MANUAL RESPONSABILIDADE TÉCNICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MANUAL RESPONSABILIDADE TÉCNICA"

Transcrição

1 CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO ESTADO DO TOCANTINS MANUAL DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA GESTÃO 2005/2007

2 CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO ESTADO DO TOCANTINS GESTÃO 2005/2007 DIRETORIA EXECUTIVA Presidente: Francisco Pereira Ramos Vice-Presidente: Helciléia Dias Santos Secretária-Geral: Elga Lopes da Cunha Martins Tesoureiro: Olivério Alves da Silva Neto CONSELHEIROS EFETIVOS Alberto Mendes da Rocha Espedito Pereira Lima Júnior Jair Fernandes de Oliveira Marcelo Aguiar Inocente Marques Barbosa de Oliveira Paulo Sérgio da Rocha CONSELHEIROS SUPLENTES: Felipe Nauar Chaves Carlos Nunes da Silva Hugo Sérgio Zanetti José Gaspar Silva de Moraes José Henrique Pereira da Silva Sebastião de Oliveira Costa Av. Teot. Segurado, Qd. 602 sul, Cj. 01 Lt. 06, Caixa Postal CEP Palmas - TO, Telefone: (63) /

3 CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO ESTADO DO TOCANTINS COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO MANUAL DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA FELIPE NAUAR CHAVES Presidente Méd. Vet. CRMV-TO 0040 WELCITON DE ASSUNÇÃO ALVES Méd. Vet CRMV-TO 0320 KARLA LUIZA PINTER LACERDA Méd. Vet. CRMV-TO 0436 LÍVIA CARLA VINHAL Méd. Vet CRMV-TO 0328

4 ÍNDICE Apresentação 09 Resolução 015/ CAPÍTULO I Orientações Gerais e Obrigações do Responsável Técnico 1 Limites de Carga horária 14 2 Capacitação para assumir a Responsabilidade Técnica - RT 14 3 Limites da Área de Atuação 14 4 Responsabilidade pala Qualidade dos Produtos e Serviços Prestados 15 5 Livro de Registro e Anotação das Ocorrências 15 6 Obrigação do Cumprimento da Carga Horária 15 7 Fiscalização dos Estabelecimentos e Constatação de Irregularidades 16 8 Relacionamento com o Serviço de Inspeção Oficial 16 9 Habilitação do Estabelecimento Cobrança de Honorários Termo de Constatação e Reconhecimento Laudo Informativo Situação em que é Permitido o Vedado ao RT Acumular Função de de Inspeção Oficial 18 CAPÍTULO II Legislações de Interesse do Responsável Técnico Leis Federais 19 Leis Estaduais 20 Decretos Federais 20 Decretos Estaduais 21 Resoluções do CFMV 21 Portarias Federais e Estaduais 22 CAPÍTULO III Responsabilidades, Deveres e Procedimentos do Responsável Técnico 1 Apicultura 23 2 Aquicultura 23 3 Biotérios 27 4 Casas Agropecuária, Pet Shops e outros Estabelecimentos que comercializam e/ou distribuem medicamentos, rações, minerais e animais 28 5 Empresas de Controle e Combate de Pragas e Roedores 30 6 Estabelecimentos Avícolas 30 7 Estabelecimentos que Industrializam Rações, Concentrados e Sais Minerais para Alimentação Animal 33 8 Estabelecimentos de Multiplicação de Animal 34 9 Exposições,Feiras, Leilões e outros Estabelecimentos Pecuários Empresas de Produção Animal Hospitais, Clínicas, Consultórios, Ambulatórios e Laboratórios de Patologia e Análises Clínicas Veterinárias Indústrias da Carne 38

5 13 Indústrias de Laticínios Indústrias de Pescados Indústrias, Entrepostos e Distribuidores de Produtos Veterinários Estabelecimentos de Ensino Superior de Zootecnia e Medicina Veterinária Planejamento, Consultoria Veterinária e zootécnica Produção de Ovos, e Larvas de Bicho da Seda Rastreabilidade de Animais Suinocultura Supermercados Zoológicos, Parques Nacionais, Criatório de Animais Silvestres Exóticos e Outros 52 ANEXO I Anotação de Responsabilidade Técnica 54 ANEXO II Tabela de Honorários 55 ANEXO III Termo de Constatação e Recomendação 56 ANEXO IV Laudo Informativo 57 ANEXO V Baixa da Anotação de Responsabilidade Técnica 58 ANEXO VI Lei nº 5.517, de 23 de outubro de ANEXO VII Lei nº de 041 de dezembro de 1968(parte) 68 ANEXO VIII Lei nº de 30 de outubro de ANEXO IX Resolução CFMV Nº722de 16 de agosto de ANEXO X Resolução Nº413de 10 de dezembro de 1982 (parte) 84 ANEXO XI Resolução Nº582 de 11 de dezembro de ANEXO XII Resolução Nº619 de 14 de dezembro de ANEXO XIII Resolução nº683de 16 de março de

6 APRESENTAÇÃO O CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO ESTADO DO TOCANTINS, ao instituir este MANUAL, através da Resolução 015/2004 do CRMV-TO, resgata uma antiga reivindicação por parte dos Médicos Veterinários e Zootecnistas do Estado do Tocantins. Que graças a inestimável contribuição de outros Conselhos, através de seus Manuais, Diretoria Executiva, Conselheiros e servidores deste CRMV-TO e em especial, da Comissão de Elaboração, e após minucioso estudo das normas e adequação à nossa realidade, foi possível concluir o Manual. Esta Gestão tem a grande honra e o privilégio de publicar e disponibilizar este MANUAL DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA, aos nossos profissionais, como valioso instrumento de trabalho, que terá como finalidade precípua, normatizar a atuação dos profissionais da Medicina Veterinária e Zootecnia, no desempenho das funções de Responsável Técnico, com ética no cumprimento de seus deveres e obrigações. Esperamos estar contribuindo com a sociedade tocantinense, propiciando aos profissionais, oportunidade de usar um instrumento legal, que venha contribuir para melhorar o desempenho de suas atividades de responsabilidade Técnico em todos os níveis de atuação, e por reconhecer que a Sociedade Brasileira não permite mais, produtos e serviços, em especial no nosso segmento sem a devida qualidade e inapropiado ao consumo e uso por parte. Oportunamente não poderíamos deixar de agradecer a todos os profissionais e colaboradores, responsáveis pela elaboração deste MANUAL, bem como recomendar aos Médicos Veterinários e Zootecnistas, que façam deste, um verdadeiro instrumento de orientação no exercício da Responsabilidade Técnica, com competência e assim termos o reconhecimento da sociedade e a valorização profissional, frente às demais categorias profissionais. Finalmente nos propomos a andar juntos com os Médicos Veterinários e Zootecnistas na consolidação dos problemas, vislumbrando as melhorias do sistema e da classe que fazemos parte. Ciente de estarmos no rumo certo, colocamo-nos a disposição, aceitando críticas e sugestões que possam contribuir para o nosso crescimento e valorização. Méd. Vet. FRANCISCO PEREIRA RAMOS CRMV-TO Nº 0019 Presidente 09

7 MANUAL DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA Resolução CRMV-TO nº, 015 de 30 de setembro de Aprova e institui o Manual de Responsabilidade Técnica do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado do Tocantins O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado do Tocantins CRMV-TO, pelo seu Plenário, reunido em 06 de agosto de 2004, com fulcro no art. 4º, r, da Resolução nº 591, de 26 de junho de 1992, do egrégio Conselho Federal de Medicina Veterinária; RESOLVE: Art. 1º - Aprovar o manual de orientação técnico-profissional, destinado ao médico veterinário e ao zootecnista que desempenham a função de Responsável Técnico junto a empresas, associações, companhias, cooperativas, entidades públicas, empresas de economia mista e outra que exercem atividades peculiares à medicina veterinária e à zootecnia. Art. 2º - A função de Responsável Técnico será exercida por profissionais regularmente inscrito e em dias com as suas obrigações perante o CRMV-TO. Parágrafo único Para assumir a Responsabilidade Técnica, é necessário que o Profissional, além de sua graduação universitária, tenha conhecimento específico na área em que irá desempenhar sua função. Art. 3º - O desempenho da atividade do Responsável Técnico dar-se-á com carga horária mínima de 05 (cinco) horas semanais, por estabelecimentos, respeitando o limite de 44 (quarenta e quatro) horas semanais. Parágrafo 1º - Cabe ao profissional programar a distribuição de sua carga horária durante a semana. Art. 4º - O Responsável Técnico que não cumprir a carga horária mínima exigida está sujeito a ter seu contrato de Responsabilidade Técnica rescindido e a responder a processo ético-profissional. Art. 5º - O Responsável Técnico deverá apresentar ao CRMV-TO a Anotação de Responsabilidade Técnica ART (anexo 1), firmada com a empresa para que seja submetido à análise e averbação. 1º - No campo destinado à descrição sucinta do serviço contratado da ART, constará a expressão: Atividade descrita no item, do capítulo III - Responsabilidade e Deveres do Manual de Responsabilidade Técnica do 11

