Ministério da Saúde Secretaria Executiva Departamento de Informática do SUS - DATASUS Esplanada dos Ministérios, Bloco G / Brasília-DF

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1 Ministério da Saúde Secretaria Executiva Departamento de Informática do SUS - DATASUS Esplanada dos Ministérios, Bloco G / Brasília-DF TERMO DE REFERÊNCIA Aquisição de SOLUÇÃO DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR INTEGRADA AO SISTEMA DE REGISTRO ELETRÔNICO DE SAÚDE PARA ATENÇÃO INTEGRAL (RES-AI) com implantação nos seis Hospitais Federais do Rio de Janeiro. A contratação contempla o fornecimento de sistema com transferência de tecnologia e serviços técnicos especializados, conforme condições e especificações constantes deste Termo de Referência e seus Anexos. - 1 / 170-

2 Índice 1. DO OBJETO DA JUSTIFICATIVA DOS RESULTADOS ESPERADOS DO MODELO DE LICITAÇÃO ADOTADO DA PARTICIPAÇÃO DE CONSÓRCIOS DA PARTICIPAÇÃO DE COOPERATIVAS DA PROPRIEDADE INTELECTUAL DA HABILITAÇÃO TÉCNICA DA PROPOSTA DO SIGILO DO SISTEMA DOS SERVIÇOS TÉCNICOS ESPECIALIZADOS DA PRECIFICAÇÃO DAS OBRIGAÇÕES DO CONTRATANTE DAS OBRIGAÇÕES DA CONTRATADA DO PRAZO DE EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS TÉCNICOS ESPECIALIZADOS DAS CONDIÇÕES DE PAGAMENTO DOS SERVIÇOS DOS PROCEDIMENTOS BÁSICOS DE SEGURANÇA DAS SANÇÕES APÊNDICE A - DESCRIÇÃO DOS REQUISITOS OBRIGATÓRIOS DO SISTEMA APÊNDICE B - CADASTRO DOS 06 (SEIS) HOSPITAIS FEDERIAS DO RIO DE JANEIRO (CNES) APÊNDICE C - PDS - PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE ANEXO I - MODELO DE PROPOSTA DE PREÇOS ANEXO II - MODELO DE VISTORIA ANEXO III - MODELO DE CARTA DE CESSÃO DE DIREITO DE USO IRRESTRITO E PROPRIEDADE INTELECTUAL DO SISTEMA / 170-

3 1. DO OBJETO Aquisição de SOLUÇÃO DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR INTEGRADA AO SISTEMA DE REGISTRO ELETRÔNICO DE SAÚDE PARA ATENÇÃO INTEGRAL (RES-AI) com implantação nos seis (6) Hospitais Federais do Rio de Janeiro. A contratação contempla o fornecimento de sistema com transferência de tecnologia e serviços técnicos especializados, conforme condições e especificações constantes deste Termo de Referência e seus Anexos DETALHAMENTO DO OBJETO A SOLUÇÃO DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR INTEGRADA AO SISTEMA DE REGISTRO ELETRÔNICO DE SAÚDE PARA ATENÇÃO INTEGRAL (RES-AI) compreende: FORNECIMENTO, com Transferência de Tecnologia e de Propriedade Intelectual, de SISTEMA DE REGISTRO ELETRÔNICO DE SAÚDE (RES) INTEGRADO AO SISTEMA DE GESTÃO HOSPITALAR, exclusivamente em ambiente WEB, utilizando servidor de aplicação e servidor de banco de dados com CÓDIGO- FONTE ABERTO, visando a integração com o HOSPUB e seu aprimoramento, conforme especificação contida no Apêndice A, parte integrante deste Termo de Referência; E SERVIÇOS TÉCNICOS ESPECIALIZADOS CONTINUADOS de TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA (Capacitação, Manuais e Mapeamentos dos Macro-Processos), de IMPLANTAÇÃO (Planejamento e Implantação, Parametrização, Customização, Migração e Integração de Sistemas Legados) e de SUSTENTAÇÃO À OPERAÇÃO AO SISTEMA DE REGISTRO ELETRÔNICO DE SAÚDE PARA ATENÇÃO INTEGRAL (RES-AI) nos 6 (seis) Hospitais Federais do Rio de Janeiro, cujas estruturas constam no Apêndice B, parte integrante deste Termo de Referência. 2. DA JUSTIFICATIVA Os investimentos em Tecnologia da Informação e Comunicação devem estar alinhados com a agenda estratégica do Ministério da Saúde - MAIS SAÚDE O Brasil vem construindo desde 1988 um sistema de saúde destinado a garantir a todos seus cidadãos o acesso universal e igualitário, com a maior quantidade de serviços possível, orientado pelas necessidades de sua gente e não pela sua renda ou posição social. Muitos obstáculos têm sido colocados para que esse propósito seja alcançado. O Ministério da Saúde entende que não basta acrescentar mais recursos para a prestação de serviços sem uma mudança nos processos de gestão das redes e unidades assistenciais. É necessário introduzir novos mecanismos de gerenciamento dos processos assistenciais modernizando a regulação do acesso aos serviços de saúde através do CARTÃO NACIONAL DE SAÚDE (CNS) e da gestão de redes e de - 3 / 170-

