CÓDIGO INTERNACIONAL PARA USO DE PROCEDIMENTOS DE TESTE DE INCÊNDIO. (Código FTP)

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1 CÓDIGO INTERNACIONAL PARA USO DE PROCEDIMENTOS DE TESTE DE INCÊNDIO (Código FTP) 1 PROPÓSITO 1.1 Este Código destina-se a ser utilizado pela Administração e pela autoridade competente do Estado da bandeira ao aprovar produtos para instalação em navios que arvoram a bandeira do Estado da bandeira de acordo com as exigências relativas à segurança contra incêndios da Convenção Internacional para a Salvaguarda da Vida Humana no Mar, de 1974, como emendada. 1.2 Este Código deverá ser utilizado pelos laboratórios de teste ao testar e avaliar os produtos abrangidos por este Código. 2 APLICAÇÃO 2.1 Este Código é aplicável aos produtos para os quais é exigido que sejam testados e aprovados de acordo com o Código de Procedimentos de Teste de Incêndio, como mencionado na Convenção. 2.2 Onde uma referência feita na Convenção ao Código for indicada pela terminologia... de acordo com o Código de Procedimentos de Teste de Incêndio o produto em questão deverá ser testado de acordo com o procedimento ou procedimentos de teste de incêndio aplicáveis, como mencionado no parágrafo Onde na Convenção for feita referência apenas ao desempenho de um produto num incêndio utilizando uma terminologia como... e as suas superfícies expostas deverão ter características de baixa propagação de chamas, o produto em questão deverá ser testado de acordo com o procedimento ou os procedimentos de teste de incêndio aplicáveis, como mencionado no parágrafo DEFINIÇÕES 3.1 Código de Procedimentos de Teste de Incêndio significa o Código Internacional para Uso de Procedimentos de Teste de Incêndio, como definido no capítulo II-2 da Convenção, como emendada.

2 3.2 Data de término do prazo de validade significa a última data na qual o procedimento de teste especificado pode ser utilizado para testar e subsequentemente aprovar qualquer produto com base na Convenção. 3.3 Data de término do prazo de validade para a aprovação significa a última data na qual a aprovação subsequente é válida como prova de atendimento às exigências da Convenção relativas à segurança contra incêndio 3.4 Administração significa o Governo do Estado cuja bandeira o navio está autorizado a arvorar. 3.5 Autoridade competente significa uma organização autorizada pela Administração a desempenhar ar funções exigidas por este Código. 3.6 Laboratório reconhecido pela Administração significa um laboratório de teste que seja aceitável para a Administração envolvida. Outros laboratórios de teste podem ser reconhecidos para aprovações específicas, numa base de caso a caso, como aprovado pela Administração envolvida. 3.7 Convenção significa a Convenção Internacional para a Salvaguarda da Vida Humana no Mar, de 1974, como emendada. 3.8 Teste de incêndio padrão significa um teste no qual as amostras são expostas numa fornalha de teste a temperaturas aproximadamente correspondentes às da curva tempo-temperatura padrão. 3.9 A curva tempo-temperatura padrão significa a curva tempo-temperatura definida pela fórmula: T = 345 log 10 (8t + 1) + 20 onde: T é a temperatura média da fornalha ( C) t é o tempo (minutos) 4 DOS TESTES 4.1 Procedimentos de teste de incêndio O anexo 1 deste Código apresenta os procedimentos de teste exigidos que deverão ser utilizados ao testar produtos como uma base para aprovação (inclusive para a renovação da aprovação), exceto como disposto na seção 8. 2

3 4.1.2 Os procedimentos de teste especificam os métodos de teste e de aceitação e os critérios de classificação. 4.2 Laboratórios de teste Os testes deverão ser realizados em laboratórios de teste reconhecidos pela Administração envolvida Ao reconhecer um laboratório, a Administração deverá considerar os seguintes critérios:.1 que o laboratório seja empregado, como uma parte regular das suas atividades, na realização de inspeções e de testes que sejam os mesmos, ou semelhantes aos testes como descritos na parte aplicável;.2 que o laboratório tenha acesso à aparelhagem, às instalações, ao pessoal e aos instrumentos aferidos que sejam necessários para realizar aqueles testes e inspeções; e.3 que o laboratório não seja de propriedade de um fabricante, vendedor ou fornecedor do produto que estiver sendo testado, nem controlado por ele O laboratório de teste deverá utilizar um sistema de controle de qualidade que seja verificado pela autoridade competente. 4.3 Relatórios dos testes Os procedimentos de teste especificam o conteúdo dos relatórios dos testes De um modo geral, o relatório de um teste é propriedade do patrocinador do teste. 5 DA APROVAÇÃO 5.1 Generalidades A Administração deverá aprovar os produtos de acordo com os seus procedimentos de aprovação estabelecidos, utilizando o procedimento de aprovação de tipo (ver parágrafo 5.2), ou fazendo uma aprovação caso a caso (ver parágrafo 5.3) A Administração pode autorizar as autoridades competentes a emitirem aprovações em seu nome Um candidato que procure obter uma aprovação tem o direito legítimo de utilizar os relatórios relativos aos testes nos quais se baseia o pedido de aprovação (ver parágrafo 4.3.2). 1 Consultar a lista de laboratórios de teste reconhecidos pela Administração, que é publicada e atualizada numa série de circulares FP. 3

4 5.1.4 A Administração pode exigir que os produtos aprovados sejam dotados de marcas de aprovação especiais A aprovação deverá estar válida quando um produto for instalado a bordo de um navio. Se um produto for aprovado ao ser fabricado, mas o prazo de validade da aprovação expirar antes que ele seja instalado no navio, o produto pode ser instalado como sendo um material aprovado, desde que os critérios não tenham mudado desde a data do término do prazo de validade do certificado de aprovação O pedido de aprovação deverá ser feito à Administração ou à autoridade competente. O pedido deverá conter pelo menos o seguinte:.1 o nome e o endereço de quem solicita a aprovação e do fabricante;.2 o nome ou o nome comercial do produto;.3 as qualidades específicas para as quais é solicitada a aprovação;.4 desenhos ou descrições do conjunto e dos materiais do produto, bem como instruções, quando for aplicável, para a sua instalação e uso; e.5 um relatório do(s) teste(s) de incêndio Qualquer alteração significativa num produto deverá fazer com que a aprovação pertinente deixe de ser válida. Para obter uma nova aprovação, o produto deverá ser testado novamente. 5.2 Aprovação de tipo Os certificados de aprovação de tipo deverão ser emitidos e renovados com base nos relatórios dos testes relativos aos testes de incêndio aplicáveis (ver seção 4) A Administração deverá exigir que os fabricantes tenham um sistema de controle de qualidade, verificado por uma autoridade competente, para assegurar o cumprimento contínuo das condições para a aprovação. Alternativamente, a Administração pode utilizar os procedimentos de verificação do produto final quando o atendimento às exigências para o certificado de aprovação de tipo for verificado por uma autoridade competente antes do produto ser instalado a bordo de navios Os certificados de aprovação de tipo não deverão ter validade superior a 5 anos a partir da data da sua emissão Os certificados de aprovação de tipo deverão conter pelo menos o seguinte:.1 identificação (nome ou nome comercial e descrição) do produto;.2 classificação e quaisquer restrições quanto ao uso do produto;.3 nome e endereço do fabricante e de quem solicitou a aprovação; 4

