Educação fiscal, telecentros e redes sociais: saberes e lugares da cidadania.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Educação fiscal, telecentros e redes sociais: saberes e lugares da cidadania."

Transcrição

1 Educação fiscal, telecentros e redes sociais: saberes e lugares da cidadania. Patricia Mollo 1 RESUMO: O estudo apresenta a proposta de automação do curso de disseminadores em educação fiscal, em tecnologia de código aberto, com a utilização dos telecentros brasileiros para sua disseminação. As TIC s serão apresentadas como instrumento de inclusão digital e emancipação social, indutoras de redes sociais locais, espaço de produção do conhecimento coletivo. Para subsidiar o estudo, serão utilizados os conceitos de globalização e poder local de Milton Santos e o de redes de Manuel Castells. PALAVRAS CHAVE: políticas públicas; educação fiscal; redes sociais; tecnologia de informação e comunicação; software livre; poder local. Introdução A educação fiscal é uma política pública institucionalizada no Programa Nacional de Educação Fiscal - PNEF, descentralizada nas três esferas de Governo, com gestores nas áreas de educação, fazendária, orçamentária e de controle, sob a coordenação da Escola de Administração Fazendária, órgão específico singular do Ministério da Fazenda. Além do Grupo Nacional de Educação Fiscal - GEF, há grupos de 1 Especialista em Política Pública e Gestão Governamental, em exercício na Escola de Administração Fazendária/MF, na Coordenação do Programa Nacional de Educação Fiscal. trabalho na totalidade dos Estados GEFE s e em vários Municípios. E para além dos grupos institucionalizados, já ocorrem experiências pontuais de participação da sociedade civil. 2 Um dos objetivos da educação fiscal é estimular o controle social dos recursos públicos, explicitando o modo como são arrecadados e como retornam à sociedade, em forma de bens e prestação de serviços. Para isso, pretende compartilhar com o cidadão os significados inerentes à arrecadação tributária, ao planejamento, ao orçamento, à execução financeira das políticas públicas, com foco na instrumentalidade das leis orçamentárias. São objetivos direcionados a uma gestão compartilhada entre Estado e sociedade civil, consoante à transformação institucional que sugere Ladislau Dowbor: (...) o exercício de poder deve aproximar-se do cidadão, trazendo transformações profundas à pirâmide que hoje constitui a hierarquia das decisões na área pública. (...) num mundo urbanizado, em que tudo está conectado, não há razão para que o essencial dos problemas do nosso cotidiano, a escola, a saúde, a pequena 2

2 produção, etc, não sejam regulados diretamente pelos interessados, a população, através das instâncias locais. (DOWBOR, 1997, p.12). Contudo, sua eficácia está condicionada a fatores estruturantes. Não é por acaso que os sistemas com os quais a máquina administrativa do Estado gere os recursos públicos são alheios ao cidadão comum. Da história política brasileira, resultou um Estado forte, com características neopatrimonialistas, que impõe sua vontade e seu ordenamento à sociedade civil por meio de sistemas de cooptação que, quando efetivos: (...) tendem a reduzir o conflito político pela limitação de seu escopo, ao estabelecer monopólios irredutíveis de privilégios. Eles criam, ao mesmo tempo, estruturas de participação débeis, sem consistência interna e capacidade organizacional própria. (SCHWARTZMAN, 1982, p. 52). A intensificação da participação social nos processos de geração, aplicação e fiscalização dos recursos públicos é um dos objetivos do Programa, a partir da disseminação de informações e conceitos sobre gestão fiscal. Para esse fim, tem como um dos produtos principais o curso de disseminadores em educação fiscal, composto por quatro cadernos temáticos: i) educação fiscal no contexto social; ii) relação Estado e sociedade; iii) função social dos tributos; e iv) gestão democrática dos recursos públicos. O projeto contempla a migração dos conteúdos dos cadernos para a plataforma de software livre, com a utilização dos telecentros 3 brasileiros para sua disseminação. Por software livre, entende-se todo programa de computador que pode ser usado e redistribuído sem nenhuma restrição. Seu modelo de desenvolvimento baseiase no compartilhamento, de maneira que a comunidade que o utiliza pode estudálo e aprimorá-lo, o que cria um ciclo virtuoso de desenvolvimento. A opção pelo uso da tecnologia aberta fundamenta-se no posicionamento de que as TIC s devem ser utilizadas como instrumentos de inclusão digital e emancipação social, por permitir que o conhecimento seja construído de forma coletiva e solidária, e não gerido pelo mercado. Para sustentar a hipótese de que a utilização das TIC s depende do direcionamento dado pela ideologia dominante, serão apresentados os elementos estruturantes da globalização atual a partir do pensamento de Milton 3 Locais de livre acesso da população com equipamentos conectados à internet.

3 Santos. Para ressaltar a importância das TIC s para a disseminação da educação fiscal será utilizado o conceito de redes como definidoras da organização da sociedade atual, de Manuel Castells. Os telecentros são elementos de determinação dos arranjos institucionais possíveis e índices - signos de tempo e espaço, das redes locais de controle social. Desenvolvimento Milton Santos (2000) afirma que para compreender uma época, faz-se necessário identificar o estado das técnicas e o estado da política. Para o mundo globalizado atual, a técnica dominante é a da informação, materializada por meio da cibernética, da informática e da eletrônica. A tecnologia da informação, além de permitir a unicidade das outras técnicas existentes, que passam a se comunicar por ela, possibilita também a convergência dos momentos e a simultaneidade de ações, onde uma pessoa tem conhecimento em tempo real do acontecer de outra. As demais técnicas não hegemônicas continuam existindo, mas agora mantêm uma relação hierarquizada com as TIC s: são hegemonizadas. Os lugares têm como referência serem ou não dotados das técnicas da informação e assim serão avaliados. A hierarquização revela que todas as técnicas são relativizadas e não podem ser consideradas enquanto dado absoluto. Assim, o estado da política é o outro elemento identificador da realidade, porque as técnicas apenas se realizam, tornando-se história, com a intermediação da política, isto é, da política das empresas e das políticas dos Estados, conjunta ou separadamente. (SANTOS, 2000, p. 26). Hoje, o que caracteriza a realidade, é a forma como os atores hegemônicos do neocapitalismo manipulam as técnicas a serviço da mais valia em escala mundial, base do que Santos denominou de globalitalismo - discurso único de como a informação é dada à humanidade, onde o dinheiro emerge em estado puro, como motor da vida econômica e social. A manipulação das TIC s pelo capital global, por sua vez, ocorre a partir de uma rede integrada de fluxos financeiros, cujo movimento determina a economia e influencia a sociedade. Segundo Castells (1999), a forma de organização em redes é o que caracteriza a nova base material das atividades humanas na estrutura social da era da informação. São sistemas abertos, plásticos, compostos por um

