Conteúdo: Desconsideração da Personalidade Jurídica. Domicílio. Bens. - Pessoa Jurídica -

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Conteúdo: Desconsideração da Personalidade Jurídica. Domicílio. Bens. - Pessoa Jurídica -"

Transcrição

1 Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Civil (Parte Geral) / Aula 10 Professor: Rafael da Motta Mendonça Conteúdo: Desconsideração da Personalidade Jurídica. Domicílio. Bens. - Pessoa Jurídica - 6. Desconsideração da Personalidade Jurídica: c) Observações Gerais (cont.): Aspectos Processuais: Em regra, a desconsideração da personalidade jurídica dependerá de requerimento da parte ou do MP (exceções: desconsideração de ofício - justiça do trabalho, direito do consumidor e direito ambiental), sendo decretada através de decisão judicial. É obrigatório o contraditório e ampla defesa, sob pena de nulidade. Não é necessária a inclusão dos sócios no polo passivo, sendo estes atingidos automaticamente pela desconsideração. STJ - necessidade de incidente processual de desconsideração, instaurado na fase de execução ou em processo de execução autônomo (execução de título extrajudicial), a fim de oportunizar o contraditório e a ampla defesa. REsp /SP REsp /RJ - a desconsideração poderá ser requerida em qualquer momento do processo, por meio de incidente processual, oportunizando-se aos sócios e à própria pessoa jurídica o contraditório e a ampla defesa. Projeto de Lei 3401/08 - regula o processo judicial de desconsideração da personalidade jurídica. Na desconsideração, a responsabilidade dos sócios não se limita as suas quotas sociais. REsp (Informativo 468 STJ) A responsabilidade limita-se ao sócio ou administrador que praticou o ato irregular - Enunciado 7 CJF.

2 Enunciado 7 CJF: Art. 50: só se aplica a desconsideração da personalidade jurídica quando houver a prática de ato irregular e, limitadamente, aos administradores ou sócios que nela hajam incorrido. Enunciado 146 CJF: Art. 50: Nas relações civis, interpretam-se restritivamente os parâmetros de desconsideração da personalidade jurídica previstos no art. 50 (desvio de finalidade social ou confusão patrimonial). (Este Enunciado não prejudica o Enunciado n. 7). É importante destacar que o Enunciado 7 do CJF é muito criticado pela doutrina (Nelson Rosenvald, Flávio Tartuce, dentre outros), pois o fundamento da desconsideração é a proteção da vítima (exequente) e, portanto, limitar a responsabilidade ao sócio que praticou o ato irregular seria temerário, pois poderia dificultar ou até mesmo impedir o adimplemento. Além disso, somente seria aplicável à Teoria Maior, haja vista que na Teoria Menor não há ato irregular (desvio de finalidade ou confusão patrimonial). CESPE - o disposto no Enunciado 7 CJF poderá ser gabarito de questão. A simples prática do ato ultra vires não acarreta a desconsideração. Ato ultra vires - é aquele que extrapola o objeto social da pessoa jurídica, ou seja, são os atos praticados além dos limites do contrato social. De acordo com a Teoria da Aparência, o ato ultra vires vincula a pessoa jurídica. REsp /MG Desconsideração Expansiva - é aquela que visa atingir o sócio oculto. Desconsideração Inversa - atinge o patrimônio da pessoa jurídica para responder a uma dívida pessoal do sócio. É muito comum nos casos em que o sócio transfere o seu patrimônio próprio para a pessoa jurídica, como forma de evitar o adimplemento. Possui os mesmos requisitos da desconsideração direta. Enunciado 283 CJF: Art. 50. É cabível a desconsideração da personalidade jurídica denominada inversa para alcançar bens de sócio que se valeu da pessoa jurídica para ocultar ou desviar bens pessoais, com prejuízo a terceiros. REsp /MS (Informativo 440 STJ) - Relatora Nancy Andrighi.

3 Obs: É comum cair em provas a diferenciação entre Desconsideração Inversa e Desconsideração Expansiva. Desconsideração no âmbito da Administração Pública trata-se da desconsideração que se dá por ato administrativo, independentemente de decisão judicial. Visa impedir que sociedades de fachada celebrem contratos com a Administração Pública. Questão de prova discursiva do BNDES: STJ - RO 15166/BA (08/09/03) - No caso admitido pelo STJ, o objetivo da desconsideração foi ampliar uma sanção imposta à pessoa jurídica aos sócios, evitando a formação de empresas de fachada para celebrar contratos com a Administração Pública. Observe-se que a Bahia é o único estado que possui uma lei estadual permitindo a desconsideração por ato administrativo - art. 200 da Lei 9433/05 (muito bem comentada por Pablo Stolze) DOMICÍLIO - 1. Conceito: Domicílio - estada habitual da pessoa em determinada localidade (elemento objetivo) com o animus de permanecer em definitivo (elemento subjetivo). Residência - estada habitual sem animus de permanecer em definitivo (ausência do elemento subjetivo). Morada - estada eventual em determinada localidade. O art. 71 do CC adotou a teoria da pluralidade domiciliar:

4 Art. 71. Se, porém, a pessoa natural tiver diversas residências, onde, alternadamente, viva, considerar-se-á domicílio seu qualquer delas. Adônidas - pessoas sem domicílio, ou seja, sem animus definitivo de permanecer em nenhum lugar. Para os efeitos legais, o seu domicílio é o local onde forem encontrados (art. 73 CC). Art. 73. Ter-se-á por domicílio da pessoa natural, que não tenha residência habitual, o lugar onde for encontrada. 2. Modalidades de Domicílio: Domicílio Profissional (art. 72 CC): Art. 72. É também domicílio da pessoa natural, quanto às relações concernentes à profissão, o lugar onde esta é exercida. Domicílio da Pessoa Jurídica (art. 75 CC) Art. 75. Quanto às pessoas jurídicas, o domicílio é: I - da União, o Distrito Federal; II - dos Estados e Territórios, as respectivas capitais; III - do Município, o lugar onde funcione a administração municipal; IV - das demais pessoas jurídicas, o lugar onde funcionarem as respectivas diretorias e administrações, ou onde elegerem domicílio especial no seu estatuto ou atos constitutivos. Domicílio Necessário - é aquele imposto por lei, quebrando a regra da voluntariedade (animus de permanecer em definitivo). Incapaz - dos seus representantes Servidor Público - onde exerce permanentemente as suas funções Militar - Exército - onde estiver servindo / Marinha e Aeronáutica -sede do Comando Militar a que estiver subordinado. Marítimo - onde o navio estiver matriculado Preso - local de cumprimento da pena. Art. 76. Têm domicílio necessário o incapaz, o servidor público, o militar, o marítimo e o preso. Parágrafo único. O domicílio do incapaz é o do seu representante ou assistente; o do servidor público, o lugar em que exercer permanentemente suas funções; o do militar, onde servir, e, sendo da Marinha ou da Aeronáutica, a sede do

