Desafios Regulatórios frente as novas Tecnologias. São Paulo- SP 7 agosto 2014 Fátima D Elia

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1 2014 Desafios Regulatórios frente as novas Tecnologias São Paulo- SP 7 agosto 2014 Fátima D Elia

2 Desafios Regulatórios Cenário Brasileiro: É membro Codex É membro MERCOSUL Temos 2 órgãos regulatórios: 1. ANVISA 2. MAPA

3 ANVISA Compete à ANVISA regulamentar, controlar e fiscalizar:... Alimentos; insumos; embalagens; aditivos alimentares; limites de contaminantes orgânicos; resíduos de agrotóxicos; e resíduos de medicamentos veterinários... Lei nº /99, Art. 8º

4 MAPA Promover o desenvolvimento sustentável e a competitividade do agronegócio em benefício da sociedade brasileira. Nosso foco: - Produtos de origem animal - Vegetais em natura - Bebidas - Alimentação Animal

5 NOVO ALIMENTO / INGREDIENTE 1. ANVISA avalia a segurança de uso do produto de acordo com a Res. RDC 16/99 2. Essa avaliação é feita produto a produto, fabricante a fabricante 3. As aprovações são publicadas em Diário Oficial da União

6 ADITIVO 1. O aditivo deve ter sido avaliado pelo JECFA, ter o INS 2. Estar previsto na Lista Positiva de Aditivos do Mercosul (GMC 11/06) 3. Depois disso deve ser feita a inclusão de uso para a categoria de alimento que se pretende utilizar. Se for uma categoria harmonizada no Mercosul a aprovação fica pendente a Revisão da Norma no Mercosul sujeito a disponibilidade de agenda

7 ADITIVO No caso do aditivo ser utilizado em um produto de origem animal, o MAPA deverá dar parecer sobre a necessidade tecnológica de uso neste caso sendo ou não categoria de alimento harmonizada no Mercosul

8 ANVISA e MAPA Ambos possuem Agenda Regulatória que deve ser respeitada... Porem nem todas as necessidades do Mercado estão podem ser contempladas, ficando temas importantes fora do escopo por no mínimo 2 anos que é o prazo das agendas Nesse aspecto as Associações do Setor tem um papel fundamental servindo de ele de ligação entre o Governo e a Industria.

9 Como fica o Setor Desafios de fornecer ao Mercado produtos mais saudáveis 1. Baixo teor de sódio, açúcar e de gorduras 2. Produtos com menos aditivos, cleam label Produtos com menos riscos de contaminação (químicas ou bacterianas)

10 Exemplos aprovados no Exterior que estão sendo avaliados no Brasil Baixo teor de sódio Temos aprovado na Europa um sal hipossódico que não deixa o residual de K ANVISA: não pode fazer uma CP pois a revisão da Legislação de sal hipossódico não esta na agenda Regulatória Para redução de sódio, em alguns produtos, existe a necessidade de adição de outros ingredientes/aditivos, uma vez que o sódio atua como conservante em diversas categorias de produtos...

11 Baixo teor de açúcar Há uma grande tendência para redução do teor de açúcar em alimentos. A Resolução RDC 18/ Os edulcorantes somente devem ser utilizados nos alimentos em que se faz necessária a substituição parcial ou total do açúcar, a fim de atender o Regulamento Técnico que dispõe sobre as categorias de alimentos e bebidas a seguir: para controle de peso; para dietas com ingestão controlada de açúcares; para dietas com restrição de açúcares; com informação nutricional complementar, referente aos atributos "não contém açúcares", "sem adição de açúcares", "baixo em açúcares" ou "reduzido em açúcares" ou, ainda, referente aos atributos "baixo em valor energético" ou "reduzido em valor energético", quando é Exemplos aprovados no Exterior que estão sendo avaliados no Brasil feita a substituição parcial ou total do açúcar. Porem já temos alguns alimentos no mercado com substituição de açúcar parcialmente para atender a demanda... Sendo assim nossa legislação de Edulcorantes deve ser revista

12 Exemplos aprovados no Exterior que estão sendo avaliados no Brasil Baixo teor de gordura O uso de fibras vegetais e alguma gomas, ambas com segurando de uso aprovadas pela ANVISA quem podem ajudar a diminuir o teor de gordura em diversos tipos de produtos alimentícios Na Europa já existem algumas tipos de farinha de algas sendo utilizadas para substituição da gordura, estes produtos estão sendo submetidos a avaliação de segurança de uso na ANVISA Sabemos que o MAPA não aprova o uso de fibras vegetais em produtos cárneos devido a possibilidade de fraudes e quanto ao MAPA ainda não sabemos se aceitarão o uso...

13 Exemplos aprovados no Exterior que estão sendo avaliados no Brasil Clean Label Existem vários ingredientes mundialmente reconhecidos que favorecem o Clean Label tais como: Fermentados de açúcar cujo produto da fermentação é uma mistura de ácidos orgânicos que atuam como conservante em alimentos ANVISA não reconhece o produto como ingrediente Concentrados vegetais que atuam como corante ou antioxidante no produto final porem ainda não tem seu uso permitido no Brasil...

14 Exemplos aprovados no Exterior que estão sendo avaliados no Brasil Uso de barreiras químicas em conjunto com BPF (Boas Praticas de Fabricação) para combate a microorganismos O Acido lático tem seu uso permitido na União Europeia para desinfecção de carcaças A ANVISA aprovou o seu uso como coadjuvante de tecnologia para uso em desinfecção de carcaças com parecer favorável do MAPA/SDA/DIPOA e o MAPA não permite o uso por pois não há evidencias de necessidade e/ou função tecnológica

15 O que fazer???? Harmonização entre as agendas do Governo e do setor produtivo Maior interação entre ANVISA e MAPA... As Entidades de Classe tem a missão de levar ao conhecimento dos Órgãos Reguladores esses temas e trabalhar em parceria para estudos e aprovações A industria deve cobrar do Governo mais Mão de Obra para os Órgãos Reguladores As Entidades de Classe devem estar presentes em massa nos Grupos de Trabalho do Mercosul estarem cientificamente embasadas nas solicitações de inclusão de aditivos que são feitas durante as revisões de Legislação neste Forúm e para poder cobrar agilidade nas discussões...

16 CONTATO OBRIGADA PELA ATENÇÃO Fatima D Elia e mail:

Art. 2º Fica revogada a Instrução Normativa nº 8, de 16 de janeiro de Art. 3º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 2º Fica revogada a Instrução Normativa nº 8, de 16 de janeiro de Art. 3º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 49, DE 14 DE SETEMBRO DE 2006 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA,

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