Aplicação de SNMP no Centro de Controle da Automação da Eletrosul. Brasil

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Aplicação de SNMP no Centro de Controle da Automação da Eletrosul. Brasil"

Transcrição

1 Aplicação de SNMP no Centro de Controle da Automação da Eletrosul Pablo Humeres Flores Eletrosul Brasil Diogo Vargas Marcos Eletrosul RESUMO O trabalho apresenta uma aplicação do protocolo SNMP na gerência dos sistemas de supervisão e controle da Eletrosul para permitir a melhoria na disponibilidade dos equipamentos e sistemas computacionais envolvidos. Será apresentada uma visão geral da supervisão e controle do sistema elétrico nos seus diversos níveis, e da implantação de um centro de controle da automação para a gerência e manutenção dos sistemas. Como principais ferramentas para esta gestão serão utilizadas o SNMP e o SAGE (sistema de supervisão). Serão apresentados resultados relacionados às estatísticas de falha, tempos de reparo e disponibilidade. PALAVRAS CHAVE Automação, Telecontrole, Sistemas Digitais, SAGE, SCADA, SNMP. Pablo Humeres Flores, ELETROSUL Centrais Elétricas S.A, Rua Deputado Antônio Edu Vieira, 999, Pantanal, CEP: , Florianópolis SC, Telefone: (48) ,

2 1. INTRODUÇÃO As empresas de energia elétrica no Brasil tem realizado grandes investimentos nos últimos 15 anos na digitalização dos processos de supervisão, controle, medição e proteção do sistema elétrico. Equipamentos eletromecânicos e fios elétricos foram substituídos por multimedidores, relés digitais, unidades de aquisição e controle, sistemas computacionais de suspervisão e controle scada, switches, e muitas soluções em rede. As exigências de disponibilidade das informações do sistema elétrico também mudaram. Existem mais agentes a quem os dados devem ser fornecidos: subestações, centros de telecontrole, centros de operação, áreas de manutenção e estudos, e outras empresas do setor. Os dados tem que ser entregues com grande disponibilidade e qualidade. A Eletrosul Centrais Elétricas SA abrange uma grande área territorial estando presente nos estados de Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Matogrosso do Sul onde ela atua como principal agente de transmissão do sistema elétrico em 500, 230 e 138 kv. No caso da Eletrosul além dos investimentos nos equipamentos e sistemas diretamente responsáveis pela supervisão e controle do sistema elétrico foram feitos investimentos no suporte a estes sistemas. Dentro deste conceito foi montado o Centro de Controle da Automação, que consiste numa estrutura em rede para acesso direto aos equipamentos em campo. O objetivo é permitir as intervenções para alterações e correções com maior velocidade, segurança e disponibilidade, além de supervisionar a saúde dos sistemas e gerar estatísticas de disponibilidade. Para fazer o acompanhamento do desempenho dos sistemas e equipamentos envolvidos foi escolhido utilizar o protocolo SNMP (do inglês Simple Network Management Protocol - Protocolo Simples de Gerência de Rede). Os principais equipamentos envolvidos são microcomputadores tipo servidor e desktop, switches e terminal servers. O ambiente de sistema operacional é Linux, tendo assim facilidade para gerar condições de agente SNMP. 2. O SISTEMA DE SUPERVISÃO E CONTROLE DIGITAL Os principais elementos num sistema de supervisão e controle digital podem ser agrupados da seguinte maneira: Fig. 1 Representação do sistema de supervisão e controle digital A interface com o processo considerando instalações existentes é normalmente uma lógica cablada, com relés e conexões elétricas à base de fiação. Os sinais aquisitados de campo como grandezas elétricas devem ser convertidas em sinais digitais. O responsável por esta função é a Unidade Terminal Remota, UTR. Em instalações mais novas isto pode estar de forma distribuída tendo uma Unidade Concentradora da Subestação, UCS e unidades de aquisição e controle, UAC e Relés digitais. Através de algum protocolo de comunicação, os dados são aquisitados por um sistema computacional de supervisão e controle, SCADA (Supervisory Control And Data Acquisition), que os disponibiliza para o operador numa interface homem máquina, IHM, a partir da qual é realizada toda a supervisão e controle da instalação. A arquitetura típica de um sistema de supervisão e controle esta apresentada na figura 2. 2

3 Fig. 2 Arquitetura do sistema de supervisão e controle digital de uma subestação Os principais elementos desta arquitetura são: Servidores: São os principais equipamentos da arquitetura, sendo constituídos por computadores com grande capacidade de processamento e hardware projetado para suportar funcionamento em regime contínuo. Disponibilizadas em estrutura compatível com rack 19" para alocação nos painéis. Terminais de Operação (TO): São os equipamentos de contato entre os operadores e o sistema elétrico. São computadores Desktops cuja função é apenas processar e apresentar a interface gráfica do scada, que é disponibilizada via rede pelos servidores. Todos os programas e comandos são efetivamente executados nos próprios servidores. Time Server (gps): Sua função é obter o horário correto via satélite através do sistema GPS e via rede (serviço NTP) manter uma mesma referência de tempo para o sistema. Terminal Server (tsr): Utilizado na comunicação, através da implementação de interfaces seriais que podem ser acessadas remotamente via tcp/ip pelos servidores. Dessa forma, este equipamento funciona como um concentrador no qual são plugados os canais de comunicação assíncronos. Unidade Concentradora da Subestação (UCS): São o gateway de comunicação para o envio das informações para centros os diversos centros: local, controladora, COT, ONS, ou outros agentes. São sempre redundantes e utilizam uma rede de comunicação específica para receber os dados das UAC, relés digitais e unidades concentradoras de proteção. Unidade de Aquisição e Controle (UAC): São o meio de interface direta com o processo controlado, de modo que são esses os elementos que fazem a transformação dos sinais digitais e analógicos obtidos de campo e recebem comandos recebidos dos centros de controle. 3

4 Atualmente o sistema de supervisão e controle da Eletrosul está organizado conforme apresentado na figura 3. Fig. 3 Configuração telecontrole Eletrosul Estas informações são utilizadas por diversos agentes para operar, controlar e supervisionar o sistema elétrico. A figura 4 representa a interligação entre os diversos agentes. ONS COSE CT(1)... CT(k) SE(1) SE(2)... SE(n-1) empresa_y SE(n) empresa_x Fig. 4 Hierarquia agentes sistema elétrico As informações do processo elétrico são distribuídas para diversos agentes do mercado elétrico, o que exige garantia de serviço. Cada um utiliza para intervenção no sistema e/ou supervisão para tomada de decisão. A receita da Eletrosul ocorre em função da disponibilidade do sistema de transmissão, por isso a supervisão é fundamental para diminuir tempos de interrupção. Além disso, a indisponibilidade de informações pode acarretar em multas ou impedir a energização de novas instalações atrasando receitas ou significando penalizações. Na Eletrosul o SCADA utilizado tanto nas Subestações, Centros de Telecontrole e Centro de Operação é o SAGE - Sistema Aberto de Gerenciamento de Energia, desenvolvido pelo CEPEL (Centro de Pesquisa de Energia Elétrica) da Eletrobrás. Este sistema é o mais utilizado no setor elétrico brasileiro. Ele comunica em diversos protocolos com as unidades terminais remotas, relés, multimedidores, principalmente em DNP, IEC 101, IEC 104, ModBus, IEC Os 4