4 territórios assistenciais, assim como fortalecer os mecanismos do controle social. Cobrir vazios assistenciais, enfrentar as filas de espera, demora no atendimento, relações insatisfatórias entres profissionais e usuários estão entre as metas do MAIS SAÚDE, que constitui o planejamento estratégico do Ministério da Saúde para o período de 2008 a Racionalizar e potencializar o uso dos novos recursos, compartilhar gestão e investimentos com Estados e Municípios, estabelecer mecanismos formais de contratualização, com metas de saúde e de atendimento entre os gestores, melhorar a qualidade dos serviços, também são alvos do MAIS SAÚDE. Para que o planejamento contido no MAIS SAÚDE possa atingir êxito na realização das suas metas-sínteses é necessário uma organização e sistematização dos sistemas de informação, não só no nível local dos Estabelecimentos Assistenciais de Saúde (EAS), mas também nas esferas Municipais, Estaduais e Federal. Assim, é primordial a consolidação e o fortalecimento do Sistema Nacional de Informações em Saúde (SNIS), conforme diretrizes contidas na Política Nacional de Informação e Informática - PNIIS do Ministério da Saúde. Dentre os diversos modelos de estabelecimento de saúde, o Hospital é, sem dúvida, o mais complexo e dispendioso na atenção e assistência à saúde, seja ele público, filantrópico, conveniado ou privado. Um Sistema de Informação Hospitalar (SIH) deve, em princípio, otimizar a gestão da informação e, por conseqüência, a gestão organizacional dos processos de administração, atenção e assistência, além de possibilitar a integração com sistemas de informação externos ligados à rede de saúde. Essa integração deve atender as necessidades informacionais e aos padrões definidos pelo Ministério da Saúde e, conseqüentemente, quando aplicada à rede do Sistema Único de Saúde (SUS), contribuir, de modo consistente e ágil, para o conhecimento da realidade sobre a saúde ou doença da população usuária destes estabelecimentos de alta complexidade. No entanto, o tratamento da informação e o estabelecimento de sistemas de informação nos hospitais públicos brasileiros visaram, até o momento, atender essencialmente aspectos administrativos, relegando ao segundo plano as informações clínicas dos indivíduos que compõem o Registro Eletrônico Individual de Saúde. Essas organizações têm acompanhado a expressiva evolução da tecnologia voltada para a saúde, tanto em termos do ambiente físico quanto da terapêutica, mas a informação, que é insumo básico do conhecimento, permanece sem a devida consideração. Os registros clínicos assistenciais que compõem os prontuários dos pacientes e que formam mais de 75% da base necessária para a gestão da informação saúde, tanto individual quanto coletiva, ainda são tratados de maneira precária, desorganizada, redundante e muitas vezes irrecuperável, mesmo em estabelecimentos considerados avançados. A utilização de processos manuais, com registros em papel, de forma ostensiva em quase todos os estabelecimentos Hospitalares, atingiu o seu esgotamento. Como conseqüência observa-se (1) a ausência de espaço de armazenamento dos prontuários médicos em papel em quase todos os estabelecimentos de saúde, (2) a desorganização progressiva dos sistemas de informação, e (3) a dificuldade de obtenção das informações de saúde dos indivíduos. Esta sobrecarga elevou sobremaneira o número de extravios dos prontuários e diminuiu consideravelmente a qualidade das informações armazenadas. Dentre as conseqüências graves estão o retrabalho, o desperdício de recursos humanos e materiais na assistência à saúde e os - 4 / 170-

5 erros induzidos pela ausência da informação. Assim a indisponibilidade da informação induz à obtenção repetida vezes das mesmas informações, incluindo exames complementares de alta complexidade, que são refeitos desnecessariamente, e aumentando o risco ao paciente no estabelecimento de novas terapêuticas. Num estudo realizado pelo Banco Mundial, com publicação em 15 de fevereiro de 2007, intitulado Governança no Sistema Único de Saúde (SUS) do Brasil, que utilizou ferramenta de rastreamento do gasto público (PETS), está a constatação de que o maior gasto do sistema de saúde é com recursos humanos (direto e indireto), chegando a representar até 85% das despesas em determinadas unidades de saúde. Isto nos leva a concluir que a utilização de ferramentas de gestão e de apoio à execução das atividades exercidas pelos profissionais de saúde, como planejamento, promoção, prevenção e assistência à saúde, podem aumentar significativamente a eficiência do gasto público no segmento da saúde. Ou seja, a utilização de ferramentas de apoio ao atendimento, essencialmente o Registro Eletrônico Individual de Saúde, pode aumentar significativamente a produtividade, sem diminuir a qualidade ou mesmo aumentar a sobrecarga sobre os profissionais. Justamente o oposto é o efeito obtido, o da adesão, otimização, humanização e valorização do profissional de saúde, e conseqüentemente do usuário-cidadão do SUS, que é o objetivo fundamental do sistema público de saúde. Para superar essa deficiência histórica no tratamento da informação do setor saúde no Brasil, o Ministério da Saúde, que tem atribuição legal, a partir da Lei 8080 de 1990, de organizar o Sistema Nacional de Informação em Saúde (SNIS), vem formulando, de forma participativa com a sociedade, uma Política Nacional de Informação e Informática em Saúde (PNIIS). Ela ressalta a importância da adoção de padrões eletrônicos para a integração dos sistemas que comporão o SNIS. Nesse sentido, o emprego do Registro Eletrônico de Saúde (RES) é fundamental em todos os contextos da atenção à saúde, e principalmente nos estabelecimentos Hospitalares. O hospital reúne grande número de profissionais, realiza exames e tratamento de alta complexidade, demandando assim grande integração das informações, na maioria das vezes em tempo real. A adoção do Registro Eletrônico de Saúde (RES) acarretará a redução de custo e a maior eficiência da atenção hospitalar. Agrega-se a isto o fato do Hospital ser a referência de Média e Alta Complexidade nos Territórios Integrados de Atenção à Saúde (TEIAS), necessitando de uma integração ágil e confiável das informações de saúde dos indivíduos do Território de saúde a ele referenciado. A referência e a contra-referência são hoje um dos principais desafios da integração com as ações da Atenção Básica à Saúde, e aqui também o Registro Eletrônico de Saúde é determinante para aumentar a eficiência e a economicidade do sistema público de saúde. A disponibilização de um Registro Eletrônico de Saúde (RES) integrado ao Sistema de Informação Hospitalar permitirá, entre outros avanços: (1) o acesso remoto e simultâneo dos dados clínicos individuais e coletivos, (2) uma maior legibilidade e conseqüente agilidade e confiabilidade, (3) maior segurança, (4) aumento da confidencialidade dos dados do paciente, (5) grande flexibilidade na organização das informações, (6) integração com outros sistemas de informação, (7) captura automática de dados, (8) processamento contínuo, (9) apoio à decisão, (10) apoio à pesquisa, (11) melhoria dos mecanismos de auditoria e controle sociais, dentre outras. Assim o Ministério da Saúde entende que a integração de sistema de registro clínico informatizado (Registro Eletrônico de Saúde), aos seus atuais sistemas de informação - 5 / 170-

