Projeto - Agenda 21 na escola

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Projeto - Agenda 21 na escola"

Transcrição

1 Projeto - Agenda 21 na escola Fonte: istock Tema: Sustentabilidade socioambiental Público alvo O projeto é destinado a todos os alunos e funcionários da escola devendo ser estendido também aos pais e comunidade escolar. Duração: Três meses. Justificativa: A escola, enquanto espaço de materialização das práticas educativas, deve ser considerada um mecanismo dinâmico em permanente construção. Deve, portanto, propiciar a reflexão e o debate sobre os variados temas que permeiam a vida em sociedade e buscar formas de transformar positivamente a realidade. A temática ambiental ou socioambiental torna-se uma discussão em pauta na realidade de todas as nações, visto que o desequilíbrio ambiental atinge as comunidades mundiais de diferentes formas e intensidade. Para refletir sobre a temática ambiental e seus desdobramentos foram e estão sendo realizadas grandes conferências mundiais. A Conferência Rio 92, realizada no Brasil em 1992, contou com a participação de 179 nações e estabeleceu a Agenda 21, um programa de ação global capaz de estabelecer compromissos da humanidade com o planeta a fim de garantir um futuro melhor, respeitando o ser humano e o ambiente. A criação de Agendas 21 nacionais e locais foi mais um passo dado na Conferência Rio 92. No Brasil, a Agenda 21 foi concluída em Ela contém 21 objetivos que buscam tornar nosso país um exemplo de proteção à natureza, fortalecendo a economia e a justiça social. Para ampliar as reflexões sobre a realidade local dos estudantes, este projeto tem como objetivo construir uma Agenda 21 local, ou seja, da escola, considerando a elaboração de um diagnóstico das dificuldades observadas em nossa escola e comunidade e da criação de um plano de ação para a elaboração de medidas que consigam sanar ou dirimir as dificuldades elencadas pelos atores do processo. Objetivo geral: Elaborar e implantar a Agenda 21 escolar destacando quais as principais dificuldades da escola. Buscar medidas de solucionar essas dificuldades por meio de ações coletivas com a comunidade escolar e demais setores da sociedade.

2 Conteúdos: Conceituais: Definir o que é agenda 21 e quais seus objetivos; identificar os principais objetivos da Agenda 21 brasileira. Procedimentais: Confeccionar questionários para o diagnóstico da realidade local; construir plano de ação para resolução das dificuldades destacadas; elaborar gráficos e tabelas sobre o diagnóstico da realidade local; observar os dados levantados no diagnóstico da realidade local. Atitudinais: Reconhecer a Agenda 21 como um importante instrumento de exercício da cidadania, contribuindo para a melhoria do ambiente escolar; perceber a importância do monitoramento das ações da Agenda 21 local para a efetivação da proposta. Disciplinas envolvidas: Devido ao caráter transdisciplinar envolvido na elaboração e implantação da Agenda 21 escolar, o desenvolvimento do projeto deve envolver todos os componentes curriculares, o que permitirá o conhecimento global do tema e o estabelecimento de ações coletivas para solucionar os problemas diagnosticados na realidade local. Conteúdos trabalhados: Agenda 21; Rio 92; Objetivos do Milênio; Sustentabilidade; Sociedade e natureza; Problemas ambientais. Cronograma: AÇOES 1º SEM PERÍODO 1º MÊS 2º MÊS 3º MÊS 2º 3º 4º 1º 2º SEM SEM SEM SEM SEM 3º 4º 1º 2º SEM SEM SEM SEM 3º SEM 4º SEM Responsável (eis) Apresentação da proposta e mobilização dos participantes Realização de Fórum de discussão Agenda 21 local Elaboração de Diagnóstico Participativo Elaboração e implementação do Plano de Ação Diretor e professores representantes

3 Sustentável Monitoramento do Plano de Ação Sustentável Avaliando e reorganizando os rumos Desenvolvimento das atividades 1º momento Apresentação da proposta e mobilização dos participantes Esta fase inicial do projeto é o momento de apresentar para a comunidade escolar ( professores e funcionários da escola) a proposta de produção da Agenda 21 escolar. Lembre-se que não existe uma forma única para a construção da Agenda 21. Porém, é certo que para tornar-se um instrumento de mudança, necessita de uma mobilização eficiente. Para isso, crie um ambiente propício, escolha um espaço amplo da escola e inicie a apresentação da proposta com a leitura do preâmbulo da Carta da Terra, disponível em: Utilize uma música de fundo para ambientação. Após a leitura do preâmbulo discuta a temática abordada. Permita intervenções do grupo e as conduza para a discussão sobre as questões relacionadas aos problemas ambientais locais. Apresente, de forma simplificada, a Agenda 21 e as principais ideias que as originaram e seus antecedentes no cenário mundial, como as grandes conferências mundiais. Para ampliar a discussão, apresente ao público o vídeo A garota que calou o mundo em 6 minutos, disponível em: O vídeo traz o depoimento de uma jovem de 12 anos, que representa uma organização de crianças canadenses, que foi à Conferência Eco92 proferir um depoimento sobre os problemas ambientais observados por ela em seu país e no mundo. Permita a opinião de alguns participantes e encerre este primeiro momento. 2º momento Fórum de discussão da Agenda 21 local Para iniciar o fórum de discussão, redirecione os participantes do projeto para seus espaços. No caso dos cada professor deve ser tornar padrinho de uma turma para facilitar o processo de construção das primeiras discussões.

4 1º passo Árvore dos Sonhos (remetendo ao modelo elaborado na Rio92 na Praia do Flamengo - RJ) Em cada sala e setor da escola entregue a cada grupo de participantes (de 4 a 5 integrantes) uma folha de papel recortada no formato de folhas de árvore para que cada um deles responda a seguinte questão: Como é a escola dos seus sonhos? Dê um tempo para que cada grupo elabore sua resposta. Desenhe em uma lousa ou em papel Kraft o tronco de uma árvore, onde cada grupo de participantes deverá fixar sua folha e explicar seu sonho. Ao final da fixação de todas as folhas, o professor/padrinho deve levantar, junto à turma, a ideia de que existem muitos sonhos semelhantes para a nossa escola, logo esses sonhos são possíveis, pois são pensados no coletivo. As folhas elaboradas em cada sala de aula devem compor a árvore geral da escola que deverá ser fixada em local visível. 2º passo As pedras no caminho Em outro momento, desenvolva com os grupos a dinâmica Pedras no caminho. Para isso, providencie um cartaz com a ideia de um caminho onde serão fixadas as pedras. Cada grupo de alunos (de 4 a 5 integrantes) receberá uma folha recortada em formato de pedra. Nela, eles deverão responder a seguinte questão. Quais são os problemas que dificultam alcançarmos nossos sonhos? Cada grupo deve discutir e registrar sua opinião para ser apresentada no momento da plenária. Após a apresentação de cada grupo, os integrantes deverão escolher, por ordem de prioridade, quais os problemas que eles desejam verem resolvidos. Registre os sonhos e dificuldades descritos pela turma para facilitar na elaboração do plano de ação geral da escola. 3º momento Elaboração de diagnóstico participativo O diagnóstico participativo deve ser elaborado por meio da reconstrução da história da escola e da realidade na qual ela está inserida, pois seus problemas e dificuldades têm razões históricas de existirem. Uma possibilidade é tentar responder as seguintes perguntas: - Como esses problemas surgiram? (Dicas de alguns problemas que podem ser abordados que permitem a interdisciplinaridade: uso da água, limpeza geral, iluminação, energia, esgotamento sanitário, mobiliário, transporte, alimentação, respeito às diferenças, paisagismo, entre outras); - Como era a escola e a comunidade antes?

