Margarida Flores Martins DOENÇAS IMUNIDADE E CONTROLO DE. O Sistema imunitário possui uma capacidade de memória invejável.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Margarida Flores Martins DOENÇAS IMUNIDADE E CONTROLO DE. O Sistema imunitário possui uma capacidade de memória invejável."

Transcrição

1 IMUNIDADE E CONTROLO DE DOENÇAS Margarida Flores Martins O Sistema imunitário possui uma capacidade de memória invejável.

2 Imunidade e controlo de doenças Número de aulas previstas Número de aulas leccionadas 20 2 AULA Sumário Realização de uma pesquisa orientada sobre a biotecnologia no diagnóstico e terapêutica de doenças responsáveis por diversas patologias. Construção de um guião para a realização de uma curta metragem. Referências relevantes ab.pt/~bidarra/hyperscapes/video grafias 130.htm para curta metragem.html camoes.pt/fichaspraticas/2005/04/jornalfalado.html ab.pt/~bidarra/hyperscapes/video grafias 151.htm Problematizar Sugestões do programa

3 Sistematização da informação recolhida, por aluno ou grupo de alunos, seguida de debate alargado à turma dos seguintes tópicos: Utilização de anticorpos monoclonais (ex. na localização e diagnóstico de tumores, tratamento de doenças autoimunes, testes de gravidez, antídotos para drogas e venenos,...); Engenharia genética na produção de substâncias com valor terapêutico (ex. insulina, hormona de crescimento, factor VIII anti hemofílico, interferon,...), no diagnóstico prénatal de doenças, na avaliação da compatibilidade de órgãos para transplante, em testes de paternidade... Bioconversão na produção de antibióticos (vantagens relativas à via de administração, ao espectro de acção e à redução de reacções alérgicas) e produção de esteróides (contraceptivos orais e anabolizantes). Enquadramento teórico A melhor maneira de aprender a fazer um filme é fazer um. Stanley Kubrick Stanley Kubrick (Nova Iorque,26 de Julho de 1928 Hertfordshire, 7 de Março de 1999) foi um dos cineastas mais importantes do século XX, responsável por uma obra polémica, mas que gozou de uma excelente recepção crítica. Planificação de uma curta metragem Curta metragem é um filme de duração inferior a trinta minutos, havendo no entanto quem, para o classificar estabeleça um padrão variável de mais ou menos dez minutos. O termo começou a ser utilizado nos Estados Unidos na década de 1910, quando boa parte dos filmes começava a ter durações cada vez maiores. O género que mais utilizou o formato de curta metragem foi as animações.

4 PROJECTO CURTASCIENCE FAZES DE ELABORAÇÃO DE UMA CURTA METRAGEM DE FICÇÃO, DOCUMENTÁRIO E VÍDEO Sinopse/Storyline A SINOPSE, também denominada story line, deve ter entre 3 a 10 páginas numa grande metragem de cinema, e entre 5 a 20 linhas num programa de formação ou divulgação. Em primeiro lugar o autor redige um texto que indica muito sumariamente os elementos fundamentais da história bem como a sua forma (documentário, ficção, publicidade, videoclip, programa de formação, de divulgação, científico... ou ainda no caso multimédia, um jogo educativo, um programa de ensino assistido por computador, uma demonstração...). Esta sinopse é de certo modo o cartão de visita do futuro produto e serve para serem tomadas as decisões fundamentais relativas à produção. Deverá ter os seguintes elementos: TEMA (veja se a título de exemplo a apresentação de um filme numa revista de programação de TV). ESTRUTURA DA NARRATIVA (tem como sequência a apresentação, o desenvolvimento e o desfecho). CENÁRIOS E PERSONAGENS (noções fundamentais). Exemplo 1. SINOPSE BREVE: Na privacidade do lar, duas velhinhas são assaltadas por um jovem criminoso. Entre uma ameaça e outra, serve se bolinhos de chuva, guloseimas e café preto bem docinho para a visita. É uma questão de boa educação, afinal. Guião Para se chegar ao guião, é necessário começar por uma Planificação do Trabalho Definir os objectivos pretendidos Analisar os recursos disponíveis

5 conhecimentos recursos bibliografia Identificar o público alvo quem porquê Elaboração do projecto: o guião de autor título da obra nome dos realizadores nº de ordem da folha Local da acção nº de Cena e/ou Sequência se é interior ou exterior se é Dia ou Noite a acção Há duas convenções do ponto de vista formal que é costume seguir durante a redacção das primeiras etapas da redacção do guião e que são as seguintes: 1. Primeira pessoa do plural A utilização da primeira pessoa do plural, o "nós", funciona de forma a dirigir se a todos os elementos da equipa, realizador, operadores, etc. Ex: "Seguimos a personagem X" ou "Fazemos uma panorâmica de Y" 2. Tempo presente Todas as sinopses, sequências, tratamentos e guiões devem ser escritos no presente. Esta convenção trata se dum reflexo da natureza básica do meio. Com efeito, em qualquer meio audiovisual existe única e exclusivamente o presente. Mesmo quando existem prolepses e analepses, essa fracção de segundo em que se modifica a matriz do tempo é rapidamente adaptada ao tempo presente pelo espectador. Recursos utilizados *CURTA METRAGEM (PPT) *Como fazer uma curta metragem? (pdf) *Artigos científicos/livros

6 AULA Sumário Finalização do guião associado à curta metragem. Realização de filmagens Referências relevantes Problematizar Qual a importância da ciência e tecnologia e as implicações de ambas para a sociedade? De que modo a Ciência e a Tecnologia podem contribuir para a prevenção, detecção ou resolução de desequilíbrios imunológicos? Qual é o papel da Engenharia Genética na produção de substâncias com interesse farmacológico? Qual a importância da produção de anticorpos monoclonais? Recursos utilizados *Como fazer uma curta metragem? (pdf) *Artigos científicos/livros

