de odos os parâmeros da equação são sasfaóros de acordo com a eora econômca, exceo o parâmero da varável ÁREA que apresena snal negavo. (Tabela 11) A elascdade mão-de-obra esmada ndca que, manda as demas varáves consanes, o aumeno de 1% na mão-de-obra, nduz uma elevação de 0,798% no produo agropecuáro. Pode-se observar que o coefcene do valor da produção em relação à mãode-obra é nelásco no longo prazo. A elascdade faor capal fo esmada em 0,156, o que sgnfca uma reduzda sensbldade do valor do produo a esa varável, ou seja, se for aumenado em 1% o nível de capal mecânco na agrculura obém-se apenas 0,16% no aumeno do valor da produção agropecuára. Esse fao ambém fo consaado por Bonell e Pessôa (1998): Noe que esse resulado, obdo para o período de 1980/1995, ndca que um aumeno de 1% nos gasos acumulados em pesqusa esá assocado a um aumeno de cerca de 0,20% no esoque de máqunas agrícolas. O aprofundameno da mecanzação agrícola braslera no fuuro pode esar, de cera forma, vnculado a uma maor necessdade de nvesmenos em pesqusa e desenvolvmeno de novos produos. A elascdade nsumos ndcou uma ala sensbldade da varável dependene - produo, ou seja, se for aumenado em 1% o volume de nsumos, obém-se 1,398% no aumeno do valor da produção agrícola. O resulado é confável para vso apresenar um nível de sgnfcânca de 5% aceável. Deve-se ressalar que, esse fao eseja aconecendo em algumas culuras no Brasl, prncpalmene pelo resulado obdo na varável cap. Tabela 11 - Esmava dos coefcenes de longo prazo Varáves Coefcenes -suden Larea - 2,915-10,224 Lmobra 0,798 3,516 Lcap 0,156 0,554 Lns 1,398 3,470 Consane 18,399 9,788 Fone: Dados da Pesqusa Fnalmene, as elascdades de curo prazo foram obdas com base na esmação do Modelo Veor de Correção de Erro (ECM). Os coefcenes obdos esão apresenados na Tabela 12. A elascdade nsumo esmada ndca que, manda as demas varáves consanes, o aumeno de 1% nos nsumos, obém-se 2,65 % no aumeno do produo agropecuáro. Iso sugere que o valor da produção em relação ao uso de nsumos modernos é elásco (ou basane sensível) no curo prazo. A ulzação de produos químcos no Brasl esá dreamene relaconada com o avanço do processo de modernzação da agrculura. Segundo o Sndcao da Indúsra de Defensvos Agrícolas do Esado de São Paulo, o consumo de defensvos agrícolas cresceu a uma axa de 7,2% no período de 1970/1980. Deve-se desacar que, enre os defensvos, Foraleza, 23 a 27 de Julho de 2006 Socedade Braslera de Economa e Socologa Rural 12

13 Quesões Agráras, Educação no Campo e Desenvolvmeno foram os herbcdas que apresenaram as mas alas axas de crescmeno, segudos pelos fungcdas e, fnalmene pelos nsecdas. Pelo modelo de correção de erros, a velocdade de ajuse em relação ao equlíbro de longo prazo é 0,08899, ou seja, 8,90% do desequlíbro de curo prazo em relação à rajeóra de longo prazo são corrgdos a cada período. Porano, ndca uma lena correção dos desequlíbros de curo prazo. O coefcene de deermnação fo de 0,913, ndcando que, 91,3% das varações ocorrdas no valor da produção ou produo podem ser explcadas pelo modelo ajusado. O ese F mosrou-se basane sgnfcavo, ndcando que as varáves ndependenes são, conjunamene, sgnfcavas para explcar o comporameno do produo. Tabela 12 - Esmava dos coefcenes de Curo Prazo Varáves Coefcenes -Suden area(-1) 0, ,2582 mobra(-1) 1, ,9694 cap(-1) 0, ,5761 ns(-1) 2, ,5285 Consane - 9, ,0880 ECM (-1) - 0, ,3607 R 2 91,3% F= 278,86 Fone: Dados da Pesqusa Concluída a eapa de denfcação e esmação do modelo VAR com correção de erros, analsam-se as funções de mpulso-resposa obdas, a fm de verfcar prncpalmene o mpaco dos choques da mão-de-obra, capal e nsumos sobre o valor da produção. A Fgura 1, mosra as resposas do valor da produção a choques, em um desvo padrão, na mão-de-obra, capal e nsumos. Porano, o prmero resulado que se pode observar é que um choque no capal, resula nos ses prmeros anos um efeo posvo sobre o valor da produção agropecuára. A parr do sémo ano o efeo dá-se de forma negava. Já a resposa do valor da produção agropecuára a um choque na mão-de-obra em efeo negavo nos quaro prmeros anos, volando a ser posvo a parr do quno ano. Fgura 1 Funções de Resposa a Impulsos Foraleza, 23 a 27 de Julho de 2006 Socedade Braslera de Economa e Socologa Rural 13

