UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ LISYMÁ SOARES FELISMINO

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ LISYMÁ SOARES FELISMINO DISSEMINAÇÃO DA EDUCAÇÃO FISCAL NO RN: uma realidade a partir da capacitação em EaD Disseminadores de Educação Fiscal? CURITIBA 2011

2 LISYMÁ SOARES FELISMINO DISSEMINAÇÃO DA EDUCAÇÃO FISCAL NO RN: uma realidade a partir da capacitação em EaD Disseminadores de Educação Fiscal? Monografia apresentada a Coordenação de Politicas Integradas de Educação a Distância da Pró-reitoria de Graduação da Universidade Federal do Paraná, como requisito parcial para a obtenção do título de Especialista em Educação a Distância. Orientadoras: Profª. Ma. Rosa Maria Zagonel, Profª Esp. Vanessa do Rocio Godoi Garret Belão. CURITIBA 2011

3 Dedico esta monografia a Djalter, meu amado esposo e à Amanda e Larissa, minhas queridas filhas, que nos momentos de alegria celebraram juntamente comigo, e naqueles de desânimo me confortaram e me incentivaram para que eu pudesse prosseguir.

4 AGRADECIMENTOS Em primeiro lugar, ao excelso e soberano Deus, arquiteto do universo, autor e consumador da fé, por possibilitar a realização desse trabalho, me concedendo saúde, força e coragem para levá-lo a êxito. A Ele toda a honra, toda a glória e todo o louvor! Aos colegas Pedro Régis, Adriano Almeida, Roneide Gomes e Fábia Lanusa, tutores do curso Disseminadores de Educação Fiscal, que gentilmente colaboraram para a realização desse trabalho fornecendo dados importantes à sua realização, e à Erivone Ribeiro, que disponibilizou a Coordenadoria de Educação Fiscal - COEF/SET para tabulação dos dados, na pessoa de Felipe Henrique, estatístico do setor.

5 Alguns homens vêem as coisas como são e dizem: Por quê? Eu sonho com as coisas que nunca foram e digo: Por que não? (BERNARD SHAW).

6 RESUMO O presente estudo analisa o curso de EaD Disseminadores de Educação Fiscal, enquanto ferramenta para resgate da cidadania no âmbito do Estado do Rio Grande do Norte, a partir da aferição dos resultados alcançados pelo curso, através da verificação do nível de satisfação e identificação de deficiências a partir do relato dos profissionais da área de educação capacitados, bem como a verificação da disseminação da Educação Fiscal nas escolas que tiveram profissionais capacitados e a identificação de obstáculos à sua disseminação. Como metodologia foi utilizada a triangulação simultânea de métodos, vez que o estudo se configurou tanto de caráter quantitativo quanto qualitativo. Os resultados demonstram que o curso Disseminadores de Educação Fiscal, consiste em uma ferramenta capaz de fomentar a Educação Fiscal, evidenciando sua importância como ferramenta para resgate da cidadania no RN, fazendo despertar a consciência cidadã em cada profissional capacitado. No entanto, contraditoriamente, ficou evidenciado que a efetiva disseminação propriamente dita nas escolas do RN não ocorreu em níveis esperados. Palavras-chave: Educação Fiscal. Cidadania. Consciência Cidadã.

7 ABSTRACT The present study analyses the course of distance education Fiscal Education Disseminators as an instrument to promote citizenship in the state of Rio Grande do Norte, from the measurement of the results obtained by the course, verifying the level of satisfaction and identifying deficiencies through education professionals reports, checking the dissemination of Fiscal Education in the schools that have qualified professionals and recognizing the obstacles to its diffusion. The methodology used in the work was the simultaneous triangulation of methods, since the study was configured in the quantitative approach as in the qualitative one. The results of the work showed that Fiscal Education Disseminators course consist in a possible instrument to foment the Fiscal Education, highlighting its importance as a method to rescue citizenship in the state of RN, realizing the citizenship conscience in each qualified professional. However, paradoxically, it was evident that the effective dissemination itself in the schools of the state of Rio Grande do Norte didn t happened at was expected. Palavras-chave: Fiscal Education. Citizenship. Citizenship Conscience.

8 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Tabela 1- Município Tabela 2 - Ano de Participação Tabela 3 - Motivação Tabela 4 - Comunicação Tabela 5 - Avaliação do conteúdo Tabela 6 - Avaliação do tutor Tabela 7 - Obstáculos Tabela 8 Conhecimento Tabela 9 - Desenvolvimento do Tema Tabela 10 - Ferramenta para Fomento da Educação Fiscal Tabela 11 - Contribuição na Vida Profissional Tabela 12 - Interesse em Trabalhar com o Tema "Educação Fiscal" Tabela 13 - Realização de Cursos em EaD Gráfico 1- Município da Escola Gráfico 2 - Ano de participação do Curso Disseminadores de Educação Fiscal Gráfico 3: Motivação para a inscrição no curso Disseminadores de Educação Fiscal Gráfico 4 - A comunicação sobre informações do curso atenderam expectativas Gráfico 5 - Avaliação do conteúdo do curso Gráfico 6 - Avaliação da atuação do tutor Gráfico 7 - Obstáculos para que você realizasse o curso Gráfico 8 - O conhecimento adquirido no curso "Disseminadores de Educação Fiscal" possibilitou o desenvolvimento do tema em sala de aula Gráfico 9 - Desenvolveu algum tipo de ação em sala de aula/escola com o tema Gráfico 10 - O curso "Disseminadores de Educação Fiscal" consiste em uma ferramenta capaz de fomentar a disseminação da Educação Fiscal nas escolas do RN Gráfico 11 - O tema do curso contribuiu de que forma na sua vida profissional Gráfico 12 - Teria interesse em voltar a trabalhar em sala de aula com o tema "Educação Fiscal" Gráfico 13 - Realização de outros cursos na modalidade a distância

