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1 :. T1 Linha de alta velocidade que pode ser alugada nos EUA, oferece acesso bidirecional a 1.5 Mbps. Estas linhas são relativamente acessíveis por lá, sendo por isso alugadas por pequenos servidores de páginas Web, pequenos provedores, empresas, e até mesmo alguns usuários domésticos. :. T3 As T3 são conexões de alta velocidade, que oferecem uma banda de 45 megabits, o suficiente para um portal ou um grande provedor de acesso. Tanto as linhas T1 quanto as T3 são divididas em canais de 64 kbits cada, o suficiente para uma transmissão de voz. As linhas T1 (de 1.5 Mbps) são compostas por 24 destes canais, enquanto as poderosas conexões T3 englobam 672 canais. Naturalmente existe também uma grande diferença de preço entre as duas :-) Antigamente estes links eram compostos por cabos de par trançado (com vários repetidores pelo caminho), mas atualmente são utilizadas fibras ópticas, que são muito mais eficientes. :. Tag No HTML e outras linguagens de marcação de texto as tags são comandos que especificam como as diferentes partes do texto devem ser formatadas para exibição. No HTML, algumas tags básicas são: <br> para quebrar um linha; <p> para iniciar um novo parágrafo (opcionalmente, usa-se o </p> para fecha-lo posteriormente); <b> e </b> para negrito; <i> e </i> para itálico; <table> e </table> para criar uma tabela; </tr> e </tr> para inserir uma linha dentro da tabela e <td> </td> para inserir uma coluna. Toda tabela deve ter pelo menos uma linha e uma coluna: <table><tr><td>olá mundo :-)</td><tr><table>. Para inserir um link usamos a tag <a href="url"> adicionando um </a> no final do texto a ser coberto pelo link. Para inserir uma imagem usamos a tag <img src="imagem.jpg">. Para centralizar um trecho de texto usamos a tag <center></center>. Em todo documento HTML deve começar com as tags <html><body> no início e terminar com as tags </body> e </html>. Opcionalmente, usamos as tags <title>, <head> e <meta> no início do documento, entre as tags <html> e <body>. As tags que são abertas por último devem sempre ser fechadas primeiro, por exemplo, ao colocar uma palavra em negrito itálico, o correto é usar <b><i>palavra</i></b> e não <b><i>palavra</b></i>. Apesar dos browsers modernos serem capazes de lidar com vários tipos de erros de sintaxe, páginas mal escritas podem ser exibidas com problemas em browsers mais simples ou antigos. :. Tag Line Máxima, frase de encerramento. São citações ou frases engraçadas usadas por muitos no final das mensagens. As tag lines começaram a ser utilizadas em algum ponto da década de 70, na época dos BBS. Mesmo hoje em dia ainda é muito comum vê-las nos newsgroups ou mesmo em mensagens de . "Chefe saiu: (T)etris, (P)rince of Persia, P(A)ciência."; "Erro de usuário: Troque o usuário e pressione qualquer tecla para continuar"; "Eu, indeciso? Não tenho certeza." entre outras pérolas... :-) :. Tag RAM É uma pequena área de memória que faz parte do controlador de cache. Sua função é armazenar os endereços da memória RAM cobertos pelo cache. Sem memória TAG suficiente, não é possível que o cache cubra toda a memória RAM. Felizmente, a partir do Pentium II 350 e do Athlon, todos os processadores incluem memória TAG suficiente para cachear até 4 GB de memória RAM. :. Tahoe Este é o nome código da arquitetura IA-64 desenvolvida pela Intel. O IA-64 é usado no Intel Itanium e outros processadores baseados nele. Como o nome sugere, o IA-64 utiliza um conjunto de instruções de 64 bits, que permite o acesso a mais memória RAM, facilita a geração de chaves de encriptação e melhora sensivelmente o desempenho em vários tipos de aplicativos. A grande desvantagem é que os processadores não são compatíveis com os programas de 32 bits usados atualmente. Já existem versões de 64 bits do Linux e o primeiro Windows de 64 bits deve ser lançado oficialmente até o final de Mas, como a oferta de aplicativos de 64 bits ainda é relativamente pequena, o IA-64 inclui um sistema de emulação de instruções, que permite rodar aplicativos