5 .4 método(s) de teste utilizado(s) no(s) teste(s);.5 identificação do(s) relatório(s) do(s) teste(s) e informações aplicáveis (inclusive data de emissão, possível número de arquivo e nome e endereço do laboratório de teste);.6 data de emissão e possível número do certificado de aprovação de tipo;.7 data de término do prazo de validade do certificado; e.8 nome do órgão emissor (autoridade competente) e, se aplicável, autorização De um modo geral, os produtos cujos tipo foram aprovados podem ser instalados para a sua finalidade pretendida a bordo de navios que arvoram a bandeira da Administração que os aprovou. 5.3 Aprovação caso a caso A aprovação caso a caso significa a aprovação quando um produto é aprovado para instalação a bordo de um navio específico sem utilizar um certificado de aprovação de tipo A Administração pode aprovar produtos utilizando os procedimentos de teste aplicáveis para o emprego em um navio específico sem utilizar um certificado de aprovação de tipo. A aprovação caso a caso só é válida para aquele navio específico. 6 PRODUTOS QUE PODEM SER INSTALADOS SEM SEREM SUBMETIDOS A TESTES E/OU A APROVAÇÃO O anexo 2 deste Código especifica os grupos de produtos que são considerados (se algum for) como atendendo às regras específicas de segurança contra incêndio da Convenção e que podem ser instalados sem serem submetidos a testes e/ou a aprovação. 7 USO DE TECNOLOGIAS EQUIVALENTES E MODERNAS 7.1 Para permitir tecnologias modernas e o desenvolvimento de produtos, a Administração pode aprovar produtos a serem instalados a bordo de navios com base em testes e verificações não mencionados especificamente neste Código, mas considerados pela Administração como sendo equivalentes às exigências aplicáveis relativas à segurança contra incêndio da Convenção. 7.2 A Administração deverá informar à Organização as aprovações mencionadas no parágrafo 7.1, de acordo com a Regra I/5 da Convenção e seguir os procedimentos relativos à documentação, como resumido abaixo: 5

6 .1 no caso de produtos novos e não convencionais, uma análise por escrito quanto ao motivo pelo qual o(s) método(s) de teste existente(s) não pode(m) ser utilizados(s) para testar aquele produto específico;.2 uma análise por escrito mostrando como o procedimento de teste alternativo irá verificar o desempenho como exigido pela Convenção; e.3 uma análise por escrito comparando o procedimento de teste alternativo ao procedimento exigido no Código. 8 PERÍODO DE GRAÇA PARA OUTROS PROCEDIMENTOS DE TESTE 8.1 Os procedimentos mais novos adotados pela Organização são considerados como sendo os mais adequados para demonstrar que os produtos envolvidos atendem às exigências aplicáveis da Convenção relativas à segurança contra incêndio. 8.2 Apesar do que é dito em algum outro lugar deste Código, a Administração pode utilizar procedimentos de teste e critérios de aceitação estabelecidos, que não os constantes do anexo 1 deste Código, ao aprovar produtos que atendam às regras de segurança contra incêndio da Convenção, para conceder um período de graça para que os laboratórios de teste obtenham equipamentos de teste, para que a indústria teste novamente os seus produtos e para que a Administração forneça a nova certificação necessária. Para esses outros procedimentos de teste e critérios de aceitação, as datas de término dos prazos de validade dos testes e das aprovações são fornecidas no anexo 3 deste Código. 9 LISTA DE REFERÊNCIAS Nas partes 1 a 9 do anexo 1 do Código são feitas referências às seguintes resoluções da Assembléia da IMO e normas da IMO:.1 Resolução A.471(XII) Recomendação sobre método de teste para determinar a resistência a chamas de têxteis sustentados verticalmente e películas;.2 Resolução A.563(14) Emendas à Recomendação sobre método de teste para determinar a resistência a chamas de têxteis sustentados verticalmente e películas (Resolução A.471(XII); 6

7 .3 Resolução A.652(16) Recomendação sobre procedimentos de teste de incêndio para móveis estofados;.4 Resolução A.653(16) Recomendação sobre procedimentos de teste de incêndio aperfeiçoados para verificar a inflamabilidade da superfície de materiais utilizados no acabamento de anteparas, tetos e pisos;.5 Resolução A.687(17) Procedimentos de teste de incêndio para verificar a inflamabilidade de revestimentos primários de convés;.6 Resolução A.688(17) - Procedimentos de teste de incêndio para verificar a inflamabilidade de peças de roupa de cama;.7 Resolução A.753(18) Diretrizes para a utilização de canalizações de plástico em navios;.8 Resolução A.754(18) Recomendação sobre testes de resistência ao fogo para divisórias das classes A, B e F ;.9 ISO 1182:1990 Teste de incêndio Materiais de construção Teste de não combustibilidade;.10 ISO 1716:1973 Materiais de construção Determinação do potencial calorífico; e.11 ISO 5659:1994 Plásticos Geração de fumaça, Parte 2 Determinação da densidade ótica através de um único teste de câmara..12 Resolução MSC.40(64), conforme emendada pela Resolução MSC.90(71) Padrões para qualificação de materiais navais para embarcações de alta velocidade como contenção de incêndios; e.13 Resolução MSC.45(65) Procedimentos de testes para divisórias resistentes a fogo de embarcações de alta velocidade. 7