9 LISTA DE SIGLAS COEF - Coordenadoria de Educação Fiscal CONFAZ - Conselho Nacional de Política Fazendária EaD - Educação a Distância ESAF - Escola de Administração Fazendária GET - Grupo de Trabalho Educação Tributária GEFE Grupo de Educação Fiscal Estadual MEC - Ministério da Educação e Cultura PEF - Programa de Educação Fiscal PNEF - Programa Nacional de Educação Fiscal TIC s Tecnologias de Informação e Comunicação

10 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivos Específicos 2 2 EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA DOS PRIMÓRDIOS AO CONTEXTO DAS SOCIEDADES CONTEMPORÂNEA 3 3 EDUCAÇÃO FISCAL EDUCAÇÃO FISCAL: UMA FERRAMENTA PARA RESGATE DA CIDADANIA 7 4 METODOLOGIA, ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS DA PESQUISA METODOLOGIA INSTRUMENTO DE PESQUISA FASES DA PESQUISA CARACTERIZAÇÃO DOS RESPONDENTES APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS DA PESQUISA DO PONTO DE VISTA QUANTITATIVO Município da Escola Ano de Participação no curso Disseminadores de Educação Fiscal Motivação para a inscrição no curso Disseminadores de Educação Fiscal A comunicação sobre informações do curso se atenderam as expectativas Avaliação do conteúdo do curso Avaliação da atuação do tutor Obstáculos para que você realizasse o curso O conhecimento adquirido no curso "Disseminadores de

11 Educação Fiscal" possibilitou o desenvolvimento do tema em sala de aula Desenvolvimento de algum tipo de ação em sala de aula/escola com o tema: O curso "Disseminadores de Educação Fiscal" consiste em uma ferramenta capaz de fomentar a disseminação da Educação Fiscal nas escolas do RN O tema do curso contribuiu de que forma na sua vida Profissional Interesse em voltar a trabalhar em sala de aula com o tema "Educação Fiscal" Realização de outros cursos na modalidade de ensino a Distância APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS DA PESQUISA DO PONTO DE VISTA QUALITATIVO O conhecimento adquirido no curso "Disseminadores de Educação Fiscal" possibilitou o desenvolvimento do tema em sala de aula O curso "Disseminadores de Educação Fiscal" consiste em uma ferramenta capaz de fomentar a disseminação da Educação Fiscal nas escolas do RN O tema do curso contribuiu de que forma na sua vida profissional Interesse em voltar a trabalhar em sala de aula com o tema "Educação Fiscal" Realização de outros cursos na modalidade EaD ANÁLISE DOS RESULTADOS LIMITAÇÕES E DIFICULDADES VERIFICADAS NA PESQUISA 30 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS 31 REFERÊNCIAS 33 APÊNDICES 35

12 1 1. INTRODUÇÃO O presente estudo foi realizado com a finalidade de aferir os resultados alcançados pelo curso na modalidade de Educação a Distância (EaD) Disseminadores de Educação Fiscal, no Estado do Rio Grande do Norte. Em 05 de novembro de 1997, o Estado do Rio grande do Norte instituiu o Programa de Educação Fiscal PEF, através do Decreto , com a finalidade de fomentar a educação fiscal no Estado. Em 11 de fevereiro de 2004, foi criada na Secretaria da Tributação a Coordenadoria de Educação Fiscal, a COEF, através da Lei Complementar Nº 267, para a coordenação do programa. O PEF, por sua vez, faz parte do Programa Nacional de Educação Fiscal- PNEF, instituído em julho 1997 pelo Conselho Nacional de Política Fazendária CONFAZ, inicialmente como Grupo de Trabalho Educação Tributária e denominado a partir de 1999, Programa Nacional de Educação Fiscal PNEF, cuja gestão atribuições e competências se encontra delineada na Portaria Interministerial (MF e MEC) nº 413, de 31 de dezembro de O programa é resultado do trabalho conjunto dos Ministérios da Fazenda e da Educação, da Controladoria Geral da União, da Secretaria do Orçamento Federal, da Receita Federal do Brasil, da Secretaria do Tesouro Nacional, Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional das Secretarias de Fazenda e das Secretarias de Educação dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, ficando a coordenação geral do programa sob a responsabilidade da Escola de Administração Fazendária ESAF. O PNEF tem como missão Estimular a mudança de valores, crenças e cultura dos indivíduos, na perspectiva da formação de um ser humano integral, como meio de possibilitar o efetivo exercício da cidadania e propiciar a transformação social, e dentro dessa perspectiva tem ofertado semestralmente o curso em EaD Disseminadores de Educação Fiscal, disponibilizado na Escola Virtual da ESAF, no endereço eletrônico no link Educação a Distância, que tem como público alvo os Professores da rede pública do ensino básico; Servidores da Secretaria da Receita Federal do Brasil; Servidores das Secretarias de Fazenda e de Educação dos Estados, Municípios e do Distrito Federal e a sociedade em geral. O presente estudo, portanto, consistiu em uma pesquisa exploratória descritiva, tanto de caráter quantitativo, quanto qualitativo, onde se buscou avaliar o curso em EaD Disseminadores de Educação Fiscal, enquanto ferramenta para

