Instalações Máquinas Equipamentos Pessoal de produção

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Instalações Máquinas Equipamentos Pessoal de produção"

Transcrição

1 Fascículo 7 Arranjo físico e fluxo O arranjo físico (em inglês layout) de uma operação produtiva preocupase com o posicionamento dos recursos de transformação. Isto é, definir onde colocar: Instalações Máquinas Equipamentos Pessoal de produção Mudanças relativamente pequenas na localização de uma máquina numa fábrica ou dos produtos em um supermercado podem afetar o fluxo de materiais ou de pessoas, dessa forma podendo afetar positiva ou negativamente os custos e a eficácia da operação. As razões práticas pelas quais as decisões de arranjo físico são importantes são as seguintes: o Mudanças de arranjo físico são freqüentemente atividades difíceis e de longa duração, por causa das dimensões físicas dos recursos de transformação movidos, além das mudanças necessárias em termos de alimentação de energia, entre outras; o O rearranjo de uma operação existente pode interromper seu funcionamento suave, levando à insatisfação do cliente ou a perdas na produção; o Um arranjo físico errado gera padrões de fluxo confusos e longos, estoques de materiais, filas de clientes, resultando em tempos de processamento longos, operações inflexíveis, fluxos imprevisíveis e altos custos. A figura 2.9 mostra as etapas da decisão de arranjo físico. Administração das Operações Produtivas 1

2 Fig. 2.9 A decisão de arranjo físico Cada tipo de arranjo físico é, finalmente, mais adequado a cada tipo de processo, porém não há como dizer que essa regra é definitiva, uma vez que, conforme as características de cada organização, ou seu ponto na evolução (de pequena empresa para uma grande empresa, do artesanato para a produção em série), as decisões de arranjo físico mudam, exigindo novos projetos e adequações. Dessa forma, deve ficar claro que, na determinação do tipo de arranjo físico a utilizar, não é obrigatório que se utilize o ideal para o processo estudado, podendo haver alterações ou adaptações, caso a caso. A tabela 2.4 mostra algumas relações entre processos e arranjos físicos possíveis: Tab.2.4 Relação processos VS arranjos físicos Administração das Operações Produtivas 2

3 Tipos básicos de arranjo físico Arranjo físico posicional É o arranjo físico no qual os recursos que estão sendo transformados materiais, informações ou consumidores não se movem, enquanto todos os recursos de transformação equipamentos e pessoal devem se mover para e na região onde esta sendo feito o processo de produção. Aplica-se nos casos onde o recurso a ser transformado é muito grande, ou, ao contrário, são muito delicados para serem movidos, ou ainda não querem ser movidos!!! Construção de uma rodovia Restaurante de alta classe (em geral não oferecem refeição por quilo!!!) Cirurgias (não podem ser feitas com o paciente andando!!!) Estaleiro (construção de navios) Arranjo físico por processo É bastante comum encontrarmos operações onde os processos de transformação são muito importantes na tomada de decisão sobre o tipo de arranjo físico a adotar, e dentro dessas operações, ainda podem ser identificadas aquelas onde existem muitos recursos de transformação (equipamentos e instalações) similares, que por conveniência de controle e administração, devem ficar juntos: Nos hospitais, os equipamentos de Raios-X em geral são colocados em uma única região, devido às necessidades de proteção. Os laboratórios também se concentram em uma região, assim como centros cirúrgicos, e uma ampla gama de outros exemplos que podem ser citados. Na fabricação de componentes mecânicos, alguns processos exigem instalações e pessoal específico e treinado, sendo portando mais fácil a administração desses equipamentos se forem colocados juntos, conforme sua característica. Nos supermercados, não vemos carne misturada com peixe, ou verduras misturadas com pães. Os setores são separados conforme o tipo de produto a oferecer. Administração das Operações Produtivas 3

4 Fig. 2.10: Arranjo físico por processo biblioteca Arranjo físico celular Apesar de, no estudo das técnicas japonesas, podermos chegar à conclusão de que o arranjo físico celular foi inventado pelos japoneses, na realidade essa técnica foi inventada pelos russos ainda no século XX, nos anos 30, mas acabou sendo implementada com sucesso pelos japoneses. Os recursos a serem transformados são separados em famílias de peças que possuem processos de fabricação idênticos ou muito similares, permitindo que todos os recursos de transformação necessários para sua produção sejam colocados juntos, permitindo a produção sem interrupção de determinado lote de peças. Terminada a operação em uma célula, o lote de peças segue para outra célula, e assim por diante até sua conclusão. Como resultado, o tempo total de fabricação é extremamente reduzido, assim como o estoque em processo. Fig. 2.11: Família de peças e típico arranjo físico celular em forma de U Fonte: Correa. Administração da produção e operações Administração das Operações Produtivas 4

5 Fig. 2.12: Loja de departamentos, com diferentes células de serviços Arranjo físico por produto No caso de produção em larga escala ou produção em massa, os recursos de transformação (instalações e pessoas) devem ser dispostos de tal forma que não exista perda de tempo para mudança de processo de uma máquina para outra. Assim sendo, a seqüência prevista para o processo é exatamente a mesma na qual os recursos ficam arranjados fisicamente. Permite-se assim a produção em larga escala, com baixos custos. Fig.2.13: Arranjo físico por produto fabricação de papel Administração das Operações Produtivas 5

6 Fig. 2.14: Arranjo físico por produto Centro de alistamento militar Arranjo físico misto Dependendo do grau de complexidade das operações, pode acontecer que a utilização de um único modelo de arranjo físico não resolva completamente o problema, e assim nasce a necessidade do uso de mais de um modelo. Tais casos recebem a denominação de arranjos físicos mistos Arranjo físico em linha = bandejão Arranjo físico celular = Buffet Arranjo físico posicional = A La Carte Fig. 2.15: Exemplo de restaurante com arranjo físico misto fotos do conteudista Administração das Operações Produtivas 6