8 CRMV-TO aprovado pela Resolução nº 015/04, onde constará o item específico ao tipo de estabelecimento onde se desenvolve a Responsabilidade Técnica. 2º - Caso o Responsável Técnico seja contratado para desempenhar apenas parcialmente as atividades descrita no capítulo do tipo de estabelecimento para que foi contratado, o CRMV-TO somente efetivará a anotação de responsabilidade técnica em conjunto com a de outro profissional que desempenhe as demais ações obrigatórias. 3º - A validade da ART, será no máximo (um ou dois) anos podendo ao término deste ser renovado. Art.6º - O CRMV-TO avaliará se a Anotação de Responsabilidade Técnica ART permite o fiel desempenho da responsabilidade técnica contratada, levando em consideração as funções outras assumidas pelo mesmo profissional, a compatibilidade de horário e a situação geográfica dos respectivos locais de trabalho e o seu domicílio, estabelecido ainda, o que preconiza o Art. 58 da CLT e o Art 7º inciso XIII, da Constituição Federal. 1º - Quando o profissional que irá assumir a Responsabilidade Técnica for sócio, proprietário ou diretor técnico da empresa, a Anotação de Responsabilidade Técnica poderá ser substituída por uma declaração, assinada pela partes, na qual conste que o profissional é o Responsável Técnico da pessoa jurídica. 2º - O CRMV-TO poderá indeferir a Anotação de Responsabilidade Técnica, ou a Declaração de Responsabilidade Técnica, se convencido do comprometimento ao fiel desempenho e alcance da responsabilidade contratada. 3º - Em campo específico da ART, constar o horário do exercício da atividade de Responsabilidade Técnica. Art.7º - O desempenho da função de Responsável Técnico é incompatível com a atividade de fiscalização exercida por servidor público, exceto nos casos em que não haja conflito entre ambas as atribuições. Parágrafo único O profissional que iver seus contrato já firmado, sem a observação do caput deste artigo, fica obrigado a regularizar a sua situação, em até 180 (cento e oitenta) dias, após a publicação desta Resolução. Art. 8º - O Responsável Técnico deve manter afixado no estabelecimento onde atua em local visível, informações constando: seu nome, função e telefone de contato. Art.9º - O Profissional deve assegurar-se de que o estabelecimento do qual assumirá a Responsabilidade Técnica encontra-se legalmente habilitado ao desempenho de suas atividades, especialmente quanto ao seu registro junto ao CRMV-TO. 12

9 Art.10º - É vedada a prestação de serviços gratuitos ou por preço flagrantemente abaixo dos praticados na região, exceto por motivo personalíssimo, o que, se ocorrer, requer do profissional justificativa desse procedimento junto ao solicitante dos seus trabalhos e ao CRMV-TO. Art.11º - O Responsável Técnico no desempenho de suas funções, deve pautar sua conduta obedecendo: a) O horário do exercício da atividade, estabelecido em sua ART; b) Manter um bom relacionamento com os órgãos oficiais de fiscalização, executando suas atividades em consonância com as normas legais pertinentes; c) Notificar às Autoridades Sanitária Oficiais quando da ocorrências de Doenças de Notificação Compulsória; d) Propor revisões de normas legais ou de decisões das autoridades constituídas, sempre que estas venham a conflitar com os aspectos científicos, técnicos e sociais, disponibilizando subsídios que proporcionem e justifiquem as alterações necessárias, enviando-as ao CRMV-TO; e) - inteirar-se da legislação ambiental, orientando a adoção de medidas preventivas e reparadoras a possíveis danos ao meio ambiente e f) comunicar, imediatamente, ao CRMV-TO o cancelamento do contrato de Responsabilidade Técnica (anexo 4), sob pena de continuar sendo co-responsável por possíveis danos ao consumidor, perante ao CRMV-TO. Art. 12 Às empresas e organizações obrigadas a registrarem-se no quadro de pessoas jurídicas do CRMV-TO, por força do disposto no artigo 27, da Lei nº 5.517, de 23 de outubro de 1968, na forma da redação que lhe deu a Lei nº 5.634, de 02 de dezembro de 1970, é exigida a apresentação de seu Responsável Técnico, em conformidade com as normas constantes desta Resolução. Art.13 Esta Resolução entra em vigor nesta data. Palmas, aos 30 dias do mês de setembro de Méd. Vet. Francisco Pereira Ramos CRMV-TO nº 0019 Presidente 13

10 MANUAL DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA APROVADO PELA RESOLUÇÃO CRMV-TO Nº 015/2004 CAPÍTULO I ORIENTAÇÕES GERAIS E OBRIGAÇÕES DO RESPONSÁVEL TÉCNICO (RT) O presente Capítulo trata de situações concretas da responsabilidade do profissional perante a empresa e o consumidor e, sobre o qual, OBRIGATORIAMENTE, deve estar ciente para o bom desempenho de sua função. 1 - LIMITES DE CARGA HORÁRIA: O Profissional poderá comprometer seu tempo no máximo com carga horária de 44 (quarenta e quatro) horas semanais. Assim, o número de empresas que poderá assumir como RT dependerá da quantidade de horas que consta no contrato de cada uma, bem como do tempo gasto para deslocamento entre uma e outra empresa. A carga horária mínima para Pessoa Jurídica é 05 (cinco) horas semanais. 2 - CAPACITAÇÃO PARA ASSUMIR A RESPONSABILIDADE TÉCNICA É de responsabilidade do Profissional e recomenda-se que o mesmo tenha, além de sua graduação universitária, treinamento específico na área em que assumir a responsabilidade técnica, mantendo-se sempre atualizado, cumprindo as normas e resoluções do CFMV e CRMV-TO. 3 - LIMITES DA ÁREA DE ATUAÇÃO DO RT A área de atuação do RT deverá ser, preferencialmente, no 14

11 município onde reside o Profissional ou no máximo num raio de 150 (cento e cincoenta) quilômetros deste, podendo o CRMV-TO, a seu juízo, conceder anotação em situações excepcionais, desde que plenamente justificado e que não haja incompatibilidade com outras responsabilidades técnicas já assumidas. 4 - RESPONSABILIDADE PELA QUALIDADE DOS PRODUTOS E SERVIÇOS PRESTADOS O RT é o profissional que vai garantir à empresa contratante bem como ao consumidor a qualidade do produto através do serviço prestado, respondendo eticamente por possíveis danos que possam vir a ocorrer ao consumidor, uma vez caracterizada sua culpa (por negligência, imprudência, imperícia ou omissão). O RT não será responsabilizado pelos danos oriundos da omissão das Empresas em suas atribuições. O processo ético não impede ações civis e criminais decorrentes. 5 - LIVRO DE REGISTRO E ANOTAÇÃO DAS OCORRÊNCIAS O RT deve manter na empresa, à disposição dos fiscais do CRMV-TO, o LIVRO DE REGISTRO E ANOTAÇÕES DO RESPONSÁVEL TÉCNICO para seu uso exclusivo, para este fim, com páginas numeradas. No decorrer do contrato firmado com a empresa, é importante que o RT registre neste livro as recomendações e orientações prestadas aos funcionários, proprietários e clientes. Deve, ainda, constar neste livro, qualquer ocorrência que não exija o registro nos formulários Termo de Constatação e Recomendação ou Laudo Informativo, conforme item 11 deste Capítulo. (Quando emitir o Termo de Constatação e Recomendação). 6 - OBRIGAÇÃO NO CUMPRIMENTO DA CARGA HORÁRIA Considerando a distância em que está localizado o estabelecimento, a disponibilidade de Profissional habilitado, as dificuldades para exercer a função de RT, bem como a realidade vivenciada pela 15

12 comunidade e, especialmente, as condições da empresa, a capacitação de seus funcionários e o volume de produção, o CRMV-TO poderá, a seu critério, fazer concessões quanto a carga horária. Neste caso o Profissional que solicitou a concessão, passa a ter maior responsabilidade que aquela na condição normal porque o CRMV-TO vai exigir maior rigor em seus controles. 7 - FISCALIZAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS E CONSTATAÇÃO DE IRREGULARIDADES PELO CRMV-TO A fiscalização das atividades dos RT's nos estabelecimentos se dará através dos Fiscais do CRMV-TO. O acompanhamento tem a finalidade de cobrar os resultados esperados, exigindo o trabalho do RT em defesa do consumidor, proprietário e da profissão. 8 - RELACIONAMENTO COM O SERVIÇO DE INSPEÇÃO OFICIAL O RT deve executar suas atribuições em consonância com o Serviço de Inspeção Oficial, acatando as normas legais pertinentes, ciente de que as atribuições legais de Inspeção Sanitária Oficial são de competência do médico veterinário do serviço oficial, juridicamente distinta das ações da função de RT. 9 - HABILITAÇÃO DO ESTABELECIMENTO Deve o Profissional assegurar-se de que o estabelecimento com o qual assumirá ou assumiu a responsabilidade técnica, encontra-se legalmente habilitado ao desempenho de suas atividades, especialmente quanto a seu registro junto ao CRMV-TO e demais órgãos relacionados à sua atividade COBRANÇA DE HONORÁRIOS Os honorários mínimos que devem ser cobrados pela 16

