1º Encontro HIPOCOAGULAÇÃO. Realidade na UCSP de Delães. (ACES do AVE III V.N. Famalicão) Auditório do Hospital de Magalhães Lemos, EPE.

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1 1º Encontro HIPOCOAGULAÇÃO Realidade na UCSP de Delães (ACES do AVE III V.N. Famalicão) Auditório do Hospital de Magalhães Lemos, EPE 6 Abril 2011

2 HIPOCOAGULAÇÃO - Realidade Portuguesa EM PORTUGAL Doenças cardiovasculares Doenças cerebrovasculares Principal causa de morte Anticoagulação oral (prevenção de ocorrência dos fenómenos tromboembólicos) (DGS, 2004) Estima-se que em Portugal existam cerca de doentes hipocoagulados, estando este número a aumentar a um ritmo próximo de 14% ao ano, segundo dados do IMS (Intercontinental Marketing Services) de (Roca, 2006). ROCA, RAFAEL A.; LÓPEZ, NATIVIDADE P. A Anticoagulação Oral com Antagonistas da Vitamina K. Set Roche. PORTUGAL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. DIRECÇÃO-GERAL DA SAÚDE Plano Nacional de Saúde Lisboa: Direcção Geral da Saúde, Vols. 1 e 2. 2

3 CONSULTA DE HIPOCOAGULAÇÃO Realidade na UCSP de Delães CONSULTA CONSULTA DE DE VIGILÂNCIA VIGILÂNCIA Consulta de hipocoagulação nos CSP (Modelo de descentralização) Comodidade Acessibilidade CONSULTA DE HIPOCOAGULAÇÃO (UCSP Delães) Iniciada em Junho de 2009 Local: UCSP Delães (na unidade ou no domicilio) Equipa: Enfermeiras (3) e Médicas (2) Terças e sextas (manhã) 3

4 FLUXOGRAMA 1 Consulta de vigilância do utente hipocoagulado (percurso) HOSPITAL MÉDICO DE FAMILIA UCSP DELÃES (secretariado clínico) Aguardar 15 minutos Atendimento de enfermagem DOMICILIO Atendimento médico HOSPITAL Secretariado clínico

5 CONSULTA DE HIPOCOAGULAÇÃO Realidade na UCSP de Delães TÉCNICAS FORMATIVAS BUROCRÁTICAS RELACIONAIS E COMUNICACIONAIS 5

6 CONSULTA DE HIPOCOAGULAÇÃO Realidade na UCSP de Delães MANUSEAMENTO DO COAGULÓMETRO PORTÁTIL DIFICULDADES TÉCNICAS FUNCIONAMENTO DO TAONET Elaborar esquemas de dosagem; Criar processo; Interligar os registos de enfermagem com os dos médicos.

7 CONSULTA DE HIPOCOAGULAÇÃO Realidade na UCSP de Delães EQUIPA MÉDICA 4 sessões (1 teórica e 3 práticas). EQUIPA DE ENFERMAGEM DIFICULDADES FORMATIVAS Explicação ocasional sobre funcionamento de taonet e manuseamento do coagulómetro; Pesquisa de autoconhecimento; Formação em serviço há 3 meses (ROCHE).

8 CONSULTA DE HIPOCOAGULAÇÃO Realidade na UCSP de Delães ESTRUTURAÇÃO DA CONSULTA DIFICULDADES BUROCRÁTICAS Definição dos dias e horários da consulta; Ajuste dos horários de atendimento médico e enfermagem.

