INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS

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1 INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS INDICADORES CONJUNTURAIS JANEIRO/2016

2 Resumo de desempenho Janeiro 2016 Variáveis R$ milhões constantes Variação percentual sobre Mês/Ano mês anterior mês do ano anterior Receita líquida total 4.120,93-24,2-35,0 Receita líquida interna 2.057,02-1,8-55,9 Consumo aparente 8.214,47 14,7-25,0 Variáveis US$ milhões Mês/Ano mês anterior mês do ano anterior Exportação 509,31-40,4-12,1 Importação 1.332,87 17,1-30,4 Saldo -823,56 191,0-38,3 Variáveis Mil pessoas Mês/Ano mês anterior mês do ano anterior Emprego 311,103 0,1-13,1 DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 2

3 Consumo aparente R$ bilhões constantes* Mês / Mês anterior = +14,7% Mês / Mês do ano anterior = -25,0% Receita Líquida Interna (MM3) Consumo aparente mensal Importados (c/ CIF+II) MM3 O consumo aparente (produção exportação + importação) de máquinas e equipamentos apresentou um ligeiro crescimento (+14,7%) em relação ao mês de dezembro de 2015, mas queda de 25,0% em relação ao mesmo mês de O Real que desvalorizou pouco mais de 50% no período (de R$/US$ 2,63 em 15 para R$/US 4,05 em 16) evitou um resultado ainda pior no nível de consumo Desconsiderando o efeito cambial o resultado apurado seria uma queda de 44,7% em 16 em relação a 15. Fonte: DCEE/ABIMAQ, Bacen e SECEX. Elaboração: DCEE/ABIMAQ. * Deflator utilizado coluna 32 - FGV DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 3

4 Receita Líquida Total R$ bilhões constantes* Mês / Mês anterior = -24,2% Mês / Mês do ano anterior = -35,0% 12,00 10,00 8,00 Exportação (MM3) Receita Líquida Total (mensal) Receita Líquida Interna (MM3) Receita Líquida Interna (mensal) Em /16 a indústria brasileira de máquinas e equipamentos registrou queda de 24,2% em relação ao mês de dez/15 e de 35,0% em relação ao mesmo mês de ,00 4,00 2,00 Este resultado mostra não só o baixo nível de investimento do mercado doméstico que no período (16/15) recuou 55,9%, mas também a falta de dinamismo do setor no mercado externo. 0, Fonte: DCEE/ABIMAQ e SECEX. Elaboração: DCEE/ABIMAQ. * Deflator utilizado coluna 32 - FGV DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 4

5 R$ bilhões Curva de comportamento Receita Líquida Média vs 2014, 2015 e ,0 10,0 9,0 8,0 7,0 6,0 5,0 9,26 7,73 5,44 As incertezas políticas combinadas com a política econômica recessiva, onde o custo do capital é incompatível com o retorno dos investimentos, tem inviabilizado qualquer decisão de investimento no país. Os dados do mês de eiro ratificam este cenário de contração dos investimentos e apontam para mais um ano de crise. 4,0 4,12 3,0 Média fev mar mai jun ago set nov dez Fonte: DCEE/ABIMAQ. Nota: Deflator utilizado coluna 32 - FGV DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 5

6 Evolução dos preços Mesmo com a menor concorrência no mercado interno dos produtos importados, que foram encarecidos pelo Real desvalorizado, as máquinas e equipamentos medidos pelo IPP do IBGE quase não contribuíram para o aumento da inflação. Os preços de máquinas e equipamentos (IPP curva preta) continuam oscilando muito abaixo da inflação oficial do Brasil (IPCA curva azul) e muito mais abaixo dos preços dos insumos e componentes (ICP curva vermelha) utilizados na sua produção. Fonte: ABIMAQ, IBGE e BCB. Elaboração: DCEE/ABIMAQ. * Índice de custo de produção de máquinas e equipamentos. *Dez15; ** Jan16 DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 6

