INFORME ECONÔMICO 7 de agosto de 2015

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1 Jan-70 Jun-72 Nov-74 Apr-77 Sep-79 Feb-82 Jul-84 Dec-86 May-89 Oct-91 Mar-94 Aug-96 Jan-99 Jun-01 Nov-03 Apr-06 Sep-08 Feb-11 Jul-13 nov-12 jan-13 mai-13 jul-13 nov-13 jan-14 mai-14 jul-14 nov-14 jan-15 mai-15 RESENHA SEMANAL E PERSPECTIVAS Mercado de trabalho nos EUA consolida trajetória de recuperação. No Brasil, COPOM sinaliza que pode voltar a elevar os juros. Nos Estados Unidos, o desempenho do mercado de trabalho é condizente com o aumento de juros nesse ano. No mês de julho foram criadas 215 mil vagas de trabalho, ante criação de 231 mil em junho (revisada de 223 mil), e ligeiramente abaixo do consenso do mercado (225 mil). A média móvel dos últimos três meses acelerou de 226 mil para 235 mil vagas entre junho e julho, enquanto a taxa de desemprego ficou estável em 5,3%. Em termos qualitativos, o que chamou a atenção positivamente foi a redução no número de trabalhadores com emprego parcial por razões econômicas que atingiu 4,0% da população economicamente ativa (PEA), o menor patamar desde setembro de Na parte dos salários a pesquisa revelou que houve aceleração da variação anual de 2,0% para 2,1%, resultado abaixo do esperado (2,3%). Embora o aquecimento no mercado de trabalho ainda não pressione de forma substancial os salários e os dados de inflação, acreditamos que a recuperação consistente da economia, traduzida no crescimento apresentado no segundo trimestre, levará o FED a elevar os juros em setembro, ainda que de modo gradual. Criação de vagas nos EUA (mensal, média móvel de 3 meses) Trab. com emprego parcial: razões econômicas (% PEA) % 6.0% 5.5% 5.0% 4.5% 4.0% 3.5% 3.0% 2.5% 2.0% 4.4% 2.5% 3.2% 6.2% 3.8% 5.2% Média histórica: 3.9% 3.3% 5.9% 4.0% Fonte: Bloomberg, BRAM Fonte: Bloomberg Mensal Média Móvel 3 meses Na Zona do Euro, a frustração com a produção industrial na Alemanha e na França coloca viés de baixa para a expectativa de crescimento na região. Em junho a atividade industrial alemã recuou 1,4% na margem, desempenho bem abaixo da expectativa de crescimento de 0,3%. Na França, a produção industrial contraiu 0,1%, também abaixo da expectativa de expansão de 0,2%. Na contramão desses dois países, a indústria na Espanha cresceu 4,5% em termos anuais em junho, acima do consenso do mercado (3,8%). Para o terceiro trimestre, o indicador de confiança da indústria (PMI) ficou no patamar de 52,4 pontos em julho, levemente abaixo da leitura de junho (52,5). Embora o resultado tenha se mostrado melhor do que a prévia, o atual nível da confiança na região é compatível com um crescimento de 0,4% no terceiro trimestre, abaixo da nossa projeção de 0,6% de expansão. Em resumo, os últimos indicadores colocam viés de baixa para a nossa expectativa de crescimento de 1,4% em No Reino Unido, o Banco Central (BoE) manteve a taxa de juros em 0,5% a.a. A decisão contou com apenas um membro dissidente (total de 9 membros) que votou pelo aumento dos juros em 25 p.b. A redução nas projeções de inflação, somada ao discurso de que a 1

