Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação Revisão 0 do PMO de Dezembro Semana Operativa de 01/12 a 07/12/2012

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação Revisão 0 do PMO de Dezembro Semana Operativa de 01/12 a 07/12/2012"

Transcrição

1 Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação Revisão do PMO de Dezembro Semana Operativa de 1/12 a 7/12/ APRESENTAÇÃO Dentre as premissas atualizadas para a construção da Função de Custo Futuro FCF para o PMO Dezembro/12, destacam-se os estados de energia natural afluente ENA nos meses anteriores (tendência hidrológica) e dos armazenamentos iniciais como as que representaram maior impacto. Para a semana de 1/12 a 7/12/212 a previsão é de que a atuação de duas frentes frias ocasione chuva fraca nas bacias do subsistema Sul e nas bacias dos rios Grande, Paranaíba, Paraíba do Sul e Tocantins, com chuva moderada/forte nas bacias dos rios Paranapanema, Paraná (calha principal) e Tietê. Nas demais bacias os totais esperados são muito baixos ou não há previsão de precipitação. Desta forma, prevê-se que na próxima semana operativa, as afluências aumentem em todos os subsistemas, apresentando redução apenas no subsistema Nordeste. A elaboração do PMO Dezembro/12 indicou uma elevada redução nos Custos Marginais de Operação CMO, cujos valores médios semanais passaram de R$ 312,87/MWh, na semana de 24 a 3/11, para R$ 2,26/MWh, na semana de 1 a 7/12. A atualização da previsão de vazões, associada à consequente atualização da região de acoplamento com a FCF, foi o parâmetro de maior impacto nessa redução. Este PMO indicou o despacho de geração térmica de cerca de 7.6 MWmed por ordem de mérito de custo, para a semana de 1 a 7/12. Cabe ressaltar que no mês de dezembro não está prevista a aplicação dos POCP. Sendo assim, tendo por base as condições atuais de atendimento eletroenergético do SIN, o ONS encaminhou ao Ministério de Minas e Energia - MME documento solicitando a permanência do atual valor de geração térmica da ordem de 13.2 MWmed no SIN. Neste contexto, está previsto um despacho térmico de cerca de 5.6 MWmed por garantia energética para a próxima semana. 2. NOTÍCIAS Em 27 e 28/12: Reunião de elaboração do PMO Janeiro/ INFORMAÇÕES ESTRUTURAIS PARA A ELABORAÇÃO DA FUNÇÃO DE CUSTO FUTURO 3.1. Armazenamentos Iniciais 1% 8% 6% 4% 2% % 38% 37% 4% 43% 32% 35% 35% 38% -6,8% 3,1% -,5% -5,2% Sudeste Sul Nordeste Norte nov/12 dez/12 Figura 1 Energia armazenada inicial em novembro/12 e dezembro/12 Os armazenamentos iniciais equivalentes por subsistema, considerados no modelo NEWAVE, são obtidos a partir dos armazenamentos iniciais dos reservatórios individualizados, considerados no modelo DECOMP, informados pelos Agentes de Geração, para a elaboração do PMO de dezembro/212. Estes valores determinam a condição inicial de energia armazenada nos subsistemas do SIN, considerada nos modelos de otimização, sendo utilizada como recurso energético quando da definição da política de operação do SIN. 1

2 MW MW 3.2. Tendência Hidrológica Tabela 3 - Alterações na Expansão da oferta das UTE Tabela 1 - Tendência hidrológica para o deck de dezembro/212 NEWAVE [%MLT] UTE Subsistema Potência Total (MW) UG (MW) Data de entrada em operação - DMSE Atraso (+) / Antecipação (-) em relação ao PMO anterior PMO novembro/212 PMO dezembro/212 MÊS SE/CO S NE N SE/CO S NE N Mai/ Jun/ Jul/ Ago/ Set/ Out/ Nov/ PAR(p) No NEWAVE os cenários de ENA são gerados por um modelo autorregressivo de geração estocástica mensal (GEVAZP energia ) interno ao modelo, cuja ordem máxima está limitada em 6 meses. Assim, as ENA verificadas nos 6 meses anteriores constituem uma informação relevante, uma vez que caracterizam a tendência hidrológica da árvore de cenários que será utilizada para determinar a Função de Custo Futuro, com influência direta nos resultados do PMO Destaques da Expansão da Oferta 212/216 Principais alterações no cronograma conforme reunião do DMSE de 21/11/212: Sepé Tiaraju (Canoas) (RS) S 88, 2, 88, JUN/ meses Palmeiras de Goiás (GO) (3) SE/CO 175,6 1 x 1,88 1,9 DEZ/ mês Porto do Pecém I (CE) (6) NE 72,3 UG 1 36,2 DEZ/ mês SUAPE II (PE) (6) NE 381,3 UG 1 381,3 FEV/ meses Porto de Itaqui (MA) (6) N 36,1 UG 1 36,1 DEZ/ mês Maranhão V (MA) (9) N 337,6 UG 1 168,8 MAR/ mês Maranhão III (MA) (13) N 499,2 UG 3 163,5 JUN/ meses (3) 3º LEN (A-5/26) (6) 5º LEN (A-5/27) (9) 7º LEN (A-5/28) (13) 12º LEN (A-3/211) Nas Figuras 2, 3 e 4, a seguir, é apresentada a evolução temporal da oferta hidrotérmica e das usinas não simuladas individualmente, em comparação ao PMO de novembro/ Figura 2 - Evolução temporal da potência instalada das UHE PMO nov/212 Maior diferença de 512 MW. PMO dez/212 2 Tabela 2 - Alterações na Expansão da oferta das UHE Maior diferença de 741 MW. UHE Subsistema Potência Total (MW) Simplício (RJ/MG) (1) SE/CO 35,7 UG (MW) Data de entrada em operação - DMSE Atraso (+) / Antecipação (-) em relação ao PMO anterior UG 1 11,9 JAN/ mês UG 2 11,9 JAN/ mês UG 3 11,9 JAN/ mês Estreito (TO/MA) (3) N 187, UG 8 135,9 FEV/ meses Santo Antônio Rio Madeira ( RO ) (4) SE/CO 315,4 UG 9 69,6 JAN/ mês 15. PMO nov/212 PMO dez/212 Figura 3 - Evolução temporal da potência instalada das UTE (1) 1º LEN (A-5/25) (3) Leilão A - 5 de 16/1/27 (4) Leilão A - 5 de 1/12/27

3 [MWmed] PMO nov/12 PMO dez/12 respeitada a disponibilidade máxima declarada pelo agente Maior diferença de 373 MW. As usinas são representadas no modelo NEWAVE totalmente inflexíveis: A UTE Linhares com o valor igual a 24 MWmed para dezembro/212 e 24 MWmed para janeiro/213; e a UTE Santa Cruz Nova com o valor igual a 219 MWmed para dezembro/212 e 35 MWmed para janeiro/ Valor da Penalidade das CAR Figura 4 - Expansão da oferta das Usinas Não-Simuladas 3.4. Fatos Relevantes Neste PMO ocorreu, conforme preconizado no Módulo 7 dos Procedimentos de Rede, a atualização mensal de dados para os estudos energéticos de médio prazo. Esta atualização tem por base informações fornecidas pela ANEEL, MME, EPE, CCEE e Agentes, além de diversas áreas do ONS. Destaque deste PMO: Entrada em operação comercial da 7ª unidade geradora da UHE Santo Antônio, conforme Despacho SFG/ANEEL nº 3.767/212; Entrada em operação comercial da 1ª unidade geradora da UHE Mauá, conforme Despacho SFG/ANEEL nº 3.728/212; A UTE Maracanaú I teve sua disponibilidade máxima reduzida para 8 MW (até 31/12/213) devido a restrições elétricas internas na malha de transmissão/distribuição da região Nordeste, conforme Ofício SRG/ANEEL nº 349/ Despacho antecipado de GNL Conforme metodologia vigente, encaminhada à ANEEL através dos faxes ONS nº 18/33/212 e 52/34/212, na elaboração do PMO de dezembro/212 foi instruído o despacho antecipado (9 semanas à frente) das UTE Santa Cruz Nova e Linhares. Os despachos são obtidos através da média dos despachos previstos para estas usinas nas semanas de dezembro/212 e janeiro/213, em conformidade com a metodologia de antecipação do despacho GNL, Em função da atualização mensal dos CVU das usinas vendedoras nos leilões, realizada pela CCEE, pode haver alteração da penalidade das CAR utilizada no modelo NEWAVE. Para este PMO, o valor adotado foi de 1.13, R$/MWh, alterando o valor até então utilizado de 1.8, R$/MWh. Tabela 4 Penalidade da CAR POTÊNCIA TIPO COMB. SUBSIST. CUSTO (R$/MWh) (MW) 212 POTIGUAR 53,12 Diesel NE 1.6,21 UTE BRASILIA 1, Diesel SE/CO 1.47,38 PAU FERRO I 12,6 Diesel NE 1.115,55 TERMOMANAUS 156,15 Diesel NE 1.115,55 Penalidade 1.13, Informações mais detalhadas sobre os estudos de planejamento da operação de médio prazo para o PMO de dezembro/212 irão compor a Nota Técnica ONS n 191/212, a ser disponibilizada na área dos agentes no site do ONS (www.ons.org.br/agentes) no próximo dia 3 de dezembro. Todas as premissas foram apresentadas na plenária do PMO em 29/11/ INFORMAÇÕES CONJUNTURAIS PARA ELABORAÇÃO DO PMO DE DEZEMBRO 4.1. Condições Hidrometeorológicas ONS: Este é o custo mais alto abaixo do primeiro patamar de déficit da térmica disponível As previsões de afluências são determinantes para a definição das políticas de operação e dos custos marginais. Assim, faz-se necessário o pleno entendimento dos conceitos associados aos modelos de previsão, notadamente para a 1º Semana Operativa, na qual há uma significativa presença dos modelos chuva/vazão. 3

4 Neste contexto, constitui-se em um instrumento de fundamental importância a análise das condições climáticas, notadamente visando a identificação de fenômenos climáticos como o El Niño e La Niña, os quais podem ter efeito sobre a intensidade do período chuvoso e a variabilidade natural da precipitação. Assim, é de fundamental importância a análises de clima e tempo no contexto do SIN Condições Antecedentes No mês de novembro as condições da Temperatura da Superfície do Mar TSM no oceano Pacífico Equatorial estão condizentes com uma condição de neutralidade, sem a perspectiva de configuração de El Niño ou de La Niña durante o período úmido. Esta condição de neutralidade, adicionada do aquecimento da TSM do Atlântico Sul extratropical, próximo à costa da Argentina, levou a uma mudança significativa nos padrões atmosféricos que vinham ocorrendo nos últimos meses. As frentes frias passaram a se deslocar rapidamente pela região Sul, ficando semiestacionárias nas regiões SE/CO e em parte das regiões N e NE. Esta mudança de padrão, associada com a configuração, no final do mês, do primeiro episódio da Zona de Convergência do Atlântico Sul ZCAS levou a precipitação acima da média nas bacias dos rios Doce, São Francisco, Jequitinhonha, Tocantins, Manso e em parte da bacia do rio Paranaíba. Nas bacias dos rios Grande, Tietê e Paraíba do Sul a precipitação até o dia 28/11 (Figura 5) está ligeiramente abaixo da média. Já nas bacias do subsistema Sul, na bacia do rio Paranapanema e no trecho da bacia do rio Paraná incremental a UHE Itaipu a precipitação está significativamente abaixo da média. Figura 5 Mapa de anomalia da precipitação acumulada em novembro de 212 no Brasil (até o dia 28) Como consequência das precipitações observadas verificou-se aumento das afluências durante o mês de novembro, em relação às verificadas em outubro, em todos os subsistemas do SIN a exceção do Sul. Tabela 5 ENAs verificadas em outubro e estimadas para novembro/212 PMO de Dezembro/212 - ENAs verificadas e estimadas Subsistema Outubro/212 Novembro/212 MWmed %MLT MWmed %MLT SE/CO S NE N A tabela a seguir apresenta a ENA semanal verificada na semana de 17 a 23/11/212 e a estimada para a semana de 24 a 3/11/212 nos Subsistemas do SIN. Tabela 6 ENAs passadas consideradas no PMO de Novembro/212 PMO de Dezembro/212 - ENAs verificadas e estimadas Subsistema 17/11 a 23/11/212 24/11 a 3/11/212 MWmed %MLT MWmed %MLT SE/CO S NE N