de 32 bits, porém com um baixo desempenho. :. TAPI Interface de programação que permite que programas Windows utilizem dispositivos de telefonia, como modems utilizando comandos padrão, oferecidos pela Interface, sem necessidade de acessar diretamente o dispositivo ou conhecer seu set de comandos. :. Taxa de amostragem O número de amostras por segundo de um som digitalizado. Para ter qualidade de CD, são necessárias amostras por segundo (44 khz), com 16 bits de resolução por amostra. Para obter som de rádio, são necessárias amostras por segundo (11kHz), com 16 bits de resolução, enquanto para ter qualidade de telefone são

2 necessárias amostras (khz), com 8 bits de resolução. :. TCP/IP Transmission Control Protocol / Internet Protocol. Desenvolvido na década de 60 pelo departamento de defesa dos EUA, para ser usado na Arpanet, rede militar que foi o embrião da Internet atual. A principal virtude do TCP/IP é permitir que os outros computadores da rede continuem conectados mesmo caso um ou vários computadores caiam. No caso de uma guerra, o que sobrasse da rede continuaria funcionando. Todas estas virtudes, tornaram o TCP/IP o protocolo ideal para ser utilizado na Internet. Além da grande tolerância à falhas, o protocolo TCP/IP é roteável, ou seja, pode ser utilizado para interligar várias redes distintas e o sistema de endereçamento IP suporta um número surpreendentemente grande de redes e hosts, graças à divisão dos endereços em categorias. Um endereço IP é composto de uma seqüência de 32 bits, divididos em 4 grupos de 8 bits cada. Cada grupo de 8 bits recebe o nome de octeto. Para facilitar, cada um destes octetos é representado por um número entre 0 e 255, permitindo endereços mais amigáveis como O endereço IP é dividido em duas partes. A primeira identifica a rede à qual o computador está conectado (necessário, pois numa rede TCP/IP podemos ter várias redes conectadas entre sí, veja o caso da Internet) e a segunda identifica o computador (chamado de host) dentro da rede. Obrigatoriamente, os primeiros octetos servirão para identificar a rede e os últimos servirão para identificar o host. Para permitir uma gama maior de endereços, os desenvolvedores do TPC/IP dividiram o endereçamento IP em cinco classes, denominadas A, B, C, D, e E, sendo que as classes D e E estão reservadas para expansões futuras. Cada classe reserva um número diferente de octetos para o endereçamento da rede: Na classe A, apenas o primeiro octeto identifica a rede, na classe B são usados os dois primeiros octetos e na classe C temos os três primeiros octetos reservados para a rede e apenas o último reservado para a identificação dos hosts. O que diferencia uma classe de endereços da outra, é o valor do primeiro octeto. Se for um número entre 1 e 126 (como em ) temos um endereço de classe A. Se o valor do primeiro octeto for um número entre 128 e 191, então temos um endereço de classe B (como em ) e, finalmente, caso o primeiro octeto seja um número entre 192 e 223 teremos um endereço de classe C, que são de longe os mais comuns. :. Tejas Esta será a quarta encarnação do Pentium 4. A primeira foi o Pentium 4 Willamette, que tinha apenas 256 KB de cache e era fabricado numa técnica de 0.18 mícron. O atual é o Northwood, com 512 KB de cache e fabricado numa técnica de 0.13 mícron. O sucessor será o Prescott, que será lançado em algum ponto de 2003, já baseado numa técnica de 0.09 mícron, que provavelmente permitirá a ele quebrar a barreira dos 5.0 GHz. O Tejas trará um novo aumento na quantidade de cache L2, que saltará para 1 MB (número ainda não confirmado). O Tejas também será o primeiro processador Intel a utilizar bus de 200 MHz, com 4 transferências por ciclo (800 MHz efetivos) e trará (de novo :-) novas instruções, o conjunto TNI (Tejas New Instuctions) que provavelmente se concentrarão em um melhor desempenho em aplicativos multimídia (sobretudo vídeo de alta resolução e jogos 3D) e possivelmente na melhoria do HyperThreading. A primeira versão do Tejas será ainda fabricada numa técnica de 0.09 