2 fev-05 set-05 abr-06 nov-06 jun-07 jan-08 ago-08 mar-09 out-09 mai-10 dez-10 jul-11 fev-12 abr-13 nov-13 jun-14 jan-15 Jan-12 Apr-12 Jul-12 Oct-12 Jan-13 Apr-13 Jul-13 Oct-13 Jan-14 Apr-14 Jul-14 Oct-14 Jan-15 Apr-15 Jul-15 mar-10 jun-10 set-10 dez-10 mar-11 jun-11 set-11 dez-11 mar-12 jun-12 dez-12 jun-13 dez-13 jun-14 dez-14 jun-15 alteração da política monetária dependerá da evolução dos dados, dá indícios de que o aumento de juros no Reino Unido deverá ser postergado para o início de Zona do Euro - Produção industrial (variação % trimestral dessazonalizada) Zona do Euro - PMI Industrial Zona do Euro Alemanha França Fonte: Eurostat, BRAM jun-15 jul-15 Fonte: Markit, BRAM Na China, o indicador de confiança industrial apresentou nova moderação, sugerindo que a perda de ritmo da indústria deve persistir. O PMI da indústria diminuiu de,2 para,0 pontos em julho, e trouxe em sua composição uma piora na leitura dos indicadores de produção, novas encomendas e emprego. Na abertura por tamanho de empresa, o que mais tem se destacado negativamente é o desempenho do indicador de pequenas empresas que desde agosto do ano passado aponta contração (abaixo de ) da atividade industrial nesse segmento. Em resumo, com esse nível de PMI a produção industrial em julho deve desacelerar para 6,5%, vindo de 6,8% em junho. Outra informação relevante trazida pelo PMI industrial é o componente de preços de insumos, que ao apresentar nova redução de 47,3 para 44,7, indica que os preços ao produtor (PPI) continuarão em deflação nos próximos meses. Finalmente, o indicador de confiança dos serviços em julho aumentou de 51,8 para 53,8, revelando que as vendas no varejo (nominal) no país devem manter o ritmo de crescimento do mês anterior (10,6%) PMI China - Indústria Fonte: NBS PMI China - Indústria (Preço dos insumos) Fonte: NBS De modo geral, nosso indicador de confiança da economia global ficou praticamente estável em relação à leitura anterior. No mês de julho o PMI global da indústria ficou em 51,2 pontos, levemente acima do patamar de junho (51,1). Por grupo de países, o PMI dos emergentes voltou a indicar expansão da atividade industrial, ao subir de 49,8 para pontos, enquanto o PMI industrial dos países desenvolvidos ficou estável em 52,2 pontos. Sendo um bom indicador antecedente da atividade global, o primeiro dado do PMI da indústria no terceiro trimestre é compatível com a 2

3 Apr-08 Oct-08 Apr-09 Oct-09 Apr-10 Oct-10 Apr-11 Oct-11 Apr-12 Oct-12 Apr-13 Oct-13 Apr-14 Oct-14 Apr-15 Jun-02 Mar-03 Dec-03 Sep-04 Jun-05 Mar-06 Dec-06 Sep-07 Jun-08 Mar-09 Dec-09 Sep-10 Jun-11 Mar-12 Dec-12 Sep-13 Jun-14 Mar-15 expansão de 3,5% do PIB global nesse período, após expansão estimada de 2,4% e 2,9% no primeiro e segundo trimestre, respectivamente PMI Global da Indústria (Desenvolvidos e emergentes) 52,2 51.2, PIB Global e PMI da indústria Fonte: BRAM 35 Fonte: BRAM Emergentes Desenvolvidos Total PMI (esq.) PIB (SAAR) No cenário doméstico, a ata do COPOM debateu os argumentos para a interrupção do ciclo de aperto monetário, mas manteve a opção de elevar os juros caso o cenário de inflação se deteriore. Mais especificamente, o COPOM citou que os riscos remanescentes (...) exigem que a política monetária se mantenha vigilante em caso de desvios significativos das projeções de inflação em relação à meta. Corroborando com essa ideia de manter-se vigilante, a mudança da trajetória esperada de variáveis fiscais, que impactam as hipóteses contempladas nas projeções de inflação, torna a percepção do cenário macroeconômico menos positiva no médio prazo. Entre as razões que sugerem a interrupção do ciclo por um período suficientemente prolongado, destaque para a avaliação de que os efeitos defasados e cumulativos da política monetária são condizentes para conseguir a convergência da inflação para o centro da meta no final de 2016, e para o reconhecimento de que a distensão no mercado de trabalho acelerou. Dito isso, acreditamos que uma eventual deterioração adicional do risco fiscal, acompanhada de depreciação mais intensa do Real, poderia levar o BC a reagir novamente. Entretanto, o termo desvios significativos das projeções não nos parece um critério muito claro para estabelecermos um padrão de reação direto. Desta maneira, manteremos o cenário base de estabilidade da taxa Selic até o final de 2015 (14,25% ao ano). Dentro desse debate acerca dos próximos passos da política monetária, o IPCA de julho mantém o cenário de inflação pressionada. Frente ao mês de junho, a inflação acelerou para 0,62%, variação em linha com a nossa expectativa e com a mediana do mercado. A composição do IPCA mostrou uma aceleração ainda intensa nos grupos de alimentação (+0,65%) e habitação (+1,52), enquanto o item vestuário teve deflação de 0,31%. No acumulado 12 meses, o IPCA acelerou entre junho e julho de 8,89% para 9,56%. Em termos qualitativos, os indicadores evidenciam que o comportamento dos preços no curto prazo segue pouco favorável. Nesse sentido, a média dos núcleos de inflação (exclui itens voláteis) acelerou de 7,4% para 7,8% entre junho e julho, a inflação de serviços fez movimento similar ao sair de 7,9% para 8,6%. Já o índice de difusão permaneceu em patamar elevado (65,7%). Diante desse cenário mantemos nossa expectativa para a inflação de 2015 e 2016 em 9,2% e 6,2%, respectivamente. 3

