As Humanidades em face das Ciências; as Poéticas em face dos Métodos: provocações e desafios

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1 As Humanidades em face das Ciências; as Poéticas em face dos Métodos: provocações e desafios Ludmila Brandão Programa de Pós-Graduação em Estudos de Cultura Contemporânea ECCO/UFMT

2 Prefiro as máquinas que servem para não funcionar: quando cheias de areia de formiga e musgo elas podem um dia milagrar de flores. Manoel de Barros

3 A ciência na condição pós-moderna Jean-François Lyotard As mutações nos jogos da ciência: 1. O descrédito dos metarelatos 2. A legitimação pela performance

4 Os jogos de linguagem científica vão tornar-se jogos de ricos, onde os mais ricos têm chances de ter razão. Traça-se uma equação entre riqueza, eficiência, verdade. (...) É neste momento preciso que a ciência torna-se uma força de produção, isto é, um momento na circulação do capital (Lyotard).

5 O contraponto da paralogia e a produção do novo Que ciência pode renovar-se se não à custa da ruptura com seus próprios paradigmas, teóricos ou metodológicos, para avançar de modo titubeante, ou mesmo às cegas, sobre terreno desconhecido?

6 As Humanidades em face das Ciências Diferença de grau ou de natureza? GRAU: mais ou menos rigorosa; mais ou menos objetiva; mais ou menos eficiente. NATUREZA: modos distintos de pensar, pesquisar, produzir e difundir conhecimento.

7 Uma diferença radical: o caso do texto Texto comunicativo-informativo Texto escritura como laboratório de pensamento Não se escreve apenas o que já se sabe, o que já se pensou, mas se escreve para saber, para pensar.

8 A superioridade da performance das Ciências Trinta papers ou 4 artigos? Duas práticas distintas: 1) Nas Ciências, a tradição do compartilhamento da autoria por todos os membros de uma equipe mesmo quando alguns não estão diretamente implicados em todos os textos. 2) Nas Humanidades, o tabu da co-autoria e a escritura como laboratório de pensamento.

9 A virada interdisciplinar O modelo analítico do subdividir para conhecer Dantes os homens podiam facilmente dividir-se em ignorantes e sábios, em mais ou menos sábios ou mais ou menos ignorantes. Mas o especialista não pode ser subsumido por nenhuma destas duas categorias. Não é um sábio porque ignora formalmente tudo quanto não entra na sua especialidade; mas também não é um ignorante porque é "um homem de ciência" e conhece muito bem a pequeníssima parcela do universo em que trabalha. Teremos de dizer que é um sábio-ignorante - coisa extremamente grave pois significa que é um senhor que se comportará em todas as questões que ignora, não como um ignorante, mas com toda a petulância de quem, na sua especialidade, é um sábio (Ortega Y Gasset).

10 Ao despir-se da disciplina, o pesquisador da ciência ou das humanidades, elege o objeto como seu compromisso primeiro. É com ele que estabelece sua aliança e que somente por ele, recorrerá às disciplinas quando julgar necessário. A estas restará o papel de ferramentas, suficientemente importantes mas jamais acima dos objetos do mundo.

11 A interdisciplinaridade na pós-graduação brasileira Os documentos de Área Interdisciplinar (1998/2008) Interdisciplinaridade como síntese Área como incubadora Interdisciplinaridade apenas entre classes" distintas

12 O Documento de 2009: a virada Interdisciplinaridade entre saberes disciplinares e não disciplinares, entre novas formas de produção de conhecimento que tomam como objeto fenômenos que se colocam entre fronteiras disciplinares, quando a complexidade do problema requer diálogo entre e além das disciplinas (p.5).

13 O corolário do novo e disruptivo discurso do Documento de 2009 diz que essas novas formas de conhecimento: enriquecem e ampliam o campo da ciência moderna pela exigência de uma racionalidade mais ampla, que extrapola o pensamento estritamente disciplinar e sua metodologia de compartimentação e redução de objetos, como estratégia para a geração de conhecimentos (p.5). E, finalmente, arremata: Se o pensamento disciplinar, por um lado, confere avanços às ciências e tecnologias, por outro, os desdobramentos oriundos dos diversos campos do conhecimento são geradores de diferentes níveis de complexidade e requerem diálogos mais amplos, entre e além das disciplinas (p.5)

14 A novidade dos intersaberes e as poéticas em face dos métodos Contra o Método (homenagem a P. Feyerabend) Experiências heterodoxas de pesquisa: impossibilidade de repetição dos percursos não linearidade tempo ocioso acaso e a intuição as sucessivas modificações e reconfigurações do objeto, dos objetivos

15 Duas constatações a propósito do método nas Humanidades Primeiro: não estamos diante de métodos mas diante da impossibilidade do método nestas práticas de conhecimento. Segundo: há uma imensa proximidade entre esses relatos e o que se diz dos processos de criação artística cujos modos de fazer são chamados de poéticas. Portanto, a esses modos de fazer nos estudos em Humanidades quero chamar de POÉTICAS DE INVESTIGAÇÃO. Obrigada

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