6 em saúde, propiciará avanços significativos na gestão e na oferta dos serviços de atenção à saúde, proporcionados pelo Sistema Único de Saúde. Contexto Histórico dos Hospitais Federais do Rio de Janeiro Em março de 2005, devido à grave situação da saúde no Rio de Janeiro, o Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, decretou situação de calamidade pública na saúde daquele município, através do Decreto nº de 10 de março de 2005, publicado no Diário Oficial da União de 11 de março de 2005, solicitando, a época, a requisição de seis unidades hospitalares: Hospital Geral do Andaraí, Hospital de Ipanema, Hospital Geral de Jacarepaguá, Hospital da Lagoa, Hospital Miguel Couto e Hospital Souza Aguiar. Desde então o Hospital Miguel Couto e o Hospital Souza Aguiar foram excluídos daquela requisição, mantendo-se os outros. Em 18 de janeiro de 2006, por intermédio do Decreto n 5.678, foi estruturado, no âmbito da Secretaria de Atenção à Saúde, o Departamento de Gestão Hospitalar (DGH) no Estado do Rio de Janeiro, respeitadas as demais instâncias gestoras, coordenando administrativa, gerencial, operacional e assistencialmente as seguintes unidades hospitalares: (1) Hospital Geral do Andaraí, (2) Hospital Geral de Bonsucesso, (3) Hospital de Ipanema, (4) Hospital de Jacarepaguá, (5) Hospital da Lagoa e (6) Hospital dos Servidores do Estado, buscando implementar ações resolutivas de atenção à saúde e de qualidade, considerando as seguintes diretrizes, reforçadas depois pela portaria nº. 188, de 30 de janeiro de 2008, do Gabinete do Ministro de Estado da Saúde: I - integrar operacional e assistencialmente os serviços de saúde vinculados ao Ministério da Saúde, ampliando sua eficiência e eficácia; II - articular e coordenar a implementação das políticas e projetos do Ministério da Saúde nas unidades assistenciais sob sua responsabilidade; III - implementar ações de gestão participativa e controle social nos serviços de saúde sob sua responsabilidade; IV - atuar de forma integrada com os demais serviços de saúde localizados na cidade do Rio de Janeiro, na Região Metropolitana e nos demais Municípios do Estado, com vistas ao fortalecimento e à qualificação das redes assistenciais nesses territórios. Como parte dos esforços para melhoria do funcionamento daquelas unidades, o DGH identificou as carências em relação à área de Tecnologia da Informação das 6 unidades hospitalares supra-citadas : -... criados... grupos técnicos que analisaram as necessidades e características de cada hospital e, quanto à situação encontrada na área de informática, ficou constatado que as Unidades não dispõem de uma infra-estrutura básica composta de equipamentos interligados em rede, softwares para automação da gestão e da assistência, correio eletrônico, sistemas gerenciadores de banco de dados, programas para uso da tecnologia da Internet, além de uma rede lógica adequada para o pleno funcionamento da rede, tendo sido identificada, ainda, a necessidade de contratação de empresa especializada para estes serviços no departamento e nos hospitais / 170-

7 E continua: - Tal quadro, além de impossibilitar uma gestão eficiente da rede de unidades e do departamento, propicia o desperdício incalculável de recursos, quer seja pela deficiência em compilar indicadores de produção, quer seja pela precariedade de informações, pela falta de processos ágeis e eficientes de compras, dispensação, administração de estoques, ou ainda, a carência do controle do quadro de profissionais existentes, suas especialidades e informações específicas para a gestão orçamentário-financeira de forma uniforme e consolidada no departamento. 8 e determinadas pelo governo federal, tornam-se primordiais e urgentes a implantação de uma solução padronizada e a obtenção de uma plataforma em Tecnologia da Informação que permita a integração de toda a rede, de forma a possibilitar a troca de informações entre as 6 (seis) Unidades Hospitalares e a interação com o Departamento, a fim de atingir o parâmetro da qualidade esperado e indispensável. Cenário atual dos Hospitais Federais Os seis (6) hospitais federais localizados no Rio de Janeiro apresentam características diferenciadas de alta complexidade, não apenas pelas suas dimensões físicas, mas também pelo volume e tipo da população atendida e pelas diversas especialidades ofertadas. Detalhamento da suas estruturas e áreas de atuação encontra-se no Apêndice B, parte integrante deste Termo de Referência. Ações de Infra-Estrutura Não é objeto deste edital, porém ciente das necessidades de se obter uma solução efetiva para os seis hospitais federais do Rio de Janeiro, o Ministério da Saúde, já deu prosseguimentos a outras ações visando à informatização dos hospitais federais do Rio de Janeiro, que são: I. Aquisição de Servidores para instalação dos sistemas informatizados; II. Aquisição de Estações de Trabalho e Serviços de Impressão; III. Adequação da Rede Elétrica e Lógica para a informatização; IV. Instalação de Rede Informatizada sem Fio visando à necessidade acesso por dispositivos móveis; Sistema Informatizado para Unidades Hospitalares - HOSPUB Como todo sistema informatizado, o HOSPUB apresenta necessidades de evolução tecnológica e aprimoramentos. O Ministério da Saúde entende que este sistema deve evoluir para plataformas mais atualizadas, tendo o cuidado em preservar os seus requisitos funcionais já consolidados e aprovados pelos diversos usuários do sistema. Atualmente, o HOSPUB está em funcionamento em cerca de 180 hospitais públicos brasileiros que se beneficiarão da evolução tecnológica baseada em software livre, sem a necessidade de aquisição de novos sistemas proprietários, que muitas vezes são insustentáveis financeiramente no médio e longo prazos. - 7 / 170-