9 CONSULTA DE HIPOCOAGULAÇÃO Realidade na UCSP de Delães Desmistificar ideias erróneas DIFICULDADES RELACIONAIS E COMUNICACIONAIS Resistência à mudança Credibilidade do método de monitorização Receios (impacto da doença por desconhecimento)

10 CONSULTA DE HIPOCOAGULAÇÃO Realidade na UCSP de Delães ACESSIBILIDADE COMODIDADE SIMPLICIDADE RAPIDEZ EFICÁCIA VANTAGENS REDUÇÃO TEMPO ESPERA PROXIMIDADE AUMENTO DA ADESÃO AO REGIME TERAPÊUTICO PARTICIPAÇÃO DO UTENTE NA EDIFICAÇÃO DA SUA SAÚDE 10

11 O B J E C T I V O S OBJECTIVOS GERAIS OBJECTIVOS ESPECIFICOS PROMOVER ADESÃO AO REGIME TERAPÊUTICO PREVENIR COMPLICAÇÕES ASSOCIADAS A DESCONTROLO DE INR INCENTIVAR ADESÃO AO REGIME TERAPÊUTICO (ALIMENTAÇÃO, MEDICAÇÃO) DESMISTIFICAR IDEIAS ERRÓNEAS INCENTIVAR A AUTO - VIGILÂNCIA DA TENSÃO ARTERIAL E FREQUÊNCIA CARDÍACA INCENTIVAR A AUTO - VIGILÂNCIA DE SINAIS E SINTOMAS ASSOCIADOS A COMPLICAÇÕES EXPLICAR À PESSOA A IMPORTÂNCIA DA MANUTENÇÃO DE VALORES DE INR [2,3] OU [2,5;3,5] ESTRATÉGIAS MONITORIZAR INR MONITORIZAR TA E FC AJUSTAR DOSAGEM DO ANTICOAGULANTE EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE: (Hábitos alimentares, regime medicamentoso, interacções, complicações, riscos ssociadas a hipertensão, sinais e sintomas consequentes de descontrolo de INR PRINCIPIO ORIENTADOR : Garantir eficiência e, fundamentalmente, efectividade ao melhor custo na sua prestação.

12 HIPOCOAGULAÇÃO - Realidade na UCSP de Delães DADOS ESTATISTICOS DISTRIBUIÇÃO DAS PATOLOGIAS PRINCIPIAS DISTRIBUIÇÃO DE UTENTES POR GÉNERO CLASSIFICAÇÃO DOS UTENTES POR IDADE Nº INSCRIÇÕES POR SEMESTRE Nº DE VISITAS POR MÊS 12

13 DADOS ESTATISTICOS 2009/2010 DISTRIBUIÇÃO DE UTENTES POR DIAGNÓSTICO PRINCIPAL PATOLOGIA Nº UTENTES PERCENTAGEM DE UTENTES FIBRILHAÇÃO AURICULAR TROMBOSES 9 10 PROTESES VALVULARES

14 DADOS ESTATISTICOS 2009/2010 Nº UTENTES POR GÉNERO Nº UTENTES POR GÉNERO HOMENS MULHERES

15 DADOS ESTATISTICOS 2009/2010 Nº UTENTES POR IDADE Idade Nº utentes «=30 2 ]30-40] 2 ]40-50] 0 ]50-60] 6 ]60-70] 25 ]70-80] 31 ]80-90] 20 A Incidência e prevalência de FA aumenta progressivamente com o avançar ar da idade 15

16 DADOS ESTATISTICOS 2009/2010 Aumento de 15% de utentes até Junho de 2010 Aumento de 28% de utentes no 2º semestre (Julho a Dezembro) 16

17 DADOS ESTATISTICOS 2009/2011 ANO MÊS Nº. Visitas

18 Em suma A TAO (terapêutica anticoagulante oral) surge como uma medida preventiva de alterações tromboembolicas; A descentralização das consultas de vigilância contribuem para aumentar a proximidade ao utente e a sua adesão ao regime terapêutico; Na consulta de vigilância de hipocoagulados da UCSP de Delães: A FA é a patologia que mais frequentemente está associada á decisão de iniciar TAO; A Incidência e prevalência de FA aumenta progressivamente com o avançar da idade; Os utentes com idades inferior a 50 anos iniciam TAO por diagnósticos de TVP e Próteses Valvulares Mecânicas. 18

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