5 sistemas mais antigos utilizavam comunicação serial RS232. Atualmente a maioria ocorre em TCP/IP. Atendendo as necessidades de gerência dos sistemas foi desenvolvido pelo CEPEL o protocolo SNMP integrado ao SAGE, tanto na função de agente como de gerente SNMP. 3. O CENTRO DE CONTROLE DA AUTOMAÇÃO O Centro de controle da automação CCA foi implantado na sede da empresa com os seguintes objetivos: Permitir o monitoramento de todo o sistema digital de supervisão e controle da eletrosul; Geração de indicadores de desempenho dos sistemas; Permitir o acesso remoto para manutenção; Permitir a operação de emergência de qualquer instalação; Para viabilizar estes objetivos foi necessário criar uma Rede de Gerenciamento Remoto - RGR e implantar uma infra-estrutura computacional no CCA. Para atender ao fluxo de dados de tempo real dos sistemas de supervisão e controle foi implementada uma rede de operação dedicada e fisicamente isolada de outras redes (corporativa). Basicamente é um anel ótico de 2 Mb entre os Centros de Telecontrole e o Centro de Operação e duas rotas ponto a ponto entre o Centro de Telecontrole e suas subestações telecontroladas em 64 kb. A rede de gerenciamento remoto RGR utilizada pelo CCA é outra rede, sendo basicamente um anel de 2 Mb com alguns locais a velocidades mais baixas. A figura 5 ilustra esta rede. lgr pfu yta sta lon ivp are cno jl cba pal blu sede itj Fig. 5 Rede de Gerenciamento Remoto RGR Na sede da empresa foi montada uma sala com os equipamentos para instalação dos equipamentos e sistemas necessários para o Centro de Controle da Automação. Fig. 6 Estrutura do CCA 5

6 Existe um servidor que gerencia o acesso à RGR e onde estão instalados os principais aplicativos. Ele faz o recolhimento de dados seja dos arquivos históricos do SAGE ou do SNMP. Foram instalados três postos de trabalho para acesso remoto, geração de relatórios e eventual operação de emergência. Basicamente existem três sistemas para a gerência do sistema. SAS - Sistema de Acesso Seguro: desenvolvido em Delphi, cria uma interface de onde se pode acessar qualquer instalação escolhendo um acesso em terminal (telnet) ou em interface gráfica (Exceed). Ele facilita o acesso e registra todos em arquivos para auditagem; SAD Sistema de Avaliação de Desempenho: Gerador de estatísticas de desempenho do sistema de supervisão e controle: Faz o recolhimento diário dos históricos do SAGE para verificar tempos de indisponibilidade e falhas de comandos. Desenvolvido em JAVA populando um banco de dados MySQL a partir dos arquivos do SAGE. SAI - Sistema de Avaliação da Infra-estrutura: Supervisão e registro de desempenho dos equipamentos da plataforma digital. Faz o registro via SNMP de toda a estrutura de equipamentos fazendo um histórico de diferentes variáveis relacionadas a cada um: uptime, ocupação de disco, desempenho de memória e processador, velocidade de coolers, etc. O gerente SNMP foi desenvolvido em PHP, populando um banco de dados MySQL. 4. O PROTOCOLO SNMP Para fazer o acompanhamento do desempenho dos sistemas e equipamentos envolvidos foi escolhido utilizar o protocolo SNMP do inglês Simple Network Management Protocol - Protocolo Simples de Gerência de Rede. Ele é um protocolo de gerência típica de redes TCP/IP, da camada de aplicação, e que facilita o intercâmbio de informações entre os dispositivos de rede. Oferece uma séria de vantagens para a função de gerência do sistema, já que interfere minimamente na rede (transporte UDP), é de fácil configuração, muito difundido estando disponível na maioria dos equipamentos da plataforma digital: computadores (Linux e Windows), roteadores, terminal server, switches. Inicialmente era utilizado em ambientes corporativos. Ele é um padrão aberto baseado no conceito de agente e gerente SNMP. Um agente é qualquer dispositivo que possui a capacidade de responder a uma requisição feita. As informações são organizadas de acordo com uma MIB (Management Information Base). Ela fornece informações gerais de gerenciamento. Através da MIB podemos obter informações como: número de pacotes transmitidos, estado da interface, entre outras. Podemos ter também uma MIB privada onde os componentes fornecem informações específicas dos equipamentos gerenciados, como configuração, colisões e onde também é possível por exemplo reinicializar, desabilitar uma ou mais portas de um roteador. É um programa executado em uma estação servidora que permite a obtenção e o envio de informações de gerenciamento junto aos dispositivos gerenciados mediante a comunicação com um ou mais agentes em SNMP. Existem implementações em módulo texto e em módulo gráfico. 6

7 Fig. 7 Relacionamento de um gerente com o objeto gerenciado Existem diversos softwares livres disponíveis tanto para a função de agente quanto de gerente. 5. SAGE-SNMP A necessidade de implementação do SNMP no SAGE ocorreu em função de duas necessidades principais. A primeira foi permitir a supervisão em hierarquias superiores com relação às condições do sistema: sub-processos, estatísticas e estado das comunicações, controles sobre o software. A segunda foi incorporar à supervisão do sistema elétrico as condições dos elementos principais da plataforma computacional associada. Hoje o SAGE é um sistema gerenciável e capaz de gerenciar sistemas. Ser gerenciável significa que o SAGE disponibiliza informações internas para outros softwares de monitoramento via SNMP. E o SAGE é capaz de ser um gerente já que tem capacidade de monitorar equipamentos via SNMP. Como este recurso é recente esta sendo implementado aos poucos na Eletrosul. Já foram realizados testes em laboratório com sucesso e agora esta em fase de teste em campo na Subestação Palhoça. 6. RESULTADOS ESTATISTICOS A estatística de desempenho do sistema pode ser separada em dois grupos: os indicadores de mantenabilidade da infra-estrutura e os indicadores de qualidade do sistema de supervisão e controle. Para gerar os indicadores de mantenabilidade utiliza-se o Sistema de Avaliação da Infraestrutura SAI que atua sobre o conjunto de equipamentos da plataforma do sistema digital de supervisão e controle conforme apresentado na tabela 1. Nela são mostrados os equipamentos já em operação e a quantidade final prevista. Tabela 1 Equipamentos supervisionados 7