13 prestação de serviços de RT, estão previstos em tabela (Anexo 2. Tabela de Honorários). Ao Profissional que executar qualquer atividade, diferente daquela contratada, recomenda-se cobrar estes serviços separadamente, como liberal autônomo TERMO DE CONSTATAÇÃO E RECOMENDAÇÃO O RT emitirá o Termo de Constatação e Recomendação (Anexo 3) à empresa, quando identificados problemas técnicos ou operacionais que necessitem de ação corretiva, após terem sido relatados no Livro de Ocorrências e não resolvidos. Este Termo deve ser lavrado em 2 (duas) vias, devendo a 1ª via ser encaminhada à empresa e a 2ª via permanece de posse do RT LAUDO INFORMATIVO Nos casos em que o proprietário se negar a executar a atividade e/ou dificultar a ação do RT, este deverá emitir o Laudo Informativo (Anexo 4), que será remetido ao CRMV-TO, acompanhado da(s) cópia(s) do(s) respectivo(s) Termo de Constatação e Recomendação (caso tenha sido usado como recurso anteriormente), devendo esse Laudo ser o mais detalhado possível em informações sobre a(s) ocorrência(s). Tal documento é muito importante para o RT, nos casos em que tenha sido colocado em risco a saúde pública ou que o consumidor tenha se sentido lesado. É documento hábil para dirimir dúvidas quanto às responsabilidades decorrentes de sua ação e tem a finalidade de salvaguardalo da acusação de omissão ou conivência. Deve, entretanto, o RT evitar atitudes precipitadas, usar o bom senso, reservando a elaboração deste laudo àqueles casos onde for impossível solução no prazo desejado. Deve ser emitido em 02 (duas) vias, sendo a 1ª via para tramitação interna do CRMV-TO e a 2ª via como documento do Profissional, servindo de elemento comprobatório da notificação da ocorrência. 17

14 13 - SITUAÇÕES EM QUE É PERMITIDO OU VEDADO AO RT ACUMULAR A FUNÇÃO DE INSPEÇÃO OFICIAL Em estabelecimentos administrados pela Prefeitura Municipal (Matadouros e outros) o RT poderá acumular a função de Inspetor Oficial se houver concordância do Responsável pelo referido Serviço Oficial. Leva-se em consideração, neste caso, a impossibilidade da Prefeitura contratar dois Profissionais e a disponibilidade de tempo suficiente para que o mesmo possa cumprir as duas tarefas. Nos estabelecimentos particulares, o RT deve ser outro profissional que não o do Serviço de Inspeção, atendendo o descrito no item 8 deste Manual. 18

15 LEIS FEDERAIS CAPÍTULO II LEGISLAÇÃO DE INTERESSE DO RESPONSÁVEL TÉCNICO. Lei nº 1.283, de 18 de dezembro de 1950 Dispõe sobre a Inspeção Industrial e Sanitária dos Produtos de Origem Animal;.Lei nº 4.736, de 15 de julho de 1965 Dispõe sobre a Inspeção e Fiscalização de ingredientes, alimentos e produtos destinados à alimentação animal;.lei nº de 3 de janeiro de 1967 Dispõe sobre a proteção à fauna;.lei nº de 23 de outubro de Dispõe sobre o exercício da profissão de Médico-Veterinário e cria os Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária;.Lei nº de 04 de dezembro de 1968 Dispõe sobre o exercício da Zootecnia;.Lei nº 6.198, de 26 de dezembro de 1974 Dispõe sobre a Inspeção e a Fiscalização obrigatórias dos produtos destinados à alimentação animal;.lei nº de 30 de outubro de 1980 Dispõe sobre o Registro de Empresas nas Entidades Fiscalizadoras do exercício de Profissões;.Lei nº 7.889/89 de 23 de dezembro de 1989 Dispõe sobre a Inspeção Sanitária e Industrial dos Produtos de Origem Animal, e dá outras providências;.lei nº de 11 de setembro de 1990 PROCON Dispõe sobre a Proteção do Consumidor e dá outras providências 19

16 .Lei 8.171, de 17 de janeiro de 1991, alterada pela Lei 9712 de 20 de novembro de 1998 Dispõe sobre a política agrícola.lei nº de 16 de fevereiro de 1998 Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente; Lei de Crimes Ambientais ; LEIS ESTADUAIS. Lei 502 de 28 de dezembro de Dispõe sobre a inspeção sanitária industrial de produtos de origem animal e dá outras providências.lei nº de 1º de julho de 1999 Dispõe sobre a defesa da sanidade animal e vegetal no Estado do Tocantins DECRETOS FEDERAIS de 25 de junho de 1962 Altera o Decreto nº de 29 de março de 1952, que aprovou o regulamento da inspeção industrial e sanitária de produtos de origem animal de 17 de junho de 1969 Aprova o regulamento do exercício da Profissão de Médico Veterinário e dos Conselhos de Medicina Veterinária; de 27 de agosto de 1971, alterado pelos dispositivos do Decreto de 25 de fevereiro de 1992 Dispõe sobre o Registro das entidades que menciona no Conselho de Medicina Veterinária e dá outras providências; de 06 de outubro de 1995 Aprova o Regulamento de Fiscalização de Produtos de uso Veterinário e dos estabelecimentos que os fabriquem e/ou comerciem, e dá outras providências. 20

17 DECRETOS ESTADUAIS. 860 de 11 de novembro de 1999 Regulamenta a Lei 1082/99, na parte que dispõe sobre a defesa da sanidade animal no Estado do Tocantins. 343 de 04 de novembro de 1996 Estatui a regulamentação da inspeção e reinspeção industrial e sanitária de produtos de origem animal RESOLUÇÕES DO CFMV. 413 de 10 de dezembro de 1982 Ementa: Código de Ética Profissional Zootécnico;.582 de 11 de dezembro de 1991 Dispõe sobre Responsabilidade Profissional (técnica) e dá outras providências;.591 de 26 de junho de 1992 Institui no âmbito da Autarquia, o Regimento Interno Padrão dos CRMV's;.592 de 26 de junho de 1992 Enquadra as entidades obrigadas a Registro na Autarquia: CFMV-CRMV's;.619 de 14 de dezembro de 1994 Especifica o campo de atividade do Zootecnista;.670 de 16 de setembro de 2000 Conceitua e estabelece condições para o funcionamento dos estabelecimentos médicos veterinários, e dá outras providências.680 de 15 de dezembro de 2000 Dispõe sobre inscrição, registro, cancelamento e movimentação de pessoa física e jurídica no âmbito da autarquia;.682 de 25 de junho de 2001 Fixa valores de multas; 21

18 .705 de 07 de março de 2002 Altera dispositivos das resoluções que especifica;.722 de 16 de agosto de 2002 Aprova o Código de Ética do Médico Veterinário PORTARIAS FEDERAIS E ESTADUAIS Além destes dispositivos legais RT deve estar ciente de Portarias e Instruções Normativas, emitidos pelos órgãos Federais e Estaduais na sua área de atuação. Observação: Sites para consulta à legislação

19 CAPÍTULO III RESPONSABILIDADES, DEVERES E PROCEDIMENTOS DO RESPONSÁVEL TÉCNICO 1.APICULTURA Estabelecimentos que manipulam, beneficiam e distribuem produtos derivados da criação de abelhas. 1.1.Entrepostos de mel e derivados Quando no desempenho de suas funções, o Responsável Técnico (RT) deve: a) orientar sobre procedimentos que envolve a colheita do mel e derivados, de forma a facilitar os trabalhos no entreposto; b) orientar adequadamente o transporte do mel e cuidados a serem dispensados nos veículos; c) orientar sobre o fluxograma de processamento do mel; d) orientar os funcionários quando à observação dos preceitos básicos de higiene pessoal, uso de vestuário adequado e da manipulação; e) orientar a empresa quanto à utilização das embalagens, conforme o previsto em legislação vigente; f) ter conhecimento dos aspectos técnicos e legais a que estão sujeitos os estabelecimentos, especialmente quanto aos Regulamentos e Normas. CARGA HORÁRIA:.ENTREPOSTOS DE MEL E DERIVADOS até 500 kg/dia: 05 horas/semanais acima 500kg/dia: 10 horas/semanais 2. AQÜICULTURA 2.1 Piscicultura Empresas rurais que têm como objetivo básico, a produção de animais aquáticos, ou a pesca principalmente como laser. Classificam-se em: - Estação de alevinagem; - Engorda e/ou ciclo completo; 23

20 - Pesque-pague; - Produtores de Peixes Ornamentais com finalidade comercial Estação de alevinagem Estabelecimentos que tenha como objetivo primordial a produção de ovos, larvas e alevinos. No desempenho de sua função técnica cabe ao Responsável Técnico (RT): a) orientar que toda água a ser utilizada em tanques ou viveiros deve ser originária de fontes isentas de contaminação; b) orientar quanto à qualidade de água isenta de ovos e larvas de espécies indesejáveis; c) manter controle físico-químico da água dentro dos parâmetros técnicos recomendados em termos de oxigenação, temperatura, alcalinidade, ph, dureza, amônia, nitritos e nitratos entre outras provas; d) não permitir o uso de medicamentos, drogas ou produtos químicos para tratamento de peixe ou desinfeção da água e equipamentos quando houver a possibilidade de acúmulo de resíduos tóxicos, altos riscos na manipulação e/ou contaminação ambiental, através de efluentes; e) a utilização de medicamentos ou produtos químicos deverá ser orientada quando houver segurança da eficiência, sem riscos de manipulação e isentos de efeitos sobre o meio ambiente, através dos efluentes; f) estar perfeitamente informado sobre as drogas e medicamentos aprovados; g) mater sob permanente vigilância os estabelecimentos localizados em depressões de solo, pela possibilidade de receber invasão de outras águas fluviais; h) orientar o proprietário e estar atento quanto aos riscos do estabelecimento estar próximo a propriedades agrícolas em função do uso de defensivos agrícolas; i) orientar o proprietário, por ocasião da aquisição de reprodutores, quanto ao local de origem ou de captura, considerando aspectos sanitário, ambiental e genético; j) ter domínio da tecnologia de produção (manejo, nutrição, sanidade, etc.) das espécies cultivadas, bem como da tecnologia de manejo da água e dos tanques, além dos instrumentos e equipamentos do laboratório de reprodução (Alevinagem); k) orientar o fluxo de água e não permitir a descarga de efluentes poluentes nos mananciais da captação dos mesmos. Orientar para que efluentes poluentes sejam adequadamente tratados nas propriedades; l) orientar os clientes, verbalmente e/ou através de folheto, para que o 24