4 jul-06 dez-06 mai-07 out-07 mar-08 ago-08 jan-09 jun-09 nov-09 abr-10 set-10 fev-11 jul-11 dez-11 mai-12 out-12 ago-13 jan-14 jun-14 nov-14 abr-15 mar-10 jun-10 set-10 dez-10 mar-11 jun-11 set-11 dez-11 mar-12 jun-12 dez-12 jun-13 dez-13 jun-14 dez-14 jun-15 mar-08 set-08 mar-09 set-09 mar-10 set-10 mar-11 set-11 mar-12 jul-13 nov-13 jan-14 mai-14 jul-14 nov-14 jan-15 mai-15 jul % 16.0% 14.0% 12.0% 10.0% 8.0% 6.0% 4.0% 2.0% 0.0% Fonte: IBGE, BCB IPCA (12 meses) (decomposição) 15.96% 9.56% 7.67% 8.5% 7.5% 6.5% 5.5% Brasil - IPCA (Média dos Núcleos A/A) 7.8% 7.4% 6.6% 6.6% 6.3% Fonte: IBGE, BRAM IPCA Total IPCA Administrados IPCA Livres A respeito da atividade, a produção industrial (PIM) de junho teve contração inferior à esperada pelo mercado. Em relação ao mês ao anterior a PIM recuou 0,3%, resultado melhor do que a contração de 0,7% esperada pela BRAM e pelo mercado. Com essa variação, a atividade industrial encerrou o segundo trimestre com queda de 2,1% na margem. Por grupo, a contração no trimestre foi mais intensa para a produção de bens de capital (-9,9%) e bens duráveis (-8,8%). Por setor de atividade, dos 23 setores avaliados, apenas a fabricação de produtos de fumo (+18,1%), derivados de petróleo (+2,1%), produtos de madeira (+1,1%) e papel e celulose (+0,1%) apresentaram aceleração da produção frente ao 1º trimestre. Em termos anuais, a produção industrial recuou 3,2% em junho e acumula queda média de 6,3% no ano. A despeito do resultado melhor que o esperado, a confiança industrial deprimida não sugere uma retomada consistente da produção. Diante disso, mantemos nossa expectativa de contração do PIB para 2015 e 2016 em 2,0% e 0,7%, respectivamente Fonte: IBGE Produção Industrial média móvel 3 meses - dados SA - média 2002= PIM - Trimestral (T/T %) Fonte: IBGE A Balança comercial de julho foi superavitária em US$2,4 bilhões, resultado de US$18,5 bilhões em exportações e US$16,1 bilhões em importações. A soma veio em linha com o que o mercado esperava, e um pouco melhor do que a nossa expectativa (US$2,2 bi). No ano, a balança acumula superávit de US$4,6 bilhões, desempenho melhor que o déficit de US$ 911 mi obtido no mesmo período do ano passado. A dinâmica das exportações e importações (média móvel três meses) é uma boa ilustração da composição da melhora do saldo comercial frente aos dois últimos anos: enquanto as exportações cedem 14,5% (com certa estabilização nos últimos meses), as importações apresentam um recuo vertiginoso de 24,0%. Na margem com ajuste sazonal, a média anualizada da balança comercial nos últimos seis meses aponta uma direção promissora do superávit comercial, equivalente a US$13,7 bilhões (valor acima da nossa projeção de US$ 9,9 bilhões para o ano). Por fim, ao analisarmos o comportamento do principais produtos exportados pelo Brasil, observamos que a 4

5 jan-12 abr-12 jul-12 out-12 jan-13 abr-13 jul-13 out-13 jan-14 abr-14 jul-14 out-14 jan-15 abr-15 jul-15 quantidade exportada (média diária no mês) de soja em grão, suco de laranja, carne de frango in natura, minério de ferro e celulose foi a maior para um mês de julho desde 2006, o que tem ajudado a conter a queda no valor exportado. 35,000 30,000 25,000 20,000 15,000 10,000 5, ,000-10,000 Saldo comercial (acumulado no ano, US$ bi) 4,600.0 Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec 25% 20% 15% 10% 5% 0% -5% -10% -15% -20% -25% -30% Exportações e Importações (% A/A, Média Móvel 3 Meses) -14.5% -24.1% Fonte: MDIC Fonte: MDIC Exportação Importação Na próxima semana, destaque para os últimos indicadores de atividade do segundo trimestre no Brasil. As vendas no varejo de junho devem manter a tendência de contração dos primeiros meses. Na sequencia dos dados de comércio, o Banco Central divulga o indicador mensal de atividade (IBC-Br). No calendário internacional conheceremos os dados de atividade (indústria e comércio) de julho na China e EUA, além do PIB do segundo trimestre na Zona do Euro. 5