5 - Que experiências interessantes já aconteceram por aqui? - Como está a situação atual da comunidade onde encontra-se a escola nos aspectos sociais, ambientais, econômicos e culturais? - O que a escola tem feito para melhorar sua realidade? As perguntas podem se transformar em um pequeno questionário que deverá ser respondido pelos moradores mais antigos da comunidade escolar. Escolha um dia para a entrega dos questionários. Faça uma síntese das respostas e apresente à turma para a criação do plano de ação. Obs.: A escola deve organizar uma forma de consolidação dos dados levantados de cada turma da escola para a produção dos documentos gerais. Uma proposta interessante é a adoção do blog da escola como espaço de partilha das informações da Agenda 21 Escolar. 4º momento Plano de Ação Sustentável Este momento é o de criar o plano de ação com o objetivo de transformar a situação atual e alcançar os sonhos descritos. Para isso, cada turma deverá, por intermédio do seu padrinho, buscar as principais ações descritas pela comunidade escolar e responder as seguintes perguntas para definir suas ações. - Quais ações devem ser realizadas? - O que será necessário para realizá-las? - Quando a ação será realizada? - Quem se responsabilizará? - Como avaliar se o grupo conseguiu realizar o que planejou? - Como divulgar as ações realizadas? O plano de ação poderá ser elaborado no formato de planilha para facilitar a visualização do instrumento. Obs.: Neste momento será necessário realizar uma reunião com os representantes das turmas para criação de um plano único. Escolham no máximo seis ações que sejam passíveis de serem executadas e que garantam a efetividade do trabalho. 5º momento Monitoramento do Plano de Ação Sustentável A partir do estabelecimento dos prazos para redução ou solução dos problemas diagnosticados pela comunidade escolar e local, os participantes devem estabelecer mecanismos e momentos de avaliação das ações propostas no Plano de Ação Sustentável. Após a realização de cada atividade, eles devem realizar avaliação por meio da resposta a três questões:

6 AVALIAÇÃO DOS TRABALHOS QUE BOM QUE QUE PENA QUE QUE TAL SE 6º momento Reorganizando os rumos da Agenda 21 local A partir da análise das avaliações é necessário avaliar os prazos e as ações já cumpridas e, em alguns casos, buscar apoio junto a entidades governamentais e não governamentais, visto que muitos dos problemas da escola ultrapassam seus limites e para serem solucionados é preciso o estabelecimento de redes. Avaliação: Por se tratar de um trabalho relativamente longo, o educador, juntamente com a equipe pedagógica da escola, deverá estabelecer e apresentar aos estudantes, no início do trabalho, os critérios de avaliação a serem utilizados. Lembre-se de valorizar a avaliação como contínua, processual e formativa. Sugestão de critérios: - Organização; - Pontualidade; - Envolvimento; - Domínio dos conceitos aprendidos; - Apresentação de relatórios e tarefas. Referências Agenda 21 Brasileira. Acesso em: 6 Jan Vídeo A menina que calou o mundo por 6 minutos. Acesso em: 6 Jan

7 Agenda 21: estrutura. Acesso em: 6 Jan Carta da Terra. Acesso em: 6 Jan

CURSO DE PEDAGOGIA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC REGULAMENTO

CURSO DE PEDAGOGIA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC REGULAMENTO CURSO DE PEDAGOGIA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC REGULAMENTO DAS CONDIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Este Regulamento apresenta a definição, os objetivos, a caracterização e a explicitação das condições

Leia mais

7º ano do Ensino Fundamental

7º ano do Ensino Fundamental 7º ano do Ensino Fundamental 8/5/2015 08:33:25-Informativo-CIRMEN-7 2 I. TEMA GERADOR A questão da água e suas dimensões na contemporaneidade II. SUBTEMA Consumos e sustentabilidade Uso consciente X desperdício

Leia mais

A AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA SERÁ COMPOSTA DE:

A AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA SERÁ COMPOSTA DE: A AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA SERÁ COMPOSTA DE: Trabalhos/Verificações da disciplina para o 1º semestre de 2010 Valor Data V1 (Verificação I): 10 pontos 11 de abril V2 (Verificação II): - OFICINA DE PRÁTICAS

Leia mais

Iniciar uma discussão sobre a elaboração de uma. Estratégia Nacional de Comunicação e Educação Ambiental. no âmbito do

Iniciar uma discussão sobre a elaboração de uma. Estratégia Nacional de Comunicação e Educação Ambiental. no âmbito do OBJETIVO Iniciar uma discussão sobre a elaboração de uma Estratégia Nacional de Comunicação e Educação Ambiental no âmbito do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza - SNUC DOCUMENTOS DE

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Sustentável da Escola (PDSE) Instituto Brasil Solidário

Programa de Desenvolvimento Sustentável da Escola (PDSE) Instituto Brasil Solidário Apresentação Neste ano, sua escola e comunidade receberão diversas atividades com a chegada do Programa de Desenvolvimento Sustentável da Escola (PDSE) no seu município, com o Instituto Brasil Solidário

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DO GT CAPOEIRA, ESPORTE E LAZER

CONTRIBUIÇÕES DO GT CAPOEIRA, ESPORTE E LAZER CONTRIBUIÇÕES DO GT CAPOEIRA, ESPORTE E LAZER Este documento apresenta os resultados dos debates desenvolvidos pelo Grupo de Trabalho Capoeira, Esporte e Lazer, do 1º Encontro Regional do Programa Nacional

Leia mais

Cada programa, projeto ou produto possui determinadas fases de desenvolvimento: São as

Cada programa, projeto ou produto possui determinadas fases de desenvolvimento: São as Cada programa, projeto ou produto possui determinadas fases de desenvolvimento: São as chamadas fases do ciclo de vida de um PROJETO Planeamento a) Fase Inicial - concetual b) Fase de planeamento c) Fase

Leia mais

Índice. 1. O Processo de Organização Escolar Pensando para a Prática Grupo Módulo 8

Índice. 1. O Processo de Organização Escolar Pensando para a Prática Grupo Módulo 8 GRUPO 5.1 MÓDULO 8 Índice 1. O Processo de Organização Escolar...3 1.1. Pensando para a Prática... 3 2 1. O PROCESSO DE ORGANIZAÇÃO ESCOLAR O processo de organização escolar dispõe de etapas a fim de que

Leia mais

Curso: INSTRUMENTOS DE GESTÃO AMBIENTAL PARTICIPATIVA. Agenda 21 local : da teoria à prática