5 Análise Climática As condições da TSM observadas na última semana mostram ainda anomalias positivas da TSM na porção oeste do Pacífico Equatorial e condições de neutralidade na porção leste, próxima a América do Sul, além de intensas anomalias positivas da TSM do Atlântico Sul próximo à costa da Argentina (Figura 6). Este resfriamento observado no leste do Pacífico indica o início da condição de neutralidade do Pacífico. A previsão de consenso elaborada pelo CPTEC/INMET para o trimestre dezembro-janeiro-fevereiro indica que a precipitação deve variar entre a média e acima da média nas bacias do subsistema Sul, variando entre a média e abaixo destes valores nas bacias dos rios Tocantins e Parnaíba e no trecho do São Francisco próximo a UHE Sobradinho. Nas demais bacias do SIN a previsão é de valores próximos a média histórica. Cabe ressaltar que esta previsão foi elaborada a partir da análise objetiva de modelos de previsão climática que tiveram como base as anomalias da TSM observadas no mês de outubro, quando grande parte do oceano Pacífico ainda estava aquecida. Portanto, neste mês, em especial, esta previsão não está aderente ao entendimento do ONS sobre o que deverá ocorrer nos próximos meses em relação às anomalias de precipitação. Figura 6 Anomalia da TSM observada na semana entre 2/11/212 e 27/11/212. Fonte: CPTEC/INPE A previsão baseada no modelo Climate Forecast System CFS versão 2, do centro Americano, mostra condições de neutralidade nos próximos meses no Pacífico Equatorial. (Figura 7) Previsões Dezembro/212 Para a semana de 1/12 a 7/12/212 a previsão é de que a atuação de duas frentes frias ocasione chuva fraca nas bacias do subsistema Sul e nas bacias dos rios Grande, Paranaíba, Paraíba do Sul e Tocantins, com chuva moderada/forte nas bacias dos rios Paranapanema, Paraná (calha principal) e Tietê. Nas demais bacias os totais esperados são muito baixos ou não há previsão de precipitação (Figura 8). Cabe ressaltar que nas bacias dos rios Paranapanema, São Francisco, Iguaçu e Uruguai e parte das bacias dos rios Grande, Paranaíba e Paraná, esta previsão é utilizada como insumo nos modelos do tipo chuva-vazão, para a previsão de afluências para a próxima semana. 5 Figura 7 - Previsão da TSM na região do Niño 1.2 elaborada pelo modelo CFS versão 2 do National Center for Environmental Prediction NCEP, com diferentes condições iniciais, válida até agosto de 213

6 ENA (MWmed) ENA (MWmed) ENA (MWmed) ENA PREVISTA - DEZEMBRO LI LS Mensal VE MWmed 14 %MLT /1 a 2/113/11 a 9/111/11 a 16/1117/11 a 23/1124/11 a 3/111/12 a 7/128/12 a 14/1215/12 a 21/1222/12 a 28/1229/12 a 4/1 Figura 9 - Evolução das Energias Naturais Afluentes no Subsistema Sudeste/Centro-Oeste - PMO de Dezembro/212 ENA PREVISTA - DEZEMBRO LI Mensal VE LS Figura 8 Precipitação acumulada prevista pelo modelo ETA (Cptec/INPE) para o período de 2 a 8/12/ A partir da previsão meteorológica, prevê-se que na próxima semana operativa, de 1/12 a 7/12/212, as afluências aumentem em todos os subsistemas, apresentando redução apenas no subsistema Nordeste. A Tabela 7 apresenta os resultados da previsão de ENAs para a próxima semana e para o mês de dezembro. Tabela 7 Previsão de ENA do PMO de Dezembro/ /1 a 2/113/11 a 9/111/11 a 16/1117/11 a 23/1124/11 a 3/111/12 a 7/128/12 a 14/1215/12 a 21/1222/12 a 28/1229/12 a 4/1 Figura 1 - Evolução das Energias Naturais Afluentes no Subsistema Sul - PMO de Dezembro/ MWmed 81 %MLT PMO de Dezembro/212 - ENAs previstas Subsistema 1/12 a 7/12/212 Mês de Dezembro MWmed %MLT MWmed %MLT SE/CO S NE N As figuras a seguir ilustram as ENAs previstas para o PMO de Dezembro/ ENA PREVISTA - DEZEMBRO Mensal VE LI LS MWmed %MLT /1 a 2/113/11 a 9/111/11 a 16/1117/11 a 23/1124/11 a 3/111/12 a 7/128/12 a 14/1215/12 a 21/1222/12 a 28/1229/12 a 4/1 Figura 11 - Evolução das Energias Naturais Afluentes no Subsistema Nordeste - PMO de Dezembro/212

7 Probabilidade acumulada Energia Natural Afluente (%MLT) Energia Natural Afluente (%MLT) ENA (MWmed) Probabilidade acumulada ENA PREVISTA - DEZEMBRO Mensal VE LI LS MWmed %MLT % 9% 8% 7% 6% 5% 4% 3% 2% 1% SUBSISTEMA SUDESTE - FUNÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO ACUMULADA DE ENAs GERADAS PARA JAN/213 % % 2% 4% 6% 8% 1% 12% 14% 16% 18% Energia Natural Afluente (%MLT) 27/1 a 2/113/11 a 9/111/11 a 16/1117/11 a 23/1124/11 a 3/111/12 a 7/128/12 a 14/1215/12 a 21/1222/12 a 28/1229/12 a 4/1 Figura 12 - Evolução das Energias Naturais Afluentes no Subsistema Norte - PMO de Dezembro/ Cenários gerados para o PMO de Dezembro/212 As figuras a seguir apresentam as características dos cenários gerados para o PMO de Dezembro para acoplamento com a FCF do mês de Janeiro/213. São mostradas, para os quatro subsistemas, as amplitudes e as Funções de Distribuição Acumulada dos cenários de ENA. 18% 16% SUBSISTEMA SUDESTE - AMPLITUDE DOS CENÁRIOS DE ENAs GERADOS PARA O PMO DEZ/212 Figura 14 - Função de Distribuição Acumulada dos Cenários para o Subsistema Sudeste no PMO de Dezembro 25% 2% 15% 1% 5% PMO SUBSISTEMA SUL - AMPLITUDE DOS CENÁRIOS DE ENAs GERADOS PARA O PMO DEZ/212 % Sem_1 Sem_2 Sem_3 Sem_4 Sem_5 VE(JAN) REVISÃO Figura 15 - Amplitude dos Cenários de ENA para o Subsistema Sul, em %MLT, no PMO de Dezembro 7 14% 12% 1% 8% 6% 4% 2% % Sem_1 Sem_2 Sem_3 Sem_4 Sem_5 VE(JAN) REVISÃO Figura 13 - Amplitude dos Cenários de ENA para o Subsistema Sudeste, em %MLT, no PMO de Dezembro 1% 9% 8% 7% 6% 5% 4% 3% 2% 1% SUBSISTEMA SUL - FUNÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO ACUMULADA DE ENAs GERADAS PARA JAN/213 % % 5% 1% 15% 2% 25% Energia Natural Afluente (%MLT) PMO Figura 16 - Função de Distribuição Acumulada dos Cenários para o Subsistema Sul no PMO de Dezembro

8 Energia Natural Afluente (%MLT) Probabilidade acumulada Energia Natural Afluente (%MLT) Probabilidade acumulada 2% 18% 16% 14% 12% 1% 8% 6% 4% 2% SUBSISTEMA NORDESTE - AMPLITUDE DOS CENÁRIOS DE ENAs GERADOS PARA O PMO DEZ/212 % Sem_1 Sem_2 Sem_3 Sem_4 Sem_5 VE(JAN) REVISÃO 1% 9% 8% 7% 6% 5% 4% 3% 2% 1% SUBSISTEMA NORTE - FUNÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO ACUMULADA DE ENAs GERADAS PARA JAN/213 % % 5% 1% 15% 2% 25% Energia Natural Afluente (%MLT) PMO Figura 17 - Amplitude dos Cenários de ENA para o Subsistema Nordeste, em %MLT, no PMO de Dezembro 1% 9% 8% 7% 6% 5% 4% 3% 2% 1% SUBSISTEMA NORDESTE - FUNÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO ACUMULADA DE ENAs GERADAS PARA JAN/213 % % 2% 4% 6% 8% 1% 12% 14% 16% 18% 2% Energia Natural Afluente (%MLT) PMO Figura 18 - Função de Distribuição Acumulada dos Cenários para o Subsistema Nordeste no PMO de Dezembro 25% 2% 15% 1% 5% SUBSISTEMA NORTE - AMPLITUDE DOS CENÁRIOS DE ENAs GERADOS PARA O PMO DEZ/212 % Sem_1 Sem_2 Sem_3 Sem_4 Sem_5 VE(JAN) REVISÃO Figura 19 - Amplitude dos Cenários de ENA para o Subsistema Norte, em %MLT, no PMO de Dezembro Figura 2 - Função de Distribuição Acumulada dos Cenários para o Subsistema Norte no PMO de Dezembro Os valores da MLT (Média de Longo Termo) das energias naturais afluentes para os meses de dezembro e janeiro são apresentados na tabela a seguir. Tabela 8 MLT da ENA nos meses de Dezembro e Janeiro MLT das ENAs (MWmed) Subsistema Dezembro SE/CO S NE N Janeiro Análise dos resultados no acoplamento com a FCF A otimização do Planejamento da Operação tem por função objetivo minimizar o Valor Esperado do Custo Total de Operação do Sistema no período de planejamento. A FCF indica a estratégia operativa ótima, a cada mês, em função de até 28 variáveis de estado do sistema: - Energias Armazenadas e 6 Energias Afluentes passadas para cada subsistema. Em função da ordem do modelo gerador de cenários, nem todas as afluências possuem coeficientes significativos em todos os meses. No mês de acoplamento, Janeiro/213, a ordem das ENAs passadas significativas para cada um dos subsistemas foram: SE/CO-1, S-3, NE-2, e N-4. Nas figuras a seguir estão plotados os valores de CMO x ENA, do mês anterior, e de CMO x EAR, para cada subsistema, dos 136 cenários gerados para o acoplamento com a FCF do NEWAVE ao final do mês de Janeiro/213 no PMO de Dezembro /212. 8

9 CMO (R$/MWh) CMO (R$/MWh) CMO (R$/MWh) CMO (R$/MWh) CMO (R$/MWh) PMO DE Dezembro/212 CENÁRIOS - Subsistema SUDESTE: CMO x ENA e CMO x EAR PMO DE Dezembro/212 CENÁRIOS - Subsistema NORTE: CMO x ENA e CMO x EAR 8, 8, 7, 7, 6, 6, 5, 5, 4, 4, 3, 3, 2, 2, 1, 1,, % 2% 4% 6% 8% 1% 12% 14% 16% 18% ENA (%MLT) EAR (%EARmax) Figura 21 - Relações CMO x ENA e CMO x EAR ao final de Janeiro/213 Subsistema SE/CO PMO de Dezembro/212, % 5% 1% 15% 2% 25% ENA (%MLT) EAR (%EARmax) Figura 24 - Relações CMO x ENA e CMO x EAR ao final de Janeiro /213 Subsistema Norte - PMO de Dezembro/212 8, 7, 6, 5, PMO DE Dezembro/212 CENÁRIOS - Subsistema SUL: CMO x ENA e CMO x EAR A figura a seguir apresenta um gráfico de dispersão correlacionando os custos marginais de operação dos cenários no final do mês de Janeiro/213 do subsistema SE/CO com o CMO dos demais subsistemas para o PMO de Dezembro/212. 4, 3, 2, 25 Comparação entre CMOs dos Cenários gerados no PMO do mês de Dezembro para acoplamento em Janeiro/213 1,, % 5% 1% 15% 2% 25% ENA (%MLT) EAR (%EARmax) Figura 22 - Relações CMO x ENA e CMO x EAR ao final de Janeiro/213 Subsistema Sul - PMO de Dezembro/ CMO - SUL CMO - NORDESTE CMO - NORTE 9 5 8, PMO DE Dezembro/212 CENÁRIOS - Subsistema NORDESTE: CMO x ENA e CMO x EAR CMO - SUDESTE (R$/MWh) 7, 6, 5, Figura 25 - Relações entre o CMO dos Subsistemas ao final de Janeiro/213 4, 3, 2, 1,, % 2% 4% 6% 8% 1% 12% 14% 16% 18% 2% ENA (%MLT) EAR (%EARmax) Figura 23 - Relações CMO x ENA e CMO x EAR ao final de Janeiro/213 Subsistema Nordeste - PMO de Dezembro/212 A análise dos gráficos acima mostra que, na região consultada, as principais variáveis de estado que influenciam o CMO de todos os subsistemas, ao final de dezembro, são a Energia Armazenada e a Energia Natural Afluente do subsistema Sudeste. Em função da ocorrência de afluências favoráveis nos subsistemas Nordeste e Norte, há possibilidade de descolamento dos custos marginais daqueles subsistemas do custo marginal do Sudeste. A Função de Custo Futuro (FCF) construída pelo modelo Newave possui atualmente 28 dimensões. Quatro são relativas às Energias Armazenadas dos subsistemas e as demais relacionadas com as Energias Naturais Afluentes mensais.

