ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA DAS SIDERÚRGICAS LISTADAS NA BOVESPA: COMPARAÇÃO POR ÍNDICES-PADRÃO

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1 XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA DAS SIDERÚRGICAS LISTADAS NA BOVESPA: COMPARAÇÃO POR ÍNDICES-PADRÃO Rafael Martins Noriller (UFGD) Antonio Carlos Vaz Lopes (UFGD) Este trabalho tem como objetivo analisar e comparar a situação econômico-financeira através das principais demonstrações contábeis consolidadas das empresas de capital aberto presentes no segmento de siderurgia, listadas na Bolsa de Valoress de São Paulo. A pesquisa foi realizada com informações bibliográficas e quantitativas das principais demonstrações contábeis consolidadas, Balanço Patrimonial e Demonstração de Resultado do Exercício, do período de 2004 a 2006 de quatro siderúrgicas de capital aberto, obtendo assim seus indicadores econômico-financeiros. Posteriormente com a utilização deste indicadores foram elaborados índices-padrão para facilitar a comparação e classificação das empresas do setor. As siderúrgicas apresentaram melhores desempenhos nos indicadores de liquidez e endividamento, já os indicadores de rentabilidade apresentaram significativa redução durante o período analisado. As empresas USIMINAS S.A. e Gerdau S.A. ficaram com as melhores classificações. Conclui-se que o índice-padrão é extremamente importante, pois estabelece uma real comparação da empresa para com seus concorrentes. Palavras-chaves: Comparação, índices-padrão, siderúrgicas.

2 1. Introdução O consumo de aço no Brasil ficou estagnado por um período de 23 anos, até Esse período foi contornado em 2006 com a elevação do consumo interno e também da consolidação do mercado externo que já responde por 40% da produção nacional. O consumo global de produtos siderúrgicos cresceu 6,8% em 2007 e a expectativa para 2008 é de um crescimento de 7,5%. (INSTITUTO BRASILEIRO DE SIDERURGIA, 2008). As demonstrações contábeis das empresas brasileiras muitas vezes não são suficientes para evidenciar as informações necessárias sobre a empresa em questão, devido a sua complexidade. A análise dessas demonstrações visa estabelecer uma compreensão melhor da situação da empresa. As informações essenciais para elaboração de análises podem ser adquiridas através das demonstrações financeiras, como Balanço Patrimonial (BP) e Demonstração de Resultado do Exercício (DRE), maior ênfase é dada para estas duas demonstrações, uma vez que por meio delas, são evidenciadas de forma objetiva a situação financeira (identificada no BP) e situação econômica (identificada no BP e na DRE). Diante do exposto esse trabalho busca evidenciar a situação econômico-financeira das empresas do segmento de siderurgia, listadas na Bovespa, através de suas principais Demonstrações Contábeis Consolidadas no período de 2004 a Especificamente visa compará-las utilizando índices-padrão de seus indicadores de liquidez, rentabilidade e endividamento atribuindo notas para elaboração de uma classificação entre elas. 2. Referencial teórico Conforme Braga (2003) Contabilidade é um meio de expressar planos administrativos e um instrumento para relatar os resultados da administração. As análises das demonstrações contábeis são extremamente importantes para obtenção de informações sobre a situação econômico-financeira da empresa. Segundo Marion (2005) poderíamos dizer que só temos condições de conhecer a situação econômico-financeira de uma empresa por meio dos três pontos fundamentais de análise: Liquidez (Situação Financeira), Rentabilidade (Situação Econômica) e Endividamento (Estrutura de Capital). Estas análises têm como base as demonstrações contábeis elaboradas pela empresa que visualizam a situação da entidade, mas podem ser complementadas a fim de evidenciar uma melhor compreensão dos fatos. Segundo Hoji (2004) o Balanço Patrimonial demonstra a situação estática da empresa em determinado momento. A Demonstração de Resultado do Exercício é uma demonstração contábil que apresenta o fluxo de receitas e despesas, que resulta em aumento ou redução do patrimônio líquido entre duas datas. Os principais índices extraídos nas Demonstrações Contábeis são de liquidez, rentabilidade e endividamento. Para Matarazzo (2003) os índices de liquidez não são índices extraídos do fluxo de caixa que comparam as entradas com as saídas de dinheiro. São índices que, a partir do confronto dos ativos circulantes com as dívidas, procuram medir quão sólida é a base financeira da empresa. Os principais índices de liquidez são: Corrente, Seca e Geral. Os índices de endividamento demonstram a estrutura que as empresas utilizam para financiar os seus ativos. Estes indicadores estabelecem a relação entre o Capital de Terceiros e o Capital Próprio da entidade. Os indicadores comumente utilizados para calcular o endividamento da empresa são: Composição do Endividamento e Endividamento Geral. 2