mícron, a mesma utilizada no Pentium 4 Prescott, mas entre 2005 e 2006 será lançada uma versão de mícron, que poderá trazer um novo aumento no cache L2, desta vez para 2 MB. Espera-se que o Tejas de mícron seja capaz de quebrar a barreira dos 7.0 GHz. Na mesma época, a AMD lançará uma versão de mícron do Hammer, que será o concorrente do Tejas. :. Telnet O bom e velho Telnet permite acesso remoto à qualquer máquina que esteja rodando o módulo servidor (assim como no SSH) mas é mais inseguro, pois os dados não são criptografados. Manter o servidor Telnet ativo representa um grande risco numa máquina conectada à Internet, pois qualquer um que descubra uma das senhas de usuário, ou pior, a senha de root, terá acesso à sua máquina, o que não é nada bom. E com o Telnet isso é muito fácil, pois bastaria snifar a sua conexão e pegar sua senha quando usasse o serviço... Se mesmo assim você quiser arriscar, basta ativar o serviço "telnet", que existe tanto no Linux quanto no Windows NT/2000 e XP e, no cliente, digitar "telnet endereço_ip" no prompt, como em "telnet " ou fazer o mesmo usando o nome da máquina. O comando existe tanto no Linux, quanto no Windows (no prompt do MS-DOS). Via Telnet você tem acesso via terminal como se estivesse sentado na frente da máquina, pode até mesmo abrir aplicativos de modo texto, como o Links, Vi, EMACs, etc. além de poder usar todos os comandos. Naturalmente, o que você poderá fazer estará limitado à conta de usuário que utilizar. Por questões de segurança você não poderá logar-se como root, embora nada impeça que você use um login de usuário para ter acesso ao sistema e depois use o comando "su" para virar root. :. Terminal Burro No início da década de 80, estavam em moda redes com um servidor poderoso (para a época) e terminais sem poder de processamento, que ligados ao servidor, apenas mostravam imagens na tela e enviavam os comandos digitados pelo usuário. Com o passar do tempo, este modelo foi tornando-se cada vez mais antiquado. Hoje em dia, a solução mais comum é uma rede composta por vários PCs completos e um servidor que centraliza apenas arquivos, conexão com a Internet, etc.

3 Mas, os terminais burros ainda sobrevivem. Existe por exemplo o Windows NT terminal server, que permite usar PCs 386 ou 486 com apenas 4 MB de memória e sem disco rígido como terminais de um servidor NT. Os terminais apenas mostram imagens na tela, enquanto o servidor processa e envia tudo pela rede, limitando muito o desempenho das estações. Outra opção que é muito utilizada são servidores X, rodando o Linux. Nesta segunda opção temos um servidor com uma distribuição completa do Linux e todos os programas necessários e os clientes apenas contatam este servidor durante o boot, obtendo uma janela de login. Todos os programas rodam no servidor, que apenas envia a saída de tela aos clientes. Além da economia de custos, por utilizar micros antigos ou até mesmo sem HD, este sistema facilita a administração da rede, já que todos os arquivos, programas e configurações ficam centralizadas no servidor. :. Terminal Leve Os Terminais leves, ou Thin Clients são uma versão mais "chick" dos antigos terminais burros, embora a função continue basicamente a mesma ou seja, apenas exibir na tela a interface de aplicativos executados num servidor central e enviar de volta os clicks do mouse e teclas digitadas no teclado. A grande vantagem de usar terminais leves ao invés de desktops tradicionais é que a todos os programas, arquivos e configurações ficam armazenados num servidor central, o que significa um único local para fazer backup e solucionar problemas. Dependendo da estrutura usada, o desempenho também pode ser melhor, pois é possível ter um servidor com vários processadores e muita memória, ou mesmo um cluster formado por vários servidores rodando em paralelo. É como ter um único servidor Web, muito rápido compartilhado por vários sites, ao invés de vários servidores menores. Como geralmente um site é acessado de cada vez, na maioria do tempo ele acaba dispondo da capacidade total