8 ANEXO 1 PROCEDIMENTOS DE TESTE DE INCÊNDIO PREÂMBULO 1 Este anexo contém os procedimentos de teste de incêndio que deverão ser utilizados para verificar que os produtos atendem às exigências aplicáveis. Para outros procedimentos de teste, deverão ser aplicadas as disposições do parágrafo 8.2 e do anexo 3 do Código. 2 As referências aos procedimentos de teste deste anexo deverão ser feitas (ex.: no relatório do teste e no certificado de aprovação de tipo) referindo-se ao número, ou números, da parte, como se segue: Exemplo: Quando um revestimento primário de convés tiver sido testado de acordo com as partes 2 e 6 do anexo 1, a referência deverá ser IMO FTPC Partes 2 e 6. 3 Alguns produtos, ou os seus componentes, precisam ser testados de acordo com mais de um procedimento de teste. Com esta finalidade, em algumas partes deste anexo são fornecidas referências a outras partes. Essas referências estão aqui apenas para informação, e a orientação aplicável deverá ser buscada nas exigências pertinentes da Convenção. 4 Para produtos que podem ser instalados sem serem submetidos a teste e/ou a aprovação, deve ser consultado o anexo 2 do Código. PARTE 1 TESTE DE NÃO COMBUSTIBILIDADE 1 APLICAÇÃO 1.1 Quando for exigido que um material seja não combustível, isto deverá ser verificado de acordo com esta parte. 1.2 Se um material for aprovado no teste como especificado na seção 2, ele deverá ser considerado como sendo não combustível, mesmo se consistir numa mistura de substâncias inorgânicas e orgânicas. 8

9 2 PROCEDIMENTO DE TESTE DE INCÊNDIO 2.1 A não combustibilidade deverá ser verificada de acordo com o procedimento de teste constante da norma ISO 1182:1990, exceto que em vez do anexo A, Critérios para avaliação, daquela norma, deverão ser atendidos todos os critérios a seguir:.1 a elevação média da temperatura do par térmico da fornalha, como calculada em da ISO 1182, não deverá ser superior a 30 C;.2 a elevação média da temperatura do par térmico na superfície, como calculada em da ISO 1182, não deverá ser superior a 30 C;.3 a duração média das chamas mantidas, como calculada em da ISO 1182, não deverá ser superior a 10 s; e.4 a perda média de massa, como calculada em 8.3 da ISO 1182, não deverá ser superior a 50%. 2.2 O relatório do teste deverá conter as seguintes informações:.1 nome da organização testante;.2 nome do fabricante do material;.3 data de fornecimento dos materiais e data dos testes;.4 nome ou identificação do material;.5 descrição do material;.6 densidade do material;.7 descrição das amostras;.8 método de teste;.9 resultados do teste, contendo todas as observações;.10 designação do material de acordo com os critérios de teste especificados no parágrafo 2.1 acima. PARTE 2 TESTE DE FUMAÇA E DE TOXIDADE 1 APLICAÇÃO Quando for exigido que um material não seja capaz de produzir quantidades excessivas de fumaça e de produtos tóxicos, ou que não dê origem a riscos tóxicos a temperaturas elevadas, aquele material deverá atender ao disposto nesta parte. 9

10 2 PROCEDIMENTO DE TESTE DE INCÊNDIO 2.1 Generalidades Os testes de geração de fumaça deverão ser realizados de acordo com a norma ISO 5659:1994, Parte 2, e com outros procedimentos de teste como descritos nesta parte do Código. Para realizar os testes de acordo com aquela norma, deverão ser feitas modificações nos dispositivos e nos procedimentos da norma ISO, se necessário. 2.2 Amostra de teste A preparação da amostra de teste deverá ser feita de acordo com a prática apresentada nas Resoluções A.653(16), A.686(17) e A.753(18). No caso de cabos elétricos, só precisam ser testadas as amostras daqueles que tiverem a espessura de isolamento máxima. 2.3 Condições dos testes Durante o teste, a irradiação para a amostra deverá ser mantida constante. Deverão ser testadas três amostras, sendo submetidas a cada uma das seguintes condições:.1 irradiação de 25 kw/m 2 na presença da chama piloto;.2 irradiação de 25 kw/m 2 na ausência da chama piloto; e.3 irradiação de 50 kw/m 2 na ausência da chama piloto. 2.4 Duração dos testes Os testes deverão ser realizados por pelo menos 10 minutos. Se o valor mínimo da irradiação de luz não tiver sido atingido durante a exposição de 10 minutos, o teste deve prosseguir por um outro período de 10 minutos. 2.5 Resultados dos testes A densidade específica ótica da fumaça (D s ), como definida abaixo, deverá ser registrada pelo menos a cada 5 segundos durante o período de teste: onde: D s = (V/(AL))log 10 (l o /l) V = volume total da câmara (m 3 ) A = área exposta da amostra (m 2 ) L = comprimento ótico (m) da medição de fumaça l o = intensidade da luz antes do teste l = intensidade da luz durante o teste (após a absorção de fumaça). 10

11 2.5.2 Ao realizar as medições de toxidade, a retirada de amostras de fumaça deverá ser feita no centro geométrico da câmara, durante o teste da segunda ou da terceira amostra em cada condição de teste, até 3 minutos a partir do momento em que for atingida a densidade específica ótica máxima. A concentração de cada gás tóxico deverá ser determinada sob a forma de ppm no volume da câmara. 2.6 Critérios de classificação 2.6. Fumaça Deverá ser calculada uma média (D m ) do valor máximo de D s de três testes em cada condição de teste..1 para materiais utilizados como superfície de anteparas, forros e tetos, o D m não deverá ser superior a 200 em qualquer condição de teste;.2 para materiais utilizados como revestimento primário de convés, o D m não deverá ser superior a 400 em qualquer condição de teste;.3 para materiais utilizados como revestimento de pisos, o D m não deverá ser superior a 500 em qualquer condição de teste;.4 para canalizações de plástico e cabos elétricos, o D m não deverá ser superior a 400 em qualquer condição de teste Toxidade A concentração de gases, medida em cada condição de teste, não deverá ultrapassar os seguintes limites: CO 1450 ppm HBr 600 ppm HCI 600 ppm HCN 140 ppm HF 600 ppm SO ppm (200 ppm para revestimentos de pisos) NO x 350 ppm 2.7 Relatório do teste O relatório de um teste deverá conter as seguintes informações:.1 tipo de material, isto é, acabamento de superfície, revestimento de pisos, revestimento primário de convés, canalizações, etc.;.2 nome comercial do material;.3 descrição do material; 11