3 Os índices de rentabilidade demonstram à rentabilidade sobre o investimento, portanto qual o êxito econômico da empresa (MATARAZZO, 2003). Os índices de rentabilidade demonstram a rentabilidade que a empresa conseguiu gerar durante o exercício social. Os principais índices de rentabilidade são: Retorno sobre o Total do Ativo e Retorno sobre o Patrimônio Líquido. Quanto maior os índices, melhor. A Tabela 1 apresenta os indicadores econômicofinanceiros adotados para a pesquisa, sua formulação e ainda suas considerações. s (Quanto maior, melhor) Liquidez Corrente Seca Geral s de Rentabilidade (Quanto maior, melhor) Patrimônio Líquido Rentabilidade Investimento s de endividamento (Quanto menor, melhor) Endividamento Estrutura Formulação Ativo Circulante Passivo Circulante Ativo Circulante Estoque Passivo Circulante Ativo Circulante + Realizável a Longo Prazo Passivo Circulante + Exigível a Longo Prazo Considerações Mede a capacidade de honrar compromissos com terceiros a curto prazo. Mede a capacidade de honrar compromissos com terceiros a curto prazo desconsiderando o estoque. Mede a capacidade de honrar compromissos com terceiros a curto e longo prazo. Lucro Líquido Demonstra o retorno sobre o Capital Patrimônio Líquido Próprio ou Patrimônio Líquido. Lucro Líquido Demonstra o retorno sobre o Ativo Total Investimento Total da Entidade. Passivo Circulante + Exigível a Longo Prazo Mede o percentual de Capital de Ativo Total Terceiros sobre o Capital Total. Passivo Circulante Composição Passivo Circulante + Exigível a Longo Prazo Fonte: Elaborado a partir de Marion (2005) e Matarazzo (2003). Tabela 1: Indicadores de situação econômico-financeira Demonstra o percentual do Passivo Circulante sobre o Capital de Terceiros. O índice-padrão utiliza informações estatísticas de empresas do mesmo setor, facilitando a comparação de uma empresa com seu setor de atuação. Matarazzo (2003) fala que o uso de índices-padrão é vital na análise de Balanços. Não se pode conceber uma boa analise sem a comparação dos índices da empresa analisada com padrões. Ainda segundo o autor, o processo de avaliação de índices e comparações com padrões segue basicamente esta ordem: (1) Descoberta dos indicadores (liquidez, rentabilidade e endividamento). (2) Definição do comportamento dos indicadores (quanto maior, melhor; quanto menor melhor). (3) Tabulação dos padrões (construção de tabelas baseadas em elementos de mesmo conjunto). (4) Escolha dos melhores indicadores e atribuição dos respectivos pesos. Através deste índice consegue efetuar uma comparação da situação da empresa para com o setor em geral atribuindo notas e conceitos sobre seus indicadores a fim de evidenciar uma classificação da empresa em relação as suas concorrentes. 3. Metodologia O trabalho visa estabelecer uma comparação econômico-financeira entre as maiores siderúrgicas de capital aberto do país através de índices de liquidez, rentabilidade e endividamento durante o período de 2004 a 2006, calculados através das demonstrações financeiras consolidadas disponibilizadas no site da Bovespa (www.bovespa.com.br). Além da pesquisa quantitativa foi realizada uma pesquisa bibliográfica através de livros, artigos e sites que tinham como base análise das demonstrações contábeis. As empresas escolhidas para 3