do servidor. Utilizar uma rede baseada em terminais leves também tem suas desvantagens. A primeiro é o fato de passar a existir um único ponto de falha (o servidor ou o hub/switch que interliga os pontos da rede) que pode derrubar a rede inteira caso falhe. Além disso, é preciso investir numa boa estrutura de rede, que seja rápida e confiável, já que qualquer falha na rede pode deixar alguns terminais inoperantes. Outro ponto a considerar é que algumas soluções proprietárias podem ser mais caras que o mesmo número de desktops e ao implantar você mesmo uma solução baseada em Linux ou no Windows Terminal Server, passa a ser necessário uma certa dose de conhecimento. :. Texel A quantidade de texturas que uma placa 3D é capaz de processar por segundo é medida em milhões de texels por segundo (megatexels). "Texel" é um termo semelhante a "pixel" ou seja, um dos pontos que forma uma imagem, porém, o termo "pixel" é usado para se referir à imagem mostrada no monitor, enquanto "texel" é usado para se referir aos pontos que compõe as texturas que serão aplicadas nos polígonos que compõe qualquer imagem 3D. É uma das medidas de desempenho bruto para placas 3D. :. TFT Mesmo que Matriz ativa, tecnologia usada em monitores de cristal líquido. Veja também: Matriz Ativa. :. Thin Client Veja: Terminal leve :. Thread Um pequeno programa que trabalha como um sub-sistema independente de um programa maior, executando alguma tarefa específica. Um programa dividido em vários threads pode rodar mais rápido que um programa monolítico, pois várias tarefas podem ser executadas simultaneamente. Os vários threads de um programa podem trocar dados entre sí e compartilhar o mesmo espaço de memória e os mesmos recursos do sistema. Para o programador, existem vantagens e desvantagens em dividir um programa em vários threads. Por um lado isso facilita o desenvolvimento, pois é possível desenvolver o programa em módulos, testando-os isoladamente, ao invés de escrever um único bloco de código. Mas, por outro lado, com vários threads o trabalho torna-se mais complexo, devido à interação entre eles. Existem diferenças na maneira como os sistemas operacionais executam processos e threads. Por exemplo, o Windows têm mais facilidade para gerenciar programas com apenas um processo e vários threads, do que com vários processos e poucos threads, pois Windows o tempo para criar um processo e alternar entre eles é muito grande. O Linux e outros sistemas baseados no Unix por sua vez é capaz de criar novos processos muito rápido, o que explica o fato de alguns aplicativos, como por exemplo o Apache, rodarem muito mais rápido no Linux do que no Windows, ao serem portados para ele. Porém, ao serem alterados, os mesmos programas podem apresentar um desempenho semelhante nos dois sistemas. É o que a equipe do apache vem procurando fazer nas versões atuais do programa. Veja também: Processo e Hyperthreading :. Thoroughbred O Thoroughbred será um Athlon produzido numa nova arquitetura de 0.13 mícron. O Thoroughbred deverá ser lançado no início de 2002, atingindo freqüências acima de 2 GHz. Especulações falam em processadores de 3 GHz

4 a partir do segundo semestre de :. Throughput Uma explicação simples é que o Throughput é a velocidade com que dados são transmitidos de um lugar para outro. Quanto mais dados um dispositivo é capaz de transmitir, maior é seu Throughput. Por exemplo, um módulo de memória SDRAM PC-100 trabalha a 100 MHz e é capaz de transmitir 64 bits de dados por ciclo, com isso o Throughput deste módulo de memória é de 800 Megabytes por segundo (64 bits x 100 milhões de ciclos / 8 bits por byte). Este termo é utilizado também em relação à quantidade de dados que um processador é capaz de processar dentro de um determinado período de tempo. :. Thunderbird É a geração atual do Athlon, que vem no formato soquete A e é equipado com 256 KB de cache on-die, operando na mesma freqüência do Processador. Assim que foi lançado, o Thunderbird substituiu imediatamente as linhas anteriores, pois é mais rápido e mais barato