7 /14 fev/14 mar/14 /14 mai/14 jun/14 /14 ago/14 set/14 /14 nov/14 dez/14 /15 fev/15 mar/15 /15 mai/15 jun/15 /15 ago/15 set/15 /15 nov/15 dez/15 /16 fev/16 mar/16 /16 mai/16 jun/16 /16 ago/16 set/16 /16 nov/16 dez/16 Taxa de câmbio Variação % acumulada base: /14 = Câmbio Real* Jan/14 = 2,38 Jan/15 = 2,46 Jan/16 = 3,46 R$/US$ Euro/US$ Cesta/US$ (exceto EUA) 45,43 25,30 22,49 A depreciação do Real, nestes últimos meses, foi causada por instabilidades políticas e fatores externos e, portanto, não há garantia de que mantenha as vantagens competitivas observadas a partir de agosto de Mas, no momento é o único instrumento disponível ao setor produtivo na busca por market share no mercado interno, ao substituir bens importados, e no externo. *R$/US$ deflacionado pelo IPCA Fonte: LCA e IBGE. Elaboração: DCEE/ABIMAQ. Cesta: Zona do Euro, China, Argentina, Japão, Chile, Índia, Venezuela, Rússia e México. DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 7

8 Exportação US$ bilhões FOB Mês / Mês anterior = -40,4% Mês / Mês do ano anterior = -12,1% 1,2 1 0,8 MM3 Mensal No mês de eiro/16 o setor reduziu suas exportações para US$ 509 milhões, queda de 40,4% nas vendas externas em relação ao mês imediatamente anterior (dez/15) e queda de 12,1% em relação a /15. 0,6 0,4 0,2 Mesmo com cambio refletindo em ganhos de competividade para o produtor nacional, ainda não observa-se um tendência de crescimento das exportações do setor Fonte: SECEX; Elaboração: DCEE/ABIMAQ. DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 8

9 Exportação por setores ores com sua participação no total Mês / Mês ano anterior Mês / Mês anter. Participação ABIMAQ Máquinas para bens de consumo Componentes p/ a ind. de bens de capital Máquinas para logística e construção civil Infra-estrutura e indústria de base Máquinas para a indústria de transformação Máquinas para petróleo e energia renovável -12,1-40,4-10,7-64,9-37,3-45,8-23,8-42,0-23,7-67,0-20,8 54,1 107,2 366,1 100% 24,4% 24,1% 17,8% 9,9% 9,8% 7,2% Na análise setorial observase queda na venda externa nos diversos segmentos de mercado. A exceção se dá no setor ficantes de bens de consumo em função da venda para a China de dispositivos para tratamento de materiais por operações de mudança de temperatura (que representou 17,7% do total das exportações do setor no período), e no de transformação industrial. Máquinas para agricultura -43,2-56,6 6,8% Fonte: SECEX; Elaboração: DCEE/ABIMAQ. DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 9

10 Exportação por destinos US$ bilhões Participação % no total exportado América Latina Estados Unidos 50,6 48,1 40,9 44,6 45,2 43,2 44,4 40,1 41,6 34,0 23,0 19,0 20,4 17,7 18,3 20,920,0 21,7 18,7 18,8 Houve alteração na relação dos principais destinos das exportações brasileiras de máquinas e equipamentos (M&E). Europa 15,1 15,2 16,0 18,4 17,3 18,9 18,2 14,1 14,715, Grupos Jan2016 Jan2015 Var. % TOTAL GERAL 509,31 579,27-12,1 1 América Latina 173,11 225,56-23,3 Mercosul 94,66 117,28-19,3 2 China 98,71 8, ,3 3 Europa 95,69 120,80-20,8 4 Estados Unidos 71,90 119,29-39,7 Em 16 aparece entre os principais destinos, pela ordem, América Latina, China, Europa e Estados Unidos. Observa-se, em 16, redução da participação relativa na América Latina e nos Estados Unidos, e forte aumento na China que saiu de uma participação de pouco mais de 1% para 19,4%. Fonte: SECEX; Elaboração: DCEE/ABIMAQ. Mercosul Estados Membros: Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 10

11 Importação US$ bilhões FOB Mês / Mês anterior = +17,1% Mês / Mês do ano anterior = -30,4% 3 MM3 Mensal As importações de máquinas e equipamentos cresceram em relação a dez/15 17,1% e chegaram a US$ 1,333 bilhão em ,5 2 1,5 1 0, No entanto, na comparação com eiro/15 ocorreu queda de 30,4%. Infelizmente esta queda não foi compensada pelo aumento das vendas no mercado interno pelos ficantes nacionais e portanto confirma uma forte redução da taxa de investimento sobre o PIB pelo terceiro ano consecutivo, reduzindo a probabilidade de crescimento econômico após o ajuste fiscal. Fonte: SECEX; Elaboração: DCEE/ABIMAQ. DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 11

