Consumo alimentar de adolescentes em cantina escolar de município do Oeste do Paraná.

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1 1 Consumo alimentar de adolescentes em cantina escolar de município do Oeste do Paraná. BUGAY, Larissa 1 BLEIL, Rozane Toso 2 RESUMO O presente artigo teve por objetivo conhecer o consumo alimentar dos adolescentes, proveniente da cantina escolar de município do oeste do Paraná. O estudo quantitativo foi realizado em um colégio de um Município do Oeste da Paraná, sendo a amostra composta por 83 adolescentes de ambos os sexos, estudantes do ensino fundamental (5ª à 8ª série). Para avaliar o consumo dos adolescentes foi aplicado questionário com informações sobre conhecimento dos hábitos alimentares, freqüência de consumo e aquisição de alimentos na cantina e lanches de casa ou de outro lugar. Para avaliar a cantina da escola, também foi aplicado um questionário ao responsável, para obter informações sobre alimentos oferecidos, público que freqüenta a cantina, entre outros. Os resultados revelaram que a maioria dos adolescentes freqüenta a cantina pelo menos uma vez por semana. As meninas costumam comprar com mais freqüência na cantina e consomem mais alimentos considerados não saudáveis, ao contrário dos meninos que optam pelos alimentos mais saudáveis. Em geral os alunos não costumam trazer lanches de casa ou de outro lugar. Em relação à cantina, segundo a responsável as meninas freqüentam mais a cantina. Conclui-se que os adolescentes são facilmente levados ao consumo de alimentos inadequados e que a prevalência de alimentos não saudáveis na cantina acaba atraindo os adolescentes, e os acabam adotando hábitos alimentares nada saudáveis. Políticas dirigidas à implantação de alimentação saudável nas escolas são necessárias. TERMOS DE INDEXAÇÃO: consumo alimentar, adolescentes, cantinas escolares. 1 Graduanda do curso de Nutrição pela Faculdade Assis Gurgacz FAG - Cascavel - PR. 2 Nutricionista; Docente da Faculdade Assis Gurgacz FAG Cascavel PR; Mestre em Ciência e Tecnologia de Alimentos pela ESALQ/USP.

2 2 INTRODUÇÃO Os hábitos alimentares exercem grande influência sobre o crescimento, desenvolvimento e saúde em geral dos indivíduos, principalmente na adolescência (NEUTZLING et al, 2007). A adolescência é um período de transição entre a infância e a vida adulta, que se caracteriza pelas intensas mudanças que são partes de um processo contínuo e dinâmico. Devido a essas modificações, esse novo estágio requer um amplo fornecimento de energia e nutrientes que na maioria das vezes não são atendidos (GODOY et al, 2006). Os adolescentes em geral apresentam consumo alimentar pouco saudável. O consumo alimentar adotado nesse estágio de vida tem sérias implicações no crescimento, na promoção de saúde em longo prazo e no desenvolvimento do comportamento alimentar durante a vida adulta (CTENAS; VITOLO, 1999). O acompanhamento do consumo alimentar de adolescentes é muito importante já que devido as várias alterações que ocorrem nessa fase, sua ingestão alimentar apresenta-se modificada. Nessa fase, os jovens são bombardeados de todos os lados por influências positivas e negativas, como o aumento do consumo de alimentos ricos em gorduras e em sódio, pobres em fibras e nutrientes essenciais (CTENAS; VITOLO, 1999). As atividades escolares podem interferir nos hábitos alimentares devido a grande mudança na rotina, onde os adolescentes passam a levantar mais cedo e ter seus horários de refeições alterados, muitas vezes deixando de fazer as principais refeições, como o café da manhã, que deve ser composto de alimentos variados para suprir energia e nutrientes necessários para o início do dia (TIRAPEGUI, 2002). Este mesmo autor refere que os adolescentes também passam a desenvolver novos esquemas alimentares e a convivência com colegas, tende a influenciar no