4 a pesquisa são: Aços Villares S.A., Companhia Siderúrgica Nacional, Gerdau S.A. e Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S.A. O ano de 2007 não foi utilizado na pesquisa devido à indisponibilidade de demonstrações financeiras consolidadas da Gerdau S.A que possui participação significativa no setor. A pesquisa utilizou quatro das sete siderúrgicas listadas na Bovespa, as quatro atendem a todos os requisitos da pesquisa. As outras duas grandes empresas do setor listadas na Bovespa, Vicunha Siderurgia S.A. e Metalúrgica Gerdau S.A., possuem participações significativas no capital da Companhia Siderúrgica Nacional e Gerdau S.A. respectivamente, sendo assim representadas neste trabalho por suas controladas. Já a FERBASA possui uma participação pouco significativa no setor diferentemente das outras empresas. Através dos indicadores de Liquidez Corrente, Liquidez Seca, Liquidez Geral, Retorno sobre o Patrimônio Líquido, Retorno sobre o Investimento, Estrutura de Endividamento e Composição do Endividamento destas quatro siderúrgicas foram elaborados os índices-padrão para cada ano da abordagem. Os indicadores foram distribuídos em ordem crescente e distribuídos em quartis. Foram elaborados três quartis, com a média entre o índice precedente e subseqüente das empresas. Posteriormente foram atribuídos notas e conceitos conforme a Tabela 2 para os indicadores de liquidez, rentabilidade e endividamento. A atribuição de notas de ordem crescente tem como referência os índices do tipo quanto maior melhor (liquidez e rentabilidade) e a atribuição de notas decrescente faz referência aos índices do tipo quanto menor melhor (endividamento). A mediana funciona como o índice-padrão sendo que a metade dos indicadores analisados fica acima deste indicador e a outra metade abaixo, esta representação na pesquisa é a média entre os dois indicadores mais próximos ao segundo quartil. Foi atribuído peso um a todos os indicadores, após esta atribuição foram elaboradas as médias de liquidez, rentabilidade e endividamento. Posteriormente, foi determinada uma média final como base nas médias de liquidez, rentabilidade e endividamento. Liquidez e Rentabilidade Nota Conceito < 1º Quartil 1 Deficiente 1º Quartil <= < 2º Quartil 2 Razoável 2º Quartil <= < 3º Quartil 3 Satisfatório 3º Quartil <= 4 Bom Média dos índices 2,5 Mediana Endividamento Nota Conceito < 1º Quartil 4 Bom 1º Quartil <= < 2º Quartil 3 Satisfatório 2º Quartil <= < 3º Quartil 2 Razoável 3º Quartil <= 1 Deficiente Média dos índices 2,5 Mediana Fonte: Elaborado a partir de Matarazzo (2003) Tabela 2: Atribuição de notas e conceitos Após a atribuição de notas e conceitos foram atribuídos pesos para os indicadores conforme Tabela 3. Não existe um padrão para a atribuição de pesos. O peso esta relacionado diretamente com a importância dos indicadores. (MATARAZZO, 2003). Indicadores Econômico-financeiros Pesos Liquidez Liquidez Corrente 1,00 Liquidez Seca 1,00 Liquidez Geral 1,00 4

5 Rentabilidade Retorno s/ Investimento 1,00 Retorno s/ Patrimônio Líquido 1,00 Endividamento Composição do endividamento 1,00 Endividamento Geral 1,00 Fonte: Elaborado a partir de Matarazzo (2003) Tabela 3: Atribuição de notas e conceitos 4. Análise e discussão de resultados Com a utilização dos dados contidas nas Tabelas 4 a 6, tendo como base as Demonstrações Contábeis Consolidadas das empresas, analisou-se a situação econômico-financeira (liquidez, rentabilidade e endividamento) das siderúrgicas selecionadas de 2004 a