8 A figura 8 mostra o fluxo de dados abrangendo desde a fonte de dados, equipamentos do sistema digital de supervisão e controle até o destino dos dados na forma de relatórios. Onde: Fig. 8 Fluxo da geração de relatórios de supervisão Equipamentos SDSC: são aqueles presentes nas diversas subestações com finalidade de supervisão do sistema elétrico. SAI: sistema presente no servidor do CCA responsável pela aquisição das informações via protocolo SNMP. Relatórios de Indicadores:arquivos contendo informações sobre condições dos equipamentos organizado por famílias. A figura 9 mostra um exemplo. Fig. 7 Exemplo de relatório gerado pelo SAI O Sistema de Avaliação de Desempenho SAD gera os indicadores de qualidade do sistema de supervisão. Os principais são: DIRS: Duração da Indisponibilidade dos Recursos de Supervisão (horas) representa o tempo de indisponibilidade dos pontos. FIRS: Frequência da Indisponibilidade dos Recursos de Supervisão (quantidade) representa a quantidade de interrupções das ligações. Nos dois casos o valor é ponderado: pontos indisponíbilizados em relação ao total de pontos distribuídos. 8

9 TFCM: Taxa de falha de comandos (%) representa o percentual de falhas dos comandos de controle. Os relatórios gerados são conforme os exemplos a seguir: Fig. 8 Relatórios de desempenho 9

10 7. CONSIDERAÇÕES GERAIS A implantação do Centro de Controle da Automação CCA foi programada em etapas. A estrutura física está finalizada. As aplicações desenvolvidas focaram a viabilidade e avaliação das soluções pretendidas. Desta maneira a utilização do SNMP provou ser eficiente e conveniente para a gerência do sistema. Numa próxima etapa vai se implantar o próprio SAGE para ser o gerente SNMP. Além disso, serão disponibilizados alarmes críticos relativos à infra-estrutura da plataforma digital para a área de tempo real responsável pela operação do sistema elétrico. Outra ação em andamento é a integração dos bancos de dados dos sistemas de avaliação, do SAGE e corporativo para otimizar o fluxo e registro de informações. 8. CONCLUSÃO A instalação de um centro de gerência provou ser uma estratégia adequada para melhoria do suporte aos sistemas de supervisão e controle. As ações são mais rápidas e otimizam custos. A utilização do SNMP tem confirmado as suas vantagens. Com a implantação do gerente SAGE entrará em funcionamento um sistema em tempo real otimizando as ações de manutenção, permitindo ações preditivas e não somente corretivas. Com a integração dos bancos de dados espera-se ter um histórico melhor dos elementos do sistema, das ações de manutenção e da política de substituição de equipamentos. 9. BIBLIOGRAFIA [1] Flores, Pablo H. e Andrade, Luís F.B. Visão geral da implantação do programa de telecontrole de subestações da Eletrosul, II Seminário Nacional de Controle e Automação - SNCA, [2] Flores, Pablo H. Suporte e desenvolvimento dos sistemas de supervisão e controle digital na Eletrosul. I Seminário de Operação e Telecomunicações da Eletrosul - SEPOP,2005. [3] Operador Nacional do Sistema Elétrico ONS, Procedimentos de Rede: Requisito telessupervisão para a operação, Submódulo [4] GTMI - Comissão Critérios de Manutenção dos Sistemas Computacionais em Áreas Industriais, Informe Técnico COPEM/SCMT-006/2006. [5] GTMI - Comissão Critérios de Manutenção dos Sistemas Computacionais em Áreas Industriais. Informe Técnico COPEM/SCMT-005/

Sistema de Disaster Recovery do Centro de Operação da Enersul

Sistema de Disaster Recovery do Centro de Operação da Enersul Sistema de Disaster Recovery do Centro de Operação da Enersul Aluísio de Barros Leite Empresa Energética do Mato Grosso do Sul - ENERSUL Brasil Gustavo Castilho Merighi Empresa Energética do Mato Grosso

Leia mais

XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica. Olinda - Pernambuco - Brasil

XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica. Olinda - Pernambuco - Brasil XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2008-06 a 10 de outubro Olinda - Pernambuco - Brasil Sistema de envio automático de mensagens no celular sobre eventos no sistema de automação

Leia mais

Capítulo XIV Interface Homem Máquina (IHM) e sistemas supervisórios

Capítulo XIV Interface Homem Máquina (IHM) e sistemas supervisórios 30 Capítulo XIV Interface Homem Máquina (IHM) e sistemas supervisórios Equipe de engenharia da Schweitzer Engineering Laboratories (SEL) A principal ferramenta para a operação de uma subestação de energia

Leia mais

Relatorio do trabalho pratico 2

Relatorio do trabalho pratico 2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA INE5414 REDES I Aluno: Ramon Dutra Miranda Matricula: 07232120 Relatorio do trabalho pratico 2 O protocolo SNMP (do inglês Simple Network Management Protocol - Protocolo

Leia mais

DIRETORIA DE OPERAÇÃO - DO

DIRETORIA DE OPERAÇÃO - DO ANEXO II ESPECIFICAÇÕES PARA UCD / CONCENTRADOR DE DADOS A2. Unidade Controle Digital Remota / Concentrador de Dados 2.1. Introdução Esta seção tem a finalidade de especificar tecnicamente a Unidade de

Leia mais

MSc Eliton Smith elitonsmith@gmail.com. Gerenciamento e Administração de Redes

MSc Eliton Smith elitonsmith@gmail.com. Gerenciamento e Administração de Redes MSc Eliton Smith elitonsmith@gmail.com Gerenciamento e Administração de Redes 2 Gerência de Redes ou Gerenciamento de Redes É o controle de qualquer objeto passível de ser monitorado numa estrutura de

Leia mais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais Administração de Sistemas de Informação Gerenciais UNIDADE V: Telecomunicações, Internet e Tecnologia Sem Fio. Tendências em Redes e Comunicações No passado, haviam dois tipos de redes: telefônicas e redes

Leia mais

ESCLARECIMENTO Nº 02

ESCLARECIMENTO Nº 02 ESCLARECIMENTO Nº 02 Segue abaixo, solicitações formuladas por empresas participantes da licitação supra e as respectivas respostas de FURNAS: 1. Pergunta: Solicitamos todas as distâncias entre as salas

Leia mais

Gerenciamento de Redes

Gerenciamento de Redes Gerenciamento de Redes As redes de computadores atuais são compostas por uma grande variedade de dispositivos que devem se comunicar e compartilhar recursos. Na maioria dos casos, a eficiência dos serviços

Leia mais

Automação de Subestações

Automação de Subestações Automação de Subestações Geração Distribuição Transmissão Indústria Produtos e Serviços: Merging Units Gateway DNP -IEC 61850 Projeto, Integração, TAF, TAC Montagem de Painéis Configuração de Sistemas

Leia mais

Sistemas Supervisórios

Sistemas Supervisórios Sistemas Supervisórios Prof a. Michelle Mendes Santos michelle@cpdee.ufmg.br Sistemas Supervisórios Objetivos: Apresentação e posicionamento da utilização de sistemas supervisórios em plantas industriais;

Leia mais

Série Connect. Switches e Conversores Industriais. www.altus.com.br

Série Connect. Switches e Conversores Industriais. www.altus.com.br Série Connect Switches e Conversores Industriais www.altus.com.br Conectividade e simplicidade Compacto: design robusto e eficiente para qualquer aplicação Intuitivo: instalação simplificada que possibilita