8 Desta forma, a aquisição de uma SOLUÇÃO DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR INTEGRADA AO SISTEMA DE REGISTRO ELETRÔNICO DE SAÚDE PARA A ASSISTÊNCIA INTEGRADA (RES-AI), e sua posterior integração com o HOSPUB, permitirá a melhoria da gestão, a racionalização dos recursos e a implantação de um Registro Eletrônico de Saúde vinculado ao Cartão Nacional de Saúde, inicialmente nos Hospitais Federais, capaz de disponibilizar as informações da saúde dos seus usuários, desde o atendimento básico até as internações e os procedimentos de alta complexidade e outras ações realizadas no âmbito dos hospitais, pronto-socorros e prontoatendimentos, criando as bases para um sistema integrado. Plataforma Livre As justificativas de ordem técnica para adoção de padrões abertos para aquisição de Solução de Informação Hospitalar baseado em Registro Eletrônico de Saúde, para ser integrada ao HOSPUB, são as seguintes: a) Reforço da autonomia da Administração Pública quanto aos sistemas informatizados; b) Aderência ao projeto de migração para adoção de plataformas de código aberto nos sistemas digitais, em todos os setores da Administração Federal, em consonância com as diretrizes do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão; c) Compartilhamento do sistema no Portal de Software Público e fomentar a criação de uma comunidade para aprimoramento contínuo do produto; d) Aumento do ciclo de vida do software adquirido através da utilização do Código Aberto, trazendo maior eficiência na utilização dos recursos públicos. e) Diminuir o custo para a administração pública nos processos de informatização de suas unidades de saúde. Decidiu-se pela aquisição de SOLUÇÃO DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR INTEGRADA AO REGISTRO ELETRÔNICO DE SAÚDE PARA A ATENÇÃO INTEGRAL (RES-AI) com implantação nos seis (6) Hospitais Federais do Rio de Janeiro. Pelas razões acima descritas, este sistema deverá ser adquirido com seus códigos-fontes, transferência tecnológica e cessão dos direitos de propriedade. Além da necessidade estratégica, é também decorrência do princípio da legalidade estrita, conforme art. 111 da Lei 8.666, de 21 de junho de DOS RESULTADOS ESPERADOS 3.1. GERAIS Avançar na execução das metas-sínteses do MAIS SAÚDE. Informatizar os seis (6) Hospitais Federais da cidade do Rio de Janeiro, através da implantação de uma SOLUÇÃO DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR INTEGRADA AO REGISTRO ELETRÔNICO DE SAÚDE PARA A ATENÇÃO INTEGRAL (RES-AI), a fim de racionalizar os recursos e garantir maior eficiência e qualidade na assistência à saúde da população por parte destas unidades, assim como sua gestão. - 8 / 170-

9 Fortalecer a Política de Software Livre no Ministério da Saúde, conseqüentemente no Governo Federal, seguindo determinação do Tribunal de Contas da União assentada a partir do Acórdão nº 1521/2003-Plenário TCU ESPECÍFICOS Os principais resultados a serem alcançados com esta aquisição são: Melhorar as condições tecnológicas para enfrentamento dos diversos desafios que são requeridos pelos Hospitais Federais do Rio de Janeiro e pelo DGH para consecução do sistema de informação; Definir novo parâmetro para atividades de apoio na prestação de serviço contribuindo para elevação da dignidade funcional dos agentes de saúde; Garantir a sustentação da infra-estrutura necessária para a implementação e a ampliação do Sistema de Gestão hospitalar; Garantir a plataforma de serviços em TI para atender a demanda dos diversos setores/serviços dos Hospitais Federais do Rio de Janeiro e do DGH; Adequar, evoluir e melhorar a qualidade do Sistema de Gestão Hospitalar quanto à complexidade existente no ambiente hospitalar; Promover níveis satisfatórios de qualidade e disponibilidade de serviços em TI para dar suporte às atividades e rotinas inerentes aos Hospitais Federais do Rio de Janeiro e ao DGH; Iniciar o processo de utilização do Registro Eletrônico de Saúde no âmbito do Ministério da Saúde, primeiramente pelos Hospitais Federais do Rio de Janeiro, e, posteriormente, com conhecimentos internalizados para ampliar a sua utilização; Oferecer ao gestor dos hospitais um sistema de informações integrado de apoio à gestão; Permitir que toda a informação relacionada à saúde da população possa ser coletada no momento do atendimento ao cidadão pela unidade hospitalar; Iniciar a construção de uma base de dados clínicos dos cidadãos-usuários do SUS, com todas as informações de saúde da população atendida, possibilitando a construção de relatórios, indicadores e outros conjuntos de informações, para a qual o RES-AI fornecerá informações; Facilitar a referência e a contra-referência, integrando os processos de regulação e agendamento; Agilizar e otimizar o processamento do faturamento dos EAS; Controlar de forma mais eficiente a assistência farmacêutica e colaborar com o uso racional dos medicamentos; Permitir realização de auditorias através do sistema de forma eficiente e com acesso seguro a todo o conjunto de dados e informações armazenadas; Ampliar as bases de dados clínicos para a utilização de ferramentas de cruzamento e de análise de dados, podendo gerar relatórios e indicadores estáticos e dinâmicos; Dispor de sistema baseado em Registro Eletrônico de Saúde robusto que passará a integrar o HOSPUB; Possibilitar a modernização da plataforma e da arquitetura atuais do HOSPUB, que passará a utilizar Plataforma Aberta; Possibilitar a melhoria das informações para a tomada de decisão nos Hospitais Federais do Rio de Janeiro; - 9 / 170-

