introdução Análise da intencionalidade discursiva do mundo Fiat por meio de sua comunicação interna Wilma P. T. Vilaça - USP

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "introdução Análise da intencionalidade discursiva do mundo Fiat por meio de sua comunicação interna Wilma P. T. Vilaça - USP"

Transcrição

1 Análise da intencionalidade discursiva do mundo Fiat por meio de sua comunicação interna Wilma P. T. Vilaça - USP introdução INTERESSES CONFLITANTES EM QUALQUER ORGANIZAÇÃO: a interação desafia o consenso As relações organizacionais se pautam pela ambiguidade, que a comunicação se dedica a relativizar ou suprimir. Discurso liberal/moderno X ações que carregam um cultura autoritária e pouco participativa

2 Fundamentação teóricametodológica e o objeto de estudo Comunicação interna (CABRAL, 2004; KUNSCH, 2003) CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROBLEMA: A comunicação interna da Fiat automóveis; Público interno: empregados e familiares; 2006: diagnóstico apontando o desejo por ações segmentadas; a partir daí, 3 públicos prioritários: líderes, empregados e familiares. 3 eixos contemplados no plano de comunicação: INFORMAÇÃO, DIÁLOGO e CLIMA/MOTIVAÇÃO (p. 4) Premissa da Fiat: imagem institucional forte nasce de dentro para fora

3 ANÁLISE DO DISCURSO/SEMIOLINGUÍSTICA: contrato de comunicação (CHARAUDEAU, 2009) Finalidade do discurso (para que dizer?); identidade dos envolvidos (quem fala a quem?), o propósito da fala (do que se fala?) e os dispositivos utilizados (em que circunstâncias materiais ocorre a troca?) Espaço de significação situacional (circuito externo/extralinguístico): Sujeitos comunicantes e sujeitos interpretantes Espaço de significação do dizer (circuito interno/intralinguístico): Sujeitos enunciadores e sujeitos destinatários (criados pelo comunicante ao produzir o ato de linguagem) Assimetria entre os sujeitos envolvidos Discursos que visam fortalecer o ethos organizacional Coenunciação: engajamento dos sujeitos P. 8 Intencionalidade discursiva: fazer fazer; fazer saber; fazer crer; fazer sentir

4 A pesquisa Questões-Problema: Quais são as intencionalidades em jogo no chamado mundo Fiat? Os efeitos desejados pelo sujeito comunicante, ao produzir seu discurso, foram alcançados? Objeto de análise: revistas Fiat em Família e Expresso Fiat. Objetivos: Elucidar como foi construído o jogo discursivo e qual a intencionalidade latente para fazer com que os empregados Fiat se comportassem de determinada forma, transformando-os em replicadores dos saberes adquiridos. Elucidar se foi possível levá-los a acreditar que o discurso elaborado pela Fiat era, de fato, pertinente, fazendo-os presas de sentimentos como o orgulho de fazer parte daquele grupo. Avaliar como o Eu comunicante fala por meio de seus Eus enunciadores e como ele se denomina, como se refere a si mesmo (imagens que a organização constrói de si mesma ethos) e ao empregado.

5 Descrição e análise dos corpora (RESULTADOS OBTIDOS) 6 edições da Expresso Fiat (2010), revista corporativa (foco nas pessoas, do ponto de vista profissional) Personalizada: cada exemplar traz o nome e o setor do destinatário Modos dominantes do discurso das editorias: argumentativos (predominância do fazer fazer/influenciar o interpretante) 12 da revista Fiat em Família (2010), dirigidas ao público interno e suas famílias Capas: empregados e famílias em poses de alegria, sucesso e conquista. Sorridentes, com roupas com cores quentes, encenam o tema da matéria de capa (educação, eventos, saúde, benefícios e promoções dos programas da Fiat). Há um controle sobre a produção e a distribuição das revistas, a fim de alinhar os interesses do comunicante aos do interpretante; mas não se tem o controle sobre o uso que é feito delas. Nem sempre o interpretante se dedica à leitura e tem interesses condizentes com o da organização, como faz parecer o sujeito destinatário. O ethos de credibilidade e identificação nem sempre é aceito.

6 Conclusões A INTENCIONALIDADE DISCURSIVA DO ENUNCIADO: O fazer fazer: Modelos para que o funcionário se comporte da maneira desejada pela organização. O fazer saber: Informações visando a ampliação do conhecimento sobre a práxis cotidiana etc. O fazer crer: Construção do discurso de forma consistente, com dados quantitativos, exemplos de sucesso e balizados por experts (argumento de autoridade/voz da verdade) e empregados da organização (como se dissesse não sou eu quem está dizendo ) O fazer sentir: Estímulo a estados emocionais de orgulho por fazer parte deste time; de alegria, pela profusão de sorrisos... Uso recorrente de adjetivos, evidenciando uma imagem de si positiva, que enaltece conquistas e vitórias.

Tema: EVP mais que uma proposta de valor, um passo para o Engajamento Palestrante: Renata Mazoco - VALE

Tema: EVP mais que uma proposta de valor, um passo para o Engajamento Palestrante: Renata Mazoco - VALE Tema: EVP mais que uma proposta de valor, um passo para o Engajamento Palestrante: Renata Mazoco - VALE Vamos falar de... EXPERIÊNCIA EXPERIÊNCIA = cria sentido, vínculo, relevância, oportunidade, mexe

Leia mais

A contribuição do movimento humano para a ampliação das linguagens

A contribuição do movimento humano para a ampliação das linguagens A contribuição do movimento humano para a ampliação das linguagens Movimento humano e linguagens A linguagem está envolvida em tudo o que fazemos, ela é peça fundamental para a expressão humana. Na Educação

Leia mais

A COMUNICAÇÃO INTERNA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO USINA CORURIPE

A COMUNICAÇÃO INTERNA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO USINA CORURIPE A COMUNICAÇÃO INTERNA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO USINA CORURIPE APRESENTAÇÃO: Anderson Tsuchida Jornalista, Publicitário e Pós Graduado em Comunicação Empresarial Por que a Comunicação Interna é tão