14 Quesões Agráras, Educação no Campo e Desenvolvmeno Response o Cholesky One S.D. Innovaons ± 2 S.E. Response of LOG(VP) o LOG(VP) Response of LOG(VP) o LOG(TERRA) Response of LOG(VP) o LOG(MOBRA) Response of LOG(VP) o LOG(CAP) Response of LOG(VP) o LOG(INS A análse de decomposção de varânca fornece uma meodologa dsna para se analsar a dnâmca do ssema VAR no empo, obendo nformações sobre a mporânca relava de choques aleaóros em cada uma das varáves do modelo sobre as demas varáves. A écnca de decomposção de varânca é explcar a parcpação de cada varável do modelo na varânca dos resíduos das demas varáves ncluídas no VAR. 1 A Tabela 13 mosra a decomposção de varânca na varável valor da produção agropecuára, as esmavas dos devo-padrão dos erros e a proporção desses erros arbuída a cada varável do modelo. De acordo com os resulados apresenados na Tabela 13, é possível verfcar que as varáves: área agrculável, mão-de-obra, capal e nsumos são faores mporanes na explcação da evolução do produo agropecuáro, ou seja, aproxmadamene 54% de sua varânca é explcada pelos choques dessas varáves ao fnal de 10 períodos. Os resulados ndcam anda que, a varável mão-de-obra eve um mpaco superor à varável área agrculável sobre o valor da produção agropecuára, pos, ndvdualmene, a varável mão-de-obra explca aproxmadamene 30% da varânca do erro de prevsão do valor da produção, enquano, a varável área agrculável é responsável por 11,9% dessa varânca, consderando o décmo período poseror ao mpulso. Tabela 13 Análse da decomposção de varânca do valor da produção (VP) Período S.E. VP Area Mobra Cap Ins Ver Enders (1995). Foraleza, 23 a 27 de Julho de 2006 Socedade Braslera de Economa e Socologa Rural 14

15 Quesões Agráras, Educação no Campo e Desenvolvmeno 5. CONCLUSÕES O modelo de correção de erro esmado mosra que os efeos de curo prazo das varações de capal, mão-de-obra e nsumos ndcam mudanças sgnfcavas no produo agropecuáro. Para os coefcenes esmados de curo prazo das varáves capal e nsumos, os snas posvos esão coerenes com o processo de modernzação da agropecuára. Traa-se de um período em que a agropecuára braslera passou a ulzar nensvamene os nsumos modernos e o esoque de máqunas aumenou subsancalmene. Uma profunda ransformação na esruura produva ocorreu no período Embora o presene esudo seja algo exploraóro os resulados mosram que as varáves são co-negradas. Anda assm, as elascdades de longo prazo, mão-de-obra e capal são menores que a undade, ou seja, são relavamene neláscas. A análse de curo prazo revelou que os desequlíbros são corrgdos lenamene. Iso sgnfca que exse uma grande defasagem emporal aé que o desequlíbro de longo prazo seja resabelecdo. Os resulados aqu apresenados deverão ser nerpreados com cera cauela, vso ser basane dferencada a mporânca relava da agrculura nas grandes regões do país. Some-se a sso o fao de os dados dsponíves referrem-se apenas ao período Conudo, resulados sugerem a necessdade de maor orenação da políca agrícola para esmular a mão-de-obra e os nsumos modernos. Como a educação no seor rural sempre fo neglgencada nesse período, o maor nvesmeno em capal humano deve proporconar mpacos sgnfcavos sobre o valor da produção e a produvdade do rabalho. Provavelmene, sso poderá ocorrer quando o seor agropecuáro conar com um elevado nível de escolardade, e compaível com o dnamsmo da agrculura braslera. 6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARAÚJO, Paulo Fernando Cdade e al. O crescmeno da agrculura paulsa e as nsuções de ensno, pesqusa e exensão numa perspecva de longo prazo: relaóro fnal do projeo conrbução da Fapesp à agrculura do Esado de São Paulo, FAPESP, 2003, p ÁVILA, A. F. D. & EVENSON, R. E. Toal facor producvy growh n he Brazlan agrculure and he role of agrculural research. In. Congresso Braslero de Economa e Socologa Rural, 33. Curba, Anas. Brasíla: SOBER, p BACCHI, M.R.P. & BURNQUIST, H.L. Transmssão de preços enre os segmenos produvos da pecuára de core braslera. In: Congresso Braslero de Economa e Socologa Rural, Foz de Iguaçu, PR, Anas, Brasíla: SOBER, Foraleza, 23 a 27 de Julho de 2006 Socedade Braslera de Economa e Socologa Rural 15