3 3 consumo alimentar adotado em casa. Nesse momento, os pais começam a enfrentar grandes obstáculos na educação alimentar de seus filhos. Não menos culpados em criar maus hábitos alimentares, as lanchonetes e cantinas escolares são responsáveis por oferecer em seus estabelecimentos alimentos estritamente calóricos, como salgadinhos, refrigerantes, doces e balas, alimentos ricos em gorduras saturadas, como as frituras e hambúrgueres, deixando de oferecer alimentos saudáveis, como os a base de queijos e saladas, frutas e leite, comprometendo assim, o aporte adequado de vitaminas e minerais (TIRAPEGUI, 2002). De acordo com Ctenas e Vitolo (1999), nessa fase os adolescentes já não levam mais lanches para a escola, preferindo comprar a seu gosto, o que costuma ser mais cômodo para os pais, mas também desencadeador de hábitos alimentares incorretos, pois os mesmos acabam escolhendo opções inadequadas. O desequilíbrio da alimentação corre o risco de se aprofundar, acarretando distúrbios alimentares, como anorexia e bulimia que são característicos da adolescência, podendo também acarretar sobrepeso e obesidade (CTENAS; VITOLO, 1999). Os adolescentes tendem a viver o momento atual não dando importância às conseqüências de seus hábitos inadequados, mesmo sabendo que podem ser fatores desencadeantes de várias doenças crônicas e obesidade (GAMBARDELLA et al 1999). Algumas doenças, como obesidade na adolescência, têm como conseqüência a possibilidade de sua manutenção na vida adulta, levando a uma situação de risco à saúde e ao aumento da morbi-mortalidade (CARVALHO et al, 2000). Leão et a. (2003) referem que a obesidade se caracteriza pelo excesso de gordura corporal que se acumula a tal ponto que a saúde pode ser afetada, e além de ser considerada como uma doença é também fator de risco para importante para Diabetes

4 4 Mellitus tipo 2, Hipertensão Arterial, dislepidemias entre outras, por isso há interesse na prevenção da obesidade através de uma dieta adequada. Como a dieta dos adolescentes caracteriza-se por consumo de produtos alimentícios com elevado teor de gordura saturada e colesterol, o consumo excessivo desses produtos pode provocar aumento da gordura corporal e em decorrência o sobrepeso e a obesidade (GARCIA et al, 2002). A promoção de saúde no ambiente escolar vem sendo fortemente recomendada. Trabalhos neste sentido visam propor uma reflexão acerca da inserção da educação nutricional, em especial em escolas públicas onde se concentra maior parte da população (BIZZO, LEDER, 2004). A escola se apresenta como um espaço e tempo privilegiado para promover saúde, pois os adolescentes passam a maior parte de seu tempo na mesma. O ambiente escolar proporciona condições para desenvolver atividades que reforçam a capacidade da escola de se tornar favorável para promoção de hábitos alimentares saudáveis (COSTA et al, 2001). Segundo Bizzo e Leder (2004), a Educação Nutricional propõe a construção coletiva de conhecimento entre a escola, a criança e a família, propondo a disponibilidade de alimentos mais saudáveis na cantina e mostrando aos adolescentes e aos pais a importância de uma alimentação saudável (BIZZO, LEDER, 2004). O nutricionista, como profissional da saúde que atua onde haja interações entre o homem e o alimento, pode promover a saúde na escola por meio de atividades educativas, integrando-se com os demais profissionais que atuam nesse espaço (COSTA et al, 2006). Como no período da adolescência são esperadas alterações no comportamento alimentar, devido à influência de amigos, propaganda e atividades sociais, se o