7 A decisão sobre qual arranjo físico adotar para determinada operação, passa pela análise da relação volume variedade. A movimentação dos materiais, informações ou clientes ao longo do processo depende diretamente do tipo de arranjo físico selecionado. Operações com baixo volume e alta variedade não tem no fluxo dos recursos a serem transformados o real foco da atenção, mas sim no fluxo dos equipamentos e pessoal produtivo. Em contra partida, operações que apresentam alto volume e baixa variedade de produtos, precisam ser bem estudadas de forma a garantir o melhor fluxo possível aos recursos a serem transformados materiais, informações ou clientes. Assim sendo, fazer uma inter-relação entre a idéia de variação do volume e variedade, comparados aos diferentes tipos de arranjo físico, auxilia no momento de se tomar a decisão sobre o melhor arranjo a implantar. A figura 2.16 mostra uma possibilidade de entendimento para a seleção do tipo de arranjo físico em função da relação volume variedade. Deve-se observar que, da mesma forma que aconteceu quando da seleção do tipo de processo produtivo, aqui também existem áreas comuns, onde a aplicação de um ou outro tipo de arranjo físico dependerá de mais fatores que somente volume variedade de produção. Fig. 2.16: Relação Volume Variedade e os tipos básicos de arranjo físico Administração das Operações Produtivas 7

8 A seleção através da relação volume variedade, em geral limita a seleção de tipos de arranjo físico a aplicar em, no máximo, dois tipos de arranjo possíveis. A definição final sobre qual arranjo aplicar depende da correta interpretação das vantagens e desvantagens de cada tipo de arranjo físico. Tipo de processo Vantagens Desvantagens Posicional - Flexibilidade de mix e produto muito alta - Produto ou cliente não movido ou perturbado - Alta variedade de tarefas para mão-de-obra - Custos unitários muito altos - Programação de espaço e atividades complexa - Muita movimentação de equipamentos e mão-de-obra Processo Celular Produto - Alta flexibilidade de mix e produto - Suporta interrupção de alguma etapa - Facilita supervisão de equipamentos e instalações - Boa relação entre custo e flexibilidade em operações com variedade mais ou menos alta - Tempo de passagem rápido - Trabalho em equipe - Custo unitário baixo - Especialização de equipamentos - Garante boa movimentação de materiais e clientes Tab. 2.5 Vantagens e desvantagens dos tipos básicos de arranjo físico - Baixa utilização de recursos - Gera alto estoque em processo e fila de clientes - Fluxo complexo e difícil de controlar - Custoso para reconfigurar arranjo físico original - Resulta na necessidade de capacidade adicional - Reduz nível de utilização dos recursos - Baixa ou nenhuma flexibilidade do mix - Pode parar se alguma etapa parar - Trabalho repetitivo O estudo dos arranjos físicos passa pela avaliação dos custos envolvidos na implantação do arranjo físico, e na sua operação. Tais custos podem ser entendidos como: Custos fixos: são os custos envolvidos na implantação de um arranjo físico. O arranjo físico posicional é, sem dúvida, o que apresenta o menor custo fixo, uma vez que muitas vezes não exige nem a construção de um prédio específico para abrigar a operação na construção de um edifício, tudo acontece no terreno onde o mesmo será construído, por exemplo. Por outro lado, o arranjo físico por produto necessita de grande investimento inicial, pois utiliza até máquinas que são feitas de forma customizada, para produção exclusiva do produto em questão açúcar e álcool por exemplo. Custos variáveis: São os custos que envolvem mão-de-obra, energia elétrica, matéria-prima, materiais de consumo, entre outros itens necessários para produzir aquilo que a organização se propõe. Quanto maior o volume produzido, maior o custo variável. Dessa forma, o custo variável para produtos produzidos utilizando um arranjo físico posicional em grande volume é muito maior do que produtos produzidos utilizando um arranjo físico por produto, por exemplo. Administração das Operações Produtivas 8

9 Fig. 2.17: Custos envolvidos na utilização dos diferentes tipos de arranjo físico Administração das Operações Produtivas 9

Instalações Máquinas Equipamentos Pessoal de produção

Instalações Máquinas Equipamentos Pessoal de produção Fascículo 6 Arranjo físico e fluxo O arranjo físico (em inglês layout) de uma operação produtiva preocupa-se com o posicionamento dos recursos de transformação. Isto é, definir onde colocar: Instalações

Leia mais

ARRANJO FÍSICO E FLUXO. Administração da Produção SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R.

ARRANJO FÍSICO E FLUXO. Administração da Produção SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da Produção SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. O arranjo físico de uma operação produtiva preocupa-se com o posicionamento físico dos recursos de transformação. Restaurante - a la carte

Leia mais

Instalações Máquinas Equipamentos Pessoal de produção

Instalações Máquinas Equipamentos Pessoal de produção Arranjo físico e fluxo Procedimentos de arranjo físico O arranjo físico (em inglês lay-out) de uma operação produtiva preocupa-se com o posicionamento dos recursos de transformação. Isto é, definir onde

Leia mais

Unidade I GESTÃO DAS OPERAÇÕES. Prof. Me. Livaldo dos Santos

Unidade I GESTÃO DAS OPERAÇÕES. Prof. Me. Livaldo dos Santos Unidade I GESTÃO DAS OPERAÇÕES PRODUTIVAS Prof. Me. Livaldo dos Santos Administração de operações produtivas, seus objetivos e estratégia Objetivos da unidade: Entender a função produção nas diversas organizações.

Leia mais

Perguntas que se esperam respondidas ao final do capítulo 7

Perguntas que se esperam respondidas ao final do capítulo 7 Perguntas que se esperam respondidas ao final do capítulo 7 Quais são os tipos básicos de arranjo físico usados em produção? rranjo físico e fluxo Qual tipo de arranjo físico uma operação deveria escolher?

Leia mais

a) PRODUÇÃO CONTÍNUA (PRODUÇÃO REPETITIVA) b) PRODUÇÃO INTERMITENTE (NÃO CONTÍNUO)

a) PRODUÇÃO CONTÍNUA (PRODUÇÃO REPETITIVA) b) PRODUÇÃO INTERMITENTE (NÃO CONTÍNUO) LOGÍSTICA INTEGRADA 4º AULA 06/SET/11 SISTEMAS DE PRODUÇÃO (continuidade) ARRANJO FÍSICO E FLUXO TIPOS DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO a) PRODUÇÃO CONTÍNUA (PRODUÇÃO REPETITIVA) b) PRODUÇÃO INTERMITENTE (NÃO CONTÍNUO)

Leia mais

O PROJETO O OBJETIVO DO PROJETO É SATISFAZER AOS CONSUMIDORES A ATIVIDADE DE PROJETO APLICA-SE TANTO A PRODUTO COMO A PROCESSOS (SISTEMAS) A