Curso: INSTRUMENTOS DE GESTÃO AMBIENTAL PARTICIPATIVA. Agenda 21 local : da teoria à prática Curso: INSTRUMENTOS DE GESTÃO AMBIENTAL PARTICIPATIVA Agenda 21 local : da teoria à prática Gina Rizpah Besen Psicóloga Mestre em Saúde Pública FSP-USP consultora em Gestão Ambiental rizpah@usp.br Desenvolvimento

Leia mais

6º ano do Ensino Fundamental

6º ano do Ensino Fundamental 6º ano do Ensino Fundamental 8/5/2015 08:33:31-Informativo-CIRMEN-6 2 I. TEMA GERADOR A questão da água e suas dimensões na contemporaneidade II. SUBTEMA A água como elemento fundamental à vida III. QUESTÕES

Leia mais

ANEXO PLANO DE AÇÃO PROFESSOR

ANEXO PLANO DE AÇÃO PROFESSOR ANEXO 5.2.2. PLANO DE AÇÃO PROFESSOR Rua Bruxelas, nº 169 São Paulo - SP CEP 01259-020 Tel: (11) 2506-6570 escravonempensar@reporterbrasil.org.br www.escravonempensar.org.br O que é o plano de ação? O

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ELIAS GARCIA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ELIAS GARCIA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ELIAS GARCIA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR 2016/2017 A AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR 1 INTRODUÇÃO Enquadramento Normativo Avaliar o processo e os efeitos, implica

Leia mais

TRABALHO DE PROJETO ORGANIZAÇÃO E TRATAMENTO DE DADOS

TRABALHO DE PROJETO ORGANIZAÇÃO E TRATAMENTO DE DADOS TRABALHO DE PROJETO ORGANIZAÇÃO E TRATAMENTO DE DADOS Num trabalho de projeto, normalmente, são consideradas as seguintes etapas: 1- Identificação da Área do Problema 2- Identificação e formulação de problemas

Leia mais

RELATÓRIO DO SEMINÁRIO DE FORMAÇÃO DE AGENTES MULTIPLICADORES O SANEAMENTO BÁSICO COMO POLÍTICA PÚBLICA MONITORAMENTO E CONTROLE SOCIAL

RELATÓRIO DO SEMINÁRIO DE FORMAÇÃO DE AGENTES MULTIPLICADORES O SANEAMENTO BÁSICO COMO POLÍTICA PÚBLICA MONITORAMENTO E CONTROLE SOCIAL RELATÓRIO DO SEMINÁRIO DE FORMAÇÃO DE AGENTES MULTIPLICADORES O SANEAMENTO BÁSICO COMO POLÍTICA PÚBLICA MONITORAMENTO E CONTROLE SOCIAL Venda Nova do Imigrante - ES 2016 i EQUIPE DE PROFESSORES Prof. Dr.

Leia mais

PLANO DE MELHORIA. Biénio e AVALIAÇÃO EXTERNA DO AGRUPAMENTO

PLANO DE MELHORIA. Biénio e AVALIAÇÃO EXTERNA DO AGRUPAMENTO PLANO DE MELHORIA Biénio 2016-2017 e 2017-2018 AVALIAÇÃO EXTERNA DO AGRUPAMENTO Índice Introdução... 2 Orientações para a ação... 3 Plano de Ação 1... 4 Plano de Ação 2... 5 Plano de Ação 3... 6 Plano

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARA INSTITUTO DE CIENCIAS DA EDUCAÇÃO GRUPO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO, CULTURA E MEIO AMBIENTE GEAM

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARA INSTITUTO DE CIENCIAS DA EDUCAÇÃO GRUPO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO, CULTURA E MEIO AMBIENTE GEAM UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARA INSTITUTO DE CIENCIAS DA EDUCAÇÃO GRUPO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO, CULTURA E MEIO AMBIENTE- GEAM PROJETO I ENCONTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA UFPA: OS DEZ ANOS DO GRUPO DE ESTUDOS

Leia mais

PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM ORIENTAÇÕES GERAIS E ENCAMINHAMENTOS PARA A EQUIPE GESTORA 1

PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM ORIENTAÇÕES GERAIS E ENCAMINHAMENTOS PARA A EQUIPE GESTORA 1 M E G A Z I D N E R P A A P S I C O LO G I A D CAMINHAMENTOS EN E IS A ER G ES Õ Ç TA ORIEN RA PARA A EQUIPE GESTO 1 1 o DIA: 02/02/15 (segunda-feira) ORIENTAÇÕES GERAIS E ENCAMINHAMENTOS PARA A EQUIPE

Leia mais

Prof. Dr. Paulo Gomes Lima Faculdade de Educação U F G D

Prof. Dr. Paulo Gomes Lima Faculdade de Educação U F G D Prof. Dr. Paulo Gomes Lima Faculdade de Educação U F G D - 2009 1. construção qualitativa do processo educacional como um todo; 2. a escola, como instituição de formação de indivíduos deve priorizar o

Leia mais

Acreditamos no seu envolvimento e dedicação à sua realização e confiamos no seu sucesso.

Acreditamos no seu envolvimento e dedicação à sua realização e confiamos no seu sucesso. ATIVIDADE INTEGRADORA CURSO: LICENCIATURA EM PEDAGOGIA DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM GESTÃO ESCOLAR CIRCUITO: 9 PERIODO: 7º Caro (a) aluno (a), Esta atividade deverá ser desenvolvida individualmente

Leia mais

Metodologia do Ensino

Metodologia do Ensino Metodologia do Ensino Prof. Eduardo Henrique de M. Lima Definições: - Planejamento é uma necessidade constatnte em todas as áreas da atividade humana; - Planejar é analisar uma dada realidade, refletindo

Leia mais

CONSERVATÓRIO DE MÚSICA CALOUSTE GULBENKIAN DE BRAGA

CONSERVATÓRIO DE MÚSICA CALOUSTE GULBENKIAN DE BRAGA CONSERVATÓRIO DE MÚSICA CALOUSTE GULBENKIAN DE BRAGA PLANO DE MELHORIA 2014 / 2016 ÍNDICE Introdução 3 Resultados da Avaliação Externa 4 Ações a contemplar no Plano de Melhoria 5 Conclusão 7 2 Introdução

Leia mais

PLANO DE ENSINO. DISCIPLINA: DIDÁTICA CARGA HORÁRIA: 80 PROFESSOR: Vallace Chriciano Souza Herran

PLANO DE ENSINO. DISCIPLINA: DIDÁTICA CARGA HORÁRIA: 80 PROFESSOR: Vallace Chriciano Souza Herran / PLANO DE ENSINO DISCIPLINA: DIDÁTICA CARGA HORÁRIA: 80 PROFESSOR: Vallace Chriciano Souza Herran OBJETIVO GERAL: Estabelecer a discussão crítica sobre os princípios e os pressupostos históricos, filosóficos,

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DA CIPA Gestão 2015 / 2016

PLANO DE TRABALHO DA CIPA Gestão 2015 / 2016 PLANO DE TRABALHO DA CIPA Gestão 2015 / 2016 1. INTRODUÇÃO A Faculdade de Medicina Veterinária/UNESP Câmpus de Araçatuba, é uma instituição que possui como principais atividades: o Ensino e a Pesquisa.