12 .4 confecção da amostra;.5 nome e endereço do fabricante do material;.6 D m em cada condição de aquecimento e de combustão;.7 concentração de gases tóxicos em ppm, se aplicável;.8 avaliação de acordo com o parágrafo 2.6;.9 nome e endereço do laboratório de teste; e.10 data do teste. 3 EXIGÊNCIAS ADICIONAIS 3.1 A parte 5 deste anexo também se aplica a tintas, revestimentos de pisos, vernizes e a outros acabamentos utilizados em superfícies interiores expostas. 3.2 A parte 6 deste anexo também se aplica aos revestimentos primários de convés. PARTE 3 TESTE PARA DIVISÓRIAS DAS CLASSES A, B E F 1 APLICAÇÃO Onde for exigido que produtos (tais como conveses, anteparas, portas, tetos, forros, janelas, abafadores de chamas, aberturas para a passagem de canalizações e de cabos elétricos) sejam divisórias da classe A, B ou F, eles deverão cumprir esta parte 2. 2 PROCEDIMENTO DE TESTE DE INCÊNDIO 2.1 Os produtos deverão ser testados e avaliados de acordo com o procedimento de teste de incêndio especificado na Resolução A.754(18). Aquela resolução contém também em seus apêndices os procedimentos de teste para janelas, abafadores de chamas e aberturas para a passagem de canalizações e dutos. 2.2 Tamanho das amostras Para os efeitos deste Código, a primeira frase dos parágrafos 2.1.1, e do anexo da Resolução A.754(18) é substituída pela seguinte: 2 Os produtos testados para utilização em edifícios possuem marcas de classificação semelhantes. No entanto, elas não correspondem às classes para utilização marítima 12

13 As dimensões totais mínimas das amostras para teste, inclusive os detalhes do perímetro da parte superior, do fundo e das arestas verticais, são mm de largura, de altura, exceto que em testes realizados até 31 de Dezembro de 1998 podem ser utilizadas as dimensões totais mínimas de mm de altura e de 4,65 m 2 na superfície exposta da amostra para teste. Para aprovações concedidas com base em testes com amostras para teste muito menores, a data de término do prazo de validade da aprovação é 31 de Dezembro de Para os efeitos deste Código, a primeira frase dos parágrafos 2.2.1, e do anexo da Resolução A.754(18) é substituída pela seguinte: As dimensões totais mínimas das amostras para teste, inclusive os detalhes do perímetro em todas as arestas, são mm de largura e de altura, exceto que em testes realizados até 31 de Dezembro de 1998 podem ser utilizadas as dimensões totais mínimas de mm de altura e de 4,65 m 2 na superfície exposta da amostra para teste. Para aprovações concedidas com base em testes com amostras para teste muito menores, a data de término do prazo de validade da aprovação é 31 de Dezembro de O tamanho das amostras deve ser fornecido nos relatórios dos testes. 2.3 Onde for exigido que a radiação térmica através de janelas seja limitada, o conjunto da janela pode ser testado e avaliado da acordo com o apêndice 1 desta parte. 2.4 Onde for exigido que os tetos ou forros sejam tetos ou forros contínuos da classe B, eles podem ser testados e avaliados de acordo com o apêndice 2 desta parte. 3 EXIGÊNCIAS ADICIONAIS 3.1 A integridade das estruturas da classe B deverá ser obtida com materiais não combustíveis. Não é preciso que os adesivos utilizados na confecção da amostra sejam não combustíveis; no entanto, para os efeitos deste Código, eles deverão ter características de baixa propagação de chamas. 3.2 Os materiais colocados em junções de painéis da classe B para evitar a transmissão de vibração ou de ruído deverão ter características de baixa propagação de chamas e ser testados com fogo juntamente com as divisórias da classe B com que são utilizados. Esses materiais, entretanto, deverão ser não combustíveis se tiverem que sustentar estruturas não combustíveis da classe B, ou para obter a integridade exigida. 13

14 3.3 As portas e venezianas que estiverem instaladas acima do convés das anteparas, e das quais seja exigido que atendam tanto às exigências relativas à proteção contra incêndio como às relativas à estanqueidade à água, deverão atender às exigências relativas à proteção contra incêndio como exigido na Convenção para as divisórias em que estiverem instaladas. As portas estanques à água, instaladas abaixo do convés das anteparas, não precisam ser isoladas. 4 OUTRAS REFERÊNCIAS 4.1 A não combustibilidade dos materiais utilizados em divisórias das classes A e B deverá ser verificada de acordo com a parte Quando for permitido que seja utilizada madeira compensada em divisórias das classes A e B, as características de baixa propagação de chamas dessa madeira, se for exigido, deverão ser verificadas de acordo com a parte 5. Apêndice 1 Teste de radiação térmica suplementar aos testes de resistência ao fogo para janelas instaladas em divisórias das classes A, B e F 1 PROPÓSITO 1.1 Este apêndice especifica um procedimento para medir o fluxo de calor através de janelas, como uma base para caracterizar a sua capacidade de limitar a radiação térmica, para impedir a propagação do fogo e para permitir que as rotas de escape passem perto das janelas. 1.2 Este procedimento é uma exigência opcional e pode ser solicitado por alguma Administração para janelas localizadas em áreas específicas de um navio. 2 PROCEDIMENTO DE TESTE 2.1 A janela deverá ser testada de acordo com a Resolução A.754(18), utilizando a instrumentação adicional como especificado abaixo. 2.2 O termo janela abrange janelas, vigias e qualquer outra abertura envidraçada instalada, com a finalidade de permitir a transmissão de luz ou a visão, numa divisória resistente ao fogo. O termo divisória resistente ao fogo abrange anteparas e portas. 14