5 comando a que se encontrar imediatamente subordinado; o do marítimo, onde o navio estiver matriculado; e o do preso, o lugar em que cumprir a sentença. Domicílio Consular (art. 77 CC): Art. 77. O agente diplomático do Brasil, que, citado no estrangeiro, alegar extraterritorialidade sem designar onde tem, no país, o seu domicílio, poderá ser demandado no Distrito Federal ou no último ponto do território brasileiro onde o teve. Domicílio Especial (art. 78 CC) - é aquele contratualmente ajustado para fins de cumprimento de obrigações. Art. 78. Nos contratos escritos, poderão os contratantes especificar domicílio onde se exercitem e cumpram os direitos e obrigações deles resultantes. Obs: Cláusula de eleição de foro - é admitida nas relações civis, pois a competência territorial é relativa. Porém, nas relações de consumo é considerada abusiva II BENS - (art. 79 a 103 CC) 1. Bens Públicos (art. 98 CC): a) Modalidades de bens públicos (art. 99 CC): Bens de uso comum - são aqueles que qualquer cidadão tem acesso - exs: ruas, praças e avenidas. Bens de uso especial - são aqueles afetados a uma destinação específica - exs. prédios de Secretarias e Ministérios. Bens Dominicais - é aquele que integra o patrimônio disponível da pessoa jurídica de direito público - não está afetado a uma destinação específica e não é de uso comum do povo. b) Características dos Bens Públicos: Inalienáveis Imprescritíveis - não podem ser usucapidos (art. 102 CC). Impenhoráveis - a garantia é substituída pelos precatórios.

6 Obs1: Alienação de Bem Público: Art Os bens públicos não estão sujeitos a usucapião. Somente os bens públicos dominicais podem ser alienados (art. 101 CC), desde que cumpridas as exigências da lei: avaliação, licitação (art. 17 da Leu 8.666) e lei autorizativa. Os bens públicos de uso comum e de uso especial somente poderão ser alienados após a desafetação, através de lei, que consiste na transformação em bem público dominical. Obs2: A cobrança de taxa ou tarifa pública para que o cidadão tenha acesso a bens de uso comum do povo não o desnaturam como tal. Art O uso comum dos bens públicos pode ser gratuito ou retribuído, conforme for estabelecido legalmente pela entidade a cuja administração pertencerem. Obs3: Se a questão trouxer apenas "bens que integram o patrimônio da União" a alternativa correta será "bens dominicais" (FCC - questão de prova MPF). Isso porque para ser bem de uso especial, a alternativa deverá trazer a afetação a uma destinação específica. Obs4: Praias No Brasil, toda praia é bem de uso comum do povo. Não existe praia particular no Brasil. É importante ressaltar que os bens de uso comum do povo podem ter o acesso limitado em prol da soberania e da segurança nacional. E as praias das ilhas? No Brasil, temos duas espécies de ilhas: lhas Oceânicas - afloramentos do próprio relevo submarino (montanha debaixo da água em que o pico fica para fora) - ex. Ilha Grande, Fernando de Noronha. Não podem ser concedidas a particulares. Ilhas Marítimas - afloramentos do próprio relevo continental - ex. Ilhas da Região dos Lagos, Paraty, Angra dos Reis. As ilhas marítimas podem ser concedidas a particulares, sob o regime de concessão (uso e posse) - ex. Ilha de Caras, Ilha de Pitanguy. A praia das ilhas, inclusive das ilhas marítimas (que podem ser concedidas a particulares), são bens de uso comum do povo.

7 Obs5: O Poder Público pode limitar o acesso do cidadão a um bem de uso comum do povo, mediante os regimes de autorização, permissão e concessão (contrato administrativo), permitindo que o particular desempenhe atividade econômica em determinada área (ex. show em praça pública, cobrando-se ingresso para a entrada) - Questão da última prova oral da PGE. Obs6: Terras devolutas: Terra devoluta é sinônimo de "terra devolvida", compreendendo aquelas terras que não possuem registro. Natureza Jurídica das terras devolutas? A natureza jurídica das terras devolutas é controvertida, existindo duas correntes sobre o tema: 1) Majoritária - Bem público dominical. Tal entendimento gera uma delimitação dos bens públicos por um critério residual - tudo que não tem registro é do poder público. Desde a Constituição de 1891, as terras devolutas pertencem aos Estados membros (antes, pertenciam à Coroa). Se considerarmos as terras devolutas um bem público dominical, o particular que a ocupa não poderá usucapir e o poder público poderá aliená-la. 2) Minoritária e STJ - Silvio Rodrigues sempre defendeu que terra devoluta não é bem público dominical, utilizando como fundamento o art. 188 CF. Segundo o autor, a terra devoluta seria uma "terra de ninguém", ou seja, as terras sem registro não pertenceriam nem ao poder público nem ao particular. Além disso, o doutrinador sustenta que em relação às terras sem matrícula, o poder público deveria ajuizar ação demarcatória, sendo necessário comprovar a propriedade sobre as mesmas. STJ - em decisão recentíssima, Luiz Felipe Salomão admitiu a usucapião em terra devoluta, o que significa dizer que terra devoluta não é bem público dominical. Portanto, terra sem matrícula não seria bem público.

GRUPOS ECONÔMICOS E RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA

GRUPOS ECONÔMICOS E RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA GRUPOS ECONÔMICOS E RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA Maria Rita Ferragut Livre-docente em Direito Tributário pela USP Mestre e Doutora pela PUC/SP rita@fmac.adv.br GRUPO ECONÔMICO Conjunto de sociedades empresárias

Leia mais

Conteúdo: Direitos da Personalidade - Direito ao Nome. Pessoa Jurídica.

Conteúdo: Direitos da Personalidade - Direito ao Nome. Pessoa Jurídica. Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Civil (Parte Geral) / Aula 08 Professor: Rafael da Motta Mendonça Conteúdo: Direitos da Personalidade - Direito ao Nome. Pessoa Jurídica. 4. Espécies de Direitos

Leia mais

DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA NA JUSTIÇA DO TRABALHO

DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA NA JUSTIÇA DO TRABALHO DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA NA JUSTIÇA DO TRABALHO Se negativa a providência supra, diante da responsabilidade dos sócios conforme artigos 592 e 596 do C.P.C c/c o inciso V do artigo 4º da

Leia mais

Curso Direito Empresarial Ciências Contábeis

Curso Direito Empresarial Ciências Contábeis AULA 5 Sociedades. Empresárias ou simples. Personificadas e não personificadas. Sociedades empresárias, espécies. 5.1. Desconsideração da personalidade jurídica da empresa Em algumas situações, o patrimônio

Leia mais

PARTE GERAL CONTRATO DE SOCIEDADE

PARTE GERAL CONTRATO DE SOCIEDADE PARTE GERAL CONTRATO DE SOCIEDADE 1 CONTRATO DE SOCIEDADE 1 Elementos contratuais 2 Sociedades simples e empresárias 3 Sociedades não personificadas 4 Sociedade em comum 4.1 Patrimônio social e responsabilidade

Leia mais

5. A cessação da menoridade pelo casamento ocorre: a) em qualquer idade;

5. A cessação da menoridade pelo casamento ocorre: a) em qualquer idade; SIMULADO DIREITO CIVIL DOMICÍLIO CIVIL CAPACIDADE DIREITOS DA PERSONALIDADE 1. Felipe, que no próximo mês irá completar 16 anos de idade, embora tenha nascido surdo-mudo, aprendeu a exprimir sua vontade.