Leia mais

Estrutura e Referenciais da Prova de Avaliação de Capacidade

Estrutura e Referenciais da Prova de Avaliação de Capacidade Estrutura e Referenciais da Prova de Avaliação de Capacidade Introdução Relativamente ao Curso Técnico Superior Profissional em Assessoria e Comunicação Organizacional, a área a que se refere o n. 1 do

Leia mais

Workshop Comunicação Interpessoal e Comportamento

Workshop Comunicação Interpessoal e Comportamento Workshop Comunicação Interpessoal e Comportamento Profª Ms. Flávia Mendes Apresentação Possui 13 anos de atuação nas áreas de Comunicação Corporativa em empresas como Grupo Estado, Cinemateca Brasileira,

Leia mais

Seminário GVcev Recursos Humanos no Varejo. Cultura e Clima Organizacional Patrícia Tavares

Seminário GVcev Recursos Humanos no Varejo. Cultura e Clima Organizacional Patrícia Tavares Seminário GVcev Recursos Humanos no Varejo Cultura e Clima Organizacional Patrícia Tavares Agenda Cultura e Identidade Cultura e Clima Organizacional Construção e Mudança O que é Cultura? Uma definição

Leia mais

Tema: O Desenvolvimento de Competências e o EAD

Tema: O Desenvolvimento de Competências e o EAD Tema: O Desenvolvimento de Competências e o EAD Maria Raimunda Mendes da Veiga Pedagoga. Especialista em Gestão de Pessoas veiga@enfam.jus.br Secretária Executiva da Enfam 7 de maio de 2015 1 Objetivo:

Leia mais

ANEXO VI DA DECISÃO NORMATIVA TCU Nº 124, DE 05 DE DEZEMBRO DE 2012 PARECER DO DIRIGENTE DO ÓRGÃO DE CONTROLE INTERNO

ANEXO VI DA DECISÃO NORMATIVA TCU Nº 124, DE 05 DE DEZEMBRO DE 2012 PARECER DO DIRIGENTE DO ÓRGÃO DE CONTROLE INTERNO ANEXO VI DA DECISÃO NORMATIVA TCU Nº 124, DE 05 DE DEZEMBRO DE 2012 (art. 13 da Instrução Normativa nº 63/2010-TCU). Concluído o Relatório de Auditoria de Gestão nº 001/2013-SCINT, elaborado pelas áreas

Leia mais

Planejamento Anual 2015 Disciplina: Língua Portuguesa: Ação Série: 3º ano Ensino: Médio Professor: André

Planejamento Anual 2015 Disciplina: Língua Portuguesa: Ação Série: 3º ano Ensino: Médio Professor: André Objetivos Gerais: Planejamento Anual 2015 Disciplina: Língua Portuguesa: Ação Série: 3º ano Ensino: Médio Professor: André # Promover as competências necessárias para as práticas de leitura e escrita autônomas

Leia mais

2017, ANO OFICIAL PARA VISITAR VISEU

2017, ANO OFICIAL PARA VISITAR VISEU 2017, ANO OFICIAL PARA VISITAR VISEU Síntese informativa apresentada em reunião do Conselho Estratégico do Município, a 4 de janeiro de 2017 2017, ANO OFICIAL PARA VISITAR VISEU Viseu está a ganhar uma

Leia mais

Organização da Aula. Gestão de Recursos Humanos. Aula 3. Comunicação. Contextualização. Motivação dos Talentos Humanos. Instrumentalização

Organização da Aula. Gestão de Recursos Humanos. Aula 3. Comunicação. Contextualização. Motivação dos Talentos Humanos. Instrumentalização Gestão de Recursos Humanos Aula 3 Profa. Me. Ana Carolina Bustamante Organização da Aula Comunicação nas empresas Motivação dos talentos humanos Comunicação Processo de comunicação Contextualização Barreiras

Leia mais

ATER PARA MULHERES. O processo de organização das mulheres na construção do Feminismo e da Agroecologia no Brasil

ATER PARA MULHERES. O processo de organização das mulheres na construção do Feminismo e da Agroecologia no Brasil ATER PARA MULHERES O processo de organização das mulheres na construção do Feminismo e da Agroecologia no Brasil PARA NÓS A AGROECOLOGIA É Um modo de produzir, relacionar e viver na agricultura que implica

Leia mais

Linguagem e Ideologia

Linguagem e Ideologia Linguagem e Ideologia Isabela Cristina dos Santos Basaia Graduanda Normal Superior FUPAC E-mail: isabelabasaia@hotmail.com Fone: (32)3372-4059 Data da recepção: 19/08/2009 Data da aprovação: 31/08/2011

Leia mais

OPORTUNIDADES DE ESTÁGIO

OPORTUNIDADES DE ESTÁGIO da Vaga Nº da 2003 Curso(s): Administração Auxiliar na preparação de documentos administrativos; Auxiliar na elaboração de relatórios em geral, relativos a informações não protegidas por sigilo fiscal;

Leia mais

Cursos Profissionais Disciplina: PORTUGUÊS Anos: 10º; 11º e 12º

Cursos Profissionais Disciplina: PORTUGUÊS Anos: 10º; 11º e 12º PARÂMETROS GERAIS DE AVALIAÇÃO Integração escolar e profissionalizante Intervenções e Atividades na sala de aula: PESOS PARÂMETROS ESPECÍFICOS INSTRUMENTOS Peso 2 Peso 5 Comportamento-assiduidade-pontualidadecumprimento

Leia mais

Gestão de Eventos AULA 1. Temas: Gestão de Eventos Conceito de Evento Perfil Profissional do Promotor de Eventos

Gestão de Eventos AULA 1. Temas: Gestão de Eventos Conceito de Evento Perfil Profissional do Promotor de Eventos Gestão de Eventos AULA 1 Temas: Gestão de Eventos Conceito de Evento Perfil Profissional do Promotor de Eventos Gestão de Eventos A Gestão de Eventosestá relacionada a diversas áreas de trabalho, como