13 2 resgate da cidadania no âmbito do Estado do Rio Grande do Norte. Para a coleta de dados foi utilizado como instrumento de pesquisa um questionário com 12 (doze) questões, aplicado aos profissionais da área de educação do Rio Grande do Norte, capacitados através do curso. A metodologia de pesquisa utilizada foi a triangulação simultânea, com uso dos métodos quantitativo e qualitativo. A análise dos dados foi efetuada através da tabulação dos dados quantitativos, e da análise de conteúdo dos dados qualitativos. O Trabalho foi estruturado a partir 05 (cinco) capítulos: Introdução, Educação a Distância; Educação Fiscal: uma ferramenta para resgate da cidadania; Metodologia, Análise e Discussão dos Resultados da Pesquisa e Considerações Finais. 1.1 OBJETIVOS Para a realização deste estudo, foram traçados os seguintes objetivos: Objetivo geral: Aferir os resultados alcançados pelo curso em Educação a Distância Disseminadores de Educação Fiscal no Estado do Rio Grande do Norte Objetivos específicos: Identificar o nível de satisfação com relação ao curso dos profissionais da área de educação capacitados; Identificar deficiências no curso a partir do relato dos profissionais da área de educação capacitados; Identificar obstáculos para a disseminação da Educação Fiscal nas escolas do Rio Grande do Norte que tiveram Profissionais capacitados; Verificar disseminação da Educação Fiscal nas escolas que tiveram professores capacitados.

14 3 2. EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA 2.1. EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA DOS PRIMÓRDIOS AO CONTEXTO DAS SOCIEDADES CONTEMPORÂNEAS Em um mundo globalizado, com economia, mercado e cultura mundializados, usufruindo de tecnologias cada vez mais sofisticadas, mediatizando relações humanas, a Educação a Distância - EaD se configura como uma alternativa capaz de atender, de certa forma, necessidades do mundo contemporâneo, onde a escassez de tempo e de recursos financeiros é uma realidade, além da dificuldade de locomoção com trânsito cada vez mais caótico nos centros urbanos, viabilizando, portanto, o ensino e a aprendizagem, independente da presença física de alunos e professores em sala de aula. A EaD, no entanto, provavelmente surgiu por volta do ano de 1728, com aulas de taquigrafia, ministradas por Caleb Fhilips (Gazeta de Boston), surgindo posteriormente na Grã-Bretanha, com o Sistema de Taquigrafia por correspondência, em 1840, com Isaac Pitman; na Alemanha, com a Escola Alemã por Correspondência, em 1824, com Fritz Reinhardt; na Austrália, em 1910, na Universidade de Queenisland, com programas de ensino, chegando ao Brasil em 1904, através das Escolas Internacionais. O grande avanço tecnológico nos meios de comunicação, ao longo da história, teve e tem papel preponderante no desenvolvimento e expansão da EaD, vez que tem contribuído de forma indubitável para a viabilização da educação seja através dos correios, da criação de rádios-educativas, telefone, cinema, televisão, internet, bem como através das TIC s. De acordo com Aretio (2002), podemos destacar três gerações de EaD, quais sejam: Ensino por correspondência, ensino multimídia e ensino telemático. Já outros autores como Moore e Kearsley (2007 apud SCHERER, 2010), sugerem a existência de cinco gerações, quais sejam: estudo por correspondência, transmissão por rádio e televisão, abordagem sistêmica, teleconferência e aulas virtuais baseadas na internet. Com relação ao público alvo, verifica-se que nos primórdios da EaD era destinada a pessoas com dificuldades de formação em escolas presenciais,

15 4 configurando certo estigma, certa marginalização de seus estudantes comparados a alunos da educação presencial, vez que se partilhava a ideia de que o uso de tecnologias se dava apenas para chegar àqueles que não possuíam condições de usufruir da educação escolar. Atualmente, no entanto, a educação a distância se configura como uma ferramenta bastante eficaz para solução de problemas de acesso, qualidade e igualdade da educação, sendo reconhecida pela UNESCO como fundamental em sistemas educacionais futuros, vez que através dela se pode transpor barreiras geográficas, temporais, de faixa etária, éticas e culturais, além das de restrições pessoais, dificuldade econômica e demandas educativas, conforme comenta Aretio (2002). Segundo Alves (2006), apesar de seu início no Brasil datar de 1904, e de vários projetos haverem sido realizados posteriormente, como o Instituto Monitor, em 1939, e Instituto Universal Brasileiro, em 1941, somente na década de 60 é que surgiram as primeiras normas que versavam sobre a EaD, como o Código Brasileiro de Comunicações - Decreto-Lei nº 236/67, e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - Lei 5.692/71, que abriu a possibilidade para a realização do ensino supletivo mediante a utilização do rádio, televisão, correspondência e outros meios de comunicação. A partir da edição da nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação, a Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996, avanços significativos foram alcançados, com destaque para o artigo 80, que, regulamentado pelos Decretos 2.494/1998 e 2.561/1998, revogados pelo Decreto 5.622/2005, estabeleceu, por parte do Poder Público, o incentivo, o desenvolvimento e a veiculação de programas de educação a distância em todos os níveis e modalidades de ensino e de educação continuada, devendo ser organizada com abertura e regime especiais e oferecida por instituições especificamente credenciadas pela União, a qual regulará os requisitos para a realização de exames e registro de diplomas relativos aos cursos, onde as normas para a produção, controle e avaliação dos programas e a sua autorização para a implementação caberão aos respectivos sistemas de ensino, podendo haver, no entanto, cooperação e integração entre os diferentes sistemas. E ainda, prevê que a educação a distância gozará de tratamento diferenciado que incluirá a redução de custos de transmissão em canais comerciais de radiodifusão sonora e de sons e imagens, a concessão de canais com finalidades exclusivamente educativas, e reserva de tempo mínimo, sem ônus para o Poder Público, pelos