6 ÍNDICES DE SITUAÇÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA AÇOS VILLARES S.A. CSN GERDAU S.A / Ano Situação Financeira Liquidez Corrente 1,73 1,81 1,13 1,84 1,70 1,40 2,56 2,90 Liquidez Seca 1,31 1,24 0,66 1,27 1,31 1,03 1,71 1,94 Liquidez Geral 0,86 0,74 0,67 0,52 0,56 0,57 1,08 1,11 Situação Econômica (%) Retorno s/ Investimento 14,44% 13,58% 17,24% 4,66% 8,27% 8,08% 10,70% 12,71% Retorno s/ Patrimônio Líquido 46,51% 59,02% 75,77% 19,06% 30,98% 29,78% 22,63% 27,43% Estrutura de Capital (%) Composição do endividamento 46,63% 31,32% 48,99% 22,85% 26,97% 34,54% 38,71% 35,69% Endividamento Geral 68,95% 76,99% 77,25% 75,51% 73,28% 72,56% 52,72% 53,65% Situação Financeira ÍNDICES-PADRÃO º Quartil 2º Quartil 3º quartil 1º Quartil 2º Quartil 3º quartil Liquidez Corrente 1,79 2,12 2,48 1,70 1,76 2,36 Liquidez Seca 1,29 1,45 1,65 1,14 1,28 1,63 Liquidez Geral 0,69 0,95 1,06 0,65 0,81 1,00 Situação Econômica (%) Retorno s/ Investimento 7,68% 11,98% 13,85% 10,49% 13,15% 17,56% Retorno s/ Patrimônio Líquido 20,85% 23,39% 35,33% 29,21% 37,88% 51,90% Estrutura de Capital (%) 3ºQ 2º Q 1ºQ 3ºQ 2º Q 1ºQ Composição do endividamento 30,20% 38,13% 42,67% 29,15% 33,51% 38,90% Endividamento Geral 48,65% 60,84% 72,23% 52,54% 63,47% 75,14% Tabela 4: s de situação econômico-financeira e s-padrão AÇOS VILLARES S A Padrão Empresa Nota X Peso Padrão Empresa Nota X Peso Situação Financeira Liquidez Corrente 2,12 1, ,76 1, ,5 Liquidez Seca 1,45 1, ,28 1, ,0 Liquidez Geral 0,95 0, ,81 0, ,6 Nota do Grupo 1,67 2,33 Situação Econômica (%) Retorno s/ Investimento 11,98% 14,44% ,15% 13,58% ,2 Retorno s/ Patrimônio Líquido 23,39% 46,51% ,88% 59,02% ,9 Nota do Grupo 4,00 3,50 Estrutura de Capital (%) Composição do endividamento 38,13% 46,63% ,51% 31,32% ,7 Endividamento Geral 60,84% 68,95% ,47% 76,99% ,1 Nota do Grupo 1,50 2,00 Média Global da Empresa 2,39 2,61 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL CSN Índ Pad

7 Padrão Empresa Nota X Peso Padrão Empresa Nota X Peso Situação Financeira Liquidez Corrente 2,12 1, ,76 1, ,5 Liquidez Seca 1,45 1, ,28 1, ,0 Liquidez Geral 0,95 0, ,81 0, ,6 Nota do Grupo 1,33 2,00 Situação Econômica (%) Retorno s/ Investimento 11,98% 4,66% ,15% 8,27% ,2 Retorno s/ Patrimônio Líquido 23,39% 19,06% ,88% 30,98% ,9 Nota do Grupo 1,00 1,50 Estrutura de Capital (%) Composição do endividamento 38,13% 22,85% ,51% 26,97% ,7 Endividamento Geral 60,84% 75,51% ,47% 73,28% ,1 Nota do Grupo 2,50 3,00 Média Global da Empresa 1,61 2,17 Tabela 5: Avaliação Aços Villares S.A. e C.S.N. Índ Pad 7