15 3 INSTRUMENTAÇÃO ADICIONAL 3.1 A instrumentação adicional consiste num medidor de fluxo aferido de visão restrita para medir o calor total, com a visão restrita para indicar o fluxo de calor incidente. O medidor de fluxo deve ser resfriado a água e ser capaz de medir o fluxo de calor de 0 a 60 kw/m 2. O medidor de fluxo deve ser aferido pelo menos uma vez por ano, comparando-o a um instrumento padrão. 3.2 O medidor de fluxo deve ser colocado perpendicularmente ao centro da janela que estiver sendo testada, e numa posição tal que o centro do seu visor coincida com o centro da janela 3 (ver a figura). O medidor de fluxo deve ficar localizado a uma distância superior a 0,5 m da janela, de modo que o seu visor abranja apenas uma parte da moldura da janela. O medidor de fluxo, entretanto, não deve ficar localizado a mais de 2,5 m da janela. A dimensão do entorno e da moldura da janela vistos através do medidor de fluxo, que continua fora da janela, não deve ultrapassar 10% da largura total vista através do medidor de fluxo na superfície da amostra. Essa dimensão deve ser calculada com base no ângulo de visão restrita do medidor de fluxo e na sua distância à superfície da amostra. 3 Um método satisfatório de localizar, montar e direcionar o medidor de fluxo é o seguinte: um suporte metálico confeccionado com um tubo montado numa base robusta serve como um instrumento em forma de mastro para localizar o medidor de fluxo na distância necessária da amostra para teste. Um suporte adequado para o medidor de fluxo é confeccionado instalando uma base para luneta numa articulação constituída por um encaixe e uma esfera uma esfera que possa ser travada. Esse encaixe proporciona flexibilidade para direcionar o medidor. O suporte do medidor de fluxo é montado no instrumento em forma de mastro, na altura apropriada. É colocado um indicador a laser no encaixe para a luneta e o encaixe é orientado de tal modo que o ponto fique no centro da janela. O indicador a laser é retirado do suporte e substituído pelo medidor de fluxo. 15

16 3.3 Para janelas cuja maior dimensão for inferior a 1,57 vezes a menor dimensão, só é necessário um medidor de fluxo. 3.4 Para janelas oblongas cuja maior dimensão for maior que 1,57 vezes a menor dimensão, deverá haver outros medidores de fluxo. A distância dos medidores de fluxo à janela deve ser ajustada de tal modo que os visores dos medidores abranjam pelo menos 50% da janela. Os medidores de fluxo, entretanto, não devem estar localizados a menos de 0,5 m, nem a mais de 2,5 m da janela. 4 CRITÉRIOS DE CLASSIFICAÇÃO 4.1 O fluxo máximo de calor (E w ) deve ser medido para os primeiros 15 minutos do teste, para os primeiros 30 minutos do teste e para toda a duração do teste (isto é, 60 minutos para entornos da classe A e 30 minutos para entornos da classe B ). 4.2 Os fluxos máximos de calor (E w ) medidos de acordo com o parágrafo 4.1 devem ser comparados ao valor de referência (E c ) obtido na tabela Se (E w ) for menor que (E c ), a janela é aceitável para ser instalada num entorno que tenha uma classificação de resistência ao fogo correspondente. 16

17 Tabela 1 Critérios para o fluxo de calor Classificação da divisória resistente ao fogo Período de tempo a partir do início do teste Fluxo de calor E c (kw/m 2 ) A-0 60 minutos 56,5 A minutos 60 minutos 2,34 8,0 A minutos 60 minutos 2,34 6,4 A minutos 2,34 B-0 30 minutos 36,9 B minutos 30 minutos 2,34 4,3 Apêndice 2 Divisórias contínuas da classe B 1 PROPÓSITO 1.1 Este apêndice especifica o procedimento para testar forros e tetos, para verificar se são forros contínuos da classe B e tetos contínuos da classe B e para avaliar se estruturas inteiras são estruturas contínuas da classe B. 1.2 Esse procedimento é uma exigência opcional e pode ser solicitado por alguma Administração para divisórias contínuas da classe B. 2 PROCEDIMENTO DE TESTE E AVALIAÇÃO 2.1 Os forros, tetos e estruturas devem ser avaliados de acordo com a Resolução A.754(18), utilizando os dispositivos descritos abaixo. 2.2 Os tetos devem ser testados de acordo com o parágrafo 2.8 do anexo da Resolução A.754(18), exceto que o teto deve ser montado na fornalha horizontal, de modo que sejam montadas na fornalha anteparas da classe B, com pelo menos 150 mm de altura, e que o teto seja fixado a essas anteparas parciais utilizando o método de união das junções que se pretende que seja utilizado na prática. Esses tetos e os métodos de união das junções devem ser avaliados como é exigido para tetos de acordo com a Resolução A.754(18) e, conseqüentemente, devem ser classificados como tetos contínuos da classe B (B-0 ou B-15, como for aplicável). 2.3 Um forro que tiver sido avaliado de acordo com a Resolução A.754(18) como sendo um forro da classe B (B-0 ou B-15, como for aplicável com base no teste do forro), pode ser considerado como constituindo um forro contínuo da classe B (B-0 ou B-15, como for 17

18 aplicável), juntamente com um teto contínuo da classe B (B-0 ou B-15, como for aplicável) e com o método de união das junções utilizado no teste (ver parágrafo 2.2 acima), sem ser necessário realizar outros testes no forro. 2.4 Uma estrutura fechada instalada num convés da classe A e constituída por forros contínuos da classe B (B-0 ou B-1, como for aplicável) e por um teto contínuo classe B (B-0 ou B-1, como for aplicável), deve ser considerada como constituindo uma estrutura da classe B. PARTE 4 TESTE PARA SISTEMAS DE CONTROLE DE PORTAS DE INCÊNDIO 1 APLICAÇÃO Quando for exigido que um sistema de controle de portas de incêndio seja capaz de funcionar em caso de incêndio, o sistema deverá atender ao disposto nesta parte. 2 PROCEDIMENTO DE TESTE DE INCÊNDIO Os sistemas de controle de portas de incêndio deverão ser testados e avaliados de acordo com o procedimento de teste apresentado no apêndice desta parte. 3 EXIGÊNCIAS ADICIONAIS A parte 1 deste anexo é aplicável também a materiais de isolamento utilizados juntamente com um sistema de controle de portas de incêndio. Apêndice Procedimento de teste para sistemas de controle de portas de incêndio 1 GENERALIDADES 1.1 Os sistemas de controle de portas de incêndio destinados a serem utilizados para portas de incêndio que sejam capazes de funcionar em caso de incêndio deverão ser testados de acordo com 18