Leia mais

42) Quanto aos elementos ou requisitos de validade dos atos administrativos não podemos afirmar:

42) Quanto aos elementos ou requisitos de validade dos atos administrativos não podemos afirmar: Finalmente, hoje, terminaremos os comentários ao simulado da 2ª Feira do Concurso. 41) Analise as situações abaixo e assinale a alternativa correta: I Ronaldo é Auditor Fiscal da Receita Federal aposentado

Leia mais

Reunião de pessoas em prol de interesses comuns. (Aurélio, 2010).

Reunião de pessoas em prol de interesses comuns. (Aurélio, 2010). Prof. Thiago Gomes Empresariais O que é uma sociedade? Reunião de pessoas em prol de interesses comuns. (Aurélio, 2010). Qual o foco de nosso estudo? As sociedades cujo o objetivo é lucro para seus sócios.

Leia mais

Curso Direito Empresarial Administração

Curso Direito Empresarial Administração AULA 4 Sociedades. Empresárias ou simples. Personificadas e não personificadas. Sociedades empresárias, espécies. 4.1. As sociedades empresárias A pessoa jurídica Sociedade empresária é um agrupamento

Leia mais

Empresário Irregular:

Empresário Irregular: ... depois de estudarmos que o conceito de empresário encontra-se no artigo 966 do CC e que o conceito de empresa se extrai do conceito de empresário, vejamos agora a figura do empresário e da sociedade

Leia mais

A SOCIEDADE SIMPLES E AS SOCIEDADES MENORES

A SOCIEDADE SIMPLES E AS SOCIEDADES MENORES A SOCIEDADE SIMPLES E AS SOCIEDADES MENORES 1 TIPOS DE SOCIEDADES NO DIREITO BRASILEIRO SOCIEDADE EM COMUM não tem personalidade jurídica os sócios são ilimitadamente responsáveis SOCIEDADE SIMPLES atividades

Leia mais

Atividades Não Empresariais. Por definição legal algumas atividades não são consideradas empresariais.

Atividades Não Empresariais. Por definição legal algumas atividades não são consideradas empresariais. Atividades Não Empresariais Por definição legal algumas atividades não são consideradas empresariais. Atividades Não Empresariais Profissionais liberais que prestam os serviços de forma direta e profissionais

Leia mais

A responsabilidade pessoal dos sócios nas sociedades empresárias. Michele Schwan Advogada OAB/RS

A responsabilidade pessoal dos sócios nas sociedades empresárias. Michele Schwan Advogada OAB/RS A responsabilidade pessoal dos sócios nas sociedades empresárias Michele Schwan Advogada OAB/RS 86.749 As três modalidades de constituição de empresa mais utilizadas no Rio Grande do Sul, conforme a Junta

Leia mais

Conceitos Sentidos subjetivo e objetivo. Serviços Públicos. Classificação Individuais (uti singuli) Classificação Gerais (uti universi)

Conceitos Sentidos subjetivo e objetivo. Serviços Públicos. Classificação Individuais (uti singuli) Classificação Gerais (uti universi) Serviços Públicos Direito Administrativo Prof. Armando Mercadante Nov/2009 Sentidos subjetivo e objetivo 1) Sentido subjetivo serviço público é aquele prestado pelo Estado; 2) Sentido objetivo o serviço

Leia mais

Os Impactos do Novo Código de Processo Civil e a Execução Fiscal

Os Impactos do Novo Código de Processo Civil e a Execução Fiscal Os Impactos do Novo Código de Processo Civil e a Execução Fiscal Rafhael Frattari Professor de Direito Tributário da FUMEC/MG Vilas Boas, Lopes e Frattari Advogados Aplicação do NCPC à Execução Fiscal»

Leia mais

MATERIAL DE APOIO PARA AULA 2 E 3 DE MONITORIA EM DIREITO CIVIL I FAG MONITOR: Fabrício Marcelino de Lima

MATERIAL DE APOIO PARA AULA 2 E 3 DE MONITORIA EM DIREITO CIVIL I FAG MONITOR: Fabrício Marcelino de Lima MATERIAL DE APOIO PARA AULA 2 E 3 DE MONITORIA EM DIREITO CIVIL I FAG MONITOR: Fabrício Marcelino de Lima TEMA: 1- PESSOA JURIDICA(continuação) 1.1 Classificação, 1.2 Começo da existência legal da PJ,

Leia mais

Princípios da Administração Pública

Princípios da Administração Pública Princípios da Administração Pública PRINCÍPIO DA LEGALIDADE Conceito: Ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei (art. 5º, II da CF). O Princípio da legalidade

Leia mais

Direito Empresarial

Direito Empresarial www.uniestudos.com.br Direito Empresarial Helder Goes Professor de Direito Empresarial do Universo de Estudos Advogado e Consultor Jurídico Graduado em Direito pela Universidade Tiradentes Especialista

Leia mais

IMPACTOS CORPORATIVOS SOBRE AS ALTERAÇÕES DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Carolina Sayuri Nagai Calaf

IMPACTOS CORPORATIVOS SOBRE AS ALTERAÇÕES DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Carolina Sayuri Nagai Calaf IMPACTOS CORPORATIVOS SOBRE AS ALTERAÇÕES DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Carolina Sayuri Nagai Calaf O QUE MUDOU EM LINHAS GERAIS Parágrafo 5º, no art. 46: Execução Fiscal sempre será proposta no domicílio

Leia mais

2.7. Resumo Elementos do Estado: povo, território e governo soberano.

2.7. Resumo Elementos do Estado: povo, território e governo soberano. 63 QUESTÃO COMENTADA AFRF 2003 Esaf Não há previsão legal para a celebração de contrato de gestão entre a pessoa jurídica de direito público política e a seguinte espécie: a) órgão público; b) organização

Leia mais

As sociedades empresárias no Código Civil. José Rodrigo Dorneles Vieira

As sociedades empresárias no Código Civil. José Rodrigo Dorneles Vieira As sociedades empresárias no Código Civil José Rodrigo Dorneles Vieira jrodrigo@portoweb.com.br 1. A LEGISLAÇÃO EMPRESARIAL: ANÁLISE GERAL 2. CARACTERIZAÇÃO DO EMPRESÁRIO Conceito de empresário A questão