de se produzir. O Athlon Thunderbird pode ser encontrado em versões de 700 MHz a 1.33 GHz. :. TideWater Este é um novo formato de placa mãe que está sendo desenvolvido pela Intel. As placas que seguirem este padrão serão ainda menores que as placas mini-atx atuais, com componentes onboard, poucos slots de expansão disponíveis e processadores de baixo custo, que dissipem pouco calor. Será um padrão útil para as empresas interessadas em desenvolver PCs compactos, com baixo nível de ruído, de baixo custo, ou com algum tipo de design inovador. :. Tillamook Nome código dos processadores Pentium MMX de 233, 266 e 300 MHz, produzidos numa arquitetura de 0.25 mícron, originalmente destinados a notebooks. Estes processadores chegaram também a ser usados em alguns poucos micros de grife. Este mobile MMX existiu em versões de 200, 233, 266 e 300 MHz. Não foi assim tão usado pois era um processador relativamente caro e na época já existia o Pentium II que era mais rápido, mas chegou a equipar vários modelos de notebook e até mesmo alguns PCs de grife (pelo que sei apenas modelos da Dell e Compaq). É um caso semelhante ao K6-2+, que é uma versão do K6-2 com 128 KB de cache L2 full speed embutido, que também é destinado a notebooks. Você já deve ter ouvido falar nesse processador, mas nunca o viu, e provavelmente nem vai ver a venda em uma loja, apenas em notebooks ou em um ou outro PC de grife. :. Tinma O Tinma, era para ser uma versão de baixo custo do Celeron, que já viria com o chipset integrado no próprio processador, permitindo que fossem desenvolvidas placas mães mais baratas para ele. O problema foi que o Tinma utilizaria uma versão do velho chipset i820, e por isso precisaria de um novo chip MTH, para permitir o uso de memórias SDRAM normais, ou invés das caríssimas memórias Rambus, que seriam impensáveis num processador de baixo custo. A dificuldade em criar um chip MTH estável, combinada com os atrasos no desenvolvimento do projeto levou a Intel a abandoná-lo. :. TLB Translation Address Table. A TLB é fundamental no acesso à memória. Basicamente, os endereços de toda a memória RAM disponível são divididos em páginas de memória. Cada página de memória tem uma tabela de endereços, com os dados armazenados e sua localização. Esta tabela precisa ser consultada antes de cada acesso à memória. O grande problema é que em condições normais, a tabela fica armazenada na própria memória RAM, o que faz com que o processador precise fazer um duplo acesso à memória, o primeiro para ler a tabela de endereços e o segundo para recuperar os dados propriamente ditos. A TLB é uma espécie de cache, incluído no processador, que permite que ele mantenha as tabelas de endereços de algumas páginas pré-carregados, o que melhora consideravelmente a velocidade de acesso à memória, quando os dados necessários não são encontrados no cache L1 e L2. Quanto maior é a TLB, mais endereços podem ser armazenados e maior é o ganho. :. Tolerante a Falhas É um sistema preparado para continuar funcionando caso haja alguma falha de hardware ou software. Existem vários níveis de tolerância, como por exemplo usar dois HDs em RAID 1, onde o segundo HD armazena uma cópia exata dos dados contidos no primeiro. Caso o HD principal falhe, a controladora mudará imediatamente para o segundo, permitindo que tudo continue funcionando como se nada tivesse acontecido. Um nível mais alto seria usar dois ou mais servidores completos no mesmo sistema, onde caso o primeiro falhasse o segundo assumiria imediatamente. Um nível mais baixo seria fazer um simples backup para evitar perda de dados ou mesmo usar um