Leia mais

abilitisoft Ltda. PatriMo Soft Acordo de Nível Operacional - ANO

abilitisoft Ltda. PatriMo Soft Acordo de Nível Operacional - ANO abilitisoft Ltda. PatriMo Soft Acordo de Nível Operacional - ANO OBJETIVO: O Acordo de Nível Operacional, é um acordo entre equipes de TI internas, para que o provedor possa entregar o requisito estabelecido

Leia mais

Capítulo IX. Exemplos de automação em sistemas de supervisão e controle de subestações e redes de distribuição. Automação de subestações

Capítulo IX. Exemplos de automação em sistemas de supervisão e controle de subestações e redes de distribuição. Automação de subestações 54 Capítulo IX Exemplos de automação em sistemas de supervisão e controle de subestações e redes de distribuição A operação do sistema elétrico de potência é extremante dependente das informações de estados,

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE LIVRE CACTI PARA GERENCIAMENTO DE REDES LOCAIS DE COMPUTADORES

UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE LIVRE CACTI PARA GERENCIAMENTO DE REDES LOCAIS DE COMPUTADORES UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE LIVRE CACTI PARA GERENCIAMENTO DE REDES LOCAIS DE COMPUTADORES Filipe Herbert da Silva 1, Marco Aurélio G. de Almeida 1, Jonhson de Tarso Silva 1, Karina Buttignon 1 1 Fatec Guaratinguetá,

Leia mais

Controle Supervisório e Aquisição de Dados (SCADA) Sistema de Execução da Manufatura MES Sistemas a Eventos Discretos (SED

Controle Supervisório e Aquisição de Dados (SCADA) Sistema de Execução da Manufatura MES Sistemas a Eventos Discretos (SED Controle Supervisório e Aquisição de Dados (SCADA) Sistema de Execução da Manufatura MES Sistemas a Eventos Discretos (SED Yuri Kaszubowski Lopes Roberto Silvio Ubertino Rosso Jr. UDESC 24 de Abril de

Leia mais

O que são sistemas supervisórios?

O que são sistemas supervisórios? O que são sistemas supervisórios? Ana Paula Gonçalves da Silva, Marcelo Salvador ana-paula@elipse.com.br, marcelo@elipse.com.br RT 025.04 Criado: 10/09/2004 Atualizado: 20/12/2005 Palavras-chave: sistemas

Leia mais

Autores: Luis Fabiano dos Santos, Odair Tolardo, Anderson S. Nogueira

Autores: Luis Fabiano dos Santos, Odair Tolardo, Anderson S. Nogueira Esquema de Rejeição de Cargas Inteligente com Funcionalidade Distribuída Utilizando Recursos da Norma IEC61850 Autores: Luis Fabiano dos Santos, Odair Tolardo, Anderson S. Nogueira Apresentado por: Maurício

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - Anéis Ópticos em Backbone www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Introdução Em 1980 foi formado o grupo de trabalho ANSI X3T9.5 com a finalidade de desenvolver

Leia mais

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GTL 16 14 a 17 Outubro de 2007 Rio de Janeiro - RJ GRUPO XVI GRUPO DE ESTUDO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÃO PARA SISTEMAS

Leia mais

Sistemas de geração de energia elétrica Sistemas de distribuição de energia elétrica Supervisão e controle de energia elétrica Aquisição de dados e

Sistemas de geração de energia elétrica Sistemas de distribuição de energia elétrica Supervisão e controle de energia elétrica Aquisição de dados e Sistemas de geração de energia elétrica Sistemas de distribuição de energia elétrica Supervisão e controle de energia elétrica Aquisição de dados e registro de eventos Intertravamentos de segurança Série

Leia mais

Aula 01 Introdução ao Gerenciamento de Redes

Aula 01 Introdução ao Gerenciamento de Redes Aula 01 Introdução ao Gerenciamento de Redes Leonardo Lemes Fagundes leonardo@exatas.unisinos.br São Leopoldo, 15 de outubro de 2004 Roteiro Apresentação da disciplina Objetivos Conteúdo programático Metodologia

Leia mais

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL IV CIERTEC SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AUTOMAÇÃO DE REDES DE

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL IV CIERTEC SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AUTOMAÇÃO DE REDES DE COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL IV CIERTEC SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AUTOMAÇÃO DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA E CENTROS DE CONTROLE Área de Distribuição e Comercialização Identificação

Leia mais

REWIND e SI.MO.NE. Sistema de monitoramento para grupos geradores

REWIND e SI.MO.NE. Sistema de monitoramento para grupos geradores REWIND e SI.MO.NE. Sistema de monitoramento para grupos geradores SISTEMA SICES Rewind e SI.ces MO.nitoring NE.twork (SI.MO.NE.) Sistema de monitoramento remoto REWIND Rewind é um módulo microprocessado

Leia mais

O que é Gerenciamento de Redes de Computadores? A gerência de redes de computadores consiste no desenvolvimento, integração e coordenação do

O que é Gerenciamento de Redes de Computadores? A gerência de redes de computadores consiste no desenvolvimento, integração e coordenação do O que é Gerenciamento de Redes de Computadores? A gerência de redes de computadores consiste no desenvolvimento, integração e coordenação do hardware, software e usuários para monitorar, configurar, analisar,

Leia mais

Centro de Operação Integrado da Queiroz Galvão Energias Renováveis

Centro de Operação Integrado da Queiroz Galvão Energias Renováveis Centro de Operação Integrado da Queiroz Galvão Energias Renováveis Resumo A Spin Engenharia participou da implantação do Centro de Operações Integrado (COI) da Queiroz Galvão Energias Renováveis (QGER).

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Prof. Macêdo Firmino Princípios de Gerência de Redes Macêdo Firmino (IFRN) Redes de Computadores Maio de 2011 1 / 13 Introdução Foi mostrado que uma rede de computadores consiste

Leia mais

CGR Centro de Gestão de Remotas. EAAS Unidade de Planejamento e Automação de Sistemas Integrados

CGR Centro de Gestão de Remotas. EAAS Unidade de Planejamento e Automação de Sistemas Integrados CGR Centro de Gestão de Remotas EAAS Unidade de Planejamento e Automação de Sistemas Integrados Centro de Gestão de Remotas Consiste num conjunto de programas de fabricantes diferentes, instalados estrategicamente

Leia mais

Capítulo XI Estações de acesso remoto de engenharia

Capítulo XI Estações de acesso remoto de engenharia 56 Apoio Automação de subestações Capítulo XI Estações de acesso remoto de engenharia Equipe de engenharia da Schweitzer Engineering Laboratories (SEL) O desenvolvimento das facilidades de comunicação

Leia mais

5º Semestre. AULA 02 Introdução a Gerência de Redes (Arquitetura e Áreas de Gerenciamento)

5º Semestre. AULA 02 Introdução a Gerência de Redes (Arquitetura e Áreas de Gerenciamento) Disciplina: Gerência de Redes Professor: Jéferson Mendonça de Limas 5º Semestre AULA 02 Introdução a Gerência de Redes (Arquitetura e Áreas de Gerenciamento) 2014/1 Agenda de Hoje Evolução da Gerência

Leia mais

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia.