Leia mais

ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS

ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ UESC DEPARTAMENTO DE LETRAS E ARTES CURSO DE LETRAS ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS A palavra projeto vem do latim projectu,

Leia mais

Escola Profissional de Desenvolvimento Rural do Rodo PLANO DE INTERVENÇÃO. Avaliação Interna da EPDRR

Escola Profissional de Desenvolvimento Rural do Rodo PLANO DE INTERVENÇÃO. Avaliação Interna da EPDRR Escola Profissional de Desenvolvimento Rural do Rodo PLANO DE INTERVENÇÃO Avaliação Interna da EPDRR Ano Letivo 2015/2016 ÍNDICE INTRODUÇÃO 3 COMISSÃO DE TRABALHO 4 METODOLOGIA DE TRABALHO ADOTADA 4 DOMÍNIOS

Leia mais

Projeto Natal Solidário 2013 Colégio La Salle Esteio e Sapucaia. Cuidar é sinal de amor e de solidariedade.

Projeto Natal Solidário 2013 Colégio La Salle Esteio e Sapucaia. Cuidar é sinal de amor e de solidariedade. Projeto Natal Solidário 2013 Colégio La Salle Esteio e Sapucaia Titulo do Projeto: Cuidar é sinal de amor e de solidariedade. Equipe Organizadora Ir. Junior Schnorrenberger Coordenador de Pastoral de Esteio

Leia mais

GUIA DO PROFESSOR SHOW ATÔMICO

GUIA DO PROFESSOR SHOW ATÔMICO Conteúdos: Tempo: Objetivos: Descrição: Produções Relacionadas: Modelos atômico Uma aula de 50 minutos SHOW ATÔMICO Apresentar a evolução dos modelos atômicos até o aceito atualmente. Filósofos e cientistas

Leia mais

DIA 20 DE NOVEMBRO DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA ATIVIDADE 1: NOSSA HERANÇA NEGRA

DIA 20 DE NOVEMBRO DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA ATIVIDADE 1: NOSSA HERANÇA NEGRA DIA 20 DE NOVEMBRO DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA Jogar Capoeira ou Danse de la guerre. Quadro de Johann Moritz Rugendas, 1835. ATIVIDADE 1: NOSSA HERANÇA NEGRA 1. RESUMO DA AÇÃO 1.1 Proposta Pesquisar

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO DE BACABEIRA-MA - Plano de Trabalho - PLANO DE TRABALHO. Bacabeira-MA

PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO DE BACABEIRA-MA - Plano de Trabalho - PLANO DE TRABALHO. Bacabeira-MA PLANO DE TRABALHO Bacabeira-MA 2015 1. INTRODUÇÃO O presente Plano de Trabalho refere-se ao contrato firmado entre a Prefeitura Municipal de Bacabeira e a empresa de consultoria especializada de razão

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA

PROGRAMA DE DISCIPLINA PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Fundamentos e Metodologia em Educação Infantil II Código da Disciplina: EDU 334 Curso: Pedagogia Período de oferta da disciplina: 6º Faculdade responsável: PEDAGOGIA

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM QUIMICA SECÃO I

INSTRUÇÃO NORMATIVA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM QUIMICA SECÃO I INSTRUÇÃO NORMATIVA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM QUIMICA SECÃO I DA DEFINIÇÃO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Art. 1º - A Coordenação do Curso de Licenciatura em Química da UTFPR Campus

Leia mais

BIBLIOTECAS ESCOLARES

BIBLIOTECAS ESCOLARES PLANO DE AÇÃO BIBLIOTECAS ESCOLARES Agrupamento de Escolas da Moita 1 As Bibliotecas Escolares assumem, para além das funções informativa, educativa, cultural e recreativa, o papel de adjuvante do aluno,

Leia mais

PROJETO DE APOIO À EDUCAÇÃO FÍSICA NO 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO

PROJETO DE APOIO À EDUCAÇÃO FÍSICA NO 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO PROJETO DE APOIO À EDUCAÇÃO FÍSICA NO 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO 25-Set-2012 1. FUNDAMENTAÇÃO DO PROJETO Garantir o cumprimento do Currículo do 1º Ciclo, no que respeita à área da Expressão e Educação Físico-Motora;

Leia mais

PRINCÍPIOS DA ENGENHARIA DE SOFTWARE- AULA 06. Prof.: Franklin M. Correia

PRINCÍPIOS DA ENGENHARIA DE SOFTWARE- AULA 06. Prof.: Franklin M. Correia 1 PRINCÍPIOS DA ENGENHARIA DE SOFTWARE- AULA 06 Prof.: Franklin M. Correia NOS CAPÍTULOS ANTERIORES... Atividades de Gerenciamento Planejamento de Projetos Programação de Projeto O QUE TEMOS PARA HOJE!!

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 17, DE 29 DE MAIO DE 2001 (Publicada no D.O.U de 10 de julho de 2001)

RESOLUÇÃO Nº 17, DE 29 DE MAIO DE 2001 (Publicada no D.O.U de 10 de julho de 2001) Página 1 de 5 RESOLUÇÃO Nº 17, DE 29 DE MAIO DE 2001 (Publicada no D.O.U de 10 de julho de 2001) O Conselho Nacional de Recursos Hídricos, no uso das competências que lhe são conferidas pela Lei nº 9.433,

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA. Projeto Integrado Multidisciplinar VII e

UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA. Projeto Integrado Multidisciplinar VII e UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar VII e VIII Manual de orientações - PIM Cursos superiores de Tecnologia em: Recursos Humanos 1. Introdução Os Projetos

Leia mais

2.1. Subcoordenador Técnico Operacional (Código STO) 1 vaga Atribuições:

2.1. Subcoordenador Técnico Operacional (Código STO) 1 vaga Atribuições: PRORROGAÇÃO DO EDITAL PARA SELEÇÃO DE BOLSISTAS PROJETO CVDS Manaus, 24 de Novembro de 2014. 1. CONTEXTUALIZAÇÃO O Centro Vocacional para o Desenvolvimento Sustentável (CVDS), trata-se de um projeto piloto

Leia mais

associação de pais / encarregados de educação do agrupamento de escolas do concelho de Valença do Minho Relatório de Atividades e Contas 2014/2015

associação de pais / encarregados de educação do agrupamento de escolas do concelho de Valença do Minho Relatório de Atividades e Contas 2014/2015 Relatório de Atividades e Contas 2014/2015 Com o presente relatório a Associação de Pais e Encarregados de Educação do Concelho de Valença vem informar os seus associados sobre as atividades desenvolvidas

Leia mais

ACOMPANHAMENTO DA AÇÃO EDUCATIVA RELATÓRIO DA 3ª INTERVENÇÃO. Início 21 de junho de Fim 23 de junho de 2016