10 Automatizar as tarefas rotineiras vinculadas ao uso do Prontuário do Paciente; Melhorar o controle interno das operações de Atenção e Assistência à Saúde; Melhorar o atendimento aos cidadãos-usuários do SUS nos Hospitais Federais do Rio de Janeiro; Aumentar a capacidade de detecção precoce dos problemas de saúde da população atendida nos Hospitais Federais do Rio de Janeiro; Qualificar as ferramentas de gestão visando a tomada de decisão, tanto para o DGH, quanto para os Gestores dos EAS Hospitalares Federais do Rio de Janeiro; Melhorar a eficiência e eficácia dos processos dos Hospitais Federais do Rio de Janeiro; Aumentar a produtividade; Otimizar o uso dos recursos humanos, materiais e financeiros nos EAS Hospitalares Federais do Rio de Janeiro; Preparar o novo HOSPUB a fim de que ele possa ser disponibilizado para todos os outros estabelecimentos hospitalares que utilizam o atual HOSPUB como Sistema de Informação Hospitalar, que são hoje cerca de 180 Hospitais, com a máxima redução de custos. Viabilizar a implantação de solução integrada de saúde, baseada em Registro Eletrônico de Saúde para a Atenção Integral, em Plataforma Livre/Código Aberto, para os Estabelecimentos Assistenciais de Saúde no SUS. 4. DO MODELO DE LICITAÇÃO ADOTADO Considerando as orientações contidas na Instrução Normativa 04/2008 da SLTI/MP, e as orientações dos órgãos de controle, mais especificamente o TCU, será adotado o modelo de Pregão Eletrônico. 5. DA PARTICIPAÇÃO DE CONSÓRCIOS A fim de fazer com que o maior número de interessados participe do certame licitatório será permitida a participação de empresas isoladamente ou em consórcio de até três (3) empresas. 6. DA PARTICIPAÇÃO DE COOPERATIVAS Será vedada a participação de cooperativas, pois o serviço a ser executado apresenta características incompatíveis com a organização do trabalho nesta modalidade, tais como: Mecanismos de comando e controle visando assegurar a adoção de métodos e padrões que serão rotineiramente cobrados; Relação de hierarquia técnica e funcional entre os profissionais; Níveis diferenciados de responsabilização técnica. 7. DA PROPRIEDADE INTELECTUAL A CONTRATADA cederá o direito patrimonial e a propriedade intelectual da solução adquirida. Esta cessão será em caráter definitivo ao Ministério da Saúde, e inclui os módulos desenvolvidos e os resultados produzidos em conseqüência dessa contratação, - 10 / 170-

11 entendendo-se por resultados quaisquer estudos, relatórios, especificações, descrições técnicas, protótipos, dados, esquemas, plantas, desenhos, diagramas, códigos-fontes dos programas em qualquer mídia, páginas na Intranet e na Internet, manuais e documentação didática em papel ou em mídia eletrônica. A necessidade de aquisição da propriedade intelectual associada a cessão dos códigos-fontes visa garantir que o sistema não seja mais comercializado em território nacional, evitando assim o surgimento de versões paralelas que continuem sendo comercializadas, frustrando assim um dos principais objetivos desta contratação que é a disponibilização de um Sistema Informatizado baseado no Registro Eletrônico de Saúde totalmente público. A aquisição da propriedade intelectual também visa garantir que os esforços de implantação e adaptação da Solução estejam plenamente voltados para atender as necessidades do Ministério da Saúde durante o período de transferência de tecnologia. Trata-se de um projeto que envolve 6 (seis) Hospitais Federais de alta complexidade e o seu resultado terá alcance nacional. Assim a CONTRATADA ficará proibida de veicular e comercializar os produtos gerados relativos ao objeto dos serviços contratados, salvo se houver a prévia autorização por ato do Ministério da Saúde. 8. DA HABILITAÇÃO TÉCNICA Para participar do certame licitatório as empresas individuais ou em consórcio deverão apresentar os seguintes documentos: Certidão ou atestado, fornecido por pessoa jurídica de direito público ou privado, que comprove o funcionamento do SISTEMA DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR INTEGRADO AO REGISTRO ELETRÔNICO DE SAÚDE PARA ATENÇÃO INTEGRAL (RES-AI PRONTUÁRIO ELETRÔNICO) em ambiente hospitalar; 9. DA PROPOSTA A LICITANTE deverá apresentar na proposta técnica a tabela do Anexo I devidamente preenchida, assinada e com as comprovações conforme nela referidas Carta de cessão de direito de uso irrestrito e propriedade intelectual da solução de Informação Hospitalar Integrada ao Registro Eletrônico de Saúde para Atenção Integral (RES-AI), para o Ministério da Saúde, conforme modelo do Anexo III Comprovação de possuir certificação CMM (Capability Maturity Model) e/ou CMMI (Capability Maturity Model Integration), em vigência, qualquer delas nível 3 ou superior, reconhecido pelo SEI (Software Engineering Institute), ESI (European Software Institute) ou CRIM (Centre de Recherche Informatique de Montreal), ou MPS.Br equivalente Termo de vistoria técnica devidamente preenchido e assinado Todas as empresas que estiverem participando individualmente ou compondo um consórcio deverão apresentar o Termo de vistoria técnica., - 11 / 170-