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A EMPRESA A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A experiência da Future Technology nas diversas áreas de TI disponibiliza aos mercados público

Leia mais

esip- Sistema Integrado de Processo

esip- Sistema Integrado de Processo esip- Sistema Integrado de Processo Geração Distribuição Transmissão www.ecilenergia.com.br Integração dos dispositivos da SE na rede do esip Criação de uma Base de Dados Unificada Otimização no Deslocamento

Leia mais

Gerência de Redes. Arquitetura de Gerenciamento. filipe.raulino@ifrn.edu.br

Gerência de Redes. Arquitetura de Gerenciamento. filipe.raulino@ifrn.edu.br Gerência de Redes Arquitetura de Gerenciamento filipe.raulino@ifrn.edu.br Sistema de Gerência Conjunto de ferramentas integradas para o monitoramento e controle. Possui uma interface única e que traz informações

Leia mais

Gerência e Administração de Redes

Gerência e Administração de Redes Gerência e Administração de Redes IFSC UNIDADE DE SÃO JOSÉ CURSO TÉCNICO SUBSEQUENTE DE TELECOMUNICAÇÕES! Prof. Tomás Grimm Agenda! Apresentação da disciplina! Introdução! Tipos de Gerência! Ferramentas

Leia mais

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO Intranets FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO As intranets são redes internas às organizações que usam as tecnologias utilizadas na rede mundial

Leia mais

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL IV CIERTEC

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL IV CIERTEC RESUMO A cisão da ELETROSUL em duas empresas, uma exclusivamente de transmissão e outra de geração, e também a criação do ONS, e cessão do seu SSC à este ONS, obrigou a ELETROSUL a adquirir um novo sistema

Leia mais

Apostila de Gerenciamento e Administração de Redes

Apostila de Gerenciamento e Administração de Redes Apostila de Gerenciamento e Administração de Redes 1. Necessidades de Gerenciamento Por menor e mais simples que seja uma rede de computadores, precisa ser gerenciada, a fim de garantir, aos seus usuários,

Leia mais

Multiplexador. Permitem que vários equipamentos compartilhem um único canal de comunicação

Multiplexador. Permitem que vários equipamentos compartilhem um único canal de comunicação Multiplexadores Permitem que vários equipamentos compartilhem um único canal de comunicação Transmissor 1 Receptor 1 Transmissor 2 Multiplexador Multiplexador Receptor 2 Transmissor 3 Receptor 3 Economia

Leia mais

Inclusão Digital. Marcos Sunye. Centro de Computação Científica e Software Livre C3SL/UFPR

Inclusão Digital. Marcos Sunye. Centro de Computação Científica e Software Livre C3SL/UFPR Inclusão Digital Marcos Sunye Centro de Computação Científica e Software Livre C3SL/UFPR INCLUSÃO DIGITAL Desafios da Inclusão Digital Experiência do C3SL/UFPR Integração Governo do Paraná MEC MC Desafios

Leia mais

UMA ABORDAGEM DE GERENCIAMENTO REMOTO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA USANDO WEB SERVICES SOBRE TECNOLOGIA GPRS

UMA ABORDAGEM DE GERENCIAMENTO REMOTO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA USANDO WEB SERVICES SOBRE TECNOLOGIA GPRS UMA ABORDAGEM DE GERENCIAMENTO REMOTO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA USANDO WEB SERVICES SOBRE TECNOLOGIA GPRS Prof. Roberto A. Dias, Dr. Eng CEFET-SC Igor Thiago Marques Mendonça Reginaldo

Leia mais

Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS. Prof. Victor Halla

Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS. Prof. Victor Halla Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS OPERACIONAIS Prof. Victor Halla Conteúdo Arquitetura de Processadores: Modo Operacional; Velocidade; Cache; Barramento; Etc. Virtualização: Maquinas virtuais; Gerenciamento

Leia mais

Décimo Segundo Encontro Regional Ibero-americano do CIGRÉ Foz do Iguaçu-Pr, Brasil - 20 a 24 de maio de 2007

Décimo Segundo Encontro Regional Ibero-americano do CIGRÉ Foz do Iguaçu-Pr, Brasil - 20 a 24 de maio de 2007 SISTEMA DE CHAVEAMENTO AUTOMÁTICO PARA RÁPIDA ENERGIZAÇÃO DE FASE RESERVA EM BANCOS DE TRANSFORMADORES MONOFÁSICOS Fernando G. A. de Amorim* Nelson P. Ram os** * Treetech Sistem as Digitais Ltda. ** Furnas

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS Tecnologia em Redes de Computadores 4ª Série Gerência de Redes A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensinoaprendizagem desenvolvido por meio de um

Leia mais

Automação de Locais Distantes

Automação de Locais Distantes Automação de Locais Distantes Adaptação do texto Improving Automation at Remote Sites da GE Fanuc/ Water por Peter Sowmy e Márcia Campos, Gerentes de Contas da. Nova tecnologia reduz custos no tratamento

Leia mais

SAPNET Sistema de Análise de Perturbações da CEMIG

SAPNET Sistema de Análise de Perturbações da CEMIG GPC / 02 17 a 22 de Outubro de 1999 Foz do Iguaçu Paraná - Brasil GRUPO V TEMA 2 SAPNET Sistema de Análise de Perturbações da CEMIG Gomes, N.S.(*) Andrade, S.R.C. Costa, C.A.B. Coutinho, C. E. B. CEMIG

Leia mais

CONTROLADOR CENTRAL P25 FASE 1 CAPACIDADE MÍNIMA PARA CONTROLAR 5 SITES

CONTROLADOR CENTRAL P25 FASE 1 CAPACIDADE MÍNIMA PARA CONTROLAR 5 SITES CONTROLADOR CENTRAL P25 FASE 1 CAPACIDADE MÍNIMA PARA CONTROLAR 5 SITES O sistema digital de radiocomunicação será constituído pelo Sítio Central, Centro de Despacho (COPOM) e Sítios de Repetição interligados

Leia mais

O Conversor Serial Ethernet MUX-10

O Conversor Serial Ethernet MUX-10 O Conversor Serial Ethernet MUX-10 M. B. Pereira, E. Araujo, ENAUTEC e F. Santana, COELBA Resumo - O Conversor Serial Ethernet MUX-10 é um protótipo destinado a interconectar equipamentos baseados em porta

Leia mais

Permite a coleta de dados em tempo real dos processos de produção, possuindo, também, interfaces para a transferência dos dados para os sistemas

Permite a coleta de dados em tempo real dos processos de produção, possuindo, também, interfaces para a transferência dos dados para os sistemas Permite a coleta de dados em tempo real dos processos de produção, possuindo, também, interfaces para a transferência dos dados para os sistemas administrativos da empresa. Nessa configuração, o PC é a

Leia mais

Gerência de Redes. Profa. Márcia Salomão Homci mhomci@hotmail.com

Gerência de Redes. Profa. Márcia Salomão Homci mhomci@hotmail.com Gerência de Redes Profa. Márcia Salomão Homci mhomci@hotmail.com Plano de Aula Histórico Introdução Gerenciamento de Redes: O que é Gerenciamento de Redes? O que deve ser gerenciado Projeto de Gerenciamento