5 5 adolescente apresentar hábitos alimentares saudáveis desde a infância, o impacto dessas modificações será pequeno (CTENAS; VÍTOLO, 1999). Face ao exposto, os objetivos do presente estudo foram conhecer o consumo alimentar dos adolescentes, proveniente das cantinas escolares em município do oeste do Paraná, avaliar o consumo de produtos mais vendidos nas cantinas para os adolescentes e identificar os alimentos trazidos de casa para consumo na escola. METODOLOGIA O presente estudo se caracteriza por ser do tipo exploratório, quantitativo, onde foi estudado o consumo de alimentos provenientes de cantinas escolares em adolescentes de ambos os sexos, de um colégio público no município de Virmond - PR. A amostra foi composta por todos os adolescentes estudantes do ensino fundamental (5ª à 8ª série), de ambos os sexos que aceitaram participar da pesquisa. A coleta dos dados foi realizada mediante a autorização do responsável da escola, através de solicitação da assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. O projeto do estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética da Faculdade Assis Gurgacz pelo parecer 47/2007. A pesquisa foi realizada, mediante a aplicação de questionários, elaborados especialmente para esta pesquisa. Os questionários utilizados foram aplicados pelo pesquisador, em sala destinada pela direção da escola, bem como na cantina da mesma, no mês de maio de A coleta de dados foi feita com base em dois questionários (anexo). O primeiro foi aplicado ao responsável da cantina, e continham os seguintes dados: a) Quais os alimentos oferecidos pela cantina; b) Quais os produtos que os alunos costumam comprar mais; c) Quanto em média cada aluno costuma gastar por dia na cantina; d) Na

6 6 sua opinião quem freqüenta mais a cantina. O outro questionário foi aplicado a cada adolescente para verificar a freqüência de consumo de alimentos vendidos na cantina bem como verificar a freqüência com que os alunos adquirem produtos em outros locais, para consumo na escola. RESULTADOS E DISCUSSÄO A amostra estudada foi composta de 83 adolescentes que cursavam o ensino fundamental II (5ª à 8ª séries), onde 47 (55%) eram meninas e 36 (45%) eram meninos, cuja idade média variou entre 12 e 15 anos em ambos os sexos. A figura abaixo descreve a freqüência com que os adolescentes costumam comprar alimentos na cantina (Figura 1) Feminino Masculino 5 0 A) Todos os dias B) 2 a 3 vezes por semana C) 1 vez por semana D) As vezes E) Nunca Figura 1: Freqüência semanal (%) de compra de produtos pelos alunos do Ensino Fundamental II na cantina de uma escola pública. Virmond - PR, 2007.

7 7 Em geral a maior freqüência de consumo ocorre entre 2 à 3 vezes por semana (14%) e às vezes (27%) pelas meninas e 1 vez por semana (19%) pelos meninos. Em relação ao sexo, as meninas adquirem produtos com maior freqüência ainda que o consumo diário sejam baixo. Segundo Caroba (2002), os adolescentes costumam comprar seus lanches nas cantinas escolares, sendo que cerca de 29,6% o fazem cerca de duas vezes por semana. Estudos nos mostram que os adolescentes de diferentes escolas públicas, municipais e particulares, freqüentam a cantina pelo menos 1 vez na semana, apresentando também uma freqüência diária mais em menor porcentagem (26%) (ZANCUL, 2004). A tabela 1 apresenta os alimentos mais consumidos pelos adolescentes. Os doces e picolé/geladinho são os produtos mais consumidos pelas meninas (25% e 27%, respectivamente) e suco natural (22%) e sanduíche natural (23%) são mais consumidos pelos meninos. TABELA 1 Freqüência de consumo (%) de alimentos adquiridos pelos adolescentes, na cantina de Escola Pública. Virmond PR, Produtos Feminino Masculino Doces 25% 13% Salgadinho tipo chips 10% 5% Salgados fritos 7% 3% Sanduíches naturais 13% 23% Suco natural 12% 22% Refrigerantes e sucos artificiais 9% 8% Picolé / Geladinho 27% 13%