16 5 concessionários de canais comerciais. Sendo, portanto, estabelecida a partir de então uma política que visa garantir a qualidade referente aos mais variados aspectos inerentes à EaD, especialmente ao credenciamento institucional, supervisão, acompanhamento e avaliação. Conforme o MEC (2007), muitos debates têm acontecido, especialmente na última década, oportunizando, importantes reflexões sobre a necessidade de ressignificações de paradigmas que servem de norte à compreensão do conjunto de elementos constituintes da educação, ou seja, relativos à própria educação em si, à escola, ao currículo, ao estudante, ao professor, à avaliação, à gestão escolar, dentre outros. É, portanto, dentro desse contexto de política permanente de expansão da educação superior, que a educação a distância se configura como uma importante modalidade em seu desenvolvimento, surgindo de forma imprescindível a necessidade de definições de princípios, diretrizes e critérios que se traduzam em referenciais de qualidade para as instituições ofertantes de cursos na modalidade a distância. Dessa feita, o MEC apresentou um documento intitulado Referenciais de Qualidade para Educação Superior a Distância, em 2007, que veio a se circunscrever no ordenamento legal vigente complementando as determinações específicas da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, do Decreto 5.622/2005, do Decreto 5.773/2006, e das Portarias Normativas 1 e 2/2007, com a finalidade do fornecimento de subsídios para atos legais do poder público referentes a processos específicos de regulação, supervisão e avaliação da educação a distância, apesar de não ter força de lei, porém com caráter norteador. Mas e o que vem a ser especificamente a EaD? Conforme dispõe o Decreto 5.622/2005, Educação a distância é a modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, com estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares e tempos diversos., não havendo, no entanto, uma unicidade de modelo, mas diversos modelos, com desenhos e combinações de linguagens e recursos educacionais e tecnológicos diversos, entretanto, sempre com a compreensão de EDUCAÇÃO como fundamento primeiro, antes de se pensar no modo de organização: A DISTÂNCIA, (MEC, 2007).

17 6 Segundo Arétio (2002) EaD se caracteriza como uma forma diferente de ensinar-aprender, a partir do enfoque, do perfil de estudantes, dos objetivos, métodos, meios, estratégias, etc. Na EaD, professor e aluno se encontram separados, em espaço e/ou tempo, com comunicação não contígua, sendo necessário a utilização de meios tecnológicos para que seja efetivada. Outra característica marcante na EaD, é o fato de que é um processo de ensino onde há aprendizagem autônoma. Por aprendizagem autônoma entende-se um processo de ensino e aprendizagem centrado no aprendente, cujas experiências são aproveitadas como recurso, e no qual o professor deve assumir-se como recurso do aprendente, considerado como um ser autônomo, gestor de seu processo de aprendizagem, capaz de autodirigir e auto-regular este processo. (BELLONI, p. 39). Conforme comenta Belloni (2006), as sociedades contemporâneas, em que emergem uma economia globalizada e altamente tecnologizada, requerem um novo tipo de indivíduo, dotado de competências múltiplas, com requisitos básicos para a sobrevivência na sociedade e ingresso no mercado de trabalho, quais sejam, desenvolvimento de habilidades de autogestão, resolução de problemas, adaptabilidade e flexibilidade frente a novas tarefas, assumir responsabilidades e aprender por si próprio, trabalhar em equipe de forma cooperativa e pouco hierarquizada, e a EaD traz em seu bojo justamente a possibilidade de uma aprendizagem ao longo da vida, que venha oferecer ao aluno oportunidades de desenvolvimento de suas competências como trabalhador e cidadão, para que desenvolva a capacidade de viver na sociedade de incertezas do século XXI e suas demandas.

18 7 2. EDUCAÇÃO FISCAL 2.1 EDUCAÇÃO FISCAL: UMA FERRAMENTA PARA RESGATE DA CIDADANIA O mundo contemporâneo tem vivenciado um nível de desenvolvimento econômico e tecnológico sem precedentes, onde cada vez mais se verifica a importância do capital humano no contexto da produtividade econômica e, por conseguinte, a importância do investimento na educação. Uma vez que a relação entre o ritmo do progresso tecnológico e a qualidade da intervenção humana se evidencia cada vez mais, bem como a necessidade de formar agentes econômicos aptos a utilizar as novas tecnologias, se faz mister a formação de indivíduos com capacidade de evolução e adaptação a um mundo em ritmo acelerado de mudanças e que possa efetivamente compreender e dominar essas transformações. Dentro desse contexto mundial, onde transformações constantes eclodem a cada momento, provocando mudanças significativas a toda sociedade, permeadas pelo fenômeno da globalização, verifica-se a necessidade de um repensar de atitudes, e porque não dizer, de um despertar de uma consciência cidadã que venha a possibilitar a atuação de cada indivíduo, enquanto cidadão, preocupado tanto com aspectos econômicos e trabalhistas, bem como sociais e ecológicos e sempre pautados em princípios éticos. Segundo Boff (2000, apud BRASIL, 2009) três problemas suscitam a urgência de uma ética mundial: a crise social, a crise do sistema de trabalho e a crise ecológica, todas de dimensões planetárias. A produção de riqueza propiciada pela alta tecnologia, como a robotização e a informatização, vem ocasionando cada vez mais o distanciamento entre pobres e ricos, vez que é apropriada com alto grau de desigualdade, onde o rico torna-se cada vez mais rico e detentor do controle de processos científico-técnicos, econômicos e políticos, e o pobre cada vez mais pobre, muitas vezes carente inclusive dos serviços básicos, que embora garantidos em leis e consistindo em obrigações de Estado, que tem a finalidade precípua da promoção do bem-estar social, acabam por não fazê-lo. Ademais, a avançada tecnologização do mercado de trabalho incide de forma avassaladora na vida do indivíduo que por vezes vê seu posto de trabalho substituído pela máquina