19 o procedimento de teste de incêndio descrito neste apêndice, independentemente da energia utilizada para o seu acionamento (pneumática, hidráulica ou elétrica). 1.2 Os testes de incêndio deverão ser testes de protótipo e ser realizados com o sistema de controle completo numa fornalha dimensionada de acordo com a Resolução A.754(18). 1.3 A estrutura a ser testada deverá ser, na medida do possível, representativa da que será utilizada a bordo de navios, inclusive os materiais e o método de montagem. 1.4 O funcionamento do sistema de controle, inclusive do seu mecanismo de fechamento, deverá ser testado, isto é, o seu funcionamento normal e, se necessário, o seu funcionamento de emergência, inclusive a transferência de um modo de funcionamento para o outro, se esta for basicamente um projeto do fabricante. O tipo de instalação e as funções que o sistema deve desempenhar deverão ser claras e constar de uma descrição detalhada dessas funções. 2 NATUREZA DO PROTÓTIPO DOS SISTEMAS DE CONTROLE 2.1 A instalação do protótipo do sistema de controle deverá obedecer totalmente ao manual de instalação do fabricante. 2.2 O protótipo do sistema de controle deverá conter o dispositivo típico de uma porta fixada ao mecanismo de fechamento. Para os efeitos do teste, deverá ser utilizado o modelo de uma porta. No caso de portas corrediças, o modelo de porta deverá correr no trilho da porta original, com os rolamentos de apoio e com os rolamentos guias originais. O modelo de porta deverá ter o peso da maior porta a ser acionada por aquele sistema de controle. 2.3 No caso de sistemas pneumáticos ou hidráulicos, o atuador (cilindro) deverá ter o comprimento máximo permitido pela fornalha. 3 MATERIAIS PARA O PROTÓTIPO DOS SISTEMAS DE CONTROLE 3.1 Especificações Antes do teste, os planos e a lista de materiais do dispositivo de teste deverão ser submetidos ao laboratório por quem solicita o teste. 19

20 3.2 Medidas do controle O laboratório de teste deverá usar amostras como referência de todos os materiais cujas características sejam importantes para o desempenho do protótipo do sistema de controle (exceto o aço e outro material equivalente) Se necessário, deverão ser realizados testes de não combustibilidade do material de isolamento, de acordo com a parte 1. Os adesivos utilizados na confecção da amostra não precisam ser não combustíveis, no entanto, devem possuir características de baixa propagação de chamas Deverá ser determinada a densidade de cada material de isolamento. A densidade da lã mineral, ou de qualquer material compressível semelhante, deverá ter ser estabelecida em relação à sua espessura nominal A espessura de cada material de isolamento, e de cada combinação de materiais, deverá ser medida utilizando um medidor ou um compasso de medida externa adequado. 4 CONDICIONAMENTO DO PROTÓTIPO DOS SISTEMAS DE CONTROLE 4.1 Não é necessário fazer o condicionamento do protótipo do sistema de controle (exceto do isolamento). 4.2 Se for utilizado material de isolamento na estrutura, o protótipo do sistema de controle não deverá ser testado até que o isolamento tenha atingido uma condição de ar seco. Esta condição tem a finalidade de exercer um equilíbrio (peso constante) numa atmosfera ambiente com uma umidade relativa de 50% a 23 C. É permitido fazer um condicionamento acelerado, desde que o método não altere as propriedades dos materiais componentes. O condicionamento a temperaturas elevadas deverá ser feito abaixo das temperaturas críticas dos materiais. 5 MONTAGEM DO PROTÓTIPO DOS SISTEMAS DE CONTROLE 5.1 O protótipo do sistema de controle das portas de incêndio e o seu isolamento, se for utilizado para proteção do sistema ou de partes dele, deverá ser montado na chapa da antepara, como mostrado na figura O núcleo estrutural deverá ser montado na fornalha de acordo com os princípios para divisórias da classe A especificados no parágrafo 5 da Resolução A.754(18). 20

21 5.3 O modelo da porta deverá ser colocado dentro da fornalha. O núcleo estrutural no qual estão instalados o sistema e o modelo da porta não possui uma abertura em forma de porta. No entanto, é permitido que haja pequenas aberturas para o mecanismo de liberação dos sistemas de controle. D = modelo da porta, DCU = unidade de controle da porta, DT = trilho da porta, WF = fixação com solda, GT = trilho guia, CYL = cilindro da porta, R = rolamento de sustentação, OS = sistema de canalizações, PG = manômetro, PP = canalização de pressão, E = energia, FW = parede da fornalha. Figura 1 Núcleo estrutural para instalação do protótipo do sistema de controle de incêndio 21

22 6 EXAME DO PROTÓTIPO DOS SISTEMAS DE CONTROLE 6 Conformidade O laboratório de teste deverá verificar a conformidade do protótipo do sistema de controle com os planos e com o método de montagem fornecidos por quem solicitou o teste (ver seção 2), e qualquer área de discrepância deverá ser sanada antes do início do teste. 6.2 Funcionamento do protótipo do sistema de controle Imediatamente antes do teste, o laboratório deverá verificar se o sistema está funcionando, abrindo o modelo da porta a uma distância de pelo menos 300 mm. O modelo da porta deverá então ser fechado. 7 INSTRUMENTAÇÃO A fornalha e a sua instrumentação deverão estar de acordo com a seção 7 do anexo da Resolução A.754(18). 8 MÉTODO DE TESTE 8.1 Início do teste Não mais do que 5 minutos antes do início do teste, deverão ser registradas as temperaturas iniciais indicadas por todos os pares térmicos, para assegurar que estejam compatíveis umas com as outras, e deverão ser anotados os valores de referência. Deverão ser obtidos valores de referência semelhantes para a deformação, e deverá ser anotada a situação inicial do protótipo do sistema de controle. No momento do teste, a temperatura interna inicial média deverá ser de 20 ± 10 C e deverá estar a até 5 da temperatura ambiente inicial. 8.2 Controle da fornalha O controle da fornalha deverá ser feito de acordo com o parágrafo 8.3 do anexo da Resolução A.754(18). 8.3 Temperaturas, duração do teste e ações durante o teste A temperatura media da fornalha deverá ser aumentada e estabilizada em 200 ± 50 C am até 5 minutos e mantida no nível de 200 ± 50 C até o fim dos primeiros 60 minutos. Em seguida, a 22

