CAPÍTULO III CARACTERIZAÇÃO DA VITICULTURA POR MEIO DA GEOMORFOLOGIA NA REGIÃO DE REFERÊNCIA DA IG MONTE BELO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CAPÍTULO III CARACTERIZAÇÃO DA VITICULTURA POR MEIO DA GEOMORFOLOGIA NA REGIÃO DE REFERÊNCIA DA IG MONTE BELO"

Transcrição

1 CAPÍTULO III CARACTERIZAÇÃO DA VITICULTURA POR MEIO DA GEOMORFOLOGIA NA REGIÃO DE REFERÊNCIA DA IG MONTE BELO Rosemary Hoff, Rafael Munari Torri 1 INTRODUÇÃO O município de Monte Belo do Sul se situa na Região Vitivinícola Serra Gaúcha, limitando-se a nordeste e leste com o município de Bento Gonçalves, a oeste com o município de Santa Tereza, sendo que a norte e noroeste é limitado pelo rio das Antas, área contígua ao município de Cotiporã. Este estudo está aplicado à região de referência da IG Monte Belo, totalizando ha de vinhedos georreferenciados como mostra a Figura 1. A área está localizada no contexto geomorfológico da Região Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul, no limite das unidades geomorfológicas Serra Geral e Planalto dos Campos Gerais, segundo IBGE (2003). Nessa região, as altitudes alcançam 700 m acima do nível do mar e as declividades são variadas, mas apresentam terrenos íngremes nas bordas do Vale do Rio das Antas e seus afluentes. Foi feita a caracterização da viticultura considerando-se a geomorfologia na região de referência da IG Monte Belo, por meio de técnicas de processamento de imagens de altimetria (modelo digital de elevação MDE) para definir-se a hipsometria, a declividade e a exposição solar dos terrenos, cruzando-se com as áreas de vinhedos obtidas pelo Cadastro Vitícola. Figura 1. Localização da região de referência da IG Monte Belo.

2 2 MATERIAL E MÉTODO A partir de dados vetoriais de média resolução (HASENACK; WEBER, 2007), foi gerado o modelo digital de elevação MDE, que produziu a altimetria, declividade e exposição solar, sendo os dados reclassificados para os atributos mais adequados à viticultura. Baseando-se nisso, foram feitos trabalhos de campo, com os quais foram coletados pontos de controle no terreno por sistema de posicionamento global GPS Trimble Geo XT. A base cartográfica foi composta por dados digitais de folhas do Exército Brasileiro, escala 1: (HASENACK; WEBER, 2007), sendo adotado o sistema de referência de coordenadas SIRGAS 2000 (IBGE, 1997). Para caracterizar a viticultura, os levantamentos foram baseados nos dados do Cadastro Vitícola (MELLO; MACHADO, 2008) e, para a divisão política, nos dados do IBGE. Foram utilizados dados do levantamento de vinhedos do Cadastro Vitícola executado pela Embrapa Uva e Vinho na região de Monte Belo do Sul. Os dados vetoriais do cadastro foram utilizados para criar uma máscara matricial para recortar os produtos do MDE, a fim de estabelecer a análise do relevo apenas no contexto da viticultura regional. Os processamentos de imagens foram feitos nos programas gvsig (GENERALITAD VALENCIANA, 2010) e IDRISI Kilimanjaro (CLARK LABS, 2005), envolvendo geração de agrupamentos de classes: altimetria de 100 em 100 m; declividade de 0 a 30%, 30 a 45% e maior do que 45%; exposição solar Norte, Sul, Leste e Oeste. As classes de declividade e exposição solar foram cruzadas obtendo-se novas classes. Para selecionar apenas as áreas dos vinhedos, foi criada uma máscara a partir dos vetores do Cadastro Vitícola. Essa máscara representa uma imagem boleana (0,1), utilizada para isolar a altimetria, declividade, exposição solar e cruzamentos nas áreas dos vinhedos, por meio de multiplicação de imagem.

3 3 RESULTADOS O modelo digital de elevação MDE permitiu a geração de altimetria, declividade e exposição solar, que são atributos essenciais para a viticultura, no que se refere ao manejo agrícola. 3.1 Altimetria A área de referência da IG Monte Belo tem uma variabilidade altimétrica aproximada de 365 a 655 m, na qual predominam vinhedos entre cotas que variam de 400 a 600 m, conforme pode ser visto no Mapa de Altimetria segmentada da região de referência da IG Monte Belo (Tabela 1). A altimetria segmentada nos terrenos de vinhedos na região de referência da IG Monte Belo pode ser vista na Figura 2. Tabela 1.Classes de altimetria dos vinhedos da região de referência da IG Monte Belo. Classes de altimetria (m) Área (ha) Porcentagem (%) 300 a ,75 2, a ,82 53, a ,08 40, a ,07 4,27 Totais 1.944,72 100,00 Figura 2. Mapa de altimetria segmentada da região de referência da IG Monte Belo.

4 3.2 Declividade As declividades foram relacionadas ao relevo na forma de porcentagem, segmentadas como: 0-30% plano a suave ondulado; 30-45% ondulado a forte ondulado; > 45% montanhoso a escarpado. Os resultados da declividade segmentada frente aos vinhedos da área podem ser vistos no Mapa de declividade segmentada da região de referência da IG Monte Belo, sendo que sua distribuição em área é apresentada na Tabela 2 e Figura 3. Verifica-se que os vinhedos da região de referência da IG Monte Belo ocupam predominantemente terrenos planos a suave ondulados, caracterizados por declividades que variam entre 0-30%. Tabela 2. Classes de declividade dos vinhedos da região da IG Monte Belo. Declividade (%) Área (ha) Porcentagem (%) ,34 78, ,18 16,21 > 45 97,20 5,00 Totais 1.944,72 100,00 Figura 3. Mapa de declividade segmentada da região de referência da IG Monte Belo.

5 3.3 Exposição solar As classes de exposição solar foram segmentadas em intervalos de graus de azimute contados a partir da direção Norte no sentido horário, conforme os seguintes intervalos de exposição: Norte (0-45 e ); Leste ( ); Sul ( ); Oeste ( ). O Mapa de exposição solar segmentada da região de referência da IG Monte Belo mostra as áreas de exposição solar nos quatro quadrantes, conforme apresentam a Tabela 3 e a Figura 4. As exposições Oeste e Norte predominam nos terrenos ocupados por vinhedos nessa região, representando aproximadamente 60% da área. Tabela 3. Classes de exposição solar dos vinhedos da região da IG Monte Belo. Classes de exposição solar Área (ha) Porcentagem (%) (azimute Norte) Norte ( ) 554,13 28,49 Leste ( ) 329,76 16,96 Sul ( ) 470,16 24,18 Oeste ( ) 590,67 30,37 Totais 1944,72 100,00 Figura 4. Mapa de exposição solar segmentada da região de referência da IG Monte Belo.