16 Quesões Agráras, Educação no Campo e Desenvolvmeno BARROS, G.S. de C. Formação de preços no seor de frango de core no Brasl. Relaóro de Pesqusa. Escola Superor de Agrculura Luz de Queroz, USP BARROS, A. L. M. e al. Análse dos mpacos econômcos da pesqusa agrícola em São Paulo. Escola Superor de Agrculura Luz de Queroz, USP, [mmeo.] BONELLI, R. & FONSECA, R. Ganhos de produvdade e de efcênca: novos resulados para a economa braslera. Brasíla. IPEA, p. (Texo para dscussão n. 557). BONELLI, R & PESSÔA E. P. O Papel do Esado na Pesqusa Agrícola no Brasl. Brasíla. Ipea, (Texo para dscussão n. 576). BOURBONNAIS, R. Économére. 4e. édon. Dunod, Pars, DIAS, R. S. & BACHA, C. J. C. Produvdade e progresso ecnológco na agrculura braslera: In: Congresso Braslero de Economa e Socologa Rural, 36, Poços de Caldas, Anas. Brasíla: SOBER, p DICKEY, D. A. & FULLER, W. A. Lkelhood rao sascs for auoregressve me seres wh un roo. Economerca, v. 49, nº 4, p , jul ENDERS, W. Appled economerc me seres. New York: John Wley, ENGLE, R. F. & GRANGER, C.W.J. Co negraon and error-correcon: represenaon, esmaon, and esng. Economerca. V. 55, p , Mar FERREIRA, Léo da Rocha e al. Deermnação do excesso de mão-de-obra na Regão de Vçosa, MG, Ano Agrícola 1967/68. Revsa CERES, Vol.XVII, julho/se GASQUES, J. G. & CONCEIÇÃO, J. C. P. R. Crescmeno e produvdade da agrculura braslera. Brasíla, IPEA, (Texo para dscussão, nº 502), GUJARATI, D. N. Basc economerc. 3ª. Ed. New York: McGraw-Hll, IM, KYUNG SO, M. H. PESARAN & SHIN, Y. Tesng for Un Roos n Heerogeneous Panels, Unversy of Cambrdge. s/n Foraleza, 23 a 27 de Julho de 2006 Socedade Braslera de Economa e Socologa Rural 16

17 Quesões Agráras, Educação no Campo e Desenvolvmeno JOHANSEN, S.; JUSELIUS, K. Maxmum lkelhood esmaon and nference on co negraon wh applcaons o he demand for money. Oxford Bullen of Economcs and Sascs, v. 52, n. 2, p , LEVIN, A. e CHEN-FU L. Un roo ess n panel daa: New resuls. Unversy of Calforna n San Dego Dscusson Paper, MARGARIDO, M. A.; ANEFALOS, L. C. Teses de raz unára e o sofware SAS. Agrculura em São Paulo, v. 46, n. 2, p , SILVA, G. L. S. P.; CARMO, H. C. E. Como medr a produvdade agrícola: conceos, méodos e aplcações no caso de São Paulo. São Paulo: Secreara da Agrculura e Abasecmeno, Insuo de Economa Agrícola, p. (Relaóro de Pesqusa IEA, n. 3/86). SILVA, L. A. C. A função de produção da agropecuára braslera: análse e evolução no período In: Congresso Braslero de Economa e Socologa Rural, 35, Naal, Anas. Brasíla: SOBER, P SIMS, C. A. - Macroeconomcs and realy. Economerca, v. 48, p. 1-48, Jan Foraleza, 23 a 27 de Julho de 2006 Socedade Braslera de Economa e Socologa Rural 17

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