19 8 inteligente, que faz muito mais em menos tempo e com menor possibilidade de desperdício e erro, gerando, dessa forma, um verdadeiro exército de excluídos. A desigualdade e a exclusão social são, portanto, problemas a serem considerados, senão vejamos: A desigualdade é um fenômeno socioeconômico, que tem como referencial o caráter da igualdade; a exclusão é um fenômeno cultural e social que tem como referencial o caráter da diferença. O grau extremo da desigualdade é a escravidão, enquanto o grau extremo da exclusão é o extermínio. A exclusão corresponde ao impedimento, obstaculização, negação ou interdição de grupos de indivíduos ao exercício pleno da cidadania e às oportunidades de estudo, trabalho, profissionalização, cultura, lazer, expressão etc. (BRASIL, 2002, p.28). Some-se a isso o cenário atual de uma crise ecológica sem precedentes, oriunda da atividade humana por vezes irresponsável, causando irreparáveis danos à biosfera, acarretando a ameaça de um desequilíbrio ecológico com consequências desastrosas a todo o planeta. É, portanto, nesse cenário caracterizado pela assimetria e exclusão social, e atentado aos princípios ecológicos, que surge a premente necessidade de resgate da cidadania, ou seja, do cidadão no exercício efetivo de seus direitos e deveres. Resgate este somente possível através de um processo educacional autônomo e libertador: Um processo educacional somente será verdadeiramente autônomo e libertador se for capaz de preparar cidadãos críticos, dotados das condições que lhes permitam entender os contextos históricos, sociais e econômicos em que estão inseridos. Nosso tempo requer a formação desse novo cidadão consciente, sensível e responsável, que pense global e aja localmente, sendo capaz de intervir e modificar a realidade social excludente a partir de sua comunidade, tornando-se, assim, sujeito da sua própria história. (GADOTTI,1999, apud BRASIL, 2008, p. 22). Concordamos com Brasil (2008, p. 24) ao relatar que Nesse contexto, é imprescindível que o indivíduo compreenda o papel do Estado, seu financiamento e sua função social, o que lhe proporcionará o domínio de instrumentos de participação popular e o controle do gasto público, verificando que o cidadão, enquanto agente transformador da realidade social necessita do domínio dos conceitos de Educação Fiscal. Dentro dessa mesma ótica, Demo (1996, apud BRASIL, 2005, p. 25) reconhece que a participação é conquista social, e que a Educação Fiscal é uma ponte que liga o indivíduo a essa fonte de saber, uma porta que se abre para a construção de um verdadeiro processo de participação popular.

20 9 Educação Fiscal deve ser compreendida como uma abordagem didático pedagógica capaz de interpretar as vertentes financeiras da arrecadação e dos gastos públicos, estimulando o cidadão a compreender o seu dever de contribuir solidariamente em benefício do conjunto da sociedade e, por outro lado, estar consciente da importância de sua participação no acompanhamento da aplicação dos recursos arrecadados, com justiça, transparência, honestidade e eficiência, minimizando o conflito de relação entre o cidadão contribuinte e o Estado arrecadador. A Educação Fiscal deve tratar da compreensão do que é o Estado, suas origens, seus propósitos e da importância do controle da sociedade sobre o gasto público, através da participação de cada cidadão, concorrendo para o fortalecimento do ambiente democrático. (BRASIL, 2008, p. 27). Ademais, em nosso mundo contemporâneo, com economia, mercado e cultura mundializados, com objetos técnicos cada vez mais sofisticados, mediatizando as relações humanas tanto entre si como com a natureza, com o homem abandonado ao sistema mercantil, quem poderá sobreviver, enquanto cidadão, sem se render ao sistema, o qual é trabalhado para produzir seus (do indivíduo) desejos e necessidades, sem ser diluído no consumo de massa, não caindo na armadilha de confundir acesso a mercadorias ao exercício de seus próprios direitos, nem embarcando na cultura do narcisismo, onde o homem vê apenas a si mesmo, esquecendo-se de seu passado e despreocupando-se com as novas gerações? Dentro desse contexto, é a educação o vetor que tem maior poder de propiciar uma grande transformação social, na medida em que tem a capacidade de fomentar dentro de cada indivíduo a conscientização do ser cidadão em toda sua amplitude, onde, de forma imprescindível e preponderante, deve proporcionar a apropriação do conhecimento, que por sua vez vai gerar o discernimento, a fim de que cada indivíduo possa se tornar um cidadão emancipado, com capacidade de exercício de análise e de crítica dos acontecimentos, senão vejamos: A educação emancipadora a verdadeira formação que forma a consciência verdadeira -, bem como a comunicação livre e democrática, são caminhos para a democracia política e social, para a construção de uma sociedade mais justa, mais solidária e inclusiva. (BELLONI, 2002). Segundo Demo (2000, apud BRASIL, 2009) Aprender é a profunda competência de desenhar o destino próprio, de inventar um sujeito crítico e criativo,