Leia mais

Unidade: Planejamento de Marketing. Unidade I:

Unidade: Planejamento de Marketing. Unidade I: Unidade: Planejamento de Marketing Unidade I: 0 Unidade: Planejamento de Marketing Planejar é definir procedimentos de atuação com o objetivo de atingir determinada situação. No caso de um planejamento

Leia mais

A Importância da Liderança na Cultura da Excelência

A Importância da Liderança na Cultura da Excelência XIX Seminário de Boas Práticas CIC Caxias do Sul A Importância da Liderança na Cultura da Excelência Msc. Eng. Irene Szyszka 04/ABR/2013 O negócio, o mercado e a sociedade Pressão dos clientes e mercado;

Leia mais

PROJETO DE COMUNICAÇÃO INTEGRADA. Por Débora Horn Assessoria de Comunicação da Anprotec

PROJETO DE COMUNICAÇÃO INTEGRADA. Por Débora Horn Assessoria de Comunicação da Anprotec PROJETO DE COMUNICAÇÃO INTEGRADA Por Débora Horn Assessoria de Comunicação da Anprotec A RELATA A Relata Editorial tem por objetivo apoiar empresas e entidades na gestão do processo de comunicação com

Leia mais

Benefício do Coaching para Escritórios de Advocacia

Benefício do Coaching para Escritórios de Advocacia Benefício do Coaching para Escritórios de Advocacia Por que Coaching para Escritórios de Advocacia? Os escritórios são, nos dias de hoje, uma empresa e isso não tem mais volta. Assim, não dá para o advogado

Leia mais

Administração. Níveis de Planejamento. Professor Rafael Ravazolo.

Administração. Níveis de Planejamento. Professor Rafael Ravazolo. Administração Níveis de Professor Rafael Ravazolo www.acasadoconcurseiro.com.br Administração Aula XX TIPOS OU NÍVEIS DE PLANEJAMENTO A divisão mais comum do planejamento é a hierárquica, separando-o

Leia mais

Língua Portuguesa 8º ano

Língua Portuguesa 8º ano Língua Portuguesa 8º ano Conteúdos por Unidade Didática 1º Período A - Comunicação Oral. Ideias principais.. Ideias secundárias..adequação comunicativa ( processos persuasivos; recursos verbais e não verbais)..

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico Etec Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de TÉCNICO

Leia mais

Cultura Organizacional

Cultura Organizacional Cultura Organizacional Curso de Especialização em Gestão da Comunicação Organizacional e Relações Públicas ECA/USP A tradição antropológica Sistemas Simbólicos Antropologia Social Antropologia Cultural

Leia mais

PORTUGUÊS: Assid. Mín [h] INGLÊS: Assid. Mín [h]

PORTUGUÊS: Assid. Mín [h] INGLÊS: Assid. Mín [h] PORTUGUÊS: Módulo 1.1.: Textos de Carácter Autobiográfico 30 27,0 Módulo 1.2.: Textos Expressivos e Criativos e Textos Poéticos 24 22,0 Módulo 1.3.: Textos dos Media I 24 22,0 Módulo 1.4.: Textos Narrativos

Leia mais

INDEPAC MISSÃO VISÃO

INDEPAC MISSÃO VISÃO O INDEPAC é especializado em serviços de Consultoria e Assessoria Educacional, nas dimensões: administrativa, jurídica e pedagógica, além de oferecer cursos de formação em serviço, voltados para o aprimoramento

Leia mais

INFLUÊNCIAS NA GESTÃO DE REDES

INFLUÊNCIAS NA GESTÃO DE REDES INFLUÊNCIAS NA GESTÃO DE REDES Vera M. L. Ponçano Rede de Saneamento e Abastecimento de Água Aracaju, 10 dezembro 2015 REDES: TECNOLÓGICAS TEMÁTICAS - PÚBLICAS FATORES DE INFLUÊNCIA: PESSOAL, SOCIAL, TECNOLÓGICO,

Leia mais

COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL. Prof. Saravalli OBJETIVOS 08/03/2016

COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL. Prof. Saravalli OBJETIVOS 08/03/2016 COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL Prof. Saravalli ademir_saravalli@yahoo.com.br O comportamento organizacional é um campo de estudos que investiga o impacto que indivíduos, grupos e a estrutura têm sobre o

Leia mais

II FÓRUM CPA Comissão Própria da Avaliação

II FÓRUM CPA Comissão Própria da Avaliação II FÓRUM CPA Comissão Própria da Avaliação 25 de maio de 2016 EIXO 1: PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Dimensão 8: Planejamento e avaliação Fragilidades Melhorar as reuniões da CPA e reestruturar

Leia mais

AVANÇAR: PROGRAMA DE EDUCAÇÃO EXECUTIVA PARA GESTÃO ESTRATÉGICA DA POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL

AVANÇAR: PROGRAMA DE EDUCAÇÃO EXECUTIVA PARA GESTÃO ESTRATÉGICA DA POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL AVANÇAR: PROGRAMA DE EDUCAÇÃO EXECUTIVA PARA GESTÃO ESTRATÉGICA DA POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL MÔNICA CÔRTES DE DOMENICO GUILHERME DORNAS MARIA TERESA ROSCOE RICARDO JACOBINA 2 Painel 13/039 Gestão

Leia mais

A importância da liderança como diferencial competitivo. Leonardo Siqueira Borges 29 de Setembro de 2015

A importância da liderança como diferencial competitivo. Leonardo Siqueira Borges 29 de Setembro de 2015 A importância da liderança como diferencial competitivo Leonardo Siqueira Borges 29 de Setembro de 2015 Ellebe Treinamento em Gestão Organizacional A Ellebe atua em empresas públicas e privadas nas áreas

Leia mais

A coleção está organizada em cinco séries temáticas, por faixa etária:

A coleção está organizada em cinco séries temáticas, por faixa etária: Coleção GIRA MUNDO Educação Infantil Na coleção Gira Mundo o brincar, o cantar e o fazer artístico são os eixos que atuam como forma de expressão da cultura da infância. São os grandes articuladores do

Leia mais

Gestão à Vista: Indicadores como Instrumento de Gestão

Gestão à Vista: Indicadores como Instrumento de Gestão Gestão à Vista: Indicadores como Instrumento de Gestão Jacqueline Canuto Gerente de Qualidade e Risco - Hospital São Rafael Consultora da Qualidade Hospital do Subúrbio jaccanuto@gmail.com São Paulo, 22/05/2013

Leia mais

REGULAMENTO.