10 Devido ao número de dimensões não é possível visualizar a FCF em sua plenitude, por este motivo o relatório executivo do PMO publica perfis da FCF em três dimensões, onde é possível observar os acoplamentos de cada subsistema, definidos como o Custo Futuro (eixo vertical) obtido a partir de um par de estados compostos pela Energia Armazenada (EAR) e pela Energia Natural Afluente (ENA), relativos ao mês posterior ao estágio estocástico do Decomp. Ressalta-se que a FCF é uma função única para todos os subsistemas e a maneira apresentada, discriminada por subsistema, objetiva simplesmente a sua visualização. Do acoplamento com a Função de Custo Futuro (FCF) resultam os Valores da Água que sinalizam as consequências futuras do uso da água e influenciam na otimização do despacho hidrotérmico. Este acoplamento se caracteriza pela consulta à FCF através dos estados de ENA e das Energias Armazenadas para o final do segundo mês, calculadas pelo modelo Decomp. Na Programação Mensal da Operação (PMO), a análise do efeito do acoplamento sobre os resultados do Decomp exige um maior detalhamento devido às atualizações que influenciam de maneira conjunta o Valor da Água. Nesta mudança do estágio mensal, além dos novos cenários e meses considerados no estudo, precisamos considerar a nova FCF calculada no PMO. Para esta análise é sugerido um processo de 3 passos, onde a ideia básica seria mudar os principais fatores do acoplamento, que são os estados e a FCF, de maneira que o acoplamento da última revisão do PMO anterior seja transformada gradativamente no acoplamento do PMO mais recente. servirão como ponto de referência, enquanto mudamos o mês de consulta da FCF de novembro, indo do final de dezembro para o final de janeiro. Como resultado deste primeiro passo observou-se que o simples deslocamento do mês de acoplamento na RV4 provocaria um grande aumento do Valor da Água, o que é natural desde que a FCF de consulta ao final de janeiro, é calculada em fevereiro para patamares superiores de ENA. Este aumento pode ser observado na Tabela 9. Tabela 9 Variações nos Valores da Água da RV4 de novembro com a simples mudança do mês de acoplamento - Aumento nos Valores da Água Acoplamento da RV4 do PMO de novembro Cenários da RV4(PMO-Nov) Valor da Água (R$/MWh) Acoplamento com a FCF do PMO de novembro ao final de janeiro Cenários da RV4(PMO-Nov) SE S NE N O próximo passo seria mudar a FCF gerada no PMO de novembro para a FCF calculada no PMO de dezembro e consultá-la no mesmo mês em que se dá o acoplamento do Decomp neste PMO, que é ao final de janeiro. Ao utilizarmos esta nova FCF do PMO de dezembro na mesma região de acoplamento da revisão 4 do PMO de novembro, não se observa grandes variações em relação aos valores obtidos no primeiro passo. 1 O processo se inicia com o acoplamento dos estados referentes aos cenários gerados na revisão 4 de novembro, com a FCF gerada no mesmo PMO, ao final de dezembro, seguindo-se passo à passo até o novo acoplamento entre os estados referentes aos cenários gerados no PMO de dezembro com a FCF do mesmo PMO ao final de janeiro. O primeiro passo desta análise consiste em deslocarmos o mês de acoplamento da última revisão de novembro. Desta forma, os mesmos estados utilizados na revisão 4

11 Tabela 1 Variações nos Valores da Água com a mudança da FCF - Substituição da FCF do PMO de novembro pela do PMO de dezembro Acoplamento com a FCF do PMO de novembro ao final de janeiro Cenários da RV4(PMO-Nov) Acoplamento com a FCF do PMO de dezembro ao final de janeiro Cenários da RV4(PMO-Nov) SE S NE N Tais similaridades indicam que o agravamento da situação energética permanece, levando a uma situação que deixa o sistema totalmente dependente das vazões. No 3º e último passo, substituíram-se os cenários utilizados na revisão 4 de novembro pelos cenários do PMO de dezembro, provocando uma mudança na região de acoplamento. Neste passo verificou-se uma redução considerável no Valor da Água médio. Esta variação está ilustrada na tabela a seguir. Tabela 11 - Variações nos Valores da Água com a mudança dos cenários - Cenários da RV4 de novembro substituídos pelos cenários do PMO de dezembro Acoplamento com a FCF do PMO de dezembro ao final de janeiro Cenários da RV4(PMO-Nov) Valor da Água (R$/MWh) Valor da Água (R$/MWh) Acoplamento do PMO de dezembro com a FCF ao final de janeiro Cenários da RV(PMO-Nov) SE S NE N Com a previsão de elevação das vazões no decorrer do mês de dezembro e cenários de ENAs mais úmidos, o Valor da Água médio foi reduzido neste último passo em torno de R$ 331,/MWh no SIN. Apesar do principal fator de redução do CMO ser a previsão de afluências e não a nova FCF, outros fatores contribuíram, mesmo que em menor escala, para esta redução, sendo estes, a redução da carga do SIN e relaxamentos de restrições de defluência, principalmente no subsistema Sul. A redução da disponibilidade de Angra influenciou o CMO no sentido de aumentá-lo. Os principais aspectos do acoplamento de janeiro ficam por conta da pouca influência direta das variações do Valor da Água que as ENAs do Norte terão desde que a maior influência vem de um mês já consolidado que é outubro, enquanto que dezembro e janeiro influenciam de formas opostas fazendo com que as ENAs de um mês tendam a cancelar o efeito do outro mês, como pode ser visto na Tabela 12. Para o Nordeste espera-se uma maior influência dos cenários do segundo mês, mas que terão parte de seus efeitos cancelados pelas ENAs de dezembro. A atenção deve ficar mesmo voltada para os cenários do segundo mês do Sul e principalmente do Sudeste. Mudanças nos cenários destes dois subsistemas ao longo das revisões provocarão flutuações nos Valores da Água. As influências das ENAs mensais no acoplamento estão dispostas na Tabela 12. Tabela 12 Peso das ENAs mensais de acoplamento no calculo do Custo Futuro. Influência das ENAs mensais no Acoplamento MWmed Set Out Nov Dez Jan Sudeste % % % % 1% Sul % % 15% 7% 77% Nordeste % % % 32% 68% Norte % 52% 1% 23% 24% Quanto maior a ENA mensal, menor o valor da água Quanto maior a ENA mensal, maior o valor da água Continua persistindo a possibilidade de o acoplamento acontecer numa região de grande instabilidade, porém a tendência é que a consulta se situe numa região menos instável devido à tendência de aumento das ENAs. A comparação entre as isocurvas da RV4 do PMO de novembro e as do PMO de dezembro podem ser vistas nas figuras a seguir. 11

12 Energia Natural Afluente (MW mês) Energia Natural Afluente (MW mês) Energia Natural Afluente (MW mês) Energia Natural Afluente (MW mês) x Acoplamento da RV4 do PMO de novembro - SUDESTE 3.5 x 1 4 Acoplamento do PMO de dezembro - NORDESTE Energia Armazenada (MW mês) x Energia Armazenada (MW mês) x 1 4 Figura 26 - Isocurvas da RV4 do PMO de novembro no Sudeste. Grande parte dos cenários numa região muito instável Figura 29 Isocurvas da RV do PMO de dezembro no Nordeste. Migração dos cenários para região mais estável x Acoplamento do PMO de dezembro - SUDESTE Energia Armazenada (MW mês) x 1 5 Figura 27 Isocurvas da RV do PMO de dezembro no Sudeste. Tendência de migração dos cenários para uma região menos instável x 1 4 Acoplamento da RV4 do PMO de novembro - NORDESTE 4.4. Limites de Intercâmbio entre Subsistemas Os limites elétricos de intercâmbio de energia entre subsistemas são de fundamental importância para o processo de otimização energética, sendo determinantes para a definição das políticas de operação e do CMO para cada subsistema. Estes limites são influenciados por intervenções na malha de transmissão, notadamente na 1ª Semana Operativa. O diagrama a seguir ilustra os fluxos notáveis do SIN e os limites destes utilizados na Revisão do PMO de Dezembro Energia Armazenada (MW mês) x 1 4 Figura 28 - Isocurvas da RV4 do PMO de novembro no Nordeste. Parte dos cenários numa região muito instável.

13 Tabela 13 - Limites de intercâmbio de energia considerados na Revisão do PMO de Dezembro/12 LIMITES DE INTERCÂMBIO (MWmed) Fluxo RNE FNS FSENE+FMCCO FNE EXPORT. NE FMCCO FCOMC FSENE FSM RSE FORNEC. SUL RECEB. SUL ITAIPU 5 Hz ITAIPU 6 Hz Patamar 1/12 a 7/12/212 Demais Semanas Pesada Média (A) Leve Pesada Média (B) Leve Pesada Média (C) Leve Pesada Média Leve Pesada Média Leve Pesada Média Leve Pesada Média Leve Pesada Média Leve Pesada Média Leve Pesada Média Leve Pesada Média Leve Pesada Média Leve Pesada Média (D) 6.3 Leve Pesada Média Leve (A) SB DJ 5 kv MILAGRES V1 / TR 5/23 kv FORTALEZA II TR2 / LT 5 kv QUIXADA /FORTALEZA II / LT 5 kv TERESINA II /P.DUTRA C-2 (B) S.Mesa2 - Peixe2 5 kv / Risco perda de 4 / ZRA Foz (C) LT 5 kv TERESINA II /P.DUTRA C-2 / TR 5/23 kv FORTALEZA II TR2 / LT 5 kv RIO DAS EGUAS/B.J.LAPA II (D) CV1 Ibiuna e Foz / Pólo 1 / Risco perda de Previsões de Carga No subsistema NE, o crescimento previsto de 4,3% reflete a continuidade do bom desempenho observado nas atividades econômicas da região. Além disso, destaca-se o aumento no consumo das classes residencial e comercial (incluindo o setor de serviços). Para o subsistema Norte, o decréscimo de 1,5% reflete, dentre outros fatores, a continuidade da redução de carga de dois grandes consumidores industriais da Rede Básica, dos setores de alumínio e níquel, cujo decréscimo temporário é de cerca de 18 MW med. Para o subsistema Sul, o crescimento previsto de 4,4% reflete, dentre outros fatores, a continuação de ocorrência de temperaturas elevadas, similares as observadas nos últimos meses, que intensificam o uso dos aparelhos de ar condicionado e ventiladores adquiridos em função dos estímulos de desoneração fiscal. No subsistema SE/CO, mesmo sendo previsto a ocorrência de temperaturas típicas para essa época do ano, a taxa esperada de 1,5% reflete principalmente, o comportamento econômico observado nos últimos meses. Tabela 14- Previsão da evolução da carga para a Revisão do PMO de Dezembro/212 Subsistema CARGA SEMANAL (MWmed) 1ª Sem 2ª Sem 3ª Sem 4ª Sem 5ª Sem dez/12 CARGA MENSAL (MWmed) Var. (%) dez/12 -> dez/11 SE/ CO ,5% SUL ,4% NE ,3% NORTE ,5% SIN ,2% 13