4 conjunto de nós interconectados que reorganizam as relações de poder. As redes, contudo, não são homogêneas e é variável o papel dos atores na sua regulação e funcionamento. Para Santos (2004, p. 270) as redes são um veículo de um movimento dialético que, de uma parte, ao Mundo opõe o território e o lugar; e, de outra parte, confronta o lugar ao território tomado como um todo. Nessa perspectiva, a rede não pode ser dissociada do lugar e - por ser o espaço diferenciado, conduzirá a instalações de redes elas próprias distintas. A perspectiva que distancia o conceito de redes da indiferença espacial é muito importante para a compreensão do projeto proposto, uma vez que cada telecentro 4 será potencialmente um nó da rede situado no espaço, indutor do exercício do poder local. O projeto tem como objetivo o incremento do controle social e da autonomia local. Para isso prevê como resultado, a capacitação de pessoas no curso de disseminadores em educação fiscal, a partir das TIC s de 4 Locais de livre acesso da população com equipamentos conectados à internet. 5 Esse número corresponde ao percentual de 25% da meta estabelecida pela Coordenação do PNEF, para o ano de código aberto, veiculado pelos telecentros situados no Distrito Federal. Ainda que a tecnologia aberta permita acesso ilimitado, as ações iniciais do projeto terão como público-alvo a população que circunda os telecentros a serem selecionados no Distrito Federal, a partir de sensibilizações junto à sociedade civil, quanto à importância do tema da educação fiscal para a prática da cidadania. O escopo do projeto abrange as seguintes ações: i) migração do conteúdo dos quatro cadernos do curso - educação fiscal no contexto social; relação Estado e sociedade; função social dos tributos; e gestão democrática dos recursos públicos, para a plataforma do software livre; ii) estabelecimento de parceria com o grupo de educação fiscal do Distrito Federal; iii) mapeamento dos telecentros no Distrito Federal; iv) estabelecimento de parcerias com as instituições gestoras dos telecentros mapeados; v) veiculação do curso em tecnologia aberta pelos telecentros; vi) sensibilização dos freqüentadores do telecentros para o tema de educação fiscal; vii) estímulo aos concludentes do curso para a criação de tutorias e grupos de discussão formados pela sociedade local; viii) ampliação das ações de disseminação, para além dos

5 telecentros, a partir da indução de redes sociais locais, articuladas pelos disseminadores formados nos telecentros locais. Para avaliação sugerem-se, como indicadores quantitativos, tanto o número de pessoas capacitadas, quanto o número de telecentros acionados para a veiculação do curso. A possibilidade de indicadores qualitativos é ampla e depende do software livre utilizado. Por meio dele, é possível a aplicação de enquetes e pesquisas on line, para a avaliação da satisfação quanto ao conteúdo e multimídia educativa utilizados. O modelo desenvolvido pela SLTI/MP 6 sugere vários indicadores para avaliação dos e-serviços, que podem ser adequados à avaliação do curso de disseminadores em educação fiscal a partir das TIC s de código aberto, como por exemplo: a comucabilidade, que busca valorizar a receptividade e abertura do Estado à influência e participação dos cidadãos, assim como a capacidade de oferecer ajuda para facilitar o acesso às informações prestadas; e a facilidade de uso ou usabilidade, que trata da qualidade de 6 Indicadores e métricas para avaliação de e- serviços. interação e navegação da interface para acesso ao serviço. Quanto aos recursos necessários à execução do projeto, estes poderão correr à conta da ação 6268, prevista no PPA : Programa (Cod/Desc) EDUCAÇÃO FISCAL R$ 1,00 Para estabelecer os possíveis arranjos institucionais será necessário o levantamento dos inputs de apoio e a identificação dos atores públicos e privados, arranjos orientados para uma maior eficácia, a partir da descentralização e da intensificação da importância do governo e entidades locais. Ação (Cod/Desc) formação de disseminadores da educação fiscal 2008 O telecentro será a unidade básica de identificação de atores e programas afins ao PNEF. A partir da identificação de quem o gere e quais programas contempla, será possível o estabelecimento de parcerias para a realização de ações de maneira integrada. Segundo o Observatório Nacional de Inclusão Digital (ONID), no Distrito Federal, existem 114 telecentros, geridos pelos Governos Federal e Distrital, associações, empresa privadas, entre outros