21 10 dentro das circunstâncias dadas e sempre com sentido solidário. Ora, sem o conhecimento, aquele que extrapola o ensino à leitura e à escrita, e que possibilita a leitura e releitura de mundo, num exercício crítico, de que fala Paulo Freire (2000, apud BRASIL, 2008), o ser humano fica relegado a uma vivência sem muitas expectativas e sempre à mercê da vontade daqueles que detém o conhecimento e o poder das decisões. Nesse diapasão, torna-se imprescindível ao indivíduo a aquisição, melhor dizendo, a apropriação de conceitos que abordem a compreensão do que é cidadania, o que é Estado, suas origens, suas finalidades, seu financiamento, bem como a vital importância do controle da sociedade sobre o gasto público, a fim de que lhe possibilite o exercício efetivo da cidadania e, por conseguinte, o exercício da democracia. Nesse cenário, portanto, em maio de 1996, o Conselho Nacional de Política Fazendária CONFAZ, reunido na cidade de Fortaleza/CE, no Seminário Administração Tributária, verifica a necessidade e importância de um programa de educação que leve à conscientização tributária, e, por conseguinte, ao despertamento da prática cidadã. Dessa feita, em julho 1997, foi criado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária CONFAZ, inicialmente como Grupo de Trabalho Educação Tributária - GET, constituído por representantes do Ministério da Fazenda (Gabinete do Ministro, Secretaria da Receita Federal, Escola de Administração Fazendária ESAF), das Secretarias de Fazenda, Finanças ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal, oficializado pela Portaria nº 35, de 27 de fevereiro de 1998, do Ministério da Fazenda, que formulou como objetivos a promoção e coordenação de as ações necessárias a elaboração e a implementação de um programa nacional permanente de educação tributária, denominado a partir de 1999, Programa Nacional de Educação Fiscal PNEF, dada a sua abrangência, que não se restringe apenas aos tributos, mas também questões sobre alocação de recursos públicos, cuja gestão atribuições e competências se encontra delineada na Portaria Interministerial (MF e MEC) nº 413, de 31 de dezembro de O programa é resultado do trabalho conjunto dos Ministérios da Fazenda e da Educação, da Controladoria Geral da União, da Secretaria do Orçamento Federal, da Receita Federal do Brasil, da Secretaria do Tesouro Nacional, Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional das Secretarias de Fazenda e das Secretarias de Educação dos Estados, do Distrito

22 11 Federal e dos Municípios, ficando a coordenação geral do programa sob a responsabilidade da Escola de Administração Fazendária ESAF. Segundo Brasil (2008, p. 26) o PNEF surgiu, portanto, dessa relação histórica buscando a harmonia entre Estado e sociedade, a partir do entendimento da necessidade do financiamento da coisa pública, bem como da necessidade de Instrumentalização da sociedade acerca dos meios/mecanismos disponíveis para o acompanhamento da aplicação dos recursos arrecadados, favorecendo o exercício efetivo da cidadania. Como valores norteadores da Educação Fiscal são identificados a superioridade do homem sobre o Estado; a liberdade; a Igualdade e a Justiça social, que por sua vez norteiam o próprio PNEF no comprometimento com a construção da cidadania, da solidariedade, da ética, da transparência, da responsabilidade fiscal e social. O PNEF tem como missão Estimular a mudança de valores, crenças e culturas dos indivíduos, na perspectiva da formação de um ser humano integral, como meio de possibilitar o efetivo exercício da cidadania e propiciar a transformação social. (BRASIL, 2008, p.27). Seu objetivo geral concentra-se na promoção e institucionalização da Educação Fiscal para o efetivo exercício da cidadania. Para cumprimento efetivo de seus objetivos, portanto, o PNEF abriga em seu seio o curso em EaD Disseminadores de Educação Fiscal, disponibilizado semestralmente na Escola Virtual da ESAF, no endereço eletrônico no link Educação a Distância, que tem como público alvo os professores da rede municipal, estadual e federal de ensino; servidores da Secretaria da Receita Federal do Brasil; servidores das Secretarias de Fazenda e de Educação dos Estados, Municípios e do Distrito Federal e a sociedade em geral.

23 12 4. METODOLOGIA, APRESENTAÇÃO, DISCUSSÃO E ANÁLISE DOS RESULTADOS 4.1. METODOLOGIA O presente trabalho consistiu em uma pesquisa exploratória descritiva, realizada com os profissionais da rede estadual de educação do Estado do Rio Grande do Norte, em sua grande maioria pública, que participaram do curso Disseminadores de Educação Fiscal, promovido pela Escola de Administração Fazendária ESAF, na modalidade à distância, dentro do Programa Nacional de Educação Fiscal PNEF, com a finalidade de se analisar o curso Disseminadores de Educação Fiscal e verificar se este se constitui em uma ferramenta capaz de disseminar e fomentar a educação fiscal nas escolas do Estado do Rio Grande do Norte, promovendo o resgate da cidadania, ou melhor dizendo, o seu exercício (da cidadania). Segundo afirma Bardin (2004, p. 92), Uma hipótese é uma afirmação provisória do que nos propomos verificar (confirmar ou infirmar) recorrendo aos procedimentos de análise. A pesquisa realizada, portanto, se configurou de caráter tanto quantitativo quanto qualitativo, onde o instrumento de pesquisa contemplou questões fechadas, semiabertas e abertas. Como estratégia de pesquisa se utilizou a triangulação metodológica simultânea, que segundo Morse (1991, apud Vergara, 2006) consiste no uso dos métodos quantitativo e qualitativo, ao mesmo tempo, e que segundo Jick (1979, apud Vergara, 2006) podem ser vistos como complementares. A análise quantitativa, ou método descritivo, tem o objetivo de proporcionar o conhecimento de informações resumidas dos dados contidos no total de elementos da amostra estudada. Já as análises qualitativas, ou métodos inferenciais, por sua vez, compreendem um conjunto de testes que servem para julgar a validade das hipóteses estatísticas sobre uma população ou para estimar os seus parâmetros, senão vejamos: A análise qualitativa detém-se sobre a essência dos discursos, buscando aprofundar as ideias e manifestações que estão aparentes e/ou ocultos. O processo de análise propriamente dito inicia-se na coleta dos dados, pois, à medida que colhe informações, o pesquisador elabora sua percepção do fenômeno e se deixa guiar pelas especificidades do material selecionado. (LAVILLE;DIONE: 1999, apud PINHEIRO et al, 2007).

