IMPLANTE COCLEAR EM CRIANÇAS DE 1 A 2 ANOS DE IDADE

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1 IMPLANTE COCLEAR EM CRIANÇAS DE 1 A 2 ANOS DE IDADE INTRODUÇÃO O implante coclear em crianças deficientes auditivas pré-linguais tem sido considerado potencialmente o tratamento mais eficaz para assegurar melhor desempenho das habilidades auditivas e a aquisição da linguagem oral. Em 1990, a United States Food and Drug Administration (FDA) aprovou o implante coclear multicanal para crianças com idade igual ou superior a 2 anos. Mais recentemente o implante coclear foi aprovado para crianças a partir de 6 meses. É, portanto, um tratamento relativamente recente no processo terapêutico destas crianças, mas bastante promissor quanto aos benefícios que proporciona. Mas ainda são muitas as indagações sobre os resultados desse dispositivo em crianças, e a literatura nacional sobre os resultados de crianças brasileiras implantadas é incipiente. Moret (2002) estudou 60 crianças deficientes auditivas, também implantadas no HRAC/USP, no que se refere aos aspectos de audição e linguagem, em um estudo transversal. Neste estudo, todas as crianças foram implantadas após 2 anos de idade, e os principais aspectos que influenciaram no desempenho auditivo e de linguagem das crianças foram a idade da criança, o tempo de privação sensorial auditiva, o tempo de uso do implante coclear, o grau de permeabilidade da família no processo terapêutico, o tipo de implante coclear e a estratégia de codificação da fala utilizada. Com o intuito de aprofundamento do estudo anterior realizado por Moret, o presente trabalho foi realizado para se conhecer os resultados do grupo de crianças implantadas mais jovens, até a idade de 2 anos, e compará-los aos resultados do primeiro grupo das 60 crianças estudado pela pesquisadora (Moret, 2002), que receberam o implante somente após 2 anos de idade. OBJETIVOS Comparar os resultados de desempenho de audição, de linguagem e de reconhecimento auditivo para fonemas, de crianças portadoras de deficiência 1

2 auditiva neurossensorial severa e/ou profunda bilateral pré-lingual, implantadas com idade entre 1 e 2 anos, com os resultados de crianças portadoras de deficiência auditiva neurossensorial severa e/ou profunda bilateral pré-lingual, implantadas com idade acima de 2 anos. MATERIAL E MÉTODO Aprovado no Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos da FOB/USP, recebendo o Protocolo número 40/2006. Caracterização dos Sujeitos Todas as crianças foram implantadas no Centro de Pesquisas Audiológicas do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da Universidade de São Paulo (CPA/HRAC/USP). Foram constituídos 02 (dois) grupos de estudo: GRUPO 1: composto pelas primeiras crianças implantadas no CPA/HRAC/USP, com cirurgia realizada em idade igual ou menor que 24 meses. GRUPO 2: composto pelas primeiras crianças implantadas no CPA/HRAC/USP com cirurgia realizada em idade superior a 24 meses (referentes ao estudo de Moret, 2002). Os critérios de seleção aos quais as crianças foram submetidas na etapa précirúrgica para a aprovação do implante coclear foram: Idade na cirurgia até 24 meses, para o Grupo 1; Idade na cirurgia superior a 24 meses para o Grupo 2; Permeabilidade coclear para a inserção cirúrgica dos eletrodos; Perda auditiva neurossensorial de grau severo e/ou profundo bilateral; Limiares auditivos com aparelhos de amplificação sonora individuais (AASI) piores que 60 db nas freqüências a partir de 1000 Hz, após habilitação intensa e efetiva com AASI potente adaptado adequadamente; Baixo índice de reconhecimento auditivo em testes de percepção da fala; Ausência de comprometimentos de natureza intelectual ou emocional; Motivação da família para o uso do dispositivo e para o desenvolvimento de atitudes de comunicação favoráveis pela criança; 2

3 Permeabilidade da família ao processo terapêutico e expectativas adequadas quanto aos possíveis resultados; Participação da criança em programa de (re)habilitação auditiva na cidade de origem. Procedimentos Os procedimentos de avaliação da percepção auditiva da fala para a atribuição das categorias de audição abrangeu avaliação clínica de comportamento auditivo, os questionários Infant Toddler: Meaningful Auditory Integration Scale - IT- MAIS (Zimmerman-Phillips et al 1997, Castiquini 1998) e Meaningful Auditory Integration Scale MAIS (Robins et al 1991, Castiquini e Bevilacqua 2000), o Procedimento para a Avaliação de Crianças Deficientes Auditivas Profundas (Bevilacqua e Tech 1996) e a Lista de palavras como procedimento de avaliação da percepção dos sons da fala (Delgado e Bevilacqua 1999). Após a aplicação dos procedimentos descritos acima, a habilidade auditiva das crianças estudadas foi classificada de acordo com as categorias de audição propostas por Geers (1994). Os procedimentos de avaliação para a atribuição das categorias de linguagem foram avaliação clínica e a aplicação do questionário Meaningful Use of Speech Scales MUSS (Robins e Osberger 1990, Nascimento 1997). Após a aplicação dos procedimentos acima mencionados, a linguagem das crianças foi classificada de acordo com as categorias de linguagem expressiva propostas por Bevilacqua et al (1996). RESULTADOS E DISCUSSÃO O estudo totalizou 122 crianças. Foram consideradas apenas as crianças com inserção total dos eletrodos na cóclea. Das 122 crianças, o total de 6 crianças (5%) apresentou inserção parcial de eletrodos e foram excluídas da análise. Portanto, foram analisadas 116 crianças. O período de realização das cirurgias do Grupo 1 foi de outubro de 2001 a novembro de No Grupo 2 o período de realização das cirurgias foi de abril de 1992 a setembro de

