Onde? Como? O quê? Fórum Exportações AÇORES. - Caracterização e Potencial das Exportações Regionais - 1. Internacionalização

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1 Fórum Exportações AÇORES Caracterização e Potencial das Exportações Regionais Gualter Couto, PhD Ponta Delgada, 27 de Junho de Internacionalização Internacionalização: Processo Estrutura Organizacional Aspectos Financeiros O quê? Como? Onde? Gestão de Relações Cooperativas Internacionais Empresa Competências Internas 3 1

2 Internacionalização: Formas Exportação Indirecta (através de intermediários) Directa (exporta directamente para o mercado) Própria (controla todas as etapas) Formas Contratuais Contratos de Licença, Franchising, Gestão, Prestação de Serviços, Assistência Técnica, Alianças Estratégicas, Produção e Subcontratação, e outros Investimento Directo SoleVenture (100%) JointVenture 4 Exportação: A Forma mais Comum de Internacionalização Porquê? 5 Envolvente Interna Características do Produto / Serviço Modelo de Gestão Especificidades da Empresa Envolvente Externa Abordagem Externa (aproveitamento das metodologias) Condições do Mercado Interno (capacidade esgotada) Percepção de Oportunidades Externas Sugestões de Organismos Públicos ou Associativos 6 2

3 Factores para uma Exportação Sustentável Aposta em I&D Novas Aplicações Novos Produtos Novos Mercados Concepção de Produtos facilmente Exportáveis Volume Volumetria óptima da embalagem (logística) Enfoque nas necessidades do cliente final Quantidade Quantidades óptimas de produção Distribuição do risco pelo aumento do nº de clientes Valor Maximização do Lucro Normalização da qualidade Aposta no Ecommerce O mundo na ponta dos dedos o Diminuição dos prazos de entrega; o Flexibilidade para pequenas encomendas; o Correcta imputação dos custos associados ao transporte internacional. 7 Aspectos Críticos da Exportação Gestão Capacidade de Inovação e de Assumir Desafios Prazo Preço Qualidade Cliente Capacidade de Cooperar Capacidade de Interagir em Contexto Global Networking Empresa O Mundo está mais aberto, mas mais eficiente e exigente! 8 Auditoria do Potencial Exportador Experiências Anteriores Para que países a empresa já exportou ou recebeu pedidos mesmo que pontuais? Que linhas de produtos são mais solicitadas? Quais os pedidos de oferta de cada comprador por produto e mercado? A tendência de vendas / pedidos é crescente ou decrescente? Quem são os principais concorrentes nacionais e estrangeiros da empresa? Que conhecimentos adquiriu a empresa com experiências passadas de exportação, mesmo que irregulares e esporádicas? Pessoal e Organização das Exportações Quem é o responsável pela organização do departamento de exportação e pelo seu pessoal? Qual o tempo efectivo do director destinado às exportações e qual o que deveria ser atribuído? Quais as expectativas da direcção/departamento para este esforço? Qual a estrutura organizativa necessária para assegurar que as vendas para exportação tenham um serviço adequado e que implicações em termos de políticas estratégicas daí resultam? Quem acompanhará e se responsabilizará pela implementação do plano estratégico a adoptar? 9 3

4 Auditoria do Potencial Exportador Aspectos da Produção Qual o grau de utilização actual da capacidade produtiva (por produto ou linha de produtos)? Existe flutuação nas cargas mensais? Se sim, quando e porquê? Qual a quantidade mínima de encomendas exigida (por produto ou linhas de produtos)? O que será necessário para desenhar produtos especificamente para exportação? Qual a procura potencial para compromissos nacionais e a capacidade para fornecer produtos para exportação? Aspectos Financeiros Que quantitativos de capital podem ser destinados às exportações? Qual o custo de desenvolver produtos específicos para exportação ou modificar/adaptar a gama de produtos já existente? Que valores de custos operacionais do departamento de exportação pode a empresa suportar? Como vão ser atribuídas as despesas dos esforços iniciais para as exportações? Que outros novos planos de desenvolvimento estão previstos? Qual o período de retorno do investimento necessário e durante quanto tempo antes de um esforço de exportação é necessário suportar o seu custo? 10 Soluções para a aceleração do crescimento das Exportações Aposta em nichos de mercado internacionais; Deslocalização de quadros/conhecimento local; Estabelecer ligações com distribuidores especializados (não generalistas); Criação de gestores de produto em parceria com distribuidores locais; Consistência e estabilidade na utilização dos instrumentos de promoção externa; Maximização de desempenho dos incentivos a empresas exportadoras; Cooperação com associações sectoriais. 11 Paradigma Logístico Na óptica do Comércio Internacional, a Logística engloba um conjunto de actividades essenciais para movimentar as mercadorias através das fronteiras: Transporte; Armazenagem; Consolidação de cargas; Desalfandegamento; Distribuição; Sistemas de pagamento. Melhor performance logística está fortemente associada e contribui para: A expansão do comércio; Diversificação das exportações; Capacidade para atrair investimento estrangeiro; Crescimento económico. O alargamento do Canal do Panamá em 2014 reforçará a posição Portuguesa: Portugal no centro do Atlântico e não na periferia da Europa! 12 4