Serra do Saber. Formação Pedagógica Inicial de Formadores

Serra do Saber. Formação Pedagógica Inicial de Formadores Formação Pedagógica Inicial de Formadores Fundamentação Este curso apresenta de uma forma clara e recorrendo a uma metodologia teórico-prática, os conhecimentos necessários para a formação de formadores

Leia mais

PLANO DE ORGANIZAÇÃO DA ACTIVIDADE LECTIVA. Alda Amaro Dr. João Paulo Trigueiros Expressões Artes Visuais (600)

PLANO DE ORGANIZAÇÃO DA ACTIVIDADE LECTIVA. Alda Amaro Dr. João Paulo Trigueiros Expressões Artes Visuais (600) Direcção Regional de Educação do Centro AULA ASSISTIDA Nº 16 PRÁTICA DE ENSINO SUPERVISIONADA EM ARTES VISUAIS ANO LECTIVO 2011/2012 PLANO DE ORGANIZAÇÃO DA ACTIVIDADE LECTIVA IDENTIFICAÇÃO PROFESSOR ESTAGIÁRIO

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES (90 horas)

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES (90 horas) FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES (90 horas) DESTINATÁRIOS: O curso de Formação Pedagógica Inicial de Formadores da SALSUS destina-se a 14 formandos por grupo, sendo que deverá cumprir as seguintes

Leia mais

PORTUGUÊS: Assid. Mín [h] INGLÊS: Assid. Mín [h]

PORTUGUÊS: Assid. Mín [h] INGLÊS: Assid. Mín [h] PORTUGUÊS: Módulo 1.1.: Textos de Carácter Autobiográfico 30 27,0 Módulo 1.2.: Textos Expressivos e Criativos e Textos Poéticos 24 22,0 Módulo 1.3.: Textos dos Media I 24 22,0 Módulo 1.4.: Textos Narrativos

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA IMAGEM Ano Lectivo 2010/2011

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA IMAGEM Ano Lectivo 2010/2011 Programa da Unidade Curricular INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA IMAGEM Ano Lectivo 2010/2011 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Comunicação e Multimédia 3. Ciclo de Estudos 1º 4.

Leia mais

Planificação da disciplina de Geografia 9º Ano Ano letivo 2014/2015

Planificação da disciplina de Geografia 9º Ano Ano letivo 2014/2015 Planificação da disciplina de Geografia 9º Ano Ano letivo 2014/2015 Nº de aulas (45 minutos) 1º Período 2º Período 3º Período Total Previstas 41 31 27 99 /Correção 6 6 6 18 Tema 4: As atividades económicas*

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular DIREITO DA COMUNICAÇÃO Ano Lectivo 2015/2016

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular DIREITO DA COMUNICAÇÃO Ano Lectivo 2015/2016 Programa da Unidade Curricular DIREITO DA COMUNICAÇÃO Ano Lectivo 2015/2016 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Comunicação e Multimédia 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade

Leia mais

Planificação anual de Português 12º ano

Planificação anual de Português 12º ano Planificação anual de Português 12º ano 1 OBJETIVOS Desenvolver os processos linguísticos, cognitivos e metacognitivos necessários à operacionalização de cada uma das competências de compreensão e produção

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular CONSULTA PSICOLÓGICA E EXAME PSICOLÓGICO Ano Lectivo 2013/2014

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular CONSULTA PSICOLÓGICA E EXAME PSICOLÓGICO Ano Lectivo 2013/2014 Programa da Unidade Curricular CONSULTA PSICOLÓGICA E EXAME PSICOLÓGICO Ano Lectivo 2013/2014 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (2º Ciclo) 2. Curso Mestrado em Psicologia Clínica 3. Ciclo

Leia mais

Informação Prova Prova código 302 de Biologia

Informação Prova Prova código 302 de Biologia Informação Prova Prova código 302 de Biologia Prova de Equivalência à Frequência do Ensino Secundário Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Despacho normativo n.º 1-D/2016, de 4 de março O presente documento

Leia mais

realizarem curtas-metragens e de, através da transmissão televisiva dos seus filmes, poderem divulgar o seu talento.

realizarem curtas-metragens e de, através da transmissão televisiva dos seus filmes, poderem divulgar o seu talento. REGULAMENTO Fá-las Curtas! é um concurso, produzido pela Valentim de Carvalho Televisão, para a RTP 2, que acompanha equipas, compostas por um argumentista e um realizador, na sua busca pela arte cinematográfica

Leia mais

INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA BIOLOGIA 2016

INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA BIOLOGIA 2016 INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA BIOLOGIA 2016 Prova 302 2016 ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12.º Ano

Leia mais

Escola Secundária de Valongo

Escola Secundária de Valongo Escola Secundária de Valongo PLANIFICAÇÃO DE CIÊNCIAS NATURAIS 7º ANO Ano lectivo 2010/2011 TERRA NO ESPAÇO 1º PERÍODO ESCOLA SECUNDÁRIA DE VALONGO PROPOSTA DE PLANIFICAÇÃO ANO LECTIVO DE 2010/2011 CIÊNCIAS

Leia mais

Ciências Físico-Químicas 7.º Ano Terra em Transformação / Terra no Espaço Carlos Alberto da Silva Ribeiro de Melo

Ciências Físico-Químicas 7.º Ano Terra em Transformação / Terra no Espaço Carlos Alberto da Silva Ribeiro de Melo Ciências Físico-Químicas 7.º Ano Terra em Transformação / Terra no Espaço Carlos Alberto da Silva Ribeiro de Melo QUÍMICA TEMAS OBJECTIVOS DE APRENDIZAGEM SITUAÇÕES E EXPERIÊNCIAS EDUCATIVAS AULAS TERRA

Leia mais

CENTRO PSICOPEDAGÓGICO DA LINHA. Programa Formativo. Atenção! Este Programa Formativo pode ser atualizado a qualquer momento! Mantenha-se Informado!