14 R$/MWh Potência (MW) 4.6. Potência Hidráulica Total Disponível no SIN O gráfico a seguir mostra a disponibilidade hidráulica total do SIN, para o mês de dezembro, de acordo com o cronograma de manutenção informado pelos agentes para a Revisão do PMO de Dezembro. 1 Total Disponível Potência Total 5. PRINCIPAIS RESULTADOS 5.1. Políticas de Intercâmbio A figura a seguir apresenta a política de operação determinada pelo modelo DECOMP para a semana operativa de 1/12 a 7/12/212. FICT NORTE 1262 R$ 2,26/MWh R$ 2,26/MWh N NE R$ 2,26/MWh SE/CO Hz ITAIP 6 Hz Caso 1: DEZ12_RV_N-2_V Caso 2 SEMANA 1 1/12 a 7/128/12 a 14/1215/12 a 21/1222/12 a 28/1229/12 a 4/ FICT. SUL MÉDIA DO ESTÁGIO 4.7. Armazenamentos Iniciais por Subsistema S R$ 2,26/MWh Tabela 15 - Armazenamentos iniciais, por subsistema, considerados na Revisão 4 do PMO Novembro/212 e no PMO Dezembro/212 Subsistema Armazenamento (%EARmáx) Rev. 4 PMO nov/12 Armazenamento Final Semana 5 (: hs 1/dez) PMO dez/12 Partida Informada pelos Agentes (: hs 1/dez) SE/CO 33,2 31,6 SUL 39,4 4,1 NE 32,5 34,7 NORTE 38,4 38,2 A primeira coluna da tabela acima corresponde ao armazenamento previsto na Revisão 4 do PMO de Novembro, para a : h do dia 1/12/212. A segunda coluna apresenta os armazenamentos obtidos a partir dos níveis de partida informados pelos Agentes de Geração para seus aproveitamentos com reservatórios. Figura 3 - Políticas de Intercâmbio para a próxima semana 5.2. Custos Marginais de Operação CMO A figura a seguir apresenta os Custos Marginais de Operação, em valores médios semanais, para as semanas operativas que compõem o mês de dezembro Sem 1 Sem 2 Sem 3 Sem 4 Sem 5 Sudeste 2,26 199,85 197,3 186,9 185,57 Sul 2,26 199,85 197,3 186,9 185,57 Nordeste 2,26 199,85 197,3 186,9 185,57 Norte 2,26 199,85 197,3 186,9 185,57 Figura 31 - CMO do mês de dezembro em valores médios semanais Na tabela a seguir, estão apresentados os CMO, por patamar de carga, para a semana operativa de 1/12 a 7/12/

15 EAR (%EARmax) MWmed Tabela 16- CMO por patamar de carga para a próxima semana Patamares de CMO (R$/MWh) Carga SE/CO S NE N Pesada 22,6 22,6 22,6 22,6 Média 22,6 22,6 22,6 22,6 Leve 196,15 196,15 196,15 196,15 Média Semanal 2,26 2,26 2,26 2, Energias Armazenadas O processo de otimização realizado pelo programa DECOMP, indicou os armazenamentos que são mostrados na figura a seguir para as semanas operativas do mês de Dezembro/212. ENERGIAS ARMAZENADAS DO PMO - Dezembro/212 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1,, Inic Sem_1 Sem_2 Sem_3 Sem_4 Sem_5 VE[JAN] SUDESTE 32, 31,5 32,2 33,3 35,1 37,4 46,8 SUL 4, 39,5 39,8 4,1 44,1 46,8 45, NORDESTE 35, 33,8 33,7 34,6 35,7 37, 43,4 NORTE 38, 39,1 39,7 41,2 43,6 45,6 58,2 Figura 32 - Energias Armazenadas nas semanas operativas do mês de Dezembro/212 Os armazenamentos da figura acima estão expressos em % da Energia Armazenável Máxima de cada subsistema, cujos valores são mostrados na tabela a seguir. Tabela 17 Energia Armazenável Máxima por subsistema ENERGIA ARMAZENÁVEL MÁXIMA (MWmed) Subsistema Dezembro Janeiro SE/CO S NE N Geração Térmica O gráfico a seguir apresenta, para cada subsistema do SIN, o despacho térmico por modalidade, para a semana operativa de 1/12 a 7/12/ SE/CO SUL NE NORTE SIN GARANTIA ENERGÉTICA RESTRIÇÃO ELÉTRICA INFLEXIBILIDADE ORDEM DE MÉRITO Figura 33 - Geração térmica para a 1ª semana operativa do mês dezembro/212 Despacho Térmico por ordem de mérito de custo: Região Sudeste/C.Oeste: Cuiaba cc¹, Angra 1 e 2, Norte Fluminense 1, 2, 3 e 4, St. Cruz Nova², Linhares², L.C.Prestes, Atlantico, G. L. Brizola, Juiz de Fora, Cocal, Pie-RP, B. L. Sobrinho, A. Chaves e W.Arjona (1 e 3) ; Região Sul: Candiota III, P. Medici A e B, J. Lacerda C, B e A2, Uruguaiana¹, Charqueadas e Madeira³; Região Nordeste: Termopernambuco, Fortaleza, R. Almeida e Termoceará; ¹ Consideradas indisponíveis conforme legislação vigente ou informação do Agente. ² Despacho comandado antecipadamente conforme metodologia vigente de despacho GNL. 3 Despacho comandado nos patamares de carga Pesada e Média. 15

16 EAR ou ENA (%) CMO (R$/MWh) EAR ou ENA (%) CMO (R$/MWh) EAR ou ENA (%) CMO (R$/MWh) EAR ou ENA (%) CMO (R$/MWh) 5.5. Estimativa de Encargos Os valores na tabela a seguir representam a estimativa do custo de despacho térmico por restrição elétrica para a semana operativa de 1/12 a 7/12/212, sendo calculada pelo produto da geração térmica prevista e a diferença entre o CVU e o CMO. TÉRMICAS CVU PAT CMO GER CUSTO DE OPERAÇÃO T. NORTE 2 487,56 TOTAL SE/CO 5.6. Resumo dos resultados do PMO PESADA 22,6 12 R$ ,6 MÉDIA 22,6 15 R$ , LEVE 196,15 12 R$ , ,8 As figuras a seguir mostram um resumo dos resultados do PMO para as semanas do mês Dezembro/212 e os valores esperados para o mês de Janeiro/213, relacionando Energia Natural Afluente (ENA), Energia Armazenada (EAR) e Custo Marginal de Operação (CMO) nos quatro subsistemas do Sistema Interligado Nacional (SIN). R$ 12, 11, 1, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1,, Inic Sem_1 Sem_2 Sem_3 Sem_4 Sem_5 VE[JAN] CMO (R$/MWh) 2,26 199,85 197,3 186,9 185,57 185,87 EAR(%EARmax) 35, 33,8 33,7 34,6 35,7 37, 43,4 ENA(%mlt) 79, 89,6 12,2 113, 98,8 9,4 Figura 36 - Resumo do PMO para o Subsistema Nordeste 12, 11, 1, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1,, PMO - NE - Dezembro/212 PMO - N - Dezembro/212 Inic Sem_1 Sem_2 Sem_3 Sem_4 Sem_5 VE[JAN] CMO (R$/MWh) 2,26 199,85 197,3 186,9 185,57 185,87 EAR(%EARmax) 38, 39,1 39,7 41,2 43,6 45,6 58,2 ENA(%mlt) 67,3 75, 91,5 19,3 77,7 88,6 25, 2, 15, 1, 5,, 25, 2, 15, 1, 5,, 13, 12, 11, 1, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1,, PMO - SE/CO - Dezembro/212 Inic Sem_1 Sem_2 Sem_3 Sem_4 Sem_5 VE[JAN] CMO (R$/MWh) 2,26 199,85 197,3 186,9 185,57 197,28 EAR(%EARmax) 32, 31,5 32,2 33,3 35,1 37,4 46,8 ENA(%mlt) 82,5 98,7 111, 117,7 14,6 1,3 25, 2, 15, 1, 5,, Figura 37 - Resumo do PMO para o Subsistema Norte 6. ANÁLISE DA VARIAÇÃO SEMANAL DOS CUSTOS MARGINAIS DE OPERAÇÃO A análise da variação semanal dos custos marginais de operação, em função da atualização dos dados de planejamento do PMO de Dezembro de 212 foi realizada a partir de cinco casos estudo. 16 Figura 34 - Resumo do PMO para o Subsistema Sudeste PMO - S - Dezembro/212 1, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1,, Inic Sem_1 Sem_2 Sem_3 Sem_4 Sem_5 VE[JAN] CMO (R$/MWh) 2,26 199,85 197,3 186,9 185,57 197,28 EAR(%EARmax) 4, 39,5 39,8 4,1 44,1 46,8 45, ENA(%mlt) 71,9 88,8 79,9 89,9 76,7 89,7 Figura 35 - Resumo do PMO para o Subsistema Sul 25, 2, 15, 1, 5,, O caso inicial foi construído com base nos dados de planejamento deste PMO, inclusive a previsão de afluências e os cenários estocásticos de janeiro. De modo a avaliar o impacto no CMO conforme a atualização de alguns principais blocos de dados como: partida dos reservatórios, unidades de expansão e limites elétricos foram elaborados cinco estudos. O caso inicial utilizou a partida dos reservatórios estimada pela última revisão de novembro e não foram consideradas as novas unidades da expansão (UTE e UHE) ou limites nos fluxos intercâmbios de energia entre os subsistemas. Complementando a análise, no primeiro estudo utilizamos a mesma função de custo futuro do PMO de

17 R$/MWh Novembro. No estudo seguinte, já foi utilizada a função de custo futuro do PMO de Dezembro. Nos demais estudos foram sendo atualizados os seguintes blocos de dados: partida dos reservatórios, expansão e os limites nos fluxos intercâmbios de energia entre os subsistemas. Os valores do CMO publicados nos resultados de cada um destes estudos estão reproduzidos graficamente, a seguir. CMO Médio Semanal 5ª semana operativa 24/11 a 3/11/212 CMO Médio Semanal 1ª semana operativa 1/12 a 7/12/ ANÁLISE PROSPECTIVA DO ATENDIMENTO À DEMANDA HORÁRIA UTILIZANDO O MODELO DESSEM-PAT Em virtude da redução da carga, em função das temperaturas mais baixas, típicas para esta época do ano, e do montante de geração térmica a ser despachado por ordem de mérito e por garantia energética na semana de 1/12 a 7/12/212, não há expectativa de despacho de geração térmica complementar para atendimento à demanda horária. 312,87 SE/CO, S, NE e N - CMO (R$/MWh) 8. SENSIBILIDADE Rev. Anterior 187,27 194,14 25,67 199,88 199,88 2,26 6,87 11,53,,38-125,6 FCF nov/212 FCF dez/212-5,79 Partida Expansao Desligam. Demais Atualiz. Figura 38a - Análise da Variação do CMO Médio Semanal Subsistemas do SIN Considerando os resultados do estudo inicial, onde o CMO das regiões SE/CO e Sul manteve-se igual ao CMO do Norte e NE, na análise dos resultados dos estudos seguintes observamos que o maior impacto no CMO do SIN ocorreu em função da atualização das afluências (caso inicial) e partida dos reservatórios. Os demais estudos apresentaram menores variações de CMO. Ressalta-se que os valores de CMO obtidos nos resultados de cada caso de estudo são consequência da atualização parcial dos seus dados de entrada, conforme detalhamento anterior. A partir da consideração da ocorrência do valor esperado da previsão de vazões para a 1ª semana operativa de dezembro, foram feitos estudos de sensibilidade para os CMO, considerando os cenários: limite inferior, valor esperado e limite superior da previsão de vazões para as demais semanas operativas do mês de dezembro. A tabela a seguir mostra a ENA média mensal de dezembro com a consideração da ocorrência dos cenários de sensibilidade a partir da próxima semana operativa. ENA MENSAL SE/CO S NE N MWmed %MLT MWmed %MLT MWmed %MLT MWmed %MLT LS VE LI Figura 39 Sensibilidade Limite Inferior e Limite Superior 45, 4, 35, 3, 25, 2, 15, 1, 5, Regiões SE/CO, Sul, NE e N 357,14 2,26 196,34 LI VE LS 119,62 1/12 a 7/12/212 CASOS DE SENSIBILIDADE 17