8 Padrão Empresa GERDAU S A Nota X Peso Padrão Empresa Nota X Peso Situação Financeira Liquidez Corrente 2,12 2, ,76 2, , Liquidez Seca 1,45 1, ,28 1, , Liquidez Geral 0,95 1, ,81 1, , Nota do Grupo 4,00 4,00 Situação Econômica (%) Retorno s/ Investimento 11,98% 10,70% ,15% 12,71% ,2 Retorno s/ Patrimônio Líquido 23,39% 22,63% ,88% 27,43% ,9 Nota do Grupo 2,00 1,5 Estrutura de Capital (%) Composição do endividamento 38,13% 38,71% ,51% 35,69% ,7 Endividamento Geral 60,84% 52,72% ,47% 53,65% ,1 Nota do Grupo 2,50 2,50 Média Global da Empresa 2,83 2,67 USINAS SID. DE MINAS GERAIS S A USIMINAS S.A Padrão Empresa Nota X Peso Padrão Empresa Nota X Peso Situação Financeira Liquidez Corrente 2,12 2, ,76 1, ,5 Liquidez Seca 1,45 1, ,28 1, ,0 Liquidez Geral 0,95 1, ,81 0, ,6 Nota do Grupo 3,00 1,67 Situação Econômica (%) Retorno s/ Investimento 11,98% 13,26% ,15% 21,54% ,2 Retorno s/ Patrimônio Líquido 23,39% 24,15% ,88% 44,77% ,9 Nota do Grupo 3,00 3,50 Estrutura de Capital (%) Composição do endividamento 38,13% 37,54% ,51% 42,10% ,7 Endividamento Geral 60,84% 44,58% ,47% 51,43% ,1 Nota do Grupo 3,50 2,50 Média Global da Empresa 3,17 2,56 Tabela 6: Avaliação Gerdau S.A. e USIMINAS Índ Pad Índi Padr 8

9 Os s de Liquidez Corrente confirmaram uma melhora significativa durante o período de 2004 a 2006 conforme a Figura 1, tendo como destaques os indicadores da Gerdau S.A. e USIMINAS S.A. que ficaram acima do índice-padrão praticamente em todo o período, com exceção da USIMINAS em Já a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e a Aços Villares S.A. exibiram indicadores inferiores ao índice-padrão em todo o período analisado, com exceção a Aços Villares S.A. em 2005, apesar do crescimento de 31,4% e 53,1% respectivamente na comparação de seus indicadores nos anos 2004 a Aços Villares S.A. obteve o menor indicador em 2006, no entanto a capacidade de pagamento no curto prazo é de R$ 1,73 de ativos realizáveis a curto prazo para cada R$ 1,00 de obrigação a curto prazo. Figura l: Liquidez Corrente A Liquidez Seca demonstra de forma mais eficaz a solvência da empresa por considerar a capacidade de honrar dívidas a curto prazo com recursos de maior liquidez, desconsiderando o estoque. (DUARTE; LAMOUNIER, 2007). Em confluência a Liquidez Corrente os indicadores de Liquidez Seca exibiram crescimento durante o período analisado, tendo como evidência a Gerdau S.A. que obteve os melhores indicadores em 2005 e A USIMINAS S.A. apresentou indicadores de Liquidez Seca superior ao índice-padrão em 2004 e 2006, obtendo o segundo melhor desempenho entre as siderúrgicas analisadas. A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e Aços Villares S.A. tiveram os piores indicadores de Liquidez Seca no último ano danalisado, conseqüentemente ficando abaixo do índice-padrão estabelecido na pesquisa, mas com certo conforto, indicados por R$1,31 e R$1,27 ativos circulantes (deduzido o estoque) para cada R$ 1,00 de passivo circulante respectivamente. Apesar de estar abaixo do índice-padrão a Aços Villares S.A. conseguiu ampliar significativamente sua Liquidez Seca passando de 0,66 em 2004 para 1,24 em 2005 e 1,31 no último ano da pesquisa conforme exibição da figura 2. Figura 2: Liquidez Seca Assim como nos outros indicadores de liquidez, a Gerdau S.A. e USIMINAS S.A. Apresentam os melhores indicadores de Liquidez Geral, a Gerdau S.A. teve um crescimento 12,5% na comparação entre o ano de 2004 e A Aços Villares S.A. e Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) ficaram com os piores indicadores de Liquidez Geral, conseqüentemente abaixo do índice-padrão. A Aços Villares conseguiu uma evolução de 28,4% em seu indicador durante o período ficando mais próximo ao equilíbrio entre seus ativos circulantes e realizáveis a longo prazo para com seus passivos circulantes e exigíveis a longo prazo. A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) acabou sofrendo redução de 8,8% em

