Editorial EDIÇÃO COMEMORATIVA - 10 ANOS. MeGAZINE 3. Celso Jefferson Paganelli Presidente - The Club

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3 Editorial Olá amigo do The Club, THE CLUB Av. Celso Ferreira da Silva, 190 Jd. Europa - Avaré - SP - CEP Informações: (0xx14) Suporte: (0xx14) Fax: (0xx14) Internet Cadastro: Suporte: Informações: Dúvidas Correspondência ou fax com dúvidas devem ser enviados ao - THE CLUB, indicando "Suporte". Opinião Se você quer dar a sua opinião sobre o clube em geral, mande a sua correspondência para a seção "Tire sua dúvida". Reprodução A utilização, reprodução, apropriação, armazenamento em banco de dados, sob qualquer forma ou meio, de textos, fotos e outras criações intelectuais em cada publicação da Revista The Club são terminantemente proibidos sem autorização escrita dos titulares dos direitos autorais. Copyright The Club 2004 Impressão e acabamento: GRAFILAR Tel.: (0xx14) Fax: (0xx14) Rua Cel. Amando Simôes, Cep São Manuel - SP Tiragem: exemplares Diretor - Presidente Celso Jefferson M. Paganelli Diretor Técnico Mauro Sant Anna Colaboradores Emerson Facunte, Marcelo Nogueira, Fabio Camara, Leonardo Tolomelli, Claudenir Andrade, Marcio Alexandroni, Luigi Volpone Delphi é marca registrada da Borland International, as demais marcas citadas são registradas pelos seus respectivos proprietários. Chegamos a 10 anos! Isso mesmo, 10 anos de existência! Todo esse tempo passamos ao seu lado, e contamos com sua colaboração, sempre muito valiosa! O The Club só tem o sucesso que tem, graças a você! Nestes 10 anos, enfrentamos muitas dificuldades, trocamos de linguagem, e sempre pudemos contar com o seu apoio. Deixa saudade, o nosso querido Clipper, hoje já praticamente morto, e nos deixa feliz o Delphi, resistindo bravamente e inovando como sempre. É claro que, devemos ter algo inovador, principalmente para comemorar uma data tão importante como esta. Por isso mesmo, venho em primeira mão anunciar que a partir deste mês o The Club está oferecendo serviços em.net Framework, inclusive suporte para o Visual Studio.NET. Não vamos de maneira alguma abandonar o Delphi, ou mesmo o Clipper. Pode ficar tranquilo. Mas, com os novos serviços, você terá mais qualidade de atendimento e mais opções para o desenvolvimento de suas aplicações, principalmente para Web e dispositivos móveis. Quero agradecer aqui também publicamente ao Mauro Sant'Anna, meu grande amigo, e também ao Emerson Facunte, Marcelo Nogueira, Fábio Camara por suas contribuições e ajuda para todos aqui do The Club. Peço desculpas a todos os demais companheiros que não citei aqui, pois a ajuda de todos vocês também foi de máxima importância! Espero que gostem de nossa edição comemorativa. E aguardo o seu comentário. Escreva para mim: Muito obrigado. Celso Jefferson Paganelli Presidente - The Club Editorial Tudo muda, quase tudo permanece o mesmo Para onde vai o.net Quanto tempo vai durar seu software?...07 Acessando periféricos remotamente com Delphi Fontes Customizadas no PocketStudio WebServices com Delphi 8.NET - Acessando Banco de Dados ADO.NET - Conhecendo os componentes de conexão a B.D A implementação da engenharia de requisitos como fator crítico de sucesso para desenvolvimento de software Há um tempo, muito, muito distante Advantage Database Server Conhecendo o B.D. na prática...44 Vem ai o Delphi MeGAZINE 3

4 Tudo muda, quase tudo permanece o mesmo por Mauro Sant Anna É comum no ramo da informática achar que tudo muda rapidamente. Por exemplo, em um prazo de apenas três anos um computador fica obsoleto, fazemos upgrade de sistema operacional e a nossa ferramenta de desenvolvimento preferida foi substituída uma ou duas vezes por versões mais novas. Se grandes novidades ocorrem em apenas três anos, em dez anos as mudanças devem ser muito maiores, certo? Na qualidade de decano do The Club e também como pessoa que viu os computadores à corda serem substituídos pelos computadores a querosene com grande fanfarra, eu tenho algumas coisas a dizer. Se formos reparar apenas nos megahertz e megabytes das máquinas, as mudanças são sem dúvida dramáticas. Há dez anos atrás eu usava um MHz com 16 MB de RAM e estou escrevendo este artigo em um Pentium GHz com 512 MB de RAM. Mas se formos olhar com olhos mais céticos, até que as coisas não mudaram tanto assim. Para começar, há dez anos atrás eu estaria escrevendo este artigo no AMI Pro 2.0 sob Windows 3.11, um editor bastante capaz que fazia quase tudo que o Word 2003 que estou usando neste instante faz. Em 1994 eu estava mexendo em cópias betas do Delphi, que continua a ser usado até hoje com poucas modificações. Um programador do Delphi versão 1.0 que de repente fosse trazido para 2004 poderia usar a 7.0 sem nenhuma dificuldade. Mesmo a plataforma Microsoft.NET e o Visual Studio 2003 têm a mesma filosofia do Delphi e usa o mesmo modelo de programação com classes e componentes. Um programador acostumado com o Delphi 1.0 teria um pequeno esforço para se adaptar, mas ainda assim não demoraria muito para tornar-se produtivo no Visual Studio. Em 1994 o Windows 95 Chicago estava em beta. Mesmo o Windows For Workgroups 3.11 não é tão diferente assim do Windows XP do ponto de vista do usuário. O XP é sem dúvida mais estável e mais bonito, mas os menus, caixas de diálogo e botões característicos das interfaces gráficas estão todos lá. O grande pulo que houve do DOS para o Windows esta sim uma grande evolução foi dado há mais de dez anos atrás para a maioria das pessoas. Então, que raio de novidade que realmente houve? A grande novidade não tem muito a ver nem com hardware nem com software. Ela foi a difusão da Internet. A Internet permite acesso a uma enorme quantidade de informações de maneira simples e barata. Ela permite que pessoas ao redor do mundo se comuniquem facilmente e com custo baixíssimo. Lógico que a Internet se beneficiou com as melhoras no hardware e software, mas a grande diferença foi a sua disponibilidade, que pode ser feita com softwares e hardwares relativamente antigos. E as outras novidades trazidas pela Internet? E o desenvolvimento para Web? E as plataformas Java e.net usando máquinas virtuais ou código gerenciado? Não são novidades também? Na verdade, não. Do ponto de vista dos desenvolvedores, os aplicativos Web são muito diferentes de aplicativos Cliente-Servidor feitos com Clipper ou Delphi. Os aplicativos usam clientes relativamente burros um navegador - para acesso a aplicativos que residem em servidores. Embora novidade para a maioria dos jovens desenvolvedores, os aplicativos Web são conceitualmente idênticos aos aplicativos CICS desenvolvidos para mainframes IBM na década de oitenta. Só trocamos strings 3270 por HTML. Evidentemente com mais cores e imagens, mas conceitualmente 4 MeGAZINE

