An 2-A CONSELHO CIENTÍFICO PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO 1. DESIGNAÇÃO DA ACÇÃO DE FORMAÇÃO FORMADORES

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1 CONSELHO CIENTÍFICO PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE 0726CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo ACC 2 An 2-A Nº 1. DESIGNAÇÃO DA ACÇÃO DE FORMAÇÃO Título: Dança do Espectáculo à Prática Área: A-Ciências de Especialidade Domínio: A31 Expressões (Dança) Modalidade: Curso Nº horas presenciais: 15h Nº horas não presenciais: 0h Nº total de horas da formação: 15h FORMADORES Maria Madalena Quintela Vieira de Campos Tm/Tf: BI/CC: NIF: CCFFC/RFO: 06233/98 A31 Maria Cristina Trindade Cordeiro dos Santos Tm/Tf: BI/CC: NIF: CCFFC/RFO: 34569/14 A31

2 2. RAZÕES JUSTIFICATIVAS DA ACÇÃO E SUA INSERÇÃO NO PLANO DE ACTIVIDADES DA ENTIDADE PROPONENTE O curso de Dança do Espectáculo à Prática insere-se no âmbito de um projecto artístico e pedagógico mais vasto, o Curso de Dança na Comunidade/CDC, promovido pelo Forum Dança-Associação Cultural. O CDC é um contexto formativo que aposta na formação contínua, reciclagem e reconversão profissional de professores das áreas artísticas e de estudantes e profissionais da dança. Baseia-se na ideia de acessibilidade da experiência artística, enquanto um direito e um valor. Através do desenvolvimento das práticas artísticas na formação destes professores e profissionais das artes, promove a presença das artes, designadamente da dança, na vida de um número cada vez mais alargado de pessoas. O curso de Dança do Espectáculo à Prática aqui apresentado encara a dança como parte das artes do espectáculo e apresenta exemplos de como a criação artística dialoga com os contextos da nossa sociedade, nomeadamente no âmbito escolar. Questiona-se e pratica-se a presença da dança a este nível, o seu papel, a arte na vida individual, colectiva e social, o papel do espectáculo, da pedagogia e os seus recursos. São apresentados casos concretos de práticas artístico-pedagógicas em contextos comunitários e escolares, com destaque para os projectos de dança os seus conteúdos são objecto de análise e de experimentação. Problematiza-se a diversidade e a especificidade da escola e de como ela contribui para alargar e reinventar as possibilidades de criação artística e de aproximá-la das populações escolares. Aborda-se a relação entre a criação e a pedagogia, o papel e a presença do professor nesse contexto e a articulação com o artista e a comunidade artística. O curso de Dança do Espectáculo à Prática realizar-se-á em Maio, nos dias 15 (18h00-21h00), 16 e 17 (10h00-17h00, c/ 1h pausa), nas instalações do Forum Dança, em Lisboa. 3. DESTINATÁRIOS DA ACÇÃO Professores do Ensino Público (Escolas Básicas, Secundárias e Jardins de Infância) e Privado de áreas que envolvam o corpo e as expressões artísticas. Os dados recolhidos são processados automaticamente, destinando-se à gestão automática de certificados e envio de correspondência. O preenchimento dos campos é obrigatório pelo que a falta ou inexactidão das respostas implica o arquivamento do processo. Os interessados poderão aceder à informação que lhes diga respeito, presencialmente ou por solicitação escrita ao CCPFC, nos termos dos artigos 27º e 28º da Lei nº 10/91 de 19 de Fevereiro. Entidade responsável pela gestão da informação: CCPFC Rua Nossa Senhora do Leite, nº 7 3º Braga. 4. OBJECTIVOS A ATINGIR Como objetivo geral, pretende-se que os participantes reequacionem as suas práticas de ensino e a presença das artes no ensino, de modo a criarem novos conteúdos e articulações na transmissão pedagógica, intensificarem e enriquecerem os seus métodos de trabalho dentro e fora da aula e até de descobrirem novas perspectivas sobre as realidades do ensino em articulação com a criação artística. De como os processos artísticos acrescentam forma e conteúdo às realidades do ensino. Assim, os objectivos específicos são: - Adquirir informação e uma perspectiva actualizada sobre as propostas criativas espectáculos, ateliers desenvolvidos pela coreógrafa/professora e dirigidos aos públicos jovens e escolares. Através da compreensão e experimentação, usar estes exemplos como estímulos para as suas iniciativas artísticas na escola. - Criar estratégias que convocam as populações escolares para experiências que intensificam e avivam a sua