10 seu de Liquidez Geral durante o período analisado. Os s de Liquidez Geral são apresentados na figura 3. Figura 3: Liquidez Geral.A Gerdau S.A. obteve as melhores notas de liquidez e ainda uma gradativa evolução destes indicadores no período enquanto a USIMINAS S.A. obteve o segundo lugar na liquidez ficando acima dos índices-padrão. Vale ressaltar a Liquidez Geral, que passou a ser representada por R$ 1,03 de ativos circulantes e realizáveis a longo prazo para cada R$ 1,00 de passivo circulante e exigível a longo prazo. Enquanto a Aços Villares S.A. e a CSN obtiveram índices abaixo dos padrões do setor. Aumentaram seus indicadores de liquidez no período, exceto a Liquidez geral da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) que apresentou redução durante o período da abordagem sendo necessário uma melhor gestão de seus recursos a longo prazo. Para Olinquevitch e Santi Filho (2004) entende-se por rentabilidade do patrimônio líquido a taxa de lucro obtida sobre o capital próprio e rentabilidade do ativo total uma medida de eficiência da empresa na utilização de seus ativos. Os s de Retorno sobre o Ativo ou Investimento sofreram redução significativa, o índice-padrão que era de 16,21% no ano de 2004 passou para 11,98% no último ano da pesquisa. As empresas Aços Villares S.A. e USIMINAS S.A. exibiram os melhores indicadores, sempre acima do índice-padrão, apesar da 16,24% e 25,46% respectivamente durante o período de análise. Já a Gerdau S.A. e Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) conseguiram os piores índices da pesquisa, abaixo do índice-padrão e ainda uma redução de 29,47% e 42,33% respectivamente na comparação dos anos 2004 e Os s de Retorno sobre Investimento são esboçados na figura 4. Figura 4: de Retorno s/ Investimento O Retorno sobre o Patrimônio Líquido é extremamente importante para a empresa e seus investidores, pois através deste indicador pode-se chegar ao valor de mercado da empresa. Os melhores s de Retorno sobre o Patrimônio Líquido, nos três anos analisados, foram encontrados na empresa Aços Villares S.A. totalizando 75,77% em 2004 e 46,51% em 2006, já os piores indicadores na Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) com exceção no ano de 2005 quando o índice chegou a 30,98%. A USIMINAS S.A. e Gerdau S.A. exibiram redução de 52,4 % e 39,15% respectivamente em seus indicadores durante o período analisado, mas 10