O PROJETO O OBJETIVO DO PROJETO É SATISFAZER AOS CONSUMIDORES A ATIVIDADE DE PROJETO APLICA-SE TANTO A PRODUTO COMO A PROCESSOS (SISTEMAS) A Projetos e Arranjos O PROJETO O OBJETIVO DO PROJETO É SATISFAZER AOS CONSUMIDORES A ATIVIDADE DE PROJETO APLICA-SE TANTO A PRODUTO COMO A PROCESSOS (SISTEMAS) A ATIVIDADE DE PROJETO É EM SI MESMA UM PROCESSO

Leia mais

Layout das Instalações

Layout das Instalações Universidade Federal do Rio Grande FURG Universidade Aberta do Brasil UAB Curso - Administração Administração da Produção I Semana 3 Layout das Instalações Profª. M. Sc. Luciane Schmitt 1 Arranjo Físico

Leia mais

Planejamento e Controle da Produção I

Planejamento e Controle da Produção I Planejamento e Controle da Produção I Atividades do Prof. M.Sc. Gustavo Meireles 2012 Gustavo S. C. Meireles 1 Introdução Sistemas produtivos: abrange produção de bens e de serviços; Funções básicas dos

Leia mais

Unidade I. Administração das Operações Produtivas Seus objetivos e estratégia. Prof. Fabio Uchôas

Unidade I. Administração das Operações Produtivas Seus objetivos e estratégia. Prof. Fabio Uchôas Unidade I Administração das Operações Produtivas Seus objetivos e estratégia Prof. Fabio Uchôas Administração das Operações Produtivas Administrar a produção significa a forma como as organizações produzem

Leia mais

09/09/2011 DEFINIÇÃO OBJETIVOS OBJETIVOS TIPOS DE ARRANJO ADM. DA PRODUÇÃO II

09/09/2011 DEFINIÇÃO OBJETIVOS OBJETIVOS TIPOS DE ARRANJO ADM. DA PRODUÇÃO II DEFINIÇÃO ADM. DA PRODUÇÃO II Planejamento do espaço físico objetivando sua melhor ocupação em relação ás máquinas e equipamentos necessários á produção de bens / serviços da empresa. OBJETIVOS Minimizar

Leia mais

SISTEMA DE PRODUÇÃO DISCRETA. Prof.: Anastácio Pinto Gonçalves Filho

SISTEMA DE PRODUÇÃO DISCRETA. Prof.: Anastácio Pinto Gonçalves Filho SISTEMA DE PRODUÇÃO DISCRETA Prof.: Anastácio Pinto Gonçalves Filho ARRANJO FÍSICO Arranjo físico é a forma de disposição de instalações, máquinas, equipamentos, pessoal de trabalho em operações industriais,

Leia mais

Gestão de Operações III

Gestão de Operações III Gestão de Operações III Parte 2 - Enfoque Sistêmico da Gestão de Operações / Produção Prof. Marcio Cardoso Machado 1 O que é Gestão de Operações A Gestão de Operações / Produção é a atividade de gerenciar

Leia mais

Salve, Franceschi e Canella Ltda

Salve, Franceschi e Canella Ltda Universidade Federal de Santa Catarina Centro Tecnológico Departamento de Engenharia Mecânica Coordenadoria de Estágio do Curso de Engenharia Mecânica CEP 88040-970 - Florianópolis - SC - BRASIL www.emc.ufsc.br/estagiomecanica

Leia mais

MELHORIA DA EFICÁCIA DO ARRANJO FÍSICO FUNCIONAL DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO FEDERAL

MELHORIA DA EFICÁCIA DO ARRANJO FÍSICO FUNCIONAL DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO FEDERAL MELHORIA DA EFICÁCIA DO ARRANJO FÍSICO FUNCIONAL DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO FEDERAL Higor Oliveira de Queiroz (IFRN) higorqueirozoliveira@gmail.com Gabryela Cristina Sales da Costa (IFRN) gabicosta319@gmail.com

Leia mais

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I Curso de Graduação em Administração Administração da Produção e Operações I 6º Encontro - 05/03/2012 18:50 às 20:30h COMO SERÁ NOSSO ENCONTRO HOJE? 02 - ABERTURA - SISTEMAS DE PRODUÇÃO - VÍDEOS PARA DEBATE

Leia mais

Verifique abaixo algumas características de transformação:

Verifique abaixo algumas características de transformação: GESTÃO DA PRODUÇÃO Evolução da produção para atender a demanda De acordo com Bertaglia (2009, p. 122), o termo produção normalmente nos remete a um conjunto de plantas, equipamentos e linhas de montagem.

Leia mais

I - Introdução à Simulação

I - Introdução à Simulação 1 I - Introdução à Simulação Simulação é, entendida como a imitação de uma operação ou de um processo do mundo real. A simulação envolve a geração de uma história artificial de um sistema para a análise

Leia mais

O que são custos de transformação?

O que são custos de transformação? O que são custos de transformação? A forma encontrada pelo método UEP para analisar os custos da empresa é através da simplificação do modelo de cálculo da produção do período determinando uma unidade

Leia mais

Como utilizar a margem de contribuição para tomar decisão quando existe limitação na capacidade produtiva

Como utilizar a margem de contribuição para tomar decisão quando existe limitação na capacidade produtiva Como utilizar a margem de contribuição para tomar decisão quando existe! Revendo o conceito de margem de contribuição! Existência de limitação na capacidade de produção! Margem de contribuição e fator

Leia mais

INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO - 2

INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO - 2 Hierarquia do sistema de produção A maioria das áreas de produção é formada por várias unidades ou departamentos que funcionam como partes da operação global da organização. Todas as macro-operações são

Leia mais

Projeto e Organização do

Projeto e Organização do Projeto e Organização do Trabalho Profª. Ms. Eng. Aline Soares Pereira SISTEMAS PRODUTIVOS I Aula 10 Projeto e Organização do Trabalho Princípios gerais de projeto em produção/operações Projeto de processos

Leia mais

Unidade II GESTÃO DE RECURSOS. Prof. Fernando Leonel

Unidade II GESTÃO DE RECURSOS. Prof. Fernando Leonel Unidade II GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Prof. Fernando Leonel Conteúdo da aula de hoje 1. Análise ABC. 2. Quais relatórios são possíveis com a análise ABC. 3. Unitização de estoques. 4.