5 idênticos. E os ambientes gerenciados como o Java ou.net? Bem, a primeira vez que eu pessoalmente mexi em um ambiente baseado em máquina virtual foi com o UCSD Pascal em Apple II no início dos anos 80. Este ambiente tinha uma CPU virtual de 16 bits e compiladores que geravam este código virtual que era depois interpretado em uma CPU real no caso um Mostek 6502 de 1 MHz - em tempo de execução. Havia compiladores Pascal, Fortran e Pilot, esta última uma linguagem voltada ao ensino com computador. No final das contas, olhando em retrospecto nestes dez anos pude encontrar uma real novidade, a Internet. Foi uma década realmente movimentada. E o que pode trazer os próximos dez anos? Esfregando a minha bola de cristal, o que posso imaginar de realmente revolucionário seria uma integração maior entre os humanos e as máquinas. Hoje precisamos carregar tijolinhos e manusear teclados para fazer qualquer interação com o mundo digital, que seja através de computadores ou mesmo PDAs e telefones celulares. Por menor que sejam os tijolinhos, existe um tamanho mínimo que evidentemente limita sua utilidade para as situações em que podemos carregá-los e manusear seus teclados. Recentemente a Microsoft recebeu algumas patentes bem interessantes. Uma delas, a de número US é para a transmissão de energia e dados para dispositivos usando a pele das pessoas. Não seria difícil então imaginar dispositivos implantados cirurgicamente ou pelo menos usados como jóias sendo alimentados por sapatos ou relógios especiais que convertessem o movimento do corpo em eletricidade. Adeus, tijolinhos. Fica faltando então como substituir o teclado. Não se preocupe: a mesma patente trata a respeito de como usar a pele como teclado. Isso mesmo, você digita no próprio braço. A patente, no entanto não explica se as teclas deveriam ser tatuadas. Sobre o autor Mauro Sant Anna é do tempo em que um computador com bastante memória tinha 48 kilobytes de RAM. Na verdade, Mauro não chegou a mexer com computadores à corda ou a querosene, pois aparentemente esses tipos de computadores tinham sido recentemente aposentados. MeGAZINE 5

6 Para onde vai o.net por Leonardo Tolomelli Uma pergunta que costumo responder frequentemente é: onde está o.net hoje? Quando pensamos no.net Framework, sabemos que está presente em ferramentas de desenvolvimento como o Visual Studio.NET, o Borland Delphi ou Macromedia Studio MX. Mas onde mais eu posso encontrá-lo? Quantos computadores já estão habilitados para rodar aplicações.net? Segundo o último número levantado pela Microsoft há alguns meses, existem hoje no mundo cerca de 80 milhões de computadores habilitados para rodar aplicações.net (ou seja, com.net Framework instalado). Esse número vai muito além das máquinas dos desenvolvedores de software que usam ferramentas como as citadas acima, pois considera também os equipamentos rodando Windows XP por todo o mundo e que já fizeram atualização para o Service Pack e optaram pela instalação do.net Framework. Os computadores novos com sistema operacional Windows XP instalado a partir do meio de 2003 passaram a contar com o.net Framework como recurso pré-configurado. Também o novo Windows Server 2003 já inclui o ambiente operacional para parte integrante. O.NET Framework está ainda disponível para download e instalação em versões de sistemas operacionais anteriores, como Windows 98, Me, NT 4.0 e 2000, além do XP e 2003 citados acima. Dessa forma, podemos considerar que o.net está em dia com a computação atual e todos os novos computadores rodando Windows já estão habilitados a trabalhar com aplicações gerenciadas. Mas e para o futuro, o que podemos esperar? Onde encontraremos o Framework? A plataforma.net está sendo incorporada em praticamente toda a família de produtos Microsoft. O primeiro exemplo desta integração é o novo Office 2003, que já traz suporte para a plataforma.net por meio de um conjunto de classes gerenciadas para automatização dos softwares de produtividade. Assim, é possível escrever uma aplicação para Excel ou Word usando as linguagens.net. Ferramentas como o InfoPath (parte da família Office 2003) permite que usuários não técnicos possam montar formulários que consumam regras de negócio da empresa implementadas através de Web services. De agora em diante, esse tipo de integração será cada vez mais comum, o que tornará mais fácil escrever código gerenciado para interagir com outros produtos. Exemplo disso está na futura versão do Microsoft SQL Server 2005 (codinome Yukon), que vai trazer um Framework integrado ao kernel do produto e permitir o desenvolvimento de triggers e stored procedures usando linguagens.net. Para quem quiser conhecer um pouco mais sobre esse assunto, há um excelente artigo da revista MSDN Magazine americana (http://msdn.microsoft.com/sql/ default.aspx?pull=/msdnmag/issues/04/02/yukonbasics/ default.aspx). O maior passo, todavia, será dado com o lançamento do Longhorn em 2006, sucessor do Windows XP. Todo modelo de desenvolvimento será migrado do atual Win32 para o novo WinFX, totalmente baseado no.net Framework. Resumindo, o padrão para desenvolvimento do Longhorn será código gerenciado. Conhecer este caminho futuro da Microsoft é o primeiro passo para que os desenvolvedores possam alinhar suas estratégias de desenvolvimento para o futuro e desde já preparar suas aplicações para acompanhar esta evolução. Para quem quiser conhecer um pouco mais sobre o Longhorn, existe um site completo sobre o produto no MSDN dos Estados Unidos (http://msdn.microsoft.com/longhorn/). Vale a pena dar uma olhada. Espero ter conseguido mostrar onde está o.net hoje e onde estará nos próximos meses ou anos e com isso fortalecer sua decisão de apostar na plataforma. Sobre o autor Leonardo Tolomelli é Gerente do Programa de Desenvolvedores da Microsoft Brasil e pode ser contatado pelo 6 MeGAZINE