6 3.4 Exposição solar cruzada com declividade O cruzamento da exposição solar com a declividade foi obtido para averiguar e produzir novas classes de combinações desses atributos, gerando as categorias como: Norte plano a suave ondulado; Norte ondulado a forte ondulado; Norte montanhoso a escarpado; Leste plano a suave ondulado; Leste ondulado a forte ondulado; Leste montanhoso a escarpado; Sul plano a suave ondulado; Sul ondulado a forte ondulado; Sul montanhoso a escarpado; Oeste plano a suave ondulado; Oeste ondulado a forte ondulado; Oeste montanhoso a escarpado. O Mapa do cruzamento da declividade com exposição solar na região de referência da IG Monte Belo mostra o cruzamento das áreas de exposição solar nos quatro quadrantes N, E, S e W e as três faixas de declividade, conforme apresentado na Tabela 4 e Figura 5. Os vinhedos da região de referência da IG Monte Belo predominam sobre terrenos da classe oeste plano a suave ondulado (W PLSO) seguidos da classe norte plano a suave ondulado (N PLSO). Tabela 4. Exposição solar x declividade associadas aos vinhedos da região de referência da IG Monte Belo. Declividade x exposição Área (ha) Porcentagem (%) N PLSO 446,49 22,96 E PLSO 259,11 13,32 S PLSO 367,20 18,88 W PLSO 459,54 23,63 N ONFO 90,27 4,64 E ONFO 53,73 2,76 S ONFO 76,05 3,91 W ONFO 95,130 4,89 N MOES 17,37 0,89 E MOES 16,92 0,87 S MOES 26,91 1,38 W - MOES 36,00 1,85 Totais 1.944,72 99,98 N: norte; E: leste, S: sul; W: oeste, PLSO: plano a suave ondulado; ONFO: ondulado a forte ondulado; MOES: montanhoso a escarpado.

7 Figura 5. Mapa do cruzamento da exposição solar com a declividade, região de referência da IG Monte Belo. 4 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CLARK LABS. Idrisi Kilimanjaro: GIS software package. Worcester, MA, Disponível em: <http://www.clarklabs.org/>. Acesso em: 3 maio GENERALITAD VALENCIANA. gvsig Sistema de Información Geográfica. Valencia: Conselleria d'infraestructuras y Transportes, Disponível em: <http://www.gvsig.gva.es/>. Acesso em: 3 maio HASENACK, H.; WEBER, E. (Org.). Base cartográfica digital da Serra Gaúcha: escala 1: Porto Alegre: UFRGS, Centro de Ecologia, CD-ROM. (Série Geoprocessamento, 2). IBGE. Sistema de referência geocêntrico para a América do Sul: relatório final grupos de trabalho I e II CDD IBGE. Rio de Janeiro, p. IBGE. Levantamento dos recursos naturais. Rio de Janeiro, p. 1 CD- ROM. Folha Porto Alegre, Uruguaiana e Lagoa Mirim. (FIBGE, v. 33). MELLO, L. M. R. de; MACHADO, C. A. E. (Ed.). Cadastro vitícola do Rio Grande do Sul: 2005 a Bento Gonçalves: Embrapa Uva e Vinho, CD-ROM.

CAPÍTULO 2 GEORREFERENCIAMENTO DA REGIÃO DELIMITADA DA DENOMINAÇÃO DE ORIGEM VALE DOS VINHEDOS: CARTAS IMAGEM

CAPÍTULO 2 GEORREFERENCIAMENTO DA REGIÃO DELIMITADA DA DENOMINAÇÃO DE ORIGEM VALE DOS VINHEDOS: CARTAS IMAGEM CAPÍTULO 2 GEORREFERENCIAMENTO DA REGIÃO DELIMITADA DA DENOMINAÇÃO DE ORIGEM VALE DOS VINHEDOS: CARTAS IMAGEM Loiva Maria Ribeiro de Mello Carlos Alberto Ely Machado André Rodrigo Farias Sonia Marliza

Leia mais

Rafael Munari Torri 1 Guilherme da Costa Menezes 1 Rosemary Hoff 1

Rafael Munari Torri 1 Guilherme da Costa Menezes 1 Rosemary Hoff 1 Anais XV Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto - SBSR, Curitiba, PR, Brasil, 30 de abril a 05 de maio de 2011, INPE p.0561 Identificação de áreas de preservação permanente por meio de geoprocessamento

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO GEOGRÁFICA DO MUNICÍPIO DE MONTE BELO DO SUL VISANDO A OBTENÇÃO DE DADOS QUE SUBSIDIEM A VITICULTURA DE ALTA QUALIDADE

CARACTERIZAÇÃO GEOGRÁFICA DO MUNICÍPIO DE MONTE BELO DO SUL VISANDO A OBTENÇÃO DE DADOS QUE SUBSIDIEM A VITICULTURA DE ALTA QUALIDADE INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CAMPUS BENTO GONÇALVES GUILHERME DA COSTA MENEZES CARACTERIZAÇÃO GEOGRÁFICA DO MUNICÍPIO DE MONTE BELO DO SUL VISANDO A OBTENÇÃO

Leia mais

SOMBREAMENTO E RELEVO A PARTIR DE IMAGENS SRTM

SOMBREAMENTO E RELEVO A PARTIR DE IMAGENS SRTM SOMBREAMENTO E RELEVO A PARTIR DE IMAGENS SRTM 1. Introdução Em ambientes GIS as imagens SRTM podem ser usadas para gerar curvas de nível, mapas hipsométricos, mapas de relevo sombreado, mapas de declividade,

Leia mais

Determinação de coordenadas geográficas e altitudes de duas estações a partir de estações de referência.

Determinação de coordenadas geográficas e altitudes de duas estações a partir de estações de referência. SERVIÇO: IMPLANTAÇÃO DE DUAS ESTAÇÕES GPS PARA APOIO TOPOGRÁFICO. LOCAL: TERESÓPOLIS / RJ DATA: MAIO / 2017 1. Objeto RELATÓRIO TÉCNICO Levantamento de campo por rastreamento de satélites GPS 2. Período

Leia mais

Guilherme da Costa Menezes 1 Luiz Carlos Tomedi Junior 1 Rosemary Hoff 1 Ivanira Falcade 2 Jorge Tonietto 1

Guilherme da Costa Menezes 1 Luiz Carlos Tomedi Junior 1 Rosemary Hoff 1 Ivanira Falcade 2 Jorge Tonietto 1 Integração de dados em SIG: uso do solo e morfologia do terreno obtidos por aerofotogrametria para indicação de procedência dos vinhos na região de Monte Belo, Serra Gaúcha, RS, Brasil. Guilherme da Costa

Leia mais

COMPARAÇÃO DE MODELOS DIGITAIS DE ELEVAÇÃO PARA A ILHA DE SÃO SEBASTIÃO - SP Nº 11503

COMPARAÇÃO DE MODELOS DIGITAIS DE ELEVAÇÃO PARA A ILHA DE SÃO SEBASTIÃO - SP Nº 11503 COMPARAÇÃO DE MODELOS DIGITAIS DE ELEVAÇÃO PARA A ILHA DE SÃO SEBASTIÃO - SP ROGER TORLAY 1 ; DANIEL DE CASTRO VICTORIA 2 ; OSVALDO TADATOMO OSHIRO³ Nº 11503 RESUMO Os produtos gerados a partir de modelos

Leia mais

OS FATORES NATURAIS E A VITIVINICULTURA

OS FATORES NATURAIS E A VITIVINICULTURA INDICAÇÃO DE PROCEDÊNCIA ALTOS MONTES N O T A T É C N I C A OS FATORES NATURAIS E A VITIVINICULTURA NA ÁREA GEOGRÁFICA DELIMITADA DA I.P. ALTOS MONTES E l a b o r a ç ã o e C o l a b o r a ç ã o 1. O Contexto

Leia mais

Imagens orbitais como alternativa para restituição do relevo e uso da terra de indicações geográficas vitivinícolas na Serra Gaúcha, RS, Brasil

Imagens orbitais como alternativa para restituição do relevo e uso da terra de indicações geográficas vitivinícolas na Serra Gaúcha, RS, Brasil Imagens orbitais como alternativa para restituição do relevo e uso da terra de indicações geográficas vitivinícolas na Serra Gaúcha, RS, Brasil Rosemary Hoff 1 André Rodrigo Farias 1 Guilherme da Costa