18 ENA (MWmed) ENA (%MLT) 9. ANÁLISE PROSPECTIVA DA EVOLUÇÃO DOS ARMAZENAMENTOS NOS SUBSISTEMAS QUE COMPÕEM O SIN, PARA O PERÍODO DE DEZEMBRO/12 A NOVEMBRO/13 O estudo prospectivo apresentado neste documento tem por objetivo efetuar uma prospecção da evolução dos níveis de armazenamento dos subsistemas que compõe o SIN, através de simulações a usinas individualizadas utilizando o modelo Decomp. As afluências consideradas correspondem ao valor esperado da previsão de afluências mensais para o período de estudo. A Função de Custo Futuro utilizada é a FCF preliminar elaborada para o PMO de Dezembro, mantendo-se a mesma inalterada ao longo do período de estudo, sendo consultados seus cortes a cada mês. Nesse estudo, foi simulado o despacho compulsório das parcelas GT1A e GT1B em Dezembro/212, aliado à manutenção da defluência mínima de 1.3 m³/s na cascata do rio São Francisco, para o referido mês, o que representa uma geração hidráulica de cerca de 3.6 MWmed. Em Janeiro/213 foi simulado, somente, o despacho compulsório da parcela GT1A. Adicionalmente, foi estabelecido um recebimento mínimo de energia pela região Nordeste de 1. MWmed nos meses do estudo, com a exceção dos meses entre Fevereiro/213 e Abril/213, a fim de se representar as estratégias de operação a serem adotadas para esta região durante a etapa da Programação Diária da Operação. Não obstante, foi inserida uma restrição de armazenamento mínimo da Região Sul de 35% do EARmáx, de forma a não permitir o acentuado deplecionamento do referido subsistema. Os valores efetivos dos armazenamentos, políticas de operação e, consequentemente, custos marginais de operação somente poderão ser conhecidos ao longo do ano, quando da elaboração dos Programas Mensais de Operação e suas Revisões Premissas Carga Para o estudo prospectivo foi utilizada a carga da revisão de 24/1/212 do Planejamento Anual Energético , cenário PMO SE/CO S NE N dez/ jan/ fev/ mar/ abr/ mai/ jun/ jul/ ago/ set/ out/ nov/ Níveis de Partida Os níveis de partida adotados para 1/12/212 são os valores previstos na aplicação dos POCP da Revisão 4 do PMO de Novembro/ Energia Natural Afluente Figura 4 -ENA Sudeste/Centro-Oeste Região Sudeste/Centro-Oeste

19 Armazenamento (%EARmax) ENA (MWmed) ENA (%MLT) MWmed ENA (MWmed) ENA (%MLT) Armazenamento (%EARmax) ENA (MWmed) ENA (%MLT) Figura 41 - ENA Sul Região Sul 9.2. Resultados Evolução dos Armazenamentos Região SE/CO Estudo Prospectivo Dez/212 a Nov/213 Car 212/213 71,3 67,6 68,6 64,2 58,7 57,5 34, 25, 37,5 28, 48,4 37, 41, 45, 46, 45, 41, 36, 49,6 29, 42, 22, 36,6 34,4 15, 1, Figura 42 ENA Nordeste inicial dez/12 jan/13 fev/13 mar/13 abr/13 mai/13 jun/13 jul/13 ago/13 set/13 out/13 nov/13 Região Nordeste Figura 44 - Evolução dos Armazenamentos Subsistema Sudeste/ Centro-Oeste Região Sudeste/Centro-Oeste CARGA ENERGIA NATURAL AFLUENTE RECEBIMENTO LIQUIDO Figura 43 ENA Norte Região Norte Figura 45 - Balanço Energético da Região Sudeste/ Centro- Oeste 33,4 33,9 36,8 4,8 42, Região Sul Estudo Prospectivo Dez/212 a Nov/213 Car 212/213 38,4 47,9 53,2 58,7 56,1 53,8 58,1 55,3 13, 22, 18, 19, 17, 15, 13, 13, 13, 13, 13, 13, 13, inicial dez/12 jan/13 fev/13 mar/13 abr/13 mai/13 jun/13 jul/13 ago/13 set/13 out/13 nov/13 Figura 46 - Evolução dos Armazenamentos Subsistema Sul

20 MWmed Armazenamento (%EARmax) MWmed MWmed Armazenamento (%EARmax) Região SuL Região Norte CARGA ENERGIA NATURAL AFLUENTE RECEBIMENTO LIQUIDO 98, 1, 91,1 81,8 71,7 71,3 62,1 38,5 42, 43,2 49,8 53,3 47,9 Estudo Prospectivo Dez/212 a Nov/213 Figura 47 - Balanço Energético da Região Sul Região Nordeste Figura 5 - Evolução dos Armazenamentos Subsistema Norte Região Norte Estudo Prospectivo Dez/212 a Nov/213 82,7 Car 212/213 8,8 78,6 76, 67,5 58,6 43,8 7,7 64,5 58,1 52, 49,9 CARGA ENERGIA NATURAL AFLUENTE RECEBIMENTO LIQUIDO 33, 43, 42, 43, 4, 36, 33, 25, 34, 28, 23, 18, 13, 1, inicial dez/12 jan/13 fev/13 mar/13 abr/13 mai/13 jun/13 jul/13 ago/13 set/13 out/13 nov/13 Figura 48 - Evolução dos Armazenamentos Subsistema Nordeste Figura 51 - Balanço Energético da Região Norte Custos Marginais Prospectivos 2 Região Nordeste CARGA ENERGIA NATURAL AFLUENTE RECEBIMENTO LIQUIDO SE/CO S NE N dez/12 258,3 258,3 258,3 258,3 jan/13 195,24 195,24 112,16 195,24 fev/13 118,68 118,68 115,64 115,64 mar/13 112,97 112,97 112,37 112,37 abr/13 11,4 11,4 11,68 11,68 mai/13 14,71 14,71 97,42 14,71 jun/13 115,36 115,36 1,81 115,36 jul/13 114,14 114,14 9,98 114,14 ago/13 114,46 114,46 83,15 114,46 set/13 131,8 131,8 86,59 131,8 out/13 118,47 118,47 72,9 118,47 nov/13 12,58 12,58 67,91 12,58 1. CONSIDERAÇÕES FINAIS Figura 49 - Balanço Energético da Região Nordeste As apresentações feitas durante a reunião do PMO estão disponíveis no site do ONS, na área dos agentes (http://www.ons.org.br/agentes). Para esclarecimentos adicionais, se necessário, através do contato da Gerência de Programação Energética GPD1, pelos tels: (21) / 937 e pelo As contribuições referentes ao Relatório do Programa Mensal de Operação, poderão ser encaminhadas para o

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Março 2017 Semana Operativa de 04/03/2017 a 10/03/2017

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Março 2017 Semana Operativa de 04/03/2017 a 10/03/2017 Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Março 2017 Semana Operativa de 04/03/2017 a 10/03/2017 1. APRESENTAÇÃO Na semana de 25/02 a 03/03/2017,

Leia mais

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Dezembro Semana Operativa de 17/12/2016 a 23/12/2016 1. APRESENTAÇÃO 2. NOTÍCIAS Na semana de 10 a 16/12/2016 ocorreu chuva fraca nas bacias dos

Leia mais

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Março Semana Operativa de 05/03/2016 11/03/2016 1. APRESENTAÇÃO Na semana de 27/02 a 04/03 ocorreu chuva fraca a moderada nas bacias da região Sul

Leia mais

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Janeiro Semana Operativa de 21/01/2017 a 27/01/2017 1. APRESENTAÇÃO 2. NOTÍCIAS Na semana de 14 a 20/01/2017 ocorreu precipitação nas bacias dos

Leia mais

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Janeiro 2016 Semana Operativa de 02/01/2016 a 08/01/2016

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Janeiro 2016 Semana Operativa de 02/01/2016 a 08/01/2016 Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Janeiro 2016 Semana Operativa de 02/01/2016 a 08/01/2016 1. APRESENTAÇÃO Findo o primeiro bimestre do período chuvoso nas regiões Norte, Nordeste

Leia mais

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação 1. APRESENTAÇÃO 2. NOTÍCIAS No início da semana de ocorreu chuva fraca isolada nas bacias dos rios Grande e São Francisco. No final da semana ocorreu chuva

Leia mais

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Dezembro Semana Operativa de 17/12/2016 a 23/12/2016 1. APRESENTAÇÃO 2. NOTÍCIAS Na semana de 10 a 16/12/2016 ocorreu chuva fraca nas bacias dos

Leia mais

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Janeiro 2016 Semana Operativa de 09/01/2016 a 15/01/2016

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Janeiro 2016 Semana Operativa de 09/01/2016 a 15/01/2016 Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Janeiro 2016 Semana Operativa de 09/01/2016 a 15/01/2016 1. APRESENTAÇÃO No início da semana de 02 a 08/01/2015, ocorreu chuva fraca nas bacias

Leia mais

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Dezembro 2016 Semana Operativa de 03/12/2016 a 09/12/2016

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Dezembro 2016 Semana Operativa de 03/12/2016 a 09/12/2016 Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Dezembro 2016 Semana Operativa de 03/12/2016 a 09/12/2016 1. APRESENTAÇÃO Na semana de 26/11 a 02/12/2016 ocorreu precipitação nas bacias hidrográficas

Leia mais

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Dezembro Semana Operativa de 03/12/2016 a 09/12/2016 1. APRESENTAÇÃO Na semana de 26/11 a 02/12/2016 ocorreu precipitação nas bacias hidrográficas

Leia mais

JANEIRO RV0 1º Semana

JANEIRO RV0 1º Semana JANEIRO 2015 RV0 1º Semana JANEIRO RV0 Sumário INTRODUÇÃO... 3 INFORMAÇÕES ESTRUTURAIS PARA CONSTRUÇÃO DA FUNÇÃO DE CUSTO FUTURO... 4 1 - Armazenamento inicial dos reservatórios equivalentes... 4 2 - Tendência

Leia mais

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação 1. APRESENTAÇÃO Somente no final da semana de 17 a 23 de agosto, uma frente fria conseguiu atingir a região Sul do país, ocasionando chuva fraca/moderada

Leia mais

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação 1. APRESENTAÇÃO Na semana de 10 a 16 de agosto, conforme a previsão, a atuação de duas frentes frias e de áreas de instabilidade voltou a ocasionar precipitação

Leia mais

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Abril 2016 Semana Operativa de 26/03/2016 a 01/04/2016

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Abril 2016 Semana Operativa de 26/03/2016 a 01/04/2016 % EARmáx Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Abril 2016 Semana Operativa de 26/03/2016 a 01/04/2016 1. APRESENTAÇÃO Durante o mês

Leia mais

Avaliação das Condições do Atendimento Eletroenergético do SIN em 2014 e Visão para Hermes Chipp Diretor Geral