5 2. Enquadramento Nacional Potencial de Internacionalização Número de Sociedades Portuguesas, Milhares 350,8 333,3 6% 2% 6% 5% 4% 17,6 (5%) Sociedades Portuguesas Dirigidas ao Mercado Interno Sociedades Exportadoras 2% 1% Fonte: ES Research O potencial de internacionalização das empresas portuguesas está por realizar: Apenas 5% das sociedades portuguesas têm actividade exportadora, Representam um total de sociedades distribuídas pelo território nacional. 14 Balança Comercial de Portugal 80000, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,80 Importações Exportações 20000, No período considerado, a média de crescimento anual das importações situouse nos 3% e das exportações nos 4%. O ano de 2010 foi aquele que apresentou o melhor rácio exportações/importações (81%). 15 5

6 Saída de bens por Principais grupos de Produtos Produtos alimentares e bebidas Fornecimentos industriais Combustíveis e lubrificantes Máquinas, outros bens de capital e seus acessórios Material de transporte e acessórios Bens de consumo não especificados Bens não especificados Principais Mercados de Exportação (%) Espanha 27,2 Alemanha 12,9 França 12,4 Angola 7,1 Reino Unido 5,7 Itália 3,8 Países Baixos 3,6 EUA 3,2 Belgica 2,4 Suécia 1,2 Unidade: milhares de euros Enquadramento Regional Balança Comercial dos Açores , , , , , , , , , , , , , , , ,0 Principais Mercados de Exportação (%) Espanha 36,2 Itália 18,6 Países Baixos 7,8 Canadá 5,7 EUA 3,6 Nigéria 3,3 Moçambique 2,8 França 2 Angola 1 Cabo Verde 0, , , , , , , , , , , , Importações Exportações Unidade: Milhares Produtos Nos Açores, o crescimento médio anual das exportações situouse nos 3,18%. Os anos com o melhor rácio exportações/importações foram 2005 e, com 62% respectivamente. Nos últimos três anos, as exportações/importações açorianas tiveram um desempenho superior a 50%. 18 6

7 Saída de bens por Principais Categorias 25000, , , , , , , , , , , , ,217 Unidade: Milhares 5000,0 2688, , , , , , , , , , ,50 9,764 Carnes e miudezas, Peixes e crustáceos, Leite e lacticínios; Preparações de Bebidas, líquidos Máquinas, Máquinas, comestíveis moluscos e outros ovos de aves; mel carne, de peixes, de alcoólicos e vinagres aparelhos e aparelhos e natural; produtos crustáceos e de instrumentos materiais eléctricos comestíveis de moluscos ou outros mecânicos e suas partes; de origem animal gravação ou reprodução de som e imagens Os bens transaccionados com maior expressão ao nível do comércio internacional representaram 63 % do total das exportações regionais em 2010 e evidenciam a relevância do sector primário na economia açoriana. 19 Principais Quebras de Exportação Gráfico 1 Peixes e crustáceos, moluscos e outros Gráfico 2 Preparações de carne, peixe, crustáceos e moluscos ou outros 14000, , ,0 8000,0 6000,0 4000,0 2000,0, , , ,777 ESPANHA 1943, , ,062 ITALIA 14000, , ,0 8000,0 6000,0 4000,0 2000, , , , , , , , , ,032 ESTADOS UNIDOS AUSTRALIA ITALIA Unidade: milhares de euros 2500,0 2000,0 1500,0 1000,0 500,0 Gráfico 3 Máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos 2133, , ,835 54,284 34,836 CANADA CABO VERDE Espanha e Itália diminuíram de forma significativa o seu peso nas exportações Açorianas 41% e 51%, respectivamente (Gráfico 1). No segundo caso, a quebra verificada imputase, na sua quase totalidade, ao mercado Italiano. O mercado do Canadá apresentou igualmente uma quebra importante, na ordem dos 75% (Gráfico 3). 20 Principais Ganhos de Exportação Leite e lacticínios; ovos de aves; mel natural; produtos comestíveis de origem animal 9000,0 8000,0 8487, , ,0 6424, ,0 5000,0 4000,0 5001,550 Unidade: milhares de euros 3000,0 2000,0 1000,0 2117, , , , , , , , , , , ,778 76,395 28, , , , ,503 PAISES BAIXOS FRANCA CABO VERDE GRECIA ITALIA ESPANHA BELGICA CANADA Todos os principais mercados desta categoria de produtos aumentaram a sua quota em 2010, à excepção de Espanha que registou uma ligeira diminuição. 21 7

8 APIA Agência para a Promoção do Investimento dos Açores, E.P.E. Avenida Infante D. Henrique, n.º 43, 1.º Dto Ponta Delgada Açores Portugal Tel.: Fax:

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