4 Das 62 crianças do Grupo 1 (média de 19 meses quanto à idade na cirurgia e mediana de 20 meses) o total de 38 (61%) alcançou as categorias máximas de audição, reconhecimento de palavras pelas consoantes e reconhecimento em conjunto aberto. Já no Grupo 2, no qual as crianças apresentaram média de idade na cirurgia de 45 meses e mediana de 44 meses, menor número de crianças alcançou resultados nas categorias auditivas máximas (28 crianças, correspondendo a 52% das 54 crianças deste grupo). Constatou-se que os melhores resultados de audição alcançados pelo Grupo 1 foram obtidos mesmo sendo as crianças deste grupo avaliadas em idades mais jovens quando comparadas às crianças do Grupo 2 (média de idade na avaliação do Grupo 1 de 49 meses e mediana de 47 meses, e média do Grupo 2 de 72 meses e mediana 64 meses). O tempo de uso do implante coclear foi similar entre os dois grupos (média de 29 meses e mediana de 25 meses para o Grupo 1 e média de 26 meses e mediana de 19 meses para o Grupo 2). Das 62 crianças do Grupo 1, o total de 34 (55%) alcançou as categorias máximas de linguagem oral, uso de frases complexas e fluência, enquanto que apenas 16 das 54 crianças (30%) do Grupo 2 alcançaram os mesmos resultados. O tempo de privação sensorial auditiva não foi estatisticamente significante quando comparado com as categorias de audição. Para a percepção de fala, apenas a idade na avaliação e o tempo de uso do implante coclear apresentaram resultado estatisticamente significante quando comparados com as categorias auditivas. Para as categorias de linguagem as 4 variáveis analisadas (idade na avaliação, tempo de privação sensorial auditiva, tempo de uso do implante coclear e tecnologia dos implantes cocleares) foram estatisticamente significantes. A literatura é clara quanto aos benefícios do implante coclear para a aquisição da linguagem oral em crianças deficientes auditivas pré-linguais, e a idade na cirurgia e o menor tempo de privação sensorial auditiva tem sido um dos fatores mais importantes para a obtenção destes resultados (Geers et al., 2003; Willstedt-Svensson et al., 2004; Dettman et al., 2007; Hay-McCutcheon et al., 2008). Quanto ao Índice de Reconhecimento de Fonemas (IRF), das 116 crianças estudadas o total de 86 (74%) conseguiu realizar o teste. Foi realizada uma comparação entre o escore do IRF com a idade das crianças na avaliação, o tempo de privação sensorial auditiva, o tempo de uso do implante coclear e a tecnologia do implante coclear. Constatou-se que a média do índice de reconhecimento de fala para 4

5 fonemas do Grupo 1 foi de 86% e a mediana de 87%, com o tempo médio de uso do implante coclear de 29 meses. Já para o Grupo 2, a média e a mediana do índice de reconhecimento de fonemas foi de 59% e 61%, respectivamente, alcançados no tempo médio de uso do implante coclear de 26 meses. Na comparação entre o índice de reconhecimento de fonemas das 86 crianças com a idade na avaliação, o tempo de privação sensorial auditiva, o tempo de uso do implante coclear e a tecnologia do implante coclear, com exceção da idade na avaliação, constatou-se que os resultados foram estatisticamente significantes, corroborando alguns estudos da literatura (Osberger et al., 1998; Sarant et al., 2001; Wu et al., 2006; Tait et al., 2007; Dettman et al., 2007; Geers et al., 2008). CONCLUSÕES O implante coclear como tratamento de crianças deficientes auditivas prélinguais é altamente efetivo, embora complexo pela interação de variáveis, como a idade da criança, o tempo de privação sensorial auditiva, o tempo de uso do dispositivo, e ainda, os aspectos psicossociais, que também interferem no desempenho da criança implantada. Os aspectos que influenciaram o ganho nas categorias de audição e de linguagem das crianças implantadas foram a idade da criança na avaliação, o tempo de privação sensorial auditiva, o tempo de uso do implante coclear e a tecnologia do implante coclear. 5

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