PROGRAMA DE VENDAS EM BALCÃO Página: 1/1. CAPÍTULO I GENERALIDADES... 1/2 - Finalidade - Aplicação - Objetivos - Definições - Nota Técnica - Clientes

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROGRAMA DE VENDAS EM BALCÃO Página: 1/1. CAPÍTULO I GENERALIDADES... 1/2 - Finalidade - Aplicação - Objetivos - Definições - Nota Técnica - Clientes"

Transcrição

1 SISTEMA DE ABASTECIMENTO Código: PROGRAMA DE VENDAS EM BALCÃO Página: 1/1 ÍNDICE PÁGINA V - Resolução Colegiada Nº 14, de 22/07/2002 VI - Modelo de DANFE/NFe CAPÍTULO I GENERALIDADES... 1/2 I II III IV V VI - Finalidade - Aplicação - Objetivos - Definições - Nota Técnica - Clientes CAPÍTULO II CONDIÇÕES DE OPERACIONALIZAÇÃO... 1/3 I II III IV V VI - Área de Aplicação - Produtos e Limites - Habilitação - Solicitação de Demanda de Estoques Públicos para Venda Futura - Reserva de Estoques Públicos - Autorização de Liberação de Estoques Públicos CAPÍTULO III CADASTRAMENTO... 1/1 I - Cadastramento CAPÍTULO IV VENDAS E PAGAMENTOS... 1/3 I - Vendas e Pagamentos CAPÍTULO V FISCALIZAÇÃO... 1/1 I II - Auditoria - Fiscalização CAPÍTULO VI ANEXOS/MODELOS... 1/13 I - Resolução Colegiada Nº 30, de 18/12/2002 II III IV - Sistema de Cadastro Técnico/Programa de Vendas em Balcão (Instruções de Preenchimento) - Solicitação/Disponibilização de Estoques para Programas de Abastecimento SDE - Autorização de Liberação de Estoques Públicos ALEP

2 CAPÍTULO I I 1/2 GENERALIDADES I - Finalidade Estabelecer os procedimentos e a operacionalização na execução do Programa, no âmbito da Matriz e Superintendências Regionais, desde a disponibilização dos produtos constantes da pauta da Política de Garantia de Preços Mínimos PGPM e do Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar PAA, tais como milho, arroz, trigo dentre outros, até a sua venda e retirada, pelos adquirentes/proprietários nos armazéns depositários. II - Aplicação O presente normativo se aplica no âmbito da Companhia, para operação de venda, de produtos constantes da pauta da PGPM e do PAA em armazéns próprios e/ou de terceiros. III - Objetivos Visa viabilizar o acesso dos criadores e das agroindústrias de pequeno porte aos estoques públicos de produtos agrícolas, por meio de vendas diretas, garantindo, de forma contínua e sistematizada, o suprimento regular de insumos, por meio da disponibilização de estoques públicos a preços de mercado e compatíveis com os praticados em pregões públicos, com a perspectiva de apoiar e estimular a pequena produção rural. IV - Definições: 1 - DIRAB Diretoria de Operações e Abastecimento. 2 - SUPAB Superintendência de Abastecimento Social. 3 - GEPAB Gerência de Programas de Abastecimento. 4 - SUOPE Superintendência de Operações Comerciais. 5 - DIPAI Diretoria de Política Agrícola e Informações. 6 - SUGOF Superintendência de Gestão da Oferta. 7 - SULOG Superintendência de Logística Operacional. 8 - GEFOC Gerência de Formação e Controle de Estoques. 9 - DIAFI Diretoria Administrativa, Financeira e de Fiscalização SUFIS Superintendência de Fiscalização de Estoques GESUP Gerência de Supervisão Técnico-Operacional SUREG Superintendência Regional. V - Nota Técnica A SUPAB/GEPAB, em conjunto com a SUOPE, SULOG e SUGOF, elaboram nota técnica para o reposicionamento dos estoques públicos para o Programa de Vendas em Balcão, contendo as justificativas, quantidades de produtos, embalagens, destino e o valor da operação de remoção e/ou quando for o caso, que após aprovação da Diretoria Colegiada é direcionada a SULOG e SUOPE, para definição de armazéns de origem, conforme RESOLUÇÃO Nº 30 DE 18/12/2002 (Anexo I) e, contratação de transporte do produto ou aquisição.

3 I 2/2 VI - Clientes Os clientes do Programa de Vendas em Balcão são criadores de pequeno porte de aves, suínos, bovinos, caprinos e outros, incluindo microagroindústrias de beneficiamento de produtos e produção de ração. 1 - São considerados criadores de pequeno porte, suinocultores, avicultores, bovinocultores, caprinocultores, ovinocultores, bubalinocultores, coturnicultores, além daqueles listados no item 4, alíneas a), b), c) e d) do Manual de Operações Conab MOC, Título 22 e que estejam contemplados no limite de compras estabelecido pelo Sistema de Cadastro Técnico/Programa de Vendas em Balcão, Documento 1 deste Título do MOC O formulário SISTEMA DE CADASTRO TÉCNICO/PROGRAMA DE VENDAS EM BALCÃO /018 (Anexo II), está disponibilizado na Intranet/Normas e Documentos/Formulários/Abastecimento, para o preenchimento do cadastro. 2 - Varejistas filiados à Rede de Fortalecimento do Comércio Familiar de Produtos Básicos REFAP. 3 - Criadores e agroindústrias de pequeno porte (cuja escala de produção e/ou localização, impedem que tenham acesso aos estoques públicos comercializados em bolsas de mercadorias). 4 - A inclusão e o atendimento de entidades e/ou segmentos não discriminados acima será objeto de análise e deliberação pela SUPAB/DIRAB.

4 CAPÍTULO II II 1/3 CONDIÇÕES DE OPERACIONALIZAÇÃO I - Área de Abrangência Regiões onde, havendo disponibilidade de estoques, a oferta de produtos se faça necessária para garantir a implementação das atividades produtivas da clientela alvo do programa, incluindo, se necessário, o reposicionamento dos estoques públicos, abrangendo: a) todo o território nacional, observadas as exigências da demanda e disponibilidade estratégica de estoques; b) as vendas em balcão são restritas aos criadores denominados independentes, semiintegrados e autônomos. II - Produtos e Limites A pauta de produtos e limites de compra em vigor são os listados abaixo: III - Habilitação Os pretensos clientes, somente serão habilitados no Programa de Vendas em Balcão, após o seu cadastramento em uma das unidades da Conab indicadas e com a sua correspondente autorização para integração, cumpridas todas as exigências requeridas, conforme estabelecidas no Sistema de Cadastro Técnico/Programa de Vendas em Balcão, Documento 1, Título 22 do MOC. As normas são instrumentos de orientação e pesquisa. Mantenha- as atualizadas e ao alcance de todos os usuários. a) milho em grãos: até 14 toneladas cliente/mês, para Região Norte, Nordeste e Centro- Oeste e, até 27 toneladas para Região Sul e Sudeste; b) arroz em casca: até 100 toneladas cliente/mês; c) trigo em grãos: até 50 toneladas cliente/mês; d) embalagem: até unidades cliente/mês; e) castanha de caju: até 10 toneladas cliente/mês. 1 - A inclusão de outros produtos, bem como a alteração nos quantitativos máximos por cliente, deverão ser objeto de notas técnicas devidamente fundamentadas e aprovadas por Voto específico da Diretoria Colegiada e/ou por meio de Portarias Interministeriais para as excepcionalidades tais como emergência/seca ou outros fatores definidos em instrumento específico. 2 - Os quantitativos de venda para as Regiões Sul e Sudeste é autorizado o cadastramento de clientes cujo plantel declarado atinja o consumo de até 54 (cinqüenta e quatro) toneladas/mês, consumo estabelecido no preenchimento do Sistema de Cadastro Técnico/Programa de Vendas em Balcão, Documento 1, Título 22 do MOC, limitando sua aquisição de milho em grãos de no máximo de até 27 (vinte e sete) toneladas de milho/cliente/mês. 3 - Para as Regiões Norte, Nordeste e Centro Oeste, é autorizado o cadastramento de cliente cujo plantel declarado atinja o consumo de até 28 (vinte e oito) toneladas/mês, consumo estabelecido no preenchimento do Sistema de Cadastro Técnico/Programa de Vendas em Balcão, Documento 1, Título 22 do MOC, limitando sua aquisição de milho em grãos ao máximo de até 14 (quatorze) toneladas de milho/cliente/mês.

5 II 2/3 1 - Veda-se a participação direta de qualquer dirigente ou empregado como beneficiário de operações da Conab ou em transferência voluntária da União, bem como do respectivo cônjuge ou companheiro e parentes em linha reta, colateral ou por afinidade, até o 2º grau sob pena de demissão, respeitado o contraditório e a ampla defesa. IV - Solicitação de Demanda de Estoques Públicos para Venda Futura A solicitação de liberação dos estoques públicos será realizada pela Superintendência Regional seguindo os trâmites listados abaixo: 1 - Realização de análise do mercado e elaboração da conjuntura local. 2 - Elaboração da estimativa de demanda a ser comercializado em cada localidade, considerando o período de vendas determinado pela SUPAB. 3 - Procede o preenchimento do documento denominado Disponibilização de Estoques Públicos, inserindo todas as informações exigidas nos campos correspondentes. 4 - Encaminhamento à SUPAB/GEPAB, por meio eletrônico ou pelo Fax Nº (61) , a solicitação para a análise e liberação dos estoques para venda. 5 - Em conjunto com o SUOPE, SUGOF e SULOG a SUPAB, elabora Nota Técnica contendo a justificativa, quantidade de produto, embalagem, destino e o valor da operação que após a aprovação da Diretoria Colegiada é direcionada à SULOG e SUOPE, para definição de armazém de origem, conforme RESOLUÇÃO Nº 30 DE 18/12/2002 e contratação de transporte do produto. V - Reserva de Estoques Públicos A reserva de estoques públicos deverá obedecer os seguintes procedimentos: 1 - A SUPAB encaminha, à SULOG/GEFOC documento, em duas vias, intitulado SOLICITAÇÃO/DISPONIBILIZAÇÃO DE ESTOQUES PARA PROGRAMAS DE ABASTECIMENTO SDE (Anexo III), visando a reserva dos estoques destinados à comercialização no Programa de Vendas em Balcão nos volumes previamente fixados, em consonância com as solicitações das Superintendências Regionais. 2 - A SULOG/GEFOC, após os procedimentos competentes, procede à reserva dos estoques solicitados pela SUPAB/GEPAB, consignando na 2ª (segunda) via do documento, o qual retornará a SUPAB/GEPAB Na impossibilidade de proceder tais reservas, no todo ou em parte, do mesmo modo, dever-se-á devolver a 2ª (segunda) via à SUPAB, inclusive fazendo constar as justificativas dos motivos decorrentes pela não efetivação da reserva dos estoques pretendidos para venda. VI - Autorização de Liberação de Estoques Públicos A autorização de liberação de estoques públicos seguirá os seguintes trâmites:

6 II 3/3 1 - Confirmada a reserva pela SULOG/GEFOC e, de posse do documento intitulado Disponibilização de Estoques Públicos, a SUPAB/GEPAB procede a análise dos dados. 2 - Fundamentado nos dados da SUREG e nos preços praticados nos leilões da Conab realizados no Estado nos últimos 30 (trinta) dias e, nos indicativos de mercado elaborados pela SUGOF inseridos no documento denominado ACOMPANHAMENTO SEMANAL DE PREÇOS e demais condições constantes do item e do Título 22 do MOC, a SUPAB/GEPAB fixa o preço permitido para venda na quinzena correspondente. 3 - A SUPAB/GEPAB preenche o formulário AUTORIZAÇÃO DE LIBERAÇÃO DE ESTOQUE PÚBLICO ALEP (Anexo IV), devidamente assinado pelo Técnico Responsável, Gerente da GEPAB e Superintendente da SUPAB, informando a quantidade e preço a serem praticados na quinzena, e encaminha uma das vias à SUREG, por meio de ou Fax, dando início ao processo de venda, limitado ao período daquela quinzena. 4 - A SUREG destinatária, de posse da ALEP, procede à divulgação às Unidades Armazenadoras e outros interessados, informando a localização dos estoques e o preço de venda a ser praticado no período da quinzena. 5 - Fica facultado a vistoria preliminar do estoque por parte do beneficiário.