24 13 O principal instrumento de análise qualitativa é a análise de conteúdo, que consiste em desmontar a estrutura e os elementos desse conteúdo para esclarecer suas diferentes características e extrair sua significação, não se enquadrando em esquemas rígidos e permitindo abordar uma grande diversidade de objetos de investigação: atitudes, valores, representações, mentalidades, ideologias, etc (LAVILLE;DIONE: 1999, apud PINHEIRO et al., 2007), já que A escolha dos termos utilizados pelo locutor, a sua frequência e o seu modo de disposição, a construção do discurso e o seu desenvolvimento são fontes de informações a partir das quais o investigador tenta construir um conhecimento. (QUIVY; CAMPENHOUDT: 2005, p. 226) INSTRUMENTO DE PESQUISA O instrumento de pesquisa consistiu em um questionário com doze questões, onde seis foram questões fechadas, cinco semiabertas e uma aberta. Nas questões fechadas se buscou verificar primeiramente o lapso de tempo em que foi realizado o curso (questão 1), em seguida se buscou verificar a motivação para participação e se a comunicação sobre informações atenderam às expectativas (questões 2 e 3), a opinião do respondente com relação ao conteúdo e atuação do tutor (questões 4 e 5), e se o conteúdo do curso possibilitou o desenvolvimento do tema em sala de aula (questão 7). Nas questões semiabertas se buscou identificar informações subjacentes às respostas, a priori, já formalizadas, como: obstáculos à realização do curso (questão 6), desenvolvimento de algum tipo de atividade dentro do tema em sala de aula, contribuição para a vida profissional do respondente, interesse em voltar a trabalhar com o tema, bem como a realização de outros cursos na modalidade a distância (questões 8, 10, 11 e 12), e finalmente na questão aberta, se o curso consiste em uma ferramenta capaz de fomentar a Educação Fiscal nas escolas do Estado do Rio Grande do Norte (questão 9).

25 FASES DA PESQUISA De início, a investigação foi realizada no site da ESAF (www.esaf.fazenda.gov.br), no link Educação a Distância, a fim de verificar quantos alunos pertencentes ao Estado do RN concluíram o curso com aprovação e dentre eles quantos pertenciam à área de educação, vez que o curso tem sido destinado desde sua criação tanto a profissionais da área de educação quanto a servidores da Secretaria da Receita Federal e Secretarias de Fazendas Estaduais. Do resultado da primeira investigação, verificamos que no Estado do Rio Grande do Norte, no período de 2004 a 2010, o número de alunos que concluíram com êxito o curso importou em 660 (seiscentos e sessenta), distribuídos em 41 (quarenta e uma) turmas. Desse universo, 420 (quatrocentos e vinte) se tratavam de profissionais da área de educação (professores, técnicos pedagógicos, suportes pedagógicos, supervisores, orientadores educacionais, orientadores Telesala, administradores escolares, diretores e vice-diretores, inspetores, assessores pedagógicos, pedagogos, etc), dentre estes 272 (duzentos e setenta e dois) encontravam-se efetivamente em sala de aula, vez que aqueles que informaram como cargo: Diretor, Vice-diretor, Técnico Pedagógico, entre outros, na realidade também são professores, todavia, se encontravam à época do curso no exercício de outras funções dentro da escola. Em seguida foi acessado o cadastro de todos os alunos que foram aprovados, onde foram coletados por turma os seguintes dados: NOME, , INSTITUIÇÃO PROFISSIONAL, CARGO, CIDADE, FONE TRAB, CELULAR, FONE RESIDENCIAL e FAIXA ETÁRIA e devidamente registrados em uma planilha no excel. Após essa fase, foram selecionados (filtrados) os profissionais da área de educação para envio de um questionário. Foram enviados s para 375 (trezentos e setenta e cinco) alunos do curso, vez que 45 (quarenta e cinco) profissionais deixaram de informar o endereço eletrônico, e outros por não possuírem endereço eletrônico informaram o endereço de algum colega de curso, ou mesmo do gestor regional do curso. O e- mail enviado convidava os profissionais da área de educação a participarem da pesquisa, contendo em anexo um Questionário e um Termo de Esclarecimento da Pesquisa, com informações e esclarecimentos sobre a pesquisa e o questionário. Dos s enviados, 90 (noventa) retornaram sem que chegassem ao destino, em virtude de desatualização do endereço eletrônico. Retornaram o com o