7 Quanto tempo vai durar seu software? Por Fabio Camara No momento histórico aonde muitas empresas apostam no fim de aplicações com arquiteturas cliente / servidor e anunciam que tudo que é novo deve ser construído em.net ou Java, submetemos uma reflexão baseada em uma pesquisa e a posição do autor. Primeiramente, exponho uma responsabilidade ímpar de escrever um artigo para comemorar 10 anos do Megazine / The Club. Responsabilidade não amornada pela honra do convite e pela felicidade do fato, um exemplo de trabalho e persistência raro nos nossos dias atuais. Eu tenho como pretensão colaborar com informações que permitam você ratificar ou retificar as estratégias de migração de seus aplicativos próprios, possibilitando um re-direcionamento quando for o caso e, principalmente, agregando dados novos ao seu plano de negócio (business plan). Vamos criar um cenário: Você é dono de uma software house e possui um produto comercializado em vários clientes construído em Delphi 6. Você possui uma equipe de manutenção corretiva e evolutiva que atende satisfatoriamente seus desafios. Uma pergunta não sai mais de seu pensamento, preciso migrar minha solução para uma versão mais nova ou uma tecnologia mais nova. De forma mais incisiva, por que devemos migrar um aplicativo construído em Delphi 6 para Delphi 8.NET ou C#.NET ou Java? Na minha leitura, não existe uma resposta pronta e exata para esta questão. Cada situação possui uma grandeza de requisitos que serão determinantes a decisão do enorme investimento e esforço necessários a migração. Sem avaliar ainda questões sobre tecnologias novas, o gráfico abaixo à esquerda demonstra historicamente qual o tempo de vida de um software. Este gráfico, extraído da revista Programmers Paradise, demonstra-nos que a maioria das migrações iniciam-se entre 5 e 6 anos de vida. Antes deste tempo, provavelmente existem relatos de problemas de negócios ou arquitetura indevida aos requisitos exigidos. Depois deste tempo, observa-se o início dos fantasmas comercias, como por exemplo os argumentos de que os clientes exigem que sua solução funcione na Web ou tenha recursos gráficos avançados. Alguns agentes externos também podem apressar a necessidade de migrar sua atual solução, como foi por exemplo a corrida desenfreada pelos programadores Clipper em portar seus aplicativos para o Windows 95. Hoje, observando este fato, comprovamos que as imposições comerciais estão fundamentadas em modismos e não em aspectos técnicos. Muitas soluções em Clipper não tinham (e não têm) o menor sentido de ser migrada para arquiteturas com visual Windows Form, como por exemplo aplicativos de automação comercial tipo frente de loja. Entendendo todo o contexto ensinado nestes 15 anos de micro-informática, arrisco-me a afirmar que sempre foi o modismo criado pelos provedores de marketing que influenciaram as decisões de migração. Afinal, o que entende um usuário final sobre qual tecnologia deve ser construído o software que ele deseja adquirir? Que diferença isso faz se todos os requisitos de negócios são plenamente atendidos? Independente do seu motivo particular para migrar, apenas desejo que seja uma sábia decisão, compatível com os desafios que terás que superar. O primeiro grande desafio que enfretarás será com sua equipe de desenvolvimento. Ele é tão gigantesco que podemos dividir em algumas partes: 1- Escolha da nova tecnologia que será construída sua futura solução. Se você já possui em sua equipe expertise em Visual Basic, MeGAZINE 7