ACOMPANHAMENTO DA AÇÃO EDUCATIVA RELATÓRIO DA 3ª INTERVENÇÃO. Início 21 de junho de Fim 23 de junho de 2016 RELATÓRIO DA 3ª INTERVENÇÃO Área territorial da IGEC SUL Agrupamento ou Escola Data da intervenção Código 170574 Designação AE Vale Aveiras Início 21 de junho de 2016 Fim 23 de junho de 2016 PLANEAMENTO

Leia mais

Oficina de Apropriação de Resultados PAEBES 2013

Oficina de Apropriação de Resultados PAEBES 2013 Oficina de Apropriação de Resultados PAEBES 2013 Oficina de Apropriação de Resultados de BIOLOGIA Dinâmica Eu não sou eu.sou o momento:passo. Mario Quintana Objetivos: Interpretar os resultados da avaliação

Leia mais

IICA/BRA/09/005 TERMO DE REFERÊNCIA MODALIDADE: PRODUTO CARGO A

IICA/BRA/09/005 TERMO DE REFERÊNCIA MODALIDADE: PRODUTO CARGO A INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA IICA/BRA/09/005 TERMO DE REFERÊNCIA MODALIDADE: PRODUTO CARGO A 01. OBJETO DA CONSULTORIA Contratar Consultoria por produto para desenvolver atividades

Leia mais

Escrito por Administrator Seg, 22 de Novembro de :55 - Última atualização Seg, 22 de Novembro de :09

Escrito por Administrator Seg, 22 de Novembro de :55 - Última atualização Seg, 22 de Novembro de :09 MISSÃO O Serviço Social tem como missão dar suporte psico-social e emocional ao colaborador e sua família. Neste sentido, realiza o estudo de casos, orientando e encaminhando aos recursos sociais da comunidade,

Leia mais

851 Tecnologia de Proteção do Ambiente

851 Tecnologia de Proteção do Ambiente 851 Tecnologia de Proteção do Ambiente Educação Ambiental de Adultos Destinatários Público em geral. Requisitos de acesso 9º ano de escolaridade. Modalidade de Formação Formação Continua. Objetivo Geral

Leia mais

PRÊMIO DE INCENTIVO À EDUCAÇÃO

PRÊMIO DE INCENTIVO À EDUCAÇÃO PRÊMIO DE INCENTIVO À EDUCAÇÃO 1. OBJETIVO O Prêmio de Incentivo à Educação é uma iniciativa das empresas do Polo Industrial, através do Comitê de Fomento Industrial de Camaçari - COFIC. Tem por objetivo

Leia mais

Como nós trabalhamos. Equinocio consultoria - copyright

Como nós trabalhamos. Equinocio consultoria - copyright Como nós trabalhamos A Equinócio e seus parceiros se associam para garantir uma equipe multidisciplinar experiente na elaboração metodológica e de ferramentas para o desenvolvimento sustentável e a responsabilidade

Leia mais

E.E Zumbi dos Palmares. Jaraguari MS/2012. Professora Gerenciadora: Luzia Bento Soares. Turma: Alunos do Ensino Fundamental e Médio.

E.E Zumbi dos Palmares. Jaraguari MS/2012. Professora Gerenciadora: Luzia Bento Soares. Turma: Alunos do Ensino Fundamental e Médio. E.E Zumbi dos Palmares. Jaraguari MS/2012. Professora Gerenciadora: Luzia Bento Soares. Turma: Alunos do Ensino Fundamental e Médio. Conteúdos: O legado Cultural Grego e Romano. História da África e dos

Leia mais

PARTICIPAÇÃO SOCIAL DANIELY VOTTO, GERENTE DE GOVERNANÇA URBANA

PARTICIPAÇÃO SOCIAL DANIELY VOTTO, GERENTE DE GOVERNANÇA URBANA PARTICIPAÇÃO SOCIAL DANIELY VOTTO, GERENTE DE GOVERNANÇA URBANA Um produto do WRI Ross Centro para Cidades Sustentáveis Um produto do WRI Ross Centro para Cidades Sustentáveis PARTICIPAÇÃO SOCIAL Definição:

Leia mais

REGULAMENTO 1º PRÊMIO DE BOAS PRÁTICAS DA REDE BRASILERIA DE OP

REGULAMENTO 1º PRÊMIO DE BOAS PRÁTICAS DA REDE BRASILERIA DE OP REGULAMENTO 1º PRÊMIO DE BOAS PRÁTICAS DA REDE BRASILERIA DE OP O PRÊMIO O 1º prêmio BOAS PRÁTICAS DA REDE BRASILEIRA DE OP é uma distinção anual promovida pela Rede Brasileira de Orçamento Participativo

Leia mais

Gestão de Projetos. Aula 1. Organização da Disciplina. Organização da Aula 1. Contextualização. Fatos sobre Projetos. O Projeto

Gestão de Projetos. Aula 1. Organização da Disciplina. Organização da Aula 1. Contextualização. Fatos sobre Projetos. O Projeto Gestão de Projetos Organização da Disciplina Planejamento, projeto e Aula 1 viabilidades Estrutura do projeto Profa. Dra. Viviane M. P. Garbelini Dimensionamento e riscos do projeto Organização da Aula

Leia mais

PROJETO DE EXTENSÃO PRÓ-SAÚDE UNIVERSITÁRIA EDUCANDO E PROMOVENDO SAÚDE: CONHECER PARA SE PROTEGER.

PROJETO DE EXTENSÃO PRÓ-SAÚDE UNIVERSITÁRIA EDUCANDO E PROMOVENDO SAÚDE: CONHECER PARA SE PROTEGER. PROJETO DE EXTENSÃO PRÓ-SAÚDE UNIVERSITÁRIA EDUCANDO E PROMOVENDO SAÚDE: CONHECER PARA SE PROTEGER. INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE RIBEIRO,Victor Pena *; MOTA, Dayara Rufino; RODRIGUES, Juliana

Leia mais

Gestão de Processos. Tópico 4. Ferramentas de Qualidade: PDCA

Gestão de Processos. Tópico 4. Ferramentas de Qualidade: PDCA Gestão de Processos Tópico 4 Ferramentas de Qualidade: PDCA Sumário 1. O que é o Ciclo PDCA... 3 2. Importância do Ciclo PDCA... 3 3. Etapas do Ciclo PDCA... 3 3.1 Planejar (PLAN)... 3 3.1.1 Qual é o problema/processo

Leia mais

PROJETO. #SouAlterosa

PROJETO. #SouAlterosa EDITAL 03/2016 DIST II DESENVOLVIMENTO INTEGRADO E SUSTENTÁVEL DO TERRITÓRIO PROJETO #Sou Contratação de Agente comunitário 1. Objetivo do Projeto O Projeto #Sou tem por objetivo contribuir para a melhoria

Leia mais

Curso de Formação. Metas Curriculares de Português 1.º Ciclo (Turma Telões) (Data de início: 06/11/ Data de fim: 20/11/2014)