26 15 questionário respondido 21 (vinte e um) profissionais, tendo 01 (Hum) retornado o questionário sem as respostas devidamente respondidas. Foram analisados todos os questionários respondidos pelos professores, os quais eram idênticos para todos os respondentes, abordando questões sobre a realização/participação no curso Disseminadores de Educação Fiscal. Do ponto de vista quantitativo, a partir dos questionários respondidos foi efetuada a tabulação estatística dos dados, devidamente ilustradas com gráficos. Do ponto de vista qualitativo foi efetuada a análise de conteúdo a partir das respostas às questões semiabertas e abertas, onde inicialmente foi realizada uma pré-análise do material que consistiu em uma leitura das respostas às questões, a fim de conhecer o texto e se deixar invadir por impressões e orientações nele contidas, se buscando nas unidades de registro, ou seja, nos questionários, as respostas (às questões abertas) relacionadas ao tema-eixo exercício da cidadania, este diretamente vinculado ao conhecimento sobre questões tributárias no que diz respeito aos impostos sua obrigatoriedade e suas funções sócio-econômicas, bem como à fiscalização da aplicação dos recursos públicos arrecadados CARACTERIZAÇÃO DOS RESPONDENTES Os respondentes tratam-se de profissionais da área de educação atuando no Estado do Rio Grande do Norte que participaram do curso Disseminadores de Educação Fiscal APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS DA PESQUISA DO PONTO DE VISTA QUANTITATIVO Município da Escola Tabela 1: Município Município: Frequência % Caicó Fernando Pedroza Itajá Natal Total

27 16 Mais da metade dos entrevistados são de Natal, 20% são de Caicó, 10% são de Itajá e 5% de Fernando Pedroza. Gráfico 1: Município Ano de Participação no curso Disseminadores de Educação Fiscal Tabela 2: Ano de Participação Ano Frequência % Não Lembro Total Dos entrevistados que participaram do curso Disseminadores de Educação Fiscal entre 2006 e 2010, dois não lembraram o ano de sua participação. A maioria participou em 2009, 30% participaram em 2010, 15% em 2007, e os participantes dos anos de 2006 e 2008 consistiram em 5% em cada ano.

28 17 Gráfico 2: Ano de participação do Curso Disseminadores de Educação Fiscal Motivação para a inscrição no curso Disseminadores de Educação Fiscal Tabela 3: Motivação Motivo Frequência % Interesse pelo tema Determinação da direção da escola Certificação Outros Total Entre os entrevistados 65% alegaram interesse pelo tema como motivação para a inscrição no curso Disseminadores de Educação Fiscal, 15% citaram a determinação da direção da escola como motivação, mesma porcentagem daqueles que disseram que a certificação foi a motivação.

29 18 Gráfico 3: Motivação para a inscrição no curso Disseminadores de Educação Fiscal A comunicação sobre informações do curso se atenderam as expectativas Tabela 4: Comunicação Frequência % Sim ,0 Não 0 0,0 Total ,0 Todos os entrevistados relataram que a comunicação sobre informações do curso atenderam as expectativas.

30 19 Gráfico 4: A comunicação sobre informações do curso atenderam as expectativas Avaliação do conteúdo do curso Tabela 5: Avaliação do Conteúdo Avaliação Frequência % Excelente Ótimo Bom Total Metade dos entrevistados avaliou o curso como ótimo, 30% consideraram o curso bom e 20% acharam excelente.

31 20 Gráfico 5: Avaliação do conteúdo do curso Avaliação da atuação do tutor Tabela 6: Avaliação do Tutor Avaliação Frequência % Excelente Ótimo Bom Regular Total Entre os entrevistados 70% avaliou a atuação do tutor como ótima, 20% acharam bom, 5% consideraram excelente, e mesma quantidade de pessoas avaliaram como regular a atuação do tutor.

32 21 Gráfico 6: Avaliação da atuação do tutor Obstáculos para que você realizasse o curso Tabela 7: Obstáculos Frequência % Sim Não Total Entre os entrevistados 75% não tiveram obstáculos para realizar o curso. Entre os que encontraram obstáculos, três citaram a falta de disponibilidade de tempo e os outros dois a falta de disponibilidade de equipamentos de informática/internet.

33 22 Gráfico 7: Houve obstáculos para que você realizasse o curso O conhecimento adquirido no curso "Disseminadores de Educação Fiscal" possibilitou o desenvolvimento do tema em sala de aula Tabela 8: Conhecimento Frequência % Sim Não Total Apenas 10,5% não consideram que o conhecimento adquirido no curso "Disseminadores de Educação Fiscal" possibilitou o desenvolvimento do tema em sala de aula. Gráfico 8: O conhecimento adquirido no curso "Disseminadores de Educação Fiscal" possibilitou o desenvolvimento do tema em sala de aula

34 Desenvolvimento de algum tipo de ação em sala de aula/escola com o tema Tabela 9: Desenvolvimento do Tema Frequência % Sim Não Total Pouco mais da metade dos entrevistados desenvolveu algum tipo de ação em sala de aula (escola) com o tema, enquanto outros não conseguiram desenvolver. Gráfico 9: Desenvolveu algum tipo de ação em sala de aula/escola com o tema: O curso "Disseminadores de Educação Fiscal" consiste em uma ferramenta capaz de fomentar a disseminação da Educação Fiscal nas escolas do RN Tabela 10: Ferramenta para Fomento da Educação Fiscal Frequência % Sim ,0 Não 0 0,0 Total ,0

35 24 Todos os entrevistados acreditam que o curso "Disseminadores de Educação Fiscal" consiste em uma ferramenta capaz de fomentar a disseminação da Educação Fiscal nas escolas do RN. Gráfico 10: O curso "Disseminadores de Educação Fiscal" consiste em uma ferramenta capaz de fomentar a disseminação da Educação Fiscal nas escolas do RN: O tema do curso contribuiu de que forma na sua vida profissional Tabela 11: Contribuição na Vida Profissional Contribuiu Frequência % Positivamente ,0 Negativamente 0 0,0 Não Contribuiu/ Indiferente 0 0,0 Total Todos os entrevistados consideram que o tema do curso contribuiu de forma positiva na sua vida profissional.

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