8 muito certamente continuará na família Microsoft e o.net será uma grata inovação, contudo isso também é super perigoso pois seu time de desenvolvimento desdenhará para os novos paradigmas e utilizará o Visual Basic.NET como se fosse o Visual Basic 6, ou pior ainda, irá programar em ASP.NET como se faz em ASP. Se você utiliza ferramentas de outros fornecedores, erroneamente pode ser conduzido a escolhas não baseadas em requisitos técnicos e sim baseadas em racismos infantis contra a Microsoft. Não penso em fazer você tomar a mesma decisão que eu, que optei pelo.net nas comparações que fiz com outras tecnologias, contudo responsabilizo-me sobre minha condição de orientador. Baseie sua decisão na seguinte hierarquia, respectivamente: Oportunidades comerciais, requisitos de negócios e requisitos técnicos. 2- Passagem de conhecimento sobre o passado ou sobre a nova tecnologia. Um erro comum dos empresários é acreditarem que irão migrar sua solução existente com o time existente. Pense racionalmente, se todos os seus desenvolvedores já possuem tarefas que os ocupam diariamente, o que eles deixarão de fazer para poderem se dedicar a esta nova implementação? Outro erro comum é investir em treinamentos para seu time atual mantendo-os com a manutenção do legado. Acertar em uma nova implementação requer maturidade, conhecimento de negócio e prática na tecnologia proposta. Os dois primeiros estão satisfeitos, porém como eles conseguirão uma autonomia técnica se não conseguem se dedicar full time a nova tecnologia? Na minha leitura a resposta são times mistos, um balanceamento perfeito entre desenvolvedores que dominam o conhecimento dos requisitos de negócios com programadores que comprovadamente possuem maturidade e prática na nova ferramenta. Uma prática fortemente recomendada é contratar uma terceira opinião e juntos, todos criarem direções técnicas como por exemplo assuntos sobre arquitetura e boas práticas para código fonte. Historicamente os resultados de estratégias similares, apesar de parecerem mais caras no início, economizam significativas horas durante o projeto. 3- O dilema da migração. A palavra migração nos impõe determinadas compreensões indevidas, no meu entender. Em algum dicionário de informática esta palavra deve significar sair de uma linguagem A e ir para uma linguagem B, assim como os animais migratórios que saem do ponto A para o ponto B. Pessoalmente, vejo este pensamento como cancerígeno, pois atrapalha sensivelmente a criatividade evolutiva, nos aprisionando a restrições fundamentadas em sentimentos vis, como vaidade por exemplo. Em outras palavras requisitos de negócios não podem ser questionados para não ferir suscetibilidades dos seus autores. É preciso ter coragem para assumir uma nova implementação, que deve ser no mínimo melhor e mais completa que a anterior. Vejo até como uma oportunidade melhor nos aspectos comerciais, pois podes conseguir parceiros homologadores e possuirá um novo produto. Conclusivamente, trabalhar de forma saudável as comparações entre o passado e o futuro software e inteligentemente usar o melhor existente sendo livre para evolução. Entendemos também que os mesmos temores que nos cercam, estão presentes em nossos clientes. Perguntas como - o que vai acontecer com as manutenções do aplicativo presente visto que todos os esforços estão voltados para a nova solução assustarão nossos clientes, principalmente de empresas que não valorizam o quesito gerência de relacionamentos. Hoje em dia, uma estratégia de sucesso deve obrigatoriamente conter os conceitos R.C.P. (Reliable, Connected e Painless). Sobre confiança, Reliable, o quesito atomicidade já é amplamente conhecido por implementadores de software. Connected também é lugar comum, ou como Stanilaw Ponte Preta gostava de dizer óbvio ululante. Painless significa numa tradução livre sem sofrimento e merece um pouco mais de destaque. São dois os pontos que fundamentam este conceito: Em primeiro lugar criar uma importação simples e transparente através de ferramenta de automação, e em segundo, que as novas interfaces sejam familiares e fáceis liberando seus clientes de altos investimentos em capacitação. Aproveitando o atalho sobre interfaces, uma das grandes vitórias do mundo Windows 95 sobre as soluções Clipper foram as questões visuais. Ergonomia e beleza são assuntos sérios que devem ser tratados por especialistas e facilitam enormemente a adoção da nova solução por seus usuários finais. Sempre lembrem-se desta lição de nossa história. Mais assuntos podem ser escritos acerca deste polêmico tema, porém acredito que grandes construções devem ser viabilizadas andar por andar. Eis o primeiro andar e desejo-lhes muito sucesso em suas evoluções, não migrações. Sobre o autor Fabio Camara, MCP, MCSA, MCAD Charter, MCDBA e MCSD.NET É Diretor da Architettura Soluções em Tecnologia. Escreveu os livros Projetos com Windows DNA e.net, Dominando o Visual Studio.NET com C# e Orientação a Objeto com.net dentre outros 8 MeGAZINE

9 Acessando periféricos remotamente com Delphi Por Claudenir Andrade Se você possui um aplicativo Win32, que necessita de máquina para rodar e por sua vez ainda não entrou na era da Web, mas necessita colocar uma cópia de seu aplicativo em cada computador front-end de seu cliente, você certamente deve se perguntar: 1) Meu cliente topará investir em uma máquina, com processador robusto, muita memória para que meu aplicativo rode em cada equipamento? 2) Se eu rodar meu aplicativo no servidor, instanciando cópias dele nos computadores front-end então invisto em um servidor robusto (Bi-Processado, talvez) e não necessitarei de tanta máquina na frente de caixa, porém como faço para acessar aos equipamentos que estão plugados nos computadores front-end já que meu software roda no servidor? Se você é desenvolvedor em delphi e constrói software principalmente para a área de Automação Comercial, sem duvida você terá este problema e se perguntará: Com faço pra rodar meu aplicativo no servidor, de maneira que, sem mexer em uma única linha de código em meu aplicativo, eu consiga acessar por exemplo ao ECF (Emissor de Cupom Fiscal) que esta nos computadores front-end? Como meu aplicativo que está no servidor saberá para qual computador deverá enviar o comando e por sua vez para o ECF respectivo que está plugado na Porta Serial? Como meu servidor enxergará a porta serial (RS232) dos computadores de frente de caixa? Terminal Server, Remote Desktop, Frame Relay, Soluções Remotas Para o uso remoto de seu aplicativo, seja ele em uma LAN, WAN, utilizando-se de uma VPN, linha dedicada (LP), você não terá problema de acesso a periféricos locais, para isso você deverá utilizar o driver correto para acesso ao seu periférico, no exemplo abaixo estaremos montando um aplicativo de automação comercial em Delphi e demonstraremos como deixar este aplicativo apto para acessar ao ECF (Emissor de Cupom Fiscal) remotamente. * Passo 1: Prepare seu aplicativo para falar com o ECF, normalmente como se seu aplicativo fosse rodar localmente, isso nos ajudará a mostrar que sem mexer no aplicativo, sem alterar seu código fonte você terá acesso a todas as funções do ECF. Para isso prepare sua aplicação para falar com o ECF e teste localmente seu aplicativo para isso você poderá baixar no site o arquivo daruma32.zip. Copie este arquivo para seu diretório de projeto, e declare as funções desta dll de comunicação, da seguinte maneira: function Daruma_FI_VendeItem( Codigo: String; Descricao: String; Aliquota: String; TipoQuantidade: String; Quantidade: String; CasasDecimais: Integer; ValorUnitario: String; TipoDesconto: String; Desconto: String): Integer; StdCall; External Daruma32.dll ; function Daruma_FI_FechaCupomResumido( MeGAZINE 9