8 8 Destaca-se nesta análise, que os meninos demonstram maior preferência pelos alimentos mais saudáveis (suco natural e sanduíche natural) quando comparados com as preferências das meninas (doces e picolés/geladinho), consideradas opções menos saudáveis. Estudos nos mostram que as meninas dão maior preferência a alimentos saudáveis, apresentando uma maior preocupação com o corpo esteticamente e também com a saúde (GONÇALVES, 2006). Segundo TORAL et al (2006), em seu estudo com adolescentes revelou que as meninas apresentam hábitos dietéticos mais saudáveis em relação aos meninos, apresentando um maior consumo de frutas e verduras pelas meninas. Várias pesquisas sobre preferência de alimentos dos adolescentes em cantinas escolares, afirmam que os alimentos consumidos são os de baixo valor nutricional e que contribuem para elevar e agravar doenças, sendo que os alimentos mais citados foram chocolate, doce de leite, salgadinho, refrigerante, entre outros (MONIS; FERRATONE, 2006). Estes mesmos autores referem que os adolescentes são facilmente levados ao consumo de alimentos inadequados, tanto por influência da mídia e colegas quanto pela presença de alimentos de baixo valor nutricional nas cantinas. Também Caroba (2002), destaca em seu estudo sobre o consumo alimentar de adolescentes, que os alimentos pelos alunos mais consumidos são balas, chips, doces, salgados, chocolate, pirulito, biscoito e refrigerante em ambos os sexos. Estudos que traçam o perfil nutricional dos adolescentes revelam que a obesidade e sobrepeso estão mais freqüentes nos meninos por apresentarem hábitos alimentares menos saudáveis em relação às meninas (ANDRADE et al, 2003).

9 9 A figura 2 mostra o hábito dos adolescentes de adquirirem lanches trazidos de fora para o consumo na escola. 120% 100% 98% 96% 80% 60% 40% Sim Não 20% 0% Feminino 2% 4% Masculino Figura 2: Hábito dos adolescentes de trazer lanche de casa ou de outro local para consumo na escola. Virmond PR, 2007 Observa-se na figura acima que em relação ao sexo, 98% das meninas e 96% dos meninos não costumam trazer lanches de outro lugar para consumir na escola, e os que o fazem, costumam trazer principalmente biscoitos e frutas adquiridos no mercado. Estudos nos mostram que os adolescentes não apresentam o hábito de trazer lanches de casa (ZANCUL, 2004). Em relação ao questionário aplicado ao responsável pela cantina, os resultados mostraram que a cantina oferece doces (leite condensado em sachê e chocolates), salgados (pizza, chips, pastel e sanduíche natural), bebidas (chocomilk, sucos artificiais e naturais) frutas (maçã e banana) e outros (picolé/geladinho). Segundo o responsável pela cantina os alimentos mais consumidos são os doces, sanduíche natural, pizza, suco natural, geladinho e maçã.

10 10 Os alunos gastam em média R$ 3,00 (três) à R$ 4,00 (quatro) reais por dia com produtos e conforme relato do responsável, são as meninas que mais freqüentam a cantina. A tabela a seguir mostra o preço de alguns alimentos comercializados pela cantina da escola. TABELA 2: Preço de alimentos comercializados pela cantina da escola Pública. Virmond Pr, Produto Preço (R$) Chocolate 1,00 Bolo de chocolate 1,00 Sachê de leite condensado 1,20 Salgadinho tipo chips 0,50 Pizza 1,00 Sanduíche natural 1,00 Suco natural 1,20 Suco artificial 1,20 Chocomilk 1,20 Picolé 0,50 Geladinho 0,25 Maça / banana 0,50 Os resultados mostram que a cantina ainda oferece alimentos considerados não saudáveis, mas segundo o responsável, esta vem sofrendo modificações freqüentemente, para a introdução de novos alimentos. O mesmo afirma que essa mudança deve ser lenta, para que os alunos possam aceitar melhor os produtos, pois estão acostumados com a venda desses produtos.