6 Entre os programas identificados citamse: i) o Casa Brasil, gestão dos Ministérios da Ciência e Tecnologia, do Planejamento, das Comunicações, da Cultura, da Educação, do Instituto Nacional de TI, da Petrobras, da Eletrobrás/Eletronorte, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, com o objetivo de implantar espaços multifuncionais de conhecimento e cidadania em comunidades de baixo IDH, por meio de parcerias com instituições locais; ii) os Centros de Inclusão Digital - CID, geridos pela Fundação Bradesco, consistem em laboratórios de tecnologia da informação criados especialmente para atender comunidades onde o acesso à tecnologia é limitado, com o objetivo de promover a inclusão digital e estimular a responsabilidade social; iii) Comitê para a Democratização da Informática CDI, gerido pela sociedade civil, tem o objetivo de mobilizar os segmentos excluídos da sociedade para a transformação da realidade utilizando a tecnologia da informação como um meio para a construção e o exercício da cidadania. A lista é apenas exemplificativa, existem inúmeros atores e programas envolvidos na rede de telecentros, parceiros potenciais para a implementação do projeto. Conclusão A política de educação fiscal, a partir de seu referencial teórico e metodológico, representado, em grande parte, pelos cadernos que compõem o curso de disseminadores em educação fiscal, tem o potencial de amálgama para os vários programas de políticas sociais. Isso porque, ao dar conhecimento ao cidadão de como os recursos públicos são arrecadados e aplicados em forma de bens e prestação de serviços, descortina a própria política pública enquanto materialização de decisões políticas tomadas para uma dada sociedade. Nesse sentido, o conhecimento da fiscalidade pode estimular a participação popular na formulação e implementação das políticas públicas, que por sua vez, é condição para que as políticas sociais percam seu caráter paternalista e para o estabelecimento de uma nova relação entre Estado e sociedade. Nessa direção, as redes, que definem os processos sociais, assumem um papel importante para a prática da cidadania, porque detêm uma natureza ao mesmo tempo global e local, sendo que: (...) o lugar é a terceira totalidade, onde fragmentos da rede ganham uma dimensão única e socialmente concreta,

7 graças à ocorrência, na contigüidade, de fenômenos sociais agregados, baseados num acontecer solidário, que é fruto da diversidade e num acontecer repetitivo, que não exclui a surpresa. (SANTOS, 2004, p. 270). As redes locais tendo acesso às tecnologias de informação e comunicação, por meio dos telecentros, poderão, a partir da apropriação do conteúdo do curso de educação fiscal, produzir novos conhecimentos, de forma coletiva e solidária que subsidiarão novas formas de ação local. É nesse sentido que o projeto de automação do curso de disseminadores em educação fiscal, em linguagem de tecnologia aberta, é uma proposta de fortalecimento das redes sociais locais: um projeto que pretende contribuir com um movimento ascendente e gradual de inclusão da sociedade civil na formação de agenda, formulação e implementação de políticas públicas. Referências CASTELLS, M. A Sociedade em rede. 6. Ed. São Paulo: Paz e Terra, ESAF Escola de Administração Fazendária. Planejamento Estratégico do PNEF para o período de 2008 a Brasília: ESAF, FARAH, M. Parcerias, novos arranjos institucionais e políticas públicas no nível local de governo. In: SARAIVA, E.; FERRAREZI, E. Políticas Públicas, Coletânea, Volume 2. Brasília: Enap, 2006, p MASSARDIER, G. Redes de Política Pública. In: SARAIVA, E.; FERRAREZI, E. Políticas Públicas, Coletânea, Volume 2. Brasília: Enap, 2006, p MP Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Plano Plurianual de 2008 a Disponível em: 0. Acesso em: 14 mar MP Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Plano Indicadores e Métricas para Avaliação de e-serviços. Disponível em: oes-e-projetos/indicadores-e-metricaspara-avaliacao-de-e-servicos. Acesso em: 14 mar ONID Observatório Nacional de Inclusão Digital. Mapa dos Telecentros do Brasil. Disponível em: Acesso em 6 de mar SANTOS, M. A natureza do Espaço: Técnica e Tempo, Razão e Emoção. 4. ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. 4. ed. São Paulo: Editora Record, 2000.

CidadesDigitais. A construção de um ecossistema de cooperação e inovação

CidadesDigitais. A construção de um ecossistema de cooperação e inovação CidadesDigitais A construção de um ecossistema de cooperação e inovação CidadesDigitais PRINCÍPIOs 1. A inclusão digital deve proporcionar o exercício da cidadania, abrindo possibilidades de promoção cultural,

Leia mais

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre o Planejamento Estratégico de TIC no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências. ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário Planejamento

Leia mais

O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social

O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social II Fórum de Informação em Saúde IV Encontro da Rede BiblioSUS O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social Maria de Fátima Ramos Brandão Outubro/2007 1 Apresentação O Projeto Casa Brasil Modelos

Leia mais

Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações

Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações CIDADES DIGITAIS CONSTRUINDO UM ECOSSISTEMA DE COOPERAÇÃO E INOVAÇÃO Cidades Digitais Princípios

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

Nova ética emergindo de crises mudança no sistema de emprego exclusão/marginalização social aumento das demandas sociais concentração de poder e

Nova ética emergindo de crises mudança no sistema de emprego exclusão/marginalização social aumento das demandas sociais concentração de poder e PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FISCAL - PNEF A EDUCAÇÃO FISCAL COMO EXERCÍCIO DE CIDADANIA CONTEXTO Nova ética emergindo de crises mudança no sistema de emprego exclusão/marginalização social aumento das

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

20 Diretrizes Priorizadas pela Etapa Estadual

20 Diretrizes Priorizadas pela Etapa Estadual 20 Diretrizes Priorizadas pela Etapa Estadual Paulista da CONSOCIAL Prioridades Texto Diretriz Eixo Pontos 1 2 Regulamentação e padronização de normas técnicas para a elaboração dos Planos de Governo apresentados

Leia mais

Implantação do Sistema de Divulgação de Melhores Práticas de Gestão na Administração Pública

Implantação do Sistema de Divulgação de Melhores Práticas de Gestão na Administração Pública Ministério do Planejamento, Orçamento e Programa 0792 GESTÃO PÚBLICA EMPREENDEDORA Objetivo Promover a transformação da gestão pública para ampliar os resultados para o cidadão e reduzir custos. Indicador(es)

Leia mais

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul Planejamento Estratégico de TIC da Justiça Militar do Estado do Rio Grande do Sul MAPA ESTRATÉGICO DE TIC DA JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO (RS) MISSÃO: Gerar, manter e atualizar soluções tecnológicas eficazes,

Leia mais

Gestão e Sustentabilidade das Organizações da Sociedade Civil. Alfredo dos Santos Junior Instituto GESC

Gestão e Sustentabilidade das Organizações da Sociedade Civil. Alfredo dos Santos Junior Instituto GESC Gestão e Sustentabilidade das Organizações da Sociedade Civil Alfredo dos Santos Junior Instituto GESC QUEM SOMOS? INSTITUTO GESC - IGESC Fundação da AMBA, pelos alunos do primeiro curso de MBA. Serviços