Leia mais

GEOPROCESSAMENTO PARA DETERMINAÇÃO DAS CLASSES DE DECLIVE DO MUNICÍPIO DE NAVIRAÍ-MS

GEOPROCESSAMENTO PARA DETERMINAÇÃO DAS CLASSES DE DECLIVE DO MUNICÍPIO DE NAVIRAÍ-MS 6 GEOPROCESSAMENTO PARA DETERMINAÇÃO DAS CLASSES DE DECLIVE DO MUNICÍPIO DE NAVIRAÍ-MS Agnaldo Massao Sato 1*, Edson Luís Piroli 2 1 Aluno do Curso de Agronomia da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE,

Leia mais

MAPEAMENTO GEOMORFOLÓGICO DO MUNICÍPIO DE ARAXÁ MG, UTILIZANDO TÉCNICAS DE GEOPROCESSAMENTO ROCHA, M. B. B. 1 ROSA, R. 2

MAPEAMENTO GEOMORFOLÓGICO DO MUNICÍPIO DE ARAXÁ MG, UTILIZANDO TÉCNICAS DE GEOPROCESSAMENTO ROCHA, M. B. B. 1 ROSA, R. 2 MAPEAMENTO GEOMORFOLÓGICO DO MUNICÍPIO DE ARAXÁ MG, UTILIZANDO TÉCNICAS DE GEOPROCESSAMENTO ROCHA, M. B. B. 1 1 Mestranda na Universidade Federal de Uberlândia/ IG-UFU/MG. (34)3662-5980, bebrand@uai.com.br

Leia mais

ANÁLISE GEOMORFOLÓGICA DO MUNICÍPIO DE JARDIM OLINDA - PR

ANÁLISE GEOMORFOLÓGICA DO MUNICÍPIO DE JARDIM OLINDA - PR ANÁLISE GEOMORFOLÓGICA DO MUNICÍPIO DE JARDIM OLINDA - PR 17 Luiz Giovanni Bornia Acadêmico 4º Geografia - UEM luiz.bornia@cocamar.com.br Wérica Cardoso de Oliveira Acadêmica 1º Geografia - UEM wericaco@gmail.com

Leia mais

Delimitação da mancha de inundação com o gvsig/sextante no município de Sete Barras/SP/Brasil

Delimitação da mancha de inundação com o gvsig/sextante no município de Sete Barras/SP/Brasil Delimitação da mancha de inundação com o gvsig/sextante no município de Sete Barras/SP/Brasil Resumo: Alex Joci dos Santos 1 Arlei Benedito Macedo¹, 2 Fabio Rodrigo de Oliveira¹, 3 Gilberto Cugler 1 Kleber

Leia mais

~J',164x" Cartografia Ambiental da Região de Vitória da Conquista - BA

~J',164x Cartografia Ambiental da Região de Vitória da Conquista - BA .-...--~'" ) ~J',164x" Marcelo Guimarães Cartografia Ambiental da Região de Vitória da Conquista - BA Dissertação apresentada ao Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo, para a obtenção de

Leia mais

Delimitação da mancha de inundação com o gvsig/sextante no município de Sete Barras/SP/Brasil

Delimitação da mancha de inundação com o gvsig/sextante no município de Sete Barras/SP/Brasil Delimitação da mancha de inundação com o gvsig/sextante no município de Sete Barras/SP/Brasil Alex Joci dos Santos1 1 Arlei Benedito Macedo1, 2 Iguape e Litoral Sul www.sigrb.com.br Fabio Rodrigo de Oliveira1,

Leia mais

ACH 1056 Fundamento de Cartografia Profª. Mariana Soares Domingues

ACH 1056 Fundamento de Cartografia Profª. Mariana Soares Domingues ACH 1056 Fundamento de Cartografia Profª. Mariana Soares Domingues A posição em planta dos pontos da superfície da Terra constitui a Planimetria, a posição em altitude dos mesmos chama-se Altimetria. *A

Leia mais

OROGRAFIA DE SOLEDADE-RS COMO CAUSA DOS ALTOS VALORES PLUVIOMÉTRICOS OCORRENTES NO LOCAL

OROGRAFIA DE SOLEDADE-RS COMO CAUSA DOS ALTOS VALORES PLUVIOMÉTRICOS OCORRENTES NO LOCAL OROGRAFIA DE SOLEDADE-RS COMO CAUSA DOS ALTOS VALORES PLUVIOMÉTRICOS OCORRENTES NO LOCAL Angélica KUINCHTNER 1 Siclério AHLERT 2 Jefferson Cardia SIMÕES 3 Galileo Adeli BURIOL 4 RESUMO A estação meteorológica

Leia mais

A PAISAGEM RURAL DA SERRA GAÚCHA: O EFEITO DA ESCALA NA DELIMITAÇÃO DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE EM UMA PORÇÃO DO VALE DOS VINHEDOS

A PAISAGEM RURAL DA SERRA GAÚCHA: O EFEITO DA ESCALA NA DELIMITAÇÃO DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE EM UMA PORÇÃO DO VALE DOS VINHEDOS A PAISAGEM RURAL DA SERRA GAÚCHA: O EFEITO DA ESCALA NA DELIMITAÇÃO DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE EM UMA PORÇÃO DO VALE DOS VINHEDOS Heinrich Hasenack, Eliana Casco Sarmento, Eliseu Weber - Universidade

Leia mais

ELABORAÇÃO DE MAPA GEOMORFOLÓGICO DO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE SP.

ELABORAÇÃO DE MAPA GEOMORFOLÓGICO DO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE SP. ELABORAÇÃO DE MAPA GEOMORFOLÓGICO DO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE SP. João Osvaldo Rodrigues Nunes (joaosvaldo@fct.unesp.br), Melina Fushimi (melinafushimi@yahoo.com.br) Universidade Estadual Paulista

Leia mais

Utilização da tecnologia SIG e imagem SRTM no mapeamento das terras para mecanização agrícola no Estado da Paraíba

Utilização da tecnologia SIG e imagem SRTM no mapeamento das terras para mecanização agrícola no Estado da Paraíba 1 Utilização da tecnologia SIG e imagem SRTM no mapeamento das terras para mecanização agrícola no Estado da Paraíba Paulo Roberto Megna Francisco (1) ; Eduardo Rodrigues Viana de Lima (2) & Iêde de Brito

Leia mais

Exercícios Extras de Cartografia. Prof. Carlão Abril/14

Exercícios Extras de Cartografia. Prof. Carlão Abril/14 Exercícios Extras de Cartografia. Prof. Carlão Abril/14 01. (Uerj/2014) Observe na imagem uma feição de relevo em escarpa, área de desnível acentuado de altitude, encontrada geralmente nas bordas de planalto,

Leia mais

O uso do GVSIG como apoio aos estudos de indicações geográficas para vinhos finos Farroupilha e Altos Montes, Serra Gaúcha, RS, Brasil.

O uso do GVSIG como apoio aos estudos de indicações geográficas para vinhos finos Farroupilha e Altos Montes, Serra Gaúcha, RS, Brasil. O uso do GVSIG como apoio aos estudos de indicações geográficas para vinhos finos Farroupilha e Altos Montes, Serra Gaúcha, RS, Brasil Rosemary Hoff 1 Ivanira Falcade 2 Jorge Tonietto 3 Nara Lúcia de Camargo

Leia mais

Definição: representação matemática computacional da distribuição de um fenômeno espacial que ocorre dentro de uma região da superfície terrestre.