Leia mais

Introdução ao Projeto de Máquinas Elementos de Máquinas 1. Prof. Alan Dantas

Introdução ao Projeto de Máquinas Elementos de Máquinas 1. Prof. Alan Dantas Introdução ao Projeto de Máquinas Elementos de Máquinas 1 Prof. Alan Dantas Ein Mann der konstruieren will, der schaue erst mal und denke Gustav Niemann Aspectos de projeto Analisar Resultados; Fatores

Leia mais

Prof. Jairo Molina - Gestão em Petróleo e Gás. Entendendo a Administração. Prof. Jairo Molina

Prof. Jairo Molina - Gestão em Petróleo e Gás. Entendendo a Administração. Prof. Jairo Molina Entendendo a Administração Prof. Jairo Molina 1 Entendendo a Administração Metas principais: 1) Entender o significado da palavra administração. 2) A importância da administração para as diferentes organizações

Leia mais

GESTÃO DE CUSTOS Caderno de Exercícios. Professor: CÉLIO CORRÊA DOS SANTOS,Me

GESTÃO DE CUSTOS Caderno de Exercícios. Professor: CÉLIO CORRÊA DOS SANTOS,Me GESTÃO DE CUSTOS Caderno de Exercícios Professor: CÉLIO CORRÊA DOS SANTOS,Me Blumenau (SC) 2013 1 1) APLICAÇÃO PRÁTICA 1 - margem de contribuição, grau de alavancagem operacional, ponto de equilíbrio e

Leia mais

Definição de uma Subestação (SE) Classificação das Subestações (SEs) Arranjos de Barramentos de uma SE

Definição de uma Subestação (SE) Classificação das Subestações (SEs) Arranjos de Barramentos de uma SE Definição de uma Subestação (SE) Classificação das Subestações (SEs) Arranjos de Barramentos de uma SE SUBESTAÇÃO ELÉTRICA Conjunto de máquinas, aparelhos e circuitos cuja finalidade é modificar os níveis

Leia mais

Padaria Conceito - Conceituação

Padaria Conceito - Conceituação Padaria Conceito - Conceituação Amplo mix de produtos, alia conveniência e produtos frescos, assados à frente do cliente Buffet de café da manhã Cafeteria Foodservice Chocolataria Legumes Pizzas Happy

Leia mais

Instalações de Sistemas de Ar Condicionado Central, VRF, Ventilação, Exaustão.

Instalações de Sistemas de Ar Condicionado Central, VRF, Ventilação, Exaustão. Instalações de Sistemas de Ar Condicionado Central, VRF, Ventilação, Exaustão. SISTEMA DE AR CONDICIONADO VRF OU VRV Sistema VRF ou VRV:O VRV (Volume de refrigerante variável) ou VRF (do inglês variable

Leia mais

PRODUÇÃO JUST IN TIME

PRODUÇÃO JUST IN TIME PRODUÇÃO JUST IN TIME Jessica Nascimento de Oliveira 1 Larissa Alves da Luz 2 Idimar França de Carvalho 3 INTRODUÇÃO Este artigo trata-se do sistema de administração da produção Just In Time, que tem por

Leia mais

Por José Luís Carneiro

Por José Luís Carneiro Organização, Sistemas e Métodos Arranjo Físico (Layout) Por José Luís Carneiro Arranjo físico (layout) Arranjo Físico (Layout) 1 Introdução O espaço físico organizacional influi no trabalho desenvolvido

Leia mais

Lâmpada TUBO LED HO Por que a lâmpada tubo led HO Intral têm qualidade superior?

Lâmpada TUBO LED HO Por que a lâmpada tubo led HO Intral têm qualidade superior? Fabricado no Brasil Lâmpada TUBO LED HO Por que a lâmpada tubo led HO Intral têm qualidade superior? As lâmpadas tuboled HO são indicadas para uso profissional, comercial e industrial. Construídas com

Leia mais

Administração das Operações Produtivas

Administração das Operações Produtivas Administração das Operações Produtivas MÓDULO 10: PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO O projeto físico de uma operação produtiva deve conter recursos capazes de satisfazer exigências dos consumidores.

Leia mais

PROPOSTA DE ARRANJO FÍSICO CELULAR: ESTUDO DE CASO EM UMA INDÚSTRIA TÊXTIL

PROPOSTA DE ARRANJO FÍSICO CELULAR: ESTUDO DE CASO EM UMA INDÚSTRIA TÊXTIL PROPOSTA DE ARRANJO FÍSICO CELULAR: ESTUDO DE CASO EM UMA INDÚSTRIA TÊXTIL AMANDA FREIRE (UFRN) a._freire@hotmail.com edicleide da silva marinho (UFRN) edicleidesm@gmail.com Um arranjo físico formulado

Leia mais

Fonseca, Alan Sales da. Contabilidade de custos: classificação de custos / Alan Sales da Fonseca. Varginha, slides; il.

Fonseca, Alan Sales da. Contabilidade de custos: classificação de custos / Alan Sales da Fonseca. Varginha, slides; il. Fonseca, Alan Sales da. F676c Contabilidade de custos: classificação de custos / Alan Sales da Fonseca. Varginha, 2015. 23 slides; il. Sistema requerido: Adobe Acrobat Reader Modo deacesso: World Wide

Leia mais

Normas ISO:

Normas ISO: Universidade Católica de Pelotas Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina de Qualidade de Software Normas ISO: 12207 15504 Prof. Luthiano Venecian 1 ISO 12207 Conceito Processos Fundamentais

Leia mais

Capítulo 1 Introdução

Capítulo 1 Introdução Capítulo 1 Introdução 1.1. Acesso sem fio Existem diversos tipos de acesso sem fio [1], dependendo do tipo de aplicação implementada. Sistemas sem fios podem ser usados de forma a permitir mobilidade ao

Leia mais

Capítulo 1. Localização Industrial e Projeto da Rede de Operações. Administração da Produção II. Antonio Martins Lima Filho

Capítulo 1. Localização Industrial e Projeto da Rede de Operações. Administração da Produção II. Antonio Martins Lima Filho Capítulo 1 Localização Industrial e Projeto da Rede de Operações Conteúdo deste Resumo: Cap. 1 - Localização Industrial e Projeto da Rede de Operações Indicações Bibliográficas Introdução 1.1 Perspectiva

Leia mais

Sistema de Manufatura: Conceitos e Classificação PUC. Prof. Dr. Marcos Georges

Sistema de Manufatura: Conceitos e Classificação PUC. Prof. Dr. Marcos Georges Sistema de Manufatura: Conceitos e Classificação PUC CAMPINAS Manufatura: definições e Modelos Manufatura de bens: como sendo um sistema que integra seus diferentes estágios, necessitando para isso de

Leia mais

Partida de Motores Elétricos de Indução

Partida de Motores Elétricos de Indução Partida de Motores Elétricos de Indução 1 Alta corrente de partida, podendo atingir de 6 a 10 vezes o valor da corrente nominal. NBR 5410/04: a queda de tensão durante a partida de um motor não deve ultrapassar

Leia mais

09/03/15. Revolução Industrial. Conceito: Automação Industrial. Revolução Industrial. Automação - Histórico. O que é Automação?