11 permanecendo sempre próximas aos padrões do setor, com exceção da Gerdau S.A. em 2005 conforme a figura 5. Figura 5: de Retorno s/ Patrimônio Líquido A rentabilidade das siderúrgicas pesquisadas é relativamente boa, destacando o retorno sobre o capital próprio da Aços Villares S.A. que chegou a atingir 75,77% em Apesar dos índices serem considerados bons, eles sofreram redução gradativamente no período da pesquisa. As melhores notas de rentabilidade foram atribuídas a Aços Villares S.A. e USIMINAS, porém, seguiram o setor e caíram durante o período de análise. A Gerdau S.A. e Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) ficaram com as piores notas, não atingindo os padrões do setor. Para Brito, Batistella e Corrar (2006) estrutura de capital é um tema ainda bastante controverso em teoria de finanças. Muito embora o assunto venha sendo discutido nos meios acadêmicos há cerca de 50 anos. Quanto menor a dependência do capital de terceiros para financiar os recursos ou ativos da empresa, melhor. (MATARAZZO, 2003) A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) apresentou o menor percentual de endividamento a curto prazo chegando a 22,85% do total de dívidas para com terceiros em 2006, o que representa uma redução de 33,84% se comparado a A Aços Villares S.A. inicia e termina o período analisado com o de Composição do Endividamento maior que 45%, porém, no ano de 2005 apresentou uma grande redução deste índice ficando inclusive abaixo dos padrões do setor. A USIMINAS S.A. e Gerdau S.A. não apresentaram variações significativas neste indicador ficando próximas ao índice-padrão nos anos de 2004 e 2006 conforme a figura 6. Figura 6: de Composição do Endividamento A Aços Villares S.A. e Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) possuem os maiores índices de dependência do capital de terceiros para financiar seus ativos durante os três anos analisados, ficando sempre superiores a 68% e conseqüentemente acima dos padrões da atividade devidamente esboçados na figura 7. Já a USIMINAS S.A. e Gerdau S.A. 11

12 conseguiram uma redução de 30% e 10,96% respectivamente na comparação dos indicadores de 2004 e 2006 ficando abaixo dos padrões do setor. Figura 7: de Endividamento Geral A maioria das siderúrgicas pesquisadas é extremamente dependente do Capital de Terceiros, apesar da redução percentual ocorrida no período da pesquisa. O Capital de Terceiros na maioria das empresas pesquisadas concentra-se no longo prazo, o que é extremamente importante para as entidades a curto prazo. Os melhores indicadores de endividamento foram atribuídos a USIMINAS S.A. que diminuiu sua dependência do capital de terceiros. Em relação ao setor, a Gerdau S.A. e Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) ficaram na média com nota de 2,5 na estrutura de capital em Já a Aços Villares S.A. apresentou notas abaixo dos padrões. A nota média do setor, atribuída ao índice-padrão, nos anos de 2004, 2005 e 2006 é de 2,5. As empresas Gerdau S.A. e USIMINAS S.A. foram as melhores classificadas no setor. A Gerdau S.A. conquistou a segunda colocação geral nos anos de 2004 e 2006, tendo como realce os indicadores de liquidez apesar da redução gradativa de sua rentabilidade. A USIMINAS S.A. conquistou a primeira colocação geral, exceto em O melhor destaque da empresa em relação ao setor é a estrutura de capital. Seu indicador de retorno sobre o patrimônio líquido apresentou uma queda significante durante o período da abordagem, os gestores da empresa devem buscar soluções para esta redução, pois a rentabilidade é extremamente importante para a boa continuidade da empresa. Já a empresa Aços Villares S.A. obteve evolução em sua nota global, passando do quarto para o segundo lugar em No ano de 2006 a empresa exibiu uma pequena retração em sua nota ficando abaixo da média e com o terceiro lugar. A entidade alcançou ótimos indicadores de rentabilidade em relação ao setor, ficando abaixo dos padrões os indicadores de liquidez e endividamento. Por fim a Companhia Siderúrgica Nacional ficou sempre abaixo da nota média, iniciando o ano de 2004 na terceira colocação da pesquisa e encerrando o ano de 2006 em ultimo lugar com a nota global de 1,61. A empresa melhorou seus indicadores de liquidez corrente e seca durante o período da abordagem, diferentemente da liquidez geral. A empresa obteve as menores notas de rentabilidade e sua dependência ao capital de terceiros cresceu percentualmente durante a pesquisa. O destaque positivo da empresa é a redução percentual de sua divida a curto prazo em relação a divida total para com terceiros. De forma geral as empresas pesquisadas conseguiram melhorar seus indicadores de liquidez e endividamento. A rentabilidade merece maior atenção, ocorreu redução gradativa em todas as empresas na comparação dos anos 2004 e As notas das empresas seguem na figura 8. 12