Leia mais

JULGAMENTO DOS RECURSOS INTERPOSTOS CONTRA O GABARITO PRELIMINAR

JULGAMENTO DOS RECURSOS INTERPOSTOS CONTRA O GABARITO PRELIMINAR O DIRETOR DA ESCOLA SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SERGIPE, no uso de suas atribuições legais, torna público o JULGAMENTO DOS RECURSOS INTERPOSTOS CONTRA O GABARITO PRELIMINAR da prova objetiva

Leia mais

DOS LIMITES DA JURISDIÇÃO NACIONAL E DA COOPERAÇÃO INTERNACIONAL CAPÍTULO I DOS LIMITES DA JURISDIÇÃO NACIONAL

DOS LIMITES DA JURISDIÇÃO NACIONAL E DA COOPERAÇÃO INTERNACIONAL CAPÍTULO I DOS LIMITES DA JURISDIÇÃO NACIONAL Em virtude do novo Código de Processo Civil (Lei 13.105, de 16.3.15, que entrará em vigor em 17.3.16, passará a vigorar as novas disposições sobre a Competência Internacional, conforme os artigos abaixo

Leia mais

Olá, pessoal! Chegamos ao nosso décimo primeiro módulo. No módulo 10, tratamos dos recursos. Agora veremos algumas questões sobre a fase executiva.

Olá, pessoal! Chegamos ao nosso décimo primeiro módulo. No módulo 10, tratamos dos recursos. Agora veremos algumas questões sobre a fase executiva. CURSO DE RESOLUÇÃO DE QUESTÕES DE PROCESSO CIVIL PONTO A PONTO PARA TRIBUNAIS MÓDULO 11 EXECUÇÃO Professora: Janaína Noleto Curso Agora Eu Passo () Olá, pessoal! Chegamos ao nosso décimo primeiro módulo.

Leia mais

Conteúdo: Negócio Jurídico: Elementos; Planos; Teoria das Nulidades.

Conteúdo: Negócio Jurídico: Elementos; Planos; Teoria das Nulidades. Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Civil (Parte Geral) / Aula 12 Professor: Rafael da Motta Mendonça Conteúdo: Negócio Jurídico: Elementos; Planos; Teoria das Nulidades. 3. NEGÓCIO JURÍDICO: 3.4

Leia mais

ATO CONSTITUTIVO DE SOCIEDADE INDIVIDUAL DE ADVOCACIA

ATO CONSTITUTIVO DE SOCIEDADE INDIVIDUAL DE ADVOCACIA ATO CONSTITUTIVO DE SOCIEDADE INDIVIDUAL DE ADVOCACIA Pelo presente instrumento, - [Nome do Advogado], [nacionalidade], [estado civil], advogado(a), inscrito(a) na OAB/Ba sob n. [...], inscrito(a) no CPF/MF

Leia mais

ATO CONSTITUTIVO DE SOCIEDADE INDIVIDUAL DE ADVOCACIA (MODELO)

ATO CONSTITUTIVO DE SOCIEDADE INDIVIDUAL DE ADVOCACIA (MODELO) ATO CONSTITUTIVO DE SOCIEDADE INDIVIDUAL DE ADVOCACIA (MODELO) Pelo presente instrumento, - [Nome do Advogado], [nacionalidade], [estado civil], advogado (a), inscrito(a) na OAB/RN sob n. [...], inscrito(a)

Leia mais

Aula 10 CLASSIFICANDO O CONTRATO DE DOAÇÃO SIMPLES UNILATERAL

Aula 10 CLASSIFICANDO O CONTRATO DE DOAÇÃO SIMPLES UNILATERAL Turma e Ano: CAM MASTER B 2015 Matéria / Aula: Direito Civil Obrigações e Contratos Aula 10 Professor: Rafael da Mota Mendonça Monitor: Mário Alexandre de Oliveira Ferreira Aula 10 CLASSIFICANDO O CONTRATO

Leia mais

PONTO 1: Distinção entre Concessão e Permissão PONTO 2: Formas de Extinção da Concessão e Permissão 1. DISTINÇÃO ENTRE CONCESSÃO E PERMISSÃO

PONTO 1: Distinção entre Concessão e Permissão PONTO 2: Formas de Extinção da Concessão e Permissão 1. DISTINÇÃO ENTRE CONCESSÃO E PERMISSÃO 1 DIREITO ADMINISTRATIVO PONTO 1: Distinção entre Concessão e Permissão PONTO 2: Formas de Extinção da Concessão e Permissão 1. DISTINÇÃO ENTRE CONCESSÃO E PERMISSÃO 1.1 CONCESSÃO A concessão é um contrato

Leia mais

É preciso diferenciar a natureza jurídica da antecipação de tutela da decisão de antecipação de tutela, não sendo expressões sinônimas.

É preciso diferenciar a natureza jurídica da antecipação de tutela da decisão de antecipação de tutela, não sendo expressões sinônimas. Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Processo Civil / Aula 24 Professor: Edward Carlyle Conteúdo: Antecipação de Tutela: Efetividade, Momento do Requerimento; Revogação e Modificação; Fungibilidade;

Leia mais

Nota, xi Nota à 9a edição, xiii

Nota, xi Nota à 9a edição, xiii Nota, xi Nota à 9a edição, xiii 1 Direito Administrativo, 1 1.1 Introdução ao estudo do Direito Administrativo, 1 1.2 Ramo do direito público, 3 1.3 Conceito de Administração Pública e de Direito Administrativo,

Leia mais

Curso de Dicas Direito Administrativo Giuliano Menezes

Curso de Dicas Direito Administrativo Giuliano Menezes Curso de Dicas Direito Administrativo Giuliano Menezes 2014 2014 Copyright. Curso Agora Eu Eu Passo - - Todos os direitos reservados ao ao autor. AGENTE ADMINISTRATIVO POLÍCIA FEDERAL - 2014 37 A instituição

Leia mais

CESSÃO DE USO DE ÁREA COMUM USO EXCLUSIVO DA ÁREA. Conforme solicitação técnica do CONDOMINIO BOSQUE DOS

CESSÃO DE USO DE ÁREA COMUM USO EXCLUSIVO DA ÁREA. Conforme solicitação técnica do CONDOMINIO BOSQUE DOS Dr. Rômulo Marques de Souza Junior OAB/GO 29.728 CESSÃO DE USO DE ÁREA COMUM USO EXCLUSIVO DA ÁREA Conforme solicitação técnica do CONDOMINIO BOSQUE DOS BURITIS, sobre o uso exclusivo de área do condomínio,

Leia mais

PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS DIREITO EMPRESARIAL

PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS DIREITO EMPRESARIAL P á g i n a 1 PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS DIREITO EMPRESARIAL 1. A recuperação extrajudicial é uma modalidade prevista na Lei Nº 11.101/2005, e pode ser adotada pelo empresário em dificuldade e com

Leia mais

- Jurisdição - Competência é o limite dentro do qual juízes e tribunais exercem jurisdição.

