BOLETIM ECONÔMICO EDIÇÃO 26 FEVEREIRO

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1 BOLETIM ECONÔMICO EDIÇÃO 26 FEVEREIRO 2015

2 1 ÍNDICE DESAFIOS PARA O SETOR INDICADORES DA CONSTRUÇÃO CIVIL PARÁ FEVEREIRO VARIAÇÃO ANUAL ACUMULADA ONERADO E DESONERADO VARIAÇÃO ACUMULADA DO 12 MESES VARIAÇÃO ANUAL E 12 MESES BRASIL, REGIONAL E ESTADUAL OUTROS INDICADORES ECONÔMICOS INDICE DE PREÇOS IPCA E INPC VARIAÇÃO MENSAL, ANUAL E 12 MESES IGPM VARIAÇÃO 12 MESES NIVEL DE ATIVIDADE DA CONSTRUÇÃO CIVIL CONSUMO DE ENERGIA ELETRICA NA CONSTRUÇÃO CIVIL DE BELEM MERCADO IMOBILIÁRIO AREAS REGULARIZADAS PELO CREA PARÁ CREDITO IMOBILIARIO EMPREGO FORMAL SALDO MENSAL DE EMPREGO NA CONSTRUÇÃO CIVIL DO ESTADO DO PARÁ SALDO ANUAL DE EMPREGO DA CONSTRUÇÃO CIVIL E ATIVIDADES ECONÔMICAS DO ESTADO PARTICIPAÇÃO DA CONSTRUÇÃO CIVIL NA BALANÇA DE EMPREGOS VARIAÇÃO DE DEMISSÕES POR MUNICIPIO DO ESTADO DO PARÁ PRODUTO INTERNO BRUTO (PIB)... 14

3 2 CONSTRUÇÃO CIVIL: DESAFIOS PARA O SETOR EM 2015 A indústria da construção vive um momento em que a preocupação é crescente para a maioria dos trabalhadores e empresários do ramo. O setor da construção é um dos termômetros da economia, quando o setor aponta números positivos é sinal de que a economia do País está andando no caminho certo. No Brasil, com a estabilidade da última década, a área da construção civil deu um grande salto, mesmo com a crise econômica mundial entre 2008 e Mas desde o ano passado tem perdido o fôlego por conta de alguns fatores, entre eles a inflação. O ano de 2015 começou com queda da atividade do setor da construção. Segundo a CNI (Confederação Nacional das Indústrias), as quedas no nível de atividade e no número de empregados foram as mais intensas desde o início da série histórica em janeiro de O último mês de fevereiro foi o pior no ritmo de geração de empregos formais no país em 16 anos, segundo dados do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados no dia 18/03/2015 pelo Ministério do Trabalho. No entendimento da CBIC (Câmara Nacional da Indústria da Construção): A onda de demissões não tem apenas uma variável, e sim, várias, como o momento econômico do País e também o atraso nos pagamentos das obras contratadas do Minha Casa, Minha Vida e do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Lembrando, que a queda sistemática no número de vagas disponíveis no setor vem diminuindo desde abril/2014, mesma data em que o governo começou a atrasar os pagamentos. 1 No estado do Pará, fevereiro foi o quarto mês consecutivo em que o nível de desligamentos supera o de ocupações criadas. O resultado decorre da diferença entre as demissões e as admissões registradas no mês. Em janeiro já haviam sido fechados postos com carteira assinada. A última PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) aponta que a taxa de desemprego no Brasil do terceiro trimestre de 2014 que foi concluída em janeiro, foi de 6,8%. O número se refere tanto a empregados formais e informais, apresentando aumento na comparação com o trimestre anterior, quando o nível foi de 6,6%. Menos otimista, a maioria dos brasileiros já está mais preocupada com a possibilidade de perder o posto de trabalho. Segundo pesquisa do Instituto Datafolha, 69% da população acredita que o desemprego irá aumentar. 2 Portanto, em 2015 a tendência é de que o setor não tenha um crescimento tão grande como teve nos anos anteriores. Além disso, as contratações de obras relacionadas a novos investimentos devem ocorrer com maior intensidade somente no segundo. Análises especializadas apontam que em 2016, finalmente tenha uma retomada para o setor da construção com base em obras de logísticas do governo federal, como ampliação de ferrovias e melhorias em rodovias em todo o País, dando confiança às empresas e aos consumidores. 3 1 Nota emitida pela CBIC no dia 19/03/ Pesquisa publicada no site Brasil.elpais.com 3 Analises publicadas no site do instituto de pesquisa Datafolha