Leia mais

GRUPO V GRUPO DE ESTUDO DE PROTEÇÃO, MEDIÇÃO E CONTROLE EM SISTEMAS DE POTÊNCIA

GRUPO V GRUPO DE ESTUDO DE PROTEÇÃO, MEDIÇÃO E CONTROLE EM SISTEMAS DE POTÊNCIA GPC/024 21 a 26 de Outubro de 2001 Campinas - São Paulo - Brasil GRUPO V GRUPO DE ESTUDO DE PROTEÇÃO, MEDIÇÃO E CONTROLE EM SISTEMAS DE POTÊNCIA O SISTEMA DE AUTOMAÇÃO DA COSERN EXPERIÊNCIA COM UTR S E

Leia mais

DIRETORIA DE OPERAÇÃO DO

DIRETORIA DE OPERAÇÃO DO DIRETORIA DE OPERAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE OPERAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DOP TERMO DE REFERÊNCIA 011/2010 - DOP PROJETO DE AUTOMAÇÃO DAS SUBESTAÇÕES ARIQUEMES, JARU, JI-PARNÁ I, CACOAL, PIMENTA BUENO, ESPIGÃO

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE UNIDADES REMOTAS PARA CONEXÃO COM SISTEMA SUPERVISÓRIO

TERMO DE REFERÊNCIA ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE UNIDADES REMOTAS PARA CONEXÃO COM SISTEMA SUPERVISÓRIO 1 OBJETIVO... 2 2 REMOTA... 2 2.1 DESCRIÇÃO GERAL... 2 2.2 ALIMENTAÇÃO... 2 2.3 RELÓGIO INTERNO... 2 2.4 ENTRADA DE PULSOS... 2 2.5 ENTRADA DIGITAL AUXILIAR... 2 2.6 REGISTRO DA CONTAGEM DE PULSOS (LOG)

Leia mais

Serviços Prestados Infovia Brasília

Serviços Prestados Infovia Brasília Serviços Prestados Infovia Brasília Vanildo Pereira de Figueiredo Brasília, outubro de 2009 Agenda I. INFOVIA Serviços de Voz Softphone e Asterisk INFOVIA MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO INFOVIA MINISTÉRIO

Leia mais

Soluções para controle industrial Sistema avançado de controle de traço térmico NGC-40

Soluções para controle industrial Sistema avançado de controle de traço térmico NGC-40 Soluções para controle industrial Sistema avançado de controle de traço térmico NGC-40 SOLUÇÕES PARA GERENCIAMENTO TÉRMICO WWW.THERMAL.PENTAIR.COM DIGITRACE NGC-40 O NGC-40 é um avançado sistema modular

Leia mais

Revisão Gerenciar consiste em supervisionar e controlar seu funcionamento para que ele satisfaça aos requisitos tanto dos seus usuários quanto dos

Revisão Gerenciar consiste em supervisionar e controlar seu funcionamento para que ele satisfaça aos requisitos tanto dos seus usuários quanto dos Revisão Gerenciar consiste em supervisionar e controlar seu funcionamento para que ele satisfaça aos requisitos tanto dos seus usuários quanto dos seu proprietários. A sua rede deve está rigorosamente

Leia mais

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-13 São Paulo, Brasil, Setembro de 2002.

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-13 São Paulo, Brasil, Setembro de 2002. COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL IV CIERTEC SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AUTOMAÇÃO DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA E CENTROS DE CONTROLE Área de Distribuição e Comercialização Identificação

Leia mais

ELIPSE POWER AUTOMATIZA A SUBESTAÇÃO CRUZ ALTA DA CPFL, UTILIZANDO OS PROTOCOLOS IEC 61850 E DNP3

ELIPSE POWER AUTOMATIZA A SUBESTAÇÃO CRUZ ALTA DA CPFL, UTILIZANDO OS PROTOCOLOS IEC 61850 E DNP3 ELIPSE POWER AUTOMATIZA A SUBESTAÇÃO CRUZ ALTA DA CPFL, UTILIZANDO OS PROTOCOLOS IEC 61850 E DNP3 Solução da Elipse Software apresenta rápida integração com os equipamentos da subestação localizada em

Leia mais

TELECOMUNICAÇÕES E REDES

TELECOMUNICAÇÕES E REDES Capítulo 8 TELECOMUNICAÇÕES E REDES 8.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS Quais são as tecnologias utilizadas nos sistemas de telecomunicações? Que meios de transmissão de telecomunicações sua organização

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES Universidade do Contestado Campus Concórdia Curso de Sistemas de Informação Prof.: Maico Petry REDES DE COMPUTADORES DISCIPLINA: Fundamentos em Informática Mundo Globalizado Acelerado desenvolvimento tecnológico

Leia mais

A utilização das redes na disseminação das informações

A utilização das redes na disseminação das informações Internet, Internet2, Intranet e Extranet 17/03/15 PSI - Profº Wilker Bueno 1 Internet: A destruição as guerras trazem avanços tecnológicos em velocidade astronômica, foi assim também com nossa internet

Leia mais

SÃO LEOPOLDO - RS SEMINÁRIO TÉCNICO DE AUTOMAÇÃO PARA SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO PROJETO BÁSICO DE AUTOMAÇÃO

SÃO LEOPOLDO - RS SEMINÁRIO TÉCNICO DE AUTOMAÇÃO PARA SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO PROJETO BÁSICO DE AUTOMAÇÃO 01 DEZEMBRO 2005 SÃO LEOPOLDO - RS SEMINÁRIO TÉCNICO DE AUTOMAÇÃO PARA SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO PROJETO BÁSICO DE AUTOMAÇÃO SCAI Automação Ltda. ESCOPO DOS SERVIÇOS Os serviços deverão ser desenvolvidos

Leia mais

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil José Monteiro Lysandro Junior Light Serviços de Eletricidade S/A jose.monteiro@light.com.br

Leia mais

Controle e Corte Emergencial de Cargas com Recomposição Automática Através do Sistema SCADA BRASIL

Controle e Corte Emergencial de Cargas com Recomposição Automática Através do Sistema SCADA BRASIL Controle e Corte Emergencial de Cargas com Recomposição Automática Através do Sistema SCADA MONTENEGRO, J. C. F. S. (José Carlos de França e Silva Montenegro) BANDEIRANTE BRASIL MARQUES, R. (Rogério Marques)

Leia mais

Experiência: Gerenciamento da Rede de Supervisão da Eletronorte GerenteSAGE

Experiência: Gerenciamento da Rede de Supervisão da Eletronorte GerenteSAGE Experiência: Gerenciamento da Rede de Supervisão da Eletronorte GerenteSAGE Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A. - Eletronorte Responsável: Uriel de Almeida Papa Equipe: Sérgio de Souza Cruz, Willams

Leia mais

MRS. Monitoramento de Redes e Sistemas

MRS. Monitoramento de Redes e Sistemas MRS Monitoramento de Redes e Sistemas Origem Crescimento rede REGIN de 16 para 293 municípios. Diversidade de tipos de erros. Minimizar esforço e tempo humano gastos na detecção e eliminação de problemas.