5 no-break para se prevenir de falhas na corrente elétrica. :. Tonga Este é o nome código do Mobile Pentium II, produzido em versões de 233 a 300 MHz, usando uma arquitetura de 0.25 mícron e um encaixe especial, o MCC, Mini Cartridge Connector. :. Topologia (de rede) A topologia de rede diz respeito à forma como os micros são fisicamente ligados entre sí, ou seja, o tipo e a distribuição dos cabos de rede. Existe ainda a topologia lógica, que independentemente da topologia física usada, dita a forma como os micros se comunicam. Por exemplo, as redes Ethernet podem utilizar topologias físicas de estrela ou barramento, mas a topologia lógica é sempre de barramento, pois os PCs transmitem os sinais para toda a rede, como se todos estivessem ligados ao mesmo cabo. :. Topologia de barramento Esta é a topologia física utilizada pelas redes Ethernet 10Base2, que utilizam cabos coaxiais. Neste tipo de rede um PC é ligado ao outro, usando vários segmentos de cabos e conectores T, que possuem o mesmo formato da letra, onde uma ponta é ligada na placa de rede e as outras duas são ligadas às estações vizinhas. Nas duas extremidades da rede temos terminadores, que absorvem os sinais, evitando que eles retornem na forma de interferência. Os dados são transmitidos para todos os PCs conectados, mas apenas o destinatário correto lê os pacotes dados. Também existem uma boa flexibilidade, já que para adicionar mais PCs é necessário apenas liga-los aos já existentes e o custo é baixo, já que não é necessário utilizar hubs. Apesar disso, as redes 10Base2 entraram em desuso, pois a velocidade ficou estacionada nos 10 megabits e os conectores são muito susceptíveis a mal contatos e outros problemas difíceis de isolar. :. Topologia de estrela As redes em estrela, que são as mais comuns hoje em dia, utilizam cabos de par trançado e um hub como ponto central da rede. O hub se encarrega de retransmitir todos os dados para todas as estações, mas com a vantagem de tornar mais fácil a localização dos problemas, já que se um dos cabos, uma das portas do hub ou uma das placas de rede estiver com problemas, apenas o PC ligado ao componente defeituoso ficará fora da rede, ao contrário do que ocorre nas redes 10Base2, onde um mal contato em qualquer um dos conectores derruba a rede inteira. Claro que esta topologia se aplica apenas a pequenas redes, já que os hubs costumam ter apenas 8 ou 16 portas. Em redes maiores é utilizada a topologia de árvore, onde temos vários hubs interligados entre sí por switches ou roteadores. Em inglês é usado também o termo Star Bus, ou estrela em barramento, já que a topologia mistura características das topologias de estrela e barramento. :. Touch Pad Um sistema apontador, que é usado predominantemente em notebooks, onde ao invés da bolinha, é usada uma tela sensível ao toque, um quadradinho cinza, com uma superfície sensível ao toque. Ao invés de movimentar o mouse, basta deslizar os dedos sobre a superfície para mover o cursor. A vantagem deste sistema é que é menor, mais fino e não possui partes móveis, apesar de também não ser tão confortável de se usar quanto um mouse "de verdade". :. Touch Screen (Monitores) Os monitores sensíveis ao toque são muito usados em caixas de banco, quiosques multimídia, computadores de mão, e vários outros equipamentos. Estes monitores são compostos de um monitor CRT ou LCD comum e de uma película sensível ao toque. Além de serem ligados na placa de vídeo, estes monitores são ligados também em uma das portas seriais do micro, bastando instalar o software adequado para que os toques na tela substituam os cliques do mouse. O funcionamento da camada sensível ao toque é bem interessante, baseando-se no uso do infravermelho. A tela é formado por vários emissores e receptores, que comunicam-se continuamente, tanto na horizontal quanto na vertical. Ao tocar a tela, interrompe-se a comunicação entre alguns, fazendo com que a posição do toque seja percebida. :. TPI True Performance Initiative, um padrão que a AMD vem tentando estabelecer com a ajuda de outros fabricantes que visa criar um conjunto de testes e benchmarks de vários fabricantes e levando em consideração o desempenho do processador em várias aplicações, que possa servir como uma medida confiável de desempenho para processadores. A idéia da AMD é vender sua próxima geração de processadores, a família K8 (composta pelos chips ClawHammer e SledgeHammer) segundo este índice de desempenho e não segundo sua frequência de operação.