13 Figura 8: Classificação Geral das Empresas 5. Considerações finais Este trabalho demonstra a importância das empresas efetuarem comparações com seus concorrentes, a fim de evidenciar a sua situação no mercado e poder tomar decisões para melhorar ou até mesmo manter seus indicadores econômico-financeiros. O índice-padrão foi utilizado na comparação entre as siderúrgicas, por se tratar de um índice que utiliza dados da entidade e de seus concorrentes. O índice-padrão é importante para comparação de empresas do mesmo setor, servindo para as empresas estabelecerem metas tendo como base o setor. O setor de siderúrgicas foi escolhido para a pesquisa por apresentarem grande importância no setor industrial brasileiro e destinar 40% de sua produção à exportação, contribuindo assim para uma balança comercial favorável. A pesquisa demonstrou que as siderúrgicas analisadas apresentaram uma melhora significativa em sua liquidez e endividamento. Já na rentabilidade apresentaram redução durante o período de 2004 a Como resultado pode-se dizer que a situação econômico-financeira das empresas escolhidas é relativamente confortável, apresentou melhora de forma geral durante a abordagem e ainda estão entre as mais competitivas do setor de siderurgia do mercado mundial. A USIMINAS S.A. e Gerdau S.A. ficaram respectivamente com as melhores classificações do setor, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e Aços Villares S.A. ficaram abaixo da mediana, tendo como exceção a Aços Villares S.A. em 2005, de acordo com os indicadores da pesquisa. O período analisado é de apenas três anos, para uma melhor comparação seria interessante um período maior. Os indicadores de liquidez, endividamento e rentabilidade adotados na pesquisa estabeleceram uma boa comparação entre as empresas, uma quantidade maior de índices poderia representar melhor as empresas. Portanto outras pesquisas podem adotar uma quantidade maior de empresas, por um período maior e com mais indicadores para representar melhor o setor no país. Bibliografia ASSAF NETO, A. Estrutura e análise de Balanços: Um Enfoque Econômico-financeiro. 8ª edição. São Paulo: Atlas, 2006 BRAGA, R. H. Demonstrações Contábeis: Estrutura, Análise e Interpretação. 5ª edição. São Paulo: Atlas, BOLSA DE VALORES DE SÃO PAULO. Disponível em: <http://www.bovespa.com.br/principal.asp>. Acesso em: 28/07/2008. BRITO, G. A. S.; BATISTELLA, F. D.; CORRAR, L.J. Fatores Determinantes da Estrutura de Capital das Maiores Empresas que Atuam no Brasil. São Paulo, Janeiro/Abril Disponível em <www.eac.fea.usp.br/cadernos/completos/cad43/giovani_flavio_corrar_pg9a19.pdf>. Acesso em: 19/09/

14 DUARTE, H. C. F.; LAMOUNIER, W. M. Análise Financeira das Empresas da Construção Civil por Comparação com s-padrão. Paraná. Maio/Agosto, Disponível em <http://www.dcc.uem.br/enfoque/new/enfoque/data/ pdf> Acesso em 19/09/2008 HOJI, M. Administração Financeira: Uma Abordagem Prática. 5º edição. São Paulo: Atlas, INSTITUTO BRASILEIRO DE SIDERURGIA. Disponível em: <http://www.ibs.org.br/mercado.asp>. Acesso em: 01/08/2008. LOPES DE SÁ, Antônio. Importância e Metodologia da Análise Contábil. São Paulo, 2007 Disponível em <http://www.classecontabil.com.br/s. php?id=1366&query=lopes%20de>. Acesso em: 19/09/2008. MARION, J. C. Análise das Demonstrações Contábeis: Contabilidade Empresarial. São Paulo: Atlas, MATARAZZO, D.C. Análise Financeira de balanços: Abordagem Básica e Gerencial. 6ª edição. São Paulo: Atlas, OLINQUEVITCH, J. L. / SANTI FILHO, Armando. Analise de Balanços para Controle Gerencial. 4º edição. São Paulo: Atlas,

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