- Jurisdição - Competência é o limite dentro do qual juízes e tribunais exercem jurisdição. Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Processo Penal / Aula 09 Professor: Elisa Pittaro Conteúdo: Princípios da Jurisdição: Aderência. Competência: Natureza Jurídica; Competência Absoluta x Relativa;

Leia mais

Obtendo a Nacionalidade brasileira

Obtendo a Nacionalidade brasileira Direito Constitucional Da Nacionalidade A nacionalidade é o vínculo jurídico-político que liga um indivíduo a um certo e determinado Estado, fazendo deste indivíduo um componente do povo, da dimensão pessoal

Leia mais

Workshop Simples Nacional Regime Jurídico e Gestão do ISSQN. Programa: O que a Fazenda anda fazendo 9 de Dezembro de 2014 Prédio da PBH

Workshop Simples Nacional Regime Jurídico e Gestão do ISSQN. Programa: O que a Fazenda anda fazendo 9 de Dezembro de 2014 Prédio da PBH Workshop Simples Nacional Regime Jurídico e Gestão do ISSQN Programa: O que a Fazenda anda fazendo 9 de Dezembro de 2014 Prédio da PBH Cobrança do ISSQN Inscrição em Dívida Ativa A Inscrição dos débitos

Leia mais

ª ALTERAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DO CONTRATO SOCIAL DA SOCIEDADE DE ADVOGADOS

ª ALTERAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DO CONTRATO SOCIAL DA SOCIEDADE DE ADVOGADOS ª ALTERAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DO CONTRATO SOCIAL DA SOCIEDADE DE ADVOGADOS...(nome da Sociedade)... [Nota: os instrumentos de alteração contratual devem conter o número de registro da sociedade no CNPJ e

Leia mais

O CONTRATO DE SOCIEDADE

O CONTRATO DE SOCIEDADE O CONTRATO DE SOCIEDADE 1 CONCEITO DE CONTRATO contrato é o acordo de vontade de duas ou mais pessoas com a finalidade de adquirir, resguardar, modificar ou extinguir direitos. (Bevilacqua, 1916 p. 245)

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça CONFLITO DE COMPETÊNCIA Nº 133.536 - SP (2014/0094067-4) RELATOR : MINISTRO BENEDITO GONÇALVES SUSCITANTE : JUÍZO FEDERAL DA 24A VARA CÍVEL DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DO ESTADO DE SÃO PAULO SUSCITADO : JUÍZO

Leia mais

DIREITO EMPRESARIAL E DO CONSUMIDOR. Pessoas e sujeitos de direito: Pessoas Jurídicas

DIREITO EMPRESARIAL E DO CONSUMIDOR. Pessoas e sujeitos de direito: Pessoas Jurídicas DIREITO EMPRESARIAL E DO CONSUMIDOR Pessoas e sujeitos de direito: Pessoas Jurídicas 2 8/10/2010 Profa. Rosinete Cavalcante 1. Pessoas [...] ser ao qual se atribuem direitos e obrigações.. (VENOSA, 2005,

Leia mais

COMUNICAÇÃO DOS ATOS PROCESSUAIS

COMUNICAÇÃO DOS ATOS PROCESSUAIS COMUNICAÇÃO DOS ATOS PROCESSUAIS (I) Previsão jurídica: CPC, arts. 200 a 240. Para fins do presente estudo, adota-se o gênero comunicação dos atos processuais da qual temos como espécies as cartas (de

Leia mais

A Execução Fiscal e o novo CPC. < competência > Prof. Mauro Luís Rocha Lopes

A Execução Fiscal e o novo CPC. < competência > Prof. Mauro Luís Rocha Lopes A Execução Fiscal e o novo CPC < competência > Prof. Mauro Luís Rocha Lopes LEF, art. 5º A competência para processar e julgar a execução da Dívida Ativa da Fazenda Pública exclui a de qualquer outro juízo,

Leia mais

NACIONALIDADE. Questões CESPE

NACIONALIDADE. Questões CESPE NACIONALIDADE Ano: 2015Banca: CESPEÓrgão: MPOGProva: Analista Técnico Administrativo - Cargo 2 Acerca dos princípios fundamentais e dos direitos e deveres individuais e coletivos, julgue o item a seguir.

Leia mais

Concessão, Permissão e Autorização de Serviço Público. Diana Pinto e Pinheiro da Silva

Concessão, Permissão e Autorização de Serviço Público. Diana Pinto e Pinheiro da Silva Concessão, Permissão e Autorização de Serviço Público Diana Pinto e Pinheiro da Silva 1. Execução de Serviço Público Execução de serviço público Dificuldade de definição [...] o conceito de serviço público

Leia mais

Direitos da Personalidade

Direitos da Personalidade CURSO CARREIRAS JURÍDICAS Nº 09 DATA 12/02/16 DISCIPLINA DIREITO CIVIL PARTE GERAL (MANHÃ) PROFESSOR BRUNO ZAMPIER MONITORA JAMILA SALOMÃO AULA 05/07 Ementa: Na aula de hoje serão abordados os seguintes

Leia mais

Base territorial, Itajaí, Navegantes, CARTILHA DA GREVE

Base territorial, Itajaí, Navegantes, CARTILHA DA GREVE CARTILHA DA GREVE INTRODUÇÃO A greve é um direito inalienável dos trabalhadores, públicos ou privados. O seu exercício envolve uma série de condições e implicações, que devem ser consideradas pelo movimento

Leia mais

PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO

PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO Perspectivas e desafios Análise de caso: Empresas terceirizadas Luciano L. A. Moraes setembro/2014 Planejamento tributário Objetivo: Redução, postergação ou eliminação da carga

Leia mais

CEM CADERNO DE EXERCÍCIOS MASTER. Período

CEM CADERNO DE EXERCÍCIOS MASTER. Período CEM CADERNO DE EXERCÍCIOS MASTER Direito Processual Penal Jurisdição e Competência Promotor de Justiça Período 2006 2016 1) CESPE - PJ (MPE TO)/MPE TO/2012 Assunto: Jurisdição e competência A respeito

Leia mais

DIREITO EMPRESARIAL Prof. Maurício Andrade Guimarães

DIREITO EMPRESARIAL Prof. Maurício Andrade Guimarães DIREITO EMPRESARIAL Prof. Maurício Andrade Guimarães Matéria: Obrigações do empresário: O Regime Empresarial Registro: matrícula, arquivamento e autenticação Órgãos de Atuação: DNRC e Junta Comercial Escrituração:

Leia mais

O ESTADO E A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA

O ESTADO E A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA O ESTADO E A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA ESTADO Conjunto de regras, pessoas e organizações que se separam da sociedade para organizá-la. - Só passa a existir quando o comando da comunidade

Leia mais

Condição prévia à contratação em operações com frigoríficos

Condição prévia à contratação em operações com frigoríficos CIRCULAR Nº 38/2011 Rio de Janeiro, 10 de outubro de 2011 Ref.: Ass.: Produtos BNDES Finame Leasing, BNDES Finame e BNDES Automático (Circulares nº 196/2006, de 04.08.2006, nº 33/2011, de 01.09.2011, e