12 que deverá ser realizada até 2 (dois) dias úteis antes da licitação. O agendamento deverá ser realizado com o Departamento de Informática do SUS DATASUS em Brasília pelo telefone (061) No ato será preenchido e entregue aos licitantes o Termo de Vistoria Técnica conforme Anexo II; HOMOLOGAÇÃO DO SISTEMA A LICITANTE que apresentar o menor preço deverá submeter-se a HOMOLOGAÇÃO DO SISTEMA Será convocada para homologação, após a fase de habilitação, segundo a ordem de classificação (caso a solução primeira licitante não for homologada, a segunda e assim por diante será convocada para homologação), no prazo mínimo de 2 horas e máximo de 12 horas. Se a sede da empresa ou de qualquer integrante do consórcio situar-se fora do Distrito Federal, poderá o licitante requerer o adiamento da sessão de homologação pelo prazo de até 2 (dois) dias úteis Para homologação os Licitantes deverão disponibilizar equipamentos com os respectivos sistemas instalados, que servirão para comprovar a conformidade com os requisitos descritos no Apêndice A deste Termo de Referência, assim como o funcionamento do sistema proposto, a fim de verificar se o sistema apresentado atende às especificações do objeto especificado A homologação ocorrerá no horário designada pelo Pregoeiro, independente de outras formalidades. O local da sessão será, salvo decisão do pregoeiro em sentido contrário, no DATASUS em Brasília, Ministério da Saúde, Bloco G, Anexo A 1º Andar, Esplanada dos Ministérios, Distrito Federal Caso seja comprovado que o sistema não atende qualquer dos requisitos obrigatórios estabelecidos e descritos no Apêndice A, a LICITANTE será desclassificada do certame, e será convocada para a homologação a próxima LICITANTE, seguindo a ordem de classificação Qualquer manifestação durante o processo de homologação deverá ser formalmente endereçada ao Pregoeiro ou ao DLOG/MS do Ministério da Saúde. 10. DO SIGILO A LICITANTE será expressamente responsabilizada pela manutenção de sigilo absoluto sobre todos os dados e informações, contidos em quaisquer documentos e em quaisquer mídias, de que venha a ter conhecimento durante a realização do certame, não podendo, sob qualquer pretexto, divulgar, reproduzir ou utilizar, sob as penas da lei, independentemente da classificação de sigilo conferida pelo Ministério da Saúde a tais documentos. 11. DO SISTEMA REQUISITOS E FUNCIONALIDADES A solução apresentada pela licitante deverá atender obrigatoriamente aos requisitos e funcionalidades constantes no Apêndice A / 170-

13 11.2. ENTREGA DO PRODUTO Carta de cessão de direito de uso irrestrito da SOLUÇÃO DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR INTEGRADA AO REGISTRO ELETRÔNICO DE SAÚDE PARA A ATENÇÃO INTEGRAL (RES-AI) para o Ministério da Saúde O SISTEMA DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR INTEGRADA AO REGISTRO ELETRÔNICO DE SAÚDE PARA A ATENÇÃO INTEGRAL (RES-AI) deverá ser entregue em no máximo 10 (DEZ) dias após a adjudicação do certame, acompanhado de 6 (SEIS) cópias completas em mídia magnética, com os seguintes itens: Códigos fontes e objetos; Manuais de operação; Documentação do sistema: Códigos-fonte; Modelo de classes; Casos de uso; Dicionário de dados; Bibliotecas, classes e rotinas; Manual do usuário Uma equipe, designada pelo CONTRATANTE, será responsável pelo atestado de entrega do Sistema e seus respectivos documentos conforme item ; Para homologação do Sistema será realizada sua instalação no ambiente da CONTRATANTE, e nesta versão instalada será realizada a verificação das funcionalidades e dos requisitos exigidos neste Termo de Referência; Será elaborado relatório final de aceite, devidamente assinado pela equipe responsável; O pagamento da Solução será efetuada somente após a conclusão do relatório final de aceite descrito no item anterior; DA GARANTIA E DA MANUNTENÇÃO O Sistema terá a garantia de doze (12) meses após o seu aceite, ficando a CONTRATADA obrigada a realizar Manutenções Corretivas necessárias sobre o códigos-fontes, manuais e documentação entregues, que sejam decorrentes de bugs ou defeitos que o sistema adquirido detectados pela CONTRATANTE; 12. DOS SERVIÇOS TÉCNICOS ESPECIALIZADOS Todos os serviços descritos neste Termo de Referência deverão ser executados pela CONTRATADA, nas 6 (seis) Unidades Hospitalares Federais da cidade do Rio de Janeiro aqui nominadas, limitados aos totais estabelecidos no Quadro 1 abaixo. Será criada uma Coordenação Geral do Projeto, que se reunirá sempre que necessário e será composta pelos responsáveis pelo projeto por parte da CONTRATANTE e da CONTRATADA / 170-

14 Os perfis dos serviços técnicos descritos no Quadro 1 seguem o modelo de perfis existente atualmente no DATASUS/MS para garantir que a transferência de tecnologia, que é estratégico nesta aquisição, seja realizada de forma eficiente e em conformidade com os perfis existentes. Os serviços especializados serão executados nas dependências das unidades hospitalares e nas dependências do DATASUS no Rio Janeiro e em Brasília, durante o período de vigência do contrato que será de 12 (doze) meses, podendo ser prorrogado conforme a Lei 8.666/93. Os Produtos gerados pelos Serviços Técnicos Especializados são os seguintes,: 1. Transferência de Tecnologia para o DATASUS, incluindo capacitação e documentação em conformidade com o PDS (Anexo C); 2. Projeto de Implantação para cada uma das 6 (seis) Unidades Hospitalares Federais; 3. Treinamento para os Usuários da Solução em cada uma das 6 (seis) Unidades Hospitalares Federais; 4. Parametrização e/ou Migração de dados da Solução adquirida; 5. Integração com Sistemas Legados; 6. Implantação do Prontuário Eletrônico; 7. Implantação da Prescrição Eletrônica; 8. Implantação da Requisição e Resultados Eletrônicos de Exames Complementares; 9. Implantação e/ou Integração do Módulo de Cadastramento e Recepção ; 10. Implantação e/ou Integração do Módulo Ambulatório; 11. Implantação e/ou Integração do Módulo Internação; 12. Implantação e/ou Integração do Módulo Centro-Cirúrgico / Centro Obstétrico; 13. Implantação e/ou Integração do Módulo de Exames Complementares; 14. Implantação e/ou Integração do Módulo Saúde Ocupacional; 15. Implantação e/ou Integração do Módulo Farmácia/Almoxarifado; 16. Implantação do Módulo de Controle de Infecção Hospitalar; 17. Implantação e/ou Integração do Módulo de Regulação dos recursos disponíveis; 18. Implantação e/ou Integração do Módulo de Linhas de Atenção; 19. Operação Assistida à solução implantada / 170-

15 QUANTIDADE MÁXIMA DE HORAS/ATIVIDADE/SERVIÇO TÉCNICO ESPECIALIZADO PARA SEREM UTILIZADAS PELOS 6(SEIS) HOSPITAIS FEDERAIS DO RIO DE JANEIRO Quadro 1-15 / 170-