23 temperatura média da fornalha deverá ser aumentada de acordo com a curva tempo-temperatura padrão, começando com o nível de 200 C e indo até 945 C As funções de abertura e fechamento do mecanismo de controle da porta deverão ser ativadas a cada 5 minutos a partir do início do teste, durante 60 minutos Na temperatura média de 300 C, a transferência automática do modo de suprimento de energia deverá isolar o sistema de controle da porta do suprimento de energia, e deverá ser capaz de manter a porta fechada pelo menos até 945 C. 8.4 Medições e observações sobre o protótipo do sistema de controle No caso de sistemas pneumáticos ou hidráulicos, deverá ser registrada a pressão de entrada, que deverá ser idêntica à pressão aprovada do sistema. Devido a uma pressão de entrada elevada, quando o teste for realizado deverão ser tomadas as precauções de segurança necessárias. 9 CRITÉRIOS DE CLASSIFICAÇÃO 9.1 Durante os primeiros 60 minutos do teste, o protótipo de um sistema de controle das portas não deverá apresentar falhas. 9.2 Durante o período que vai do término dos primeiros 60 minutos até o fim do teste, a porta deverá permanecer fechada. 10 RELATÓRIO DO TESTE O relatório do teste deverá conter todas as informações pertinentes importantes relativas ao sistema de controle e ao teste de incêndio, inclusive os seguintes itens específicos:.1 o nome do laboratório de teste e a data do teste;.2 o nome de quem solicitou o teste;.3 o nome do fabricante do protótipo do sistema de controle e dos produtos e componentes utilizados na sua fabricação, juntamente com suas marcas de identificação e seus nomes comerciais;.4 os detalhes relativos à fabricação do protótipo do sistema, inclusive uma descrição, os planos e os principais detalhes dos seus componentes. Deverão ser fornecidos todos os detalhes solicitados na seção 2. A descrição e os planos que forem incluídos no relatório do teste deverão, na medida do possível, se basear em informações extraídas 23

24 de uma inspeção do protótipo do sistema de controle. Quando não forem incluídos no relatório planos completos e detalhados, o(s) plano(s) do protótipo do sistema de controle pertencentes a quem solicitou o teste deverão ser autenticados pelo laboratório e pelo menos uma cópia do(s) plano(s) autenticado(s) deverá ser mantida no laboratório. Neste caso, deverá ser feita no relatório uma referência ao(s) plano(s) de quem solicitou o teste, juntamente com uma informação indicando o método de endosso dos planos..5 todas as propriedades dos materiais utilizados deverão ter relação com o desempenho do protótipo do sistema de controle num incêndio, juntamente com as medições de espessura e a densidade do(s) material(ais) do isolamento;.6 uma declaração de que o teste foi realizado de acordo com as exigências deste Apêndice e se tiver sido feita alguma alteração dos procedimentos estabelecidos (inclusive de quaisquer exigências especiais da Administração), uma informação clara sobre as alterações;.7 o nome do representante da Administração que esteve presente ao teste. Quando o teste não for testemunhado por um representante da Administração, deverá ser feita no relatório uma observação informando isto, da seguinte forma: A... (nome da Administração)... foi notificada da intenção de realizar o teste detalhado neste relatório e não considerou necessário enviar um representante para testemunhá-lo. );.8 informações relativas à localização dos manômetros e de outros instrumentos, juntamente com tabelas contendo os dados obtidos durante o teste;.9 observações sobre o comportamento significativo do protótipo do sistema de controle durante o teste e fotografias, se houver alguma; e.10 uma declaração de que o protótipo do sistema de controle da porta foi aprovado no teste e atende aos critérios de classificação. PARTE 5 TESTE PARA VERIFICAR A INFLAMABILIDADE DA SUPERFÍCIE 1 APLICAÇÃO Quando for preciso que um produto tenha uma superfície com característica de baixa propagação de chamas, aquele produto deverá atender ao disposto nesta parte. 24

25 2 PROCEDIMENTO DE TESTE DE INCÊNDIO 2.1 Os materiais da superfície deverão ser testados e avaliados de acordo com o procedimento de teste especificado na Resolução A.653(16). Para os efeitos desta parte, o valor total da liberação de calor (Q t ) para revestimentos de pisos fornecido na seção 10 do anexo da Resolução A.653(16) é substituído por 2,0 MJ. O teste pode ser encerrado após 40 minutos. 2.2 Durante os testes de incêndio para materiais utilizados no acabamento de anteparas, tetos e pisos, e em revestimentos primários de conveses (ver parte 6 deste anexo para revestimentos primários de conveses), existem amostras que apresentam vários fenômenos que causam dificuldades para a classificação dos materiais. O apêndice desta parte fornece uma orientação para uma interpretação uniforme de tais resultados. 3 EXIGÊNCIAS ADICIONAIS 3.1 Materiais utilizados na superfície de anteparas, tetos e superfícies expostas semelhantes Caso exista uma exigência de um valor calorífico bruto máximo (ex.: 45 MJ/m 2 ) para um produto, é recomendado utilizar o método especificado na norma ISO 1716:1973 para determinar o valor calorífico bruto. 3.2 Revestimentos de pisos e revestimentos primários de conveses O revestimento primário de um convés é a primeira camada da estrutura de um piso que é aplicada diretamente sobre a chapa do convés, e é incluído em qualquer cobertura primária, composto anticorrosivo ou adesivo que seja necessário para dar proteção ou aderência às chapas do convés. Outras camadas aplicadas na estrutura do piso sobre as chapas do convés são revestimentos de piso Quando for exigido que o revestimento de um piso tenha uma baixa propagação de chamas, todas as camadas deverão atender ao disposto na parte 5. Se o revestimento do piso for confeccionado com várias camadas, a Administração pode exigir que sejam realizados testes para cada camada, ou para um conjunto de algumas camadas do revestimento do piso. Cada camada separadamente, ou um conjunto de camadas (isto é, o teste e a aprovação só são aplicáveis a aquele conjunto), do revestimento do piso deverá atender ao disposto nesta parte. Quando for exigido que o revestimento primário de um convés não entre em combustão facilmente e esteja colocado em baixo de um revestimento de piso, o revestimento primário do convés deverá atender ao disposto na parte 25