Avaliação das Condições do Atendimento Eletroenergético do SIN em 2014 e Visão para Hermes Chipp Diretor Geral Avaliação das Condições do Atendimento Eletroenergético do SIN em 2014 e Visão para 2015 Hermes Chipp Diretor Geral FGV Rio de Janeiro, 02/06/2014 1 Visão de Curto Prazo Avaliação das Condições Meteorológicas

Leia mais

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Março Revisão 0 Semana Operativa de 03/03 a 09/03/2012

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Março Revisão 0 Semana Operativa de 03/03 a 09/03/2012 Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Março Revisão 0 Semana Operativa de 03/03 a 09/03/2012 1. EDITORIAL Nesta edição estaremos apresentando o balanço de potência do Sistema Interligado

Leia mais

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação Revisão 3 do PMO de Fevereiro Semana Operativa de 22/02 a 28/02/2014

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação Revisão 3 do PMO de Fevereiro Semana Operativa de 22/02 a 28/02/2014 Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação Revisão 3 do PMO de Fevereiro Semana Operativa de 22/2 a 28/2/214 1. APRESENTAÇÃO Na semana de 15 a 21 de fevereiro uma frente fria ocasionou chuva fraca

Leia mais

Análise PLD 2ª semana operativa de dezembro

Análise PLD 2ª semana operativa de dezembro www.ccee.org.br Nº 219 2ª semana de dezembro/15 8 1 8 O InfoPLD é uma publicação semanal que traz uma análise dos fatores que influenciam na formação do Preço de Liquidação das Diferenças - PLD, calculado

Leia mais

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Novembro Revisão 0 Semana Operativa de 29/10 a 4/11/2011

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Novembro Revisão 0 Semana Operativa de 29/10 a 4/11/2011 Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Novembro Revisão 0 Semana Operativa de 29/10 a 4/11/2011 1. EDITORIAL Há tempos as equipes do ONS responsáveis pela elaboração dos Programas Mensais

Leia mais

Análise PLD 4ª semana operativa de maio

Análise PLD 4ª semana operativa de maio 37,61 13,25 19,3 28,95 67,31 38,73 125,16 97,36 7,28 29,42 35,66 3,42 37,73 49,42 135,43 86,45 8,39 74,51 73,31 166,69 263,6 287,2 395,73 689,25 www.ccee.org.br Nº 243 4ª semana de o/216 8 1 8 O InfoPLD

Leia mais

Análise PLD 2ª semana operativa de fevereiro

Análise PLD 2ª semana operativa de fevereiro 125,16 37,61 13,25 19,3 28,95 67,31 97,36 135,43 38,73 7,28 29,42 166,69 263,6 94,28 35,66 3,42 37,73 49,42 75,93 61,32 83,43 115,58 149,2 2,21 166,5 122,19 121,44 1,64 111,91 287,2 395,73 689,25 www.ccee.org.br

Leia mais

Análise PLD 2ª semana operativa de novembro

Análise PLD 2ª semana operativa de novembro www.ccee.org.br Nº 215 2ª semana de novembro/15 8 1 8 O InfoPLD é uma publicação semanal que traz uma análise dos fatores que influenciam na formação do Preço de Liquidação das Diferenças - PLD, calculado

Leia mais

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação 1. APRESENTAÇÃO A recente crise hídrica que tem afetado as principais bacias hidrográficas das regiões SE/CO e NE no que concerne à operação de seus aproveitamentos

Leia mais

REVISÃO 1 NT 156/2003. P:\Meus documentos\nota Técnica\NT REVISÃO 1.doc

REVISÃO 1 NT 156/2003. P:\Meus documentos\nota Técnica\NT REVISÃO 1.doc REVISÃO 1 2003/ONS Todos os direitos reservados. Qualquer alteração é proibida sem autorização. NT 156/2003 REVISÃO 1 P:\Meus documentos\nota Técnica\NT 156-2004 REVISÃO 1.doc !"# $%!#&'(# #$)*+,-+-)#-$&.',-+

Leia mais

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Dezembro Revisão 0 Semana Operativa de 26/11 a 02/12/2011 (Revisão)

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Dezembro Revisão 0 Semana Operativa de 26/11 a 02/12/2011 (Revisão) Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação de Dezembro Revisão 0 Semana Operativa de 26/11 a 02/12/2011 (Revisão) 1. EDITORIAL No Processo de consistência dos Resultados do para o mês de dezembro/2011,

Leia mais

BOLETIM CLIMÁTICO - JULHO 2016

BOLETIM CLIMÁTICO - JULHO 2016 BOLETIM CLIMÁTICO - JULHO 2016 1. Condições meteorológicas sobre o Brasil No mês de julho de 2016, os valores acumulados de precipitação mais significativos ocorreram no noroeste do Amazonas, sul de Roraima

Leia mais

3º Ciclo Revisões Tarifárias Periódicas

3º Ciclo Revisões Tarifárias Periódicas 8 02 3 PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) 4ª Semana de Fevereiro de 203 Fevereiro (6.02.203 a 22.02.203) PLD médio PLD médio 2 R$/MWh Sudeste Sul Nordeste Norte Sudeste 87,88 93,57 Pesada 27,60 27,60

Leia mais

REVISÃO DA CURVA BIANUAL DE AVERSÃO A RISCO PARA A REGIÃO SUL - BIÊNIO 2009/2010

REVISÃO DA CURVA BIANUAL DE AVERSÃO A RISCO PARA A REGIÃO SUL - BIÊNIO 2009/2010 REVISÃO DA CURVA BIANUAL DE AVERSÃO A RISCO PARA A REGIÃO SUL - BIÊNIO 2009/2010 2008/ONS Todos os direitos reservados. Qualquer alteração é proibida sem autorização. ONS NT 038/2009 REVISÃO DA CURVA BIANUAL

Leia mais

O PLD da 5ª semana de Novembro foi republicado devido a um erro de entrada de dado no Modelo:

O PLD da 5ª semana de Novembro foi republicado devido a um erro de entrada de dado no Modelo: 02 2 3 PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) PLD - ª Semana de Dezembro de 203 Dezembro (30..203 a 06.2.203) PLD médio PLD médio 2 R$/MWh Sudeste Sul Nordeste Norte Sudeste 309,49 309,33 Pesada 33,8

Leia mais

OPHEN ACOMPANHAMENTO DIÁRIO DA OPERAÇÃO HIDROENERGÉTICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL

OPHEN ACOMPANHAMENTO DIÁRIO DA OPERAÇÃO HIDROENERGÉTICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL OPHEN ACOMPANHAMENTO DIÁRIO DA OPERAÇÃO HIDROENERGÉTICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL 13/04/2009 INTRODUÇÃO O Acompanhamento Diário da Operação Hidroenergética tem como objetivo apresentar a situação

Leia mais

PLD (Preço de Liquidação das Diferenças)

PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) 5 04 5 PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) Fonte: PLD: CCEE / PLD médio: PONDERAÇÃO COMERC. PLD médio é a média ponderada dos valores já divulgados do PLD, pelas horas das semanas publicadas. 2. PLD

Leia mais

O PLANEJAMENTO E A PROGRAMAÇÃO DA OPERAÇÃO DO SIN PELO OPERADOR NACIONAL DO SISTEMA ELÉTRICO - ONS. Mário Daher

O PLANEJAMENTO E A PROGRAMAÇÃO DA OPERAÇÃO DO SIN PELO OPERADOR NACIONAL DO SISTEMA ELÉTRICO - ONS. Mário Daher O PLANEJAMENTO E A PROGRAMAÇÃO DA OPERAÇÃO DO SIN PELO OPERADOR NACIONAL DO SISTEMA ELÉTRICO - ONS Mário Daher 1 O PLANEJAMENTO E A PROGRAMAÇÃO DA OPERAÇÃO DO SIN PELO OPERADOR NACIONAL DO SISTEMA ELÉTRICO

Leia mais

Destaque: Horizonte Operador Nacional do Sistema Elétrico Diretoria de Planejamento Programação da Operação

Destaque: Horizonte Operador Nacional do Sistema Elétrico Diretoria de Planejamento Programação da Operação PROPOSTA PARA DEFLUÊNCIAS DAS USINAS HIDROELÉTRICAS DA BACIA DO RIO SÃO FRANCISCO NOS ESTUDOS DE PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DA OPERAÇÃO, DIANTE DO QUADRO DE ESCASSEZ HÍDRICA Destaque: Horizonte 2017-2018

Leia mais

2005/ONS Todos os direitos reservados. Qualquer alteração é proibida sem autorização. NT 050/2005. C:\WINDOWS\TEMP\d.lotus.notes.data\~

2005/ONS Todos os direitos reservados. Qualquer alteração é proibida sem autorização. NT 050/2005. C:\WINDOWS\TEMP\d.lotus.notes.data\~ 2005/ONS Todos os direitos reservados. Qualquer alteração é proibida sem autorização. NT 050/2005 C:\WINDOWS\TEMP\d.lotus.notes.data\~8766246.doc !" # $% "&'(" ) "$*+,-.,.*".$&/'-., 2.1 Conclusão Geral

Leia mais

BOLETIM CLIMÁTICO - NOVEMBRO 2015

BOLETIM CLIMÁTICO - NOVEMBRO 2015 BOLETIM CLIMÁTICO - NOVEMBRO 2015 1. Condições meteorológicas sobre o Brasil No mês de novembro de 2015 os valores acumulados de precipitação mais significativos ocorreram nas regiões Sul, São Paulo, e

Leia mais

PLD (Preço de Liquidação das Diferenças)

PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) 2 05 5 PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) Fonte: PLD: CCEE / PLD médio: PONDERAÇÃO COMERC. PLD médio é a média ponderada dos valores já divulgados do PLD, pelas horas das semanas publicadas. 2. PLD

Leia mais

Treinamento Metodologias de Projeção do PLD. São Paulo junho de 2016

Treinamento Metodologias de Projeção do PLD. São Paulo junho de 2016 Treinamento Metodologias de Projeção do PLD São Paulo junho de 6 Agenda Processo de Cálculo do CMO/PLD Metodologias de Projeção de CMO/PLD Principais Premissas para um Estudo de Projeção Projeção de PLD

Leia mais

INFORMATIVO MENSAL MAR.2014

INFORMATIVO MENSAL MAR.2014 INFORMATIVO MENSAL.214 Preço de Liquidação das Diferenças 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, PLD Médio /214 PLD TETO 822,83 7 6 5 4 3 2 PLD Médio Anual - Seco x Úmido 1,, MÉDIA SEMANA 1 1/ a 7/ NORTE SEMANA 2 8/

Leia mais

ENERGIA ASSEGURADA. GTAE - Grupo de Trabalho de Acompanhamento do Planejamento Eletroenergético

ENERGIA ASSEGURADA. GTAE - Grupo de Trabalho de Acompanhamento do Planejamento Eletroenergético ENERGIA ASSEGURADA GTAE - Grupo de Trabalho de Acompanhamento do Planejamento Eletroenergético PARA QUE SERVE Garantia Física Lastro Placa Energia passível de comercialização Principal fonte de rendimento

Leia mais

NT 066/2006. C:\WINDOWS\TEMP\d.Lotus.Notes.Data\NT-066_revisão CAR do SUL.doc

NT 066/2006. C:\WINDOWS\TEMP\d.Lotus.Notes.Data\NT-066_revisão CAR do SUL.doc 2006/ONS Todos os direitos reservados. Qualquer alteração é proibida sem autorização. NT 066/2006 C:\WINDOWS\TEMP\d.Lotus.Notes.Data\NT-066_revisão CAR do SUL.doc !" #$ "%&'" ( "#)*+,-+. -!++/+-0-$"%"*"1!/

Leia mais

ANÁLISE REGULATÓRIA EXCELÊNCIA ENERGÉTICA

ANÁLISE REGULATÓRIA EXCELÊNCIA ENERGÉTICA HÁ RISCO DE RACIONAMENTO? O título desta análise é a pergunta mais frequente neste início de 2013, e o objetivo deste artigo é aprofundar a discussão em busca de uma resposta. Desde setembro de 2012 há

Leia mais

PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) 12º Leilão de Energia Existente e Bandeira Tarifária

PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) 12º Leilão de Energia Existente e Bandeira Tarifária PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) PLD - 4ª Semana de Dezembro de 203 Dezembro (2.2.203 a 27.2.203) PLD médio PLD médio 2 R$/MWh Sudeste Sul Nordeste Norte Sudeste 297,09 296,73 Pesada 294,9 294,9

Leia mais

DECOMP. Exercícios Práticos

DECOMP. Exercícios Práticos Treinamento nos Modelos Newave/Decomp DECOMP Exercícios Práticos Maio de 2016 Contextualização Planejamento da Operação Energética MÉDIO PRAZO horizonte: 5 anos discretização: mensal NEWAVE CURTO PRAZO

Leia mais

MARÇO Tabela 01 - Geração média mensal por estado variação % relativo ao mês anterior.