4 3 1 INDICADORES DA CONSTRUÇÃO CIVIL 1.1 Custo Unitário Básico da Construção Civil no Estado do Pará Fevereiro 2015 No mês de fevereiro/2015 o Cub Pará registrou alta de 0,11% em comparação ao valor do metro quadrado do mês de janeiro/2015. O valor registrado em fevereiro foi de R$ 1.043,42, sendo este número 3,45% menor que a média regional de janeiro R$1.080,73 e 9,43% menor que o resultado do Cub Nacional também de janeiro, que apresentou o metro quadrado em R$1.152,00. Neste mês o Cub Pará apresentou variação mensal de 0,11%, inferior ao SINAPI que registrou variação de 0,18%. Entre todos os Estados participantes do Cub, o Pará ocupa a 13º posição com o maior preço do metro quadrado, sendo superado por estados como Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia e Pernambuco que ocupa a 1ª posição com o maior valor do metro quadrado em todo território nacional, R$ 1.272,44. Os dados referentes ao mês de fevereiro/2015 do Cub Nacional e Regional, ainda não foram divulgados pela CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção). Link relacionado: Variação Anual Acumulada /PA: Onerado e Desonerado /PA - Variação Acumulada 12 Meses 8 6,55 6,23 6,17 6,02 6, ,86 4, ,59 4,48 4,33 4,34 4,18 4,18 4,19 4,02 4,03 Desonerado Onerado Referência R8-N Padrão Normal: Edifício com oito pavimentos tipo. No período de março/2014 a outubro/2014, não houve mensuração do desonerado. Fonte: Sinduscon/PA

5 Variação Acumulada do nos Últimos 12 Meses Nacional Onerado Nacional Desonerado Pará Onerado Pará Desonerado Regional Onerado Regional Desonerado Mar/14 7,61 *** 6,55 *** 4,01 *** Abr/14 7,83 *** 6,23 *** 3,89 *** Mai/14 6,82 *** 6,17 *** 4,03 *** Jun/14 6,55 *** 6,02 *** 4,05 *** Jul/14 6,87 *** 6,03 *** 3,59 *** Ago/14 6,77 *** 5,86 *** 3,65 *** Set/14 6,69 *** 4,72 *** 3,15 *** Out/14 6,39 *** 4,59 *** 3,03 *** Nov/14 6,17 5,75 4,48 4,34 3,00 1,95 Dez/14 6,02 5,63 4,33 4,18 3,01 2,80 Jan/15 5,79 5,41 4,18 4,02 1,91 1,78 Fev/15 *** *** 4,19 4,03 *** *** (*) Informações não divulgadas Fonte: CBIC Variação Anual e de 12 meses do Brasil, Regional e Pará Variações -Brasil, -Pará e -Regional NACIONAL ONERADO 5,79 0,57 0,57 5,41 NACIONAL DESONERADO PA ONERADO 4,19 4,03 PA DESONERADO REGIONAL ONERADO 1,91 1,78 0,16 0,17 0,11 0,12 REGIONAL DESONERADO Variação (%) ano Variação (%) 12 meses Link relacionado: Fonte: CBIC

6 Outros Indicadores Econômicos Variação Acumulada dos Últimos 12 Meses. INCC-DI INCC-M SINAPI-PA Onerado SINAPI-PA Desonerado mar/14 7,8 7,95 7,57 1,11 abr/14 7,95 7,77 7,62 1,15 mai/14 7,74 7,91 7,67 7,60 jun/14 7,22 7,16 8,08 1,59 jul/14 7,51 7,23 8,30 8,26 ago/14 7,26 7,10 8,48 8,45 set/14 6,96 6,82 4,41 4,13 out/14 6,87 6,68 6,55 6,55 nov/14 6,96 6,71 6,12 6,04 dez/14 6,94 6,74 5,69 5,61 jan/15 6,98 6,74 5,83 5,75 fev/15 6,96 6,80 5,17 5,01 Fontes: FGV e IBGE Variações Anual e Acumulada dos Últimos 12 Meses Variações INCC X SINAPI 8 6,80 6,96 5,17 5,01 Variação (%) ano ,21 1,23 0,93 0,97 Variação (%) 12 meses 0 INCC M INCC DI SINAPI ONERADO SINAPI DESONERADO Fontes: FGV e IBGE Links relacionados:

7 6 2. ÍNDICE DE PREÇOS 2.1 IPCA - Índice de Preço ao Consumidor Amplo INPC Índice Nacional de Preço ao Consumidor Índices por Região Pesquisada com Variação Bimensal PESO REGIONAL VARIAÇÃO MENSAL VARIAÇÃO ACUMULADA (%) ANO RANKING REGIÃO JAN JAN FEV FEV IPCA INPC IPCA INPC IPCA INPC IPCA INPC IPCA INPC Belém 4,65 7,03 1,02 0,95 1,07 1,02 2,10 1, Belo Horizonte 10,86 10,60 1,07 1,29 1,08 0,76 2,17 2, Brasília 2,80 1,88 0,78 0,78 0,57 0,75 1,36 1, Campo Grande 1,51 1,64 1,35 1,39 0,73 0,54 2,08 1, Curitiba 7,79 7,29 0,95 1,11 1,38 1,46 2,35 2, Fortaleza 3,49 6,61 1,08 1,11 0,82 0,99 1,91 2, Goiânia 3,59 4,15 1,23 1,39 1,41 1,27 2,66 2, Porto Alegre 8,40 7,38 1,19 1,34 1,13 0,94 2,33 2, Recife 5,05 7,17 0,57 0,78 1,64 1,56 2,22 2, Rio de Janeiro 12,06 9,51 1,71 2,41 1,19 1,13 2,93 3, Salvador 7,35 10,67 0,88 0,97 1,66 1,61 2,56 2, São Paulo 30,67 24,24 1,51 2,14 1,25 1,19 2,77 3, Vitória 1,78 1,83 1,20 1,15 0,70 0,72 1,91 1, Brasil 100,00 100,00 1,24 1,48 1,22 1,16 2,48 2, Fonte: IBGE O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de Belém, prévia da inflação oficial, voltou a subir em fevereiro e bateu novo recorde: 1,07%. É o quarto mês consecutivo de alta, iniciado logo após as eleições, segundo os dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Na comparação com as demais capitais pesquisadas, Belém apresentou o nono maior índice de inflação em fevereiro, abaixo do valor registrado em janeiro, onde a capital ocupava o 8º lugar. Salvador (1,66%) e Recife (1,64%) apresentaram as maiores índices de inflação no período, enquanto Brasília (0,75%) e Vitória (0,70%) os menores. No Brasil, o IPCA do mês de fevereiro apresentou variação mensal de 1,22% abaixo da variação registrada em Janeiro, 1,24% e variação anual de 2,48%.

8 7 No acumulado dos últimos 12 meses, o IPCA se aproxima do resultado do INPC, registrando variação nacional de 7,70%, conforme consta na demonstração gráfica desta página. O INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) apresentou variação de 1,16% em fevereiro, acima do resultado de 0,62% de Janeiro. Considerando os últimos doze meses o índice ficou em 7,68%, bem acima da taxa de 7,13%, dos doze meses anteriores IGPM Índice Geral de Preço do Mercado O (IGP-M) Índice Geral de Preços-Mercado variou 0,27% em fevereiro, abaixo de janeiro de 2015 (0,76%), e abaixo de Janeiro do ano de 2014 (0,38%). Foi a menor taxa para fevereiro em três anos. Em 12 meses, o índice está acumulado em 3,86%. Um ano atrás, somava 5,76%. Índices de Preços- Variação 12 Meses ,7 7,96 7,84 7,14 6,52 6,5 6,51 6,75 7,68 7,3 6,15 6,28 6,37 6,34 6,56 6,59 7,13 6,24 6,64 6,06 6,33 6,35 6,59 6,34 6,33 5,62 5,82 6,06 5,32 4,69 3,96 3,54 3,65 3,67 3,86 2,94 mar-14 abr-14 mai-14 jun-14 jul-14 ago-14 set-14 out-14 nov-14 dez-14 jan-15 fev-15 IPCA INPC IGPM Fontes: IBGE/FGV Links relacionados:

9 8 3. NÍVEIS DE ATIVIDADES DA CONSTRUÇÃO CIVIL Consumo de Energia Elétrica da Construção Civil em Belém Classes de Consumo Consumo Faturado (kwh) Fev/15 Variação % no Mês Acumulado até Fev/15 (a) Acumulado até Fev/14 (b) Variação % C=(a)/(b) Por Ordem no CNAE (...) Construção de Edifícios e Obras Civis , ,00 1,80 2 o Obras de Acabamento e Serviços Auxiliares da , ,00 0,99 4º Construção Obras de Instalações , ,00 0,19 5º Preparação de Terreno , ,00 0,84 7º Outras Classes (1) , ,00 0,96 *** Total , ,00 1,58 (*) Informações não divulgadas Fonte: Rede Celpa Demonstrativo do Consumo de Energia Elétrica na Construção Civil de Belém no Mês de Fevereiro Consumo de Energia Elétrica na Construção Civil - Fevereiro 2015 Obras de acabamento e Serviços auxiliares da construção 1,77% Outras Classes (1) Obras de Instalações 0,77% 0,24% Preparação de Terreno 0,39% Construção de Edifícios e Obras Civis 96,83% Fonte: Rede Celpa