09/03/15. Revolução Industrial. Conceito: Automação Industrial. Revolução Industrial. Automação - Histórico. O que é Automação? Revolução Industrial AULA 2 AUTOMAÇÃO DA PRODUÇÃO (O QUE É AUTOMAÇÃO) Prof. Fabricia O que foi a Revolução Industrial? Foi o principal evento que deu origem a automação industrial. Quando a Revolução Industrial

Leia mais

CONTABILIDADE DE CUSTOS. Aula 3 - UNIDADE 2 - CUSTOS PARA AVALIAÇÃO DE ESTOQUES: CUSTEIO POR ABSORÇÃO. 2.1 Custos diretos e custos indiretos

CONTABILIDADE DE CUSTOS. Aula 3 - UNIDADE 2 - CUSTOS PARA AVALIAÇÃO DE ESTOQUES: CUSTEIO POR ABSORÇÃO. 2.1 Custos diretos e custos indiretos CONTABILIDADE DE CUSTOS Aula 3 - UNIDADE 2 - CUSTOS PARA AVALIAÇÃO DE ESTOQUES: CUSTEIO POR ABSORÇÃO 2.1 Custos diretos e custos indiretos Prof.: Marcelo Valverde CUSTOS Em relação a unidade produzida

Leia mais

PESQUISA OPERACIONAL. UNIDADE 1 Introdução à Pesquisa Operacional. Prof. Me. Carlos Guimarães

PESQUISA OPERACIONAL. UNIDADE 1 Introdução à Pesquisa Operacional. Prof. Me. Carlos Guimarães PESQUISA OPERACIONAL UNIDADE 1 Introdução à Pesquisa Operacional Prof. Me. Carlos Guimarães Objetivo Introduzir o tema Pesquisa Operacional por meio da apresentação: Da sua origem; Das sociedades profissionais

Leia mais

ORÇAMENTO EMPRESARIAL (parte 2)

ORÇAMENTO EMPRESARIAL (parte 2) ORÇAMENTO EMPRESARIAL (parte 2) 2) TIPOS DE ORÇAMENTO 2.1) Orçamento de Tendências Uma prática muito comum tem sido utilizar os dados passados para projeções de situações futuras. Tal prática tem dado

Leia mais

Desiro Mainline. A nova geração de Trens Regionais da Siemens. Março de Transportation Systems. pagina 1

Desiro Mainline. A nova geração de Trens Regionais da Siemens. Março de Transportation Systems. pagina 1 Desiro Mainline Transportation Março de 2006 A nova geração de Trens Regionais da Siemens pagina 1 Soluções para todas as demandas Pass. p.h.p.s. 100,000 Capacidade de transporte dos diversos sistemas,

Leia mais

É o termo usado para as atividades, decisões e responsabilidade dos gerentes de produção.

É o termo usado para as atividades, decisões e responsabilidade dos gerentes de produção. Apostila 01 - Introdução Administração da Produção (ou de operação) É o termo usado para as atividades, decisões e responsabilidade dos gerentes de produção. Trata da maneira pela qual as organizações

Leia mais

Ciências da Austrália K-10 Desenvolvimento curricular. Melanie Isaacs Gerente de Projeto - Currículo

Ciências da Austrália K-10 Desenvolvimento curricular. Melanie Isaacs Gerente de Projeto - Currículo Ciências da Austrália K-10 Desenvolvimento curricular Melanie Isaacs Gerente de Projeto - Currículo Um currículo nacional A Austrália é uma federação Os Estados são constitucionalmente responsáveis pela

Leia mais

INVERSOR DE EMERGÊNCIA SLIM

INVERSOR DE EMERGÊNCIA SLIM INVERSOR DE EMERGÊNCIA SLIM O Inversor de Emergência SLIM trata-se de um dispositivo que deve ser acoplado juntamente com um reator, transformando as luminárias fluorescentes em sistemas de iluminação

Leia mais

Extricação veicular pesada INFORMAÇÕES BÁSICAS

Extricação veicular pesada INFORMAÇÕES BÁSICAS Extricação veicular pesada INFORMAÇÕES BÁSICAS Mauricio Vidal de Carvalho Extricação é um termo muito utilizado em resgate, salvamento e medicina pré-hospitalar em geral. Extricar significa: "retirar uma

Leia mais

Prof. Dr. Silvio Aparecido Crepaldi.

Prof. Dr. Silvio Aparecido Crepaldi. 1 2 Os objetivos deste capítulo são: Ensinar a calcular o custo de um produto ou serviço por meio do sistema de custeio por absorção. Justificar os critérios utilizados nesse cálculo, identificando suas

Leia mais

Existem vários motivos para você escolher a Lumegal. como parceira no tratamento de superfície de peças metálicas.

Existem vários motivos para você escolher a Lumegal. como parceira no tratamento de superfície de peças metálicas. Existem vários motivos para você escolher a Lumegal como parceira no tratamento de superfície de peças metálicas. Reunimos 10 razões para justificar a sua escolha. Confiança De todas as vantagens que podemos

Leia mais

Transformações da energia elétrica. Maria do Anjo Albuquerque

Transformações da energia elétrica. Maria do Anjo Albuquerque Transformações da energia elétrica A passagem da corrente elétrica nos condutores produz efeitos cuja aplicabilidade prática É IMPORTANTÍSSIMA. Identifica os efeitos magnéticos, químicos e térmico que

Leia mais

REDES LOCAIS. Quando você precisar ir além do computador em cima de sua mesa, esta na hora de instalar uma rede local.