10 Figura 1.1 FormaPagamento: String; Mensagem: String ): Integer; StdCall; External Daruma32.dll ; Com as duas funções acima conseguimos acessar ao ECF e fazer um Cupom Fiscal. Coloque estas declarações em seu aplicativo em Delphi conforme figura 1.1 acima: Após isso vamos criar um Botão simples onde colocaremos a seguinte codificação em nosso Botão: procedure TPrincipal.Button1Click(Sender: TObject); begin Daruma_Retorno := Daruma_FI_VendeItem ( pchar( ), pchar( Caneta ), pchar( FF ), I, pchar( 1,00 ), 2, pchar( 0,25 ), %, pchar( 0000 ) ); Daruma_Retorno:=Daruma_FI_FechaCupomResumido ( pchar( Dinheiro ), pchar ( Daruma32.dll - Obrigado, volte sempre!!! ) ); * Passo 2 Vamos gerar um executável de nosso Exemplo em Delphi e vamos chamá-lo de DARUMA32.EXE. Neste exemplo estou trabalhando com dois computadores, um com Windows XP Professional, e outro com Windows XP Server. No Windows XP Server coloco meu executável em Delphi e junto com este executável coloco a dll de comunicação DARUMA32.DLL, porém a versão criada para SERVIDORES, que posso baixar do site no link suporte/down_com_dll.asp encontro um link chamado darumadllserver.zip Como você sabe que a dll DARUMA32.DLL é a dll Server? Faça um click com o Botão direito sobre ela e veja na TAB Version conforme figura abaixo: end; OK, perfeito!! Agora já temos um aplicativo que irá Vender um Item chamado Caneta, de Código 123 em um ECF DARUMA e por sua fez realizará o Fechamento do Cupom Fiscal. Muito Bem!! Este aplicativo roda perfeito localmente, porém vamos prepará-lo agora para que o mesmo rode no Servidor e por sua vez acesse ao ECF (emissor de cupom fiscal) que está conectado a Serial da Maquina do Cliente e não na Serial do servidor. Após colocar, a dll Server, no diretório do seu servidor juntamente com seu aplicativo, altere a chave do registry da DARUMA32.DLL para que a dll Server não escreva mais pela serial (RS232), mas sim pela porta IP, basta mudar a chave chamada TERMINAL Server conforme figura abaixo, coloque 1(um) na pasta HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\DARUMA\ECF\, Chave TerminalServer: Como? 1 0 MeGAZINE

11 Figura 1.2 * Passo 3 Uma Vez que meu servidor esta preparado, com meu aplicativo e minha dll server, então agora tenho que preparar minha maquina Cliente, que em meu caso esta rodando o Windows XP Professional. Na Maquina Cliente, ou em meu ponto de venda, onde terei meu ECF (emissor de cupom fiscal) conectado na RS232, o que faço é instalar um aplicativo chamado OBSERVER que você poderá baixar no link down_com_dll.asp. Lá você encontrará um link chamado observerexe.zip Ao instalar o observer na Maquina Cliente, ou seja, no ponto de venda onde está o ECF conectado, você deverá configurar o observer para escutar o servidor, para isso faça: a) Após instalar o observer, faça dois clicks no executável do Observer, que tem o seguinte ícone: b) O Observer ficará alocado na Barra de Relógio do Windows conforme figura abaixo: c) Faça um click com o Botão direito no Observer e escolha a opção configurações, e lá coloque o endereço IP do servidor, que em meu caso é o que aparece na figura 1.2: d) Após isso, desde que sua estação de trabalho (utilizando terminal Server, remote desktop, frame relay) entre no servidor e rode seu aplicativo, estando em sua maquina local, mas rodando do servidor, e novamente faça um click no Botão em que colocamos o comando de Vender Item e de Fechar Cupom Resumido, com isso você verá seu ECF (Emissor de Cupom Fiscal) emitir o Cupom Fiscal em sua Máquina LOCAL, porém com o aplicativo sendo executado do servidor. Onde está o Truque? O Truque de toda esta operação esta no Fato que o Observer esta se utilizando das APIs do Windows e as APIs do Socket para saber quem esta enviando o quê e para quem! Por isso que a DLL deve estar no servidor junto com seu aplicativo, porque a DLL Server ao invés de escrever na Serial do Servidor esta escrevendo na porta IP do servidor, e por sua vez o observer esta escutando o que vem para aquela estação de trabalho pelo IP, e o que vem é o comando que a dll esta enviando para o ECF, que o observer se encarrega de enviar isso locamente para o ECF. Espero que o artigo acima tenha ajudado ao leitor a ter uma luz no final do túnel quando você necessitar em uma automação comercial com seu aplicativo em Delphi, colocar seu aplicativo em REDE e acessar a periféricos remotamente!! Sobre o autor Claudenir Andrade é formado pela Academia de Sistemas Informáticos de Madrid, trabalha com automação comercial há Nove Anos, foi responsável pela Homologação e aprovação de ECFs Brasileiros em Paises como Equador e Venezuela, gerencia a equipe de desenvolvimento da Daruma Automação, autor do primeiro livro de automação comercial no Brasil Automação Comercial com VB.Net e C#. É MVP da Microsoft, Está criando e definindo o Modelo XML para Automação Comercial, escreve artigos para o site MSDN, Linha de Código, Blaz, Revista MSDN pode ser contatado pelo MeGAZINE 11

12 Fontes Customizadas no PocketStudio Amigos, é com prazer que o ClubePDA participa desta edição comemorativa do The Club! Aproveitando a oportunidade, informamos que o ClubePDA é o novo nome do ClubePalm, criado para atender melhor às tecnologias móveis que estão em constante desenvolvimento. O ClubePDA está ligado nas mudanças que ocorrem neste segmento e agora publicará artigos sobre todas as plataformas. Aguardem as novidades e visitem nosso site, Neste artigo, o ClubePDA explica como adicionar fontes externas à sua aplicação PocketStudio, inclusive importando uma fonte do Windows. Lembramos que o ClubePDA é distribuidor oficial do PocketStudio no Brasil, mais detalhes em nosso site É comum que o desenvolvedor queira utilizar uma fonte diferente em suas aplicações, seja uma fonte especial com símbolos que não existam no PalmOS, uma fonte com tamanho reduzido para simular uma tela maior, uma fonte do Windows ou ainda personalizar sua aplicação com uma fonte que você mesmo desenvolveu. O sistema operacional PalmOS não permite a adição de novos objetos visuais e nem de fontes de modo que estes objetos fiquem disponíveis à todas as aplicações que são executadas no equipamento; a adição de novas fontes deve ser feita na aplicação, com a ajuda de ferramentas externas que por Marcio Alexandroni ClubePDA apresentaremos neste tópico. É possível utilizar mais de uma fonte customizada na mesma aplicação, basta usar ID s diferentes para cada fonte. As fontes customizadas podem ser atribuídas a objetos visuais como Fields e Buttons (A lista completa está mais adiante neste tópico). Criando Fontes O primeiro passo para podermos usar uma fonte customizada na aplicação é cria-la com um programa Editor de Fontes. Utilizaremos para esta tarefa o programa xfont 1.1, freeware, disponível para download em 1 2 MeGAZINE

