MOTIVAÇÕES DE CONSERVAÇÃO DA VIDA INDIVIDUAL MOTIVAÇÃO DE MANUTENÇÃO DA INTEGRIDADE FÍSICA MOTIVAÇÕES DE PRESERVAÇÃO ECOLÓGICA DA VIDA

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1 MOTIVAÇÕES DE CONSERVAÇÃO DA VIDA INDIVIDUAL MOTIVAÇÃO DE MANUTENÇÃO DA INTEGRIDADE FÍSICA Necessidade Defesa activa da integridade física Impulso Agressivo MOTIVAÇÕES DE PRESERVAÇÃO ECOLÓGICA DA VIDA MOTIVAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO EVOLUITVO DAS ESPÉCIES Necessidade Manutenção e reajustamento do equilíbrio interactivo c/ o meio Impulso Agressivo

2 Definições DEPRADAÇÃO Acto de caça e abate de indivíduos de uma espécie feita por indivíduos de outra espécie, com fins alimentares AGRESSIVIDADE Impulso primário cuja finalidade é a defesa activa da integridade física ou a preservação ecológica da vida.

3 Definições ATAQUE DEFENSIVO Comportamento que visa pôr termo a uma situação que gera uma experiência afectiva desagradável. ATAQUE OFENSIVO Comportamento dirigido a intrusos visando a obtenção de objectos ou de uma posição dominante, com antecipação de uma experiência afectiva agradável

4 Regulações biológicas Atribuições de ordem afectiva: regulações nervosas Sistema lateral Efeitos apetitivos que o animal procura e que reforçam positivamente o seu comportamento Sistema mediano Efeitos aversivos que o animal procura evitar e que reforçam negativamente o comportamento que lhes dá origem e positivamente o comportamento que os impede.

5 Regulações biológicas Sistema lateral Tegumento mesencefálico Hipotálamo lateral Amígdala Septo Córtice pré-frontal

6 Regulações biológicas Sistema mediano Região dorsal substância peri-aqueductal Hipotálamo mediano (próximo 3º ventrículo)

7 Ataque ofensivo Sistema lateral HIPOTALÁMO LATERAL LESÕES - inibem K agressão ofensivo - não alteram agressão defensiva ESTIMULAÇÃO - K de ataque frio (sem manifestações emocionais) Ataque defensivo Sistema mediano SISTEMA PERIVENTRICULAR LESÕES - atenua ou anula r. de defesa ESTIMULAÇÃO - reacção de fuga ou de defesa HIPOTÁLAMO MEDIANO LESÕES - aumenta a probabilidade de ocorrência de r. de defesa ESTIMULAÇÃO - reacção afectiva e defensiva

8 Mecanismos hipotalámicos e mesencefálicos integração Estado afectivo Comportamento observável Adapatações vegetativas necessárias

9 Tríada factorial da génese do K agressivo Tipo de situação Características individuais Escolha de estratégias de K ataque agressão defensiva fuga imobilização

10 Tipo de situação Estabilidade Social Activação mecanismos hipotalámicos e mesencefálicos Interpretação da situação Defesa da integridade física Memória: riscos e benefícios aquisição de um status social (dominadores-dominados)

11 Características individuais fazer face às situações Organização neuro-endócrina Estilo Activo Passagem rápida à acção Eliminação de qualquer situação ameaçadora Comportamento algo rígido Estilo Passivo Imobilidade frequente Diminuição do impacto emocional de uma situação ameaçadora Comportamento mais flexível Fiquei aqui

12 amígdala A Ce P Regula a reactividade emocional + Defesa afectiva - K de ataque - Defesa afectiva + K de ataque Lesões bilaterais indiferença relativamente ao ambiente (sobretudo em relação a estímulos ameaçadores) reacções de medo reacções de fuga reacções de defesa

13 septo AGRESSIVIDADE Moderação da reactividade emocional Modulação dos estados afectivos lesão Estados de hiper-reactividade marcada Córtice pré-frontal agressividade intra-específica agressividade inter-específica Regula as trocas sócio-afectivas Inibição de K não desejados

14 Papel estruturante da experiência Experiência / aprendizagem de relacionamentos sócio-afectivos (nomeadamente com congéneres) Amígdala Septo Diminuição das respostas agressivas

15 CM Da motivação à acção CPF S A FHp Caudado Ac T

16 Papel hormonal AGRESSIVIDADE 1. Hormonas sexuais A testosterona determina, no período peri-natal, a sensibilidade ulterior de algumas estruturas cerebrais aos estímulos ameaçadores. Correlação positiva entre os níveis plasmáticos de testosterona e os níveis de agressividade 2. Hormonas córtico-supra-renais Esteróides supra-renais modelam o funcionamento da amígdala, hipocampo, septo e hipotálamo influência sobre a percepção contextual de uma situação. Interferem na aquisição de uma resposta comportamental adaptada.

17 Papel hormonal AGRESSIVIDADE 3. Mono-aminas cerebrais Serotonina papel na atribuição de significado à informação sensorial correlação entre baixos níveis e fácil passagem ao acto agressivo Noradrenalina papel na facilitação selectiva da informação e modulação da acção correlação entre baixos níveis e K agitado e impulsivo Dopamina papel na facilitação de alguns mecanismos cerebrais elementares correlação entre altos níveis e facilitação da expressão de K de defesa afectiva Endorfinas papel na atenuação do carácter aversivo de alguns estímulos sociais correlação entre altos níveis e comportamento pró-social

18 Birger et al., 2003

19 Modelo sistémico (Barratt e Slaughter, 1998) CONTROLO COGNITIVO Baixo controlo dos impulsos Poucos recursos verbais Ansiedade elevada Intenções CONTROLOS BIOLÓGICOS Septo Amígdala Córtice frontal Hipotálamo AGRESSIVIDADE CONTROLO COMPORTAMENTAL Actos agressivos Quebra de regras Analfabetismo Vitimização CONTROLO SOCIAL R. interpessoais Regras sociais Estímulos verbais Provocações

20 Perspectiva etológica Situações e sinais que desencadeiam agressividade proximidade do território atitude belicosa do adversário provocação de percepções dolorosas época do cio evita a superpopulação justiça social Significado evolutivo evita destituições maciças transmissão das melhores variações qualitativas da espécie INIBIÇÕES COM A FINALIDADE DE NÃO MATAR

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