Curso de Formação. Metas Curriculares de Português 1.º Ciclo (Turma Telões) (Data de início: 06/11/ Data de fim: 20/11/2014) Curso de Formação Metas Curriculares de Português 1.º Ciclo (Turma Telões) (Data de início: 06/11/2014 - Data de fim: 20/11/2014) I - Autoavaliação (formandos) A- Motivação para a Frequência da Ação 1-

Leia mais

Unidade 1 Sobre o Trabalho de conclusão de curso

Unidade 1 Sobre o Trabalho de conclusão de curso Unidade 1 Sobre o Trabalho de conclusão de curso O Trabalho de Conclusão de Curso TCC é um requisito obrigatório para a conclusão do curso, realizada no final do Curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade

Leia mais

O Fórum Estadual de Educação de Goiás (FEE-GO), criado pela Lei Complementar 26/1998, conforme Art. 26 é um órgão de articulação com a sociedade, que

O Fórum Estadual de Educação de Goiás (FEE-GO), criado pela Lei Complementar 26/1998, conforme Art. 26 é um órgão de articulação com a sociedade, que O Fórum Estadual de Educação de Goiás (FEE-GO), criado pela Lei Complementar 26/1998, conforme Art. 26 é um órgão de articulação com a sociedade, que tem por objetivo estudar, discutir e propor soluções

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO DE CLASSE

REGULAMENTO DO CONSELHO DE CLASSE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, SOCIAIS E AGRÁRIAS COLÉGIO AGRÍCOLA VIDAL DE NEGREIROS REGULAMENTO DO

Leia mais

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO NAI ANO LETIVO DE 2009

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO NAI ANO LETIVO DE 2009 UNIVERSIDADE DANTA CECÍLIA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - NÚCLEO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL É preciso avaliar para mudar RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO ANO LETIVO DE 2009 PERÍODO FEVEREIRO

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA. Contrato de Gestão nº 010/2013 e nº 017/ SECT, TOMADA DE PREÇO Nº 02/ REDEH TIPO: MELHOR PREÇO E TÉCNICA

TERMO DE REFERÊNCIA. Contrato de Gestão nº 010/2013 e nº 017/ SECT, TOMADA DE PREÇO Nº 02/ REDEH TIPO: MELHOR PREÇO E TÉCNICA A Rede de Desenvolvimento Humano - REDEH, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda sob o nº 39.064.233/0001-93, com sede na Rua Álvaro

Leia mais

Fundação Darcy Ribeiro

Fundação Darcy Ribeiro I Fundação Darcy Ribeiro ATUAÇÃO DOS EDUCADORES PONTOS ESSENCIAIS DA PROPOSTA Vídeo 05 Coordenação Nacional Formação Inicial e Continuada do Educador do ProJovem: o especialista, o pensador, o cidadão

Leia mais

Mini-curso. Formação de professores e avaliação: instrumentos para avaliação processual em sala de aula

Mini-curso. Formação de professores e avaliação: instrumentos para avaliação processual em sala de aula Mini-curso Formação de professores e avaliação: instrumentos para avaliação processual em sala de aula Professor responsável Prof. Dr. Daniel Abud Seabra Matos (UFOP) Mariana 2014 2 Prezados/as professores/as,

Leia mais

FACULDADE EDUCACIONAL ARAUCÁRIA CURSO DE PEDAGOGIA. PORTARIA NORMATIVA 3, de 18 de fevereiro de 2010.

FACULDADE EDUCACIONAL ARAUCÁRIA CURSO DE PEDAGOGIA. PORTARIA NORMATIVA 3, de 18 de fevereiro de 2010. FACULDADE EDUCACIONAL ARAUCÁRIA CURSO DE PEDAGOGIA PORTARIA NORMATIVA 3, de 18 de fevereiro de 2010. Institui as orientações e as atividades aprovadas para a realização da carga horária de Estágio Supervisionado

Leia mais

4.6. ATENDIMENTO ÀS METAS DO PLANO/PROGRAMA/PROJETO

4.6. ATENDIMENTO ÀS METAS DO PLANO/PROGRAMA/PROJETO 4.6. ATENDIMENTO ÀS METAS DO PLANO/PROGRAMA/PROJETO A planilha de atendimento às metas do projeto é apresentada na sequência. Metas Proporcionar os elementos necessários para que seja definido o processo

Leia mais

18/06/2015. Didática Aula 3. O que é PLANEJAR? O que é PLANEJAR?

18/06/2015. Didática Aula 3. O que é PLANEJAR? O que é PLANEJAR? Didática Aula 3 Planejamento de Ensino O que é PLANEJAR? Planejar é analisar dada realidade, refletindo sobre as condições existentes, e prever as formas alternativas de ação para superar as dificuldades

Leia mais

SÍNTESE DO PERFIL E DAS ATRIBUIÇÕES DOS COORDENADORES DAS UNIDADES SOCIOASSISTENCIAIS. Perfil e principais atribuições do Coordenador do CREAS

SÍNTESE DO PERFIL E DAS ATRIBUIÇÕES DOS COORDENADORES DAS UNIDADES SOCIOASSISTENCIAIS. Perfil e principais atribuições do Coordenador do CREAS SÍNTESE DO PERFIL E DAS ATRIBUIÇÕES DOS COORDENADORES DAS UNIDADES SOCIOASSISTENCIAIS Perfil e principais atribuições do Coordenador do CREAS Escolaridade de nível superior de acordo com a NOB/RH/2006

Leia mais

PARANAPANEMA EM FOCO

PARANAPANEMA EM FOCO Encontro Ampliado do PIRH Nos dias 15 e 16 de fevereiro, acontece no Hotel Sumatra, em Londrina (PR), o primeiro Encontro Ampliado do Plano Integrado de Recursos Hídricos (PIRH) da Unidade de Gestão dos

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO GRUPO DISCIPLINAR DE BIOLOGIA E GEOLOGIA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO A avaliação é uma componente essencial do processo de ensino-aprendizagem e deve ser sistemática e cuidadosa para ser objetiva e rigorosa.

Leia mais

2- Tema: Uso e conservação da água Objetivos: Construir o conceito do uso racional da água; Compreender as mudanças de estado físico que permitem o

2- Tema: Uso e conservação da água Objetivos: Construir o conceito do uso racional da água; Compreender as mudanças de estado físico que permitem o Esquemas de Sequência Didática 1- Tema: Preservação da água Objetivos: Entender que a água é um constituinte básico para todos os seres vivos; Sensibilizar os educandos sobre a importância de preservar

Leia mais

Externato Cantinho Escolar. Plano Anual de Atividades

Externato Cantinho Escolar. Plano Anual de Atividades Externato Cantinho Escolar Plano Anual de Atividades Ano letivo 2016 / 2017 Pré-escolar e 1º Ciclo Receção dos Fomentar a integração da criança no meio escolar. Promover a socialização dos alunos. Receção

Leia mais

Relatório Final de Avaliação. Ação n.º 5/2011. Gestão e Resolução de Conflitos/Promover Ambientes de Aprendizagem e Cidadania