21 transporte de alevinos, larvas e ovos da estação até as propriedades, seja realizado em embalagens com água oriunda do subsolo (poço) e fontes superficiais; m) ter conhecimento pleno sobre a legislação ambiental, sanitária e fiscal vigentes, para orientar o proprietário sobre o seu cumprimento; n) primar pela manutenção das condições higiênico-sanitárias em todas as instalações, equipamentos e instrumentos; o) orientar sobre a necessidade de obter outorga de água e a licença ambiental da piscicultura Engorda e/ou ciclo completo Estabelecimentos que criam em ciclo completo ou recebem alevinos ou peixes jovens com objetivo de criação e engorda para abastecimento dos Pesque-pague ou comercialização junto às indústrias e outros estabelecimentos. No desempenho da Função Técnica o RT deve: a) garantir que os animais saiam da propriedade somente após vencido o prazo da carência de medicamentos utilizados na criação e/ou engorda; b) responsabilizar-se por todas as atividades constantes do item 14 letras de a até k (Indústrias de Pescados) Pesque-Pague Nestes estabelecimentos é preciso considerar: 1º - A exigência do Responsável Técnico (RT) está atrelada a existência ou não de Pessoa Jurídica constituída; 2º - A grande maioria está estabelecida como Pessoa Física (Produtor Rural); 3º - Que a legislação atual não prevê a exigência de Registro e RT para Pessoa Física; 4º - Que o problema é complexo em função do uso inadequado de produtos medicamentosos considerados cancerígenos que são aplicados muitas vezes indiscriminadamente, sendo que imediatamente após o uso, os peixes estão disponíveis ao consumo humano. Assim, havendo a possibilidade de contar com o RT nos Pesque-pague, a responsabilidade do Profissional é: a) garantir que a pesca somente seja possível após vencido o prazo de carência dos medicamentos utilizados; 25

22 b) garantir uso somente de medicamentos tecnicamente recomendados; c) prestar assistência quanto a nutrição; d) orientar o manejo em geral; e) acatar e determinar o cumprimento de toda a legislação vigente relativa a espécie explorada; f) orientar práticas higiênico-sanitárias; g) orientar a manipulação de produtos e/ou subprodutos; h) orientar sobre a necessidade de obter a outorga de água e a licença ambiental de piscicultura Produtores de peixes ornamentais No desempenho da sua função o RT deve: a) orientar o transporte adequado; b) orientar os clientes (proprietários lojistas) sobre práticas higiênicosanitárias, qualidade da água, ph, temperatura, etc, para garantir aos consumidores, espécimes sadios; c) prestar assistência quanto a nutrição; d) orientar o manejo em geral; e) acatar e determinar o cumprimento de toda a legislação vigente relativa a espécie explorada; f) orientar a manipulação de produtos e/ou subprodutos; g) orientar sobre a necessidade de obter a outorga de água e a licença ambiental de piscicultura. CARGA HORÁRIA MÍNIMA: 05 (cinco) horas semanais 2.2. Ranicultura Estabelecimento que tem como objetivo especial à criação de rãs com finalidade comercial. No desempenho de sua função o Responsável Técnico (RT) tem como objetivo: a) acompanhar a avaliação do projeto junto ao Órgão Ambiental; b) orientar no sentido de que toda água a ser utilizada deve ser isenta de contaminações, ovos e larvas indesejáveis bem como de defensivos agrícolas. c) manter a qualidade físico-química e biológica dos efluentes líquidos 26

RESOLUÇÃO CRMV-DF Nº 06, de 24 de Março de 2014

RESOLUÇÃO CRMV-DF Nº 06, de 24 de Março de 2014 RESOLUÇÃO CRMV-DF Nº 06, de 24 de Março de 2014 Aprova as Normas de orientação técnico-profissional, destinadas ao médico veterinário e ao zootecnista que desempenham a função de Responsável Técnico junto

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO ESTADO DE SANTA CATARINA - CRMV-SC

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO ESTADO DE SANTA CATARINA - CRMV-SC RESOLUÇÃO CRMV-SC N 042/2007, DE 15 DE FEVEREIRO DE 2007 O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Santa Catarina CRMV/SC, em Sessão Plenária Ordinária nº 275 de 15 fevereiro de 2007, amparados

Leia mais

Manual do Responsável Técnico

Manual do Responsável Técnico Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Rondônia (CRMV-RO) Manual do Responsável Técnico 2ª Edição CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO ESTADO DE RONDÔNIA JUNTA GOVERNATIVA INTERINA

Leia mais

ATENCÃO RESPONSÁVEL TÉCNICO MÉDICO VETERINÁRIO E ZOOTECNISTA ATENTE PARA ESSAS ORIENTAÇÕES

ATENCÃO RESPONSÁVEL TÉCNICO MÉDICO VETERINÁRIO E ZOOTECNISTA ATENTE PARA ESSAS ORIENTAÇÕES ATENCÃO RESPONSÁVEL TÉCNICO MÉDICO VETERINÁRIO E ZOOTECNISTA ATENTE PARA ESSAS ORIENTAÇÕES 1) O MÉDICO VETERINÁRIO E O ZOOTECNISTA estão sujeitos a infrações éticas e a responsabilidade civil e criminal,

Leia mais

RESPONSABILIDADE TÉCNICA T COMÉRCIO DE PRODUTOS VETERINÁRIOS

RESPONSABILIDADE TÉCNICA T COMÉRCIO DE PRODUTOS VETERINÁRIOS Serviço o Público P Federal Conselho Regional de Medicina Veterinária ria do RS Setor de Fiscalização RESPONSABILIDADE TÉCNICA T NO COMÉRCIO DE PRODUTOS VETERINÁRIOS RIOS Mateus da Costa Lange Médico Veterinário

Leia mais

MANUAL DO RESPONSÁVEL TÉCNICO

MANUAL DO RESPONSÁVEL TÉCNICO CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO ESTADO DE PERNAMBUCO MANUAL DO RESPONSÁVEL TÉCNICO Normas e Procedimentos 1ª EDIÇÃO JUNHO DE 2001 1 2 CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO ESTADO DE

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO DISTRITO FEDERAL GESTÃO 2013-2016

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO DISTRITO FEDERAL GESTÃO 2013-2016 CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO DISTRITO FEDERAL GESTÃO 2013-2016 MANUAL DE ORIENTAÇÃO E PROCEDIMENTOS PARA O EXERCÍCIO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA BRASÍLIA/DF 1ª EDIÇÃO 2014 CONSELHO REGIONAL

Leia mais

LEGISLAÇÃO E RESPONSABILIDADE TÉCNICA T ESTABELECIMENTOS DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL

LEGISLAÇÃO E RESPONSABILIDADE TÉCNICA T ESTABELECIMENTOS DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL SEMINÁRIO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICAT MÓDULO AVANÇADO ADO INSPEÇÃO SANITÁRIA ESTRELA RS 28 DE MAIO DE 2013 LEGISLAÇÃO E RESPONSABILIDADE TÉCNICA T EM ESTABELECIMENTOS DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL RESPONSÁVEL

Leia mais

PARTE 1 - LEIS PARTE 2 - DECRETOS

PARTE 1 - LEIS PARTE 2 - DECRETOS PARTE 1 - LEIS 5.517, de 23-10-1968 Dispõe sobre o exercício da profissão de médico veterinário e cria os Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária 5.550, de 04-12-1968 Dispõe sobre o exercício

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 756, DE 17 DE OUTUBRO DE 2003

RESOLUÇÃO Nº 756, DE 17 DE OUTUBRO DE 2003 RESOLUÇÃO Nº 756, DE 17 DE OUTUBRO DE 2003 Dispõe sobre o Registro de Título de Especialista em áreas da Medicina Veterinária, no âmbito dos Conselhos Regionais de Medicina Veterinária. O CONSELHO FEDERAL

Leia mais

RESPONSABILIDADE TÉCNICAT NA MEDICINA VETERINÁRIA RIA SEMINÁRIO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICAT 11 DE OUTUBRO DE 2013

RESPONSABILIDADE TÉCNICAT NA MEDICINA VETERINÁRIA RIA SEMINÁRIO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICAT 11 DE OUTUBRO DE 2013 RESPONSABILIDADE TÉCNICAT NA MEDICINA VETERINÁRIA RIA SEMINÁRIO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICAT MÓDULO AVANÇADO ADO SAÚDE PÚBLICAP 11 DE OUTUBRO DE 2013 BAGÉ - RS Quem não se comunica, se trumbica! José Abelardo

Leia mais

http://www.agricultura.sc.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download...

http://www.agricultura.sc.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download... Page 1 of 5 Estado de Santa Catarina Secretaria de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural Portaria SAR nº 17/2010, de 28/10/2010 O Secretário de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural, no

Leia mais

Manual_RT_alterado.qxp 3/29/2006 7:02 PM Page 1

Manual_RT_alterado.qxp 3/29/2006 7:02 PM Page 1 Manual_RT_alterado.qxp 3/29/2006 7:02 PM Page 1 Manual_RT_alterado.qxp 3/29/2006 7:02 PM Page 3 CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO PARANÁ GESTÃO 2002 / 2005 MANUAL DE ORIENTAÇÃO E PROCEDIMENTOS

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA MANUAL DO RESPONSÁVEL TÉCNICO CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA 2005 Gestão 2002/2005 2ª EDIÇÂO Revisada e Ampliada 2005 CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO RIO GRANDE DO SUL MANUAL DO

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº 136, DE 2 DE JUNHO DE 2006.