Definição: representação matemática computacional da distribuição de um fenômeno espacial que ocorre dentro de uma região da superfície terrestre. MODELO DIGITAL DE ELEVAÇÃO Modelagem Digital de Elevação Definição: UmModeloDigitaldeElevação (MDE) é uma representação matemática computacional da distribuição de um fenômeno espacial que ocorre dentro

Leia mais

UNIDADES DE RELEVO DA BACIA DO RIO PEQUENO, ANTONINA/PR: MAPEAMENTO PRELIMINAR

UNIDADES DE RELEVO DA BACIA DO RIO PEQUENO, ANTONINA/PR: MAPEAMENTO PRELIMINAR UNIDADES DE RELEVO DA BACIA DO RIO PEQUENO, ANTONINA/PR: MAPEAMENTO PRELIMINAR Julio Manoel França da Silva, Mestrando em Geografia, Universidade Federal do Paraná. Email: juliogeog@yahoo.com.br; Leonardo

Leia mais

Mapeamento geomorfológico da bacia hidrográfica do Rio Mundaú

Mapeamento geomorfológico da bacia hidrográfica do Rio Mundaú http://dx.doi.org/10.5902/2236117011890 Revista do Centro do Ciências Naturais e Exatas - UFSM, Santa Maria Revista Eletrônica em Gestão, Educação e Tecnologia Ambiental - REGET e-issn 2236 1170 - V. 18

Leia mais

Geração de Modelo Digital de Elevação utilizando dados do SRTM como subsídio ao planejamento e gestão territorial do município de Lucena/PB

Geração de Modelo Digital de Elevação utilizando dados do SRTM como subsídio ao planejamento e gestão territorial do município de Lucena/PB Geração de Modelo Digital de Elevação utilizando dados do SRTM como subsídio ao planejamento e gestão territorial do município de Lucena/PB Generation of Digital Elevation Model using SRTM data as grant

Leia mais

Ministrantes: Alex Lemos e Marco Malagodi

Ministrantes: Alex Lemos e Marco Malagodi Ministrantes: Alex Lemos e Marco Malagodi O que é Geotecnologia? Base vetorial: ponto, linha e polígono Atividade I Apresentação: Google Earth > Ferramentas Atividade II Atividade III Atividade IV Agenda

Leia mais

77 mil hectares hemisfério sul desde latitude 30 o até latitude 5 º Regiões Temperadas (repouso hibernal) Regiões Subtropicais (dois ciclos anuais)

77 mil hectares hemisfério sul desde latitude 30 o até latitude 5 º Regiões Temperadas (repouso hibernal) Regiões Subtropicais (dois ciclos anuais) 77 mil hectares hemisfério sul desde latitude 30 o até latitude 5 º Regiões Temperadas (repouso hibernal) Regiões Subtropicais (dois ciclos anuais) repoda Regiões Tropicais ( 2,5 a 3 ciclos anuais) podas

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DAS CHUVAS NA BACIA DO RIO ARAGUARI (MG) Washington Luiz Assunção 1 Jorge Luís Silva Brito 2 Dayane Zandonadi Soares 3

DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DAS CHUVAS NA BACIA DO RIO ARAGUARI (MG) Washington Luiz Assunção 1 Jorge Luís Silva Brito 2 Dayane Zandonadi Soares 3 DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DAS CHUVAS NA BACIA DO RIO ARAGUARI (MG) (Texto publicado no VII Simpósio Brasileiro de Climatologia Geográfica Rondonópolis/MT Agosto de 2006) Washington Luiz Assunção 1 Jorge Luís

Leia mais

Estruturação de banco de dados de imagens de satélite CBERS 2B das regiões vitícolas do Brasil, enfatizando o Vale do São Francisco, Região Nordeste.

Estruturação de banco de dados de imagens de satélite CBERS 2B das regiões vitícolas do Brasil, enfatizando o Vale do São Francisco, Região Nordeste. Estruturação de banco de dados de imagens de satélite CBERS 2B das regiões vitícolas do Brasil, enfatizando o Vale do São Francisco, Região Nordeste. Luiz Carlos Tomedi Junior 1 Guilherme da Costa Menezes

Leia mais

AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO TOPOGRÁFICA DOS VINHEDOS NO VALE DOS VINHEDOS, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL

AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO TOPOGRÁFICA DOS VINHEDOS NO VALE DOS VINHEDOS, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO TOPOGRÁFICA DOS VINHEDOS NO VALE DOS VINHEDOS, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL ELISEU WEBER, ELIANA CASCO SARMENTO, HEINRICH HASENACK Universidade Federal do Rio Grande do Sul, eweber@portoweb.com.br

Leia mais

26/10/2012. Professor

26/10/2012. Professor Universidade Paulista - Unip Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia ICET Curso de Engenharia Civil Disciplina: 227L - Geodésia Introdução à Geodésia Prof. Dr. André Luís Gamino Professor Definição:

Leia mais

NOTA DE AULA CURVAS DE NÍVEL e REPRESENTAÇÃO DO RELEVO

NOTA DE AULA CURVAS DE NÍVEL e REPRESENTAÇÃO DO RELEVO NOTA DE AULA CURVAS DE NÍVEL e REPRESENTAÇÃO DO RELEVO Adaptado do Manual de Cartografia do IBGE Escala e Curva de Nível Objetivos da Aula: - Apresentar as principais características a ser analisadas no

Leia mais

SELEÇÃO DE MUNICÍPIOS CRÍTICOS A DESLIZAMENTOS

SELEÇÃO DE MUNICÍPIOS CRÍTICOS A DESLIZAMENTOS MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral SELEÇÃO DE MUNICÍPIOS CRÍTICOS A DESLIZAMENTOS NOTA EXPLICATIVA Vale do Cuiabá Petrópolis/RJ Jan 2011 Outubro de

Leia mais

Modelagem Numérica de Terreno: Teoria & Prática

Modelagem Numérica de Terreno: Teoria & Prática Modelagem Numérica de Terreno: Teoria & Prática Flávia F. Feitosa Disciplina PGT 035 Geoprocessamento Aplicado ao Planejamento e Gestão do Território Aula disponível em: https://flaviafeitosa.wordpress.com/talksteaching/geopgt/

Leia mais

CAPÍTULO 1 A VITICULTURA NA INDICAÇÃO DE PROCEDÊNCIA PINTO BANDEIRA: CADASTRO VITÍCOLA GEORREFERENCIADO

CAPÍTULO 1 A VITICULTURA NA INDICAÇÃO DE PROCEDÊNCIA PINTO BANDEIRA: CADASTRO VITÍCOLA GEORREFERENCIADO CAPÍTULO 1 A VITICULTURA NA INDICAÇÃO DE PROCEDÊNCIA PINTO BANDEIRA: CADASTRO VITÍCOLA GEORREFERENCIADO Loiva Maria Ribeiro de Mello Carlos Alberto Ely Machado INTRODUÇÃO A vitivinicultura é uma atividade

Leia mais

Revista Geográfica de América Central ISSN: X Universidad Nacional Costa Rica

Revista Geográfica de América Central ISSN: X Universidad Nacional Costa Rica Revista Geográfica de América Central ISSN: 1011-484X revgeo@una.cr Universidad Nacional Costa Rica Fushimi, Melina; Rodrigues Nunes, João Osvaldo GEOMORFOLOGIA DO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE-SP,

Leia mais

Cartografia Temática

Cartografia Temática Cartografia Temática Os mapas temáticos podem ser gerados por intituições públicas e privadas, especializadas em mapeamento. Servem para auxiliar o poder público e empresas privadas na tomada de decisões,

Leia mais

APLICAÇÃO DE SIG NO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS: LOCALIZAÇÃO DE ÁREA PARA ATERRO SANITÁRIO

APLICAÇÃO DE SIG NO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS: LOCALIZAÇÃO DE ÁREA PARA ATERRO SANITÁRIO APLICAÇÃO DE SIG NO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS: LOCALIZAÇÃO DE ÁREA PARA ATERRO SANITÁRIO Ilka Soares Cintra (1) Professora Assistente do Departamento de Cartografia do Instituto de Geo- Ciências