CENTRO PSICOPEDAGÓGICO DA LINHA. Programa Formativo. Atenção! Este Programa Formativo pode ser atualizado a qualquer momento! Mantenha-se Informado! Atenção! Este pode ser atualizado a qualquer momento! Mantenha-se Informado! Treino de Competências Sociais em Crianças e Jovens: Uma Abordagem Prática Contribuir para o enriquecimento teo rico-pra tico

Leia mais

A informação, o conhecimento e o mundo das tecnologias

A informação, o conhecimento e o mundo das tecnologias Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros 7º Ano (PCA) TIC Planificação Anual 2015-2016 METAS CURRICULARES DOMÍNIO A informação,

Leia mais

Aulas: Sumário / Resumo

Aulas: Sumário / Resumo Aulas: Sumário / Resumo a. Aula 1 (05-03-07) Aula em que foi apresentada a disciplina, e a plataforma que será usada na disciplina (teleduc); (aula em que não estive presente). b. Aula 2 (12-03-07) Aula

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular REALIZAÇÃO E PRODUÇÃO MULTIMÉDIA Ano Lectivo 2015/2016

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular REALIZAÇÃO E PRODUÇÃO MULTIMÉDIA Ano Lectivo 2015/2016 Programa da Unidade Curricular REALIZAÇÃO E PRODUÇÃO MULTIMÉDIA Ano Lectivo 205/206. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (2º Ciclo) 2. Curso MESTRADO EM COMUNICAÇÃO MULTIMÉDIA 3. Ciclo de Estudos

Leia mais

Livro Os Ciganos: História e Cultura - crianças e jovens - 12/15 anos

Livro Os Ciganos: História e Cultura - crianças e jovens - 12/15 anos Sugestões pedagógicas para orientar a leitura dos livros da Biblioteca Digital Livro Os Ciganos: História e Cultura - crianças e jovens - 12/15 anos Atividades para trabalhar os temas: Tolerância intercultural

Leia mais

Estratégias para a Saúde

Estratégias para a Saúde Estratégias para a Saúde V.1) Cadernos do PNS Acções e Recomendações Promoção da Cidadania em Saúde (Versão Discussão) ESTRATÉGIAS PARA A SAÚDE V.1) CADERNOS DO PNS - ACÇÕES E RECOMENDAÇÕES PROMOÇÃO DA

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular OPÇÃO III - TECNOLOGIAS DIGITAIS AVANÇADAS Ano Lectivo 2010/2011

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular OPÇÃO III - TECNOLOGIAS DIGITAIS AVANÇADAS Ano Lectivo 2010/2011 Programa da Unidade Curricular OPÇÃO III TECNOLOGIAS DIGITAIS AVANÇADAS Ano Lectivo 2010/2011 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Comunicação e Multimédia 3. Ciclo de Estudos

Leia mais

Agrupamento de Escolas da Abelheira Escola EB 2, 3 de Viana do Castelo Ano letivo: 2015/2016

Agrupamento de Escolas da Abelheira Escola EB 2, 3 de Viana do Castelo Ano letivo: 2015/2016 SUB Informação A informação, o conhecimento e o mundo das tecnologias; 1. Compreender a evolução das tecnologias de informação e comunicação (TIC) e o seu papel no mundo contemporâneo; a) Conhecer os grandes

Leia mais

CHAMADA PARA MINICURSOS E OFICINAS

CHAMADA PARA MINICURSOS E OFICINAS CHAMADA PARA MINICURSOS E OFICINAS Apresentação A Mostra de Iniciação Científica-MIC do IFBaiano é um evento promovido pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (PROPES) e de Extensão (PROEX) do Instituto

Leia mais

SISTEMAS MULTIMÍDIA PROF MOZART DE MELO

SISTEMAS MULTIMÍDIA PROF MOZART DE MELO SISTEMAS MULTIMÍDIA PROF MOZART DE MELO Programa da Disciplina Multimídia conceitos, comunicação homemmáquina. Autoria produção de diversos tipos de aplicativos multimídia, examinando-se as alternativas

Leia mais

OBJECTIVOS ESPECÍFICOS / COMPETÊNCIAS A ADQUIRIR PELOS FORMANDOS

OBJECTIVOS ESPECÍFICOS / COMPETÊNCIAS A ADQUIRIR PELOS FORMANDOS ESTRUTURA PROGRAMÁTICA DO CURSO MÓDULOS OBJECTIVOS ESPECÍFICOS / COMPETÊNCIAS A ADQUIRIR PELOS FORMANDOS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS Acolhimento dos formandos e Apresentação do Curso A entidade formadora;

Leia mais

Critérios de Avaliação dos CEF Curso de Operador Informático 2012/2013

Critérios de Avaliação dos CEF Curso de Operador Informático 2012/2013 Critérios de Avaliação dos CEF Curso de Operador Informático Língua Portuguesa 2012/2013 ATITUDES Formação para a cidadania. Apresentação dos materiais necessários, cumprimento de tarefas propostas, assiduidade,

Leia mais

A SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO E DO CONHECIMENTO Ensaio sobre a exploração e oportunidades no contexto da Sociedade da Informação

A SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO E DO CONHECIMENTO Ensaio sobre a exploração e oportunidades no contexto da Sociedade da Informação Semana dos Sistemas de Informação Seminários de Informática de Gestão Escola Superior de Gestão Instituto Politécnico de Santarém 18 de Novembro de 2006 A SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO E DO CONHECIMENTO Ensaio

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES. Turma: A, B, C, D ANO: 8º ANO LECTIVO 2010/2011 ACTIVIDADES/ ESTRATÉGIAS. Discussão / Debate.