26 6. Quando o revestimento primário do convés for também a superfície exposta, ele deverá atender às exigências acima da parte Dutos de ventilação combustíveis Quando for exigido que dutos de ventilação combustíveis sejam de material com características de baixa propagação de chamas, deverão ser aplicados para esses dutos o procedimento de teste da inflamabilidade da superfície e os critérios para forros e acabamentos de tetos especificados na Resolução A.653(16). Caso sejam utilizados materiais homogêneos nos dutos, o teste deverá se aplicar à superfície externa dos dutos, enquanto que os dois lados dos dutos confeccionados com vários materiais deverão ser testados. 3.4 Materiais de isolamento para sistemas de serviços a frio Quando for exigido que as superfícies expostas das barreiras de vapores e dos adesivos utilizados juntamente com o isolamento, bem como o isolamento de acessórios de canalizações, para sistemas de serviços a frio tenham características de baixa propagação de chamas, deverão ser aplicados para aquelas superfícies expostas o procedimento de teste da inflamabilidade da superfície e os critérios para forros e acabamentos de tetos especificados na Resolução A.653(16). 3.5 Outras referências A parte 2 deste anexo também se aplica a materiais utilizados nas superfícies. Apêndice Interpretação dos resultados Avaliação de comportamento anormal da amostra para teste (ver parágrafo 2.2 desta parte) Comportamento anormal 1 Solta faíscas, não há uma chama constante 2 Solta lascas de modo explosivo, não solta faíscas nem há chamas Orientação sobre a classificação Informar o maior avanço das chamas e o tempo, e se houve ou não faíscas na linha de centro. Classificar com base nos dados. Aceitar o material como aprovado no teste. 3 Faíscas rápidas sobre a superfície, depois há um avanço constante das chamas Informar o resultado nas duas frentes de chamas, mas classificar com base no pior desempenho para cada um dos quatro parâmetros do teste, nos dois regimes de queima. 4 A amostra ou a madeira compensada Informar o comportamento e a extensão do avanço 26

27 derrete e pinga, não há chamas 5 Solta lascas de maneira explosiva e há chamas na parte exposta da amostra 6 A amostra ou a madeira compensada derrete, queima e pinga 7 A chama piloto é apagada sobre a amostra. Informar as explosões e classificar com base no avanço das chamas, independentemente de ter sido acima ou abaixo da linha de centro. Recusar o material independentemente dos critérios. Para revestimento de pisos, não é aceitável que haja mais de 10 gotas em combustão. Informar a ocorrência, rejeitar os dados e repetir o teste 8 Após o teste e a reintrodução da amostra imitando o original, o sinal de liberação de calor permanece num nível mais elevado ou mais baixo que o nível de estabilização inicial. Rejeitar os dados e estabilizar o equipamento e, em seguida, repetir o teste. 9 Demora muito pequena para a combustão de tapetes ou de amostras não rígidas 10 A amostra quebra e cai do seu suporte 11 Quantidade considerável de gases provenientes da amostra, do adesivo ou de agentes utilizados como cola, produzidos pela decomposição pelo calor do combustível esguichado 12 Permanece uma pequena chama ao longo da borda da amostra Pode ser causado pelo comprimento dos pelos acima da superfície do suporte, reduzindo o espaço para a chama piloto. Repetir utilizando calços, como exigido pelo procedimento no parágrafo do anexo da Resolução A.653(16). Informar o comportamento, mas classificar com base no pior desempenho, com e sem a fixação da amostra mencionada no parágrafo do anexo da Resolução A.653(16). Recusar o material. Informar o comportamento e encerrar o teste 3 minutos após cessarem as chamas na superfície exposta da amostra. PARTE 6 TESTE PARA REVESTIMENTOS PRIMÁRIOS DE CONVÉS 1 APLICAÇÃO 1.1 Onde for exigido que os revestimentos primários de conveses não entrem em combustão facilmente, eles deverão atender ao disposto nesta parte. 27

28 1.2 Para determinar quais camadas sobre o convés deverão ser testadas como revestimento de piso, e quais delas deverão ser testadas como revestimento primário de convés, ver parágrafo 3.2 da parte 5. 2 PROCEDIMENTO DE TESTE DE INCÊNDIO 2.1 Os revestimentos primários de convés deverão ser testados e avaliados de acordo com o procedimento de teste de incêndio especificado na Resolução A.687(17). 2.2 O teste deverá ser encerrado após 40 minutos. 3 EXIGÊNCIAS ADICIONAIS A parte 2 deste anexo também á aplicável a revestimentos primários de convés. PARTE 7 TESTE PARA TECIDOS SUSTENTADOS VERTICALMENTE E PELÍCULAS 1 APLICAÇÃO Quando for exigido que panos, cortinas e outros materiais têxteis sustentados tenham qualidades de resistência à propagação de chamas não inferiores às da lã com uma massa de 0,8 kg/m 2, eles deverão atender ao disposto nesta parte. 2 PROCEDIMENTO DE TESTE DE INCÊNDIO Os tecidos sustentados verticalmente e películas deverão ser testados e avaliados de acordo com o procedimento de teste de incêndio especificado na Resolução A.471(XII), como emendada através da Resolução A.563(14). 3 EXIGÊNCIAS ADICIONAIS Os testes deverão ser feitos utilizando amostras do produto final (ex.: com o tratamento de cor). Nos casos em que somente a cor muda, não é necessário fazer um novo teste. No entanto, nos casos em que o produto principal ou o procedimento utilizado no tratamento mudar, é necessário fazer um novo teste. 28

29 PARTE 8 TESTE PARA MÓVEIS ESTOFADOS 1 APLICAÇÃO Quando for exigido que móveis estofados tenham qualidades de resistência à ignição e à propagação de chamas, eles deverão atender ao disposto nesta parte. 2 PROCEDIMENTO DE TESTE DE INCÊNDIO Os móveis estofados deverão ser testados e avaliados de acordo com o procedimento de teste de incêndio especificado na Resolução A.652(16). 3 EXIGÊNCIAS ADICIONAIS Os testes deverão ser feitos utilizando amostras do produto final (ex.: com o tratamento de cor). Nos casos em que somente a cor muda, não é necessário fazer um novo teste. No entanto, nos casos em que o produto principal ou o procedimento utilizado no tratamento mudar, é necessário fazer um novo teste. PARTE 9 TESTES PARA PEÇAS DE ROUPA DE CAMA 1 APLICAÇÃO Quando for exigido que peças de roupa de cama tenham qualidades de resistência à ignição e à propagação de chamas, elas deverão atender ao disposto nesta parte. 2 PROCEDIMENTO DE TESTE DE INCÊNDIO As peças de roupa de cama deverão ser testadas e avaliadas de acordo com o procedimento de teste de incêndio especificado na Resolução A.688(17). 29

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