Leia mais

Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro LINDB (decreto lei nº 4657/42)

Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro LINDB (decreto lei nº 4657/42) Turma e Ano: Turma Regular Master A Matéria / Aula: Direito Civil Aula 02 Professor: Rafael da Mota Mendonça Monitora: Fernanda Manso de Carvalho Silva Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro

Leia mais

ESCOLA DE DIREITO CURSO DE DIREITO ROBERTO FREIRE CURSO DE DIREITO FLORIANO PEIXOTO

ESCOLA DE DIREITO CURSO DE DIREITO ROBERTO FREIRE CURSO DE DIREITO FLORIANO PEIXOTO 3ª. Série 06 09 21 22 25 38 CONHECIMENTOS GERAIS DIR. ADMINISTRATIVO DIR. PENAL DIR. PENAL DIR. PENAL DIR. (conteúdo cumulado) A questão trata da temática do Êxodo, decorrente de infortúnios provisórios,

Leia mais

Lei n.º 2/92. De 6 de Abril (*) CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. ARTIGO 1º - Objecto. ARTIGO 2º - Modalidade

Lei n.º 2/92. De 6 de Abril (*) CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. ARTIGO 1º - Objecto. ARTIGO 2º - Modalidade Lei n.º 2/92 De 6 de Abril (*) CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 1º - Objecto A presente lei estabelece as condições de atribuição, aquisição, perda e requisição da Nacionalidade Guineense. ARTIGO 2º

Leia mais

METODOLOGIA NA ELABORAÇÃO DO PLANO DE CLASSIFICAÇÃO E TABELA DE TEMPORALIDADE DE DOCUMENTOS ADMINISTRATIVOS DO PODER JUDICIÁRIO PCTTDA

METODOLOGIA NA ELABORAÇÃO DO PLANO DE CLASSIFICAÇÃO E TABELA DE TEMPORALIDADE DE DOCUMENTOS ADMINISTRATIVOS DO PODER JUDICIÁRIO PCTTDA O Plano de Classificação e Tabela de Temporalidade de Documentos Administrativos(PCTTDA) do Poder Judiciário é um instrumento que visa classificar a documentação administrativa produzida e recebida pelos

Leia mais

MATERIAL DE APOIO 06. Efeitos do contrato relativamente a terceiros. Estipulação em favor de terceiro (arts )

MATERIAL DE APOIO 06. Efeitos do contrato relativamente a terceiros. Estipulação em favor de terceiro (arts ) 1 MATERIAL DE APOIO 06 RELATIVIDADE E EFEITOS DOS CONTRATOS Principal efeito: criar obrigações, estabelecendo um vínculo jurídico entre as partes contratantes contrato = fonte de obrigações. Como REGRA

Leia mais

07/10/2012 PROCESSO PENAL I. Processo penal I

07/10/2012 PROCESSO PENAL I. Processo penal I I 14ª -Parte Professor: Rubens Correia Junior 1 Processo penal I 2 1 CONCEITO: Jurisdição X competência = poder X permissão para exercer o poder EX: TRIBUNAL DO JURI HOUVE UM CRIME DOLOSO IP + DENÚNCIA

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS FACULDADE DE DIREITO Direito Processual do Trabalho Profª. Ms. Tatiana Riemann DISSÍDIO COLETIVO

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS FACULDADE DE DIREITO Direito Processual do Trabalho Profª. Ms. Tatiana Riemann DISSÍDIO COLETIVO DISSÍDIO COLETIVO 1. Conceito - Dissídio coletivo é o processo que vai dirimir os conflitos coletivos do trabalho, por meio do pronunciamento do Poder Judiciário, criando ou modificando condições de trabalho

Leia mais

ATO DO 1º SECRETÁRIO Nº 61, de 2009

ATO DO 1º SECRETÁRIO Nº 61, de 2009 ATO DO 1º SECRETÁRIO Nº 61, de 2009 Dispõe sobre a regulamentação do processamento das consignações em folha de pagamento no Sistema Integrado de Gestão de Recursos Humanos e Elaboração de Folha de Pagamento

Leia mais

Prezados amigos e leitores,

Prezados amigos e leitores, Prezados amigos e leitores, Abaixo, traço breves comentários sobre quatro questões de Direito Processual Civil da prova de analista da área judiciária do concurso do TRT da 1ª Região (2013). Para aprofundar

Leia mais

1 Classificação das sociedades

1 Classificação das sociedades 1 Classificação das sociedades Qto à forma de exploração do objeto Qto à personificação Qto ao regime de constituição Qto à forma de constituição Qto à nacionalidade Qto ao capital Qto à responsabilidade

Leia mais

Direito & Cotidiano Diário dos estudantes, profissionais e curiosos do Direito.

Direito & Cotidiano Diário dos estudantes, profissionais e curiosos do Direito. Direito & Cotidiano Diário dos estudantes, profissionais e curiosos do Direito. http://direitoecotidiano.wordpress.com/ Rafael Adachi Organização Administrativa - Estudo da estrutura da Administração Pública.

Leia mais

Organização Administrativa BOM DIA!!!

Organização Administrativa BOM DIA!!! BOM DIA!!! 1. Introdução 2. Administração Pública 3. Órgão Público 4. Classificação dos Órgãos 5. Descentralização e Desconcentração 6. Função Pública 7. Cargo Público 8. Agente Público 1. Introdução Regime

Leia mais

DIREITO ADMINISTRATIVO

DIREITO ADMINISTRATIVO DIREITO ADMINISTRATIVO Segunda Fase Prof. José Aras BENS PÚBLICOS 1. Generalidades: - Constitui os bens das pessoas de direito público; - Domínio Eminente é DIFERENTE de Bens Públicos; - Domínio Eminente

Leia mais

Noções de Direito Civil Personalidade, Capacidade, Pessoa Natural e Pessoa Jurídica Profª: Tatiane Bittencourt

Noções de Direito Civil Personalidade, Capacidade, Pessoa Natural e Pessoa Jurídica Profª: Tatiane Bittencourt PESSOA NATURAL 1. Conceito: é o ser humano, considerado como sujeito de direitos e deveres. Tais direitos e deveres podem ser adquiridos após o início da PERSONALIDADE, ou seja, após o nascimento com vida

Leia mais

Conteúdo: Pessoa Jurídica: Entes Despersonalizados; Desconsideração da Personalidade Jurídica. - PESSOA JURÍDICA -

Conteúdo: Pessoa Jurídica: Entes Despersonalizados; Desconsideração da Personalidade Jurídica. - PESSOA JURÍDICA - Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Civil (Parte Geral) / Aula 09 Professor: Rafael da Motta Conteúdo: Pessoa Jurídica: Entes Despersonalizados; Desconsideração da Personalidade Jurídica. - PESSOA