7 CAPÍTULO III III 1/1 CADASTRAMENTO I - Cadastramento No Título 22 do MOC, Programa de Abastecimento Social Vendas em Balcão, consta o Documento 1 Sistema de Cadastro Técnico/Programa de Vendas em Balcão, em que são registrados os dados para habilitação do cliente interessado em participar como comprador da Conab, em conformidade com o que segue: 1 - O cliente adquirente comparecerá em uma Unidade Armazenadora da Conab munido de documentos pessoais, comprovante de endereço do seu estabelecimento e/ou propriedade e inscrição estadual para preenchimento do cadastro. 2 - O cadastro deverá ser submetido à entidade de classe, sindicatos, órgãos de extensão rural que atestará a veracidade das informações do cadastrado Orientamos ainda para que o criador/cadastrado apresente à Conab o Extrato do Plantel emitido pela Divisão de Defesa Sanitária do Município, visando a conferência e verificação da veracidade do plantel declarado. 3 - De posse do cadastro devolvido e atestado pelo órgão de classe, a Unidade Armazenadora, por meio de COMUNICAÇÃO INTERNA CI, encaminhará à Superintendência Regional, que determinará a sua conferência pela área responsável pelo Programa, para posterior aprovação do Superintendente e, lançamento no Cadastro de Agente Xfac, observando os limites estabelecidos por cliente do Programa, conforme previsto no Capítulo II, Subtítulo II, desta Norma. 4 - Para as localidades/uf em que a Conab não detenha Unidades Armazenadoras ou sua capilaridade é limitada, o criador procurará sua entidade representativa, para o preenchimento do Cadastro e posteriormente enviar à Superintendência Regional, no Estado. 5 - Os Cadastros deverão ser revalidados no período máximo de dois anos, mediante a apresentação da documentação comprobatória do Cliente sob pena de inviabilizar sua participação no Programa de Vendas em Balcão.

8 CAPÍTULO IV IV 1/3 VENDAS E PAGAMENTOS I - Vendas e Pagamentos As vendas em balcão são realizadas na modalidade à vista, mediante prévio recolhimento dos valores correspondentes à quantidade adquirida, no Banco do Brasil S/A, fazendo uso da Guia de Recolhimento da União GRU, na forma a seguir descrita: 1 - O cliente, uma vez cadastrado e habilitado e, tendo interesse de compra, deverá dirigirse à Unidade Armazenadora da Conab onde procede ao seu cadastramento, sendo vedado a venda por outra Unidade Armazenadora, salvo a hipótese de inexistência de produto, situação em que proceder-se-á a transferência do cadastro para a Unidade detentora de estoque. 2 - O responsável na Unidade Armazenadora pelo Programa realiza triagem no SISTEMA DE CADASTRO TÉCNICO, visando a confirmação dos dados do cliente e a sua habilitação para realizar a compra, verificando e confirmando os dados, notadamente, aqueles relativos a sua identificação, validade da documentação, escala de consumo mensal e limite máximo permitido para compra. 3 - A operação de venda inicia-se no momento da emissão da GRU e conclui-se com a emissão da Nota Fiscal Eletrônica NFe, obedecido o limite da cota mensal com retirada efetiva da mercadoria até o último dia útil da quinzena, restando claro que não se admitirá a cumulatividade de cota não adquirida para o mês subseqüente. 4 - O produto não retirado até o último dia da quinzena estará sujeito à cobrança de armazenagem conforme normativos vigentes. 5 - A Conab na condição de gestora e executora do Programa de Vendas em Balcão, propiciará condições visando garantir aos clientes adquirentes a cota mensal, salvaguardado o direito de estabelecer no período quinzenal dentro do exercício do mês fiscal, a alteração de preços aos produtos objeto do Programa. 6 - Objetivando regular as vendas pelas UAs, fica estabelecido as seguintes condições: Emissão da GRU com os preços estabelecidos para a primeira quinzena, será emitida até o dia 11 (onze) de cada mês A Unidade Armazenadora e/ou Superintendência Regional, a partir do dia 12 até o dia 15, deverá efetivar a contabilização de todas as Guias de Recolhimento da União liquidadas, no período compreendido entre os dias 1º e 11, em que se realizaram as operações de venda na quinzena e somente emitirá as NFe com a presença do adquirente e ou representante legal para retirada do produto vendido Como forma de agilizar a venda de produtos para retirada na segunda quinzena, a Unidade Armazenadora poderá emitir a partir do dia 12, as GRUs com vencimento previsto para o período compreendido do dia 16 ao dia 26, com os preços vigentes para esta quinzena. As normas são instrumentos de orientação e pesquisa. Mantenha- as atualizadas e ao alcance de todos (original os assinado) usuários.

9 IV 2/ A Unidade Armazenadora e/ou Superintendência Regional, para a segunda quinzena, também somente emitirá as NFe com a presença do adquirente e ou representante legal considerando o período compreendido entre o dias 16 a 26, das GRUs referentes a segunda quinzena e liquidadas Na forma do subitem 6.3 anterior, a Unidade Armazenadora poderá proceder a venda de produtos para retirada na primeira quinzena do mês subseqüente, emitindo as Guias de Recolhimento da União, a partir do dia As Guias de Recolhimento da União emitidas pelo próprio comprador fora das regras estabelecidas pela Conab, neste caso entendido, os valores, os prazos e as cotas, serão de inteira responsabilidade do emitente, eximindo a Conab da obrigação de ressarci-lo Para a viabilização dos procedimentos de venda, as SUREGs deverão encaminhar à SUPAB/GEPAB, com o mínimo de 5 dias de antecedência, a quantidade e sugestão de preço do produto que serão praticados na quinzena posterior. 7 - As Notas Fiscais, além do endereço, deverão ser emitidas com os mesmos dados constantes das GRUs, que, em ambos os documentos, constará obrigatoriamente o nome e o CPF/CNPJ do comprador e do transportador da mercadoria, conforme orientado pela área fiscal tributária e contábil da Companhia. 8 - As operações de vendas serão concretizadas com a entrega do produto na modalidade Custos, Seguros e Frete CIF, sobre o veículo indicado pelo comprador, junto a porta da Unidade Armazenadora. 9 - Na hipótese de descumprimento dos Normativos do Programa, as ocorrências deverão ser apuradas e aplicadas as sanções em conformidade com a RESOLUÇÃO Nº 14, DE 22/07/2002 (Anexo V), que passa a fazer parte integrante desta Norma Quanto a desvios dos objetivos e filosofia do Programa, praticado por usuários deverão ser adotadas medidas previstas nos itens 8 e 9 do Título 22 do MOC, que prevê as penalidades a serem aplicadas Para as vendas em unidades de terceiros, além dos procedimentos já descritos acima, devem ser observados as peculiaridades a seguir descritas: Os criadores deverão procurar uma das entidades representativas para apresentar o seu pedido referente à cota mensal, que repassará à Conab/SUREG via Fax ou para o da Superintendência O pedido deverá conter no mínimo as seguintes informações: nome do criador; CPF; município; atividade; e local de retirada Após a análise da situação cadastral a Conab emite a GRU e remete para o e- mail constante no pedido, para pagamento e a Conab/SUREG, após conciliação, emitirá a DANFE correspondente.

10 IV 3/ A critério da situação poderão ocorrer reuniões, para elucidar os procedimentos, bem como definir critérios de prioridade de atendimento, se for o caso As entidades, em cada município, devem organizar os produtores para que o pagamento ocorra de forma concentrada, em uma mesma data, visando um melhor ordenamento na retirada/carregamento do produto no Armazém Pólo, comunicando à Conab a demanda do município O pagamento da GRU deverá ser efetuado em qualquer agência do Banco do Brasil, devendo o produtor ficar de posse de uma via devidamente autenticada pelo caixa recebedor Na área operacional da SUREG é iniciado o processo para emissão das Notas Fiscais, a seguir: Garantir que o cliente encontra-se cadastrado na Conab, monitorando e controlando os cadastros Realizar o controle diário dos estoques Identificar a praça de retirada do produto (quando do recebimento da GRU com a ferramenta da pesquisa na pasta ou quinzena ou mês) Conferir e monitorar os registros dos CPFs e CNPJs no Cadastro de Agentes da Conab Emitir a DANFE/NFe após a identificação do pagamento e manifestação/agendamento, do beneficiário em retirar o produto no armazém, identificando a origem dos estoques (PGPM/AGF, MERCADO OPÇÕES, PAA) e Código da Unidade Gestora UG Conferir a Nota Fiscal e enviar o arquivo da DANFE para as Unidades Armazenadoras que entregarão o produto Elaborar relatório de vendas no final de cada quinzena e no final de cada mês, com base nas informações conciliando Ficha KARDEX (xfac) e as informações do portal no ícone Estoques Públicos Transparência Vendas em Balcão As Notas Fiscais emitidas serão imediatamente encaminhadas aos Armazéns Pólo, de acordo com os seus municípios de abrangência e conforme pedido realizado A partir do 5º (quinto) dia útil após o pagamento, o produtor poderá se organizar junto a sua entidade, promovendo o agendamento do dia para a retirada do produto, a fim de que seja emitido o DANFE/NFe, nas seguintes alternativas: Retirada direta no Armazém Pólo, apresentando seus documentos (Carteira de Identidade e autorização para terceiros, se for o caso) Outros procedimentos não previstos e passiveis de implementação, serão definidos pela Conab.

11 CAPÍTULO V FISCALIZAÇÃO V 1/1 I - Auditoria O Programa de Vendas em Balcão está submetido ao processo de auditória normalmente desenvolvido pela Conab. II - Fiscalização Para fiscalização operacional e financeira do programa, a SUREG deverá encaminhar previamente à DIRAB/SUPAB/GEPAB e à DIAFI/SUFIS/GESUP a programação detalhada contendo o número de servidores envolvidos, diárias e custos para análise e aprovação dos citados órgãos. 1 - As operações de fiscalização do Programa de Vendas em Balcão estão definidas e disponibilizadas na Intranet/Normas e Documentos/Manual de Operações da Conab MOC e Intranet/Normas e Documentos/Normas da Organização NOC, para consultas e esclarecimentos.

12 CAPÍTULO VI VI 1/13 ANEXOS/MODELOS I RESOLUÇÃO COLEGIADA Nº 30 DE 18/12/2002 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO RESOLUÇÃO N.º 030, DE 18/12/2002 A DIRETORIA COLEGIADA DA COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO CONAB, no uso de suas atribuições estatutárias e conforme REDIR Nº 572 de 17/12/2002, R E S O L V E: 1. DEFINIR que, para indicação dos municípios e das Unidades Armazenadoras que deverão expedir produtos destinados à comercialização ou remoção, e também dos municípios e dos armazéns que deverão receber produtos oriundos de remoções feitas pela CONAB, serão observados os critérios de prioridade para a venda ou qualquer outra modalidade de liberação dos estoques públicos da Política de Garantia de Preços Mínimos constantes do Aviso Ministerial Nº 551, de 18/11/92 (Ministério Público Federal), corroborado pela Portaria Interministerial Nº 182 de 25/09/94, Portaria Interministerial Nº 296, de 05/12/95, pela Ação Civil Pública Decisão Nº 047/94 da Oitava Vara Federal Processo Nº e pelas Resoluções BACEN Nºs e 2.656, de 25/08/99 e 06/10/99, respectivamente, sempre que possível, que seja evitada a indicação de um mesmo armazém para as operações de comercialização e remoção simultâneas. 2. ESTABELECER que, os casos de remoção para atender programas específicos ou a localização estratégica dos estoques públicos: 2.1. Os estudos básicos, a serem submetidos à aprovação da Diretoria Colegiada, definindo os Estados e municípios de origem e os quantitativos dos produtos a serem removidos, serão elaborados conjuntamente pela SUGOF, SUOPE, SUARM e pela respectiva área responsável pela coordenação dos programas específicos As Unidades Armazenadoras para expedição dos produtos deverão ser indicadas conjuntamente pela SUOPE e SUARM, consultando as Superintendências Regionais. 3. DETERMINAR que, para escolha da Unidade Armazenadora de origem, sejam observados os critérios acima descritos, e também a ordem de prioridade e os requisitos listados a seguir: As normas são instrumentos de orientação e pesquisa. Mantenha- as atualizadas e ao alcance de todos os usuários.