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

A Construção de Categorias e Indicadores para Avaliação Institucional de Cursos, Projetos e Atividades de Extensão Universitária

A Construção de Categorias e Indicadores para Avaliação Institucional de Cursos, Projetos e Atividades de Extensão Universitária Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária Belo Horizonte 12 a 15 de setembro de 2004 A Construção de Categorias e Indicadores para Avaliação Institucional de Cursos, Projetos e Atividades

Leia mais

Escola de Políticas Públicas

Escola de Políticas Públicas Escola de Políticas Públicas Política pública na prática A construção de políticas públicas tem desafios em todas as suas etapas. Para resolver essas situações do dia a dia, é necessário ter conhecimentos

Leia mais

NOTA TÉCNICA 16 2013. Política Nacional de Educação Popular em Saúde

NOTA TÉCNICA 16 2013. Política Nacional de Educação Popular em Saúde NOTA TÉCNICA 16 2013 Política Nacional de Educação Popular em Saúde Brasília, 20 de maio de 2013 INTRODUÇÃO A Política Nacional de Educação Popular em Saúde PNEP-SUS foi apresentada e aprovada no Conselho

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE PROJETO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ

Leia mais

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social Programa 0465 SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO - INTERNET II Objetivo Incrementar o grau de inserção do País na sociedade de informação e conhecimento globalizados. Público Alvo Empresas, usuários e comunidade

Leia mais

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS SUBCHEFIA DE ASSUNTOS FEDERATIVOS Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal Mapa de obras contratadas pela CEF, em andamento com recursos do Governo Federal 5.048

Leia mais

RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO SISTEMATIZAÇÃO DOS RESULTADOS Atendendo a solicitação do CNMP, o presente documento organiza os resultados

Leia mais

PROGRAMA DE VOLUNTARIADO DA CLASSE CONTÁBIL

PROGRAMA DE VOLUNTARIADO DA CLASSE CONTÁBIL PROGRAMA DE VOLUNTARIADO DA CLASSE CONTÁBIL PROGRAMA DE VOLUNTARIADO DA CLASSE CONTÁBIL 1. Apresentação O Programa de Voluntariado da Classe Contábil, componente do plano de metas estratégicas do Conselho

Leia mais

gestão das Instâncias de Governança nas regiões turísticas prioritárias do país.

gestão das Instâncias de Governança nas regiões turísticas prioritárias do país. OBJETIVO GERAL Estabelecer cooperação técnica para desenvolver e implementar ações que visem a fortalecer o ciclo da gestão das Instâncias de Governança nas regiões turísticas prioritárias do país. IMPORTANTE:

Leia mais

EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS

EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS Garantir a elaboração e implementação da política e do Plano Decenal

Leia mais

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Roteiro 1. Contexto 2. Por que é preciso desenvolvimento de capacidades no setor

Leia mais

Em março de 1999, passaram a integrar o grupo, representantes da Secretaria do Tesouro Nacional e do Ministério da Educação.

Em março de 1999, passaram a integrar o grupo, representantes da Secretaria do Tesouro Nacional e do Ministério da Educação. PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FISCAL PNEF 1 Antecedentes Historicamente, a relação fisco e sociedade, foram pautadas pelo conflito entre a necessidade de financiamento das atividades estatais e o retorno

Leia mais

Fevereiro 2015 DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS DRH ESCOLA JUDICIÁRIA MILITAR EJM

Fevereiro 2015 DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS DRH ESCOLA JUDICIÁRIA MILITAR EJM Fevereiro DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS DRH ESCOLA JUDICIÁRIA MILITAR EJM 2 ÍNDICE PLANO ESTRATÉGICO DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO... 3 Apresentação... 3 Missão... 4 Visão de Futuro... 4 Valores... 4 PERSPECTIVAS...

Leia mais

Garantir a economicidade dos recursos e a melhor alocação dos recursos necessários à prestação jurisdicional.

Garantir a economicidade dos recursos e a melhor alocação dos recursos necessários à prestação jurisdicional. Tema 1: Eficiência Operacional Buscar a excelência na gestão de custos operacionais. Garantir a economicidade dos recursos e a melhor alocação dos recursos necessários à prestação jurisdicional. Agilizar

Leia mais

Seminário Telecentros Brasil

Seminário Telecentros Brasil Seminário Telecentros Brasil Inclusão Digital e Sustentabilidade A Capacitação dos Operadores de Telecentros Brasília, 14 de maio de 2009 TELECENTROS DE INFORMAÇÃO E NEGÓCIOS COMO VEÍCULO DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA

Leia mais

Gestão por Processos. Gestão por Processos Gestão por Projetos. Metodologias Aplicadas à Gestão de Processos

Gestão por Processos. Gestão por Processos Gestão por Projetos. Metodologias Aplicadas à Gestão de Processos Gestão por Processos Gestão por Projetos Gestão por Processos Gestão de Processos de Negócio ou Business Process Management (BPM) é um modelo de administração que une gestão de negócios à tecnologia da

Leia mais

Plano de Ação. Colégio Estadual Ana Teixeira. Caculé - Bahia Abril, 2009.

Plano de Ação. Colégio Estadual Ana Teixeira. Caculé - Bahia Abril, 2009. Plano de Ação Colégio Estadual Ana Teixeira Caculé - Bahia Abril, 2009. IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR Unidade Escolar: Colégio Estadual Ana Teixeira Endereço: Av. Antônio Coutinho nº 247 bairro São

Leia mais

Planejamento estratégico 2016-2019

Planejamento estratégico 2016-2019 Planejamento estratégico 2016-2019 Fortalecer as instituições e a qualidade dos serviços públicos para fortalecer a democracia e a competitividade. www.agendapublica.org.br 2 GOVERNANÇA PARA UM FUTURO

Leia mais

REGIONALIZAÇÃO DO TURISMO

REGIONALIZAÇÃO DO TURISMO REGIONALIZAÇÃO DO TURISMO PROGRAMA NACIONAL DE ESTRUTURAÇÃO DE DESTINOS TURÍSTICOS (Documento base Câmara Temática de Regionalização) Brasília, 08.02.2013 SUMÁRIO 1. CONTEXTUALIZAÇÃO... 2 2. DIRETRIZES...