Leia mais

II Semana de Geografia UNESP / Ourinhos 29 de Maio a 02 de Junho de 2006

II Semana de Geografia UNESP / Ourinhos 29 de Maio a 02 de Junho de 2006 USO E OCUPAÇÃO DO SOLO NA MICROBACIA CÓRREGO DO PORTO-TRÊS LAGOAS MS SILVA, Laís C.N. Universidade Federal de Mato Grosso do Sul- UFMS lais_cns@yahoo.com.br DELGADO, Valeria P. Universidade Federal de

Leia mais

Geoprocessamento na Agricultura de Precisão

Geoprocessamento na Agricultura de Precisão 1 a Semana Acadêmica de Engenharia de Agrimensura 29 de novembro a 03 de dezembro de 2004 UFRRJ IT Departamento de Engenharia MINICURSO Geoprocessamento na Agricultura de Precisão UFRRJ NOVEMBRO 2004 CONTEÚDO

Leia mais

Espacialização das estimativas das temperaturas máximas, médias e mínimas anuais para o Vale do Taquari - RS - Brasil, pelo método de regressão linear

Espacialização das estimativas das temperaturas máximas, médias e mínimas anuais para o Vale do Taquari - RS - Brasil, pelo método de regressão linear Espacialização das estimativas das temperaturas máximas, médias e mínimas anuais para o Vale do Taquari - RS - Brasil, pelo método de regressão linear Vianei Luís Diedrich 1 Everaldo Rigelo Ferreira 1

Leia mais

METODOLOGIA UTILIZADA:

METODOLOGIA UTILIZADA: UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS DE GEOPROCESSAMENTO PARA A DELIMITAÇÃO DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE (APPS) NO MUNICÍPIO DE ÁGUA SANTA/RS, SEGUNDO O NOVO CÓDIGO FLORESTAL (LEI 12.651-2012). Natalia Gonçalves

Leia mais

O uso de geoprocessamento no diagnóstico ambiental da Bacia Hidrográfica do Rio Taquari/RS

O uso de geoprocessamento no diagnóstico ambiental da Bacia Hidrográfica do Rio Taquari/RS O uso de geoprocessamento no diagnóstico ambiental da Bacia Hidrográfica do Rio Taquari/RS Daiane Fátima Batista de Lima 1 Rafael Rodrigo Eckhardt 1 Vianei Luís Diedrich 1 Claudete Rempel 2 Ursula Arend

Leia mais

ANÁLISE AMBIENTAL DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO TAQUARI PROPOSTA DE ZONEAMENTO AMBIENTAL. Daiane Fátima Batista de Lima.

ANÁLISE AMBIENTAL DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO TAQUARI PROPOSTA DE ZONEAMENTO AMBIENTAL. Daiane Fátima Batista de Lima. LIMA, D. F. B. de; REMPEL, C.; ECKHARDT, R. R. Análise Ambiental da Bacia Hidrográfica do Rio Taquari... 51 ANÁLISE AMBIENTAL DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO TAQUARI PROPOSTA DE ZONEAMENTO AMBIENTAL Daiane

Leia mais

11/11/2013. Professor

11/11/2013. Professor UniSALESIANO Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium Curso de Engenharia Civil Disciplina: Topografia II Introdução à Geodésia Prof. Dr. André Luís Gamino Professor Definição: - Geodésia é a ciência

Leia mais

Sustainable Viticulture: geotechnology for characterization of land use and identification of permanent preservation areas in the Serra Gaúcha, Brazil

Sustainable Viticulture: geotechnology for characterization of land use and identification of permanent preservation areas in the Serra Gaúcha, Brazil Sustainable Viticulture: geotechnology for characterization of land use and identification of permanent preservation areas in the Serra Gaúcha, Brazil Vitivinicultura sustentável: geotecnologias para caracterização

Leia mais

POTENCIAL EDÁFICO DA SERRA GAÚCHA, BRASIL PARA VITICULTURA

POTENCIAL EDÁFICO DA SERRA GAÚCHA, BRASIL PARA VITICULTURA POTENCIAL EDÁFICO DA SERRA GAÚCHA, BRASIL PARA VITICULTURA CARLOS A. FLORES 1, HEINRICH HASENACK 2, ELISEU WEBER 2, ELIANA C. SARMENTO 2 1 Embrapa Clima Temperado, 2 Universidade Federal do Rio Grande

Leia mais

Programa Analítico de Disciplina ECV310 Fundamentos de Cartografia e Topografia

Programa Analítico de Disciplina ECV310 Fundamentos de Cartografia e Topografia 0 Programa Analítico de Disciplina Campus Rio Paranaíba - Campus Rio Paranaíba Número de créditos: 5 Teóricas Práticas Total Duração em semanas: 15 Carga horária semanal 3 2 5 Períodos - oferecimento:

Leia mais

PROJEÇÕES. Prof. Dr. Elódio Sebem Curso Superior de Tecnologia em Geoprocessamento Colégio Politécnico - Universidade Federal de Santa Maria

PROJEÇÕES. Prof. Dr. Elódio Sebem Curso Superior de Tecnologia em Geoprocessamento Colégio Politécnico - Universidade Federal de Santa Maria PROJEÇÕES Prof. Dr. Elódio Sebem Curso Superior de Tecnologia em Geoprocessamento Colégio Politécnico - Universidade Federal de Santa Maria Todos os mapas são representações aproximadas da superfície terrestre.

Leia mais

RELAÇÃO SOLO-PAISAGEM EM TOPOSSEQUÊNCIA NA REGIÃO DO TRIÂNGULO MINEIRO, MINAS GERAIS (BR).

RELAÇÃO SOLO-PAISAGEM EM TOPOSSEQUÊNCIA NA REGIÃO DO TRIÂNGULO MINEIRO, MINAS GERAIS (BR). RELAÇÃO SOLO-PAISAGEM EM TOPOSSEQUÊNCIA NA REGIÃO DO TRIÂNGULO MINEIRO, MINAS GERAIS (BR). Souza, B. B. de *1 ; Prado, T. A. B. 2 Prado, R. C. 2 ; Vitti, A. C. 3 ; Prado, H. 4 1 Universidade Estadual Paulista

Leia mais

BASES DE DADOS GEORREFERENCIADAS PARA A SELEÇÃO DE ÁREAS VITÍCOLAS DO VALE DO SUBMÉDIO SÃO FRANCISCO

BASES DE DADOS GEORREFERENCIADAS PARA A SELEÇÃO DE ÁREAS VITÍCOLAS DO VALE DO SUBMÉDIO SÃO FRANCISCO I Workshop Internacional de Pesquisa A Produção de Vinhos em Regiões Tropicais BASES DE DADOS GEORREFERENCIADAS PARA A SELEÇÃO DE ÁREAS VITÍCOLAS DO VALE DO SUBMÉDIO SÃO FRANCISCO Iêdo Bezerra de Sá 1,

Leia mais

ANÁLISE DE RELAÇÕES ENTRE DECLIVIDADE E USO DO SOLO COM AUXÍLIO DO GEOPROCESSAMENTO, MUNICÍPIO DE SOMBRIO, SC

ANÁLISE DE RELAÇÕES ENTRE DECLIVIDADE E USO DO SOLO COM AUXÍLIO DO GEOPROCESSAMENTO, MUNICÍPIO DE SOMBRIO, SC ANÁLISE DE RELAÇÕES ENTRE DECLIVIDADE E USO DO SOLO COM AUXÍLIO DO GEOPROCESSAMENTO, MUNICÍPIO DE SOMBRIO, SC HADLICH, G. M.¹ ¹ Universidade Federal da Bahia, Instituto de Geociências, Depto. Geoquímica