Relatório Final de Avaliação. Ação n.º 5/2011. Gestão e Resolução de Conflitos/Promover Ambientes de Aprendizagem e Cidadania Centro de Formação de Escolas dos Concelhos de Benavente, Coruche e Salvaterra de Magos Relatório Final de Avaliação Ação n.º 5/2011 Gestão e Resolução de Conflitos/Promover Ambientes de Aprendizagem e

Leia mais

Regimento dos Representantes dos Pais e Encarregados de Educação da Turma

Regimento dos Representantes dos Pais e Encarregados de Educação da Turma Regimento dos Representantes dos Pais e Encarregados de Educação da Turma.é nomeado/eleito na primeira reunião de Pais e Encarregados de Educação da Turma; Tem participação nos Conselhos de Turma; É a

Leia mais

Limites e possibilidades de uma política pública de avaliação da educação profissional e tecnológica na perspectiva emancipatória

Limites e possibilidades de uma política pública de avaliação da educação profissional e tecnológica na perspectiva emancipatória Limites e possibilidades de uma política pública de avaliação da educação profissional e tecnológica na perspectiva emancipatória Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Brasília/DF, jun. 2015

Leia mais

Domínios temáticos, Conceitos, Metas de Aprendizagem e Propostas de Estratégias/Atividades. Disciplina de Oferta de Escola

Domínios temáticos, Conceitos, Metas de Aprendizagem e Propostas de Estratégias/Atividades. Disciplina de Oferta de Escola Disciplina de Oferta de Escola 7º e 8º anos do 3º ciclo do Ensino Básico Domínios temáticos, Conceitos, de Aprendizagem e Propostas de Estratégias/Atividades José Carlos Morais Educação Ambiental para

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO DA REDE SOCIAL DE LISBOA ANO DE 2010 PRORROGAÇÃO PARA Aprovado em sede de CLAS a 04 de Julho de 2011

PLANO DE ACÇÃO DA REDE SOCIAL DE LISBOA ANO DE 2010 PRORROGAÇÃO PARA Aprovado em sede de CLAS a 04 de Julho de 2011 PLANO DE ACÇÃO DA REDE SOCIAL DE LISBOA ANO DE 2010 PRORROGAÇÃO PARA 2011 Aprovado em sede de CLAS a 04 de Julho de 2011 PLANO DE ACÇÃO PARA 2010 PRORROGAÇÃO PARA 2011 OBJECTIVO ESTRATÉGICO OBJECTIVO ESPECÍFICO

Leia mais

Auditoria de Meio Ambiente da SAE/DS sobre CCSA

Auditoria de Meio Ambiente da SAE/DS sobre CCSA 1 / 8 1 OBJETIVO: Este procedimento visa sistematizar a realização de auditorias de Meio Ambiente por parte da SANTO ANTÔNIO ENERGIA SAE / Diretoria de Sustentabilidade DS, sobre as obras executadas no

Leia mais

Atribuições do professor-tutor da Seed/PR

Atribuições do professor-tutor da Seed/PR GESTÃO EM FOCO Programa de Fortalecimento da Gestão Escolar Secretaria de Estado da Educação do Paraná Governo do Paraná Atribuições do professor-tutor da Seed/PR Pauta da Reunião a) Edital de seleção

Leia mais

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC Curso de Ciências Sociais REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC Curso de Ciências Sociais REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC Curso de Ciências Sociais REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - O Estágio

Leia mais

INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA. TIPOS DE ATIVIDADES PEDAGÓGICAS -Introdução -Trabalho Sistemático -Consolidação -Avaliação -Retomada

INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA. TIPOS DE ATIVIDADES PEDAGÓGICAS -Introdução -Trabalho Sistemático -Consolidação -Avaliação -Retomada INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA TIPOS DE ATIVIDADES PEDAGÓGICAS -Introdução -Trabalho Sistemático -Consolidação -Avaliação -Retomada O aprendizado e a progressão da criança dependerão do processo por ela desenvolvido,

Leia mais

Plano de melhoria (2015/16)

Plano de melhoria (2015/16) Plano de melhoria (2015/16) Introdução Agrupamento Vertical de Portel Escola EB 2,3 de D. João de Portel Quatro domínios de ação da Biblioteca Escolar: A. Currículo, literacias e aprendizagem B. Leitura

Leia mais

- Identificar as formas de gestão e de tomadas de decisão dentro da organização escolar

- Identificar as formas de gestão e de tomadas de decisão dentro da organização escolar Disciplina: Gestão e Organização Escolar Código da Disciplina: EDU336 Curso: Pedagogia Período: 6º Faculdade Responsável: Pedagogia Programa em vigência a partir de: 2015 Número de créditos: 05 Horas-aula:

Leia mais

PARTICIPAÇÃO DOS ADOLESCENTES NA 9 CONFERÊNCIA DOS DIREITOS DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES

PARTICIPAÇÃO DOS ADOLESCENTES NA 9 CONFERÊNCIA DOS DIREITOS DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES PARTICIPAÇÃO DOS ADOLESCENTES NA a 9 CONFERÊNCIA DOS DIREITOS DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES Mobilizando, implementando e monitorando a política e o plano decenal de direitos humanos de crianças e adolescentes

Leia mais

PROPOSTA DE REESTRUTURAÇÃO DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO PARA O CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE

PROPOSTA DE REESTRUTURAÇÃO DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO PARA O CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE PROPOSTA DE REESTRUTURAÇÃO DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO PARA O CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE Euler Maciel Dantas * Hallissa Simplício Gomes Pereira ** Isabelita Duarte

Leia mais

ESTÁGIO PROFISSIONAL EM TREINAMENTO ESPORTIVO A

ESTÁGIO PROFISSIONAL EM TREINAMENTO ESPORTIVO A ESTÁGIO PROFISSIONAL EM TREINAMENTO ESPORTIVO A É ofertado no 7º semestre, compreende uma carga horária de 120 horas, totalizando 8 créditos, conforme as normas específicas para a realização do referido

Leia mais

PARTICIPANDO DA CONSTRUÇÃO DA AGENDA 21 DA UFFS, CAMPUS CERRO LARGO, RS

PARTICIPANDO DA CONSTRUÇÃO DA AGENDA 21 DA UFFS, CAMPUS CERRO LARGO, RS PARTICIPANDO DA CONSTRUÇÃO DA AGENDA 21 DA UFFS, CAMPUS CERRO LARGO, RS Cristiane Helena da Silva (UFFS) Carmine Zirmermann (UFFS) Janice Silvana Novakowski Kierepka (UFFS) Claudia Maiara Heck (UFFS) Tamini

Leia mais

Regulamento do MUNICIÊNCIA Municípios Inovadores

Regulamento do MUNICIÊNCIA Municípios Inovadores Regulamento do MUNICIÊNCIA Municípios Inovadores. Introdução MuniCiência Municípios Inovadores é uma iniciativa criada pela CNM para identificar, analisar, promover e compartilhar projetos inovadores adotados