MARÇO Tabela 01 - Geração média mensal por estado variação % relativo ao mês anterior. MARÇO 2016 Este boletim contém a geração mensal verificada, por estado, em MWmédio. Foram consideradas as usinas nas modalidades de operação tipo I, tipo II-A e os conjuntos de usinas individualizadas

Leia mais

PLD (Preço de Liquidação das Diferenças)

PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) 9 05 5 PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) Fonte: PLD: CCEE / PLD médio: PONDERAÇÃO COMERC. PLD médio é a média ponderada dos valores já divulgados do PLD, pelas horas das semanas publicadas. 2. PLD

Leia mais

INFOCLIMA. BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano 9 13 de janeiro de 2003 Número 01. Sumário Executivo

INFOCLIMA. BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano 9 13 de janeiro de 2003 Número 01. Sumário Executivo INFOCLIMA BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano 9 13 de janeiro de 2003 Número 01 Divisão de Operações Chefia: C h o u S i n C h a n Editor técnico dessa edição: J o s é A n t o n i o M a r e n g o O r

Leia mais

4 Características do Mercado Brasileiro de Energia Elétrica

4 Características do Mercado Brasileiro de Energia Elétrica 4 Características do Mercado Brasileiro de Energia Elétrica Para que a modelagem matemática utilizada neste trabalho seja bem compreendida, nesta seção serão abordadas algumas características importantes

Leia mais

INFORMATIVO MENSAL DEZ.2014

INFORMATIVO MENSAL DEZ.2014 INFORMATIVO MENSAL.214 Preço de Liquidação das Diferenças 8, PLD Médio /214 8 PLD Médio Anual - Seco x Úmido 7, 7 6, 6 5, 4, 3, 2, 1,, MÉDIA SEMANA 1 29/ a 5/ NORTE SEMANA 2 6/ a 12/ SEMANA 3 13/ a 19/

Leia mais

Ministério de Minas e Energia SECRETARIA DE ENERGIA ELÉTRICA DEPARTAMENTO DE MONITORAMENTO DO SISTEMA ELÉTRICO. Dezembro 2014

Ministério de Minas e Energia SECRETARIA DE ENERGIA ELÉTRICA DEPARTAMENTO DE MONITORAMENTO DO SISTEMA ELÉTRICO. Dezembro 2014 Secretaria de Energia MINISTÉRIO Elétrica Departamento DE MINAS de Monitoramento E ENERGIA do Sistema Elétrico SECRETARIA DE ENERGIA ELÉTRICA DEPARTAMENTO DE MONITORAMENTO DO SISTEMA ELÉTRICO Dezembro

Leia mais

CURVA BIANUAL DE AVERSÃO A RISCO PARA A REGIÃO SUL - BIÊNIO 2011/2012

CURVA BIANUAL DE AVERSÃO A RISCO PARA A REGIÃO SUL - BIÊNIO 2011/2012 CURVA BIANUAL DE AVERSÃO A RISCO PARA A REGIÃO SUL - BIÊNIO 2011/2012 2010/ONS Todos os direitos reservados. Qualquer alteração é proibida sem autorização. ONS NT 127/2010 CURVA BIANUAL DE AVERSÃO A RISCO

Leia mais

PREVISÃO HIDROCLIMÁTICA DE VAZÕES NA BACIA DO RIO SÃO FRANCISCO

PREVISÃO HIDROCLIMÁTICA DE VAZÕES NA BACIA DO RIO SÃO FRANCISCO PREVISÃO HIDROCLIMÁTICA DE VAZÕES NA BACIA DO RIO SÃO FRANCISCO OBJETIVOS Melhorar a Previsão hidroclimática de curto e longo prazo 1. Avaliar as previsões hidroclimáticas de vazões afluentes aos reservatórios

Leia mais

BACIA DO RIO SÃO FRANCISCO: Medidas Adicionais de Gestão para enfrentamento da Crise Hídrica

BACIA DO RIO SÃO FRANCISCO: Medidas Adicionais de Gestão para enfrentamento da Crise Hídrica BACIA DO RIO SÃO FRANCISCO: Medidas Adicionais de Gestão para enfrentamento da Crise Hídrica Caracterização da bacia Área 639.219 km² Precipitação média anual na Bacia Extensão 2.863 km População 14,3

Leia mais

Preços no mercado de energia elétrica brasileiro

Preços no mercado de energia elétrica brasileiro Preços no mercado de energia elétrica brasileiro Função, Formação e Evolução Dilcemar P. Mendes ANEEL São Paulo SP, 02 de junho de 2008 Roteiro I. Introdução II. A Função dos Preços de Curto Prazo II.

Leia mais

PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA O MÊS DE DEZEMBRO

PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA O MÊS DE DEZEMBRO PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA O MÊS DE DEZEMBRO Operador Nacional do Sistema Elétrico Rua Júlio do Carmo, 251 Cidade Nova 20211-160 Rio de Janeiro RJ 2016/ONS Todos os direitos reservados.

Leia mais

Principais desafios e melhores práticas voltadas á operação na visão do ONS

Principais desafios e melhores práticas voltadas á operação na visão do ONS Principais desafios e melhores práticas voltadas á operação na visão do ONS Flávio Guimarães Lins Gerente de Pré-operação e Tempo Real do ONS/COSR-NE Natal-RN, 27 de junho de 2017 Sumário Os Centros de

Leia mais

RESULTADO PRELIMINAR DA IMPLANTAÇÃO DO HORÁRIO DE VERÃO 2008/2009

RESULTADO PRELIMINAR DA IMPLANTAÇÃO DO HORÁRIO DE VERÃO 2008/2009 RESULTADO PRELIMINAR DA IMPLANTAÇÃO DO HORÁRIO DE VERÃO 2008/2009 2009/ONS Todos os direitos reservados. Qualquer alteração é proibida sem autorização. ONS NT- 016/2009 RESULTADO PRELIMINAR DA IMPLANTAÇÃO

Leia mais

3 Operação das Térmicas e Sistemas Hidrotérmicos

3 Operação das Térmicas e Sistemas Hidrotérmicos 3 Operação das Térmicas e Sistemas Hidrotérmicos 3.1 Sistemas Hidrotérmicos 3.1.1 Custos de oportunidade À primeira vista, as usinas hidrelétricas seriam sempre acionadas primeiro no despacho econômico,

Leia mais

Balanço Energético. Versão 1.0

Balanço Energético. Versão 1.0 ÍNDICE BALANÇO ENERGÉTICO 4 1. Introdução 4 1.1. Lista de Termos 6 1.2. Conceitos Básicos 7 2. Detalhamento do Cálculo do 10 2.1. Cálculo do 10 2 Controle de Alterações Revisão Motivo da Revisão Instrumento

Leia mais

Ministério de Minas e Energia Consultoria Jurídica

Ministério de Minas e Energia Consultoria Jurídica Ministério de Minas e Energia Consultoria Jurídica PORTARIA N o 258, DE 28 DE JULHO DE 2008. O MINISTRO DE ESTADO DE MINAS E ENERGIA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único,

Leia mais

PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL

PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL MARÇO/ABRIL/MAIO - 2016 Cooperativa de Energia Elétrica e Desenvolvimento Rural MARÇO/2016 El Niño 2015-2016 Observações recentes sobre a região do Oceano Pacífico Equatorial

Leia mais

PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA O MÊS DE DEZEMBRO

PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA O MÊS DE DEZEMBRO PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA O MÊS DE DEZEMBRO Operador Nacional do Sistema Elétrico Rua Júlio do Carmo, 251 Cidade Nova 20211-160 Rio de Janeiro RJ 2016/ONS Todos os direitos reservados.

Leia mais

Boletim de conjuntura do setor elétrico brasileiro

Boletim de conjuntura do setor elétrico brasileiro Fevereiro de 2017 3ª Edição Boletim de conjuntura do setor elétrico brasileiro A energia elétrica é insumo essencial à indústria, podendo representar até 40% dos custos de produção em setores eletrointensivos.

Leia mais

DETERMINAÇÃO DO PERÍODO CRÍTICO DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL. Fabiano Salomão de Oliveira Flavio Corga Cardinot Lilian Laubenbacher Sampaio

DETERMINAÇÃO DO PERÍODO CRÍTICO DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL. Fabiano Salomão de Oliveira Flavio Corga Cardinot Lilian Laubenbacher Sampaio SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GPL - 08 16 a 21 Outubro de 2005 Curitiba - Paraná GRUPO VII GRUPO DE PLANEJAMENTO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GPL DETERMINAÇÃO DO PERÍODO

Leia mais

A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS DEZEMBRO DE 2015

A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS DEZEMBRO DE 2015 A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS DEZEMBRO DE 2015 CAPACIDADE DE GERAÇÃO DA BIOELETRICIDADE Em 2014, de acordo com a International Renewable Energy Agency (IRENA), a fonte biomassa apresentou 80.227

Leia mais

SECA DOS ÚLTIMOS ANOS POSSÍVEIS VILÕES AQUECIMENTO GLOBAL (MUDANÇAS CLIMÁTICAS)? DESMATAMENTO DA AMAZÔNIA? MÁ GESTÃO? OSCILAÇÕES CÍCLICAS OU PERIÓDICAS? úmido ODP (OSCILAÇÃO DECADAL DO PACÍFICO) seco http://www.ncdc.noaa.gov/teleconnections/pdo/

Leia mais

PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA O MÊS DE FEVEREIRO

PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA O MÊS DE FEVEREIRO PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA O MÊS DE FEVEREIRO Operador Nacional do Sistema Elétrico Rua Júlio do Carmo, 251 Cidade Nova 20211-160 Rio de Janeiro RJ 2017/ONS Todos os direitos reservados.