16 12.1. MODELO DE EXECUÇÃO Devido as diferentes características físicas e funcionais, e dos diferentes níveis de maturidade tecnológica entre as 6 (seis) Unidades Hospitalares Federais da cidade do Rio de Janeiro, os Serviços Técnicos Especializados serão realizados por Ordem de Serviços - OS, conforme modelo do Apêndice D deste Termo de Referência Para a execução dos serviços técnicos especializados serão elaboradas Ordens de Serviço OS, que deverão obrigatoriamente, identificar os produtos a serem entregues e os serviços necessários a serem prestados pela CONTRATADA, os prazos, a data de início e término da execução, o profissional do CONTRATANTE responsável pela gestão desta ordem de serviço, a avaliação e ateste dos produtos e da prestação dos serviços realizados pelo CONTRATANTE; As Ordens de Serviços conterão os PRODUTOS e SERVIÇOS a serem entregues, com critérios claros para a sua homologação e aceite; As Ordens de Serviços terão seus valores calculados exclusivamente por hora/atividade/serviço, respeitando os limites estabelecidos no Quadro 1; O critério de pagamento das Ordens de Serviços SERÁ a comprovação da utilização das horas, mas sim a homologação e o aceite dos produtos/serviços definidos em cada Ordem de Serviço; As horas descritas no Quadro 1 são os limites máximos de hora/atividade/serviço que poderão serão utilizados para a execução das Ordens de Serviços necessários para a execução dos Serviços Técnicos Especializados para as 6 (seis) Unidades Hospitalares Federais da cidade do Rio de Janeiro; Os primeiros serviços a serem entregues pela CONTRATADA serão o Plano de Transferência de Tecnologia e os Projetos de Implantação e Suporte à Implantação para as 6 (seis) Unidades Hospitalares Federais da cidade do Rio de Janeiro; Os serviços de elaboração do Plano de Transferência de Tecnologia e dos Projetos de Implantação e Suporte à Implantação para as 6 (seis) Unidades Hospitalares Federais da cidade do Rio de Janeiro deverão ser apresentados em até 30 dias após a assinatura do contrato; O Plano de Transferência de Tecnologia conterá obrigatoriamente: O conteúdo e o cronograma estimado, visando a capacitação dos profissionais designados pelo Ministério da Saúde para transferência do conhecimento e da tecnologia; O cronograma estimado e o conteúdo da documentação, conforme o PDS Apêndice C, ou outra metodologia de documentação equivalente definida pela CONTRATANTE; Os Projetos de Implantação e Suporte à Implantação para as 6 (seis) Unidades Hospitalares Federais da cidade do Rio de Janeiro conterão obrigatoriamente: O cronograma para a Implantação da Solução adquirida para a Implantação e Sustentação à Solução, respeitando os limites máximos descritos no Quadro 1, para as 6 (seis) Unidades Hospitalares Federais da cidade do Rio de Janeiro; - 16 / 170-

17 O formato da OS, bem como as informações nela contidas, poderão, a critério exclusivo do CONTRATANTE, ser alteradas para melhor adequá-las às necessidades do serviço; Uma OS poderá ser subdivida em etapas que poderão ser pagas mediante aceite parcial, no limite de até 50% do valor de cada OS, e o restante somente após a homologação da OS; Cada OS emitida consignará o valor de cada etapa a ser cumprida pela CONTRATADA, bem como o valor global da mesma Os prazos de execução e os produtos a serem gerados, quando da emissão de cada OS, serão estabelecidos de comum acordo entre a equipe técnica do CONTRATANTE e o representante da CONTRATADA; O aceite dos serviços e/ou artefatos (produtos) executados e entregues pela CONTRATADA não a exime das responsabilidades quanto às garantias específicas associadas a cada produto versionado, desenvolvido, testado e homologado, estabelecido na OS, ficando a CONTRATADA responsável pela correção de todos os erros, defeitos, bugs e falhas pelo período mínimo de 120 (cento e vinte) dias; A CONTRATANTE se obriga a liquidar a OS em até 20 (vinte) dias corridos contados a partir da data da entrega dos serviços e/ou artefatos (produtos) definidos na OS, desde que devidamente atestadas; A critério da CONTRATANTE, uma OS poderá ser cancelada a qualquer momento, cabendo ao CONTRATANTE somente o pagamento das unidades de medida homem-hora já efetivamente executadas e devidamente comprovadas, até o momento da formalização de seu cancelamento; As alterações nos códigos-fonte durante a vigência do contrato será realizado pela CONTRATADA, e a necessidade de alteração dos códigos-fonte deverá seguir os processos de gerência de mudança estabelecidos no PDS (Apêndice C); O modelo de OS (Ordem de Serviço) a ser utilizado encontra-se no Apêndice D DO PRAZO PARA EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS O Prazo para a execução dos Serviços será de 12 (doze) meses a partir da assinatura do contrato, podendo ser prorrogado, caso haja impedimentos ou restrições comprovados e documentadas, por parte da CONTRATANTE; DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA CAPACITAÇÃO Compreende a execução de serviços técnicos destinados à capacitação visando a transferência de tecnologia à equipe técnica das unidades hospitalares que vai operar, manter e evoluir o sistema. Essa capacitação deverá ser feita por meio de treinamentos que se realizarão de acordo com o planejamento definido pela CONTRATANTE em conjunto com o CONTRATA O treinamento para capacitação deverá ser realizado em turmas de no máximo vinte pessoas de - 17 / 170-