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES. Turma: A, B, C, D ANO: 8º ANO LECTIVO 2010/2011 ACTIVIDADES/ ESTRATÉGIAS. Discussão / Debate. ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES 3º C.E.B. DISCIPLINA: Ciências Naturais Turma: A, B, C, D ANO: 8º ANO LECTIVO 2010/2011 COMPETÊNCIAS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS ACTIVIDADES/ ESTRATÉGIAS AULAS

Leia mais

- Responda na folha de exame -

- Responda na folha de exame - PROVA DE AVALIAÇÃO DOS CONHECIMENTOS E COMPETÊNCIAS Ano letivo 2014/15 BIOLOGIA 17/06/2015 Duração: 90 min (2 valores por questão) Nome: - Responda na folha de exame - 1. As hormonas sexuais femininas,

Leia mais

Festival Internacional de Cinema da Praia REGULAMENTO. Artigo 1º. (Objectivo)

Festival Internacional de Cinema da Praia REGULAMENTO. Artigo 1º. (Objectivo) Festival Internacional de Cinema da Praia REGULAMENTO Artigo 1º (Objectivo) PLATEAU Festival Internacional de Cinema da Praia, tem como objectivo principal a exibição pública de filmes de todo o mundo

Leia mais

Cursos Profissionais de Nível Secundário

Cursos Profissionais de Nível Secundário Cursos Profissionais de Nível Secundário Técnico de Apoio à infância e Técnico de Turismo Ano Letivo: 2014/2015 Matemática (100 horas) 10º Ano PLANIFICAÇÃO A LONGO PRAZO A1 Geometria Resolução de problemas

Leia mais

MIPL Materiais Interactivos para Português L2 na Web PROJECTO A Menina do Mar

MIPL Materiais Interactivos para Português L2 na Web PROJECTO A Menina do Mar PROJECTO A Menina do Mar Deolinda Natalina Barbosa Quintas Página 1 Índice Introdução... 3 Objectivos... 4 Destinatários... 4 Metodologia... 5 Estratégias e recursos utilizados... 7 Conclusão... 10 Deolinda

Leia mais

FILME EM MINAS - PROGRAMA DE ESTÍMULO AO AUDIOVISUAL ª EDIÇÃO

FILME EM MINAS - PROGRAMA DE ESTÍMULO AO AUDIOVISUAL ª EDIÇÃO ANEXO VI: FILME EM MINAS - PROGRAMA DE ESTÍMULO AO AUDIOVISUAL 2014 7ª EDIÇÃO REGULAMENTO - DESENVOLVIMENTO DE ROTEIROS 1. DO OBJETO DA PREMIAÇÃO 1.1 Serão analisadas propostas de desenvolvimento de roteiros

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2016 Ensino Técnico Plano de Curso nº 246 aprovado pela portaria Cetec nº 181 de 26/09/2013 Etec Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Informação

Leia mais

PORTADOR DE DIPLOMA - 2ª FASE PERÍODO DE INSCRIÇÃO (16/1 a 1º/2/2017)

PORTADOR DE DIPLOMA - 2ª FASE PERÍODO DE INSCRIÇÃO (16/1 a 1º/2/2017) PORTADOR DE DIPLOMA - 2ª FASE PERÍODO DE INSCRIÇÃO (16/1 a 1º/2/2017) Nos termos do Edital nº 90 de 19 de Dezembro de 2016, são disponibilizadas vagas para PORTADOR DE DIPLOMA DE CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO

Leia mais

Planificação a médio e longo prazo. Matemática B. 11º Ano de escolaridade. Total de aulas previstas: 193. Ano letivo 2015/2016

Planificação a médio e longo prazo. Matemática B. 11º Ano de escolaridade. Total de aulas previstas: 193. Ano letivo 2015/2016 Planificação a médio e longo prazo Matemática B 11º Ano de escolaridade. Total de aulas previstas: 193 Ano letivo 2015/2016 Professor responsável: Paulo Sousa I O programa Matemática B do 11º Ano - Página

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DOMINGOS REBELO

ESCOLA SECUNDÁRIA DOMINGOS REBELO ESCOLA SECUNDÁRIA DOMINGOS REBELO INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DOS CURSOS DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei nº 139/2012, de 5 de julho DISCIPLINA APLICAÇÕES INFORMÁTICAS B Prova 303/2016

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA POLÍTICA E ESTRATÉGIAS REGIONAL DA INFORMAÇÃO SANITÁRIA NO ESPAÇO DA CEDEAO PARA O CONSULTOR PRINCIPAL

TERMOS DE REFERÊNCIA POLÍTICA E ESTRATÉGIAS REGIONAL DA INFORMAÇÃO SANITÁRIA NO ESPAÇO DA CEDEAO PARA O CONSULTOR PRINCIPAL TERMOS DE REFERÊNCIA POLÍTICA E ESTRATÉGIAS REGIONAL DA INFORMAÇÃO SANITÁRIA NO ESPAÇO DA CEDEAO PARA O CONSULTOR PRINCIPAL 1. CONTEXTO E JUSTIFICAÇÃO A informação sanitária tem uma importância crucial

Leia mais

PLANO DE TRABALHO: DISCIPLINA DE METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA

PLANO DE TRABALHO: DISCIPLINA DE METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA PLANO DE TRABALHO: DISCIPLINA DE METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA PROFESSOR: Alexei Manso Correa Machado 1. EMENTA: A disciplina tem como objetivo apresentar aos alunos os fundamentos da construção do

Leia mais

HARMONIA DO MUNDO. Documentário da série Avisos da Natureza: lições não aprendidas

HARMONIA DO MUNDO. Documentário da série Avisos da Natureza: lições não aprendidas HARMONIA DO MUNDO Documentário da série Avisos da Natureza: lições não aprendidas SINOPSE Um professor de física discute e apresenta uma proposta de atividade sobre o documentário A Harmonia dos Mundos,

Leia mais

Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos de Cadaval Departamento de Línguas

Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos de Cadaval Departamento de Línguas Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos Cadaval Departamento Línguas 1 Planificação Anual Língua Escola Portuguesa Básica dos 6º 2º e Ano 3ª Ciclos ida Ano lectivo 2009/2010 Planificação Anual Língua Portuguesa

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES ACÇÃO TIPO: Formação Pedagógica Inicial de Formadores PÚBLICO ALVO: Futuros formadores, formadores sem formação pedagógica. DURAÇÃO: 96 Horas N.º de ACÇÕES: 1