6 INDICADORES DE MERCADO 15,0 14,5 14,0 13,5 13,0 12,5 12,0 11,5 14,39 14,19 Estrutura a Termo de Juros no Brasil (Vértices DI) - % 14,17 13,43 13,63 12,79 DI Jan16 DI Jan17 DI Jan21 7,1 7,0 6,9 6,8 6,7 6,6 6,5 6,4 6,3 6,2 6,1 Yield da NTN-B (%) 7,04 6,91 6,55 6,43 NTN-B 2017 NTN-B ago jul-15 7-ago jul-15 Moedas¹ Cotação Variação Semanal Mês Ano 12 Meses Franco Suíço 0,98-1,69% -6,38% 1,16% -7,53% Euro 1,09-0,43% -3,14% -9,60% -18,16% Libra 1,55-0,97% 2,72% -0,69% -8,10% Dolar Canadense 1,31 0,08% -2,67% -11,16% -16,47% Dolar Australiano 0,74 1,19% -4,73% -9,54% -20,24% Rublo Russo 63,94-3,49% 8,65% -5,01% -43,20% Iene (Japão) 124,36-0,38% -5,52% -3,68% -17,90% Yuan (China) 6,21 0,00% 0,66% -0,07% -0,79% India 63,82 0,% -3,05% -1,21% -4,05% Real 3,51-2,39% -23,46% -24,18% -34,52% Peso Chileno 676,78-0,72% -6,21% -10,39% -14,71% Peso Mexicano 16,15-0,26% -7,27% -8,66% -17,77% Peso Colombiano 2937,85-1,96% -16,94% -19,11% -35,55% Sol Peruano 3,20-0,30% -4,43% -6,91% -12,09% Lira Turca 2,78-0,30% -12,14% -15,98% -22,03% Bangladesh Taka 77,78 0,00% -0,39% 0,19% -0,37% Commodities, Juros e Risco Cotação Variação Semanal Mês Ano 12 Meses CRB 409,4-0,24% -3,09% -6,48% -15,78% CRB (em Reais) 1447,4 3,09% 27,71% 24,42% 29,74% Petróleo BRENT 49,0-6,09% -17,71% -24,01% -57,36% Libor USD 3m 0,31 0,00 0,06 0,06 0,08 Libor EUR 3m -0,02 0,00-0,08-0,10-0,23 Título 10 anos Itália 1,83 0,06 0,24-0,06-1,04 Título 10 anos Alemanha 0,66 0,02 0,36 0,12-0,40 Título 10 anos EUA 2,19 0,01 0,55 0,02-0,22 CDS Brasil 5 anos VIX 13,7 1,5-7,3-2,3-3,0 Bolsas² Cotação Variação Semanal Mês Ano 12 Meses S&P 0 Index 2.077,4-1,26% 4,13% 0,90% 8,79% Dow Jones ,3-1,94% 1,06% -2,67% 5,98% CAC (França) 5.173,1 1,78% 12,35% 21,07% 24,66% DAX (Alemanha) ,5 1,97% 7,83% 17,60% 27,58% FTSE 100 (Inglaterra) 6.735,1 0,58% -0,21% 2,57% 2,09% Nikkei 225 (Japão) ,6 0,68% 17,26% 18,76% 36,06% Shangai (China) 3.922,7 2,20% 16,61% 15,73% 71,26% Ibovespa ,1-3,27% 4,88% -1,62% -12,44% Dados atualizados às 12:00 (1) Variações positivas das moedas significam valorização em relação ao dólar (2) Índices acionários medidos em moeda local 6