REDES LOCAIS. Quando você precisar ir além do computador em cima de sua mesa, esta na hora de instalar uma rede local. 1. Introdução 1.1. - Conceitos REDES LOCAIS Quando você precisar ir além do computador em cima de sua mesa, esta na hora de instalar uma rede local. 1 1.2. Tipos de Aplicações As Redes Locais têm em geral

Leia mais

CONTROLADOR DE CARGA CTL-100

CONTROLADOR DE CARGA CTL-100 Manual do usuário Série: A MAN-DE- Rev.: 01.01-10 Introdução Obrigado por ter escolhido nosso. Para garantir o uso correto e eficiente, é imprescindível a leitura completa deste manual para um bom entendimento

Leia mais

Sistemas de Medição e Metrologia. Aula 6. Organização da Aula 6. Contextualização. 6.Sistema de Medição e Metrologia. Profa. Rosinda Angela da Silva

Sistemas de Medição e Metrologia. Aula 6. Organização da Aula 6. Contextualização. 6.Sistema de Medição e Metrologia. Profa. Rosinda Angela da Silva Sistemas de Medição e Metrologia Aula 6 Profa. Rosinda Angela da Silva Organização da Aula 6 Implantação e Organização de um Sistema de Medição e Metrologia na empresa É necessário um Controle de Qualidade

Leia mais

3 Estimação e Compensação de movimento na codificação de vídeo

3 Estimação e Compensação de movimento na codificação de vídeo Estimação e Compensação de movimento na codificação de vídeo 36 3 Estimação e Compensação de movimento na codificação de vídeo O objetivo do modelo temporal (que engloba as fases de estimação e compensação

Leia mais

Aula 04. Estrutura Organizacional 22/08/2012. Impactos organizacionais

Aula 04. Estrutura Organizacional 22/08/2012. Impactos organizacionais Aula 04 Impactos organizacionais Sistemas de Informação TADS 4. Semestre Prof. André Luís 1 2 Estrutura Organizacional Refere-se às subunidades organizacionais e ao modo como elas se relacionam à organização

Leia mais

PROJETO DE APOIO A AÇÕES DE MELHORIA DO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA

PROJETO DE APOIO A AÇÕES DE MELHORIA DO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Coordenação do Curso de Engenharia Elétrica Câmpus Medianeira PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ PROJETO DE APOIO A AÇÕES DE

Leia mais

22/04/2013 ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS PARA ENGENHARIA. Professor: Luis Guilherme Magalhães (62) DEPRECIAÇÃO, CUSTOS FIXOS E CUSTOS VARIÁVEIS

22/04/2013 ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS PARA ENGENHARIA. Professor: Luis Guilherme Magalhães (62) DEPRECIAÇÃO, CUSTOS FIXOS E CUSTOS VARIÁVEIS ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS PARA ENGENHARIA Professor: Luis Guilherme Magalhães (62) 9607-2031 DEPRECIAÇÃO, CUSTOS FIXOS E CUSTOS VARIÁVEIS 1 CONCEITO Os Bens Patrimoniais, devido ao uso e pelo desgaste natural

Leia mais

Linha Agrícola MS 180 FORNO A LENHA MANUAL DE INSTRUÇÕES

Linha Agrícola MS 180 FORNO A LENHA MANUAL DE INSTRUÇÕES Linha Agrícola MANUAL DE INSTRUÇÕES MS 180 FORNO A LENHA MODELOS MS 180 Forno a Lenha 0,60 x 0,80m MS 180 IN Forno a Lenha 0,60 x 0,80m com Inox interno MS 181 Forno a Lenha 0,60 x 1,00m MS 181 IN Forno

Leia mais

Fonte Características Vantagens Desvantagens

Fonte Características Vantagens Desvantagens Fonte Características Vantagens Desvantagens Hidrelétrica Uso da força dos rios para produção de energia elétrica Fonte não poluente e renovável Alto custo de implantação e grande impacto ambiental e econômico

Leia mais

Disciplina: Processos Organizacionais Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 05 FERRAMENTAS E MÉTODOS PARA A RACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS

Disciplina: Processos Organizacionais Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 05 FERRAMENTAS E MÉTODOS PARA A RACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS Disciplina: Processos Organizacionais Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 05 FERRAMENTAS E MÉTODOS PARA A RACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS 4 Técnicas de Apoio à Melhoria de processo: As Sete Ferramentas

Leia mais

Recomendação de políticas Sustentabilidade ambiental

Recomendação de políticas Sustentabilidade ambiental Recomendação de políticas A oportunidade Considerando que os datacenters estarão entre os principais consumidores mundiais de energia elétrica até meados da próxima década, o desenvolvimento contínuo de

Leia mais

A difícil arte de produzir, melhor e mais barato.

A difícil arte de produzir, melhor e mais barato. A difícil arte de produzir, melhor e mais barato. Produtividade + Desempenho Consultoria Pesquisa Educação Executiva A inversão da relação entre Preço, Custo e Lucratividade, ocorrida ao longo dos anos

Leia mais

GRUPO XII GRUPO DE ESTUDO DE ASPECTOS TÉCNICOS E GERENCIAIS DE MANUTENÇÃO EM INSTALAÇÕES ELÉTRICAS - GMI

GRUPO XII GRUPO DE ESTUDO DE ASPECTOS TÉCNICOS E GERENCIAIS DE MANUTENÇÃO EM INSTALAÇÕES ELÉTRICAS - GMI SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GMI - 19 16 a 21 Outubro de 2005 Curitiba - Paraná GRUPO XII GRUPO DE ESTUDO DE ASPECTOS TÉCNICOS E GERENCIAIS DE MANUTENÇÃO EM INSTALAÇÕES

Leia mais

Pesquisa Operacional. Introdução à Pesquisa Operacional

Pesquisa Operacional. Introdução à Pesquisa Operacional Pesquisa Operacional Introdução à Pesquisa Operacional 1 PESQUISA OPERACIONAL PO Sumário Origens A natureza O impacto Principais sociedades profissionais ligadas à PO Algumas publicações científicas ligadas

Leia mais

Escola de Engenharia de Lorena EEL/USP Curso de Engenharia de Produção. Prof. Fabrício Maciel Gomes

Escola de Engenharia de Lorena EEL/USP Curso de Engenharia de Produção. Prof. Fabrício Maciel Gomes Escola de Engenharia de Lorena EEL/USP Curso de Engenharia de Produção Prof. Fabrício Maciel Gomes Planejamento e Controle da Produção Sete perguntas-chave O que produzir e comprar? Quanto produzir e comprar?

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Publicado no Despacho n.º13456/2008, de 14 de Maio, que aprova a versão inicial do Catálogo Nacional de Qualificações. 1ª Actualização publicada no

Leia mais

Agrupamento pode ser aplicado para recipientes com diferentes tamanhos ou mesmo recipiente, mas com enchimento diferente.