Leia mais

INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DO ENSINO SECUNDÁRIO

INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DO ENSINO SECUNDÁRIO INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DO ENSINO SECUNDÁRIO BIOLOGIA Prova 302 2015 12 º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) 1. Introdução O presente documento divulga

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular TEORIA GERAL DO PODER PÚBLICO Ano Lectivo 2016/2017

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular TEORIA GERAL DO PODER PÚBLICO Ano Lectivo 2016/2017 Programa da Unidade Curricular TEORIA GERAL DO PODER PÚBLICO Ano Lectivo 2016/2017 1. Unidade Orgânica Direito (1º Ciclo) 2. Curso Direito 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular TEORIA GERAL DO PODER

Leia mais

Noite de Forró. Série Matemática na Escola

Noite de Forró. Série Matemática na Escola Noite de Forró Série Matemática na Escola Objetivos 1. Definir a probabilidade de eventos; 2. Calcular a probabilidade de eventos complementares; 3. Introduzir a regra do produto em probabilidade. Noite

Leia mais

Concurso de Curtas STOP Sem Tabus, Opressões e Preconceitos - Regulamento

Concurso de Curtas STOP Sem Tabus, Opressões e Preconceitos - Regulamento Concurso de Curtas STOP Sem Tabus, Opressões e Preconceitos - Regulamento Objetivos No âmbito do Movimento contra o Discurso de Ódio do Conselho da Europa, campanha à qual o Conselho Nacional de Juventude

Leia mais

PROPOSTA. Termos de Referência

PROPOSTA. Termos de Referência lierpw ~Nulo do f ~ioga llamado Pranwenel PROPOSTA Termos de Referência Título: Revisão e Actualização do Manual do Formador da formação Pedagógica de Formadores Data limite para apresentação da proposta

Leia mais

PLANIFICAÇÃO LONGO PRAZO

PLANIFICAÇÃO LONGO PRAZO PLANIFICAÇÃO LONGO PRAZO INFORMÁTICA ANO LETIVO 01/017 Curso Vocacional do 3º Ciclo.º ANO Módulos Horas Letivos 5 Período Semanas Data 5 - Processador de texto 30 0 1.º 7 Setembro/Outubro - Apresentações

Leia mais

Formação Pedagógica Inicial de Formadores Objetivos Gerais Este Curso, homologado pelo IEFP, visa dotar os participantes das técnicas, conhecimentos e competências necessárias á apresentação com sucesso

Leia mais

Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho

Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho ESCOLA BÁSICA E INTEGRADA DE ANGRA DO HEROÍSMO Ano Letivo 2016/2017 PLANIFICAÇÃO Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho PROFIJ Nível II, Tipo 2 1ºano Curso Acompanhante de Crianças ENQUADRAMENTO LEGAL

Leia mais

Fundação Darcy Ribeiro

Fundação Darcy Ribeiro I Fundação Darcy Ribeiro ATUAÇÃO DOS EDUCADORES PONTOS ESSENCIAIS DA PROPOSTA Vídeo 05 Coordenação Nacional Formação Inicial e Continuada do Educador do ProJovem: o especialista, o pensador, o cidadão

Leia mais

TÍTULO DO ARTIGO: Subtítulo do Artigo

TÍTULO DO ARTIGO: Subtítulo do Artigo TÍTULO DO ARTIGO: Subtítulo do Artigo Nome do autor(a) 1 Nome do(a) professor(a) orientador(a) 2 RESUMO Este modelo permite a visualização da estrutura geral de um artigo científico e apresenta orientações

Leia mais

Ficha de Unidade Curricular (FUC) de Empreendedorismo e Inovação

Ficha de Unidade Curricular (FUC) de Empreendedorismo e Inovação INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÂO DE COIMBRA Aprovação do Conselho Pedagógico 5/11/2014 Aprovação do Conselho Técnico-Científico 23/2/2015 Ficha de Unidade

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO AMAPÁ IFAP CÂMPUS MACAPÁ

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO AMAPÁ IFAP CÂMPUS MACAPÁ 13 específica, de segunda-feira a sexta-feira e aos sábados, caso seja necessário para complementação do período letivo e/ou carga horária curricular. Cada aula tem durafao de 50min (cinquenta minutos),

Leia mais

ANEXO I MODELO DE PROJETO DISCENTE CAPA

ANEXO I MODELO DE PROJETO DISCENTE CAPA ANEXO I MODELO DE PROJETO DISCENTE Segue abaixo o modelo para apresentação de projeto discente ao Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ), Campus São Gonçalo, com o

Leia mais

Unidade Universitária: CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE. Disciplina: Projetos Educacionais para o Ensino de Biologia

Unidade Universitária: CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE. Disciplina: Projetos Educacionais para o Ensino de Biologia Unidade Universitária: CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE Curso: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Disciplina: Projetos Educacionais para o Ensino de Biologia Professor(es): Rosana dos Santos Jordão Carga horária:

Leia mais

Planificação Anual. Professora: Dulce Direitinho Disciplina: Educação Visual Ano: 5.º Turma: A Ano letivo:

Planificação Anual. Professora: Dulce Direitinho Disciplina: Educação Visual Ano: 5.º Turma: A Ano letivo: Planificação Anual Professora: Dulce Direitinho Disciplina: Educação Visual Ano: 5.º Turma: A Ano letivo: 2014-2015 Domínio/Objetivos Descritores de Desempenho Atividades/Estratégias Avaliação Discurso

Leia mais

PLANO DE CURSO. CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20

PLANO DE CURSO. CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: ENFERMAGEM EM ONCOLOGIA Código: ENF- 218 Pré-requisito: Nenhum Período Letivo:

Leia mais

PORTUGUÊS CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE ALUNOS. ENSINO BÁSICO (2.º e 3.º CICLOS) ENSINO SECUNDÁRIO