7 CALENDÁRIO E PROJEÇÕES Data Evento País Período BRAM Consenso Anterior 8/8 até 14/8 - Balança Comercial Mensal China Jul -- US$ 54,70 Bi US$ 46,54 Bi - IBC-Br (M/M) Brasil Jun % - IBC-Br (A/A) Brasil Jun % -4.75% - Criação de empregos formais - CAGED Brasil Jul ,2 mil Sábado 8-ago 22:30 Preços ao Consumidor - CPI (A/A) China Jul -- 1.% 1.40% 22:30 Preços ao Produtor - PPI (A/A) China Jul % -4.80% Segunda 10-ago 13:25 Discurso de Lockhart do FED no Atlanta Press Club EUA Terça 11-ago 06:00 Índice ZEW de Sentimento Econômico Z. Euro Ago :00 Confiança do Pequeno Empresário - NFIB EUA Jul :00 Estoques no Atacado (M/M) EUA Jun % 0.80% 11:00 Vendas no Atacado (M/M) EUA Jun -- 0.% 0.30% Quarta 12-ago 02:30 Vendas no Varejo (A/A) China Jul % 10.60% 02:30 Produção Industrial (A/A) China Jul % 6.80% 02:30 Investimento em ativos fixos urbanos (A/A) China Jul % 11.40% 06:00 Produção Industrial (M/M s.a.) Z. Euro Jun % -0.40% 09:00 Vendas no Varejo (M/M) Brasil Jun -0.% -0.60% -0.90% 09:00 Vendas no Varejo (Y/Y) Brasil Jun % -4.% Quinta 13-ago 09:30 Vendas no Varejo (M/M) EUA Jul % -0.30% 09:30 Novos Pedidos Seguro-Desemprego (Jobless Claims) EUA mil 270 mil Sexta 14-ago 06:00 PIB AS (A/A) Z. Euro 2T % 1.00% 06:00 Preços ao Consumidor - CPI Núcleo (A/A) Z. Euro Jul % 1.00% 08:00 IGP-10 (M/M) Brasil Ago % 10:15 Produção Industrial (M/M a.s.) EUA Jul % 0.30% 10:15 Utilização da capacidade instalada EUA Jul % 78.40% Projeções Macroeconômicas - BRAM PIB (% ao ano) 7,6% 3,9% 1,8% 2,7% 0,1% -2,0% -0,7% Taxa de Inflação - IPCA (% a.a.) 5,9% 6,5% 5,8% 5,9% 6,4% 9,2% 6,2% Taxa de Inflação - IGP-M (% a.a.) 11,3% 5,1% 7,8% 5,5% 3,7% 8,0% 7,0% Taxa Selic (final do ano) 10,75% 11,00% 7,25% 10,00% 11,75% 14,25% 13,75% Taxa Selic (média do ano) 10,00% 11,75% 8,77% 8,21% 10,94% 13,58% 14,21% R$/US$ média do ano 1,76 1,67 1,95 2,16 2,35 3,15 3,61 R$/US$ final do ano (Média - Mês de Dezembr 1,67 1,83 2,08 2,35 2,64 3, 3,70 Exportações (US$ bilhões) 201,9 256,0 242,6 242,2 225,1 206,0 218,9 Importações (US$ bilhões) 181,6 226,2 223,1 239,6 229,0 196,0 199,4 Balança Comercial (US$ bilhões) 20,3 29,8 19,5 2,6-3,9 9,9 19,6 Balanço em Conta-Corrente (US$ bilhões) -47,4-52,6-54,2-81,2-90,9-75,4-62,7 Balanço em Conta-Corrente (% do PIB) -2,3-2,0-2,2-3,4-4,2-4,0-3,6 Superávit Primário (% PIB) 2,6 2,9 2,2 1,8-0,6-0,2 0,5 Dívida Líquida (% PIB) 38,0 34,5 32,9 31,5 34,1 39,0 43,0 Dívida Bruta (% PIB) 51,8 51,3 54,8 53,3 58,9 64,4 68,4 7

8 FERNANDO HONORATO BARBOSA Economista-chefe ANDRE NASCIMENTO NOGGERINI DANIEL XAVIER FRANCISCO HUGO RIBAS DA COSTA JOSE LUCIANO DA SILVA COSTA THIAGO NEVES PEREIRA Tel.: Material produzido em 07/08/2015 às 15h00 Outras edições estão disponíveis no Site: item Informações aos Investidores / Nossa visão / Informativos de Macroeconomia. As opiniões, estimativas e previsões apresentadas neste relatório constituem o nosso julgamento e estão sujeitas a mudanças sem aviso prévio, assim como as perspectivas para os mercados financeiros, que são baseadas nas condições atuais de mercado. Acreditamos que as informações apresentadas aqui são confiáveis, mas não garantimos a sua exatidão e informamos que podem estar apresentadas de maneira resumida. Este material não tem intenção de ser uma oferta ou solicitação de compra ou venda de qualquer instrumento financeiro. BRAM - Bradesco Asset Management é a empresa responsável pela atividade de administração de recursos de terceiros do Banco Bradesco S.A. BRAM - Bradesco Asset Management - Todos os direitos reservados. 8

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