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº 136, DE 2 DE JUNHO DE 2006. Portaria Nº 136, DE 02 DE JUNHO DE 2006 Situação: Vigente Publicado no Diário Oficial da União de 05/06/2006, Seção 1, Página 4 Ementa: Submete à consulta pública, por um prazo de 60 (sessenta) dias, a

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO ESTADO DE SERGIPE

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO ESTADO DE SERGIPE CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO ESTADO DE SERGIPE GESTÃO 2004-2007 MANUAL DE ORIENTAÇÃO E PROCEDIMENTOS PARA O EXERCÍCIO DE RESPONSÁVEL TÉCNICO (RT) Aracaju/SE 1ª EDIÇÃO 2006 Conselho Regional

Leia mais

Manual do Responsável Técnico. Edição 2007

Manual do Responsável Técnico. Edição 2007 Manual do Responsável Técnico Edição 2007 Conselheiros Efetivos Gestão 2006-2008 Diretoria Executiva Presidente: Moacir Tonet CRMV-SC N 0837/VP Vice-Presidente: Albert Lang CRMV-SC N 1617/VP Secretário-Geral:

Leia mais

DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO ÚNICO

DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO ÚNICO LEI N 2.232, DE 11 DE MAIO DE 1998 Institui o Sistema Municipal de Vigilância Sanitária e contém outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE QUIRINÓPOLIS APROVOU E EU, PREFEITO MUNICIPAL, SANCIONO A SEGUINTE

Leia mais

Dispõe sobre a gestão dos resíduos sólidos, nos termos do artigo 247, parágrafo 3º da Constituição do Estado e dá outras providências.

Dispõe sobre a gestão dos resíduos sólidos, nos termos do artigo 247, parágrafo 3º da Constituição do Estado e dá outras providências. LEI Nº 9.921, DE 27 DE JULHO DE 1993. Dispõe sobre a gestão dos resíduos sólidos, nos termos do artigo 247, parágrafo 3º da Constituição do Estado e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 87, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2004

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 87, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2004 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 87, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2004 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA,

Leia mais

LEI Nº 9.921, DE 27 DE JULHO DE 1993. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.

LEI Nº 9.921, DE 27 DE JULHO DE 1993. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. LEI Nº 9.921, DE 27 DE JULHO DE 1993. Dispõe sobre a gestão dos resíduos sólidos, nos termos do artigo 247, parágrafo 3º da Constituição do Estado e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO

Leia mais

Art. 1º Acrescentar os parágrafos únicos aos arts. 1º e 4º ; o art. 10-A com seus incisos de I, II, III e IV; o

Art. 1º Acrescentar os parágrafos únicos aos arts. 1º e 4º ; o art. 10-A com seus incisos de I, II, III e IV; o MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 36, DE 6 DE DEZEMBRO DE 2012 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁ- RIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO PARA O TRANSPORTE DE ALIMENTOS, MATÉRIA- PRIMA, INGREDIENTES E EMBALAGENS.

ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO PARA O TRANSPORTE DE ALIMENTOS, MATÉRIA- PRIMA, INGREDIENTES E EMBALAGENS. RESOLUÇÃO.../SESA/PR O Secretário Estadual de Saúde, no uso de suas atribuições legais e: CONSIDERANDO a Portaria nº 326/1997/SVS/MS, a Resolução RDC nº275/2002, a Resolução RDC nº 216/2004, da ANVISA,

Leia mais

Dispõe sobre a defesa da sanidade animal e vegetal no Estado do Tocantins. Regulamentação

Dispõe sobre a defesa da sanidade animal e vegetal no Estado do Tocantins. Regulamentação LEI Nº 1082, DE 1º DE JULHO DE 1999. Dispõe sobre a defesa da sanidade animal e vegetal no Estado do Tocantins. Regulamentação O Governador do Estado do Tocantins, Faço saber que a Assembléia Legislativa

Leia mais

WebSite da Vigilância Sanitária

WebSite da Vigilância Sanitária Página 1 de 5 SERVIÇOS MAIS ACESSADOS: Selecione um Serviço Página Principal Quem somos Regularize sua Empresa Roteiros Denúncias e Reclamações Vigilância e Fiscalização Sanitária em Indústrias de Alimentos

Leia mais

Art. 1º - O artigo 104 do Decreto Estadual nº 31.455, de 20 de fevereiro de 1987, passa a vigorar com a seguinte redação:

Art. 1º - O artigo 104 do Decreto Estadual nº 31.455, de 20 de fevereiro de 1987, passa a vigorar com a seguinte redação: DECRETO Nº 2, DE 8 DE JANEIRO DE 2015. Altera e acresce dispositivos ao Decreto nº 31.455, de 1987, que regulamenta os arts. 30 e 31 da Lei nº 6.320, de 20 de dezembro de 1983, que dispõem sobre alimentos

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE DIVINÓPOLIS

PREFEITURA MUNICIPAL DE DIVINÓPOLIS LEI Nº 7.011/2009 Dispõe sobre a constituição do Serviço de Inspeção Municipal - S.I.M. e os procedimentos de inspeção sanitária, do processo de produção de bebidas e alimentos de origem animal e/ou vegetal,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 670, DE 10 DE AGOSTO DE 2000

RESOLUÇÃO Nº 670, DE 10 DE AGOSTO DE 2000 RESOLUÇÃO Nº 670, DE 10 DE AGOSTO DE 2000 Conceitua e estabelece condições para o funcionamento de estabelecimentos médicos veterinários, e dá outras providências. O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA

Leia mais

AQUICULTURA. Curso Sanidade em Aqüicultura. CRMVSP, 25 de maio de 2012

AQUICULTURA. Curso Sanidade em Aqüicultura. CRMVSP, 25 de maio de 2012 LEGISLAÇÃO SANITÁRIA EM AQUICULTURA Curso Sanidade em Aqüicultura CRMVSP, 25 de maio de 2012 CONCEITOS - A saúde é um direito de todos e dever do Estado (Constituição Federal); - Ações indelegáveis de

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA imprimir Norma: RESOLUÇÃO Órgão: Conselho Federal de Medicina Número: 1980 Data Emissão: 07-12-2011 Ementa: Fixa regras para cadastro, registro, responsabilidade técnica e cancelamento para as pessoas

Leia mais

ANEXO 8 ROTEIRO DE INSPEÇÃO DE ESTABELECIMENTOS VETERINÁRIOS

ANEXO 8 ROTEIRO DE INSPEÇÃO DE ESTABELECIMENTOS VETERINÁRIOS ANEXO 8 ROTEIRO DE INSPEÇÃO DE ESTABELECIMENTOS VETERINÁRIOS PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE ROTEIRO DE INSPEÇÃO DE ESTABELECIMENTOS VETERINÁRIOS Data da vistoria: / / A CADASTRO

Leia mais

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS. Art. 1º - Por resíduos perigosos entende-se todo o lixo produzido por:

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS. Art. 1º - Por resíduos perigosos entende-se todo o lixo produzido por: 1 LEI Nº 897, DE 10 DE OUTUBRO DE 2013. DISPÕE SOBRE "PROCEDIMENTOS RELATIVOS AOS RESÍDUOS PERIGOSOS" E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O Prefeito Municipal de Mangaratiba faz saber que a Câmara Municipal de Mangaratiba,

Leia mais

LEGISLAÇÃO EM SANIDADE

LEGISLAÇÃO EM SANIDADE Claudio Regis Depes 1983 Médico Veterinário Unesp (Jaboticabal) 2003 Especialização em Saúde Pública Veterinária Unesp (Botucatu) Trabalha na Coordenadoria de Defesa Agropecuária em Assis Gerente do Programa

Leia mais

DELIBERAÇÃO N.º 594/2003

DELIBERAÇÃO N.º 594/2003 DELIBERAÇÃO N.º 594/2003 Dispõe sobre o Exercício Profissional de Farmacêuticos-Bioquímicos em Laboratórios de Análises Clínicas. O PRESIDENTE DO CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DO PARANÁ - CRF/PR,

Leia mais

INSTRUÇÃO DE SERVIÇO N.º 014/2007 - GEDSA

INSTRUÇÃO DE SERVIÇO N.º 014/2007 - GEDSA INSTRUÇÃO DE SERVIÇO N.º 014/2007 - GEDSA Considerando, a importância da avicultura catarinense para a economia do estado; Considerando a necessidade de controle sanitário para evitar a reintrodução da