REGULAMENTO. www.firjan.com.br REGULAMENTO Regulamento Prêmio Melhores Práticas Sindicais - 2016 APRESENTAÇÃO Art. 1º A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN), por meio da Diretoria Executiva

Leia mais

PROVA BRASIL: LEITURA E INTERPRETAÇÃO

PROVA BRASIL: LEITURA E INTERPRETAÇÃO PROVA BRASIL: LEITURA E INTERPRETAÇÃO Pamella Soares Rosa Resumo:A Prova Brasil é realizada no quinto ano e na oitava série do Ensino Fundamental e tem como objetivo medir o Índice de Desenvolvimento da

Leia mais

Cultura Ética. Deives Rezende Filho Superintendência de Ética e Ombudsman

Cultura Ética. Deives Rezende Filho Superintendência de Ética e Ombudsman Cultura Ética Deives Rezende Filho Superintendência de Ética e Ombudsman 1 18 maio 2011 Ética e Ombudsman Missão: Promover um ambiente institucional íntegro, orientando os colaboradores a cultivar o respeito

Leia mais

Escola Básica 2,3 de Miragaia Informação Prova de Equivalência à Frequência

Escola Básica 2,3 de Miragaia Informação Prova de Equivalência à Frequência Escola Básica 2,3 de Miragaia Informação Prova de Equivalência à Frequência Francês - 9. º Ano - Código 1 201 1- Introdução O presente documento visa divulgar as características da prova de equivalência

Leia mais

Organização da Aula. Cultura e Clima Organizacionais. Aula 4. Contextualização

Organização da Aula. Cultura e Clima Organizacionais. Aula 4. Contextualização Cultura e Clima Organizacionais Aula 4 Profa. Me. Carla Patricia Souza Organização da Aula Clima organizacional Cultura e clima organizacional Indicadores de clima Clima e satisfação Contextualização A

Leia mais

Comunicação Integrada. Principais ferramentes de comunicação

Comunicação Integrada. Principais ferramentes de comunicação Comunicação Integrada Principais ferramentes de comunicação Marca (qualidade) $ Posicionamento Embalagem Vendedor Promoção de Vendas (P.D.V) Posição( Visibilidade) Nomes usados no mercado Branding MKT

Leia mais

Mapeamento de competências profissionais e percepção do sistema de desenvolvimento de competências no Tribunal de Contas da União

Mapeamento de competências profissionais e percepção do sistema de desenvolvimento de competências no Tribunal de Contas da União Mapeamento de competências profissionais e percepção do sistema de desenvolvimento de competências no Tribunal de Contas da União PAINEL 16 EXPERIÊNCIAS DE INOVAÇÃO EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS ESTRUTURA

Leia mais

OBJETIVOS. Dar a conhecer a estrutura do Modelo de Excelência de Gestão MEG. Refletir sobre o ciclo PDCL. Planejamento. Verificação Aprendizagem

OBJETIVOS. Dar a conhecer a estrutura do Modelo de Excelência de Gestão MEG. Refletir sobre o ciclo PDCL. Planejamento. Verificação Aprendizagem 1 OBJETIVOS Dar a conhecer a estrutura do Modelo de Excelência de Gestão MEG. Refletir sobre o ciclo PDCL Planejamento Execução Verificação Aprendizagem 2 INTRODUÇÃO Na aula passada, conhecemos os 11 Fundamentos

Leia mais

A Organização do Trabalho de Pedagógico na Forma de Projetos

A Organização do Trabalho de Pedagógico na Forma de Projetos A Organização do Trabalho de Pedagógico na Forma de Projetos Marcos Cordiolli 1 Marcos Cordiolli www.cordiolli.com (41)9962 5010 Marcos Cordiolli é Mestre em Educação, pela PUC-SP. Professor de cursos

Leia mais

Considerações O mundo alcançou seu colapso nas esferas: social, ambiental e econômica, e o apelo para implantar o desenvolvimento sustentável não é

Considerações O mundo alcançou seu colapso nas esferas: social, ambiental e econômica, e o apelo para implantar o desenvolvimento sustentável não é Considerações O mundo alcançou seu colapso nas esferas: social, ambiental e econômica, e o apelo para implantar o desenvolvimento sustentável não é moda, é uma necessidade urgente. Em setembro de 2015,

Leia mais

NAGEH Pessoas. Eixo: Capacitação e Desenvolvimento de Pessoal 28/09/2015. Compromisso com a Qualidade Hospitalar

NAGEH Pessoas. Eixo: Capacitação e Desenvolvimento de Pessoal 28/09/2015. Compromisso com a Qualidade Hospitalar Eixo: Capacitação e Desenvolvimento de Pessoal 28/09/2015 Agenda: 28/09/2015 8:30 as 9:00 h Recepção dos participantes 9:00 as 11:00 h Eixo: Capacitação e Desenvolvimento 11:00 as 11:30 h Análise de Indicadores

Leia mais

A Cultura da Equipe: Fator Crítico de Sucesso. Rackel Valadares OpenText Maio/2016

A Cultura da Equipe: Fator Crítico de Sucesso. Rackel Valadares OpenText Maio/2016 A Cultura da Equipe: Fator Crítico de Sucesso Rackel Valadares OpenText Maio/2016 O que é Cultura Organizacional? Cultura Organizacional a) É o que dá as pessoas um senso de como se comportar e o que convém

