O que é um apontador em C (type pointer in C)?

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O que é um apontador em C (type pointer in C)?"

Transcrição

1 O que é um apontador em C (type pointer in C)? Um apontador é uma variável que contém um endereço de outra variável. int x = 10;//variável inteira iniciada com o valor 10 int *px = &x;//variável apontadora iniciada com o endereço de localização na memória do x Neste caso temos x, como uma variável que armazena um valor do tipo inteiro e px como um apontador ou ponteiro do tipo inteiro que que armazena o endereço da variável x do tipo inteiro. Se a variável fosse do tipo char o apontador teria de ser do tipo char. O valor do apontador armazenado em px é o endereço na memória da variável x, obtido com o operador &, i.e., o endereço de x é dado por &x. Definição de variável apontadora? type* nomevarapontadora; //o type são os estudados em C Operador & O endereço de uma variável é obtido através do operador &. Operador referenciação de memória. int a = 43; // um inteiro iniciado a 43 int* ptrint; // apontador para inteiro não iniciado ptrint = &a; // ptrint passa a guardar o endereço de a- faz referencia ao endereço de a /* definir e iniciar ptrint1 na mesma linha com &a */ int *ptrint1 = &a; //O valor de a, de *ptrin e de prtint1 referem-se o mesmo valor 43 Operador * O operador * permite aceder ao conteúdo de uma posição memória para onde a apontador aponta. Operador desreferenciação. int b; //definição da variável b que irá armazenar um valor inteiro //ptrint foi definido e iniciado no exemplo anterior com endereço de a b =*ptrint;//b é afectado com o valor 43 *ptrint = 12; //o conteúdo apontado (referido) por prtint é alterado com 12. O valor do a, //exemplo anterior é alterado de 43 para 12. #include <stdio.h> int main() { int y, x = 1; //declara dois inteiros, um com o valor 1 int *px; //px é apontador para int. Não está iniciado com qualquer endereço px = &x; //px fica com o valor do endereço de x y = *px;//y fica com conteúdo do endereço de memória apontado por px, o valor 1 *px = 0;//conteúdo da posição de memória apontador por px, a variável x, fica a 0 printf("x=%d y=%d\n", x, y); // output: x=0 y=1 int* p;//apontador não iniciado, mas quando for usado o conteúdo terá que estar *P=2; //usar "conteúdo de " antes de p iniciado com o "endereço de " dá ERRO

2 NOTA IMPORTANTE: inicie apontador com o endereço de.. antes de usar o seu conteúdo Uso de apontadores * O valor de retorno de uma função pode ser um ponteiro: int* blabla(); O parametros de uma função pode ser um ponteiro: int abcd(char* a, int* b); A prioridade de & e * é superior à dos operadores aritméticos. int y, x=2; // define y e x com valor de 2 int* px=&x; //define e inicia px com endereço de x y = *px + 1; //funciona como esperado. Incrementa o valor de ++*px; //incrementa o valor de x, em que x é a variável apontada por px; (*px)++; //(os parênteses são necessários). Como discutido em aulas anteriores, em C os parâmetros são passados por valor. Por exemplo, no seguinte caso, o comportamento não é o esperado, a troca de valores apenas ocorre no contexto da função, não se manifestando fora da mesma. void trocas( int a, int b ) { int aux = a; a = b; b = aux; Podemos no entanto passar a ter parâmetros definidos como apontadores que recebem dos argumentos os valores de endereços das variáveis passadas e dentro da função acedemos aos conteúdos das variáveis passadas, podendo deste modo alterar o seu valor. No exemplo anterior não é possível alterar os argumentos. void trocap( int* a, int* b ) {//recebe valores quer são endereços de int aux = *a; //acesso aos conteúdos através operação desreferenciação (*a) *a = *b; *b = aux; Neste caso, esta função deverá ser chamada da seguinte forma: int x = 5, y = 6; trocarp(&x, &y); // Os valores dos endereços de &x e de &y Podemos também passar em parâmetros um array e dois índices que recebem como argumentos os valores armazenados do array e os valores dos índices. Uma variável array é naturalmente um endereço de memória onde se armazena os valores e dentro da função acede-se aos conteúdos da variável array através dos índices. void trocaa( int a[], int p, int q ) {//recebe em a o array e em p e q os índices int aux = a[p]; //acesso ao conteúdo de a através do índice p a[p] = a[q]; a[q] = aux; //o mesmo que void trocaa( int* a, int p, int q ) {//recebe em a o array e em p e q os índices int aux = *(a+p); //a[p]; //acesso ao conteúdo de a através do índice p *(a+p) = *(a+q); *(a+q) = aux;