12 Importação por setores ores com sua participação* no total Mês / Mês ano anter. Mês / Mês anter. Participação ABIMAQ -30,4 17,1 100% Componentes p/ a ind. de bens de capital Máquinas para a indústria de transformação Infra-estrutura e indústria de base -30,5-28,4-12,0 12,0 20,4 46,0 27,3% 24,6% 17,6% A queda na comparação com eiro/15 ocorreu simultaneamente em todos os setores de BK, o que confirma as observações anteriores. Máquinas para logística e construção civil Máquinas para bens de consumo Máquinas para agricultura -49,0-46,7-31,6-3,9-9,9 47,5 14,8% 12,4% 2,1% O fato da importação de componentes evoluir abaixo de 2015, ainda indica continuidade da redução de produção nacional, ao longo dos próximos meses. Máquinas para petróleo e energia renovável -62,2-36,0 1,2% Fonte: SECEX; Elaboração: DCEE/ABIMAQ. DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 12

13 Principais origens das importações Part. % no total importado (US$) EUA 20,9% Ranking (peso) Alemanha Itália Japão China 17,4% 15,7% 15,1% 14,4% 13,2% 9,1% 9,4% 6,3% 4,3% 3.º 1.º 5.º 4.º 8º A série histórica, a partir de 2012, mostra o fim de um agressivo crescimento do volume de produtos chineses no mercado nacional e uma certa estabilidade no market share entre os principais fornecedores de máquinas e equipamentos no Brasil. Em 2015, pela primeira vez em 10 anos, a China perde participação relativa no mercado brasileiro. Fonte: SECEX; Elaboração: DCEE/ABIMAQ. DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 13

14 Balança comercial US$ bilhões FOB Mês / Mês anterior = +191% Mês / Mês do ano anterior = -38,3% 3 2,5 2 1,5 1 0,5 0-0,5-1 -1,5 Saldo (MM3) Exportação (MM3) Importação (MM3) A redução do déficit na balança comercial de máquinas e equipamentos, de um patamar da ordem de US$ 1,5 bilhão mensal para perto de US$ 1,0 bilhão resulta, como pode ser observado no gráfico, muito mais da redução das importações do que uma melhora nas exportações Fonte: SECEX; Elaboração: DCEE/ABIMAQ. DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 14

15 NUCI Nível de Utilização da Capacidade Instalada % Carteira de Pedidos em meses para o atendimento NUCI Carteira de Pedidos Média Anual ,1 80,8 82,3 5,1 80,8 74,5 75,1 75,4 68,5 6 5 Em eiro/16 a indústria brasileira de máquinas e equipamentos mecânicos utilizou 60,9% de sua capacidade instalada ,4 4,4 4,0 Carteira de pedidos -15,3% s/ eiro ,5 3,2 2,9 2,7 60,9 2, Comparado com o mês anterior (dezembro/15, 65,5%) a queda foi de 6,9%, e na comparação com o eiro de 2015 (67,7%) a queda chegou a 10,0%. A carteira de pedidos, caiu 4,3% contra o mês imediatamente anterior e 15,3% comparada com eiro/ Fonte e Elaboração: DCEE/ABIMAQ. DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 15

16 Jan Jan Jan Jan Jan Jan Jan Jan Jan Pessoal ocupado (em mil pessoas) Mês / Mês anterior = +0,1% Emprego Mês / Mês do ano anterior = -13,1% 385,92 380,29 353,94 O comportamento do emprego está acompanhando o desempenho da receita líquida ,10 Desde meados de 2013 o número de pessoas ocupadas na indústria de bens de capital mecânico vem diminuindo, e teve maior intensidade em O setor encerrou o mês de 16 com 311 mil pessoas empregadas contra mais de 358 mil em eiro de 2015, que significa o fechamento de aproximadamente 47 mil postos de trabalho nos últimos 12 meses. Fonte e Elaboração: DCEE/ABIMAQ. DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 16

17 DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística

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