Leia mais

USO DE NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO PARA FORMAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NOS ASSENTAMENTOS RURAIS DO BREJO PARAIBANO

USO DE NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO PARA FORMAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NOS ASSENTAMENTOS RURAIS DO BREJO PARAIBANO USO DE NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO PARA FORMAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NOS ASSENTAMENTOS RURAIS DO BREJO PARAIBANO MIRANDA 1, Márcia Verônica Costa; SILVA 2, Gilmar Batista da 1 Professora Orientadora

Leia mais

Realizar pesquisas de satisfação da comunidade frente aos serviços prestados e torná-las públicas

Realizar pesquisas de satisfação da comunidade frente aos serviços prestados e torná-las públicas PLANILHA DE OBJETIVOS E AÇÕES VIABILIZADORAS FT DE GESTÃO PÚBLICA - "A SANTA MARIA QUE QUEREMOS" Visão: Que em 2020 Santa Maria seja um município que preste Serviços de Qualidade a seus cidadãos, com base

Leia mais

(Publicada no D.O.U em 30/07/2009)

(Publicada no D.O.U em 30/07/2009) MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS RESOLUÇÃO N o 98, DE 26 DE MARÇO DE 2009 (Publicada no D.O.U em 30/07/2009) Estabelece princípios, fundamentos e diretrizes para a educação,

Leia mais

Incentivar a inovação em processos funcionais. Aprimorar a gestão de pessoas de TIC

Incentivar a inovação em processos funcionais. Aprimorar a gestão de pessoas de TIC Incentivar a inovação em processos funcionais Aprendizagem e conhecimento Adotar práticas de gestão participativa para garantir maior envolvimento e adoção de soluções de TI e processos funcionais. Promover

Leia mais

A NOVA POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

A NOVA POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Centro de Convenções Ulysses Guimarães Brasília/DF 4, 5 e 6 de junho de 2012 A NOVA POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Pablo Sandin Amaral Renato Machado Albert

Leia mais

Realizar pesquisas de satisfação da comunidade frente aos serviços prestados e torná-las públicas

Realizar pesquisas de satisfação da comunidade frente aos serviços prestados e torná-las públicas PLANILHA DE OBJETIVOS E AÇÕES VIABILIZADORAS FT DE GESTÃO PÚBLICA - "A SANTA MARIA QUE QUEREMOS" Visão: Que em 2020 Santa Maria seja um município que preste Serviços de Qualidade a seus cidadãos, com base

Leia mais

A EXPERIÊNCIA DO TRT DA 10ª REGIÃO NA IMPLANTAÇÃO DA GESTÃO ESTRATÉGICA

A EXPERIÊNCIA DO TRT DA 10ª REGIÃO NA IMPLANTAÇÃO DA GESTÃO ESTRATÉGICA A EXPERIÊNCIA DO TRT DA 10ª REGIÃO NA IMPLANTAÇÃO DA GESTÃO ESTRATÉGICA Fabiana Alves de Souza dos Santos Diretora de Gestão Estratégica do TRT 10 1/29 O TRT da 10ª Região Criado em 1982 32 Varas do Trabalho

Leia mais

Oficina. com garantias de diárias, equipamentos, transporte, capacitação, RH entre outros, para o correto funcionamento dos conselhos.

Oficina. com garantias de diárias, equipamentos, transporte, capacitação, RH entre outros, para o correto funcionamento dos conselhos. Oficina Gestão do SUAS e o Controle Social Ementa: Orientar a reorganização dos órgãos gestores no tocante a legislação, com garantias de diárias, equipamentos, transporte, capacitação, RH entre outros,

Leia mais

Sistema de Gestão de Custos: Cumprindo a LRF. Selene Peres Peres Nunes

Sistema de Gestão de Custos: Cumprindo a LRF. Selene Peres Peres Nunes Sistema de Gestão de Custos: Cumprindo a LRF Selene Peres Peres Nunes 03/8/2015 Por que avaliação de custos no setor público? possível realocação orçamentária (uso no orçamento) onde podem ser realizados

Leia mais

Política de Software e Serviços

Política de Software e Serviços Política de Software e Serviços Encontro de Qualidade e Produtividade em Software - Brasília Dezembro / 2003 Ministério da Ciência e Tecnologia Secretaria de Política de Informática e Tecnologia Antenor

Leia mais

O Concurso Inovação na Gestão Pública Federal e a dinâmica das inovações no setor público

O Concurso Inovação na Gestão Pública Federal e a dinâmica das inovações no setor público Escola Nacional de Administração Pública ENAP O Concurso Inovação na Gestão Pública Federal e a dinâmica das inovações no setor público Elisabete Ferrarezi e Sônia Amorim Congresso de Gestão Pública -

Leia mais

Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária

Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE TRIBUTAÇÃO IMOBILIÁRIA Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária Salvador, 21 e 22 de novembro de 2007 SESSÃO III Inovação,

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local 1 Por: Evandro Prestes Guerreiro 1 A questão da Responsabilidade Social se tornou o ponto de partida para o estabelecimento

Leia mais

EDUCAÇÃO FISCAL PARA A CIDADANIA. Abril / 2014

EDUCAÇÃO FISCAL PARA A CIDADANIA. Abril / 2014 EDUCAÇÃO FISCAL PARA A CIDADANIA Abril / 2014 Reflexão Inicial Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda. (Paulo Freire) Mundo em Crise 30 mil crianças morrem

Leia mais

Faculdade de Ciência da Informação Prof a Lillian Alvares

Faculdade de Ciência da Informação Prof a Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Prof a Lillian Alvares Tecnologia e Gestão O principal papel da Tecnologia da Informação na Gestão do Conhecimento consiste em: Ampliar o alcance