Leia mais

Planejamento Estratégico de TI. Felipe Pontes felipe.pontes@gmail.com

Planejamento Estratégico de TI. Felipe Pontes felipe.pontes@gmail.com Planejamento Estratégico de TI Felipe Pontes felipe.pontes@gmail.com VPN Virtual Private Network Permite acesso aos recursos computacionais da empresa via Internet de forma segura Conexão criptografada

Leia mais

Sm S a m r a t r t Gr G i r d Bruno Erik Cabral

Sm S a m r a t r t Gr G i r d Bruno Erik Cabral Bruno Erik Cabral Smart Grid Agenda Introdução Definição Características Confiabilidade Flexibilidade Eficiência Sustentabilidade Medidores Inteligentes Controle avançado Cenário Internacional Cenária

Leia mais

Material 5 Administração de Recursos de HW e SW. Prof. Edson Ceroni

Material 5 Administração de Recursos de HW e SW. Prof. Edson Ceroni Material 5 Administração de Recursos de HW e SW Prof. Edson Ceroni Desafios para a Administração Centralização X Descentralização Operação interna x Outsourcing Hardware Hardware de um Computador Armazenamento

Leia mais

SOBRE A CALLIX. Por Que Vantagens

SOBRE A CALLIX. Por Que Vantagens Callix PABX Virtual SOBRE A CALLIX Por Que Vantagens SOBRE A CALLIX Por Que Vantagens Por Que Callix Foco no seu negócio, enquanto cuidamos da tecnologia do seu Call Center Pioneirismo no mercado de Cloud

Leia mais

APRESENTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DA ATMC LTDA

APRESENTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DA ATMC LTDA APRESENTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DA ATMC LTDA A ATMC Automação e Comunicação Ltda desenvolve há mais de 14 anos diversos produtos voltados a automação industrial e transmissão de dados. Apresentamos os equipamentos

Leia mais

AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL

AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL Automação e Controle AR026 SUMÁRIO I. Sistemas Supervisórios... 3 II. Automação... 4 III. Arquitetura de Redes Industriais... 5 IV. Comunicação entre Supervisório e CLP...7 V. O Protocolo

Leia mais

Universidade de Brasília

Universidade de Brasília Universidade de Brasília Instituto de Ciências Exatas Departamento de Ciência da Computação Lista de exercícios Gerência de Redes,Turma A, 01/2010 Marcelo Vale Asari 06/90708 Thiago Melo Stuckert do Amaral

Leia mais

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-35 São Paulo, Brasil, Setembro de 2002.

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-35 São Paulo, Brasil, Setembro de 2002. COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL IV CIERTEC SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AUTOMAÇÃO DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA E CENTROS DE CONTROLE Área de Distribuição e Comercialização Identificação

Leia mais

Introdução. Arquitetura de Rede de Computadores. Prof. Pedro Neto

Introdução. Arquitetura de Rede de Computadores. Prof. Pedro Neto Introdução Arquitetura de Rede de Prof. Pedro Neto Aracaju Sergipe - 2011 Ementa da Disciplina 1. Introdução i. Conceitos e Definições ii. Tipos de Rede a. Peer To Peer b. Client/Server iii. Topologias

Leia mais

Solução Completa em Automação. FieldLogger. Registro e Aquisição de Dados

Solução Completa em Automação. FieldLogger. Registro e Aquisição de Dados Solução Completa em Automação FieldLogger Registro e Aquisição de Dados Ethernet & USB Até 16GB de memória Conversor A/D 24 bits Até 1000 amostras por segundo Apresentação FieldLogger O FieldLogger é um

Leia mais

Soluções Completas. Fundada em 1991, a.compos é pioneira na área de soluções em tecnologia, atuando nas áreas de:

Soluções Completas. Fundada em 1991, a.compos é pioneira na área de soluções em tecnologia, atuando nas áreas de: Soluções Completas Fundada em 1991, a.compos é pioneira na área de soluções em tecnologia, atuando nas áreas de: - Conexões compartilhada (.IP) e dedicada (.LINK); - Data Center com servidores virtuais

Leia mais

Curso Técnico Integrado em Manutenção e Suporte em Informática

Curso Técnico Integrado em Manutenção e Suporte em Informática Curso Técnico Integrado em Manutenção e Suporte em Informática Disciplina: Infraestrutura de Redes de Computadores 1. Conceitos básicos, Classificação e Topologias de Redes Prof. Ronaldo

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DO CENTRO DE OPERAÇÃO INTEGRADO DO SISTEMA CELPE - PERNAMBUCO

IMPLANTAÇÃO DO CENTRO DE OPERAÇÃO INTEGRADO DO SISTEMA CELPE - PERNAMBUCO COMITE 35 COMUNICAÇÕES E TELECONTROLE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA IMPLANTAÇÃO DO CENTRO DE OPERAÇÃO INTEGRADO DO SISTEMA CELPE - PERNAMBUCO (*) Eng. Bruno Regueira Eng. Clóvis Simões CELPE Companhia Energétia

Leia mais

ESCLARECIMENTO Nº 03

ESCLARECIMENTO Nº 03 PE.GCM.A.00130.2013 1/30 ESCLARECIMENTO Nº 03 FURNAS Centrais Elétricas S.A. comunica resposta ao pedido de esclarecimento sobre o Edital, efetuado por empresa interessada: 1. GERAL Entendemos que os Relés

Leia mais

Quadro de consulta (solicitação do mestre)

Quadro de consulta (solicitação do mestre) Introdução ao protocolo MODBUS padrão RTU O Protocolo MODBUS foi criado no final dos anos 70 para comunicação entre controladores da MODICON. Por ser um dos primeiros protocolos com especificação aberta

Leia mais

Robson Paoli Clóvis Simões José Aurélio SB Porto

Robson Paoli Clóvis Simões José Aurélio SB Porto GRUPO V ESTUDO DE PROTEÇÃO, MEDIÇÃO, CONTROLE E COMUNICAÇÃO EM SISTEMAS DE POTÊNCIA (GPC) PROJETO CEB A INTEGRAÇÃO COMPLETA ENTRE COS, EMS, DMS, REDE CORPORATIVA, CORs, SUBESTAÇÕES E CHAVES DE POSTE Robson

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE UMA REDE DE AQUISIÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE DADOS PARA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ENERGIA ELÉTRICA

ADMINISTRAÇÃO DE UMA REDE DE AQUISIÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE DADOS PARA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ENERGIA ELÉTRICA V SBQEE Seminário Brasileiro sobre Qualidade da Energia Elétrica 17 a 20 de Agosto de 2003 Aracaju Sergipe Brasil Código: AJU 05 169 Tópico: Sistemas de Monitoramento e Tratamento de Dados ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

A informação como insumo para a Operação do Sistema Interligado Nacional

A informação como insumo para a Operação do Sistema Interligado Nacional A informação como insumo para a Operação do Sistema Interligado Nacional Presented by Juvenor Pereira da Silva Jr O Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS Pessoa jurídica de direito privado, sob a