PORTUGUÊS CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE ALUNOS. ENSINO BÁSICO (2.º e 3.º CICLOS) ENSINO SECUNDÁRIO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº 4 DE ÉVORA SEDE: ESCOLA SECUNDÁRIA ANDRÉ DE GOUVEIA CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE ALUNOS PORTUGUÊS ENSINO BÁSICO (2.º e 3.º CICLOS) ENSINO SECUNDÁRIO outubro

Leia mais

Análise da Informação Económica e Empresarial

Análise da Informação Económica e Empresarial Análise da Informação Económica e Empresarial Aula 4: Noções fundamentais sobre a realização de trabalho empírico em Economia e Gestão tratamento de informação e elaboração de relatórios Análise da Informação

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS

PROGRAMAÇÃO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS CENTRO UNIVERSITÁRIO FUNDAÇÃO SANTO ANDRÉ Curso: Licenciatura Plena em Ciências Biológicas Projeto de Estágio Supervisionado do curso de Ciências Biológicas Profa.: Angela Martins Baeder 2005 PROGRAMAÇÃO

Leia mais

INFORMAÇÃO- PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA

INFORMAÇÃO- PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA PROVA 344 INFORMAÇÃO- PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA 12º Ano de Escolaridade CURSOS CIENTÍFICO-HUMANÍSTICOS SOCIOLOGIA ANO LECTIVO 2011/2012 Tipo de prova: Escrita Duração (em minutos): 90 TEMAS CONTEÚDOS

Leia mais

2014/2015 PLANIFICAÇÃO ANUAL

2014/2015 PLANIFICAÇÃO ANUAL GRUPO DE ECONOMIA E CONTABILIDADE Cursos Científico-Humanísticos Ano Letivo 2014/2015 PLANIFICAÇÃO ANUAL SOCIOLOGIA (12º ano) Página 1 de 6 Competências Gerais Desenvolver a consciência dos direitos e

Leia mais

Criação do Conhecimento como processo Sintetizador

Criação do Conhecimento como processo Sintetizador Criação do Conhecimento como processo Sintetizador Criação do Conhecimento como Processo Sintetizador Coleta de informações publicadas e não publicadas Coleta de informações externas Coleta de informações

Leia mais

CURSO DE TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS.

CURSO DE TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS. CURSO DE TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS. JUSTIFICATIVA A educação permanente em saúde tem como objetivo de transformação o processo de trabalho, orientado para a melhoria da qualidade dos serviços e para a equidade

Leia mais

CURSO TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO. Turma V. EIXO TEMÁTICO DE PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E EMPRESARIAL 60 horas

CURSO TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO. Turma V. EIXO TEMÁTICO DE PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E EMPRESARIAL 60 horas CURSO TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO Turma V EIXO TEMÁTICO DE PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E EMPRESARIAL 60 horas Prof.ª Silvana Maia Borges Contatos: silvanamborges@gmail.com www.silborges.com CRONOGRAMA DAS AULAS

Leia mais

PLANO DE ENSINO COORDENADOR

PLANO DE ENSINO COORDENADOR PLANO DE ENSINO COORDENADOR SOBRE O PLANO DE ENSINO O Plano de Ensino é um instrumento de ação educativa, que promove a organização, o planejamento e a sistematização das ações do professor e dos alunos

Leia mais

NA EDUCAÇÃO INFANTIL, A TAREFA DE ENSINAR É MUITO SÉRIA. entusiasmo pela

NA EDUCAÇÃO INFANTIL, A TAREFA DE ENSINAR É MUITO SÉRIA. entusiasmo pela NA EDUCAÇÃO INFANTIL, A TAREFA DE ENSINAR É MUITO SÉRIA. desco entusiasmo pela berta só o é anglo. ENSINAR É UMA TAREFA MUITO SÉRIA. MAS ISSO NÃO QUER DIZER QUE NÃO POSSA VIR ACOMPANHADA DE AFETO E DE

Leia mais

Prova Escrita e Prática de Biologia

Prova Escrita e Prática de Biologia INFORMAÇÃO ------------------------------------------------------------------------------------------------------- PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DO ENSINO SECUNDÁRIO Prova Escrita e Prática de Biologia

Leia mais

Prof. Doutor Luis Miguel da Mata Artur Dias Pacheco (Regente)

Prof. Doutor Luis Miguel da Mata Artur Dias Pacheco (Regente) Ficha da Unidade Curricular 2013/2014 IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE CURRICULAR Designação: Economia Monetária e Financeira Última alteração: 2013-09-01 15:24:00 ECTS: 5 Língua de lecionação: Português Licenciatura

Leia mais

Critérios de Avaliação de Francês 2016 / ºano

Critérios de Avaliação de Francês 2016 / ºano Critérios de Avaliação de Francês 2016 / 2017 7ºano A avaliação certifica as aprendizagens e tem como objetivo a melhoria dessas aprendizagens. Os conteúdos programáticos serão trabalhados, desenvolvendo

Leia mais

Instituto Politécnico de Setúbal. O Conhecimento como Paixão. A Engenharia como Profissão!

Instituto Politécnico de Setúbal. O Conhecimento como Paixão. A Engenharia como Profissão! O Conhecimento como Paixão A Engenharia como Profissão! Cursos de Engenharia Cursos de Tecnologia Engenharia do Ambiente Engenharia de Automação, Controlo e Instrumentação Engenharia Electrotécnica e de

Leia mais

COLÉGIO DE ALBERGARIA REGULAMENTO INTERNO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS

COLÉGIO DE ALBERGARIA REGULAMENTO INTERNO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS REGULAMENTO INTERNO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS 1. INTRODUÇÃO De acordo com o Projecto Educativo do Colégio de Albergaria e a legislação em vigor sobre a avaliação das aprendizagens dos alunos nos vários

Leia mais

DADOS SOBRE DOCENTES.