Leia mais

NOME COMPLETO DO (A) ACADÊMICO (A) TÍTULO DO PROJETO DE PESQUISA EM UMA OU DUAS LINHAS

NOME COMPLETO DO (A) ACADÊMICO (A) TÍTULO DO PROJETO DE PESQUISA EM UMA OU DUAS LINHAS NOME COMPLETO DO (A) ACADÊMICO (A) TÍTULO DO PROJETO DE PESQUISA EM UMA OU DUAS LINHAS CRIXÁS 2016 NOME COMPLETO DO (A) ACADÊMICO (A) TÍTULO DO PROJETO DE PESQUISA EM UMA OU DUAS LINHAS Projeto de Pesquisa

Leia mais

Oficina de Formação A Utilização do Microsoft Excel na Atividade Docente (Data de início: 29/06/ Data de fim: 30/06/2015)

Oficina de Formação A Utilização do Microsoft Excel na Atividade Docente (Data de início: 29/06/ Data de fim: 30/06/2015) Oficina de Formação A Utilização do Microsoft Excel na Atividade Docente (Data de início: 29/06/2015 - Data de fim: 30/06/2015) I - Autoavaliação (formandos) A- Motivação para a Frequência da Ação 1- Identifique,

Leia mais

ANEXO I ROTEIRO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS FMIG 2016

ANEXO I ROTEIRO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS FMIG 2016 ANEXO I ROTEIRO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS FMIG 2016 Cada projeto deve conter no máximo 20 páginas 1. APRESENTAÇÃO Faça um resumo claro e objetivo do projeto, considerando a situação do idoso, os dados

Leia mais

SUGESTÕES DE AVALIAÇÃO

SUGESTÕES DE AVALIAÇÃO UNIDADE 1 EU E OS OUTROS *Perceber a diversidade étnica física e de gênero no seu meio de convivência. *Reconhecer mudanças e permanências nas vivências humanas, presentes na sua realidade e em outras

Leia mais

APRENDENDO COM O LUDO AÇÃO E RADICAL

APRENDENDO COM O LUDO AÇÃO E RADICAL ESCOLA ESTADUAL LUIS VAZ DE CAMÕES IPEZAL/ANGÉLICA- MS APRENDENDO COM O LUDO AÇÃO E RADICAL Ipezal/Angélica MS Abril 2012 ESCOLA ESTADUAL LUIS VAZ DE CAMÕES IPEZAL/ANGÉLICA- MS APRENDENDO COM O LUDO AÇÃO

Leia mais

Didática e a prática pedagógica na orientação da racionalidade técnica

Didática e a prática pedagógica na orientação da racionalidade técnica EDUCAÇÃO FÍSICA E A PRÁTICA DE ENSINO: POSSIBILIDADE DE UMA RELAÇÃO QUE SUPERE A DICOTOMIA ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA SOARES JÚNIOR, Néri Emilio UEG GT-04: Didática Este trabalho tem como objetivo apresentar

Leia mais

Municípios e Comunidades. Saudáveis. Promovendo a qualidade de vida através da Estratégia de Municípios e Comunidades. Saudáveis

Municípios e Comunidades. Saudáveis. Promovendo a qualidade de vida através da Estratégia de Municípios e Comunidades. Saudáveis Organização Pan Americana da Saúde Oficina Regional da Organização Mundial da Saúde Municípios e Comunidades Saudáveis Guia dos prefeitos e outras autoridades locais Promovendo a qualidade de vida através

Leia mais

EMENTA SEQUÊNCIA DIDÁTICA

EMENTA SEQUÊNCIA DIDÁTICA Disciplina: Estágio Supervisionado IV Curso: História Carga horária: 120h Número de Créditos: Professora: Zélia Almeida de Oliveira Obrigatória: Sim ( ) Nâo ( ) EMENTA 6 EMENTA: Planejamento, execução

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA

PROGRAMA DE DISCIPLINA PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Estágio Curricular Supervisionado em Educação Infantil I Código da Disciplina: EDU Curso: Pedagogia Semestre de oferta da disciplina: 5º Faculdade responsável: Pedagogia

Leia mais

UMA NOVA EXPERIÊNCIA DE CONSELHO PARTICIPATIVO NA ESCOLA DE ENSINO INTEGRAL. Sala 11 Temas Diversos EF II Integral

UMA NOVA EXPERIÊNCIA DE CONSELHO PARTICIPATIVO NA ESCOLA DE ENSINO INTEGRAL. Sala 11 Temas Diversos EF II Integral UMA NOVA EXPERIÊNCIA DE CONSELHO PARTICIPATIVO NA ESCOLA DE ENSINO INTEGRAL Sala 11 Temas Diversos EF II Integral E.E.CARLOS MAXIMILIANO PEREIRA DOS SANTOS Professores Apresentadores: M Maria Emilia A.S.

Leia mais

Plano de Melhoria

Plano de Melhoria Plano de Melhoria 1 Enquadramento O presente Plano de Melhoria resulta, simultaneamente, das orientações emanadas da Inspeção-Geral da Educação e Ciência, que assentam nas sugestões do Conselho Nacional

Leia mais

Plano Anual de Atividades

Plano Anual de Atividades Plano Anual de Atividades 2014 / 2015 APAEA Índice 1. NOTA INTRODUTÓRIA... 1 2. RELAÇÃO COM OS PAIS/ENCARREGADOS DE EDUCACAÇÃO E SOCIOS... 2 3. REPRESENTAÇÃO NOS ORGÃOS DO AGRUPAMENTO... 3 4. MELHORIA

Leia mais

ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 1. OBJETO DE CONTRATAÇÃO A presente especificação tem por objeto a contratação de empresa Especializada de Consultoria para Planejamento da Estrutura Funcional e Organizacional

Leia mais

NOVO PROGRAMA. Programa Petrobras SOCIOAMBIENTAL

NOVO PROGRAMA. Programa Petrobras SOCIOAMBIENTAL NOVO PROGRAMA Programa Petrobras SOCIOAMBIENTAL 2014-2018 1 PETROBRAS Fundada em 1953, a partir de uma campanha popular O petróleo é nosso. Empresa integrada de energia Sociedade anônima de capital aberto

Leia mais

JANEIRO EXTERNATO DO PARQUE PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2013/2014. Local. Data Ações a desenvolver Turmas envolvidas 6 jan. Início do 2º período

JANEIRO EXTERNATO DO PARQUE PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2013/2014. Local. Data Ações a desenvolver Turmas envolvidas 6 jan. Início do 2º período JANEIRO Turmas envolvidas 6 jan. Início do 2º período Receção dos alunos e diálogo sobre as férias de Natal Elaboração de um texto sobre as mesmas Prof./Educ. e Responsáveis Dia de Reis Comemoração desta

Leia mais

Movimento e Cultura da Pop Art: Uma Viagem ao Museu

Movimento e Cultura da Pop Art: Uma Viagem ao Museu Movimento e Cultura da Pop Art: Uma Viagem ao Museu Aline Villela Abbade Débora A. dos Santos Ferreira Julho 2009/01 Apresentação do tema: Começamos a elaborar este projeto levando em consideração que

Leia mais