Leia mais

Rede Corporativa. Tutorial 10 mar 2009 Fabio Montoro. Introdução

Rede Corporativa. Tutorial 10 mar 2009 Fabio Montoro. Introdução Tutorial 10 mar 2009 Fabio Montoro Rede Corporativa Introdução Rede corporativa é um sistema de transmissão de dados que transfere informações entre diversos equipamentos de uma mesma corporação, tais

Leia mais

Fernando Albuquerque - fernando@cic.unb.br REDES LAN - WAN. Fernando Albuquerque (061) 273-3589 fernando@cic.unb.br

Fernando Albuquerque - fernando@cic.unb.br REDES LAN - WAN. Fernando Albuquerque (061) 273-3589 fernando@cic.unb.br REDES LAN - WAN Fernando Albuquerque (061) 273-3589 fernando@cic.unb.br Tópicos Modelos Protocolos OSI e TCP/IP Tipos de redes Redes locais Redes grande abrangência Redes metropolitanas Componentes Repetidores

Leia mais

Gerência de Redes de Computadores Gerência de Redes de Computadores As redes estão ficando cada vez mais importantes para as empresas Não são mais infra-estrutura dispensável: são de missão crítica, ou

Leia mais

SMV. Sistema de Monitoramento de Variáveis

SMV. Sistema de Monitoramento de Variáveis SMV Sistema de Monitoramento de Variáveis BASE Automação Agosto / 2010 SMV Objetivo: Ser uma solução que permita o monitoramento, análise e o controle de diversas variáveis e grandezas que estão direta

Leia mais

SIMULADOR DE SISTEMAS DE PROTEÇÃO, CONTROLE E SUPERVISÃO: UMA FERRAMENTA PARA CAPACITAÇÃO DA OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO.

SIMULADOR DE SISTEMAS DE PROTEÇÃO, CONTROLE E SUPERVISÃO: UMA FERRAMENTA PARA CAPACITAÇÃO DA OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO. SIMULADOR DE SISTEMAS DE PROTEÇÃO, CONTROLE E SUPERVISÃO: UMA FERRAMENTA PARA CAPACITAÇÃO DA OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO. J. A. P. MOUTINHO Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/A ELETRONORTE Brasil RESUMO

Leia mais

Modelos de Redes em Camadas

Modelos de Redes em Camadas Modelos de Redes em Camadas Prof. Gil Pinheiro 1 1. Arquitetura de Sistemas de Automação Sistemas Centralizados Sistemas Distribuídos Sistemas Baseados em Redes Arquitetura Cliente-Servidor 2 Sistemas

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÕES MÓDULO 16

REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÕES MÓDULO 16 REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÕES MÓDULO 16 Índice 1. SISTEMA OPERACIONAL DE REDE...3 1.1 O protocolo FTP... 3 1.2 Telnet... 4 1.3 SMTP... 4 1.4 SNMP... 5 2 1. SISTEMA OPERACIONAL DE REDE O sistema

Leia mais

Aula 03 Redes Industriais. Informática Industrial II ENG1023 Profª. Letícia Chaves

Aula 03 Redes Industriais. Informática Industrial II ENG1023 Profª. Letícia Chaves 1 Aula 03 Redes Industriais Informática Industrial II ENG1023 Profª. Letícia Chaves Plano de aula Tópicos da aula: 1 Introdução 2 Benefícios na utilização de redes 3 Dificuldades na utilização de redes

Leia mais

Introdução Redes de Computadores. Filipe Raulino

Introdução Redes de Computadores. Filipe Raulino <filipe.raulino@ifrn.edu.br> Introdução Redes de Computadores Filipe Raulino Introducão A comunicação sempre foi uma necessidade básica da humanidade. Como se comunicar a distância? 2 Evolução da Comunicação

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MEDIÇÃO DE ENERGIA PARA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

A IMPORTÂNCIA DA MEDIÇÃO DE ENERGIA PARA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA A IMPORTÂNCIA DA MEDIÇÃO DE ENERGIA PARA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Existem várias finalidades para medição de energia, dentre elas vamos destacar as seguintes: Consumo mensal de energia A grandeza medida é

Leia mais

SUBESTAÇÕES. Comando de controle e Scada local

SUBESTAÇÕES. Comando de controle e Scada local SUBESTAÇÕES Comando de controle e Scada local COMANDO DE CONTROLE E SCADA LOCAL A solução fornecida pela Sécheron para o controle local e para o monitoramento das subestações de tração é um passo importante

Leia mais

II JORNADAS TÉCNICAS DE OPERACIÓN Y MANTENIMIENTO DE SISTEMAS DE TRANSMISIÓN

II JORNADAS TÉCNICAS DE OPERACIÓN Y MANTENIMIENTO DE SISTEMAS DE TRANSMISIÓN IMPLANTAÇÃO DO SAGE - SISTEMA ABERTO DE GERENCIAMENTO DE ENERGIA NA TRANSMISSÃO PAULISTA ANTÔNIO CARLOS CAMPOS EMANUEL VENDRAMIN FABIO MARQUES DE SOUZA CTEEP -Transmissão Paulista Divisão de Tempo Real

Leia mais

Gerenciamento de Redes de Computadores. Introdução ao Gerenciamento de Redes

Gerenciamento de Redes de Computadores. Introdução ao Gerenciamento de Redes Introdução ao Gerenciamento de Redes O que é Gerenciamento de Redes? O gerenciamento de rede inclui a disponibilização, a integração e a coordenação de elementos de hardware, software e humanos, para monitorar,

Leia mais

NETALARM GATEWAY Manual Usuário

NETALARM GATEWAY Manual Usuário NETALARM GATEWAY Manual Usuário 1 Índice 1. Introdução... 3 2. Requisitos de Instalação... 3 3. Instalação... 3 4. Iniciando o programa... 5 4.1. Aba Serial... 5 4.2. Aba TCP... 6 4.3. Aba Protocolo...

Leia mais

Gerenciamento da rede ATM. Prof. José Marcos C. Brito

Gerenciamento da rede ATM. Prof. José Marcos C. Brito Gerenciamento da rede ATM Prof. José Marcos C. Brito 1 Princípios Gerais O SNMP (Simple Network Management Protocol) é o protocolo mais utilizado. Se o dispositivo ATM é gerenciado de uma estação de gerenciamento

Leia mais

Arquiteturas e redundâncias em redes Ethernet Equipe de engenharia da Schweitzer Engineering Laboratories (SEL)

Arquiteturas e redundâncias em redes Ethernet Equipe de engenharia da Schweitzer Engineering Laboratories (SEL) 56 Capítulo IV Arquiteturas e redundâncias em redes Ethernet Equipe de engenharia da Schweitzer Engineering Laboratories (SEL) As atuais soluções de automação de subestações um relé de proteção 99,9945%

Leia mais

Sistemas Eletrônicos S.A.

Sistemas Eletrônicos S.A. Sistemas Eletrônicos S.A. Institucional ELO Empresa de Capital 100% Brasileiro; Estabelecida em 1980; Engenharia de Desenvolvimento Própria; Desenvolvimento e Produção de Dispositivos de Medição Eletrônica

Leia mais