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 1069, DE 27 DE OUTUBRO DE 2014

RESOLUÇÃO Nº 1069, DE 27 DE OUTUBRO DE 2014 RESOLUÇÃO Nº 1069, DE 27 DE OUTUBRO DE 2014 Dispõe sobre Diretrizes Gerais de Responsabilidade Técnica em estabelecimentos comerciais de exposição, manutenção, higiene estética e venda ou doação de animais,

Leia mais

RESOLUÇÃO SESA Nº 465/2013 (Publicada no Diário Oficial do Estado nº 9036, de 04/09/13)

RESOLUÇÃO SESA Nº 465/2013 (Publicada no Diário Oficial do Estado nº 9036, de 04/09/13) RESOLUÇÃO SESA Nº 465/2013 (Publicada no Diário Oficial do Estado nº 9036, de 04/09/13) O SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE, usando da atribuição que lhe confere o Art. 45, Inciso XIV, da Lei Estadual nº 8.485

Leia mais

Manual de Orientação e Procedimentos do Responsável Técnico CRMV-RJ Ver. 1.1.1 19SET13

Manual de Orientação e Procedimentos do Responsável Técnico CRMV-RJ Ver. 1.1.1 19SET13 0 Ver. 1.1.1 19SET13 1 MANUAL DE ORIENTAÇÃO E PROCEDIMENTOS DO RESPONSÁVEL TÉCNICO SUMÁRIO CAPÍTULO I Orientações Gerais e Obrigações do Responsável Técnico (RT)... 4 1 - DOS LIMITES DE CARGA HORÁRIA:...

Leia mais

Resolução nº 577 de 25 de julho de 2013

Resolução nº 577 de 25 de julho de 2013 Resolução nº 577 de 25 de julho de 2013 Ementa: Dispõe sobre a direção técnica ou responsabilidade técnica de empresas ou estabelecimentos que dispensam, comercializam, fornecem e distribuem produtos farmacêuticos,

Leia mais

Resolução RDC nº 52/2009 - SERVIÇO CONTROLE DE PRAGAS (DEDETIZAÇÃO) - FUNCIONAMENTO - NOVAS REGRAS - ADEQUAÇÃO EM 180 DIAS

Resolução RDC nº 52/2009 - SERVIÇO CONTROLE DE PRAGAS (DEDETIZAÇÃO) - FUNCIONAMENTO - NOVAS REGRAS - ADEQUAÇÃO EM 180 DIAS Resolução RDC nº 52/2009 - SERVIÇO CONTROLE DE PRAGAS (DEDETIZAÇÃO) - FUNCIONAMENTO - NOVAS REGRAS - ADEQUAÇÃO EM 180 DIAS Resolução - RDC nº 52, de 22 de outubro de 2009 Dispõe sobre o funcionamento de

Leia mais

LEI Nº. 5.517 - DE 23 DE OUTUBRO DE 1968

LEI Nº. 5.517 - DE 23 DE OUTUBRO DE 1968 LEI Nº. 5.517 - DE 23 DE OUTUBRO DE 1968 DISPÕE SOBRE O EXERCÍCIO DA PROFISSÃO DE MÉDICO-VETERINÁRIO E CRIA OS CONSELHOS FEDERAL E REGIONAIS DE MEDICINA VETERINÁRIA O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber

Leia mais

adota a seguinte Resolução de Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação:

adota a seguinte Resolução de Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação: Resolução - RDC nº 275, de 21 de outubro de 2002(*) Republicada no D.O.U de 06/11/2002 Dispõe sobre o Regulamento Técnico de Procedimentos Operacionais Padronizados aplicados aos Estabelecimentos Produtores/Industrializadores

Leia mais

BOAS PRÁTICAS DE DISPENSAÇÃO PARA FARMÁCIA E DROGARIA RESOLUÇÃO Nº 328, DE 22 DE JULHO DE 1999

BOAS PRÁTICAS DE DISPENSAÇÃO PARA FARMÁCIA E DROGARIA RESOLUÇÃO Nº 328, DE 22 DE JULHO DE 1999 RESOLUÇÃO Nº 328, DE 22 DE JULHO DE 1999 Dispõe sobre requisitos exigidos para a dispensação de produtos de interesse à saúde em farmácias e drogarias. BOAS PRÁTICAS DE DISPENSAÇÃO PARA FARMÁCIA E DROGARIA

Leia mais

DELIBERAÇÃO Nº 146/12

DELIBERAÇÃO Nº 146/12 DELIBERAÇÃO Nº 146/12 Dispõe sobre a Responsabilidade Técnica e o Exercício Profissional de Farmacêutico apto a atuar em Análises Clínicas e Postos de Coleta e dá outras providências. O PRESIDENTE DO CONSELHO

Leia mais

043765 S/SUBVISA/SVFSZ/UJV Unidade de Diagnóstico, Vigilância, Fiscalização Sanitária e Medicina Veterinária Jorge Vaitsman

043765 S/SUBVISA/SVFSZ/UJV Unidade de Diagnóstico, Vigilância, Fiscalização Sanitária e Medicina Veterinária Jorge Vaitsman DO de 08/08/13 NOVA ESTRUTURA 043765 S/SUBVISA/SVFSZ/UJV Unidade de Diagnóstico, Vigilância, Fiscalização Sanitária e Medicina Veterinária Jorge Vaitsman Cumprir e fazer cumprir no Município do Rio de

Leia mais

Sumário. Manual do Responsável Técnico Conselho Regional de Odontologia do Paraná

Sumário. Manual do Responsável Técnico Conselho Regional de Odontologia do Paraná Sumário A Importância da Responsabilidade Técnica... 1 1.. Quem pode assumir a função de Responsável Técnico?... 2 2.. Um TPD (Técnico em Prótese Dentária) pode ser responsável técnico por um estabelecimento

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE SOLICITAÇÃO PARA REGISTRO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL FOLHA 1

INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE SOLICITAÇÃO PARA REGISTRO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL FOLHA 1 INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE SOLICITAÇÃO PARA REGISTRO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL - O formulário deve ser preenchido em 2 vias. - Preencher a máquina ou por computador. FOLHA 1 IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina - Resolução: 1626 de 23/10/2001

Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina - Resolução: 1626 de 23/10/2001 Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina - Resolução: 1626 de 23/10/2001 Ementa: Dispõe sobre as instruções para Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina. Fonte: CFM O Conselho Federal de Medicina,

Leia mais

R E S O L V E: II - O Item 1.5 é revogado, uma vez que não haverá PROVA PRÁTICA, pois não há Lei Municipal que discipline a mesma.

R E S O L V E: II - O Item 1.5 é revogado, uma vez que não haverá PROVA PRÁTICA, pois não há Lei Municipal que discipline a mesma. CONCURSO PÚBLICO N 001/20 EDITAL COMPLEMENTAR Nº 02/20 DISPÕE SOBRE A RETIFICAÇÃO DO EDITAL DO CONCURSO PÚBLICO N 001/20, DE 11 DE MARÇO DE 20, ATRAVÉS DO EDITAL COMPLEMENTAR N 02/20, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

Leia mais

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO Art. 1º - Corpo Clínico é o conjunto de médicos que se propõe a assumir solidariamente a responsabilidade de prestar atendimento aos usuários que

Leia mais

CFMV Conselho Federal de Medicina Veterinária

CFMV Conselho Federal de Medicina Veterinária CFMV Conselho Federal de Medicina Veterinária Zoot. Adeilton Ricardo da Silva Conselheiro Efetivo Professor da FIMCA e UNIRON Agência IDARON adeiltonricardo@ibest.com.br Sistema CFMV/CRMV: É uma Autarquia

Leia mais

QUINTA-FEIRA, 31 DE DEZEMBRO DE 1998 MINISTÉRIO DA SAÚDE - SECRETARIA DE VIGILÂNCIA SANIT... PORTARIA Nº 1.051, DE 29 DE DEZEMBRO DE 1998

QUINTA-FEIRA, 31 DE DEZEMBRO DE 1998 MINISTÉRIO DA SAÚDE - SECRETARIA DE VIGILÂNCIA SANIT... PORTARIA Nº 1.051, DE 29 DE DEZEMBRO DE 1998 QUINTA-FEIRA, 31 DE DEZEMBRO DE 1998 MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA PORTARIA Nº 1.051, DE 29 DE DEZEMBRO DE 1998 CONSULTA PÚBLICA O Secretário de Vigilância Sanitária do Ministério

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE QUÍMICA IV REGIÃO. Manual de Responsabilidade Técnica

CONSELHO REGIONAL DE QUÍMICA IV REGIÃO. Manual de Responsabilidade Técnica CONSELHO REGIONAL DE QUÍMICA IV REGIÃO Manual de Responsabilidade Técnica Aprovado em sessão de 17/10/2006 1. RESPONSABILIDADE TÉCNICA A Responsabilidade Técnica, conforme estabelecem as Resoluções Normativas

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DA INSTITUIÇÃO DAS MEDIDAS DE DEFESA SANITÁRIA ANIMAL

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DA INSTITUIÇÃO DAS MEDIDAS DE DEFESA SANITÁRIA ANIMAL LEI N. 1.486, DE 17 DE JANEIRO DE 2003 Dispõe sobre a Defesa Sanitária Animal no Estado do Acre e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE seguinte Lei: FAÇO SABER que a Assembléia Legislativa