11 11 As cantinas escolares são espaços nos quais são comercializados todos os tipos de alimentos sem que haja aprofundamento sobre os mesmos em relação ao desenvolvimento e saúde dos adolescentes (ZANCUL, 2004). Segundo a Portaria Interministerial Nº de 08 de maio de 2006 a promoção da alimentação saudável nas escolas é fundamental, considerando o aumento de doenças nesta população, tais como sobrepeso e obesidade. Reconhecendo que a escola é um espaço propício à formação de hábitos saudáveis, deve-se considerar que a alimentação no ambiente escolar passe a ter função pedagógica devendo ser inserida no contexto curricular. Segundo o Ministério da Saúde, os Dez Passos para a Promoção da Alimentação Saudável nas Escolas, foram elaborados com o objetivo de propiciar a adesão aos hábitos saudáveis e promoção da saúde, permitindo a formulação de ações e atividades de acordo com a realidade de cada local, conforme descrito abaixo (Ministério da Saúde, 2006): 1º Passo: A escola deve definir estratégias, em conjunto com a comunidade escolar, para favorecer escolhas saudáveis. 2º Passo: Reforçar a abordagem da promoção da saúde e da alimentação saudável nas atividades curriculares da escola. 3º Passo: Desenvolver estratégias de informação às famílias dos alunos para a promoção da alimentação saudável no ambiente escolar, enfatizando sua coresponsabilidade e a importância de sua participação neste processo. 4º Passo: sensibilizar e capacitar os profissionais envolvidos com alimentação na escola para produzir e oferecer alimentos mais saudáveis, adequando os locais de produção e fornecimento de refeições às boas práticas para serviços de alimentação e garantindo a oferta da água potável.

12 12 5º Passo: Restringir a oferta, a promoção comercial e a venda de alimentos ricos em gorduras, açúcares e sal. 6º Passo: Desenvolver opções de alimentos e refeições saudáveis na escola. 7º Passo: Aumentar a oferta e promover o consumo de frutas, legumes e verduras, com ênfase nos alimentos regionais. 8º Passo: Auxiliar os serviços de alimentação da escola na divulgação de opções saudáveis por meio de estratégias que estimulem essas escolhas. 9º Passo: Divulgar a experiência da alimentação saudável para outras escolas, trocando informações e vivências. 10º Passo: Desenvolver um programa contínuo de promoção de hábitos alimentares saudáveis, considerando o monitoramento do estado nutricional dos escolares, com ênfase em ações de diagnóstico, prevenção e controle dos distúrbios alimentares. Com base nos objetivos citados, nota-se que há um longo percurso a ser seguido para melhorar a qualidade da alimentação oferecida na escola e o estado nutricional dos escolares. Portanto se torna fundamental a introdução de atividades de Educação Nutricional nas escolas, para que possa juntamente com a equipe de pedagógica propor alimentos mais saudáveis a serem oferecidos pela cantina escolar, bem como mostrar aos adolescentes a importância da alimentação saudável. CONCLUSÃO A partir desse estudo constatou-se nesse município, que as meninas freqüentam mais a cantina em relação aos meninos e dão maior preferência a alimentos não saudáveis, já os meninos optam por alimentos mais saudáveis. Em geral os alunos não

13 13 costumam trazer lanche de casa e de outros lugares por ser mais cômodo adquirirem na cantina. Em relação à cantina, a mesma ainda tem fornecido alimentos considerados não saudáveis, o que acaba atraindo os adolescentes a consumi-los. Destaca-se ainda o elevado valor monetário gasto pelos adolescentes, em média de R$ 3,00 a R$ 4,00 reais, sendo as meninas as que mais freqüentam a cantina. A implicação do tema alimentação e nutrição no contexto escolar é de grande importância para alimentação saudável e promoção da saúde na escola, reconhecendo que a mesma é um espaço fundamental à formação de hábitos alimentares saudáveis, pois é na escola que os adolescentes passa a maior parte do tempo. Sendo assim, é de suma importância que o governo passe a desenvolver ações nesta área, para melhorar o estado nutricional e a qualidade da alimentação deste grupo da população. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANDRADE, R.G.; PEREIRA, R. A.; SICHIERI, R. Consumo alimentar de adolescentes com e sem sobrepeso da município de RJ. Caderno de Saúde Pública. Rio de Janeiro, p.1488, set/out BIZZO, M. L. G.; LEDER, L. Educação nutricional nos parâmetros curriculares nacionais para o ensino fundamental. Revista de Nutrição. São Paulo, p. 663, set/,out BRASIL. Ministério da Saúde. Dez passos para a Promoção da Alimentação Saudável nas escolas, Disponível em <http://saude.gov.br/nutrição/documentos/dez_passos_pas_escolas./> Acesso em: 01 jul BRASIL. Ministério da saúde, Interino e Ministério da Educação. Portaria Interministerial nº 1.010, de 8 de maio de Fixa as diretrizes para Promoção da Alimentação Saudável na Escola de educação infantil, fundamental e nível médio das redes públicas e privadas, em âmbito nacional. Brasil, 2006.