Leia mais

ZONEAMENTO DE UNIDADES MORFOLITOLÓGICAS PARA O MUNICÍPIO DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS, RS

ZONEAMENTO DE UNIDADES MORFOLITOLÓGICAS PARA O MUNICÍPIO DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS, RS ZONEAMENTO DE UNIDADES MORFOLITOLÓGICAS PARA O MUNICÍPIO DE Knierin, I.S. 1 ; Robaina, L.E.S. 2 ; Trentin, R. 3 ; Sccoti, A.A.V. 4 ; Dias, D.F. 5 ; 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA Email:igorknierin@gmail.com;

Leia mais

LISTA DE RECUPERAÇÃO PARALELA DE CIÊNCIAS HUMANAS - GEOGRAFIA

LISTA DE RECUPERAÇÃO PARALELA DE CIÊNCIAS HUMANAS - GEOGRAFIA LISTA DE RECUPERAÇÃO PARALELA DE CIÊNCIAS HUMANAS - GEOGRAFIA Professor: GUILHERME Data: / /2016 Aluno (a): 3º ANO 1) O cálculo de fuso horário hoje é muito comum em uma sociedade globalizada. Explique

Leia mais

Análise Multicritério e Modelagem de Dados Ambientais. Web Treinamento do Instituto GEOeduc Autor: Arthur Paiva

Análise Multicritério e Modelagem de Dados Ambientais. Web Treinamento do Instituto GEOeduc Autor: Arthur Paiva Análise Multicritério e Modelagem de Dados Ambientais Web Treinamento do Instituto GEOeduc Autor: Arthur Paiva SUMÁRIO Análise Espacial e Geoprocessamento Mapeamento Temático no Ambiente SIG Conceito de

Leia mais

Ecologia de Paisagem Conceitos e métodos de pesquisa 2012

Ecologia de Paisagem Conceitos e métodos de pesquisa 2012 Ecologia de Paisagem Conceitos e métodos de pesquisa 2012 Bases de sensoriamento remoto Cálculo de métricas com Fragstats Leandro Reverberi Tambosi letambosi@yahoo.com.br Sensoriamento Remoto Conjunto

Leia mais

Semana de Estudos em Geoprocessamento LABORATÓRIO DE CARTOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO

Semana de Estudos em Geoprocessamento LABORATÓRIO DE CARTOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO Semana de Estudos em Geoprocessamento LABORATÓRIO DE CARTOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO Rio Tinto 2016 Módulo II - MNT Modelo Numérico do Terreno (Mapas de Declividade e Hipsometria) QGIS 2.10.1 Autores: Iara

Leia mais

Orogênese (formação de montanhas): o choque entre placas tectônicas forma as cordilheiras.

Orogênese (formação de montanhas): o choque entre placas tectônicas forma as cordilheiras. O RELEVO TERRESTRE A superfície terrestre não é uniforme, mas sim composta por irregularidades, apresentando formas altas ou baixas, planas ou onduladas. O relevo pode ser definido como o conjunto das

Leia mais

USO DE GEOTECNOLOGIAS PARA ANALISE GEOMORFOLÓGICA USANDO O USO E COBERTURA DE TERRA NO MUNICÍPIO DE NITERÓI-RJ.

USO DE GEOTECNOLOGIAS PARA ANALISE GEOMORFOLÓGICA USANDO O USO E COBERTURA DE TERRA NO MUNICÍPIO DE NITERÓI-RJ. USO DE GEOTECNOLOGIAS PARA ANALISE GEOMORFOLÓGICA USANDO O USO E COBERTURA DE TERRA NO MUNICÍPIO DE NITERÓI- RJ. Costa, B.L. 1 ; Marins, L.S. 2 ; Neto, D.S. 3 ; 1 UERJ - FFP Email:brunolopescosta@gmail.com;

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA (II)

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA (II) UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS DISCIPLINA: LEB450 TOPOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO II PROF. DR. CARLOS ALBERTO VETTORAZZI

Leia mais

Interbits SuperPro Web

Interbits SuperPro Web 1. (Ufrn 2013) Um estudante australiano, ao realizar pesquisas sobre o Brasil, considerou importante saber a localização exata de sua capital, a cidade de Brasília. Para isso, consultou o mapa a seguir:

Leia mais

Tutorial QGIS Modelagem Numérica de Terreno

Tutorial QGIS Modelagem Numérica de Terreno Tutorial QGIS Modelagem Numérica de Terreno Sistemas de Informações Geográficas Engenharia de Agrimensura e Cartográfica 7º Período Alunos: Valter Antônio da Silva Thomas Lucas Ricardo Professor: Ângelo

Leia mais

DETERMINAÇÃO DO PREÇO DA TERRA EM GOIÁS A PARTIR DO USO DE GEOESTATÍSTICA

DETERMINAÇÃO DO PREÇO DA TERRA EM GOIÁS A PARTIR DO USO DE GEOESTATÍSTICA DETERMINAÇÃO DO PREÇO DA TERRA EM GOIÁS A PARTIR DO USO DE GEOESTATÍSTICA Fábio Campos MACEDO 1 ; Laerte Guimarães FERREIRA 2 ; Nilson Clementino FERREIRA 3 1 Doutorando em Geografia IESA/UFG; Professor

Leia mais

Banco de Dados Geográficos

Banco de Dados Geográficos Banco de Dados Geográficos Valéria Gonçalves Soares Professora DIMAp/UFRN Conteúdo Bancos de Dados Geográficos 1. Conceitos e Definições Características Gerais 2. Modelos de Dados Geográficos Modelos de

Leia mais

Softwares de geoprocessamento e implantação de SIG s. Prof. Dr. Cristiano Zerbato

Softwares de geoprocessamento e implantação de SIG s. Prof. Dr. Cristiano Zerbato Softwares de geoprocessamento e implantação de SIG s Prof. Dr. Cristiano Zerbato O que são? Programa computacional capaz de processar as coordenadas Softwares CAD: sistemas voltados para desenho técnico

Leia mais

Geoprocessamento. Aula 09 SIG: operações espaciais. Maio de 2017 P ROFA. MARIANA A. G I ANNOT TI

Geoprocessamento. Aula 09 SIG: operações espaciais. Maio de 2017 P ROFA. MARIANA A. G I ANNOT TI Geoprocessamento Aula 09 SIG: operações espaciais Maio de 2017 P ROF. JOSÉ ALBERTO QUINTA NILHA P ROFA. MARIANA A. G I ANNOT TI Tópicos: Vetor x Matriz Operações espaciais Exercício Estrutura da Aula Sugestão

Leia mais

Curso Básico de Capacitação em Estudos da Paisagem

Curso Básico de Capacitação em Estudos da Paisagem UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS APLICADAS E EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E MEIO AMBIENTE BACHARELADO EM ECOLOGIA Laboratório de Cartografia e Geoprocessamento Curso Básico de

Leia mais

MAPA DIGITAL DE PRESSÕES ESTÁTICAS NO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO

MAPA DIGITAL DE PRESSÕES ESTÁTICAS NO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO MAPA DIGITAL DE PRESSÕES ESTÁTICAS NO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Guaraci Loureiro Sarzedas (1) Formado em Engenharia Civil, pela Universidade Mackenzie, São Paulo

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO MORFOMÉTRICA DA SUB-BACIA HIDROGRÁFICA DO RIBEIRÃO SÃO PEDRO, JEQUITINHONHA/MG Aline J. Freire 1, Cristiano Christofaro 2

CARACTERIZAÇÃO MORFOMÉTRICA DA SUB-BACIA HIDROGRÁFICA DO RIBEIRÃO SÃO PEDRO, JEQUITINHONHA/MG Aline J. Freire 1, Cristiano Christofaro 2 CARACTERIZAÇÃO MORFOMÉTRICA DA SUB-BACIA HIDROGRÁFICA DO RIBEIRÃO SÃO PEDRO, JEQUITINHONHA/MG Aline J. Freire 1, Cristiano Christofaro 2 1- Graduanda em Engenharia Florestal pela Universidade Federal dos