Leia mais

Critérios Específicos de Avaliação. PORTUGUÊS ENSINO BÁSICO (7.º Ano) 2016/2017

Critérios Específicos de Avaliação. PORTUGUÊS ENSINO BÁSICO (7.º Ano) 2016/2017 Critérios Específicos de Avaliação PORTUGUÊS ENSINO BÁSICO (7.º Ano) 2016/2017 Domínio de Avaliação Saber e Saber Fazer Instrumentos de Avaliação. Atividades de planeamento de produções orais: grelhas

Leia mais

Governança aplicada à Gestão de Pessoas

Governança aplicada à Gestão de Pessoas Governança de pessoal: aperfeiçoando o desempenho da administração pública Governança aplicada à Gestão de Pessoas Ministro substituto Marcos Bemquerer Brasília DF, 15 de maio de 2013 TCU Diálogo Público

Leia mais

Tribunais Exercícios Gestão de Pessoas Gestão Por Estratégia Por Competência Keyvila Menezes

Tribunais Exercícios Gestão de Pessoas Gestão Por Estratégia Por Competência Keyvila Menezes Tribunais Exercícios Gestão de Pessoas Gestão Por Estratégia Por Competência Keyvila Menezes 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. GESTÃO ESTRATÉGICA POR COMPETÊNCIA

Leia mais

NÃO EXISTE GESTÃO SEM COMUNICAÇÃO DANIEL COSTA

NÃO EXISTE GESTÃO SEM COMUNICAÇÃO DANIEL COSTA NÃO EXISTE GESTÃO SEM COMUNICAÇÃO DANIEL COSTA O que é engajamento? Engajamento no trabalho é uma forma de agir em que o indivíduo, motivado por uma causa, expressa sua vontade e predisposição de fazer

Leia mais

Editora Dedo de Prosa Foco

Editora Dedo de Prosa Foco Editora Dedo de Prosa Foco O principal objetivo da editora Dedo de Prosa é oferecer material de suporte para professores, ajudando a canalizar a curiosidade dos alunos através de leitura, a princípio de

Leia mais

E.E. Professora Lurdes Penna Carmelo Sala 1/ Sessão 1

E.E. Professora Lurdes Penna Carmelo Sala 1/ Sessão 1 Debate Regrado - desenvolvendo a argumentação e promovendo o protagonismo dos alunos E.E. Professora Lurdes Penna Carmelo Sala 1/ Sessão 1 Professor Apresentador: Celina Aparecida Rodrigues Machado dos

Leia mais

Propostas editoriais para publicações informativas e de autoria dos 27 Conselhos de Educação vinculados ao FNCEE

Propostas editoriais para publicações informativas e de autoria dos 27 Conselhos de Educação vinculados ao FNCEE Propostas editoriais para publicações informativas e de autoria dos 27 Conselhos de Educação vinculados ao FNCEE Apresentação: Profº Francisco José Carbonari Vice Presidente - Região Sudeste As publicações:

Leia mais

PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS TEORIA GERAL DO DIREITO

PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS TEORIA GERAL DO DIREITO PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS TEORIA GERAL DO DIREITO P á g i n a 1 Questão 1. Hans Kelsen em sua obra Teoria Pura do Direito : I. Define a Teoria Pura do Direito como uma teoria do Direito positivo

Leia mais

Dispõe sobre o diagnóstico precoce da dislexia e do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade na educação básica e dá outras providências.

Dispõe sobre o diagnóstico precoce da dislexia e do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade na educação básica e dá outras providências. P.L. 24/15 Autógrafo nº 49/15 Proc. nº 1.063/15-CMV Proc. n 11.859/2015-PMV LEI Nº 5.146, DE 23 DE JUNHO DE 2015 Dispõe sobre o diagnóstico precoce da dislexia e do Transtorno do Déficit de Atenção com

Leia mais

TEMA: O Caso Arruda O escândalo de corrupção que ocorreu no Distrito Federal com o ex-governador José Roberto Arruda Analisou coberturas

TEMA: O Caso Arruda O escândalo de corrupção que ocorreu no Distrito Federal com o ex-governador José Roberto Arruda Analisou coberturas TEMA: O Caso Arruda O escândalo de corrupção que ocorreu no Distrito Federal com o ex-governador José Roberto Arruda Analisou coberturas jornalísticas veiculadas durante 10 dias (28 de novembro a 07 de

Leia mais

Seminário Internacional de Certificação Profissional. Brasília novembro 2005 Contribuição dos CEFET s

Seminário Internacional de Certificação Profissional. Brasília novembro 2005 Contribuição dos CEFET s Seminário Internacional de Certificação Profissional Brasília novembro 2005 Contribuição dos CEFET s Certificação Profissional - Definição Usual Reconhecimento formal dos conhecimentos, habilidades, atitudes

Leia mais

Conteúdos/Objetivos Estrutura da prova Critérios gerais de correção Cotações

Conteúdos/Objetivos Estrutura da prova Critérios gerais de correção Cotações MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA ESCOLA SECUNDÁRIA DE AVELAR BROTERO MATRIZ DA PROVA DE AVALIAÇÃO SUMATIVA MODALIDADE NÃO PRESENCIAL DISCIPLINA: Português 10.º ANO MÓDULO conjunto: 1 2 3 DURAÇÃO: 135 MINUTOS

Leia mais

Escrito por Administrator Seg, 22 de Novembro de :55 - Última atualização Seg, 22 de Novembro de :09

Escrito por Administrator Seg, 22 de Novembro de :55 - Última atualização Seg, 22 de Novembro de :09 MISSÃO O Serviço Social tem como missão dar suporte psico-social e emocional ao colaborador e sua família. Neste sentido, realiza o estudo de casos, orientando e encaminhando aos recursos sociais da comunidade,