Leia mais

3 Mercado Brasileiro de Energia Elétrica

3 Mercado Brasileiro de Energia Elétrica 24 3 Mercado Brasileiro de Energia Elétrica Algumas características e mecanismos do mercado de energia elétrica brasileiro precisam ser compreendidos para realizar a análise proposta neste estudo. Especialmente,

Leia mais

Nº 008 Agosto/ Nº de usinas

Nº 008 Agosto/ Nº de usinas Nº de usinas www.cceorg.br Nº 008 Agosto/2014 0 10 00 08 Introdução O Boletim de Operação das Usinas é uma publicação mensal que apresenta os principais resultados consolidados de capacidade, garantia

Leia mais

BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS PARA O ESTADO DO PIAUÍ

BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS PARA O ESTADO DO PIAUÍ BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS PARA O ESTADO DO PIAUÍ Teresina - PI Dezembro(2015)/Janeiro(2016)/Fevereiro(2016) Rua 13 de Maio, 307, 4º, 5º e 6º Andar Centro CEP 64.001-150 - www.semar.pi.gov.br Teresina

Leia mais

PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL

PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL MARÇO/ABRIL/MAIO - 2017 Cooperativa de Energia Elétrica e Desenvolvimento Rural MARÇO/2017 La Niña de fraca intensidade chega ao fim no Pacífico e Oceano Atlântico com temperatura

Leia mais

PREVISÃO SAZONAL DE PRECIPITAÇÃO PARA O NORDESTE DO BRASIL - EMITIDA EM JAN/2014 PARA O PERÍODO ENTRE FEV E ABR/2014

PREVISÃO SAZONAL DE PRECIPITAÇÃO PARA O NORDESTE DO BRASIL - EMITIDA EM JAN/2014 PARA O PERÍODO ENTRE FEV E ABR/2014 PREVISÃO SAZONAL DE PRECIPITAÇÃO PARA O NORDESTE DO BRASIL - EMITIDA EM JAN/2014 PARA O PERÍODO ENTRE FEV E ABR/2014 JANEIRO 14 PREVISÃO SAZONAL DE PRECIPITAÇÃO PARA O NORDESTE DO BRASIL - EMITIDA EM JAN/2014

Leia mais

Perspectivas do Mercado de Energia

Perspectivas do Mercado de Energia Perspectivas do Mercado de Energia Por Dentro da Tractebel Florianópolis, 1º de agosto de 2013 Manoel Zaroni Torres - CEO Tractebel Energia GDF SUEZ - todos os direitos reservados 1 Expansão da Matriz

Leia mais

ENERGIA ASSEGURADA GARANTIA FÍSICA. Luiz Roberto Morgenstern Ferreira

ENERGIA ASSEGURADA GARANTIA FÍSICA. Luiz Roberto Morgenstern Ferreira 1 ENERGIA ASSEGURADA GARANTIA FÍSICA Luiz Roberto Morgenstern Ferreira PARA QUE SERVE Energia Assegurada Garantia Física Lastro Placa Energia passível de comercialização Principal fonte de rendimento de

Leia mais

PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA O MÊS DE FEVEREIRO

PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA O MÊS DE FEVEREIRO PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA O MÊS DE FEVEREIRO Operador Nacional do Sistema Elétrico Rua Júlio do Carmo, 251 Cidade Nova 20211-160 Rio de Janeiro RJ 2017/ONS Todos os direitos reservados.

Leia mais

Boletim Mensal de Geração Eólica Dezembro/2014

Boletim Mensal de Geração Eólica Dezembro/2014 Dezembro/214 Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS Diretoria de Operação DOP Centro Nacional de Operação do Sistema CNOS Gerência Executiva de Pós-Operação, Análise e Estatística da Operação GOA

Leia mais

BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS

BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS I N F O C L I M A BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano 11 15 de julho de 2004 Número 7 Previsão de Consenso 1 CPTEC/INPE e INMET PREVISÃO DE NORMALIDADE DE CHUVAS E DE TEMPERATURAS NA MAIOR PARTE DO PAÍS

Leia mais

Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro

Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro Boletim de Dezembro/212 As informações apresentadas neste Boletim de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro referem-se a dados consolidados até o dia

Leia mais

PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA A O MÊS DE OUTUBRO

PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA A O MÊS DE OUTUBRO PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA A O MÊS DE OUTUBRO Operador Nacional do Sistema Elétrico Rua da Quitanda, 196 - Centro 20091-005 Rio de Janeiro RJ Tel (+21) 2203-9400 Fax (+21) 2203-9444

Leia mais

Pedro A. M-S. David Thiago C. César Amaro Olímpio Jr. Simone Q. Brandão

Pedro A. M-S. David Thiago C. César Amaro Olímpio Jr. Simone Q. Brandão Contribuição da Energia Eólica para a Regularização do Suprimento de Energia Elétrica no Brasil 1 Pedro A. M-S. David Thiago C. César Amaro Olímpio Jr. Simone Q. Brandão Empresa de Pesquisa Energética

Leia mais

PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA O MÊS DE ABRIL

PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA O MÊS DE ABRIL PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA O MÊS DE ABRIL Operador Nacional do Sistema Elétrico Rua da Quitanda, 196 - Centro 20091-005 Rio de Janeiro RJ Tel (+21) 2203-9400Fax (+21) 2203-9444 2013/ONS

Leia mais

CRITÉRIOS PARA A UTILIZAÇÃO DOS VOLUMES MORTOS DOS RESERVATÓRIOS DAS USINAS HIDRELÉTRICAS DA BACIA DO RIO PARAÍBA DO SUL

CRITÉRIOS PARA A UTILIZAÇÃO DOS VOLUMES MORTOS DOS RESERVATÓRIOS DAS USINAS HIDRELÉTRICAS DA BACIA DO RIO PARAÍBA DO SUL CRITÉRIOS PARA A UTILIZAÇÃO DOS VOLUMES MORTOS DOS RESERVATÓRIOS DAS USINAS HIDRELÉTRICAS DA BACIA DO RIO PARAÍBA DO SUL Operador Nacional do Sistema Elétrico Rua Júlio do Carmo, 251 Cidade Nova 20211-160

Leia mais

Energia Natural Afluente Chuvas

Energia Natural Afluente Chuvas A estimativa de afluência (chuvas) para ao mês de março continua com vazões abaixo da média histórica (MLT) em todo o país. O índice de Energia Natural Afluente ENA esperado para o Sudeste/Centro-Oeste

Leia mais

PLD (Preço de Liquidação das Diferenças)

PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) 25 03 5 PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) Fonte: PLD: CCEE / PLD médio: PONDERAÇÃO COMERC. PLD médio é a média ponderada dos valores já divulgados do PLD, pelas horas das semanas publicadas. 2.

Leia mais

Panorama Geral do Setor Elétrico

Panorama Geral do Setor Elétrico 11º CONSTRUBUSINESS Congresso Brasileiro da Construção 2015 Panorama Geral do Setor Elétrico Ministro Eduardo Braga São Paulo, 09 de março de 2015 2 Condições Hidrológicas Desfavoráveis 29.909 21.438 22.413

Leia mais

PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA O MÊS DE ABRIL

PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA O MÊS DE ABRIL PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA O MÊS DE ABRIL Operador Nacional do Sistema Elétrico Rua Júlio do Carmo, 251 Cidade Nova 20211-160 Rio de Janeiro RJ 2015/ONS Todos os direitos reservados.

Leia mais

A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS NOVEMBRO DE 2016

A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS NOVEMBRO DE 2016 A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS NOVEMBRO DE 2016 CAPACIDADE DE GERAÇÃO DA BIOELETRICIDADE Atualmente, a fonte biomassa representa pouco mais de 9% da potência outorgada pela Agência Nacional de Energia

Leia mais

A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS JANEIRO DE 2017

A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS JANEIRO DE 2017 A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS JANEIRO DE 2017 CAPACIDADE DE GERAÇÃO DA BIOELETRICIDADE Atualmente, a fonte biomassa representa 9% da potência outorgada pela Agência Nacional de Energia Elétrica

Leia mais

A EVOLUÇÃO DA REGULAÇÃO REFERENTE À OPERAÇÃO DE USINAS TERMELÉTRICAS. Autores:

A EVOLUÇÃO DA REGULAÇÃO REFERENTE À OPERAÇÃO DE USINAS TERMELÉTRICAS. Autores: USINAS TERMELÉTRICAS Autores: Hermínio Fonseca Almeida ONS Joel Mendes Pereira ONS José Renato Dantas ONS Marcelo Prais ONS Ney Fukui da Silveira ONS Paulo César P. da Cunha ONS Túlio Mascarenhas Horta

Leia mais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 08, DE 17 DE AGOSTO DE 2015

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 08, DE 17 DE AGOSTO DE 2015 PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 08, DE 17 DE AGOSTO DE 2015 EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS Excelentíssimo Senhor Presidente, Excelentíssimos Senhores Vereadores, A energia elétrica no Brasil é gerada predominantemente

Leia mais

BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS PARA O ESTADO DO PIAUÍ

BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS PARA O ESTADO DO PIAUÍ BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS PARA O ESTADO DO PIAUÍ Teresina - PI Janeiro/Fevereiro/Março (2016) Rua 13 de Maio, 307, 4º, 5º e 6º Andar Centro CEP 64.001-150 - www.semar.pi.gov.br Teresina - PI TELEFONE:

Leia mais

BOLETIM PROJETO CHUVA - 22 DE JUNHO DE 2011

BOLETIM PROJETO CHUVA - 22 DE JUNHO DE 2011 BOLETIM PROJETO CHUVA - 22 DE JUNHO DE 2011 Condições Climáticas Na carta de Temperatura da Superfície do Mar (TSM), que pode ser analisado através da Figura 1a, são observadas anomalias positivas de TSM

Leia mais

PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA O MÊS DE DEZEMBRO

PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA O MÊS DE DEZEMBRO PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA O MÊS DE DEZEMBRO Operador Nacional do Sistema Elétrico Rua Júlio do Carmo, 251 Cidade Nova 20211-160 Rio de Janeiro RJ 2016/ONS Todos os direitos reservados.

Leia mais

Primeiro Debate sobre a Questão da Água do Nordeste

Primeiro Debate sobre a Questão da Água do Nordeste Primeiro Debate sobre a Questão da Água do Nordeste Sessão IV: A Bacia do rio São Francisco. Origem das Águas. Regime Fluvial. Disponibilidades. Risco de Mudanças CGEE / ANA Brasília Agosto de 2008 Giovanni

Leia mais

ENERGIA:Fator de Competitividade para o Brasil

ENERGIA:Fator de Competitividade para o Brasil ENERGIA:Fator de Competitividade para o Brasil Diversificação da Matriz Termelétrica Outubro de 2009 A Importância da Diversificação das Fontes no Sistema Elétrico Brasileiro Diversificação das Fontes

Leia mais

Comissão Permanente para Análise de Metodologias e Programas Computacionais do Setor Elétrico CPAMP

Comissão Permanente para Análise de Metodologias e Programas Computacionais do Setor Elétrico CPAMP Comissão Permanente para Análise de Metodologias e Programas Computacionais do Setor Elétrico CPAMP Relatório Técnico Metodologia de Cálculo de Garantia Física de Potência de Usinas Hidrelétricas Despachadas

Leia mais

Seminário Energia Soluções para o Futuro Geração Hidrelétrica. Flávio Antônio Neiva Presidente da ABRAGE

Seminário Energia Soluções para o Futuro Geração Hidrelétrica. Flávio Antônio Neiva Presidente da ABRAGE Seminário Energia Soluções para o Futuro Geração Hidrelétrica Flávio Antônio Neiva Presidente da ABRAGE Belo Horizonte, 24 de abril de 2014 Associadas da ABRAGE Usinas das associadas da ABRAGE Hidrelétricas

Leia mais

VOLUME I CONDIÇÕES DE ATENDIMENTO

VOLUME I CONDIÇÕES DE ATENDIMENTO PLANO DA OPERAÇÃO ENERGÉTICA 2013/2017 PEN 2013 VOLUME I CONDIÇÕES DE ATENDIMENTO Operador Nacional do Sistema Elétrico Rua da Quitanda, 196 - Centro 20091-005 Rio de Janeiro RJ Tel (+21) 2203-9400 Fax

Leia mais

INFLUÊNCIA DE LA NIÑA SOBRE A CHUVA NO NORDESTE BRASILEIRO. Alice M. Grimm (1); Simone E. T. Ferraz; Andrea de O. Cardoso

INFLUÊNCIA DE LA NIÑA SOBRE A CHUVA NO NORDESTE BRASILEIRO. Alice M. Grimm (1); Simone E. T. Ferraz; Andrea de O. Cardoso INFLUÊNCIA DE LA NIÑA SOBRE A CHUVA NO NORDESTE BRASILEIRO Alice M. Grimm (1); Simone E. T. Ferraz; Andrea de O. Cardoso (1) Grupo de Meteorologia - Universidade Federal do Paraná Depto de Física Caixa

Leia mais

Características Climáticas da Primavera

Características Climáticas da Primavera Previsão Climática para a Primavera/2014 Data da Previsão: 17/09/2014 Duração da Primavera: 22/09/2014(23h29min) a 21/12/2014 (20h03min*) *Não acompanha o horário de verão Características Climáticas da

Leia mais

Prognóstico Climático

Prognóstico Climático Prognóstico Climático PROGNÓSTICO TRIMESTRAL Trimestre: ago/set/out - 2001 O prognóstico climático do Instituto Nacional de Meteorologia - INMET, órgão do Ministério da Agricultura e do Abastecimento,

Leia mais