Leia mais

Programa 2063 - Promoção dos Direitos de Pessoas com Deficiência

Programa 2063 - Promoção dos Direitos de Pessoas com Deficiência Programa Momento do Programa: Momento LOA+Créditos Tipo de Programa: Temático Macrodesafio Fortalecer a cidadania Eixo Direitos da Cidadania e Movimentos Sociais R$ 50.000.000 Notas de usuário para Programa

Leia mais

Luiz Ildebrando Pierry Porto Alegre, Maio de 2006

Luiz Ildebrando Pierry Porto Alegre, Maio de 2006 Luiz Ildebrando Pierry Porto Alegre, Maio de 2006 Evolução Estratégica do Movimento Qualidade RS 13 anos de atividade Instalação do Programa Cumulativo Consolidação do Programa como Promotor da Causa Evolução

Leia mais

DECRETO Nº XX.XXX, DE XX DE XXXXXXXXXXXX DE 2009.

DECRETO Nº XX.XXX, DE XX DE XXXXXXXXXXXX DE 2009. DECRETO Nº XX.XXX, DE XX DE XXXXXXXXXXXX DE 2009. Institui a Política de Tecnologia da Informação e Comunicação no Governo do Estado do Piauí, cria o Sistema de Governança de Tecnologia da Informação e

Leia mais

VIGILÂNCIA SOCIAL E A GESTÃO DA INFORMAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO

VIGILÂNCIA SOCIAL E A GESTÃO DA INFORMAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO VIGILÂNCIA SOCIAL E A GESTÃO DA INFORMAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO CONCEITUANDO... Vigilância Social : Produção e sistematização de informações territorializadas sobre

Leia mais

PROJETO CIDADÃO EM REDE: DE CONSUMIDOR A PRODUTOR DE INFORMAÇÃO SOBRE O TERRITÓRIO PLANO DE TRABALHO

PROJETO CIDADÃO EM REDE: DE CONSUMIDOR A PRODUTOR DE INFORMAÇÃO SOBRE O TERRITÓRIO PLANO DE TRABALHO PROJETO CIDADÃO EM REDE: DE CONSUMIDOR A PRODUTOR DE INFORMAÇÃO SOBRE O TERRITÓRIO PLANO DE TRABALHO CONVÊNIO DE COOPERAÇÃO TECNOLÓGICA PRODEB-UFBA PRODEB/DSS Diretoria de Sistemas e Serviços UFBA/LCAD

Leia mais

Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental

Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental GOVERNO DO ESTADO DE SÃO APULO SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DIRETRIZES PEDAGÓGICAS O que se espera

Leia mais

Administração Judiciária

Administração Judiciária Administração Judiciária Planejamento e Gestão Estratégica Claudio Oliveira Assessor de Planejamento e Gestão Estratégica Conselho Superior da Justiça do Trabalho Gestão Estratégica Comunicação da Estratégia

Leia mais

CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS. Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br

CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS. Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br Apresentação preparada para: I Congresso de Captação de Recursos e Sustentabilidade. Promovido

Leia mais

PROCESSO DE COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS TURÍSTICOS

PROCESSO DE COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS TURÍSTICOS AGOSTO, 2009 PROCESSO DE COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS TURÍSTICOS Meios de Transportes Atrativo Turístico Necessidades do Turista Turista O turista compra direto com a rede de prestadores de serviços turísticos

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA. Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher

TERMO DE REFERENCIA. Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher TERMO DE REFERENCIA Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher Supervisão Geral No âmbito do Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher, conveniado com a Secretaria Especial

Leia mais

Política Nacional de Participação Social

Política Nacional de Participação Social Política Nacional de Participação Social Apresentação Esta cartilha é uma iniciativa da Secretaria-Geral da Presidência da República para difundir os conceitos e diretrizes da participação social estabelecidos

Leia mais

Termo de Referência para contratação de consultor na modalidade Produto

Termo de Referência para contratação de consultor na modalidade Produto TÍTULO DO PROJETO: Fortalecimento da capacidade institucional com vistas a melhoria dos processos de monitoramento e avaliação dos programas de fomento voltados para a Educação Básica e para o Ensino Superior

Leia mais

Governabilidade = Poder de Governo

Governabilidade = Poder de Governo 6. Governabilidade, Governança e Accountability 1. Governança 2. Controle por Resultados 3. Accountability Esta tríade reflete os princípios da Nova Gestão Pública e serviu de fundamento para o desenho

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009

CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Institui o Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação no âmbito do Poder Judiciário. O PRESIDENTE DO CONSELHO

Leia mais

Programa Cidadania e Justiça

Programa Cidadania e Justiça Programa Cidadania e Justiça PROGRAMA 2020 - Cidadania e Justiça Trata-se de Programa Temático que integra o Plano Plurianual PPA 2012-, de responsabilidade do Ministério da Justiça. OBJETIVO 0878 Garantir

Leia mais

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Banco Cooperativo Sicredi S.A. Versão: Julho/2015 Página 1 de 1 1 INTRODUÇÃO O Sicredi é um sistema de crédito cooperativo que valoriza a

Leia mais

MOVIMENTO ESTUDANTIL E ATENÇÃO BÁSICA PROMOVENDO MUDANÇAS EM SAÚDE: AVANÇOS NO CONTROLE SOCIAL DO SUS

MOVIMENTO ESTUDANTIL E ATENÇÃO BÁSICA PROMOVENDO MUDANÇAS EM SAÚDE: AVANÇOS NO CONTROLE SOCIAL DO SUS MOVIMENTO ESTUDANTIL E ATENÇÃO BÁSICA PROMOVENDO MUDANÇAS EM SAÚDE: AVANÇOS NO CONTROLE SOCIAL DO SUS INTRODUÇÃO Marcelo Machado Sassi 1 Indiara Sartori Dalmolin 2 Priscila de Oliveira Rodrigues 3 Fabiane

Leia mais

"Movimentos Sociais e Políticas Públicas na Interface com o Campo de Conhecimento. Maria da Glória Gohn UNICAMP/CNPq