Leia mais

OFICINA DE MEMÓRIA: UMA ESTRATÉGIA DE QUALIDADE DE VIDA

OFICINA DE MEMÓRIA: UMA ESTRATÉGIA DE QUALIDADE DE VIDA OFICINA DE MEMÓRIA: UMA ESTRATÉGIA DE QUALIDADE DE VIDA Seção Judiciária do Estado de São Paulo OFICINA DE MEMÓRIA REALIZADA COM OS OFICIAIS DE JUSTIÇA AVALIADORES DA CEUNI Uma Estratégia de Qualidade

Leia mais

Promoção Comunicação

Promoção Comunicação Promoção Comunicação 1 Propaganda, Promoção de Vendas e Publicidade 2 3 Mix de Comunicação de Marketing ou Mix de Promoção Consiste em uma composição de instrumentos de comunicação como propaganda, venda

Leia mais

GESPÚBLICA - FMVZ/USP

GESPÚBLICA - FMVZ/USP Universidade de São Paulo Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia GESPÚBLICA - FMVZ/USP Desburocratização & Excelência 2008 O que é GESPÚBLICA? É o programa do Ministério do Planejamento, Orçamento

Leia mais

Normas ISO:

Normas ISO: Universidade Católica de Pelotas Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina de Qualidade de Software Normas ISO: 12207 15504 Prof. Luthiano Venecian 1 ISO 12207 Conceito Processos Fundamentais

Leia mais

PROVINHA BRASIL Orientações para Secretarias de Educação Primeiro Semestre

PROVINHA BRASIL Orientações para Secretarias de Educação Primeiro Semestre PROVINHA BRASIL Orientações para Secretarias de Educação Primeiro Semestre - 2010 INFORME GESTOR teste capa verde.indd 1 13/1/2010 08:40:47 Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação

Leia mais

Requisitos de Sistemas

Requisitos de Sistemas Requisitos de Sistemas Unidade II - Processos de Negócio Identificação Conceitos Modelagem - BPM - UML Processos x Requisitos 1 Processo de negócio CONCEITO Um processo de negócio, processo organizacional

Leia mais

1ª Jornada Internacional da Gestão Pública. O caso MDIC. BRASÍLIA (DF), 13 de março de 2013

1ª Jornada Internacional da Gestão Pública. O caso MDIC. BRASÍLIA (DF), 13 de março de 2013 1ª Jornada Internacional da Gestão Pública O caso MDIC BRASÍLIA (DF), 13 de março de 2013 ANTECEDENTES INÍCIO DE 2011 Contexto de mudança de Governo; Necessidade de diagnóstico organizacional; Alinhamento

Leia mais

PORTUGUÊS LÍNGUA NÃO MATERNA (PLNM) ENSINO SECUNDÁRIO 2016/2017

PORTUGUÊS LÍNGUA NÃO MATERNA (PLNM) ENSINO SECUNDÁRIO 2016/2017 Critérios Específicos de Avaliação PORTUGUÊS LÍNGUA NÃO MATERNA (PLNM) ENSINO SECUNDÁRIO 2016/2017 Domínio de Avaliação Saber e Saber Fazer Instrumentos de Avaliação Domínios a desenvolver Descritores

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO POR COMPETÊNCIAS ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO POR COMPETÊNCIAS Atualizado em 22/10/2015 GESTÃO POR COMPETÊNCIAS As competências não são estáticas, tendo em vista a necessidade de adquirir agregar novas competências individuais

Leia mais

"DESENVOLVIMENTO E RETENÇÃO DE TALENTOS EM TEMPOS DE ALTA DEMANDA POR QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL"

DESENVOLVIMENTO E RETENÇÃO DE TALENTOS EM TEMPOS DE ALTA DEMANDA POR QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL "DESENVOLVIMENTO E RETENÇÃO DE TALENTOS EM TEMPOS DE ALTA DEMANDA POR QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL" Gestão Engajamento e Retenção nas Mãos das Lideranças Pessoas: O ativo mais importante das organizações?!?!

Leia mais

Redes de Atenção à Saúde e o Cuidado às Pessoas com TEA no SUS

Redes de Atenção à Saúde e o Cuidado às Pessoas com TEA no SUS Redes de Atenção à Saúde e o Cuidado às Pessoas com TEA no SUS Viver Sem Limite - Marco Legal Nacional e Internacional Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência (NY, 2007) Decreto Presidencial

Leia mais

REDE DE ESCOLAS ASSOCIADAS DA

REDE DE ESCOLAS ASSOCIADAS DA REDE DE ESCOLAS ASSOCIADAS DA UNESCO PROJETO 2013 TEMA: PAZ E DIREITOS HUMANOS n.º 13 17 40 Julho 2013 FICHA TÉCNICA Edição: CENFIM - Centro de Formação Profissional da Indústria Metalúrgica e Metalomecânica

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ELIAS GARCIA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ELIAS GARCIA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ELIAS GARCIA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR 2016/2017 A AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR 1 INTRODUÇÃO Enquadramento Normativo Avaliar o processo e os efeitos, implica

Leia mais

Universidade Tecnológica Federal do Paraná Departamento Acadêmico de Eletrotécnica Curso

Universidade Tecnológica Federal do Paraná Departamento Acadêmico de Eletrotécnica Curso PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Universidade Tecnológica Federal do Paraná Departamento Acadêmico de Eletrotécnica Curso Algumas Informações Importantes: a) O modelo da proposta está especificado

Leia mais

ESTRUTURA, FORMATO E OBJETIVOS DA ESCOLA DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO (EPEM)

ESTRUTURA, FORMATO E OBJETIVOS DA ESCOLA DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO (EPEM) 1 REDEENSINAR JANEIRO DE 2001 ESTRUTURA, FORMATO E OBJETIVOS DA ESCOLA DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO (EPEM) Guiomar Namo de Mello Diretora Executiva da Fundação Victor Civita Diretora de Conteúdos da

Leia mais

A DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E POLÍTICAS DE FORMAÇÃO

A DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E POLÍTICAS DE FORMAÇÃO A DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E POLÍTICAS DE FORMAÇÃO Profa. Dra. Denise Maria de Carvalho Lopes UFRN Centro de Educação PPGEd/Curso de Pedagogia Fortaleza, abril de 2014. Docência na Educação Infantil