Leia mais

ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GABINETE DE DESEMBARGADOR

ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GABINETE DE DESEMBARGADOR ( Agravo de Instrumento no. 041.2007.002068-4/001 Relator: Des. José Di Lorenzo Serpa Agravante: Município de Conde, representado por seu Prefeito Adv. Marcos Antônio Leite Ramalho Junior e outros Agravado:

Leia mais

Aula 11 1) RELAÇÃO ENTRE A FUNÇÃO SOCIAL DOS CONTRATOS E OS DEMAIS PRINCÍPIOS

Aula 11 1) RELAÇÃO ENTRE A FUNÇÃO SOCIAL DOS CONTRATOS E OS DEMAIS PRINCÍPIOS Turma e Ano: CAM MASTER B 2015 Matéria / Aula: Direito Civil Obrigações e Contratos Aula 11 Professor: Rafael da Mota Mendonça Monitor: Mário Alexandre de Oliveira Ferreira Aula 11 1) RELAÇÃO ENTRE A FUNÇÃO

Leia mais

AULA 14. União estável. Concubinato. Arts a 1.727, CC. Art. 226, 3º, CF. Leis nº 9.278/96 e nº 8.971/94. 1

AULA 14. União estável. Concubinato. Arts a 1.727, CC. Art. 226, 3º, CF. Leis nº 9.278/96 e nº 8.971/94. 1 Quem junta com fé, casado é. (Sabedoria popular) AULA 14 União estável. Concubinato. Arts. 1.723 a 1.727, CC. Art. 226, 3º, CF. Leis nº 9.278/96 e nº 8.971/94. 1 BREVE HISTÓRICO CC/1916: UNIÃO ESTÁVEL

Leia mais

Porto Alegre (RS), 20 de junho de 2016.

Porto Alegre (RS), 20 de junho de 2016. Slide 1 EIRELI: Análise Legal e os Resultados Práticos Porto Alegre (RS), 20 de junho de 2016. Slide 2 Conteúdo Programático: - Análise Histórica da Introdução das EIRELI s no Direito Brasileiro; - Conceito

Leia mais

www.oabnuncamais.com.br 1 1 1 Direito Administrativo Intervenção do Estado na Propriedade Organização da Administração Contratos Administrativos Licitação Agentes Públicos Poderes da Administração Responsabilidade

Leia mais

Tribunais Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro Direito Civil Nilmar de Aquino

Tribunais Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro Direito Civil Nilmar de Aquino Tribunais Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro Direito Civil Nilmar de Aquino 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. 1. Introdução Lei que regulamenta

Leia mais

Capítulo 1 Direito Administrativo e Administração Pública...1

Capítulo 1 Direito Administrativo e Administração Pública...1 S u m á r i o Capítulo 1 Direito Administrativo e Administração Pública...1 1.1. Introdução e Conceito de Direito Administrativo... 1 1.2. Taxinomia do Direito Administrativo... 2 1.3. Fontes do Direito

Leia mais

DOMICÍLIO = "É o local no qual a pessoa estabelece a sua residência com ânimo definitivo" RESIDÊNCIA = "Local no qual a pessoa habita.

DOMICÍLIO = É o local no qual a pessoa estabelece a sua residência com ânimo definitivo RESIDÊNCIA = Local no qual a pessoa habita. UNIDADE 6 - DOMICÍLIO CONCEITOS: DOMICÍLIO = "É o local no qual a pessoa estabelece a sua residência com ânimo definitivo" RESIDÊNCIA = "Local no qual a pessoa habita." Não se confundem domicílio e residência.

Leia mais

DA APLICAÇÃO DA LEI PENAL MILITAR

DA APLICAÇÃO DA LEI PENAL MILITAR DA APLICAÇÃO DA LEI PENAL MILITAR Princípio da Legalidade / Princípio Legalidade / Princípio da Anterioridade Art. 1º Não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal. Lei

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DIREITO PROCESSUAL CIVIL

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DIREITO PROCESSUAL CIVIL PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DIREITO PROCESSUAL CIVIL 1. APRESENTAÇÃO A Pós-Graduação em Direito Processual Civil da FAACZ visa à conjugação das referidas áreas em meio à atualização da legislação em vigor,

Leia mais

Estado do Rio de Janeiro Prefeitura Municipal de Mangaratiba Gabinete do Prefeito

Estado do Rio de Janeiro Prefeitura Municipal de Mangaratiba Gabinete do Prefeito DECRETO Nº 3442, DE 07 OUTUBRO DE 2015. ESTABELECE NORMAS PARA O REQUERIMENTO DE LICENÇA TEMPORÁRIA PARA REALIZAÇÃO DE EVENTOS EM GERAL, NO MUNICÍPIO DE MANGARATIBA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O PREFEITO

Leia mais

Comunicações Processuais Prof. Gladson Miranda

Comunicações Processuais Prof. Gladson Miranda Comunicações Processuais Prof. Gladson Miranda CITAÇÃO, INTIMAÇÃO E NOTIFICAÇÃO (Arts. 351 ao 372) CITAÇÃO Conceito Finalidade da Citação art. 396 do CPP FORMAS DE CITAÇÃO 1) Citação real realizada por

Leia mais

PONTO 1: Sociedade Limitada PONTO 2: PONTO 3: PONTO 4: 1. SOCIEDADE LIMITADA 1.1 TEORIA DA DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA

PONTO 1: Sociedade Limitada PONTO 2: PONTO 3: PONTO 4: 1. SOCIEDADE LIMITADA 1.1 TEORIA DA DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA 1 DIREITO EMPRESARIAL DIREITO EMPRESARIAL PONTO 1: Sociedade Limitada PONTO 2: PONTO 3: PONTO 4: Art. 1.052 do CC e ss. 1. SOCIEDADE LIMITADA 1.1 TEORIA DA DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA Prevista

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Absolvição criminal e reintegração do militar estadual Paulo Tadeu Rodrigues Rosa * As forças policiais conforme ensina a doutrina, Álvaro Lazzarini, em sua obra Direito Administrativo,

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XX EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XX EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL Em 1º de janeiro de 2014, a União publicou lei ordinária instituindo Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico (CIDE) incidente sobre as receitas decorrentes

Leia mais

CONTROLE DE CONTEÚDO - ASSEMBLEIA LEGISLATIVA SÃO PAULO - TÉCNICO LEGISLATIVO DIREITO

CONTROLE DE CONTEÚDO - ASSEMBLEIA LEGISLATIVA SÃO PAULO - TÉCNICO LEGISLATIVO DIREITO CONTROLE DE CONTEÚDO - ASSEMBLEIA LEGISLATIVA SÃO PAULO - TÉCNICO LEGISLATIVO DIREITO LÍNGUA PORTUGUESA 1 Leitura e análise de textos. Estruturação do texto e dos parágrafos. Significação contextual de