13 Para criar uma nova fonte, basta selecionar o menu File, New Empty Font. Uma janela como esta aparecerá no xfont para que você desenhe todos os cararecteres da sua fonte: de todos os caracteres da fonte que estamos trabalhando. Você deve definir o número de pixels verticais que sua fonte terá e colocar no campo Rectangle Height o tamanho escolhido para que todos os caracteres tenham o mesmo tamanho vertical. Para navegar pelos caracteres, você pode usar a barra de, ou então pressionar o caracter no teclado do computador e o caracter será selecionado na tabela da fonte. Desenhar a fonte é bastante simples, basta clicar com o botão esquerdo do mouse no pixel desejado na área de desenho e o pixel será desenhado. Para apagar o pixel, basta clicar com o botão direito do mouse sobre o pixel desejado. Todas as fontes tem 256 caracteres numerados de ZERO a 255. Quando estiver definindo sua fonte, você verá o número decimal ou hexadecimal que representa o caracter nas informações Dec/Hex no Editor. Note também que o símbolo que representa aquele caracter, segundo a fonte padrão do PalmOS, é mostrado ao lado do número decimal para que você se oriente ao desenhar o caracter relativo àquele código. Abaixo das informações do caracter, são mostrados a Largura (Width) e Altura (Height) do caracter. A fonte pode conter caracteres com Larguras diferentes mas todos os caracteres devem ter a mesma Altura. Para configurar a altura de todos os caracteres da sua fonte customizada, utilize o ícone, presente na barra de ferramentas do xfont. Comandos da barra de ferramentas do xfont para ajuda-lo na edição dos caracteres: - Aplica um Zoom na área de desenho para tornar mais fácil a visualização, mas não altera o tamanho da fonte. - Desfaz o Zoom na área de desenho. Também não altera o tamanho a fonte. - Diminui a Largura do caracter em um pixel. - Aumenta a Largura do caracter em um pixel. - Move o caracter UM pixel à esquerda. - Move o caracter UM pixel à direita. - Move o caracter UM pixel acima. - Move o caracter UM pixel abaixo. Para salvar a fonte, basta entrar no menu File, Save As e gravar o arquivo no diretório que você desejar, com a extensão PFN (Palm Font). Sua fonte está pronta! Importando fontes do Windows Se você desejar importar uma fonte já existente no Windows, basta selecionar o menu File, New e escolher a fonte. Para editar e salvar, utilize o mesmo processo descrito neste tópico. Esta tela tem informações internas da fonte que não precisam ser mudadas, pois muitas delas não são utilizadas e outras são identificadas automaticamente pelo sistema operacional quando importadas na aplicação. A informação que nos interessa aqui, para efeito de desenho da fonte, está no campo Rectangle Height que modifica a Altura Formato do Arquivo PFN O formato do arquivo PFN é exemplificado abaixo, note que todos os caracteres são definidos na seqüência começando com a palavra GLYPH e a seguir o número do caracter, de ZERO a 255. Os pixels marcados são identificados com o caracter # e os desmarcados são identificados com o caracter -. MeGAZINE 13

14 fonttype kernmax 0 ndescent 0 ascent 4 descent 2 leading 0 GLYPH 0 -#-# # ##-##- # -#-# GLYPH 1 -#-# # ##-##- # -#-# Arquivo de declaração da nova Fonte Depois de criar a fonte com o xfont, é necessário criar um arquivo de declaração da fonte para ser compilado pelo PilRC (detalhado no próximo tópico). Este arquivo de declaração pode ser criado com qualquer editor de textos comum como o NotePad ou WordPad do Windows, com a extensão RCP e com o seguinte conteúdo: FONT 1270 FontID 128 PasswordFont.pfn onde: * FONT é a palavra reservada do compilador PilRC para indicar um Resource do tipo fonte. * 1270 é o número do Resource interno no PilRC. Caso você queira declarar mais de uma fonte, numere as outras fontes com os ResourceID s 1271, 1272, etc. * FontID é um identificador interno do PilRC que indica que a próxima entrada será o identificador da fonte no PalmOS. * 128 é o número identificador da fonte no PalmOS. As fontes customizadas devem iniciar com o número 128 e não devem ultrapassar o número 255. Se você quiser utilizar mais de uma fonte na mesma aplicação, crie identificadores começando em 128 e adicione UM à cada nova fonte, exemplo: 128 para a primeira fonte, 129 para a segunda fonte e assim por diante. PasswordFont.pfn é o arquivo fonte a sua fonte está declarada. Este arquivo é aquele que você criou com a ajuda do xfont. Compilando a Fonte Customizada O próximo passo é compilar o arquivo de declaração da fonte (arquivo RCP), criando assim um Resource que pode ser importado na aplicação PocketStudio. A compilação é feita pelo PilRC, compilador de Resources Freeware que converte as declarações dos Resources do arquivo RCP em arquivos.bin que podem ser importados no PocketStudio. Baixe o PilRC 2.9 gratuitamente em Instalação do PilRC Somente dois arquivos são necessários, o executável PilRC.exe e a DLL Cygwin1.dll. A instalação é simples, basta seguir um dos métodos descritos abaixo: * Adicione o diretório do PilRC no PATH do seu Windows, deixando a DLL Cygwin1.dll juntamente com o arquivo executável PilRC.exe no mesmo diretório, OU; * Copiar o arquivo Cygwin1.dll no diretório Windows\System ou WINNT\System32 e usar o arquivo executável PilRC.exe em qualquer diretório. Para nossos exemplos, copie a DLL Cygwin1.dll no diretório Windows\System ou WINNT\System32 e o programa executável no diretório Windows ou WINNT para que possamos chama-lo a partir de qualquer diretório. Compilação do arquivo RCP Para compilar o arquivo RCP, abra um Prompt de MS-DOS e vá até o diretório onde está definido o arquivo RCP e digite o comando: pilrc PasswordFont.rcp Uma saída como a exemplicada abaixo será gerada: NFNT04f6.bin indica o arquivo que contém o Resource gerado pelo PilRC. Este arquivo é o que importaremos em nossa aplicação PocketStudio. Copie este arquivo no diretório da sua aplicação para facilitar seu trabalho ou coloque-o em um diretório de Repositório, para que você possa usa-lo em várias aplicações. Nota: Se o nome do arquivo.bin for o mesmo nome gerado para outra fonte que você já tenha compilado ou se você quiser armazena-lo com outro nome, basta alterar o nome do arquivo e manter a extensão.bin. Utilizando a fonte na aplicação PocketStudio Inicialmente, precisamos criar algumas declarações globais para a fonte que será importada. Isto é feito na unit do formulário: const // ResourceID da Fonte Customizada. // > Não precisa ser o mesmo ResourceID informado 1 4 MeGAZINE