Leia mais

LISTA DE EXERCICIOS I TOPOGRAFIA I

LISTA DE EXERCICIOS I TOPOGRAFIA I LISTA DE EXERCICIOS I TOPOGRAFIA I 1-Em um mapa cuja escala é 1:2.500.000, duas cidades estão separadas, em linha reta, por 5 centímetros. A distância real (no terreno) entre essas duas cidades é a) 50

Leia mais

1 INTRODUÇÃO. PALAVRAS-CHAVE: Erosão, Carta de Suscetibilidade, Geoprocessamento, SIG.

1 INTRODUÇÃO. PALAVRAS-CHAVE: Erosão, Carta de Suscetibilidade, Geoprocessamento, SIG. Análise da Suscetibilidade dos Solos à Erosão Laminar Utilizando Sistema de Informação Geográfica na Bacia Hidrográfica da Lagoa Feia no Limite do Município de Campos dos Goytacazes/RJ Fabricia Benda,

Leia mais

A Indicação Geográfica Vale dos Vinhedos. Rogério Carlos Valduga Presidente Aprovale - Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos

A Indicação Geográfica Vale dos Vinhedos. Rogério Carlos Valduga Presidente Aprovale - Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos A Indicação Geográfica Vale dos Vinhedos Rogério Carlos Valduga Presidente Aprovale - Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos A Aprovale Associação dos Produtores de Vinhos Finos

Leia mais

ESTRUTURAS E FORMAS DE RELEVO

ESTRUTURAS E FORMAS DE RELEVO O relevo terrestre pode ser definido como as formas da superfície do planeta. O relevo se origina e se transforma sob a interferência de dois tipos de agentes: os agentes internos e externos. endógenos:

Leia mais

Mapas e suas representações computacionais

Mapas e suas representações computacionais Mapas e suas representações computacionais Tipos de dados: diversos tipos de dados são utilizados em SIG e suas representações computacionais. Mapas temáticos Descrevem de forma qualitativa, a distribuição

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO TOPOCART TOPOGRAFIA ENGENHARIA E AEROLEVANTAMENTOS S/S LTDA

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO TOPOCART TOPOGRAFIA ENGENHARIA E AEROLEVANTAMENTOS S/S LTDA MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO TOPOCART TOPOGRAFIA ENGENHARIA E AEROLEVANTAMENTOS S/S LTDA RELATÓRIO TÉCNICO LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMETRICO Brasília-DF, Setembro de 2012. ÍNDICE 1. LOCALIZAÇÃO

Leia mais

GERAÇÃO DE MAPA DE DECLIVIDADES PARA O ESTADO DO MARANHÃO COMO BASE PARA ZONEAMENTO ECOLÓGICO-ECONÔMICO

GERAÇÃO DE MAPA DE DECLIVIDADES PARA O ESTADO DO MARANHÃO COMO BASE PARA ZONEAMENTO ECOLÓGICO-ECONÔMICO GERAÇÃO DE MAPA DE DECLIVIDADES PARA O ESTADO DO MARANHÃO COMO BASE PARA ZONEAMENTO ECOLÓGICO-ECONÔMICO HOTT, M. C.; 1 CRISCUOLO, C.; 2 VALLADARES, G. S. RESUMO: O objetivo deste trabalho foi apresentar

Leia mais

II CONGRESSO BRASILEIRO DE ROCHAGEM 12 A 17 DE MAIO DE 2013 POÇOS DE CALDAS/MINAS GERAIS

II CONGRESSO BRASILEIRO DE ROCHAGEM 12 A 17 DE MAIO DE 2013 POÇOS DE CALDAS/MINAS GERAIS SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS COMO CONTRIBUIÇÃO À UTILIZAÇÃO DE PÓ DE ROCHA ORIUNDO DA FORMAÇÃO SERRA GERAL EM ÁREAS DE INDICAÇÕES GEOGRÁFICAS VITIVINÍCOLAS NO BRASIL Resumo Rosemary Hoff 1 Magda

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DE VINHEDOS LOCALIZADOS EM ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE NA INDICAÇÃO DE PROCEDÊNCIA VALE DOS VINHEDOS

IDENTIFICAÇÃO DE VINHEDOS LOCALIZADOS EM ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE NA INDICAÇÃO DE PROCEDÊNCIA VALE DOS VINHEDOS INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CAMPUS BENTO GONÇALVES IDENTIFICAÇÃO DE VINHEDOS LOCALIZADOS EM ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE NA INDICAÇÃO DE PROCEDÊNCIA VALE

Leia mais

Orientação e escala. Cartografia Prof. Dr. Raoni W. D. Bosquilia

Orientação e escala. Cartografia Prof. Dr. Raoni W. D. Bosquilia Orientação e escala Cartografia Prof. Dr. Raoni W. D. Bosquilia Conceituação Orientação é uma ação de determinar o lugar onde se encontra a direção dos pontos cardeais e colaterais. O primeiro passo para

Leia mais

Geologia e relevo. Bases geológicas e Classificação do relevo

Geologia e relevo. Bases geológicas e Classificação do relevo Geologia e relevo Bases geológicas e Classificação do relevo Bases Geológicas Placas tectônicas Formação geológica brasileira é antiga e estável, pois são escudos cristalinos e bacias sedimentares Essa

Leia mais

Aula 2 Sistemas de Coordenadas & Projeções Cartográficas. Flávia F. Feitosa

Aula 2 Sistemas de Coordenadas & Projeções Cartográficas. Flávia F. Feitosa Aula 2 Sistemas de Coordenadas & Projeções Cartográficas Flávia F. Feitosa Disciplina PGT 035 Geoprocessamento Aplicado ao Planejamento e Gestão do Território Junho de 2015 Dados Espaciais são Especiais!

Leia mais

MAPEAMENTO DE DECLIVIDADE DE VERTENTES: APLICAÇÃO NA APA DE GUARATUBA / PARANÁ

MAPEAMENTO DE DECLIVIDADE DE VERTENTES: APLICAÇÃO NA APA DE GUARATUBA / PARANÁ MAPEAMENTO DE DECLIVIDADE DE VERTENTES: APLICAÇÃO NA APA DE GUARATUBA / PARANÁ SILVEIRA, C. T.; Doutorando em Geografia, Universidade Federal do Paraná; e-mail: claudineits@pop.com.br. OKA-FIORI, C. 2

Leia mais

ANÁLISE DA HIPSOMETRIA E DECLIVIDADE NA SUB-BACIA DO RIO GAVIÃOZINHO BAHIA, COM UTILIZAÇÃO DE SENSORIAMENTO REMOTO E SIG

ANÁLISE DA HIPSOMETRIA E DECLIVIDADE NA SUB-BACIA DO RIO GAVIÃOZINHO BAHIA, COM UTILIZAÇÃO DE SENSORIAMENTO REMOTO E SIG ANÁLISE DA HIPSOMETRIA E DECLIVIDADE NA SUB-BACIA DO RIO GAVIÃOZINHO BAHIA, COM UTILIZAÇÃO DE SENSORIAMENTO REMOTO E SIG Rafael Carvalho SANTOS, Artur José Pires VEIGA Universidade Estadual do Sudoeste

Leia mais

Apresentar a importação de linhas e pontos cotados, em formato.dxf, afim de formarem um PI;

Apresentar a importação de linhas e pontos cotados, em formato.dxf, afim de formarem um PI; Adalberto Koiti Miura Silvia Cristina de Jesus Sumaia Resegue Aboud Thais Maria Sperandio Introdução ao Geoprocessamento (SER 300) Relatório do Laboratório 3 Modelagem Numérica do Terreno Objetivo O objetivo

Leia mais

Palavras-chaves: relevo; morfodinâmica; mapeamento; Presidente Prudente; Brasil.