14 14 CAROBA, D.C. R. A escola e o consumo alimentar de adolescentes matriculados na rede pública de ensino Dissertação (Mestrado em Ciências e Tecnologia de alimentos). Universidade de são Paulo; Piracicaba. CARVALHO, C. M. R.; NOGUEIRA, A. M. T.; TELES, J. B. M.; PAZ, M. S. R.; SOUZA, R. M. L.. Consumo alimentar de adolescentes matriculados em um colégio particular de Terezina, Piauí, Brasil. Revista de Nutrição. São Paulo, p.86, mai/ago COSTA, E. Q.; RIBEIRO, V. M. B.; RIBEIRO, E. C. O. Programa de alimentação escolar: espaço de aprendizagem e produção de conhecimento. Revista de Nutrição. São Paulo, p. 226, set/dez GAMBARDELLA, A. M. D.; FRUTUOSO, M. F. P.; FRANCH, C. Prática alimentar de adolescentes. Revista de Nutrição. São Paulo, p. 56, jan/abr GARCIA, G. C. B.; GAMBARDELLA, A. M. D.; FRUTUOSO, M. F. P. Estado Nutricional e consumo alimentar de adolescentes de um centro de juventude da cidade de São Paulo. Revista de Nutrição. São Paulo, p. 42, jan/mar GODOY, F. C.; ANDRADE, S. C.; MORIMOTO, J. M.; CARANDINA, L.; GOLDBAUM M.; BARROS, M. B. A.; CEZAR, C. L. G.; FISBERG, R. M. Índice da qualidade da dieta de adolescentes residente no distrito de Butantã, Município de São Paulo, Brasil. Revista de Nutrição. São Paulo, p GONÇALVES, Ilda. Hábito alimentares de adolescentes. Revista Port. Clin. Geral. São Paulo, p Abril LEÃO, L. S. C. S. ; ARAÚJO; L. M. B.; MORAES; L. T. L. P.; ASSIS A. M. Prevalência de obesidade em escolares de Salvador. Arq Bras Endocrinol Metab. Rio de Janeiro, p , Abril MONIS, L. V. P.; FERRATONE, V. A. Investigação sobre Escolhas alimentares de Escolas do Município de Piracicaba. Saúde em Revista. São Paulo, p NEUTZLING, M. B.; ARAÚJO, C. L. P.; VIEIRA, M. F. A.; HALLAL, P. C.; MENEZES. A. M. B. Freqüência de consumo de dietas ricas em gorduras e pobres em fibras entre adolescentes. Revista de Saúde Pública. Rio Grande do Sul, p. 2, Novembro TIRAPEGUI, J. Nutrição: Fundamentos e aspectos atuais. Atheneu, São Paulo: editora

15 15 TORAL, N.; SLATER, B.; CINTRA, I. P.; FISBERG, M. Comportamento alimentar de adolescentes em relação ao consumo de frutas e verduras. Revista de Nutrição. São Paulo, p , mai/jun VITOLO, M. R.; CTENAS, M. L. B. Crescendo com saúde. São Paulo: C2 Editora e Consultoria em nutrição, ZANCUL, M. S. Consumo alimentar nas escolas de ensino fundamental em Ribeirão Preto (SP) Dissertação (Mestrado em Saúde na Comunidade). Faculdade de Medicina de Ribeira Preto. São Paulo; Ribeirão Preto.

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