DADOS SOBRE DOCENTES. . DADOS SOBRE DOCENTES. Legenda utilizada: AR- Arquitetura EP- Engenharia de Produção GA- Gestão Ambiental RH- Recursos Humanos GH- Gestão Hospitalar RD- Radiologia SS- Serviço Social BI- Biomedicina EC-

Leia mais

A c o m u n i c a ç ã o m a t e m á t i c a e m c r i a n ç a s c o m N E E. Dedicatória

A c o m u n i c a ç ã o m a t e m á t i c a e m c r i a n ç a s c o m N E E. Dedicatória Dedicatória Às minhas filhas, meus anjos de luz, e ao meu marido, por todo o apoio e compreensão indispensáveis para a elaboração deste trabalho, mas também para a realização deste meu sonho: Concluir

Leia mais

Introdução à Engenharia ENG1000

Introdução à Engenharia ENG1000 Introdução à Engenharia ENG1000 Apresentação 2016.1 Prof. Augusto Baffa Introdução à Engenharia Fundamentos do Projeto + Design de Jogos + Programação de Jogos Objetivos da Disciplina

Leia mais

A portaria 29, de 17 de dezembro de 2013 SVS/MS, regulamenta o diagnóstico da infecção pelo HIV, no Brasil.

A portaria 29, de 17 de dezembro de 2013 SVS/MS, regulamenta o diagnóstico da infecção pelo HIV, no Brasil. Aula 3 Base racional da portaria 29 de 17/12/2013 SVS/MS A portaria 29, de 17 de dezembro de 2013 SVS/MS, regulamenta o diagnóstico da infecção pelo HIV, no Brasil. Ao se elaborar uma portaria para normatizar

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE E AUDITORIA. 1 Ano

DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE E AUDITORIA. 1 Ano DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE E AUDITORIA 1 Ano - 2010 1 Cadeira: Microeconomia 1 Esta disciplina irá capacitar o estudante a fazer análises simples do cenário económico usando conceitos por ele já conhecidos

Leia mais

CONVOCATÓRIA E REGULAMENTO 2016

CONVOCATÓRIA E REGULAMENTO 2016 CONVOCATÓRIA E REGULAMENTO 2016 VII FESTIVAL INTERNACIONAL PACHAMAMA CINEMA DE FRONTEIRA Abertura: 29 de abril de 2016 Encerramento: 12 de agosto de 2016 1) INTRODUÇÃO Fundação Elias mansour, Saci Produções

Leia mais

Anexo 1. Determinação do Índice de Massa Corporal* Estatuto de peso corporal <18.5 Falta de peso Normal

Anexo 1. Determinação do Índice de Massa Corporal* Estatuto de peso corporal <18.5 Falta de peso Normal Anexo 1 Determinação do Índice de Massa Corporal* O índice de massa corporal (BMI) é um instrumento utilizado para determinar o estatuto de peso corporal nos seres humanos. Os seus valores variam em função

Leia mais

Dec. nº 4.339, de 22/08/2002

Dec. nº 4.339, de 22/08/2002 POLÍTICA NACIONAL DA BIODIVERSIDADE Dec. nº 4.339, de 22/08/2002 Os princípios estabelecidos na PNBio (20 ao todo) derivam, basicamente, daqueles estabelecidos na Convenção sobre Diversidade Biológica

Leia mais

* Sempre que se trate de um Objectivo Estratégico, previsto no Projecto Educativo, é obrigatório referenciar o respectivo Código.

* Sempre que se trate de um Objectivo Estratégico, previsto no Projecto Educativo, é obrigatório referenciar o respectivo Código. Projecto/Serviços/ Código N.ºA1/A2 Actividade Nº 1 Reuniões de docentes do pré-escolar, 1º e 2º Ciclos. A1 Promover a sequencialidade coerente e estruturada entre a educação préescolar, o 1º Ciclo e o

Leia mais

efr ENTIDADES FAMILIARMENTE RESPONSÁVEIS

efr ENTIDADES FAMILIARMENTE RESPONSÁVEIS Promovemos a sustentabilidade do seu negócio Júlio Faceira Guedes XZ Consultores, SA O MODELO DE GESTÃO efr ENTIDADES FAMILIARMENTE RESPONSÁVEIS Porto, 08 de Maio de 2012 O modelo de gestão efr 1. O que

Leia mais

PLANO DE CURSO. CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20

PLANO DE CURSO. CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: ENFERMAGEM EM ONCOLOGIA Código: ENF- 218 Pré-requisito: Nenhum Período Letivo:

Leia mais

Actividades Organizadores Destinatários Recursos Previsão de Custos Calendarização Sem custos. Alunos da Turma. Alunos da turma.

Actividades Organizadores Destinatários Recursos Previsão de Custos Calendarização Sem custos. Alunos da Turma. Alunos da turma. 1º período Estrutura Educativa: Conselho de Turma. Ensino Secundário 10ºAno 10º H 1 Resultados Escolares Promover a aquisição de saberes e o desenvolvimento de competências essenciais de cada disciplina/ano/ciclo

Leia mais

SECUNDÁRIA DE CAMARATE Área de informação para encarregados de educação e alunos

SECUNDÁRIA DE CAMARATE Área de informação para encarregados de educação e alunos SECUNDÁRIA DE CAMARATE DIGIT@L Área de informação para encarregados de educação e alunos Escola Secundária de Camarate Equipa PTE Conteúdo Introdução... 2 Como aceder... 2 Informações disponíveis... 3

Leia mais

Parceria Ciências da Natureza / Biblioteca Escolar. Conhecer as Plantas. Helena Pereira. Vera Rigaud

Parceria Ciências da Natureza / Biblioteca Escolar. Conhecer as Plantas. Helena Pereira. Vera Rigaud Parceria Ciências da Natureza / Biblioteca Escolar Conhecer as Plantas Projeto de Trabalho Colaborativo Helena Pereira Vera Rigaud Ano Letivo 2012/2013 2 Planificação a Médio Prazo Disciplina: Ciências

Leia mais

Projeto do trabalho A Música Erudita nos Dias de Hoje Visões, Críticas, Divulgação

Projeto do trabalho A Música Erudita nos Dias de Hoje Visões, Críticas, Divulgação Universidade do Algarve Escola Superior de Educação e Comunicação Projeto Multimédia Música na Comunicação Docentes: Fernando Carrapiço, Raquel Correia Ano letivo 2011/2012 Projeto do trabalho A Música