10 Mercado Imobiliário Produção Imobiliária no Município de Belém Fevereiro 2015 Unidades Habitacionais Fev/15 jan/15 Variação% Até Jan/15 Até Jan/14 Variação% Unifamiliar , ,86 Quant. M² 1.336, ,85 72, , ,09 4,11 Multifamiliar , ,14 Quant. M² 0,00 710,89 0, , ,33 275,38 NãoResidencial ,06 Quant. M² 1.745, ,74-4, , ,05-29,03 Total Quant , ,84 Total M² 3.082, ,48 51, , ,47 128,19 Aprovação de Projetos Residenciais (m 2 ) , ,26-93, ,92 *** *** Comerciais (m 2 ) 3.736, ,07 155, ,65 *** *** (*) Informações não divulgadas Fontes: SEURB e Ademi-PA Áreas Regularizadas pelo CREA/PA para Projetos de Construção Civil Inspetorias Total m² 2012 Part. Relativa % 2012 Total m² 2013 Part. Relativa % 2013 Totalm² 2014 Part. Relativa % 2014 Altamira ,09 4,91% ,66 1,45% ,88 0,23% Ananindeua ,59 10,73% ,03 11,54% ,95 0,24% Barcarena ,93 1,17% ,68 5,91% ,34 0,59% Belém ,64 40,09% ,31 24,96% ,60 2,15% Capanema ,89 1,34% ,12 1,55% ,01 0,17% Castanhal ,83 11,75% ,28 10,37% ,78 1,68% Marabá ,02 5,75% ,63 8,34% ,59 0,27% Oriximiná ,43 0,70% ,70 0,77% 3.619,14 0,05% Paragominas ,42 2,82% ,97 4,03% ,01 0,42% Parauapebas ,12 6,63% ,31 13,44% ,50 0,82% Santarém ,50 8,18% ,01 5,01% ,37 0,70% Tucuruí ,60 14,09% ,04 2,80% ,99 0,39% Outros ,22 7,15% ,62 12,31% ,87 0,73% Total , , ,03 Fonte: CREA/PA

11 10 Participação Relativa dos Empreendimentos da Construção Civil Regularizados pelo CREA/PA Participação Relativa das Obras Regularizadas pelo CREA/PA em 2014 Ananindeua 0,24% Outros 0,73% Altamira 0,23% Tucuruí 0,39% Barcarena 0,59% Santarém 0,70% Parauapebas 0,82% Belém 2,15% Paragominas 0,42% Oriximiná 0,05% Marabá 0,27% Castanhal 1,68% Capanema 0,17% Link relacionado: Fonte: CREA/PA 3.4 Crédito imobiliário Financiamentos Imobiliários - Recursos da Caderneta de Poupança no Estado do Pará CONSTRUÇÃO AQUISIÇÃO TOTAL UNIDADES VALORES UNIDADES VALORES UNIDADES VALORES dez/ jan/ fev/ mar/ abr/ mai/ jun/ jul/ ago/ set/ out/ nov/14* TOTAL Fontes: Banco Central e CBIC

12 11 Financiamento Imobiliário por Unidade - Dezembro/13 a Novembro/14 Financiamentos Imobiliários por Unidade - Aquisição x Construção dez-13 jan-14 fev-14 mar-14 abr-14 mai-14 jun-14 jul-14 ago-14 set out-14 nov-14 CONSTRUÇÃO AQUISIÇÃO Fontes: Banco Central e CBIC Links relacionados: - Valores - Unidades 4. EMPREGO FORMAL 4.1 Saldo Mensal do Emprego O último quadrimestre retrata a situação preocupante sobre os saldos negativos no Estado, uma enorme diferença entre o fluxo de admissões e demissões de empregados em todo território estadual. No Pará, no período de novembro/2014 até fevereiro/2015 o setor da Construção totaliza saldo negativo de , resultado das demissões, contra admissões no mesmo período. A Indústria da Construção do Estado deixou de ser o maior empregador da mão de obra Paraense. Só neste mês de fevereiro foram desligamentos, resultando em 47%, quase metade do total de desligamentos dos outros setores. No mês de fevereiro, os municípios que mais contribuíram para esse índice foram Altamira com 25,09%, Belém com 19,86%, Parauapebas com 11,16% e Marabá com 10,11%, totalizando 66,22% da redução do s empregos formais.