Agrupamento pode ser aplicado para recipientes com diferentes tamanhos ou mesmo recipiente, mas com enchimento diferente. ANEXO I PLANO DE ESTUDO DE ESTABILIDADE REDUZIDO DE MEDICAMENTOS 1. INTRODUÇÃO Agrupamento e Matrização são modelos reduzidos de plano de estudo de estabilidade baseados em princípios diferentes. Entretanto,

Leia mais

FABRICAÇÃO MECÂNICA. Introdução aos Processos de Fabricação / Fundição. Material 1 Coletânea de materiais sobre fundição (livros, apostilas e resumos)

FABRICAÇÃO MECÂNICA. Introdução aos Processos de Fabricação / Fundição. Material 1 Coletânea de materiais sobre fundição (livros, apostilas e resumos) 2010 FABRICAÇÃO MECÂNICA Introdução aos Processos de Fabricação / Fundição Material 1 Coletânea de materiais sobre fundição (livros, apostilas e resumos) Prof. Alexander 1/1/2010 1 - INTRODUÇÃO 2 3 2 -

Leia mais

Microeconomia - Prof. Ms. Marco A. Arbex

Microeconomia - Prof. Ms. Marco A. Arbex Produção Conceitos Básicos Microeconomia: Produção Prof. Ms. Marco A. www.marcoarbex.wordpress.com marco.arbex@live.estacio.br Produção: o processo pelo qual uma firma transforma os fatores de produção

Leia mais

CONTABILIDADE DE CUSTOS

CONTABILIDADE DE CUSTOS CONTABILIDADE DE CUSTOS Elementos e Classificação de Custos: Com Relação aos Produtos, Com Relação ao Volume de Produção e Com Relação Progresso do Processo de Produção ELEMENTOS Custo Industrial (Custo

Leia mais

4 Modelos de Planejamento na Cadeia de Petróleo

4 Modelos de Planejamento na Cadeia de Petróleo 4 Modelos de Planejamento na Cadeia de Petróleo Este capítulo tem como objetivo apresentar de forma resumida os modelos de planejamento relacionados à cadeia de petróleo presentes na literatura. As seções

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 015 Ensino Técnico Etec Etec: Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Habilitação Profissional: Técnico em Mecatrônica

Leia mais

AUTOMAÇÃO DE AVIÁRIO UTILIZANDO A PLATAFORMA ARDUINO

AUTOMAÇÃO DE AVIÁRIO UTILIZANDO A PLATAFORMA ARDUINO AUTOMAÇÃO DE AVIÁRIO UTILIZANDO A PLATAFORMA ARDUINO Paulo Sergio Mattos Périgo¹, Bruno Fernando Serrano¹, Wyllian Fressati¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil pauloperig@gmail.com,

Leia mais

Planejamento e Controle de Projetos 5 TADS FSR. Prof. Esp. André Luís Belini

Planejamento e Controle de Projetos 5 TADS FSR. Prof. Esp. André Luís Belini Planejamento e Controle de Projetos 5 TADS FSR Prof. Esp. André Luís Belini Seja a mudança que você quer ver no mundo Mahatma Ghandi 2 Principais variáveis de um projeto 3 Características e benefícios

Leia mais

Comunicação e Comportamento Organizacional AULA 03

Comunicação e Comportamento Organizacional AULA 03 Comunicação e Comportamento Organizacional AULA 03 36 Ponto de Partida: da Visão Sistêmica SISTEMA: CONCEITO E HIERARQUIZAÇÃO O crescimento e o aprofundamento do conhecimento humano conduziram, através

Leia mais

Genersys. Gestão de Riscos em Ativos - GRA. Gestão de Ativos. Operação e Manutenção. Camaçari, 13/05/2016. Slide 1.

Genersys. Gestão de Riscos em Ativos - GRA. Gestão de Ativos. Operação e Manutenção. Camaçari, 13/05/2016. Slide 1. Genersys Gestão de Ativos Operação e Manutenção Gestão de Riscos em Ativos - GRA Camaçari, 13/05/2016 Full power ahead Slide 1 Agenda 01 02 03 04 05 Introdução Ciclo de Gestão de Risco Ferramenta de Suporte

Leia mais

Contabilidade de Custos Aula 1: Terminologias e Classificações. Professora: Caroline Camera

Contabilidade de Custos Aula 1: Terminologias e Classificações. Professora: Caroline Camera Contabilidade de Custos Aula 1: Terminologias e Classificações Professora: Caroline Camera Origens da Contabilidade de Custos A preocupação com a Contabilidade nasceu desde que o homem passou a possuir

Leia mais

CAPÍTULO 2 Visão Geral da Abordagem de Modelagem da Pesquisa Operacional 7

CAPÍTULO 2 Visão Geral da Abordagem de Modelagem da Pesquisa Operacional 7 SUMÁRIO CAPÍTULO 1 Introdução 1 1.1 A origem da pesquisa operacional 1 1.2 A natureza da pesquisa operacional 2 1.3 O impacto da pesquisa operacional 3 1.4 Algoritmos e/ou courseware 3 Referências selecionadas

Leia mais

TECNOLOGIA AVANÇADA PARA ABERTURA DE VALAS. Valadoras Vermeer Concebidas para abrir uma vala perfeita.

TECNOLOGIA AVANÇADA PARA ABERTURA DE VALAS. Valadoras Vermeer Concebidas para abrir uma vala perfeita. TECNOLOGIA AVANÇADA PARA ABERTURA DE VALAS Valadoras Vermeer Concebidas para abrir uma vala perfeita. TECNOLOGIA As Vantagens das Valadoras Valas mais rápidas, limpas e perfeitas. As valadoras Vermeer

Leia mais

BANCADA MULTIUSO Modelo HD (Heavy Duty)

BANCADA MULTIUSO Modelo HD (Heavy Duty) BANCADA MULTIUSO Modelo HD (Heavy Duty) Parabéns pela sua escolha de uma bancada da oodorking by M Bimbatti. Com cuidados apropriados, poderá ser usada por gerações. A seguir recomendações para assegurar

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL OPERADOR/A DE CONSTRUÇÃO E REPARAÇÃO NAVAL

PERFIL PROFISSIONAL OPERADOR/A DE CONSTRUÇÃO E REPARAÇÃO NAVAL PERFIL PROFISSIONAL OPERADOR/A DE CONSTRUÇÃO E REPARAÇÃO NAVAL Publicação e atualizações Publicado no Despacho n.º13456/2008, de 14 de Maio, que aprova a versão inicial do Catálogo Nacional de Qualificações.