13 VI 2/13 I RESOLUÇÃO COLEGIADA Nº 30 DE 18/12/2002 (CONTINUAÇÃO) MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO 4.2. O(s) município(s) destinatário(s) e as Unidades Armazenadoras para a recepção dos produtos deverão ser indicados conjuntamente pela SUOPE, SUARM e pela respectiva área responsável pela coordenação dos programas específicos, consultando as Superintendências Regionais PRIORIDADES: a) Unidades Armazenadoras privadas; b) Unidades Armazenadoras da Rede Oficial; c) Unidades Armazenadoras da CONAB REQUISITOS: Havendo duas ou mais Unidades Armazenadoras no município de origem do produto, e observada a ordem de prioridade acima definida, a(s) Unidade(s) será(ão) escolhida(s) com base nos seguintes critérios, por ordem de prioridade: Unidades que, em seu histórico cadastral, apresentem registros de descredenciamento enquadrados no item 4.b do Documento 4 do Título 08 do MOC ARMAZENAMENTO Unidades que, em seu histórico cadastral, apresentem registros de impedimento enquadrados no item 3.b.2 do Documento 4 do Título 08 do MOC ARMAZENAMENTO Unidades que, em seu histórico cadastral, apresentem registros de impedimento enquadrados nos itens 3.b.1 e 3.b.3 do Documento 4 do Título 08 do MOC ARMAZENAMENTO Unidades que, em seu histórico cadastral, apresentem registros de impedimento enquadrados nos itens 3.b.4 à 3.b.15 do Documento 4 do Título 08 do MOC ARMAZENAMENTO Unidades que, em seu histórico cadastral, apresentem registros de impedimento por situação irregular no SICAF. 4. ESTABELECER que, nos casos de remoção para atender programas específicos ou a localização estratégica dos estoques públicos: 4.1. Os estudos básicos definindo os Estados destinatários e os respectivos quantitativos dos produtos serão elaborados conjuntamente pela SUGOF, SUOPE, SUARM e pela área responsável pela coordenação dos programas específicos.

14 VI 3/13 I RESOLUÇÃO COLEGIADA Nº 30 DE 18/12/2002 (CONTINUAÇÃO) MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO 5. DETERMINAR que, para escolha do município destinatário, sejam observados os critérios acima descritos, e também a ordem de prioridade e os requisitos listados a seguir: 5.1. PRIORIDADES a) Maior facilidade de comercialização; b) Menor distância a ser percorrida. 6. ESTABELECER que, para a escolha da Unidade Armazenadora destinatária, sem rigorosamente observados a ordem de prioridade e os requisitos listados a seguir: 6.1. PRIORIDADES Unidades Armazenadoras da CONAB Unidades Armazenadoras da Rede Oficial, credenciadas Unidades Armazenadoras privadas, credenciadas REQUISITOS Havendo duas ou mais Unidades Armazenadoras credenciadas no município de destino do produto, observada a ordem de prioridade acima definida, a(s) Unidade(s) será(ão) escolhida(s) com base nos seguintes critérios, por ordem de prioridade: Unidades que, em seu histórico cadastral, só apresentem registros de impedimento no SICAF Unidades que, em seu histórico cadastral, apresente, registros de impedimento nos itens 3.b.4 à 3.b.15 do Documento 4 do Título 08 do MOC ARMAZENAMENTO Unidades que, em seu histórico cadastral, apresentem registros de impedimento enquadrados nos itens 3.b.1 e 3.b.3 do Documento 4 do Título 08 do MOC ARMAZENAMENTO Unidades que, em seu histórico cadastral, apresentem registros de impedimento enquadrados no item 3.b.2 do Documento 4 do Título 08 do MOC ARMAZENAMENTO Unidades que, em seu histórico cadastral, apresentem registros de credenciamento enquadrados no item 4.b do Documento 4 do Título 08 do MOC ARMAZENAMENTO. 7. Esta Resolução entra em vigor a partir desta data. VILMONDES OLEGÁRIO DA SILVA Presidente

15 VI 4/13 II SISTEMA DE CADASTRO TÉCNICO/PROGRAMA DE VENDAS EM BALCÃO I. SISTEMA DE CADASTRO TÉCNICO PROGRAMA DE VENDAS EM BALCÃO 1. Nome Completo IDE NT IF ICAÇÃO 2. Inscrição Estadual 3. CNPJ/CPF 4. Endereço Completo 5. Cidade 6. UF 7. CEP 8. Telefone 9. Fax/ 10. Em caso de microempresa, informar o nome e CPF dos Sócios-Proprietários 11. Atividade Principal: AT IV IDADE S 12. Avicultura Plantel (N.º de cabeças): 13. Suinocultura Plantel (N.º de cabeças): 14. Bovinocultura Plantel a) Corte N.º de cabeças: b) Leite N.º de cabeças: 15. Caprinocultura Plantel (N.º de cabeças): 16. Ovinocultura Plantel (N.º de cabeças): 17. Bubalinocultura Plantel (N.º de cabeças): 18. Coturnicultura Plantel (N.º de cabeças): 19. Escala de Produção/Mês (Agroindústria) Principais Produtos (no caso de Agroindústria) 20. Produto a ser Adquirido (Criador/Agroindústria/Entidade) 21. Consumo Mensal (kg) 22. Intenção de Compra (kg) PE RF IL DO BE NE F ICIÁRIO 23. Atividade 23.1 Criador 23.2 Agroindústria Integrado. Qual Empresa? Independente Cadastrado no PRONAF. Validade da DAP (Anexar): 24. Renda Familiar Mensal: R$ 25. Renda Mensal Oriunda da Atividade: R$ 26. Propriedade/Área Própria Arrendada Posse Meeiro Assentado Imóvel Alugado Até 100 ha De 101 ha a 200 ha Maior que 201 ha 28. N.º de Pessoas Envolvidas na Atividade 29. Escolaridade do Proprietário ou Principal Dirigente 27. Localização Área Rural Área Urbana DE CL ARAÇÃO Declaro, perante a Conab, serem verdadeiras as informações acima, ser criador/agroindústria de pequeno porte, não estar enquadrado(a) no Cadastro de Compradores de Produtos dos Estoques Governamentais e não transacionar com produtos daquela empresa, nas bolsas de mercadorias e outras congêneres. 30. Nome do Declarante (no caso de microempresa ou entidade informar o cargo) 31. N.º Carteira de Identidade/Órgão Emissor/UF 32. Local e Data 33. Assinatura do Declarante /018

16 VI 5/13 II SISTEMA DE CADASTRO TÉCNICO/PROGRAMA DE VENDAS EM BALCÃO (CONTINUAÇÃO) 34. Nome da Entidade CE RT IF ICAÇÃO PE L A E NT IDADE DE CL AS S E 35. Nome do Responsável 36. Função/Cargo 37. Local e Data 38. Responsável pela Entidade (Assinatura e Carimbo) AF E RIÇÃO DO CONS UMO ME NS AL 39. Produto 40. Segmento 41. Plantel (A) 42. Índice (B) 43. Consumo (A x B) AG ROINDÚS T RIAS 44. Produto 45. Destinação 46. Capacidade Prod. (A) 47. Índice (B) 48. Consumo (A x B) LIMITE MÁXIMO PARA VENDA 49. Produto 50. Kg/Mês AUT E NT ICAÇÃO PE L A CONAB 51. Local e Data 52. Responsável pela Coleta dos Dados (Assinatura e Carimbo) 53. Gerente da Unidade (Assinatura e Carimbo) 54. Superintendente Regional (Assinatura e Carimbo) /018

17 VI 6/13 II SISTEMA DE CADASTRO TÉCNICO/PROGRAMA DE VENDAS EM BALCÃO (INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO) Campos/Descrição: 1. Informar o nome completo do criador de pequeno porte. No caso de agroindústria de pequeno porte, discriminar a razão social comprovar documentalmente, inclusive com documentos relativos a competência legal de posse do empreendimento: próprio ou contrato de cessão anexando cópia. 2. Informar o n.º da Inscrição Estadual, quando se tratar de agroindústria comprovar documentalmente, anexando cópia ou preencher isento, quando for o caso. 3. Informar o n.º do CNPJ no caso de agroindústria. Informar o CPF quando for criador comprovar documentalmente, anexando cópia. 4. Informar o endereço completo do empreendimento do criador/agroindústria comprovar documentalmente, anexando cópia. 5. Informar o nome da cidade onde se localiza o empreendimento do criador/agroindústria. 6. Informar a Unidade Federativa onde se localiza o empreendimento do criador/agroindústria. 7. Informar o CEP de localização do empreendimento. 8. Informar o n.º do telefone (com DDD) instalado no empreendimento e o n.º do telefone (com DDD) de maior contato do seu principal responsável. 9. Informar o n.º do fax instalado no empreendimento ou o Informar o(s) nome(s) e o CPF do(s) respectivo(s) sócio(s) do empreendimento, quando for o caso, em se tratando de agroindústria comprovar documentalmente, anexando cópia. 11. Informar qual o principal ramo de atividade do empreendimento sob a ótica do Programa de Vendas em Balcão (aquele que demanda maior volume do produto a ser adquirido). 12., 13., 14., 15., 16., 17. e 18. Marcar se o seu segmento é avicultura, suinocultura, bovinocultura, caprinocultura, ovinocultura, bubalinocultura ou coturnicultura , 13.1., 14.1., 15.1., 16.1., e Informar o correspondente plantel (n.º de cabeças) no caso do segmento avicultura, suinocultura, bovinocultura, caprinocultura, ovinocultura, bubalinocultura (búfalos) ou coturnicultura (cordornas). 14.a) e 14.b) Informar se o tipo de atividade consiste em bovinocultura de corte ou bovinocultura de leite. 19. Informar qual o volume mensal produzido pela agroindústria (produto final/acabado) Informar quais os principais produtos utilizados como insumos no caso de agroindústria. 20. Informar qual o produto pretendido pelo criador ou agroindústria. 21. Informar qual a demanda mensal (kg) estimada, de acordo com a sua escala de produção. Obs.: Comunicar que tal informação estará sujeita à confirmação por entidade de classe ou Emater, e mesmo pela Conab, in loco, se for necessário. 22. Informar o volume do produto (observar campo 20) a ser demandado mensalmente. Em hipótese nenhuma poderá ser superior à sua demanda mensal estimada (observar campo 21), ainda que inferior ao limite máximo permitido pelo Programa. 23. Identificação da atividade do beneficiário.