18 acordo com o planejamento definido pela CONTRATANTE em conjunto com a CONTRATADA; A CONTRATANTE fornecerá a infra-estrutura necessária para a capacitação; Se houver necessidade de deslocamento do instrutor para outro município ou unidade da federação, os custos de viagem e hospedagem serão de responsabilidade da CONTRATANTE Ao final dos treinamentos haverá uma avaliação dos alunos para verificar a consecução dos objetivos Durante a implantação, a CONTRATADA deve transferir o conhecimento técnico-operacional do sistema para a equipe de informática do CONTRATANTE e da unidade hospitalar A CONTRATADA também deverá fornecer a documentação técnica do o sistema RES-AI instalado, incluindo modelo de dados, entidades, relacionamentos, padrões de desenvolvimento permitindo às unidades hospitalares assumir o RES-AI na sua íntegra MANUAIS E PROCEDIMENTOS Este serviço fornecerá a documentação completa do RES- AI em sua versão final, atualizada após a execução dos serviços de parametrização, customização, migração, integração vinculados ao sistema, de acordo com as definições existentes no Processo de Desenvolvimento de Software (PDS Apêndice C) do DATASUS; O DATASUS se reserva ao direito de substituir qualquer um dos documentos do PDS, devendo a CONTRATADA adotar o novo padrão estabelecido IMPLANTAÇÃO DO PRODUTO O sistema a ser implantado deve ser o mesmo para todas as unidades hospitalares; A CONTRATADA deverá elaborar a documentação, para os serviços de parametrização, customização, migração e integração vinculados ao sistema, conforme definição existente no Processo de Desenvolvimento de Software (PDS) do DATASUS; A documentação do usuário deverá incluir Manual de Instalação e Administração, Manual de Operação, Visão Geral A documentação de usuário deverá ser elaborada conforme templates definidos pelo DATASUS e sujeitos a aprovação do mesmo A Ordem de Serviço deverá especificar, dentre a relação de documentos definida pelo PDS, quais deverão ser produzidos/atualizados O DATASUS se reserva ao direito de substituir qualquer um dos documentos do PDS, devendo a CONTRATADA adotar o novo padrão estabelecido ACOMPANHAMENTO DA IMPLANTAÇÃO A CONTRATADA disponibilizará os serviços de gerência de projetos, para que a implantação do RES-AI atenda o planejamento elaborado - 18 / 170-

19 pela CONTRATANTE e seja realizado com alto nível de profissionalismo, sempre alinhado às melhores práticas do mercado de TI e dentro do cronograma estabelecido LEVANTAMENTO DE MACRO-PROCESSOS E INTERFACES COM O SISTEMA A CONTRATADA deverá levantar as informações sobre a unidade hospitalar, seus macro-processos e procedimentos que interagem com o sistema A partir deste levantamento serão identificadas as necessidades de implementações no sistema RES-AI e/ou necessidades de alteração de procedimentos internos das Unidades Hospitalar Nessa etapa são realizadas os levantamentos de informações do CONTRATANTE, a fim de aplicar as melhores praticas às rotinas a serem padronizadas para utilização no Sistema RES-AI, que serão fundamentais para determinar: O Detalhamento dos processos, parametrizações, customizações e migrações, bem como a definição de como será o trabalho de implementação do sistema O Detalhamento das Interfaces de Importação / Exportação Detalhamento do escopo do Trabalho a ser realizado, bem como os pontos de interface necessários entre o sistema RES-AI a ser implantado Mensuração de esforço para ajuste do cronograma de execução PARAMETRIZAÇÃO A CONTRATADA executará os serviços de parametrização para preparar o sistema com o objetivo de atender os requisitos existentes no ambiente das unidades hospitalares sem a necessidade de alteração nos códigos fontes CUSTOMIZAÇÃO A CONTRATADA disponibilizará os serviços de customização para alteração, adequação e/ou adaptação da versão adquirida do RES-AI visando compor uma solução mais ajustada às necessidades dos hospitais referenciados nesse Termo de Referência MIGRAÇÃO A CONTRATADA disponibilizará os serviços de migração dos dados das bases do sistema existente para a base de dados correspondente no sistema RES-AI, nas unidades hospitalares que compõem o escopo desse Termo de Referência A validação dos dados existentes a serem migrados serão de responsabilidade do CONTRATANTE. A CONTRATADA deverá prover o modelo de dados do novo sistema para que - 19 / 170-

20 as informações sejam disponibilizadas neste formato e verificar a consistência desses dados após a migração INTEGRAÇÃO A CONTRATADA disponibilizará os serviços de integração do RES-AI com os sistemas legados definidos pela CONTRATANTE; Os serviços de integração de sistemas consistem na identificação e análise de necessidades, construção de interfaces e preparação de rotinas para permitir que o RES-AI se intercomunique com o sistema existente, trocando com estes informações; SUSTENTAÇÃO À SOLUÇÃO SUSTENTAÇÃO À OPERAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURA E SISTEMAS Compreende o apoio, e se necessário, a execução de serviços técnicos destinados ao controle, monitoramento, apoio, instalação, configuração, gerenciamento da rede, dos servidores de aplicação, dos servidores de banco de dados e estações de trabalho destinados ao ambiente da solução do objeto desse Termo de Referência. As atividades descritas a seguir estão vinculadas ao objeto desse Termo de Referência e deverão ser realizadas com o objetivo de suportar a produção do sistema RES-AI O apoio, e se necessário, a operação, controle e administração das redes vinculadas ao projeto; Apoio na definição de normas e procedimentos de redes; O apoio, e se necessário, a instalação e configuração dos serviços e equipamentos das redes dos Hospitais Federais do Rio de Janeiro e do DGH; Apoiar, e se necessário, realizar análises de desempenho e de capacidade das redes dos Hospitais Federais do Rio de Janeiro e do DGH, incluindo roteadores, switches, circuitos de transmissão, servidores, softwares de apoio, softwares básicos e sistemas aplicativos, apoiando na proposição de medidas corretivas necessárias ao perfeito funcionamento do ambiente; Apoiar, e se necessário, elaborar estudos técnicos para maximização do aproveitamento dos recursos de rede, das melhores soluções de software básico e de apoio; Apoiar, e se necessário, levantar o tráfego de redes, transações, tamanho e estrutura de banco de dados com objetivo de avaliação de software, aplicativos e componentes de rede; Estudar, pesquisar para apoiar a adoção de ferramentas de monitoração e controle de tráfego de rede e de saturação de equipamentos; Apoiar, e se necessário, análisar os logs de eventos dos recursos de TI vinculados ao projeto nos Hospitais Federais do Rio de Janeiro e do DGH; - 20 / 170-

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