6 :. Traffic Tráfego de dados na rede. Quando a quantidade de dados que trafega é muito grande, a rede torna-se congestionada e as transferências ficam cada vez mais lentas. :. Transceptor O mesmo que transceiver ou ainda (em redes Ethernet) "MAU". Este é o componente da placa de rede que conecta os circuitos da placa ao cabo de rede e é encarregado de transmitir e receber os dados. :. Transístor Apesar do transístor ser a base de praticamente qualquer tecnologia moderna, seu funcionamento é bastante simples, quase elementar. É como naquele velho ditado "as melhores invenções são as mais simples". As válvulas, usadas durante as décadas de 40 e 50, eram muito mais complexas que os transístores e mesmo assim foram rapidamente substituídas por eles. Um transístor é composto basicamente de três filamentos, chamados de base, emissor e coletor. O emissor é o polo positivo, o coletor o polo negativo, enquanto a base é quem controla o estado do transístor, que pode estar ligado ou desligado. Quando o transístor está desligado, não existe carga elétrica na base, por isso, não existe corrente elétrica entre o emissor e o coletor (temos então um bit 0). Quanto é aplicada uma certa tensão na base, o circuito é fechado e é estabelecida a corrente entre o emissor e o receptor (um bit 1). Atualmente, os processadores contém milhões de transistores. Um Pentium 4 possui 42 milhões, um Athlon Thunderbird possui 37 milhões e assim por diante. Apesar disso, tudo o que é processado baseia-se nestes dois estados: 1 e 0. Existe um segundo tipo de transístor, que ainda é razoavelmente usado em situações onde é necessário lidar com uma grande tensão elétrica, que tem a mesma função, mas é composto de um bloco de germânio ao invés de silício. O germânio também é um material semicondutor e foi a base dos primeiros transístores. Transístor :. Transmeta A Transmeta, é uma companhia nova no mercado, que conta com a ajuda de ninguém menos que Linus Torvalds, idealizador e principal criador do Linux. Atualmente ela está colocando no mercado seu primeiro processador, o Crusoé. A dez anos atrás tínhamos uma grande discussão entorno de quais eram os melhores processadores, os RISC ou os CISC. Os processadores CISC eram mais versáteis e complexos, enquanto os RISC eram mais simples e baratos. Atualmente esta discussão não faz muito sentido, pois mesmo os processadores supostamente RISC, como o G4 utilizam recursos tão complexos quanto os usados nos processadores CISC, um G4 não é mais simples do que um Pentium II por exemplo. O Crusoé, o novo chip da Transmeta aparece como uma nova alternativa de chip simples e barato. As principais características do Crusoé são: 1- Compatível com a plataforma PC; 2 - Híbrido de Hardware e Software; 3 - Projeto desenvolvido com o objetivo de consumir um mínimo de eletricidade. A idéia é desenvolver um chip o mais simples possível, mas que ao mesmo tempo mantenha uma performance comparável à dos processadores atuais. Para conseguir isto, a Transmeta desenvolveu o "Code Morphing Software", uma camada de software, que executa as tarefas de traduzir as instruções x86 nas instruções utilizadas pelo processador, ordenar as instruções de forma que sejam executadas mais rápido. etc. Executando estas tarefas via software, foi possível criar um chip muito pequeno, que consome um mínimo de eletricidade. O baixo consumo elétrico torna o Crusoé perfeito para a maioria dos micros portáteis, servindo como uma opção muito mais poderosa em termos de processamento aos processadores utilizados atualmente em Handhelds e Palmtops, podendo também se aventurar no ramo de notebooks. :. Tracert Tracerout ou rastreamento de rota. Um dos comandos do MS-DOS que permite verificar por quais roteadores os pacotes de dados passam antes de chegar a um endereço determinado. Para usar este comando, basta digitar "tracert endereço" no prompt do MS-DOS. O endereço pode ser tanto um endereço IP, quanto um domínio. Experimente por exemplo usar "tracert :. Track at Once (TAO) Este método de gravação permite criar CDs multisessão, onde os dados são gravados uma trilha de cada vez, sem fechar o CD, permitindo gravar mais dados posteriormente, até que o CD esteja totalmente preenchido. Uma desvantagem é que até serem fechados, os CDs só podem ser lidos em gravadores, não em drives de CD normais. Alguns drives antigos não conseguem ler CDs multisessão, mesmo que fechados. :. Trojan Horse Cavalo de Tróia. Um programa malicioso, enviado como se fosse um jogo, ou outro arquivo qualquer que possa levar o usuário a executa-lo. Uma vez instalado, o trojan abre uma ou várias portas do micro para que quem o enviou possa ter acesso. A maioria permite ao "visitante" ter pleno controle sobre o PC, deletar ou criar arquivos, modificar configurações, instalar programas, ou até mesmo fazer coisas como mover o mouse ou abrir a bandeja do CD-ROM remotamente.