15 no arquivo RCP CustomFont = 1000; var // Handle para fonte Password importada no PalmOS PasswordFontH: MemHandle; Declaração da nova fonte na aplicação A seguir, é necessário declarar o Resource da fonte customizada também no arquivo fonte do formulário, logo depois da cláusula implementation: implementation resource //Importação da nova fonte do binário gerado pelo PilRC DATA CustomFont NFNT in PasswordFont.bin ; * DATA indica a declaração de um Resource de Dados. * CustomFont é o ResourceID da fonte customizada, constante definida na cláusula const, mostrada neste tópico. * NFNT é o tipo do Resource correspondente à uma nova fonte. Este tipo de Resource é gerado pelo PilRC para importarmos na nossa aplicação (Arquivo.BIN). * PasswordFont.bin é o nome do arquivo.bin gerado pelo PilRC com sua fonte customizada. Obs: Neste caso, alteramos o nome do arquivo.bin gerado para um nome mais fácil para nossa interpretação. Disponibilizando a fonte para a aplicação Na StartApplication, devemos acrescentar um código para carregar a nova fonte na nossa aplicação, deixando-a disponível para que a usemos nos objetos da aplicação: // Obtém o Resource do tipo Font importado para a aplicação PasswordFontH := DmGetResource(Rsc( NFNT ), CustomFont); //Declara a nova fonte disponível para nossa aplicação. // 128 é o FONTID definido no arquivo RCP FntDefineFont(128, MemHandleLock(PasswordFontH)); Note que a fonte somente estará disponível enquanto a aplicação estiver sendo executada. Não é possível incluir uma fonte no PalmOS de modo que ela permaneça para uso em outras aplicações. Se outras aplicações quiserem fazer uso desta mesma fonte, devem importa-la como um Resource no momento da compilação. Usando a nova fonte Para usar a fonte em um objeto, basta alterar a fonte do objeto desejado com o comando SetFont, presente em vários objetos visuais da PSLibrary. Em nosso exemplo, mudaremos a fonte de um Field para que a PasswordFont seja configurada neste Field e portanto todos os caracteres que forem entrados no Field serão apresentados como um asterisco. Isto será feito no evento OnOpen do Form: // Configura o Field FldSenha com a nova Fonte // 128 representa o FONTID informado na criação // do Arquivo RCP // da fonte customizada PSField.SetFont(FldSenha, TFont(128)); Objetos visuais que suportam alteração da fonte * Button (PSButton.SetFont). * Field (PSField.SetFont). * PopupTrigger (PSControl.SetFont). * CheckBox (PSControl.SetFont). Nota: a unit PSCheckBox não contém uma função SetFont mas como as CheckBox s fazem parte da família dos Controls, a unit PSControl pode ser usada para mudar a fonte deste tipo de objeto. Alterando a fonte padrão do PalmOS Para alterar a fonte padrão do PalmOS a ser utilizada nas operações de escrita direta na tela (WinDraw...), você pode usar a função FntSetFont da API do PalmOS. O modo de utilizar é: FntSetFont(128); // 128 é o FONTID especificado no arquivo RCP Nota: esta API não influi no desenho dos objetos visuais do Palm pois eles não se utilizam da fonte padrão para desenho, mas da fonte definida no Editor de Resources. Este comando pode ser usado para uso em Listas ou Tables Dinâmicas, onde o uso da função WinDrawChars ou WinDrawTruncChars é empregado e os caracteres serão desenhados segundo a fonte padrão do PalmOS. Removendo a referência à fonte Quando a aplicação terminar, é necessário remover a referência à fonte importada na aplicação para liberar o Resource. O melhor lugar para fazermos isso é na StopApplication, com este simples código que desbloqueia o Handle para a nova fonte que havia sido adquirido na StartApplication: // Desbloqueia a fonte Password MemHandleUnlock(PasswordFontH); Esperamos que tenha gostado do artigo e aguardamos sua visita em nosso site, Um abraço! Sobre o autor Marcio Alexandroni ClubePDA A Referência do Desenvolvedor PDA MeGAZINE 15