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 1015, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2012

RESOLUÇÃO Nº 1015, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2012 RESOLUÇÃO Nº 1015, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2012 Conceitua e estabelece condições para o funcionamento de estabelecimentos médicoveterinários de atendimento a pequenos animais e dá outras providências. O CONSELHO

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM N.º 1716/2004. (Publicada no D.O.U. de 19 Fev 2004, Seção I, pg. 205) (Modificada pela Resolução CFM nº 1773/2005)

RESOLUÇÃO CFM N.º 1716/2004. (Publicada no D.O.U. de 19 Fev 2004, Seção I, pg. 205) (Modificada pela Resolução CFM nº 1773/2005) RESOLUÇÃO CFM N.º 1716/2004 (Publicada no D.O.U. de 19 Fev 2004, Seção I, pg. 205) (Modificada pela Resolução CFM nº 1773/2005) O Conselho Federal de Medicina, no uso das atribuições que lhe confere a

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA RESOLUÇÃO Nº 1.015, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2012

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA RESOLUÇÃO Nº 1.015, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2012 CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA RESOLUÇÃO Nº 1.015, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2012 Conceitua e estabelece condições para o funcionamento de estabelecimentos médicos veterinários de atendimento a pequenos

Leia mais

Bacharelado em Medicina Veterinária

Bacharelado em Medicina Veterinária Bacharelado em Medicina Veterinária INFORMAÇÕES Duração do Curso: 05 anos (10 semestres) Horário: Manhã Número de Vagas: 100 anuais Coordenador: Profº Dr. Carlos Tadeu Bandeira de Lavor O CURSO O Curso

Leia mais

Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos

Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos Cartilha do novo Serviço de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos SISBOV Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil COORDENAÇÃO:

Leia mais

Minuta de Lei para criação do Sistema Municipal do Meio Ambiente

Minuta de Lei para criação do Sistema Municipal do Meio Ambiente Minuta de Lei para criação do Sistema Municipal do Meio Ambiente Faço saber que a Câmara Municipal de, Estado de Goiás, decreta e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei: Art. 1.º - Esta lei, com

Leia mais

ANEXO I DO OBJETO. 3) Os profissionais contratados deverão providenciar o cadastramento junto ao corpo clínico da CONTRATANTE, como membros efetivos;

ANEXO I DO OBJETO. 3) Os profissionais contratados deverão providenciar o cadastramento junto ao corpo clínico da CONTRATANTE, como membros efetivos; ANEXO I DO OBJETO Descrição da PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EM NEUROCIRURGIA E NEUROLOGIA AOS PACIENTES DO HOSPITAL, PRONTO SOCORRO ADULTO, PRONTO SOCORRO INFANTIL E AMBULATÓRIO, compreendendo as seguintes funções:

Leia mais

Atualizada.: 19/04/2012 ANEXO 1 E

Atualizada.: 19/04/2012 ANEXO 1 E COORDENADORIA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA E AMBIENTAL MEDIA COMPLEXIDADE ANEXO 1 E Ótica; Creches; Instituições de longa permanência para idosos; Instituições que prestem serviços de atenção a pessoas com

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº. 2.967, DE 12 DE SETEMBRO DE 2011.

LEI MUNICIPAL Nº. 2.967, DE 12 DE SETEMBRO DE 2011. LEI MUNICIPAL Nº. 2.967, DE 12 DE SETEMBRO DE 2011. Autoriza o Executivo Municipal a efetuar contratação temporária por excepcional interesse público e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE CONSTANTINA,

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PGRS

TERMO DE REFERÊNCIA PARA A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PGRS TERMO DE REFERÊNCIA PARA A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PGRS 1. JUSTIFICATIVA O presente Termo de Referência tem por fim orientar a elaboração do PGRS conforme previsto no

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE SOLICITAÇÃO PARA REGISTRO DE PRODUTOS E RÓTULOS DE ORIGEM ANIMAL

INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE SOLICITAÇÃO PARA REGISTRO DE PRODUTOS E RÓTULOS DE ORIGEM ANIMAL PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA BRÉSCIA SECRETARIA DA AGRICULTURA SERVIÇO DE INSPEÇÃO MUNICIPAL - SIM INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE SOLICITAÇÃO PARA REGISTRO DE PRODUTOS E RÓTULOS DE ORIGEM

Leia mais

REGIMENTO DO HOSPITAL VETERINÁRIO DA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. CAPÍTULO I Dos objetivos

REGIMENTO DO HOSPITAL VETERINÁRIO DA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. CAPÍTULO I Dos objetivos REGIMENTO DO HOSPITAL VETERINÁRIO DA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO CAPÍTULO I Dos objetivos Artigo 1º - O Hospital-Escola Veterinário (HOVET) é órgão anexo

Leia mais

TERMO DE AJUSTE DE CONDUTAS n. 0026/2014/01PJ/SBS

TERMO DE AJUSTE DE CONDUTAS n. 0026/2014/01PJ/SBS Inquérito Civil n.º 06.2014.00002449-0 1.ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE SÃO BENTO DO SUL TERMO DE AJUSTE DE CONDUTAS n. 0026/2014/01PJ/SBS Pelo presente instrumento, o Órgão do MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO PARA REGISTRO E FISCALIZAÇÃO DE ESTABELECIMENTOS QUE MANIPULAM PRODUTOS DE USO VETERINÁRIO

REGULAMENTO TÉCNICO PARA REGISTRO E FISCALIZAÇÃO DE ESTABELECIMENTOS QUE MANIPULAM PRODUTOS DE USO VETERINÁRIO REGULAMENTO TÉCNICO PARA REGISTRO E FISCALIZAÇÃO DE ESTABELECIMENTOS QUE MANIPULAM PRODUTOS DE USO VETERINÁRIO 1. Objetivo Este Regulamento Técnico fixa os requisitos mínimos exigidos para o registro e

Leia mais

Anexo I - Relatório Anual de Produção e Comercialização de Sementes de Espécies Florestais;

Anexo I - Relatório Anual de Produção e Comercialização de Sementes de Espécies Florestais; MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 56, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2011 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁ- RIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

Serviço Público Federal Conselho Regional de Farmácia do Estado de Santa Catarina - CRF/SC

Serviço Público Federal Conselho Regional de Farmácia do Estado de Santa Catarina - CRF/SC Serviço Público Federal Conselho Regional de Farmácia do Estado de Santa Catarina - CRF/SC Trav. Olindina Alves Pereira, 35 - Caixa Postal 472-88020-095 Fone/Fax (48) 222-4702 - Florianópolis - SC. url:

Leia mais

REESTRUTURA o Sistema de Defesa Sanitária Vegetal no Estado do Amazonas e dá outras providências.

REESTRUTURA o Sistema de Defesa Sanitária Vegetal no Estado do Amazonas e dá outras providências. LEI N.º 3.097, de 27 de Novembro de 2006. REESTRUTURA o Sistema de Defesa Sanitária Vegetal no Estado do Amazonas e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO AMAZONAS FAÇO SABER a todos os habitantes

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA INSTITUTO FEDERAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO AMAZONAS - Campus Zona Leste

MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA INSTITUTO FEDERAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO AMAZONAS - Campus Zona Leste INSTITUTO FEDERAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO AMAZONAS - Campus Zona Leste CICLO DE FUNDAMENTAÇÃO 1º. Semestre Semestre 442 h/ semanal 26 h EIXO TEMÁTICO Eixo DISCIPLINAS disciplinas Tipo INTRODUÇÃO A ATIVIDADE

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DE CORRENTE, ESTADO DO PIAUÍ, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 55, 2º, I, da Lei Orgânica do Município,

O PREFEITO MUNICIPAL DE CORRENTE, ESTADO DO PIAUÍ, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 55, 2º, I, da Lei Orgânica do Município, LEI ORDINÁRIA Nº 564/2014, DE 13 DE MARÇO DE 2014 Amplia o quadro de pessoal efetivo da Prefeitura, define atribuições e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE CORRENTE, ESTADO DO PIAUÍ, no uso

Leia mais

LEI Nº 10.409, DE 11 DE JANEIRO DE 2002

LEI Nº 10.409, DE 11 DE JANEIRO DE 2002 LEI Nº 10.409, DE 11 DE JANEIRO DE 2002 Dispõe sobre a prevenção, o tratamento, a fiscalização, o controle e a repressão à produção, ao uso e ao tráfico ilícitos de produtos, substâncias ou drogas ilícitas

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 448 DE 24 DE OUTUBRO DE 2006

RESOLUÇÃO Nº 448 DE 24 DE OUTUBRO DE 2006 RESOLUÇÃO Nº 448 DE 24 DE OUTUBRO DE 2006 1215 Ementa: Regula as atribuições do farmacêutico na indústria e importação de produtos para a saúde, respeitadas as atividades afins com outras profissões. O

Leia mais

O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais,

O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais, DECRETO N.º 23915, DE 13 DE JANEIRO DE 2004 DISPÕE SOBRE O LICENCIAMENTO SANITÁRIO A QUE ESTÃO SUJEITOS OS SALÕES DE CABELEIREIROS, OS INSTITUTOS DE BELEZA, ESTÉTICA, PODOLOGIA E ESTABELECIMENTOS CONGÊNERES;