7 A imagem vinculada não pode ser exibida. Talvez o arquivo tenha sido movido, renomeado ou excluído. Verifique se o vínculo aponta para o arquivo e o local corretos. Em geral, cada trojan tem uma porta defaut, o que permite que pessoas mal intencionadas usem sniffers (programas farejadores) para localizar rapidamente vários PCs infectados. Os PCs com alguma forma de acesso rápido são os mais visados, pois podem ser usados em ataques DoS, como servidores Warez, etc. Atualmente, os antivírus costumam ser capazes de detectar a grande maioria dos trojans. :. True Black "Preto verdadeiro", quando uma impressora possui um cartucho separado com tinta preta. O oposto é o "Composite Black", onde a impressora, por não possuir tinta preta, combina as três (ou quatro) cores para formálo. :. TSOP Thin Small Outline Package. Este é o encapsulamento utilizado pela maioria dos módulos de memória SDRAM e DDR. Neste encapsulamento os chips possuem "pernas" que são soldados a contatos no módulo de memória. Apesar de serem a forma mais barata de resolver o problema, as pernas aumentam a distância que o sinal elétrico precisa percorrer a cada acesso, prejudicando o desempenho do módulo. Encapsulamento TSOP Como opção existem as várias opções de encapsulamento BGA, onde temos pequenos pontos de solda na parte inferior do chip, que são diretamente soldados nos contatos do módulo usando vapor. Segundo muitos fabricantes, o uso de encapsulamento BGA pode aumentar em até 80 MHz a frequência máxima do módulo de memória. Ou seja, um módulo de memória PC-166 poderia trabalhar possivelmente a 233 MHz se fosse produzido usando o formato BGA. Claro, isto também o tornaria muito mais caro. Veja também: BGA e FBGA :. TSR Terminate and Stay Resident, um comando suportado por alguns programas e sistemas operacionais, onde o programa permanece na memória, em estado de latência, aguardando algum dado ou comando estabelecido, que o faz acordar e desempenhar suas funções. :. TTL Time To Live, é um termo que se aplica à Internet ou grandes redes. Especifica por quantos roteadores um pacote de dados pode passar até que seja descartado. Evita que pacotes perdidos congestionem a rede. Quando um pacote é descartado, o host emissor recebe a notificação do erro e retransmite o pacote. :. Tualatin Esta é a arquitetura utilizada nos Celerons a partir de 1.2 GHz. O Celeron Tualatin é produzido numa técnica de 0.13 mícron, assim como o Pentium 4 Northwood, e compartilha o mesmo projeto do Celeron Coppermine, com excessão do cache L2, que no Tualatin é de 256 KB e da inclusão de um novo recurso, chamado Data Prefetch Logic, capaz de melhorar mais um pouco o desempenho do processador. Graças às freqüências de operação mais altas e ao cache maior, os novos Celerons são bem mais rápidos que os antigos, mas em compensação, algumas mudanças na sinalização do processador os tornaram incompatíveis com as placas mãe antigas. Na época do lançamento, os Tualatins são suportados apenas pelas placas com chipsets i815 stepping B, i810 stepping B2, VIA Apollo Pro133T, VIA Apollo Pro266T e ALi Aladdin Pro 5T. :. Type I Font (fonte Tipo 1) Tradicionalmente o XFree do Linux utiliza fontes tipo 1, que oferecem um visual muito ruim ao serem ampliadas ou reduzidas. O Windows por outro lado utiliza fontes TrueType (criação da Apple naturalmente... ;-) desde o 3.x. As fontes helvetica e times incluídas no Mandrake por exemplo nada mais são do bitmaps que são redimensionados de acordo com o tamanho de fonte a ser exibido. Isto explica por que a helvetica fica normal no tamanho 11, mas horrível no tamanho 12 por exemplo

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