16 WebServices com Delphi 8.Net Acessando Banco de Dados Sobre o autor por Emerson Facunte Emerson Facunte é Consultor de Tecnologia com diversos livros publicados, especialista em desenvolvimento de aplicações e-business utilizando a ferramenta Delphi, baseado em websnap, datasnap, BizSnap e ISAPI/Apache Modules. Salvem Delphianos! Esta edição é um marco para história da tecnologia, principalmente para nós Delphianos! A revista The Club Megazine está completando 10 anos! Parabéns The Club, parabéns Delphianos! Imagine um mercado competitivo com diversas publicações, dezenas de ferramentas para desenvolvimento, altos e baixos do mercado financeiro, três diferentes presidentes, entre outras dificuldades, só mesmo uma equipe com muita vontade, união e prazer para resistir. servidor já era tranqüilo, porém um pouco trabalhosa. Já na versão 8.Net, virou coisa de criança, e o principal motivo é a forte disponibilidade de recursos do framework.net. Vamos criar uma nova aplicação padrão Web Service. Selecione as opções File...New...Other, selecione a categoria Delphi ASP Projects e a opção ASP.Net Web Service Application, como ilustra a figura 1. Estes são os Heróis da Resistência: The Club. Muita luz e sucesso, mais 100 anos de vida e let s go Delphianos! Em clima de festas, vamos aprender a desenvolver WebServices com a versão.net do Delphi (Delphi 8.Net). Criar WebServices com o Delphi - tanto cliente, como Figura 1: criando nova aplicação Web Service 1 6 MeGAZINE

17 Em seguida, selecione a opção IIs, alterando as opções disponíveis conforme a figura 2. Clique no botão OK para confirmar as alterações. Figura 2 configurando as opções IIs. Repare que o Delphi disponibiliza um container (figura 3) para gerenciarmos componentes, como acesso e manutenção de banco de dados. Adicione um objeto BdpConnection e configure as opções do seu DataBase (veja nas duas edições anteriores como configurar o BdpConnection). A figura 4 ilustra a configuração de um banco de dados Firebird, utilizando o provider nativo. Figura 4 Configurando BDPConnection Para codificar nosso Web Service, basta clicar na opção click here to switch to code view, ou selecionar a unit WebService1.pas (figura 5) junto a barra de status. Repare que a tecla de atalho F12, utilizada para alternar entre design e código, neste caso, alterna entre o código.asmx e o design. O código ASMX apenas faz referência ao código.pas onde serão implementadas as funções do nosso WebService. Repare no código comentado public constructor Create; (* // Sample Web Service Method [WebMethod] function HelloWorld: string; *) end; O código publica um método HelloWord, que será implementado mais adiante. A marcação [WebMethod] indica que a publicação a seguir será um método no padrão XML Web Service. Figura 3 Container gerenciável Figura 5 (abaixo) Alternando entre código e design Para cada método a ser implementado, devemos fazer esta marcação [WebMethod]. MeGAZINE 17

18 Continuando com nosso projeto, substitua o código comentado por: public constructor Create; [WebMethod(Description= Retorna o DataSet da tabela informada )] function GetDataSet(Table:&String):DataSet; end; Pressione as teclas CTRL-SHIFT-C (para criação da função automaticamente na seção implementation) e digite o código a seguir. function TWebService1.GetDataSet(Table: String): DataSet; var DataAdapter: BDPDataAdapter; begin // Cria um resultset baseado no objeto DataSet Result:=DataSet.Create; // Cria o DataAdapter DataAdapter:=BdpDataAdapter.Create( SELECT * FROM +Table,BdpConnection1); try // Alimenta o Result com o conteúdo do DataAdapter DataAdapter.Fill(Result); finally DataAdapter.Free; end; end; DataAdapter:=BdpDataAdapter.Create ( SELECT * FROM +Table,BdpConnection1); O último bloco alimenta o Result com o conteúdo do DataAdapter. try // Alimenta o Result com o conteúdo do // DataAdapter DataAdapter.Fill(Result); finally DataAdapter.Free; end; Vamos executar o projeto par ver o resultado. (figura 6) Clique no método GetDataSet, e informe uma tabela de seu DataBase. Meu DataBase de Exemplo possui duas tabelas : PessoaFJ e Produtos. (figura 7) Mas o que fazer com o resultado? Bem, na próxima edição, iremos desenvolver uma aplicação Client para consumir este WebService. É isso aí meu povo, mês que vem tem mais. Forte abraço e muito sucesso a todos! Vamos analisar o código: var DataAdapter: BDPDataAdapter; begin // Cria um resultset baseado no objeto DataSet Result:=DataSet.Create; Neste bloco declaramos um objeto do tipo BDPDataAdapter e definimos o nosso Result do tipo DataSet. No bloco que segue, criamos o nosso DataAdapter, com uma cláusula simples de SQL, utilizando o parâmetro Table. // Cria o DataAdapter A figura 6 ilustra o resultado do nosso WebService. 1 8 MeGAZINE

19 Figura 7 Informando Table Figura 8 Resultado da consulta MeGAZINE 19

20 ADO.NET Conhecendo os componentes de conexão a banco de dados por Alessandro Ferreira, Introdução O ADO.NET foi projetado para suportar basicamente dois tipos de aplicações: Web e Multi-Camadas e ambas arquiteturas possuem duas características em comum: Figura 1: Componentes Conectados Geralmente o banco de dados estará disponibilizado em um servidor remoto, muitas vezes sua localização física não é nem do conhecimento do cliente ; A conexão entre o cliente e o servidor ocorre como stateless ; Qualquer semelhança com a arquitetura DataSnap não é mera coincidência, visto o DataSnap ter sido projetado exatamente para atender este tipo de demanda. Vamos nos aprofundar um poucos mais nas semelhanças entre o ADO.NET e o DataSnap e dessa forma procurar um melhor entendimento desta tecnologia. Os componentes ADO.NET basicamente são divididos em dois grupos: Conectados e Desconectados. Na figura1 apresentamos o primeiro grupo de componentes (conectados) e como os mesmos estão interligados entre si. Na figura 2 apresentamos o segundo grupo de componentes (desconectados) e como dá-se o relacionamento entre os mesmos. Na figura 3 listamos os componentes ADO.NET fazendo uma analogia aos já conhecidos componentes DataSnap, lembrando que não existe correspondência de um-para-um entre o ADO.NET e DataSnap, contudo se você estiver familiarizado com o DataSnap nào será difícil encontrar qual componente utilizar dentro do ADO.NET. Contudo, caso você ainda não tenha trabalhado com DataSnap, não se preocupe, pois este artigo é o primeiro de uma série de artigos onde iremos abordar o ADO.NET e dessa forma auxiliá-lo nesta nova tecnologia. Figura 2: Componentes desconectados 2 0 MeGAZINE

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