Movimentos Sociais e Políticas Públicas na Interface com o Campo de Conhecimento. Maria da Glória Gohn UNICAMP/CNPq "Movimentos Sociais e Políticas Públicas na Interface com o Campo de Conhecimento UNICAMP/CNPq AGENDA Redes- Conceitos e Tipos Pressupostos Formas de Organização da Ação Coletiva na Sociedade Brasileira

Leia mais

TELECENTROS.BR PROGRAMA NACIONAL DE APOIO À INCLUSÃO DIGITAL NAS COMUNIDADES. Informações preliminares Outubro de 2009

TELECENTROS.BR PROGRAMA NACIONAL DE APOIO À INCLUSÃO DIGITAL NAS COMUNIDADES. Informações preliminares Outubro de 2009 TELECENTROS.BR PROGRAMA NACIONAL DE APOIO À INCLUSÃO DIGITAL NAS COMUNIDADES Informações preliminares Outubro de 2009 1 OBSERVAÇÃO IMPORTANTE Esta apresentação é baseada na consolidação da proposta preliminar

Leia mais

Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE

Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE IV. CÂMARA TEMÁTICA DA EDUCACÃO, CULTURA E DESPORTOS Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE Meta 1 Toda criança e jovem de 4 a 17 anos na escola; Meta 2 Até 2010, 80% e,

Leia mais

Realizar pesquisas de satisfação da comunidade frente aos serviços prestados e torná-las públicas

Realizar pesquisas de satisfação da comunidade frente aos serviços prestados e torná-las públicas PLANILHA DE OBJETIVOS E AÇÕES VIABILIZADORAS FT DE GESTÃO PÚBLICA - "A SANTA MARIA QUE QUEREMOS" Visão: Que em 2020 Santa Maria seja um município que preste Serviços de Qualidade a seus cidadãos, com base

Leia mais

12.1 AÇÕES E INDICAÇÕES DE PROJETOS

12.1 AÇÕES E INDICAÇÕES DE PROJETOS 43 Considerando os Objetivos Estratégicos, Indicadores e Metas, foram elaboradas para cada Objetivo, as Ações e indicados Projetos com uma concepção corporativa. O Plano Operacional possui um caráter sistêmico,

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA Nº 04

TERMO DE REFERENCIA Nº 04 TERMO DE REFERENCIA Nº 04 CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA PARA APOIO NA ELABORAÇÃO DE PRODUTO REFERENTE À AÇÃO 02 DO PROJETO OBSERVATÓRIO LITORAL SUSTENTÁVEL - INSTITUTO PÓLIS EM PARCERIA COM A PETROBRAS. Perfil:

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.405, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2010. Institui o Programa Pró-Catador, denomina Comitê Interministerial para Inclusão Social

Leia mais

Reunião de Abertura do Monitoramento 2015. Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO

Reunião de Abertura do Monitoramento 2015. Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO Reunião de Abertura do Monitoramento 2015 Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO Roteiro da Apresentação 1. Contextualização; 2. Monitoramento; 3. Processo de monitoramento;

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

Caminhos para as cidades digitais no Brasil. Campinas, 26 de março de 2009

Caminhos para as cidades digitais no Brasil. Campinas, 26 de março de 2009 Caminhos para as cidades digitais no Brasil Campinas, 26 de março de 2009 Atualmente, faz-se necessário o exame de meios que estimulem a difusão de cidades digitais sustentáveis pelo país, porque, além

Leia mais

Redes sociais no Terceiro Setor

Redes sociais no Terceiro Setor Redes sociais no Terceiro Setor Prof. Reginaldo Braga Lucas 2º semestre de 2010 Constituição de redes organizacionais Transformações organizacionais Desenvolvimento das organizações articuladas em redes

Leia mais

IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012

IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012 IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012 Rosely Vieira Consultora Organizacional Mestranda em Adm. Pública Presidente do FECJUS Educação

Leia mais

PROJETO DE LEI CAPÍTULO I DO PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL E DO PLANO PLURIANUAL

PROJETO DE LEI CAPÍTULO I DO PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL E DO PLANO PLURIANUAL PROJETO DE LEI Institui o Plano Plurianual da União para o período 2012-2015. O CONGRESSO NACIONAL decreta: CAPÍTULO I DO PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL E DO PLANO PLURIANUAL Art.1 o Esta lei institui o Plano

Leia mais

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org Este documento faz parte do Repositório Institucional do Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org CARTA DE PRINCÍPIOS DO FÓRUM SOCIAL MUNDIAL O Comitê de entidades brasileiras que idealizou e organizou

Leia mais

Política do Programa de Voluntariado do Grupo Telefônica

Política do Programa de Voluntariado do Grupo Telefônica Política do Programa de Voluntariado do Grupo Telefônica INTRODUÇÃO O Grupo Telefônica, consciente de seu importante papel na construção de sociedades mais justas e igualitárias, possui um Programa de

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO Controle de Versões Autor da Solicitação: Subseção de Governança de TIC Email:dtic.governanca@trt3.jus.br Ramal: 7966 Versão Data Notas da Revisão 1 03.02.2015 Versão atualizada de acordo com os novos

Leia mais

SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS

SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS 1 FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO Simplificar e padronizar os processos internos, incrementando o atendimento ao usuário. Especificamente o projeto tem o objetivo de: Permitir

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Página 1 de 5 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.405, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2010. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84,

Leia mais

I. De uma maneira geral, do que trata a sua pesquisa? Qual é a área temática?

I. De uma maneira geral, do que trata a sua pesquisa? Qual é a área temática? 1 SITES GOVERNAMENTAIS ENQUANTO MECANISMOS DE INFORMAÇÃO, TRANSPARÊNCIA E PARTICIPAÇÃO: TEORIA, INSTITUIÇÕES E ATORES Joscimar Souza Silva 1 Mestrando Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) Resumo:

Leia mais

Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher. Termo de Referência. Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico

Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher. Termo de Referência. Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher Termo de Referência Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico No âmbito do Programa Pernambuco Trabalho e Empreendedorismo da Mulher conveniado