3 ligação à escola e à vida. - Por em prática, de forma consequente, criativa e adequada, projectos artístico-pedagógicos dentro da escola. - Possibilitar o contacto com artistas que são professores experimentados e, assim, ter acesso a uma transmissão actualizada através de processos inovadores e feita por quem desenvolve trabalho criativo reconhecido na comunidade artística. - Questionar o lugar das artes, a qualidade de relação das artes com o público escolar, promover espectadores interventivos e exigentes. - Promover as trocas de experiências, as colaborações, o diálogo artístico e pedagógico, num contexto particularmente qualificado para esta área. - Desenvolver a capacidade de realizar uma actividade pedagógica e criativa na área da dança com públicos de várias idades. 5. CONTEÚDOS DA ACÇÃO (Descriminando, na medida do possível, o número de horas de formação relativo a cada componente) Conteúdos: Serão analisados três espetáculos / projectos que pelas suas diferenças e pelas suas semelhanças se complementam. São eles, a COMPANHIA LIMITADA, ESPANDE e a CARTA COREOGRÁFICA experienciada num país como a Tasmânia. Trata-se de um conjunto de projectos que analisam a questão da participação e da experiência artística com pessoas sem experiência prévia nas artes do espectáculo. Como negociar a questão da permanência da obra e da sua desconstrução em experiência vivida não só pelos artistas, os protagonistas naturais destes processos? Como mudar o preconceito face a essa participação e como construir objectos que deixam rasto nos lugares onde acontecem e transformam atitudes e mentalidades daqueles que participam? Iremos conhecer, analisar e experimentar alguns dos materiais que se constituem como os conteúdos chave destes projetos: são eles a dança, a música, a dramaturgia na contemporaneidade que se encontram com conteúdos culturais vindos das populações participantes. Faseamento: - Descrição da génese de um espectáculo motivação, criação de materiais, intervenientes, relação com entidades, contexto social e geográfico, ensaios, montagem, sensibilização dos públicos, articulação com processos e contextos pedagógicos. (2 horas) - Visionamento das obras e de aulas e ateliers com elas relacionados. (1 hora) - Propostas práticas de exploração de conteúdos de movimento relacionados e a partir dos temas e processos de trabalho presentes nas peças apresentadas; seu desenvolvimento e composição dos materiais encontrados. (5 horas) - Adaptação pedagógica dos materiais coreográficos criados - criação de possibilidades didáticas e de aplicação no contexto escolar. (5 horas) - Apresentação e análise conjuntados dos resultados alcançados. (2 horas) 6. METODOLOGIAS DE REALIZAÇÃO DA ACÇÃO (Discriminar, na medida do possível, a tipologia das aulas a ministrar: teóricas, teórico/práticas, práticas, de seminário)

4 As sessões são teóricas, teórico/práticas e práticas, sendo estas últimas as que ocupam a maior parte da acção teóricas e teórico/práticas, 30%, práticas, 70%. - Teóricas: introdução dos projectos artístico-pedagógicos, contextualização contextualização comunitária e social, visionamento de obras, consulta de documentação. - Teórico/práticas: articulação entre conceitos e processos de improvisação, análise de processos, análise de exercícios realizados, composição de materiais, reflexão sobre implementação e processos de sensibilização ee transmissão, aplicação de critérios de avaliação contínuos e informais, discussões. - Práticas: aquecimentos, improvisações, execução de exercícios e frases de movimento, transmissão de propostas de trabalho e exercícios. 7. CONDIÇÕES DE FREQUÊNCIA DA ACÇÃO Professores do Ensino Público (Escolas Básicas e Secundárias) de áreas que envolvam o corpo e as expressões artísticas. Necessário o envio de biografia actualizada, designadamente no que diz respeito ao conhecimento e prática da dança, movimento ou expressões artísticas. 8. REGIME DE AVALIAÇÃO DOS FORMANDOS Avaliação contínua, por parte do formador, dos trabalhos realizados pelos formandos e apresentados de forma escrita e prática ao longo das sessões. Elaboração de um relatório sobre a aplicabilidade desta acção na sua actividade profissional. Assiduidade Os formandos serão avaliados conforme carta circular CCPFC/2007 de Setembro de 2007 Escala classificativa de 1 a 10 valores com arredondamento à décima e com os seguintes critérios aprovados pela Comissão Pedagógica: De 1 a 4,9 valores Insuficiente (zero créditos); de 5 a 6,4 valores Regular; de 6,5 a 7,9 valores Bom; de 8 a 8,9 valores Muito Bom; de 9 a 10 valores Excelente; (100% dos créditos previstos). 9. MODELO DE AVALIAÇÃO DA ACÇÃO Pelo formando: Resposta a inquéritos e/ou entrevistas Pelo formador: Resposta a inquéritos e/ou entrevistas Análise dos dados recolhidos. 10. BIBLIOGRAFIA FUNDAMENTAL - Valerie Preston-Dunlop, A Handbook for Dance in Education, Longman, Marion Gough, In Touch with Dance, Whitethorn Books, Marion Gough, Knowing Dance, A Guide for Creative Teaching, Dance Books, 1999

5 - Art School (Propositions for the 21 st Century), edited and with an introduction by Steven Henry Madoff, Denis Bablet, L Oeuvre d Art Total, CNRS Editions, Renato Cohen, Performance como Linguagem, Editora Perspectiva, 2002 Data / / Assinatura

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