Leia mais

e-manual Premium 2 Mapas desdobráveis (oferta ao aluno) Caderno de Apoio (oferta ao aluno) Guia do Professor (com o +Manual) Caderno de Atividades

e-manual Premium 2 Mapas desdobráveis (oferta ao aluno) Caderno de Apoio (oferta ao aluno) Guia do Professor (com o +Manual) Caderno de Atividades Geografia A. ano Manual zona de cola Mapas desdobráveis (oferta ao aluno) Caderno de Atividades Caderno de Apoio (oferta ao aluno) Guia do Professor (com o +Manual) e-manual Premium Contamos com o seu

Leia mais

Cód. Disciplina Período Créditos Carga Horária ª 04 Semanal Mensal ELABORAÇÃO E ANÁLISE DE PROJETO ECONÔMICO

Cód. Disciplina Período Créditos Carga Horária ª 04 Semanal Mensal ELABORAÇÃO E ANÁLISE DE PROJETO ECONÔMICO e Cód. Disciplina Período Créditos Carga Horária 020017 6ª 04 Semanal Mensal 04 60 Nome da Disciplina ELABORAÇÃO E ANÁLISE DE PROJETO ECONÔMICO Curso CIÊNCIAS ECONÔMICAS Apresentação das técnicas para

Leia mais

Normas para formatação de Artigo Científico

Normas para formatação de Artigo Científico Normas para formatação de Artigo Científico Cursos Cinema de Animação e Cinema e Audiovisual Profa. Dra. Ivonete Pinto 1 As normas a seguir foram aprovadas pelo colegiado dos cursos de Cinema de Animação

Leia mais

Algarve ao natural. Proposta de Projeto:

Algarve ao natural. Proposta de Projeto: Universidade do Algarve Escola Superior de Educação e Comunicação Ciências da Comunicação Ano Lectivo: 2011/12 Proposta de Projeto: Algarve ao natural Unidade Curricular: Projeto multimédia Docente: Fernando

Leia mais

Eficiência Hídrica para Edifícios e Espaços Públicos O Caminho para a Gestão Sustentável da Água POVT FEDER

Eficiência Hídrica para Edifícios e Espaços Públicos O Caminho para a Gestão Sustentável da Água POVT FEDER Seminário Final do Projeto Aveiro, 30/05/2012 Eficiência Hídrica para Edifícios e Espaços Públicos O Caminho para a Gestão Sustentável da Água POVT-09-142-FEDER-000022 Victor M. Ferreira 1 O desafio Em

Leia mais

PORTO7 Festival Internacional de Curtas-metragens do Porto Edição 2012

PORTO7 Festival Internacional de Curtas-metragens do Porto Edição 2012 PORTO7 Festival Internacional de Curtas-metragens do Porto Edição 2012 - REGULAMENTO Artigo 1º Organização é um evento organizado pela FICP Associação para a promoção da cultura, cinema, artes e meios

Leia mais

GUIA DE SOLICITAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 1º semestre de 2016

GUIA DE SOLICITAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 1º semestre de 2016 GUIA DE SOLICITAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 1º semestre de 2016 FACULDADE DE TECNOLOGIA DE BOTUCATU Fevereiro 2016 R0 Objetivo do Guia: Demonstrar o processo para elaboração de

Leia mais

Ministério da Educação Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília

Ministério da Educação Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília Ministério da Educação Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília EDITAL Nº 01, DE 30 DE AGOSTO DE 2016 CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS E TÍTULOS RETIFICAÇÃO Nº 01 ITEM 1 EXCLUA-SE: 1.5

Leia mais

PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM ORIENTAÇÕES GERAIS E ENCAMINHAMENTOS PARA A EQUIPE GESTORA 1

PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM ORIENTAÇÕES GERAIS E ENCAMINHAMENTOS PARA A EQUIPE GESTORA 1 M E G A Z I D N E R P A A P S I C O LO G I A D CAMINHAMENTOS EN E IS A ER G ES Õ Ç TA ORIEN RA PARA A EQUIPE GESTO 1 1 o DIA: 02/02/15 (segunda-feira) ORIENTAÇÕES GERAIS E ENCAMINHAMENTOS PARA A EQUIPE

Leia mais

NORMAS PARA A SUBMISSÃO DE TRABALHOS A APRESENTAR NAS II JORNADAS DE EQUITAÇÃO COM FINS TERAPÊUTICOS

NORMAS PARA A SUBMISSÃO DE TRABALHOS A APRESENTAR NAS II JORNADAS DE EQUITAÇÃO COM FINS TERAPÊUTICOS NORMAS PARA A SUBMISSÃO DE TRABALHOS A APRESENTAR NAS II JORNADAS DE EQUITAÇÃO COM FINS TERAPÊUTICOS Data prevista do evento: 19 e 20 de Maio de 2012 Data de entrega dos trabalhos: 29 de Fevereiro de 2012

Leia mais

2 EDUCAÇÃO INFANTIL NATUREZA E SOCIEDADE PARA FICAR LIMPINHO. Guia Didático do Objeto Educacional Digital

2 EDUCAÇÃO INFANTIL NATUREZA E SOCIEDADE PARA FICAR LIMPINHO. Guia Didático do Objeto Educacional Digital Guia Didático do Objeto Educacional Digital NATUREZA E SOCIEDADE 2 EDUCAÇÃO INFANTIL PARA FICAR LIMPINHO Este Objeto Educacional Digital (OED) está relacionado ao conteúdo da página 17 do Livro do Aluno.

Leia mais

Pré-produção. O Roteiro: Escaleta: Argumento: Roteiro Literário:

Pré-produção. O Roteiro: Escaleta: Argumento: Roteiro Literário: Pré-produção A pré-produção compreende a elaboração do roteiro (Escaleta, Argumento, Roteiro Literário e Roteiro Técnico), a análise técnica e a elaboração do cronograma. O Roteiro: Como o próprio nome

Leia mais