Leia mais

Escola Básica Sande S. Martinho Relatório de avaliação de Atividade

Escola Básica Sande S. Martinho Relatório de avaliação de Atividade Escola Básica Sande S. Martinho Relatório de avaliação de Atividade Tema: Histórias tradicionais Data: 23, 26 e 27 de Maio de 2014 Esta atividade foi realizada no âmbito do projeto Todos juntos podemos

Leia mais

OPAS/OMS Representação do Brasil Programa de Cooperação Internacional em Saúde - TC 41 Resumo Executivo de Projeto (Modelo I)

OPAS/OMS Representação do Brasil Programa de Cooperação Internacional em Saúde - TC 41 Resumo Executivo de Projeto (Modelo I) OPAS/OMS Representação do Brasil Programa de Cooperação Internacional em Saúde - TC 41 Resumo Executivo de Projeto (Modelo I) Tarefa AMPES/OMIS: (código e descrição) Informações preenchidas pela OPAS/OMS

Leia mais

Grupo de Pesquisa. Pesquisa em Sustentabilidade

Grupo de Pesquisa. Pesquisa em Sustentabilidade Centro Universitário SENAC Diretoria de Graduação e Pesquisa Coordenação Institucional de Pesquisa Identificação Grupo de Pesquisa Grupo Pesquisa em Sustentabilidade Linhas de Pesquisa Técnicas e tecnologias

Leia mais

ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 1. OBJETO DE CONTRATAÇÃO A presente especificação tem por objeto a contratação de empresa Especializada de Consultoria para Planejamento da Estrutura Funcional e Organizacional

Leia mais

POLÍTICA ENGAJAMENTO DE STAKEHOLDERS ÍNDICE. 1. Objetivo...2. 2. Abrangência...2. 3. Definições...2. 4. Diretrizes...3. 5. Materialidade...

POLÍTICA ENGAJAMENTO DE STAKEHOLDERS ÍNDICE. 1. Objetivo...2. 2. Abrangência...2. 3. Definições...2. 4. Diretrizes...3. 5. Materialidade... ENGAJAMENTO DE STAKEHOLDERS Folha 1/8 ÍNDICE 1. Objetivo...2 2. Abrangência...2 3. Definições...2 4. Diretrizes...3 5. Materialidade...7 Folha 2/8 1. Objetivos 1. Estabelecer as diretrizes que devem orientar

Leia mais

A GESTÃO DO RISCO EM ALIMENTOS

A GESTÃO DO RISCO EM ALIMENTOS A GESTÃO DO RISCO EM ALIMENTOS O Contexto: A busca da Intersetorialidade e Integralidade da ação Uma nova prática de vigilância sanitária orientada ao enfrentamento do risco Fortalecimento do processo

Leia mais

ÍNDICE. Desenvolvimentos das atividades do Curso, Seminário e Simpósio e de formação...24 a 27

ÍNDICE. Desenvolvimentos das atividades do Curso, Seminário e Simpósio e de formação...24 a 27 3 Convênio 027/2015 4 ÍNDICE Apresentação do Projeto... 6 Objetivo...7 Justificativa...8 e 9 Metodologia...10 e 11 Marco Legal...12 Cidades Contempladas...13 Pessoas Beneficiadas...14 Parceiros...15 Cronograma

Leia mais

Quais o grau de satisfação e os questionamentos que os colaboradores fazem sobre a gestão atual dos planos de carreira em sua empresa?

Quais o grau de satisfação e os questionamentos que os colaboradores fazem sobre a gestão atual dos planos de carreira em sua empresa? IN COMPANY Apresentação É crescente o número de profissionais e organizações que identificam que atualmente, o Plano de Carreira é uma das estratégias mais atrativas e eficazes no processo de Retenção

Leia mais

Análise de Conteúdo. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior Prof. Ms. Anderson dos Santos Carvalho

Análise de Conteúdo. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior Prof. Ms. Anderson dos Santos Carvalho Análise de Conteúdo Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior Prof. Ms. Anderson dos Santos Carvalho Introdução É importante esclarecer que a análise de conteúdo não deve ser confundida com a análise do

Leia mais

COMUNICAÇÃO QUE GERA RESULTADO

COMUNICAÇÃO QUE GERA RESULTADO COMUNICAÇÃO QUE GERA RESULTADO Minha missão é preparar, motivar e inspirar as pessoas para que elas conquistem seus objetivos. Romero Machado PALESTRAS PALESTRA OS SEGREDOS DAS APRESENTAÇÕES E PALESTRAS

Leia mais

Mostra de Projetos Criando Identidade com Pontal do Paraná. Protegendo a Maternidade. Alimentando Vidas. Qualidade de Vida - Mulheres Coletoras

Mostra de Projetos Criando Identidade com Pontal do Paraná. Protegendo a Maternidade. Alimentando Vidas. Qualidade de Vida - Mulheres Coletoras Mostra de Projetos 2011 Criando Identidade com Pontal do Paraná Protegendo a Maternidade Alimentando Vidas Qualidade de Vida - Mulheres Coletoras Mostra Local de: Pontal do Paraná. Categoria do projeto:

Leia mais

Avaliação Diagnóstica 1ºano

Avaliação Diagnóstica 1ºano Avaliação Diagnóstica 1ºano Manual do Educador Prezado Professor (a), Elaboramos este instrumento avaliativo a fim de contribuir no trabalho didático, bem como fazer com que você conheça de imediato os

Leia mais

TÍTULO: OS DESAFIOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DA REGIÃO MÉDIO PARAÍBA

TÍTULO: OS DESAFIOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DA REGIÃO MÉDIO PARAÍBA TÍTULO: OS DESAFIOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DA REGIÃO MÉDIO PARAÍBA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO GERALDO