18 VI 7/13 II SISTEMA DE CADASTRO TÉCNICO/PROGRAMA DE VENDAS EM BALCÃO (INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO) Campos/Descrição: 36. Informar qual a função/cargo do responsável pela ratificação dos dados prestados pelo criador ou agroindústria. As normas são instrumentos de orientação e pesquisa. Mantenha- as atualizadas e ao alcance de todos os usuários Marcar se o beneficiário é criador e se o mesmo encontra-se integrado a alguma empresa (Ex.: frigorífico, abatedouro, usina de leite ou laticínio, etc) ou se é independente. Marcar, de qualquer forma, se for filiado ao Pronaf. Nesse caso, informar a data de validade da Declaração de Aptidão ao Pronaf DAP (anexar cópia do correspondente documento) Marcar se o beneficiário é agroindústria. 24. Informar a renda familiar mensal do criador de pequeno porte. 25. Informar a receita bruta mensal (rendimentos) oriunda da principal atividade (em conformidade com o campo 11). 26. Marcar a atual condição da propriedade, bem como a área, do criador de pequeno porte ou da estrutura física da agroindústria; ou se é assentado (no caso do criador) do Programa de Reforma Agrária. 27. Marcar se tal propriedade ou estrutura se encontra localizada em área urbana ou rural. 28. Informar o número de pessoas envolvidas na execução da atividade principal do criador ou da agroindústria, inclusive os proprietário, sócios e familiares. 29. Informar o grau de escolaridade do criador ou do principal dirigente da agroindústria. 30. Informar o nome completo do declarante. O declarante terá que ser, necessariamente, o próprio criador. No seu impedimento, com apresentação de documento comprobatório, poderá ser aceita declaração da esposa ou de um dos filhos maiores de idade. Quando se tratar de agroindústria, no impedimento do principal dirigente, com a apresentação de documento comprobatório, poderá ser aceita declaração de um dos sócios ou diretor/gerente. 31. Informar o n.º do documento de identidade do declarante, juntamente com o órgão emissor. 32. Informar o local (nome do município e Unidade Federativa) e a data em que foi realizado o cadastramento. 33. Campo destinado à assinatura do declarante (igual à assinatura aposta em seu documento de identidade), a qual deverá ser aferida pelo empregado da Conab encarregado do preenchimento do presente cadastro, dando veracidade às suas informações. 34. Informar o nome da entidade de classe que deverá ratificar os dados constantes do cadastramento no que concerne aos aspectos específicos do empreendimento. Ex.: plantel, consumo mensal (escala de produção), produto demandado, volume etc. Tal ratificação não eximirá a Conab de coletar informações adicionais, bem como confirmar as informações prestadas em conjunto com organismos federais, estaduais e municipais afins, a exemplo da Emater, no sentido de dar a segurança requerida ao cadastramento. O objetivo é evitar desvios de propósitos na execução do Programa de Vendas em Balcão. Ressalta-se que, nos casos em que o adquirente não se encontrar vinculado a um órgão de classe, excepcionalmente deverá ter o seu cadastro ratificado por outro órgão representativo ou de afinidade com a sua classe (Ex.: sindicatos rurais, associações, cooperativas e federações) ou de apoio e extensão rural (Ex.: Emater e secretarias de agricultura). 35. Informar o nome do responsável pelo órgão de classe que procedeu com a ratificação dos dados prestados pelo criador ou agroindústria.

19 VI 8/13 II SISTEMA DE CADASTRO TÉCNICO/PROGRAMA DE VENDAS EM BALCÃO (INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO) Campos/Descrição: 37. Informar o local (nome do município e Unidade Federativa) de domicílio do órgão ratificador e a data em que os dados foram ratificados. 38. Campo destinado à assinatura do responsável pelo órgão (sobre carimbo), dando veracidade aos dados ratificados. 39. Informar o(s) produto(s) de consumo do criador. Vide campo Informar para qual(is) segmento(s) se destina(m) o(s) produto(s) demandado(s). Vide campos 12,13,14, 15, 16, 17 e Informar o plantel correspondente ao segmento informado. Vide campos 12.1, 13.1, 14.1, 15.1, 16.1, 17.1 e Índice estimado de consumo do produto a ser demandado. Fixado pela Diges/Supab. 43. Consumo máximo de cada produto, de acordo com o plantel e o índice estimado. Resultado da fórmula: plantel x índice. 44. Informar o(s) produto(s) de consumo da agroindústria. Vide campo Informar qual(is) a(s) destinação(ões) do(s) produto(s) demandado(s) pela agroindústria. 46. Informar a capacidade/escala de produção da agroindústria/mês (volume mensal produzido do produto final/acabado). Vide campo Índice estimado de consumo do produto demandado. Fixado pela Supab. 48. Consumo máximo de cada produto, de acordo com a capacidade de produção e o índice estimado. Resultado da fórmula: capacidade de produção x índice estimado. 49. Informar qual(is) o(s) produto(s) que poderá(ão) ser adquirido(s). 50. Informar, após análise/aferição do consumo, qual(is) o(s) volume(s) máximo(s) permitido(s) para venda do(s) correspondente(s) produto(s). 51. Informar o local (nome do município e Unidade Federativa) e a data da confirmação do cadastro e a conseqüente integração do criador/agroindústria no Programa de Vendas em Balcão. 52. Campo destinado à assinatura do empregado da Conab (sobre carimbo) responsável pelo preenchimento do cadastro, análise da documentação apresentada e confirmação das informações requeridas. 53. Campo destinado à assinatura do gerente da unidade da Conab (sobre carimbo) encarregada do processo de cadastramento e integração do criador/agroindústria no Programa de Vendas em Balcão. 54. Campo destinado à assinatura do Superintendente Regional da unidade da Conab (sobre carimbo) encarregada do processo de cadastramento e integração do criador/agroindústria no Programa de Vendas em Balcão. NOTA: O preposto (federação de agricultura e pecuária, sindicato rural e associação de classe da categoria ou similar) dos beneficiários (criador rural e agroindústria de pequeno porte) somente poderá retirar o produto em nome dos mesmos, após o cadastramento individual e a correspondente habilitação pela Conab.

20 VI 9/13 III SOLICITAÇÃO/DISPONIBILIZAÇÃO DE ESTOQUES PARA PROGRAMAS DE ABASTECIMENTO SDE À GEFOC, SOLICITAÇÃO/DISPONIBILIZAÇÃO DE ESTOQUES PARA PROGRAMAS DE ABASTECIMENTO SDE SDE GEPAB/GEFOC Nº Solicitamos proceder a disponibilização de estoques para o Programa Vendas em Balcão, conforme a seguir: Em, RECEBIDO/GEFOC, em GEPAB Assinatura e Carimbo CDA: CONAB 03 PRODUTO: P MILHO EM GRÃOS (GRANEL) SAFRA: 2008/08 QTDE. (KG): AGÊNCIA GESTORA: MUNICÍPIO: PALMEIRAS DE GOIÁS UF: GO DESTINAÇÃO: Produto Destinado ao Programa de Vendas em Balcão CDA: CONAB 30 PRODUTO: P MILHO EM GRÃOS (GRANEL) SAFRA: 2008/08 QTDE. (KG): AGÊNCIA GESTORA: MUNICÍPIO: RIO VERDE UF: GO DESTINAÇÃO: Produto Destinado ao Programa de Vendas em Balcão CDA: CONAB 02 PRODUTO: P MILHO EM GRÃOS (GRANEL) SAFRA: 2008/08 QTDE. (KG): AGÊNCIA GESTORA: MUNICÍPIO: SÃO LUÍS DE MONTES BELOS UF: GO DESTINAÇÃO: Produto Destinado ao Programa de Vendas em Balcão OBS.: RESERVA/DATA LIBERAÇÃO SIM.../.../... NÃO.../.../... TÉC. RESPONSÁVEL RESERVA/DATA LIBERAÇÃO SIM.../.../... NÃO.../.../... TÉC. RESPONSÁVEL RESERVA/DATA LIBERAÇÃO SIM.../.../... NÃO.../.../... TÉC. RESPONSÁVEL À GEPAB, Autorizo as reservas de estoques assinaladas. Em, As normas são instrumentos de orientação e pesquisa. Mantenha- as atualizadas e ao alcance de todos os usuários. GEFOC SULOG 1ª via SUPAB/GEPAB; 2ª via SULOG/GEFOC

21 VI 10/13 IV AUTORIZAÇÃO DE LIBERAÇÃO DE ESTOQUE PÚBLICO ALEP

22 VI 11/13 V RESOLUÇÃO COLEGIADA Nº 14 DE 22/07/2002 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO RESOLUÇÃO N.º 014, DE 22/07/2002 A DIRETORIA COLEGIADA DA COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO CONAB, no uso de suas atribuições estatutárias, e de acordo com a deliberação em sua 550ª Reunião Ordinária, realizada em 19/07/2002, e Considerando a necessidade de dotar de maior segurança o processo de gestão do Programa de Vendas em Balcão, no que se refere aos seus procedimentos comerciais; Considerando que, na ocorrência de procedimentos incompatíveis com os normativos do Programa, a Superintendência Regional, por meio do seu Superintendente, deve ser responsabilizada administrativamente; R E S O L V E: 1 Havendo indícios de que a Superintendência Regional não observou, na operacionalização do Programa, a quantidade máxima de produto por cliente/mês, e/ou os referenciais mínimos de preço estabelecidos pelos normativos que regem o Programa, deverão ser adotados os seguintes procedimentos: a) Suspender, de imediato e pelo prazo máximo de até 05 (cinco) dias úteis, contados a partir da data da interrupção das vendas, as operações em balcão no município onde se observou o procedimento irregular, preservadas as vendas correspondentes aos pagamentos efetuados, até a data da formalização e comunicação da suspensão à Superintendência Regional; b) Realizar, de imediato, supervisão operacional sob a coordenação da Diretoria de Gestão de Estoques DIGES/SUPAB, visando apurar os fatos no prazo estabelecido na alínea a, deste Artigo, que devem ser registrados em um termo de vistoria operacional; c) Concluída a apuração dos fatos, no prazo estabelecido, as vendas devem ser retomadas, mediante prévia comunicação da SUPAB/DIGES; d) Em se caracterizando as irregularidades dos fatos, deverá ser construído processo, pela DIGES/SUPAB, com a documentação que deu origem à irregularidade, a ser submetido à apreciação da Superintendência Regional SUREG, para apresentar as considerações/justificativas julgadas pertinentes;

23 VI 12/13 V RESOLUÇÃO COLEGIADA Nº 14 DE 22/07/2002 (CONTINUAÇÃO) MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO e) Sendo insuficientes as considerações/justificativas apresentadas pela SUREG e confirmada a irregularidade, a DIGES consubstanciado e parecer da SUPAB, e com base nos art. 171 e 172 do Capítulo XIV do Regulamento de Pessoal, submeterá à apreciação da Presidência a aplicação de advertência, ao Superintendente Regional, sem prejuízo das sanções disciplinares previstas nos artigos 173 e 181 do Capítulo XV do Regulamento de Pessoal, aplicável, também, aos demais agentes envolvidos. 2 Havendo indícios de que a Superintendência Regional realizou vendas em balcão para cliente não qualificado ou não cadastrado, deverão ser adotados os seguintes procedimentos: a) Realizar, de imediato, supervisão operacional, sob a coordenação da Diretoria de Gestão de Estoques DIGES/SUPAB visando apurar os fatos; b) Adotar imediatas providências no sentido de não permitir a participação, nas operações de venda em balcão, de clientes não qualificados ou não cadastrados; c) Em se caracterizando as irregularidades dos fatos, deverá ser constituído processo, pela DIGES/SUPAB, com a documentação que deu origem à irregularidade, a ser submetido à apreciação da Superintendência Regional SUREG, para apresentar as considerações/justificativas julgadas pertinentes; d) Sendo insuficientes as considerações/justificativas apresentadas pela SUREG e confirmada a irregularidade, a DIGES consubstanciado em parecer da SUPAB, e com base nos art. 171 e 172 do Capítulo XIV do Regulamento de Pessoal, submeterá à apreciação da Presidência a aplicação de advertência, ao Superintendente Regional, sem prejuízo das sanções disciplinares previstas nos artigos 173 e 181 do Capítulo XV do Regulamento de Pessoal, aplicável, também, aos demais agentes envolvidos. 3 Na ocorrência de irregularidades não previstas nos artigos anteriores e que contrariam os normativos vigentes, a DIGES deverá adotar procedimentos análogos, apurando os fatos e submetendo à apreciação da Presidência a aplicação de advertência ao Superintendente Regional, sem prejuízo das demais sanções disciplinares cabíveis, extensivas a todos os agentes envolvidos. 4 Ocorrendo reincidência na prática de irregularidades, na forma prevista nos artigos anteriores, o assunto deverá ser submetido, formalmente pela DIGES, à apreciação e deliberação da Diretoria Colegiada. 5 Esta Resolução entra em vigor a partir desta data. VILMONDES OLEGÁRIO DA SILVA Presidente

24 VI 13/13 VI MODELO DE DANFE/NFe As normas são instrumentos de orientação e pesquisa. Mantenha- as atualizadas e ao alcance de todos os usuários.