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção

Curso de Engenharia de Produção Curso de Engenharia de Produção Apresentação 2015 Prof. Dr. Carlos Fernando Jung carlosfernandojung@gmail.com Nosso Negócio Produtividade Rentabilidade Melhoria Contínua Otimização de Produtos e Processos

Leia mais

XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica. Substituição do Sistema de Refrigeração na Prefeitura da Cidade do Recife

XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica. Substituição do Sistema de Refrigeração na Prefeitura da Cidade do Recife XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2008-06 a 10 de outubro Olinda - Pernambuco - Brasil Substituição do Sistema de Refrigeração na Prefeitura da Cidade do Recife Dorival

Leia mais

PROCESSO SELETIVO 2017/1 Mestrado Ciência e Tecnologia de Alimentos Campus Rio Pomba

PROCESSO SELETIVO 2017/1 Mestrado Ciência e Tecnologia de Alimentos Campus Rio Pomba Questão 01: Dê o fundamento e as etapas envolvidas no processo de liofilização de alimentos e cite quatro diferenças entre o processo de liofilização e o processo de secagem convencional. Pag. 1 de 15

Leia mais

ADAPTADOR RJ-45 PARA BORNE AA-400

ADAPTADOR RJ-45 PARA BORNE AA-400 ADAPTADOR RJ-45 PARA BORNE Manual do usuário Adaptador RJ-45 para Borne MAN-PT-DE-AA400 Rev.: 1.00-11 Introdução Obrigado por ter escolhido nosso. Para garantir o uso correto e eficiente, é imprescindível

Leia mais

Arduino Lab 04 Leitura de temperatura com o sensor MCP9700

Arduino Lab 04 Leitura de temperatura com o sensor MCP9700 Arduino Lab 04 Leitura de temperatura com o sensor MCP9700 Componentes deste Lab Neste Lab discutiremos a integração do sensor de temperatura MCP9700 aos dispositivos já abordados no Lab 03, que são o

Leia mais

Gestão de sistemas em energia:

Gestão de sistemas em energia: MESTRADO EM ENERGIA Gestão de sistemas em energia: - Planejamento da Operação - Projeto de sistemas de energia Prof. Manuel Jarufe manueljarufe@ceunes.ufes.br Disciplina: Gestão de sistemas em energia

Leia mais

CURSO: ENGENHARIA DE PRODUÇÃO EMENTAS º PERÍODO

CURSO: ENGENHARIA DE PRODUÇÃO EMENTAS º PERÍODO CURSO: ENGENHARIA DE PRODUÇÃO EMENTAS - 2016.1 1º PERÍODO DISCIPLINA: INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DE FÍSICA DISCIPLINA: REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DISCIPLINA:

Leia mais

INVERSOR DE EMERGÊNCIA

INVERSOR DE EMERGÊNCIA INVERSOR DE EMERGÊNCIA O Inversor de Emergência trata-se de um dispositivo que deve ser acoplado juntamente com um reator, transformando as luminárias fluorescentes em sistemas de iluminação normal e emergência.

Leia mais

EDMS: conceito básico

EDMS: conceito básico EDMS Engineering Document Management System Gestão Eletrônica de Documentos - GED EDMS: conceito básico Propósito: Gerenciar documentos técnicos da empresa durante todo o Ciclo de Vida, seja na fase de

Leia mais

Métodos Tempos e Movimentos

Métodos Tempos e Movimentos Métodos Tempos e Movimentos O homem é a medida de todas as coisas Protágoras de Abdera (Abdera, 480 a.c. - Sicília, 420 a.c.) Assim como Sócrates, Protágoras foi acusado de ateísmo, tendo seus livros queimados

Leia mais

Resultados da Pesquisa Virtual: Consulta aos Profissionais do Setor

Resultados da Pesquisa Virtual: Consulta aos Profissionais do Setor Resultados da Pesquisa Virtual: Consulta aos Profissionais do Setor Anexo Gráficos de resultados Perfil entrevistado Perfil por Região do Brasil Qual setor representa 30,0% 28,5% 26,6% 25,9% 25,0% 20,0%

Leia mais

O que é um sistema distribuído?

O que é um sistema distribuído? Disciplina: Engenharia de Software 4 Bimestre Aula 1: ENGENHARIA DE SOFTWARE DISTRIBUÍDO O que é um sistema distribuído? Segundo Tanenbaum e Steen (2007) um sistema distribuído é uma coleção de computadores

Leia mais

8. CAPACIDADE DAS INSTALAÇÕES PRODUTIVAS

8. CAPACIDADE DAS INSTALAÇÕES PRODUTIVAS 96 97 8. CAPACIDADE DAS INSTALAÇÕES PRODUTIVAS O estudo do planejamento da capacidade de produção será abordado neste capitulo. 8.1 Introdução Como afirma Slack (1997) a maioria das organizações precisa

Leia mais

DEFINIÇÃO DE CAPACIDADE DE PRODUÇÃO PELO CONCEITO DE TEMPO-TAKT

DEFINIÇÃO DE CAPACIDADE DE PRODUÇÃO PELO CONCEITO DE TEMPO-TAKT DEFINIÇÃO DE CAPACIDADE DE PRODUÇÃO PELO CONCEITO DE TEMPO-TAKT Jessica Syrio Callefi Universidade Estadual de Maringá jeh_callefi@hotmail.com Daiane Maria De Genaro Chiroli Universidade Estadual de Maringá

Leia mais

Centrais de aquecimento distrital

Centrais de aquecimento distrital Centrais de aquecimento distrital Feito eletricidade e calor em si Princípio da cogeração Produzir e utilizar com eficiência energética Existem muitos métodos para converter a fontes de energia primária

Leia mais

Curso de Redes Computadores de Longa Distância (Redes WAN - Wide Area Networking)

Curso de Redes Computadores de Longa Distância (Redes WAN - Wide Area Networking) Curso de Redes Computadores de Longa Distância (Redes WAN - Wide Area Networking) Prof. Ademar Felipe Fey Prof. Raul Ricardo Gauer V1.3 - fevereiro de 2011 Capítulo 1 Introdução às redes de computadores

Leia mais

Projeto Planejamento Orçamento Construção Limpeza Dicas finais

Projeto Planejamento Orçamento Construção Limpeza Dicas finais Projeto Planejamento Orçamento Construção Limpeza Dicas finais 3 4 7 10 13 14 Construir sem utilizar grandes quantidades de dinheiro não é algo impossível, mas sim uma questão de querer e saber como o

Leia mais