Palavras-chaves: relevo; morfodinâmica; mapeamento; Presidente Prudente; Brasil. Revista Geográfica de América Central Número Especial EGAL, 2011- Costa Rica II Semestre 2011 pp. 1-16 GEOMORFOLOGIA DO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE-SP, BRASIL. RESUMO Melina Fushimi 1 João Osvaldo

Leia mais

Uso do gvsig como apoio a mapeamentos de solos. Palavras-chave: metodologia, mapeamento, solos, gvsig

Uso do gvsig como apoio a mapeamentos de solos. Palavras-chave: metodologia, mapeamento, solos, gvsig Uso do gvsig como apoio a mapeamentos de solos 1. Resumo Marilice Cordeiro Garrastazu Maria Augusta Doetzer Rosot Itamar Antônio Bognola A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária realiza pesquisas

Leia mais

MAPEAMENTO DAS ÁREAS DE RISCO À INUNDAÇÃO NA CIDADE DE GUARAPUAVA-PR

MAPEAMENTO DAS ÁREAS DE RISCO À INUNDAÇÃO NA CIDADE DE GUARAPUAVA-PR MAPEAMENTO DAS ÁREAS DE RISCO À INUNDAÇÃO NA CIDADE DE GUARAPUAVA-PR Thiago Roberto Goldoni Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO) E-mail: thiagoldoni@gmail.com INTRODUÇÃO Leandro RedinVestena

Leia mais

MAPEAMENTO GEOMORFOLÓGICO NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE SP, BRASIL.

MAPEAMENTO GEOMORFOLÓGICO NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE SP, BRASIL. MAPEAMENT GEMRFÓGIC N MUNICÍPI DE PRESIDENTE PRUDENTE SP, BRASI. Melina Fushimi (melinafushimi@yahoo.com.br), João svaldo Rodrigues Nunes (joaosvaldo@fct.unesp.br) Universidade Estadual Paulista Júlio

Leia mais

Morfometria do Município de Jenipapo de Minas no Vale do Jequitinhonha

Morfometria do Município de Jenipapo de Minas no Vale do Jequitinhonha - 1 - Ministério da Educação Brasil Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri UFVJM Minas Gerais Brasil Revista Vozes dos Vales: Publicações Acadêmicas Reg.: 120.2.095 2011 UFVJM ISSN: 2238-6424

Leia mais

MODELAGEM DE DADOS GEORREFERENCIADOS PARA ESTUDOS URBANOS NO PLANO PILOTO DE BRASÍLIA

MODELAGEM DE DADOS GEORREFERENCIADOS PARA ESTUDOS URBANOS NO PLANO PILOTO DE BRASÍLIA MODELAGEM DE DADOS GEORREFERENCIADOS PARA ESTUDOS URBANOS NO PLANO PILOTO DE BRASÍLIA Rafael Damiati Ferreira SER 300 Introdução ao Geoprocessamento Laboratório 1 Modelagem da Base de Dados Docentes: Dr.

Leia mais

4 METODOLOGIA. 4.1 MATERIAIS

4 METODOLOGIA. 4.1 MATERIAIS 23 4 METODOLOGIA. Para atingir os objetivos propostos deste estudo, várias fontes de dados e materiais foram utilizadas. A descrição foi dividida em duas partes para melhor compreensão, uma de materiais

Leia mais

Geografia Prof. Davi Cartografia

Geografia Prof. Davi Cartografia Geografia Prof. Davi Cartografia EXERCÍCIOS 4. (Fuvest 2012) Observe os seguintes mapas do Brasil: 1. (UNIFEI) Em um mapa no qual a escala é de 1: 100 000, a distância em linha reta entre duas cidades

Leia mais

ESTUDO DO RELEVO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO ARROIO CURUÇU, SANTIAGO, RIO GRANDE DO SUL

ESTUDO DO RELEVO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO ARROIO CURUÇU, SANTIAGO, RIO GRANDE DO SUL ESTUDO DO RELEVO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO ARROIO CURUÇU, SANTIAGO, RIO GRANDE DO SUL Thiago BAZZAN 1 Vagner Paz MENGUE 2 Luís Eduardo de Souza ROBAINA 3 RESUMO Os estudos sobre a dinâmica do relevo em

Leia mais

O QUE É GEOPROCESSAMENTO? Conjunto de tecnologias de coleta, tratamento e desenvolvimento de informações espaciais.

O QUE É GEOPROCESSAMENTO? Conjunto de tecnologias de coleta, tratamento e desenvolvimento de informações espaciais. O QUE É GEOPROCESSAMENTO? Conjunto de tecnologias de coleta, tratamento e desenvolvimento de informações espaciais. GEOPROCESSAMENTO O QUE É SIG? Sistema de Informações Geográficas Sistema de informações

Leia mais

GERAÇÃO DE CARTAS CLINOGRÁFICAS E HIPSOMÉTRICAS A PARTIR DE IMAGENS SRTM

GERAÇÃO DE CARTAS CLINOGRÁFICAS E HIPSOMÉTRICAS A PARTIR DE IMAGENS SRTM GERAÇÃO DE CARTAS CLINOGRÁFICAS E HIPSOMÉTRICAS A PARTIR DE IMAGENS SRTM LIDIANE CRISTINA FÉLIX GOMES¹, RAIANNY LEITE DO NASCIMENTO² ¹ Tecnóloga em Geoprocessamento, mestranda do PPG em Meteorologia, UFCG,

Leia mais

A PENÍNSULA IBÉRICA NA EUROPA E NO MUNDO

A PENÍNSULA IBÉRICA NA EUROPA E NO MUNDO A PENÍNSULA IBÉRICA NA EUROPA E NO MUNDO Limites da Península Ibérica Como qualquer península, a Península Ibérica está rodeada por mar com exceção de um lado chamado istmo. Tem como limites naturais:

Leia mais

O uso de atributos topográficos como subsídio para o mapeamento pedológico preliminar da bacia hidrográfica do rio Pequeno (Antonina/PR)

O uso de atributos topográficos como subsídio para o mapeamento pedológico preliminar da bacia hidrográfica do rio Pequeno (Antonina/PR) O uso de atributos topográficos como subsídio para o mapeamento pedológico preliminar da bacia hidrográfica do rio Pequeno (Antonina/PR) Nowatzki, A. (UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ) ; Santos, L.J.C. (UNIVERSIDADE

Leia mais

DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE: SISTEMA GEODÉSICO BRASILEIRO E TRANSFORMAÇÃO DE COORDENADAS

DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE: SISTEMA GEODÉSICO BRASILEIRO E TRANSFORMAÇÃO DE COORDENADAS DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE: SISTEMA GEODÉSICO BRASILEIRO E TRANSFORMAÇÃO DE COORDENADAS Fonte: http://ibge.gov.br/home/geociencias/geodesia/pmrg/faq.shtm#1 1. O que é um sistema geodésico de referência?

Leia mais

Costa, B.L. 1 ; PALAVRAS CHAVES: Planejamento ambiental; Geoprocessamento; Geomorfologia

Costa, B.L. 1 ; PALAVRAS CHAVES: Planejamento ambiental; Geoprocessamento; Geomorfologia USO DE GEOTECNOLOGIAS PARA ANALISE GEOMORFOLÓGICA USANDO O MAPA DE LOCALIZAÇÃO DE PONTOS DE MOVIMENTOS DE MASSAS NA. Costa, B.L. 1 ; 1 UERJ - FFP Email:brunolopescosta@gmail.com; RESUMO: O objetivo deste

Leia mais