TÍTULO 22 PROGRAMA DE ABASTECIMENTO SOCIAL/VENDAS EM BALCÃO Documento 1 Sistema de Cadastro Técnico/Programa de Vendas em Balcão

TÍTULO 22 PROGRAMA DE ABASTECIMENTO SOCIAL/VENDAS EM BALCÃO Documento 1 Sistema de Cadastro Técnico/Programa de Vendas em Balcão (*) SISTEMA DE CADASTRO TÉCNICO PROGRAMA DE VENDAS EM BALCÃO 1. Nome Completo IDENTIFICAÇÃO 2. Inscrição Estadual 3. CNPJ/CPF 4. Endereço Completo 5. Cidade 6. UF 7. CEP 8. Telefone 9. Fax/E-mail 10. Em

Leia mais

TÍTULO 22 PROGRAMA DE ABASTECIMENTO SOCIAL/VENDAS EM BALCÃO Documento 1 Sistema de Cadastro Técnico/Programa de Vendas em Balcão

TÍTULO 22 PROGRAMA DE ABASTECIMENTO SOCIAL/VENDAS EM BALCÃO Documento 1 Sistema de Cadastro Técnico/Programa de Vendas em Balcão (*) SISTEMA DE CADASTRO TÉCNICO PROGRAMA DE VENDAS EM BALCÃO 1. Nome Completo IDENTIFICAÇÃO 2. Inscrição Estadual 3. CNPJ/CPF 4. Endereço Completo 5. Cidade 6. UF 7. CEP 8. Telefone 9. Fax/E-mail 10. Em

Leia mais

TÍTULO 22 PROGRAMA DE ABASTECIMENTO SOCIAL VENDAS EM BALCÃO Documento 1 Cadastro Técnico Programa de Vendas em Balcão

TÍTULO 22 PROGRAMA DE ABASTECIMENTO SOCIAL VENDAS EM BALCÃO Documento 1 Cadastro Técnico Programa de Vendas em Balcão (*) CADASTRO TÉCNICO PROGRAMA DE VENDAS EM BALCÃO CADASTRO TÉCNICO PROGRAMA DE VENDAS EM BALCÃO 1. Nome Completo I DENTI FICAÇÃO 2. Inscrição Estadual 3. CNPJ/CPF 4. Endereço Completo 5. Cidade 6. UF 7.

Leia mais

TÍTULO 22 PROGRAMA DE ABASTECIMENTO SOCIAL VENDAS EM BALCÃO

TÍTULO 22 PROGRAMA DE ABASTECIMENTO SOCIAL VENDAS EM BALCÃO (*) 1) JUSTIFICATIVA: Com o Programa de Vendas em Balcão, o governo permite, de forma efetiva, que os compradores de pequeno porte tenham acesso aos estoques oficiais em igualdade de condições àquelas

Leia mais

TÍTULO 22 PROGRAMA DE ABASTECIMENTO SOCIAL / VENDAS EM BALCÃO

TÍTULO 22 PROGRAMA DE ABASTECIMENTO SOCIAL / VENDAS EM BALCÃO 1) JUSTIFICATIVA com o Programa de Vendas em Balcão, o governo permitiu, de forma efetiva, que os compradores de pequeno porte tivessem acesso aos estoques oficiais, com igualdade de condições obtidas

Leia mais

AVISO DE VENDA DE MILHO EM GRÃOS VEP Nº 005/11

AVISO DE VENDA DE MILHO EM GRÃOS VEP Nº 005/11 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO MAPA COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO Conab DIRETORIA DE OPERAÇÕES E ABASTECIMENTO Dirab SUPERINTENDÊNCIA DE OPERAÇÕES COMERCIAIS Suope GERÊNCIA DE

Leia mais

AVISO DE VENDA DE ARROZ EM CASCA Nº 006/2015

AVISO DE VENDA DE ARROZ EM CASCA Nº 006/2015 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO MAPA COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO Conab DIRETORIA DE OPERAÇÕES E ABASTECIMENTO Dirab SUPERINTENDÊNCIA DE OPERAÇÕES COMERCIAIS Suope GERÊNCIA DE

Leia mais

COMUNICADO DIRAB/DIAFI Nº 192, DE 30 DE AGOSTO DE 2013. A: SUREGs AL, BA/SE, CE, MA, PB, PE, PI, RN, SUFIS, SUGOF, SUOPE, SUOFI e SUTIN.

COMUNICADO DIRAB/DIAFI Nº 192, DE 30 DE AGOSTO DE 2013. A: SUREGs AL, BA/SE, CE, MA, PB, PE, PI, RN, SUFIS, SUGOF, SUOPE, SUOFI e SUTIN. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO MAPA COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO Conab DIRETORIA DE OPERAÇÕES E ABASTECIMENTO Dirab DIRETORIA ADMINISTRATIVA, FINANCEIRA E FISCALIZAÇÃO Diafi

Leia mais

AVISO DE VENDA DE MILHO EM GRÃOS VEP Nº 029/07

AVISO DE VENDA DE MILHO EM GRÃOS VEP Nº 029/07 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - MAPA COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO - CONAB DIRETORIA DE GESTÃO DE ESTOQUES - DIGES SUPERINTENDÊNCIA DE OPERAÇÕES - SUOPE GERÊNCIA DE COMERCIALIZAÇÃO

Leia mais

TÍTULO 30 COMPRA COM DOAÇÃO SIMULTÂNEA CDS

TÍTULO 30 COMPRA COM DOAÇÃO SIMULTÂNEA CDS (*) 1) FINALIDADE: Aquisição de alimentos de organizações fornecedoras constituídas por público descrito no parágrafo 2º, item 4, Art. 3º da Lei Nº 11.326/2006, com vistas à doação para organizações constituídas

Leia mais

TÍTULO 17 VENDA DE PONTAS DE ESTOQUE DA CONAB Documento 2 - Edital de Venda de Pontas de Estoque

TÍTULO 17 VENDA DE PONTAS DE ESTOQUE DA CONAB Documento 2 - Edital de Venda de Pontas de Estoque REGULAMENTO DE VENDA CONAB/DIRAB/DECEG Nº 001/97 A COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO-CONAB, empresa pública federal vinculada ao Ministério da Agricultura e do Abastecimento, torna público as condições

Leia mais

DECRETO N 037/2014. O Prefeito Municipal de Santa Teresa Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais,

DECRETO N 037/2014. O Prefeito Municipal de Santa Teresa Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais, DECRETO N 037/2014 Regulamenta aplicação das Instruções Normativas SDE Nº 01/2014 a 02/2014, que dispõem sobre as Rotinas e Procedimentos do Sistema de Desenvolvimento Econômico a serem observados no âmbito

Leia mais

REGULAMENTO PARA OPERACIONALIZAÇÃO DO SISTEMA ELETRÔNICO DE COMERCIALIZAÇÃO DA CONAB SEC N.º 002/04

REGULAMENTO PARA OPERACIONALIZAÇÃO DO SISTEMA ELETRÔNICO DE COMERCIALIZAÇÃO DA CONAB SEC N.º 002/04 REGULAMENTO PARA OPERACIONALIZAÇÃO DO SISTEMA ELETRÔNICO DE COMERCIALIZAÇÃO DA CONAB SEC N.º 002/04 A Companhia Nacional de Abastecimento Conab, empresa pública federal vinculada ao Ministério da Agricultura,

Leia mais

1. que participe de empresa que se encontre em situação irregular perante a Fazenda Estadual;

1. que participe de empresa que se encontre em situação irregular perante a Fazenda Estadual; Normativos Estaduais PORTARIA SF Nº 086, EM 12.05.2004 O SECRETÁRIO DA FAZENDA, considerando a necessidade de reunir em único ato normativo as regras relativas ao credenciamento de empresa transportadora,

Leia mais

AVISO DE VENDA DE CONTRATO DE OPÇÃO DE VENDA DE ARROZ EM CASCA Nº 177/2007

AVISO DE VENDA DE CONTRATO DE OPÇÃO DE VENDA DE ARROZ EM CASCA Nº 177/2007 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - MAPA COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO - CONAB DIRETORIA DE GESTÃO DE ESTOQUES - DIGES SUPERINTENDÊNCIA DE OPERAÇÕES - SUOPE GERÊNCIA DE COMERCIALIZAÇÃO

Leia mais

REGULAMENTO PARA OPERACIONALIZAÇÃO DA VENDA DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS DOS ESTOQUES PÚBLICOS N.º 004/ 04

REGULAMENTO PARA OPERACIONALIZAÇÃO DA VENDA DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS DOS ESTOQUES PÚBLICOS N.º 004/ 04 REGULAMENTO PARA OPERACIONALIZAÇÃO DA VENDA DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS DOS ESTOQUES PÚBLICOS N.º 004/ 04 A Companhia Nacional de Abastecimento - Conab, empresa pública federal vinculada ao Ministério da

Leia mais

Cartilha do Contrato de Opção de Venda

Cartilha do Contrato de Opção de Venda Cartilha do Contrato de Opção de Venda CONAB - COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO 01 O QUE É O CONTRATO DE OPÇÃO DE VENDA? É uma modalidade de seguro de preços que dá ao produtor rural e/ou sua cooperativa

Leia mais

COMUNICADO DIRAB/SUOPE/GEOPE N.º 234, DE 23/7/09. A : TODAS AS SUREGs, SUFIN E BOLSAS DE MERCADORIAS, SPA, CNB E ANBM.