Leia mais

PROTOCOLO DE SÃO LUÍS EM MATÉRIA DE RESPONSABILIDADE CIVIL PROCEDENTE DE ACIDENTES DE TRÂNSITO ENTRE OS ESTADOS PARTES DO MERCOSUL

PROTOCOLO DE SÃO LUÍS EM MATÉRIA DE RESPONSABILIDADE CIVIL PROCEDENTE DE ACIDENTES DE TRÂNSITO ENTRE OS ESTADOS PARTES DO MERCOSUL MERCOSUL/CMC/DEC.N 1/96 PROTOCOLO DE SÃO LUÍS EM MATÉRIA DE RESPONSABILIDADE CIVIL PROCEDENTE DE ACIDENTES DE TRÂNSITO ENTRE OS ESTADOS PARTES DO MERCOSUL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção e o Protocolo

Leia mais

PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS DIREITO CIVIL

PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS DIREITO CIVIL P á g i n a 1 PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS DIREITO CIVIL 1. Sobre a chamada constitucionalização do Direito Civil, assinale a alternativa correta: A) A constitucionalização do Direito Civil preconiza,

Leia mais

Quebrando a Banca Processo Civil Damião Soares

Quebrando a Banca Processo Civil Damião Soares Quebrando a Banca Processo Civil Damião Soares 2014 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. 2014 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor.

Leia mais

Direito Civil. Empréstimo. Professora Tatiana Marcello.

Direito Civil. Empréstimo. Professora Tatiana Marcello. Direito Civil Empréstimo Professora Tatiana Marcello www.acasadoconcurseiro.com.br Direito Civil LEI Nº 10.406, DE 10 DE JANEIRO DE 2002. Institui o Código Civil. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber

Leia mais

Incidente de Desconsideração da Personalidade Jurídica no NOVO CPC e seus reflexos no Processo do Trabalho

Incidente de Desconsideração da Personalidade Jurídica no NOVO CPC e seus reflexos no Processo do Trabalho Incidente de Desconsideração da Personalidade Jurídica no NOVO CPC e seus reflexos no Processo do Trabalho CARLOS HENRIQUE BEZERRA LEITE Doutor e Mestre em Direito (PUC/SP) Professor de Direitos Sociais

Leia mais

ANEXO I MINUTA DE CONTRATO ADMINISTRATIVO

ANEXO I MINUTA DE CONTRATO ADMINISTRATIVO ANEXO I MINUTA DE CONTRATO ADMINISTRATIVO O MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DA URTIGA-RS, pessoa jurídica de direito público, inscrito no CNPJ sob nº 90.483.082/0001-65, com sede na Avenida Professor Zeferino, n.

Leia mais

CONTROLE DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

CONTROLE DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Professor Alessandro Dantas Coutinho CONTROLE DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 1 - Introdução A Administração Pública atua por meio de seus órgãos e seus agentes, os quais são incumbidos do exercício das funções

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE OSÓRIO SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO SETOR DE LICITAÇÕES

PREFEITURA MUNICIPAL DE OSÓRIO SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO SETOR DE LICITAÇÕES PREFEITURA MUNICIPAL DE OSÓRIO SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO SETOR DE LICITAÇÕES EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO 009/2011 Secretaria Municipal de Administração Processos: 100094/2011 ROMILDO BOLZAN

Leia mais

AULA 16. Tem como obrigação integralizar a quota-parte dele (aquilo que foi subscrito por ele).

AULA 16. Tem como obrigação integralizar a quota-parte dele (aquilo que foi subscrito por ele). Turma e Ano: Regular/2015 Matéria / Aula: Direito Empresarial Professor: Carolina Lima Monitor: André Manso AULA 16 Dos Acionistas Tem como obrigação integralizar a quota-parte dele (aquilo que foi subscrito

Leia mais

DIREITO ADMINISTRATIVO E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

DIREITO ADMINISTRATIVO E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIREITO ADMINISTRATIVO E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Autonomia e controle no setor público Controlar é qualquer ação tomada pela administração pública com o objetivo de atingir metas preestabelecidas. A administração

Leia mais

Altera a Lei nº ,de 27 de dezembro de 1999, que dispõe sobre a Agência Goiana de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos.

Altera a Lei nº ,de 27 de dezembro de 1999, que dispõe sobre a Agência Goiana de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos. GOVERNO DO ESTADO DE GOIÁS Gabinete Civil da Governadoria Superintendência de Legislação LEI Nº 16.653, DE 23 DE JULHO DE 2009 Altera a Lei nº 13.569,de 27 de dezembro de 1999, que dispõe sobre a Agência

Leia mais

IUS RESUMOS. Da Ação Civil Ex Delicto. Organizado por: Max Danizio Santos Cavalcante

IUS RESUMOS. Da Ação Civil Ex Delicto. Organizado por: Max Danizio Santos Cavalcante Da Ação Civil Ex Delicto Organizado por: Max Danizio Santos Cavalcante SUMÁRIO I DA AÇÃO CIVIL EX DELICTO... 3 1. Noções introdutórias... 3 1.1 Modalidades de ação civil ex delicto... 4 2. Legitimidade...

Leia mais

Direito Empresarial. Prof. Dr. Érico Hack

Direito Empresarial. Prof. Dr. Érico Hack Direito Empresarial Aula 7 Empresário e estabelecimento empresarial Prof. Dr. Érico Hack PUCPR Evolução - Empresa Teoria subjetiva Corporações de ofício Teoria objetiva atos de comércio lista taxativa

Leia mais

Quando um contrato é necessário?

Quando um contrato é necessário? Quando um contrato é necessário? Milhares de pessoas realizam acordos diariamente sem se preocuparem com as formalidades e exigências legais. É certo que, para ser válido, nem todo acordo precisa ser formalizado

Leia mais

PARTES, REPRESENTAÇÃO E SUBSTITUIÇÃO PROCESSUAL

PARTES, REPRESENTAÇÃO E SUBSTITUIÇÃO PROCESSUAL PARTES, REPRESENTAÇÃO E SUBSTITUIÇÃO PROCESSUAL Art. 791 - Os empregados e os empregadores poderão reclamar pessoalmente perante a Justiça do Trabalho e acompanhar as suas reclamações até o final. 1º -

Leia mais

Direito das Obrigações

Direito das Obrigações Direito das Obrigações Kauísa Carneiro ZANFOLIN RESUMO: Trata-se de obrigações das quais acarretam consequências jurídicas, são tratadas pela parte especial do Código Civil. Corresponde a uma relação de

Leia mais

DIREITO EMPRESARIAL I. Foed Saliba Smaka Jr. 06/03/2015.

DIREITO EMPRESARIAL I. Foed Saliba Smaka Jr. 06/03/2015. DIREITO EMPRESARIAL I Foed Saliba Smaka Jr. 06/03/2015. Empresário Empresário é a pessoa que toma a iniciativa de organizar uma atividade econômica de produção ou circulação de bens ou serviços. Pode Ser

Leia mais