Leia mais

A participação social em programas e projetos governamentais de regularização urbana e ambiental 1

A participação social em programas e projetos governamentais de regularização urbana e ambiental 1 A participação social em programas e projetos governamentais de regularização urbana e ambiental 1 Juliano Varela de Oliveira 2 Cada cidade possui suas peculiaridades referentes às condições de sobrevivência

Leia mais

SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA OBSERVATÓRIO SÓCIO-AMBIENTAL

SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA OBSERVATÓRIO SÓCIO-AMBIENTAL SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA OBSERVATÓRIO SÓCIO-AMBIENTAL FICHA DE APRESENTAÇÃO SISTEMA INTERATIVO DE MONITORAÇÃO E PARTICIPAÇÃO PARA O APOIO À IMPLEMENTAÇÃO DA PLATAFORMA DE C O O P E R A Ç Ã O A M B I

Leia mais

PLANO SETORIAL DE DANÇA. DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança

PLANO SETORIAL DE DANÇA. DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança PLANO SETORIAL DE DANÇA DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança MARÇO DE 2009 CAPÍTULO I DO ESTADO FORTALECER A FUNÇÃO DO ESTADO

Leia mais

Documento referencial: uma contribuição para o debate

Documento referencial: uma contribuição para o debate Documento referencial: uma contribuição para o debate desenvolvimento integração sustentável participação fronteiriça cidadã 1. Propósito do documento O presente documento busca estabelecer as bases para

Leia mais

Aracaju: em foco o modelo Saúde Todo Dia. A Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva em debate

Aracaju: em foco o modelo Saúde Todo Dia. A Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva em debate Aracaju: em foco o modelo Saúde Todo Dia. A Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva em debate ALEXANDRE DE SOUZA RAMOS 1 Saúde como direito de cidadania e um sistema de saúde (o SUS) de cunho marcadamente

Leia mais

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Marcelo de Paula Neves Lelis Gerente de Projetos Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Ministério das Cidades Planejamento

Leia mais

A Importância do Planejamento na construção do SUS. Carmen Teixeira

A Importância do Planejamento na construção do SUS. Carmen Teixeira A Importância do Planejamento na construção do SUS Carmen Teixeira A importância do planejamento O planejamento está voltando à moda, depois de mais de uma década de predomínio do ideologismo neoliberal

Leia mais

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR Programa de Capacitação PAPEL D GESTR CM MULTIPLICADR Brasília 12 de maio de 2011 Graciela Hopstein ghopstein@yahoo.com.br Qual o conceito de multiplicador? Quais são as idéias associadas a esse conceito?

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO N.º 02/2012

EDITAL DE SELEÇÃO COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO N.º 02/2012 EDITAL DE SELEÇÃO COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO N.º 02/2012 Aviso de Divulgação de Seleção de Instrutor Pleno para as atividades de incubação de empreendimentos produtivos. REF: CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA

Leia mais

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA Quando focalizamos o termo a distância, a característica da não presencialidade dos sujeitos, num mesmo espaço físico e ao mesmo tempo, coloca se como um

Leia mais

"Estrutura do Monitoramento e Avaliação no Ministério da Previdência Social"

Estrutura do Monitoramento e Avaliação no Ministério da Previdência Social "Estrutura do Monitoramento e Avaliação no Ministério da Previdência Social" 1 Gestão por processos 2 Previdência Social: em números e histórico Estrutura: Administração Direta, 2 Autarquias e 1 Empresa

Leia mais

PNAFE E A MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO PÚBLICA. I Introdução. O PNAFE e o Ajuste Fiscal dos Estados brasileiros, instituído em 1997.

PNAFE E A MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO PÚBLICA. I Introdução. O PNAFE e o Ajuste Fiscal dos Estados brasileiros, instituído em 1997. I Introdução O PNAFE e o Ajuste Fiscal dos Estados brasileiros, instituído em 1997. 1 II O PNAFE e o processo de descentralização fiscal no Brasil: II.1 Descentralização Fiscal no Brasil Características

Leia mais

GERENCIAMENTO DE PORTFÓLIO DE PROGRAMAS DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: UMA PERSPECTIVA PARA A IMPLANTAÇÃO DO ESCRITÓRIO DE PROJETOS

GERENCIAMENTO DE PORTFÓLIO DE PROGRAMAS DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: UMA PERSPECTIVA PARA A IMPLANTAÇÃO DO ESCRITÓRIO DE PROJETOS GERENCIAMENTO DE PORTFÓLIO DE PROGRAMAS DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: UMA PERSPECTIVA PARA A IMPLANTAÇÃO DO ESCRITÓRIO DE PROJETOS Luis Fernando Vitorino 1, Moacir José dos Santos 2, Monica Franchi Carniello

Leia mais

11º GV - Vereador Floriano Pesaro

11º GV - Vereador Floriano Pesaro PROJETO DE LEI Nº 95/2011 Dispõe sobre a Política Municipal de Atendimento de Educação Especial, por meio do Programa INCLUI, instituído pelo Decreto nº 51.778, de 14 de setembro de 2010, e dá outras providências.

Leia mais

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO Programa de Educação Ambiental Interno Condicionante 57 LO 417/2010 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 04 2. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 05 3. REGULAMENTO APLICÁVEL 06 3.1. FEDERAL

Leia mais

Etapa 01 Proposta Metodológica

Etapa 01 Proposta Metodológica SP Etapa 01 Proposta Metodológica ConsultGEL - Rua: : José Tognoli, 238, Pres., 238, Pres. Prudente, SP Consultores Responsáveis, SP Élcia Ferreira da Silva Fone: : (18) 3222 1575/(18) 9772 5705 João Dehon

Leia mais

Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação PDTI Plano Diretor de Tecnologia da Informação

Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação PDTI Plano Diretor de Tecnologia da Informação PDTI Plano Diretor de Tecnologia da Informação 1 Agenda Contexto SISP Planejamento de TI PDTI 2 SISP Sistema de Administração dos Recursos de Informação e Informática Decreto nº 1.048, de 21 de janeiro

Leia mais