COMUNICADO DIRAB/SUOPE/GEOPE N.º 234, DE 23/7/09. A : TODAS AS SUREGs, SUFIN E BOLSAS DE MERCADORIAS, SPA, CNB E ANBM. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO MAPA COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO Conab DIRETORIA DE OPERAÇÕES E ABASTECIMENTO Dirab SUPERINTENDÊNCIA DE OPERAÇÕES COMERCIAIS Suope GERÊNCIA DE

Leia mais

AQUISIÇÃO GOVERNO FEDERAL AGF 2011 - TRIGO

AQUISIÇÃO GOVERNO FEDERAL AGF 2011 - TRIGO O QUE É A AGF? É a aquisição direta de produto constante da pauta da Política de Garantia de Preço Mínimo pelo Governo Federal. QUANDO É REALIZADA? Quando o preço de mercado estiver abaixo do Preço Mínimo

Leia mais

CONTRATO DE OPÇÃO DE VENDA 2008/2009

CONTRATO DE OPÇÃO DE VENDA 2008/2009 O QUE É O CONTRATO DE OPÇÃO DE VENDA? É uma modalidade de seguro de preços que dá ao produtor rural e/ou sua cooperativa o direito - mas não a obrigação - de vender seu produto para o Governo, numa data

Leia mais

AQUISIÇÃO GOVERNO FEDERAL AGF 2011 - ARROZ

AQUISIÇÃO GOVERNO FEDERAL AGF 2011 - ARROZ O QUE É A AGF? É a aquisição direta de produto constante da pauta da Política de Garantia de Preço Mínimo pelo Governo Federal. QUANDO É REALIZADA? Quando o preço de mercado estiver abaixo do Preço Mínimo

Leia mais

REGULAMENTO PARA SUBVENÇÃO DIRETA AOS PRODUTORES DE CANA-DE-AÇÚCAR NA REGIÃO NORDESTE, EXCLUSIVAMENTE NA SAFRA 2008/2009

REGULAMENTO PARA SUBVENÇÃO DIRETA AOS PRODUTORES DE CANA-DE-AÇÚCAR NA REGIÃO NORDESTE, EXCLUSIVAMENTE NA SAFRA 2008/2009 REGULAMENTO PARA SUBVENÇÃO DIRETA AOS PRODUTORES DE CANA-DE-AÇÚCAR NA REGIÃO NORDESTE, EXCLUSIVAMENTE NA SAFRA 2008/2009 1. DO OBJETIVO. Estabelecer, exclusivamente para a safra 2008/2009, as condições

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS. CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS. CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS Orientador Empresarial CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac INSTRUÇÃO NORMATIVA SRF nº 580/2005

Leia mais

AVISO CONAB/DIGES/SUARM/GEMOV Nº 225/2009

AVISO CONAB/DIGES/SUARM/GEMOV Nº 225/2009 Companhia Nacional de Abastecimento Diretoria de Operações e Abastecimento Superintendência de Armaz.e Movimentação de Estoques Gerência de Movimentação de Estoques - Conab - Diges - Suarm - Gemov AVISO

Leia mais

PORTARIA Nº 038/2008-AGED/MA DE 03 DE MARÇO DE 2008.

PORTARIA Nº 038/2008-AGED/MA DE 03 DE MARÇO DE 2008. ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÀRIA E DESENVOLVIMENTO RURAL AGÊNCIA ESTADUAL DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MARANHÃO PORTARIA Nº 038/2008-AGED/MA DE 03 DE MARÇO DE 2008. O DIRETOR

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PIAUÍ SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DO PIAUÍ SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO 1 GOVERNO DO ESTADO DO PIAUÍ SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR INSTRUMENTO DE CHAMADA PÚBLICA Nº 01 /2015 GÊNEROS ALIMENTÍCIOS DA AGRICULTURA FAMILIAR Chamada Pública

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ

ESTADO DE MATO GROSSO CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ INSTRUÇÃO NORMATIVA SGA Nº. 007/2011 DISPÕE SOBRE OS PROCEDIMENTOS DE RECEBIMENTO, REGISTRO, TRAMITAÇÃO, CONTROLE E EXPEDIÇÃO DE DOCUMENTOS NA. Versão: 01 Aprovação: 13/06/2011 Ato de aprovação: 13/06/2011

Leia mais

CONSIDERANDO o disposto no art. 14-A e no inciso IV do art. 26 da Lei nº 10.233, de 05 de junho de 2001;

CONSIDERANDO o disposto no art. 14-A e no inciso IV do art. 26 da Lei nº 10.233, de 05 de junho de 2001; RESOLUÇÃO ANTT Nº 1.737, de 21/11/2006 Estabelece procedimentos de registro e fiscalização, institui infrações e sanções referentes ao Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Carga - RNTRC,

Leia mais

RESOLUÇÃO N 2.025. 10. número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF);

RESOLUÇÃO N 2.025. 10. número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF); RESOLUÇÃO N 2.025 Altera e consolida as normas relativas à abertura, manutenção e movimentação de contas de depósitos. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31.12.64, torna

Leia mais

AVISO DE VENDA DE CAFÉ EM GRÃOS Nº 088/11

AVISO DE VENDA DE CAFÉ EM GRÃOS Nº 088/11 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO MAPA COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO Conab DIRETORIA DE OPERAÇÕES E ABASTECIMENTO Dirab SUPERINTENDÊNCIA DE OPERAÇÕES COMERCIAIS Suope GERÊNCIA DE

Leia mais

Maria Luiza da Silva MEC/FNDE/PNAE

Maria Luiza da Silva MEC/FNDE/PNAE Maria Luiza da Silva MEC/FNDE/PNAE Art. 14. da Art. 14. Do total dos recursos financeiros repassados pelo FNDE, no âmbito do PNAE, no mínimo trinta por cento deverá ser utilizado na aquisição de gêneros

Leia mais

AVISO DE LEILÃO DE PRÊMIO PARA ESCOAMENTO DE VINHOS A GRANEL E/OU ENVASADO PEP N.º 256/08

AVISO DE LEILÃO DE PRÊMIO PARA ESCOAMENTO DE VINHOS A GRANEL E/OU ENVASADO PEP N.º 256/08 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - MAPA COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO - Conab DIRETORIA DE GESTÃO DE ESTOQUES - Diges SUPERINTENDÊNCIA DE OPERAÇÕES - Suope GERÊNCIA DE COMERCIALIZAÇÃO

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA MPA N 06, DE 19 DE MAIO DE 2011

INSTRUÇÃO NORMATIVA MPA N 06, DE 19 DE MAIO DE 2011 ALTERADA PELA IN MPA Nº 16/2013 INSTRUÇÃO NORMATIVA MPA N 06, DE 19 DE MAIO DE 2011 Dispõe sobre o Registro e a Licença de Aquicultor, para o Registro Geral da Atividade Pesqueira - RGP. A MINISTRA DE

Leia mais

Sipaf; IX - Proponente: pessoa física ou jurídica que solicita a permissão de uso do Sipaf.

Sipaf; IX - Proponente: pessoa física ou jurídica que solicita a permissão de uso do Sipaf. PORTARIA Nº 7, DE 13 DE JANEIRO DE 2012 Institui o selo de identificação da participação da agricultura familiar e dispõe sobre os critérios e procedimentos relativos à permissão, manutenção, cancelamento

Leia mais

IT - 34 CREDENCIAMENTO DE EMPRESAS E RESPONSÁVEIS TÉCNICOS

IT - 34 CREDENCIAMENTO DE EMPRESAS E RESPONSÁVEIS TÉCNICOS IT - 34 CREDENCIAMENTO DE EMPRESAS E RESPONSÁVEIS TÉCNICOS SUMÁRIO APÊNDICES 1 - Objetivo A - Solicitação de Cadastro de Pessoa Jurídica 2 - Referências normativas B - Solicitação de Cadastro de Pessoa

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 26, DE 24 DE OUTUBRO DE 2003

RESOLUÇÃO Nº 26, DE 24 DE OUTUBRO DE 2003 Casa Civil da Presidência da República Presidência da República Comitê Gestor da Infra-Estrutura de Chaves Públicas Secretaria Executiva RESOLUÇÃO Nº 26, DE 24 DE OUTUBRO DE 2003 Altera os Critérios e

Leia mais

REGULAMENTO PARA OPERACIONALIZAÇÃO DA VENDA DE CONTRATO DE OPÇÃO DE COMPRA DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS N.º 005/04

REGULAMENTO PARA OPERACIONALIZAÇÃO DA VENDA DE CONTRATO DE OPÇÃO DE COMPRA DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS N.º 005/04 REGULAMENTO PARA OPERACIONALIZAÇÃO DA VENDA DE CONTRATO DE OPÇÃO DE COMPRA DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS N.º 005/04 A Companhia Nacional de Abastecimento Conab, empresa pública federal vinculada ao Ministério

Leia mais

REGULAMENTO PARA OPERACIONALIZAÇÃO DA OFERTA DE SUBVENÇÃO AO PRÊMIO DO SEGURO RURAL-SPSR N.º 006/04

REGULAMENTO PARA OPERACIONALIZAÇÃO DA OFERTA DE SUBVENÇÃO AO PRÊMIO DO SEGURO RURAL-SPSR N.º 006/04 REGULAMENTO PARA OPERACIONALIZAÇÃO DA OFERTA DE SUBVENÇÃO AO PRÊMIO DO SEGURO RURAL-SPSR N.º 006/04 A Companhia Nacional de Abastecimento Conab, empresa pública federal vinculada ao Ministério da Agricultura,

Leia mais

O que é o Cadastro Unificado de Fornecedores do Estado - CADFOR? Como posso emitir meu Certificado de Registro Cadastral CRC homologado?

O que é o Cadastro Unificado de Fornecedores do Estado - CADFOR? Como posso emitir meu Certificado de Registro Cadastral CRC homologado? O que é o Cadastro Unificado de Fornecedores do Estado - CADFOR? O Cadastro Unificado de Fornecedores do Estado CADFOR é o registro cadastral de interessados em fornecer produtos, serviço e/ou obras para

Leia mais

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 05, de 28 de janeiro de 2015 D.O.U de 29/01/2015

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 05, de 28 de janeiro de 2015 D.O.U de 29/01/2015 Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública n 05, de 28 de janeiro de 2015 D.O.U de 29/01/2015 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014 Versão: 01 Data de aprovação: 7 de outubro de 2014. Ato de aprovação: Resolução n.º 112 /2014 Unidade

Leia mais

1. DO OBJETO 2. DA DIVULGAÇÃO

1. DO OBJETO 2. DA DIVULGAÇÃO REGULAMENTO PARA OPERACIONALIZAÇÃO DA COMERCIALIZAÇÃO DE MERCADORIAS RECEBIDAS EM DOAÇÃO E AQUISIÇÃO DE PRODUTOS DESTINADOS ÀS AÇÕES DE CARÁTER SOCIAL - PACS Nº 005/07. A Companhia Nacional de Abastecimento

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA EM ENFERMAGEM

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA EM ENFERMAGEM REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA EM ENFERMAGEM CAPÍTULO I Natureza, Finalidade, Sede e Foro Art. 1º - A Comissão Nacional de Residência em Enfermagem - CONARENF, criada pela Portaria

Leia mais

AVISO DE VENDA DE MILHO EM GRÃOS VEP Nº 012/08

AVISO DE VENDA DE MILHO EM GRÃOS VEP Nº 012/08 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - MAPA COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO - CONAB DIRETORIA DE GESTÃO DE ESTOQUES - DIGES SUPERINTENDÊNCIA DE OPERAÇÕES - SUOPE GERÊNCIA DE COMERCIALIZAÇÃO

Leia mais

AVISO DE VENDA DE SISAL BRUTO Nº 234/2012

AVISO DE VENDA DE SISAL BRUTO Nº 234/2012 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ASTECIMENTO MAPA COMPANHIA NACIONAL DE ASTECIMENTO Conab DIRETORIA DE OPERAÇÕES E ASTECIMENTO Dirab SUPERINTENDÊNCIA DE OPERAÇÕES COMERCIAIS Suope GERÊNCIA DE COMERCIALIZAÇÃO

Leia mais

AVISO CONAB/DIGES/SUARM/GEMOV Nº 298/2008

AVISO CONAB/DIGES/SUARM/GEMOV Nº 298/2008 Companhia Nacional de Abastecimento Diretoria de Gestão de Estoques Superintendência de Armaz.e Movimentação de Estoques Gerência de Movimentação de Estoques - Conab - Diges - Suarm - Gemov AVISO CONAB/DIGES/SUARM/GEMOV

Leia mais

AVISO DE LEILÃO DE PRÊMIO EQUALIZADOR PAGO AO PRODUTOR RURAL DE LARANJA IN NATURA PEPRO Nº 377/12

AVISO DE LEILÃO DE PRÊMIO EQUALIZADOR PAGO AO PRODUTOR RURAL DE LARANJA IN NATURA PEPRO Nº 377/12 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA PECUÁRIA E ABASTECIMENTO MAPA COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO Conab DIRETORIA DE OPERAÇÕES E ABASTECIMENTO Dirab SUPERINTENDÊNCIA DE OPERAÇÕES COMERCIAIS Suope GERÊNCIA DE

Leia mais

BANRISUL ARMAZÉNS GERAIS S.A. EDITAL DE CREDENCIAMENTO Nº 001/2007 Regida pela Lei nº 8.666/93 e suas alterações

BANRISUL ARMAZÉNS GERAIS S.A. EDITAL DE CREDENCIAMENTO Nº 001/2007 Regida pela Lei nº 8.666/93 e suas alterações BANRISUL ARMAZÉNS GERAIS S.A. EDITAL DE CREDENCIAMENTO Nº 001/2007 Regida pela Lei nº 8.666/93 e suas alterações A Banrisul Armazéns Gerais S.A., atendendo ao disposto nos arts. 13 e 25 II da lei nº 8.666/93,

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA RESOLUÇÃO COEMA N 116, DE 03 DE JULHO DE 2014. Dispõe sobre as atividades de impacto ambiental

Leia mais

Cartilha do Prêmio Equalizador Pago ao Produtor - PEPRO

Cartilha do Prêmio Equalizador Pago ao Produtor - PEPRO PRÊMIO EQUALIZADOR PAGO AO PRODUTOR - PEPRO Cartilha do Prêmio Equalizador Pago ao Produtor - PEPRO CONAB - COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO 01 PRÊMIO EQUALIZADOR PAGO AO PRODUTOR - PEPRO O QUE É O

Leia mais

2ª CHAMADA PÚBLICA CONAB/SUREG - AMAZONAS Nº 002/2015.