13 12 A seguir, demonstrações sobre movimentação de trabalhadores no Pará. Saldo Mensal do Emprego no Setor da Contrução Paraense mar-14 abr-14 mai-14 jun-14 jul-14 ago-14 set-14 out-14 nov-14 dez-14 jan-15 fev Fonte: MTE Saldo Anual de Empregos Formais e Nível de Participação da Construção Civil em Relação a Outras Atividades Econômicas Ano Total Admis. Série Histórica 2010 a 2014 Total Deslig. Saldo Construção Civil Saldo Atividades Econômicas Part. % Construção Civil , , , , , * ,47 (*) O ano de 2015 contém os dados de Janeiro e Fevereiro. Fonte: MTE

14 Participação da Indústria da Construção e demais Setores na Balança de Emprego Participação dos Setores Econômicos no Saldo de Emprego Formal 2015 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA -5% SERVIÇOS -8% COMÉRCIO -6% AGROPECUÁRIA -9% EXTRATIVA MINERAL CONSTRUÇÃO CIVIL -47% -3% INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO -21% SERV INDUST DE UTIL PÚBLICA 1% Fonte: MTE Variação das Demissões por Município Paraense Desligamentos na Construção do Estado do Pará Outubro a Fevereiro de 2015 MUNICIPIOS Out/14 Nov/14 Dez/14 Jan/15 Fev/15 TOTAL MUNICIPIO Belem Maraba Paragominas Parauapebas Tucurui Santarem Ananindeua Altamira Barcarena Itaituba Redenção Castanhal Marituba Capanema Juruti Outros Total mensal Fonte: MTE

15 14 Desligamentos da Construção Civil no Estado do Pará - Out 14 e Fev 15 Castanhal 0,41% Redenção 0,72% Capanema 0,11% Marituba 0,51% Itaituba 0,78% Barcarena 3,14% Juruti 0,15% Outros 21,31% Belem 19,86% Maraba 10,11% Paragominas 1,77% Parauapebas 11,16% Altamira 25,09% Ananindeua 3,37% Santarem 1,25% Tucurui 0,27% Fonte: MTE Link relacionado: 5. PRODUTO INTERNO BRUTO Analistas esperam PIB melhor para o 4º trimestre 4 O PIB (Produto Interno Bruto) do último trimestre do ano pode ter desempenho um pouco melhor do que a alta de 0,1% entre os meses de julho e setembro, conforme a maioria das expectativas dos economistas do mercado financeiro. 5 De acordo com o levantamento preliminar, que ouviu 21 instituições, o PIB do quarto trimestre deve ficar entre queda de 0,2% e alta de 0,7% ante o terceiro, com ajuste sazonal. A partir deste intervalo de previsões, a mediana é de expansão de 0,4%. 6 4 Analistas consultados pela agência de notícias Reuters 5 Informações lançadas pelo Boletim Focus Relatório de Mercado do Banco Central 6 Levantamento pesquisado pelo IBGE e publicado no site em.com/economia

16 15 Na comparação com o quarto trimestre de 2013, as expectativas vão de baixa de 1,3% a alta de 0,5%, com mediana negativa de 0,2%. Para o fechamento de 2014, as previsões para o PIB vão de declínio de 0,2% a expansão de 0,3%, com mediana positiva de 0,2%. Os números serão conhecidos em 27 de março, quando o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga as Contas Nacionais. A indústria puxou a alta do PIB na passagem do segundo para o terceiro trimestre de O setor teve alta de 1,7%, com destaque para o crescimento de 2,2% da indústria extrativa mineral. Na comparação com o mesmo período de 2013, no entanto, a indústria encolheu 1,5%. A queda foi puxada pela indústria de transformação, que recuou 3,6%, reflexo principalmente da piora na produção da indústria automotiva. Houve queda também, de 5,3%, na construção civil. Ainda nessa comparação, a indústria extrativa mineral teve expansão de 8,2%, com o aumento das extrações de petróleo e gás natural e de minerais ferrosos. Em meio a um ambiente de queda de produção interna, baixa importação de bens de capital e um desempenho negativo da construção civil, os investimentos no país caíram 4,4% em Vamos esperar o fechamento do PIB do quarto trimestre, para então concluir as previsões. Alguns indicadores, no entanto, como a taxa de poupança, mostram que o desafio brasileiro continua árduo. Links relacionados:

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