Leia mais

MATERIAL DE APOIO PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETO PARA CELEBRAÇÃO DE CARTA ACORDO

MATERIAL DE APOIO PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETO PARA CELEBRAÇÃO DE CARTA ACORDO MATERIAL DE APOIO PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETO PARA CELEBRAÇÃO DE CARTA ACORDO A nossa ideia de projeto é que ele sirva para embasar e orientar um roteiro de trabalho compartilhado de um grupo, sendo muito

Leia mais

Plano Nacional de Turismo

Plano Nacional de Turismo Plano Nacional de Turismo 2011-2015 Conceito Conjunto de diretrizes, metas e programas que orientam a atuação do Ministério do Turismo, em parceria com outros setores da gestão pública nas três esferas

Leia mais

Produção de Conhecimento - ação-reflexão constantes permitiram avançar no campo museológico. Organização e Participação dos Profissionais

Produção de Conhecimento - ação-reflexão constantes permitiram avançar no campo museológico. Organização e Participação dos Profissionais AVANÇOS DO CAMPO MUSEAL BRASILEIRO Formação Profissional Produção de Conhecimento - ação-reflexão constantes permitiram avançar no campo museológico Organização e Participação dos Profissionais Revisão

Leia mais

PERFIS DE SAÍDA DOS ESTUDANTES DA 5ª SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL, COMPONENTE CURRICULAR LÍNGUA PORTUGUESA

PERFIS DE SAÍDA DOS ESTUDANTES DA 5ª SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL, COMPONENTE CURRICULAR LÍNGUA PORTUGUESA PERFIS DE SAÍDA DOS ESTUDANTES DA 5ª SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL, COMPONENTE CURRICULAR LÍNGUA PORTUGUESA CONTEÚDOS EIXO TEMÁTICO COMPETÊNCIAS ESPERADAS Variedades lingüísticas; Diálogo; Turnos. Gênero

Leia mais

Núcleo de Materiais Didáticos

Núcleo de Materiais Didáticos Gestão de Talentos e Mapeamento por Aula 4 Prof a Cláudia Patrícia Garcia Aula 4 - Gestão por claudiagarcia@grupouninter.com.br MBA em Gestão de Recursos Humanos Lembrando... A gestão por competências

Leia mais

Política de Comunicação do IFRS: conceito, metodologia e participação. Wilson da Costa Bueno Bento Gonçalves/RS 05/03/2015

Política de Comunicação do IFRS: conceito, metodologia e participação. Wilson da Costa Bueno Bento Gonçalves/RS 05/03/2015 Política de Comunicação do IFRS: conceito, metodologia e participação Wilson da Costa Bueno Bento Gonçalves/RS 05/03/2015 Conceito Política de Comunicação é o conjunto sistematizado de princípios, valores,

Leia mais

Sequência Didática e o Ensino do Gênero Artigo de Opinião. Ana Luiza M. Garcia

Sequência Didática e o Ensino do Gênero Artigo de Opinião. Ana Luiza M. Garcia Sequência Didática e o Ensino do Gênero Artigo de Opinião Ana Luiza M. Garcia Organização do Encontro O TRABALHO COM SD A SD DO GÊNERO ARTIGO DE OPINIÃO JOGOS (VIRTUAIS e QP BRASIL ) Questões-chave O que

Leia mais

ATITUDE E EXPECTATIVAS DO CONSUMIDOR: A CRIAÇÃO DE VÍNCULOS COM AS MARCAS

ATITUDE E EXPECTATIVAS DO CONSUMIDOR: A CRIAÇÃO DE VÍNCULOS COM AS MARCAS 9º ENCONTRO DE MARKETING DA UNIMED DO BRASIL ATITUDE E EXPECTATIVAS DO CONSUMIDOR: A CRIAÇÃO DE VÍNCULOS COM AS MARCAS SHARON HESS Engajamento para construção de marca Transcendência da função para o

Leia mais

COMUNICAÇÃO NO AMBIENTE CORPORATIVO MARIANA DE LIMA GAZOTTI

COMUNICAÇÃO NO AMBIENTE CORPORATIVO MARIANA DE LIMA GAZOTTI COMUNICAÇÃO NO AMBIENTE CORPORATIVO MARIANA DE LIMA GAZOTTI 34 anos de idade, 16 anos de experiência na área de Comunicação Empresarial; Graduação em Jornalismo, com pós-graduação em Comunicação Pública

Leia mais

OPORTUNIDADES DE ESTÁGIO

OPORTUNIDADES DE ESTÁGIO Nº da vaga: 1349 Curso(s): Comunicação Social, Jornalismo Acompanhar a busca de noticias; Atuar em pesquisas na Atividades a serem internet; Auxiliar em edição eletrônica de textos; Auxiliar nos desenvolvidas:

Leia mais

ANEXO I ROTEIRO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS FMIG 2016

ANEXO I ROTEIRO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS FMIG 2016 ANEXO I ROTEIRO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS FMIG 2016 Cada projeto deve conter no máximo 20 páginas 1. APRESENTAÇÃO Faça um resumo claro e objetivo do projeto, considerando a situação do idoso, os dados

Leia mais

FATORES SITUACIONAIS. Comportamento do Consumidor. Profa. Maria Eneida Porto Fernandes

FATORES SITUACIONAIS. Comportamento do Consumidor. Profa. Maria Eneida Porto Fernandes FATORES SITUACIONAIS Comportamento do Consumidor Profa. Maria Eneida Porto Fernandes Quais são? Ambiente Físico Ambiente Social Tempo Propósito da Compra Estado de Espírito e Predisposição Conforme muda

Leia mais

UNIDADE DE ESTUDO - 3ª ETAPA

UNIDADE DE ESTUDO - 3ª ETAPA OBJETIVOS GERAIS: UNIDADE DE ESTUDO - 3ª ETAPA - 2016 Disciplina: Linguagem Oral e Escrita Professoras: Anália, Carla, Fabiana e Roberta Período: 2º Segmento: Educação Infantil Mostrar autonomia na utilização

Leia mais