2ª CHAMADA PÚBLICA CONAB/SUREG - AMAZONAS Nº 002/2015. 2ª CHAMADA PÚBLICA CONAB/SUREG - AMAZONAS Nº 002/2015. 2ª Chamada Pública para aquisição de gêneros alimentícios da agricultura familiar, no âmbito do PAA, para suplementação alimentar de grupos populacionais

Leia mais

José Luiz Silveira Miranda Diretor Este texto não substitui o publicado no DOU e no Sisbacen.

José Luiz Silveira Miranda Diretor Este texto não substitui o publicado no DOU e no Sisbacen. 1 CIRCULAR Nº 868 Aos Estabelecimentos Bancários, Caixas Econômicas e Cooperativas de Crédito participantes do Serviço de Compensação de Cheques e Outros Papéis. Comunicamos que a Diretoria do Banco Central

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 0020, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2005

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 0020, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2005 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 0020, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2005 Publicada no DOE(Pa) de 29.11.05. Alterada pela IN 05/13. Dispõe sobre a apresentação da Declaração de Informações Econômico-Fiscais - DIEF relativa

Leia mais

CIRCULAR SUSEP N 127, de 13 de abril de 2000

CIRCULAR SUSEP N 127, de 13 de abril de 2000 MINISTÉRIO DA FAZENDA Superintendência de Seguros Privados CIRCULAR SUSEP N 127, de 13 de abril de 2000 Dispõe sobre a atividade de corretor de seguros, e dá outras providências. O SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO

AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO PORTARIA ANP N. 127, DE 30.07.99 REVOGADA PELA RESOLUÇÃO ANP N. 20, DE 18.06.09 O DIRETOR da AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO ANP, no uso de suas atribuições legais, conferidas

Leia mais

EDITAL Nº 03/2007 CHAMAMENTO PARA CREDENCIAMENTO DE LABORATÓRIOS DE ANÁLISES CLÍNICAS.

EDITAL Nº 03/2007 CHAMAMENTO PARA CREDENCIAMENTO DE LABORATÓRIOS DE ANÁLISES CLÍNICAS. EDITAL Nº 03/2007 CHAMAMENTO PARA CREDENCIAMENTO DE LABORATÓRIOS DE ANÁLISES CLÍNICAS. O MUNICÍPIO DE PALMAS, no Estado do Tocantins, através da Secretaria Municipal de Saúde, pela COMISSÃO ESPECIAL DE

Leia mais

AVISO DE LEILÃO DE PRÊMIO PARA O ESCOAMENTO DE MILHO EM GRÃOS PEP Nº 180/10

AVISO DE LEILÃO DE PRÊMIO PARA O ESCOAMENTO DE MILHO EM GRÃOS PEP Nº 180/10 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO MAPA COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO Conab DIRETORIA DE OPERAÇÕES E ABASTECIMENTO Dirab SUPERINTENDÊNCIA DE OPERAÇÕES COMERCIAIS Suope GERÊNCIA DE

Leia mais

2ª CHAMADA PÚBLICA CONAB/SUREG-PR Nº 002/2013

2ª CHAMADA PÚBLICA CONAB/SUREG-PR Nº 002/2013 2ª CHAMADA PÚBLICA CONAB/SUREG-PR Nº 002/2013 2ª Chamada Pública para aquisição de gêneros alimentícios da agricultura familiar, no âmbito do PAA, para suplementação alimentar de grupos populacionais específicos,

Leia mais

COMUNICADO DIRAB/SUOPE/GEOPE N.º 411, DE 4/12/09. A : TODAS AS SUREGs, SUFIN E BOLSAS DE MERCADORIAS, SPA, CNB E ANBM.

COMUNICADO DIRAB/SUOPE/GEOPE N.º 411, DE 4/12/09. A : TODAS AS SUREGs, SUFIN E BOLSAS DE MERCADORIAS, SPA, CNB E ANBM. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO MAPA COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO Conab DIRETORIA DE OPERAÇÕES E ABASTECIMENTO Dirab SUPERINTENDÊNCIA DE OPERAÇÕES COMERCIAIS Suope GERÊNCIA DE

Leia mais

AVISO DE COMPRA DE MACARRÃO ESPAGUETE COMUM nº 136/10

AVISO DE COMPRA DE MACARRÃO ESPAGUETE COMUM nº 136/10 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - MAPA COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO - Conab DIRETORIA DE OPERAÇÕES E ABASTECIMENTO - Dirab SUPERINTENDÊNCIA DE OPERAÇÕES COMERCIAIS - Suope GERÊNCIA

Leia mais

POLÍTICA de GARANTIA de PREÇOS MÍNIMOS - PGPM

POLÍTICA de GARANTIA de PREÇOS MÍNIMOS - PGPM Diretoria de Política Agrícola e Informações - Dipai Superintendencia de Gestão da Oferta - Sugof POLÍTICA de GARANTIA de PREÇOS MÍNIMOS - PGPM Por: Carlos Eduardo Tavares Maio de 2012 RAZÃO DA POLÍTICA

Leia mais

INSCRIÇÃO OU RENOVAÇÃO CADASTRAL

INSCRIÇÃO OU RENOVAÇÃO CADASTRAL INSCRIÇÃO OU RENOVAÇÃO CADASTRAL 1. DA ENTREGA DA DOCUMENTAÇÃO 1.1. Os interessados em se inscrever e/ou renovar o Registro Cadastral junto ao GRB deverão encaminhar a documentação a seguir estabelecida,

Leia mais

Certificado de Origem

Certificado de Origem Mercadores Certificado de Origem Coletânea (Versão Histórica) Versão 2.00 - Maio de 2010 Atualizada até: Instrução Normativa RFB nº 777, de 19 de outubro de 2007 Paulo Werneck mercadores.blogspot.com www.mercadores.com.br

Leia mais

CeC. Cadastro eletrônico de Contribuintes. Usuário Anônimo

CeC. Cadastro eletrônico de Contribuintes. Usuário Anônimo CeC Cadastro eletrônico de Contribuintes Usuário Anônimo Versão 1.3 11/02/2011 SUMÁRIO Apresentação... 3 Objetivos... 3 1. Solicitação de CeC... 4 1.1. Cadastro de Pessoas Físicas... 6 1.1.1 Cadastro de

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC Nº 1.364/2011 Dispõe sobre a Declaração Comprobatória de Percepção de Rendimentos DECORE Eletrônica e dá outras providências. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - CMAS RESOLUÇÃO CMAS Nº 16, DE 26 DE SETEMBRO DE 2011

CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - CMAS RESOLUÇÃO CMAS Nº 16, DE 26 DE SETEMBRO DE 2011 CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - CMAS RESOLUÇÃO CMAS Nº 16, DE 26 DE SETEMBRO DE 2011 Resolução CMAS nº 16, 26 de setembro de 2011, revoga a Resolução CMAS nº 01/2002 e define os parâmetros para

Leia mais

C E R T I F I C A Ç Ã O REGULAMENTO NACIONAL DE CERTIFICAÇÕES

C E R T I F I C A Ç Ã O REGULAMENTO NACIONAL DE CERTIFICAÇÕES C E R T I F I C A Ç Ã O REGULAMENTO NACIONAL DE CERTIFICAÇÕES Com o objetivo de melhorar o nível de confiabilidade e segurança das certificações emitidas pelas ASSESPRO REGIONAIS a favor de seus associados,

Leia mais

SEÇÃO VII PRODUTOS VEGETAIS, SEUS SUBPRODUTOS E RESÍDUOS DE VALOR ECONÔMICO, PADRONIZADOS PELO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO

SEÇÃO VII PRODUTOS VEGETAIS, SEUS SUBPRODUTOS E RESÍDUOS DE VALOR ECONÔMICO, PADRONIZADOS PELO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SEÇÃO VII PRODUTOS VEGETAIS, SEUS SUBPRODUTOS E RESÍDUOS DE VALOR ECONÔMICO, PADRONIZADOS PELO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO 1. CONSIDERAÇÕES GERAIS Os produtos vegetais, seus subprodutos

Leia mais

RESOLUÇÃO N 2.025. II - endereços residencial e comercial completos; (Redação dada pela Resolução nº 2.747, de 28/6/2000.)

RESOLUÇÃO N 2.025. II - endereços residencial e comercial completos; (Redação dada pela Resolução nº 2.747, de 28/6/2000.) RESOLUÇÃO N 2.025 Altera e consolida as normas relativas à abertura, manutenção e movimentação de contas de depósitos. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31.12.64, torna

Leia mais

AVISO DE VENDA DE ARROZ EM CASCA Nº 168/2014

AVISO DE VENDA DE ARROZ EM CASCA Nº 168/2014 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO MAPA COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO Conab DIRETORIA DE OPERAÇÕES E ABASTECIMENTO Dirab SUPERINTENDÊNCIA DE OPERAÇÕES COMERCIAIS Suope GERÊNCIA DE

Leia mais

PAA Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar

PAA Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO SECRETARIA DA AGRICULTURA FAMILIAR COORDENAÇÃO DE COMERCIALIZAÇÃO PAA Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar Modalidades do PAA MODALIDADES PROGRAMA

Leia mais

O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE ARACATI, no uso de suas atribuições legais, conforme lhe confere a Lei Orgânica do Município, e

O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE ARACATI, no uso de suas atribuições legais, conforme lhe confere a Lei Orgânica do Município, e DECRETO Nº 063/2013-GP. Regulamenta e implementa a Lei Complementar Federal n 123 de 14 de Dezembro de 2006 e a Lei Geral Municipal da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte n 216, de 18 de dezembro

Leia mais

PORTARIA CAU/SP Nº 063, DE 31 DE AGOSTO DE 2015.