Leia mais

O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE LONDRINA, ESTADO DO PARANÁ, no uso das suas atribuições legais, conforme Lei Orgânica Municipal, e;

O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE LONDRINA, ESTADO DO PARANÁ, no uso das suas atribuições legais, conforme Lei Orgânica Municipal, e; DECRETO Nº 769 DE 23 DE SETEMBRO DE 2009 SÚMULA: Regulamenta a gestão dos resíduos orgânicos e rejeitos de responsabilidade pública e privada no Município de Londrina e dá outras providências. O PREFEITO

Leia mais

RESOLUÇÃO CRP16 Nº 005/2014

RESOLUÇÃO CRP16 Nº 005/2014 RESOLUÇÃO CRP16 Nº 005/2014 Dispõe sobre registro, cadastro, cancelamento e responsabilidade técnica das Pessoas Jurídicas da jurisdição do CRP16 e revoga a Resolução CRP 16 nº 004/2007, de 10 de novembro

Leia mais

INFOMAÇÕES IMPORTANTES CATEGORIAS

INFOMAÇÕES IMPORTANTES CATEGORIAS INFOMAÇÕES IMPORTANTES CATEGORIAS Para efeito de seleção das categorias que possuem divisão de 1 o, 2 o,3 o, vigoram os seguintes paramentos abaixo listados: 1 o categoria Contrato social acima de R$ 30.000,00

Leia mais

GILMAR LUIZ ELY, Prefeito Municipal em Exercício de Almirante Tamandaré do Sul, Estado do Rio Grande do Sul.

GILMAR LUIZ ELY, Prefeito Municipal em Exercício de Almirante Tamandaré do Sul, Estado do Rio Grande do Sul. 1 GILMAR LUIZ ELY, Prefeito Municipal em Exercício de Almirante Tamandaré do Sul, Estado do Rio Grande do Sul. Faço saber que o Legislativo aprovou e eu sanciono e promulgo a seguinte Lei: LEI MUNICIPAL

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA RESOLUÇÃO COEMA N 116, DE 03 DE JULHO DE 2014. Dispõe sobre as atividades de impacto ambiental

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 311. DE 25 DE JUNHO DE 1997 (Alterada pela Resolução nº 375/02 e Revogada pela Resolução nº 464/07)

RESOLUÇÃO Nº 311. DE 25 DE JUNHO DE 1997 (Alterada pela Resolução nº 375/02 e Revogada pela Resolução nº 464/07) RESOLUÇÃO Nº 311 DE 25 DE JUNHO DE 1997 (Alterada pela Resolução nº 375/02 e Revogada pela Resolução nº 464/07) 758 Ementa: Dispõe sobre a Inscrição, Averbação e Âmbito Profissional do Auxiliar Técnico

Leia mais

Regulamenta o art. 26 da Lei n.º 10.205, de 21/3/2001 - Decreto 3990 de 30/10/2001

Regulamenta o art. 26 da Lei n.º 10.205, de 21/3/2001 - Decreto 3990 de 30/10/2001 Regulamenta o art. 26 da Lei n.º 10.205, de 21/3/2001 - Decreto 3990 de 30/10/2001 Ementa: Regulamenta o art. 26 da Lei n.º 10.205, de 21 de março de 2001, que dispõe sobre a coleta, processamento, estocagem,

Leia mais

RESOLUÇÃO CFN N.º 229/1999

RESOLUÇÃO CFN N.º 229/1999 RESOLUÇÃO CFN N.º 229/1999 DISPÕE SOBRE O REGISTRO E CADASTRO DE PESSOAS JURÍDICAS NOS CONSELHOS REGIONAIS DE NUTRICIONISTAS, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS O Conselho Federal de Nutricionistas (CFN), no uso

Leia mais

Fundamentação. parte I LEIS E DECRETOS LEI Nº 9.712, DE 20 DE NOVEMBRO DE 1998. Publicada no Diário Oficial da União de 23/11/1998, Seção 1, Página 1

Fundamentação. parte I LEIS E DECRETOS LEI Nº 9.712, DE 20 DE NOVEMBRO DE 1998. Publicada no Diário Oficial da União de 23/11/1998, Seção 1, Página 1 parte I Fundamentação LEIS E DECRETOS LEI Nº 9.712, DE 20 DE NOVEMBRO DE 1998 Publicada no Diário Oficial da União de 23/11/1998, Seção 1, Página 1 Altera a Lei nº 8.171, de 17 de janeiro de 1991, acrescentando-lhe

Leia mais

6) o que determinam os itens II e III do 7º do art. 3 e os artigos 6º, 7º e 8º da Medida Provisória nº. 2.178-38, de 24 de agosto de 2001;

6) o que determinam os itens II e III do 7º do art. 3 e os artigos 6º, 7º e 8º da Medida Provisória nº. 2.178-38, de 24 de agosto de 2001; 1 RESOLUÇÃO CFN Nº 358/2005 Dispõe sobre as atribuições do Nutricionista no âmbito do Programa de Alimentação Escolar (PAE) e dá outras providências. O Conselho Federal de Nutricionistas, no uso das atribuições

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO - UNISEB COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS DA UNISEB REGIMENTO INTERNO

CENTRO UNIVERSITÁRIO - UNISEB COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS DA UNISEB REGIMENTO INTERNO CENTRO UNIVERSITÁRIO - UNISEB COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS DA UNISEB REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Art. 1º A Comissão de Ética no Uso de Animais da UNISEB é um órgão deliberativo

Leia mais

PROJETO DE LEI CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

PROJETO DE LEI CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES PROJETO DE LEI Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos e dá outras providências. O CONGRESSO NACIONAL decreta: CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 o Esta Lei institui a Política Nacional

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01 DE 15 DE ABRIL DE 1999 (Renomeada para IN 003/99) O PRESIDENTE DO INSTITUTO

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS. RESOLUÇÃO No- 465, DE 23 DE AGOSTO DE 2010

CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS. RESOLUÇÃO No- 465, DE 23 DE AGOSTO DE 2010 CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS RESOLUÇÃO No- 465, DE 23 DE AGOSTO DE 2010 Dispõe sobre as atribuições do Nutricionista, estabelece parâmetros numéricos mínimos de referência no âmbito do Programa de

Leia mais

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil Coordenação: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) Colaboração: Confederação da

Leia mais

Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários.

Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários. Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários. Nº PROCESSO REQUERIMENTO RAZÃO SOCIAL IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO NOME DE FANTASIA NÚMERO DO CNPJ NÚMERO ÚLTIMO

Leia mais

www.grupoidealbr.com.br Conteúdo: legislação sanitária Professor (a): Paulo Nogueira Mini currículo: Fiscal Sanitário Municipal de Nível Superior da Vigilância Sanitária Municipal de Belo Horizonte. Biólogo

Leia mais

Resoluções RESOLUÇÃO Nº 9, DE 31 DE AGOSTO DE 1993

Resoluções RESOLUÇÃO Nº 9, DE 31 DE AGOSTO DE 1993 Resoluções RESOLUÇÃO Nº 9, DE 31 DE AGOSTO DE 1993 Resolução CONAMA Nº 009/1993 - "Estabelece definições e torna obrigatório o recolhimento e destinação adequada de todo o óleo lubrificante usado ou contaminado".

Leia mais

feema - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente Curso de Legislação e Normas para o Licenciamento Ambiental Junho de 2002

feema - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente Curso de Legislação e Normas para o Licenciamento Ambiental Junho de 2002 Página 1 feema - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente Curso de Legislação e Normas para o Licenciamento Ambiental Junho de 2002 DZ 056 - Diretriz para Realização de Auditoria Ambiental capa

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo - SEPROTUR Agencia Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal

Leia mais

Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos

Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos Cartilha do novo Serviço de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos SISBOV Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil Coordenação:

Leia mais

DECRETO Nº 18.403, DE 12 DE SETEMBRO DE 2013.

DECRETO Nº 18.403, DE 12 DE SETEMBRO DE 2013. DECRETO Nº 18.403, DE 12 DE SETEMBRO DE 2013. Estabelece normas para utilização de Parques e Praças Municipais para Feiras de Adoção de Animais e de Eventos Relacionados à causa animal. O PREFEITO MUNICIPAL

Leia mais

SIMPÓSIO EM COMEMORAÇÃO AO CENTENÁRIO DA INSPEÇÃO SANITÁRIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL NO BRASIL. 09 a 12 de setembro de 2015

SIMPÓSIO EM COMEMORAÇÃO AO CENTENÁRIO DA INSPEÇÃO SANITÁRIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL NO BRASIL. 09 a 12 de setembro de 2015 SIMPÓSIO EM COMEMORAÇÃO AO CENTENÁRIO DA INSPEÇÃO SANITÁRIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL NO BRASIL 09 a 12 de setembro de 2015 Local de Realização: Escola de Veterinária Universidade Federal de Minas Gerais

Leia mais

Cabedal legal estabelecido pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária CFMV

Cabedal legal estabelecido pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária CFMV Blog: estudandoveterinaria@debasil.com.br Cabedal legal estabelecido pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária CFMV Para acessar qualquer desses instrumentos legais usar no seguinte link abaixo: WWW.cfmv.org.br/portal/legislacao_outras_normas.php

Leia mais