PORTARIA CAU/SP Nº 063, DE 31 DE AGOSTO DE 2015. PORTARIA CAU/SP Nº 063, DE 31 DE AGOSTO DE 2015. Aprova a Instrução Normativa nº 06, de 31 de agosto de 2015, que regulamenta os trâmites administrativos dos Contratos no âmbito do Conselho de Arquitetura

Leia mais

AVISO DE VENDA DE CAFÉ EM GRÃOS Nº 329/11

AVISO DE VENDA DE CAFÉ EM GRÃOS Nº 329/11 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO MAPA COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO Conab DIRETORIA DE OPERAÇÕES E ABASTECIMENTO Dirab SUPERINTENDÊNCIA DE OPERAÇÕES COMERCIAIS Suope GERÊNCIA DE

Leia mais

Chamamento Público para o Programa Educação e Cultura nas Escolas Públicas/ Pesquisa-ação em iniciativas educacionais

Chamamento Público para o Programa Educação e Cultura nas Escolas Públicas/ Pesquisa-ação em iniciativas educacionais MINISTÉRIO DA CULTURA SECRETARIA DE POLÍTICAS CULTURAIS - SPC DIRETORIA DE EDUCAÇÃO E COMUNICAÇÃO - DEC CHAMAMENTO PUBLICO N 01/2011 Chamamento Público para o Programa Educação e Cultura nas Escolas Públicas/

Leia mais

INSTRUÇÃO INTERNA DE PROCEDIMENTOS IIP Nº 005, de 24 de agosto de 2011 (*)

INSTRUÇÃO INTERNA DE PROCEDIMENTOS IIP Nº 005, de 24 de agosto de 2011 (*) INSTRUÇÃO INTERNA DE PROCEDIMENTOS IIP Nº 005, de 24 de agosto de 2011 (*) Disciplina no âmbito do IFPR as Orientações acerca da Execução Orçamentária e Financeira, relativas à Concessão de Suprimentos

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA INDIVIDUAL. Chamada Pública Nº 001/2014

CHAMADA PÚBLICA INDIVIDUAL. Chamada Pública Nº 001/2014 CHAMADA PÚBLICA INDIVIDUAL Chamada Pública Nº 001/2014 A Caixa Escolar Segismundo Pereira, com sede nesta cidade de Uberlândia, Av: Ortízio Borges, 1.284, bairro Santa Mônica, torna público para conhecimento

Leia mais

Estado de Goiás Prefeitura Municipal de Niquelândia

Estado de Goiás Prefeitura Municipal de Niquelândia PROCEDIMENTOS E ROTINAS AO DARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS Título: Instrução Normativa nº. 001/2012. Ementa: Recomenda procedimentos para o Departamento de Recursos Humanos dos Órgãos da Administração Direta

Leia mais

AVISO DE VENDA DE CAFÉ EM GRÃOS N.º 167/2004 ORIUNDO DE CONTRATO DE OPÇÃO DE VENDA

AVISO DE VENDA DE CAFÉ EM GRÃOS N.º 167/2004 ORIUNDO DE CONTRATO DE OPÇÃO DE VENDA CONAB - Companhia Nacional de Abastecimento DIGES - Diretoria de Gestão de Estoques SUOPE - Superintendência de Operações GECOM - Gerência de Comercialização AVISO DE VENDA DE CAFÉ EM GRÃOS N.º 167/2004

Leia mais

TÍTULO: ENTRADA E OPERAÇÕES DE MERCADORIAS NOS ENTREPOSTOS DA CEAGESP DATA DE EMISSÃO 12/11/2001

TÍTULO: ENTRADA E OPERAÇÕES DE MERCADORIAS NOS ENTREPOSTOS DA CEAGESP DATA DE EMISSÃO 12/11/2001 NP- OP-030 DATA DE EMISSÃO PÁGINA 1 de 12 Índice: 1 DO OBJETIVO... 2 2 DA ÁREA DE APLICAÇÃO... 2 3 DAS DEFINIÇÕES... 2 3.1 DAS SIGLAS... 2 3.2 DOS DOCUMENTOS EXIGIDOS PARA A ENTRADA DE MERCADORIAS NOS

Leia mais

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA DECRETO Nº 13.346, DE 24 DE JUNHO DE 2013. Regulamenta a Lei Complementar nº 4.403, de 5 de junho de 2013, que Estabelece obrigação de uso do sistema ITBI

Leia mais

PROGRAMA DE AQUISIÇÃO DE ALIMENTOS (PAA) Modalidade: Compra com Doação Simultânea (CDS)

PROGRAMA DE AQUISIÇÃO DE ALIMENTOS (PAA) Modalidade: Compra com Doação Simultânea (CDS) PROGRAMA DE AQUISIÇÃO DE ALIMENTOS (PAA) Modalidade: Compra com Doação Simultânea (CDS) Organização Fornecedora (Associação ou Cooperativa) Organização Recebedora (Creches, Asilos, Escolas, APAE, etc.)

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP N o 429, DE 15 DE FEVEREIRO DE 2012. Dispõe sobre o registro de corretor e de sociedade corretora de seguros, sobre a atividade de corretagem de seguros

Leia mais

Disciplina a concessão de auxílio-transporte às Prefeituras Municipais para garantir aos alunos acesso à escola pública estadual

Disciplina a concessão de auxílio-transporte às Prefeituras Municipais para garantir aos alunos acesso à escola pública estadual 32 São Paulo, 121 (89) Diário Ofi cial Poder Executivo - Seção I sexta-feira, 13 de maio de 2011 Resolução SE-28, de 12-5-2011 Disciplina a concessão de auxílio-transporte às Prefeituras Municipais para

Leia mais

TÍTULO 06 - AGF DIRETA E INDIRETA Documento 1 - Nota Fiscal

TÍTULO 06 - AGF DIRETA E INDIRETA Documento 1 - Nota Fiscal 1) FINALIDADE: 2) EMISSÃO: uma NF para cada aquisição. 3) DESTINAÇÃO DAS VIAS: encaminhar na forma abaixo: a) 1ª Via - Destinatário; b) 2ª Via - CONAB/Contabilidade (Via Fixa); c) 3ª Via - Fisco da Unidade

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA CONAB/SUREG-RJ Nº 001/2013.

CHAMADA PÚBLICA CONAB/SUREG-RJ Nº 001/2013. CHAMADA PÚBLICA CONAB/SUREG-RJ Nº 001/2013. Chamada Pública para aquisição de gêneros alimentícios da agricultura familiar, no âmbito do PAA, para suplementação alimentar de grupos populacionais específicos,

Leia mais

Edital de Credenciamento 003/2012

Edital de Credenciamento 003/2012 1/5 Edital de Credenciamento 003/2012 1 DO OBJETO: 1.1. O presente Termo tem por objetivo o credenciamento de Instituições Financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, para prestação

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 156/2011-CEPE, DE 4 DE AGOSTO DE 2011.

RESOLUÇÃO Nº 156/2011-CEPE, DE 4 DE AGOSTO DE 2011. RESOLUÇÃO Nº 156/2011-CEPE, DE 4 DE AGOSTO DE 2011. Normas para revalidação de diplomas de graduação e de pós-graduação stricto sensu expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras. O CONSELHO

Leia mais

DECRETO Nº 15.114,DE 8 DE JANEIRO DE 2013 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

DECRETO Nº 15.114,DE 8 DE JANEIRO DE 2013 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS DECRETO Nº 15.114,DE 8 DE JANEIRO DE 2013 Disciplina a celebração de convênios e operações de crédito com previsão de ingresso de recursos financeiros que beneficiem órgãos e entidades da Administração

Leia mais

Certificação Profissional de Análise e Aprovação de Crédito - CERT.FBB-200

Certificação Profissional de Análise e Aprovação de Crédito - CERT.FBB-200 MANUAL DE CANDIDATURA da Abril de 2012 Versão 2.0 A Federação Brasileira de Bancos FEBRABAN vem, neste Manual de Candidatura, divulgar as regras e informações necessárias para a realização dos exames pertinentes

Leia mais

Rua Moreira e Costa, 531 Ipiranga CEP 04266 010 São Paulo SP Tel.: (11) 3013 0320 Fax: (11) 3013 0366 www.sanfra.g12.

Rua Moreira e Costa, 531 Ipiranga CEP 04266 010 São Paulo SP Tel.: (11) 3013 0320 Fax: (11) 3013 0366 www.sanfra.g12. Rua Moreira e Costa, 531 Ipiranga CEP 04266 010 São Paulo SP Tel.: (11) 3013 0320 Fax: (11) 3013 0366 www.sanfra.g12.br M I S S Ã O O Colégio São Francisco Xavier, da Rede Jesuíta de Educação, tem como

Leia mais

Compra e Venda da Produção da Agricultura Familiar para a Alimentação Escolar

Compra e Venda da Produção da Agricultura Familiar para a Alimentação Escolar Compra e Venda da Produção da Agricultura Familiar para a Alimentação Escolar Hilda Lorena Freitas Agente PNAE/REBRAE Cecane/UNB A partir da Lei n. 11.947/2009 Art. 14. Do total dos recursos financeiros

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL AQUISIÇÃO / QUALIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES

PROCEDIMENTO OPERACIONAL AQUISIÇÃO / QUALIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Histórico de Revisões Rev. Modificações 01 30/04/2007 Primeira Emissão 02 15/06/2009 Alteração de numeração de PO 7.1 para. Alteração do título do documento de: Aquisição para: Aquisição / Qualificação

Leia mais

REGULAMENTO PARA OFERTA DE PRÊMIO PARA ESCOAMENTO DA BORRACHA

REGULAMENTO PARA OFERTA DE PRÊMIO PARA ESCOAMENTO DA BORRACHA COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO - CONAB DIRETORIA DE GESTÃO DE ESTOQUES - DIGES SUPERINTENDÊNCIA DE OPERAÇÕES - SUOPE GERÊNCIA DE COMERCIALIZAÇÃO - GECOM REGULAMENTO PARA OFERTA DE PRÊMIO PARA ESCOAMENTO

Leia mais

CADASTRO DE FORNECEDORES E RENOVAÇÃO CADASTRAL DME DISTRIBUIÇÃO S/A - DMED DOS PROCEDIMENTOS

CADASTRO DE FORNECEDORES E RENOVAÇÃO CADASTRAL DME DISTRIBUIÇÃO S/A - DMED DOS PROCEDIMENTOS CADASTRO DE FORNECEDORES E RENOVAÇÃO CADASTRAL DME DISTRIBUIÇÃO S/A - DMED DOS PROCEDIMENTOS A Supervisão de Suprimentos é a responsável pelo cadastramento dos fornecedores, bem como pela renovação cadastral

Leia mais

INFORMAÇÕES AOS FORNECEDORES SEJA NOSSO FORNECEDOR REGULAMENTO PARA EMISSÃO DO CRC COCEL (parte integrante do site www.cocel.com.

INFORMAÇÕES AOS FORNECEDORES SEJA NOSSO FORNECEDOR REGULAMENTO PARA EMISSÃO DO CRC COCEL (parte integrante do site www.cocel.com. 1/7 INFORMAÇÕES AOS FORNECEDORES SEJA NOSSO FORNECEDOR REGULAMENTO PARA EMISSÃO DO CRC COCEL (parte integrante do site www.cocel.com.br) INFORMAÇÕES I. O interessado na inscrição no Cadastro de Fornecedores

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 02/2009

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 02/2009 INSTRUÇÃO NORMATIVA N 02/2009 Regulamenta os procedimentos relativos à certificação digital, para garantir a segurança das transações eletrônicas realizadas por meio dos sistemas, das aplicações e dos

Leia mais

Esta versão não substitui a publicada no DOU INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02, DE 30 DE SETEMBRO DE 2005

Esta versão não substitui a publicada no DOU INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02, DE 30 DE SETEMBRO DE 2005 Esta versão não substitui a publicada no DOU INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02, DE 30 DE SETEMBRO DE 2005 Dispõe sobre os critérios e procedimentos relativos ao enquadramento de projetos de produção de biodiesel

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 19, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2003

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 19, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2003 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 19, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2003 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

Portal dos Convênios - Siconv. Credenciamento do Proponente. Manual do Usuário

Portal dos Convênios - Siconv. Credenciamento do Proponente. Manual do Usuário MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE LOGÍSTICA E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DEPARTAMENTO DE LOGÍSTICA E SERVIÇOS GERAIS Portal dos Convênios - Siconv Credenciamento do Proponente Manual

Leia mais