3 Ponteiro nulo / Endereço zero O ponteiro nulo representa ou referencia o endereço 0. int *prt = NULL; O NULL está definido em stdlib.h, pelo que é necessário incluir este ficheiro se quisermos utilizar o NULL. Em C existe uma relação estreita entre apontadores e vectores (array). #include <stdio.h> int main() { int a[6] = {1, 2, 3, 4, 5, 6; int *pa = a; printf("%d %d %d\n", a[2], *(a+2), *(pa+2)); O a é em particular um ponteiro para a primeira posição do vector. Notar que os ponteiros têm uma aritmética própria, quando fazemos pa+2 estamos a avançar na realidade 2*sizeof(int)bytes, ou seja, pa+2 aponta para uma posição de memória 2*sizeof(int) bytes depois da posição apontada por pa. Podemos efectuar quer a operação + quer a operação - sobre variáveis apontadoras. Ainda que exista uma relação estreita entre ponteiros e tabelas, devemos ter em conta que: ainda que a declaração int* p1; declare o mesmo que int p2[];, temos que p1 pode ser alterado, mas p2 não pode ser alterado e int p2[]; só pode ser utilizado em certos casos; a declaração int p3[100]; declara uma tabela com 100 inteiros e aloca memória na quantidade necessária; a declaração char *text; não aloca qualquer memória, no entanto char *text = "ola"; aloca. Qual a diferença entre as duas declarações seguintes? char t1[] = "ola"; char *t2 = "ola"; Ambas alocam 4 bytes e copiam para essa posição de memória a sequência de caracteres 'o','l','a','\0' Em ambos os casos é possível modificar o conteúdo da memória alocada. Não é possível alterar o valor de t1, ou seja não é possível por t1 a apontar para outra posição de memória. É possível alterar o valor de t2. Exercícios e exemplos Exercício 1: Seja float a[100]; float *p=a; Indique para cada uma das seguintes afirmações é verdadeira ou falsa: a[i] é equivalente a *(a+i) &a[i] é equivalente a a+i

4 a[i] é equivalente a p[i] p[i] é equivalente a *(p+i) *a, a[0] e a são equivalentes a p[0] Exemplo 1: Cópia de sequências de caracteres. void strcpy( char* s, const char* t ){ int i = 0 while( (s[i] = t[i])!= \0 ) i++; ou void strcpy( char* s, const char* t ){ while( (*s = *t)!= \0 ) { s++; t++; ou void strcpy(char *s, const char *t){ while( (*s++ = *t++) ); Exercício 2: Quando fazemos int a; scanf("%d",&a); o que estamos a passar ao scanf? E Porque não precisamos do & no seguinte caso? char s[100]; scanf("%s",s);/o s neste caso já é o endereço Exemplo 2: A passagem por referência consegue-se, porque é passado o apontador: void levector(int *v, int tamanho ) { int i; for( i=0 ; i<tamanho ; i++) scanf("%d", &v[i]); Podemos escrever int* v ou int v[]. Como v já é um endereço, podemos alterar o v dentro da função. Argumentos da linha de comandos int main( int argc, char* argv[] ) { int i; for(i=1; i<argc; i++ ) printf("%s ", argv[i]); printf("\n"); O argumento argc fica com o número de argumentos passados ao programa na linha de comando, argv[0] é o nome com que o programa fui invocado e argv[i] é i-ésimo argumento. Se o código acima for compilado e se o executarmos com a seguir se apresenta produz a escrita em terminal de: teste hello world hello world

5 Alocação dinâmica de memória Até ao momento utilizámos sempre alocação estática: int tab[100]; Neste caso a memória é alocada durante o scope da variável, não é possível libertar a mesma quando já não é necessária, e não é possível utilizar a mesma fora do scope. A solução para ultrapassar estas limitações passa por utilizar alocação dinâmica. Função malloc void *malloc(size_t size); Esta função recebe como argumento o número de bytes o tipo size_t representa uma dimensão em bytes e devolve um apontado (endereço) para o primeiro byte do bloco de memória contígua alocada. O tipo de retorno void* indica um ponteiro para um tipo não especificado, o que permite a utilização desta função com qualquer tipo de dados. Posteriormente faz-se conversão para o tipo correcto por type cast. int *vec; vec = (int*) malloc(sizeof(int)*37); Função realloc void *realloc(void *ptr, size_t size); A função realloc recebe como argumentos um ponteiro ptr para bloco de memória já existente e a dimensão size que o novo bloco de memória deverá ter. Esta função devolve um ponteiro para novo bloco de memória e copia os valores do bloco antigo para o novo, em que se novo bloco for mais pequeno, só copia até caber, se o novo bloco for maior, copia tudo e deixa o resto sem ser inicializado. Se o argumento ptr for NULL, então a função realloc tem um comportamento idêntico ao da função malloc. Função free Para libertar memória podemos utilizar a função: void free(void *ptr); O argumento é um ponteiro para a primeira posição do bloco de memória contígua a libertar. Esta função não retorna nada. Como libertar a memória reservada com o malloc anterior? free(vec); Todas estas função estão definidas em stdlib.h, pelo que é necessário incluir este ficheiro (#include <stdlib.h> ).

6 Outras funções úteis Existem outras funções úteis para, por exemplo, inicializar a memória alocada ou para copiar segmentos de memória. De facto, a função void *calloc(size_t nelems, size_t size) permite tal como a função malloc alocar memória, neste caso para um vector com nelems elementos em que cada elemento tem size bytes, mas em que a memória é inicializada a zero. Em geral podemos inicializar qualquer segmento de memória com a função void *memset(void *s, int c, size_t n), definida em string.h, que inicializa os primeiros n bytes de memória apontada por s com o valor c. Qual deve ser o valor de c se quisermos inicializar um vector de inteiros com valor -1 em todas as entradas? A função void *memcpy(void *dest, const void *src, size_t n) é também útil para copiar segmentos de memória. Dados dois ponteiros src e dest para dois segmentos de memória sem sobreposição, esta função copia os primeiros n bytes apontados por src para os primeiros n bytes apontados por dest. É do programador a responsabilidade de garantir que não existe sobreposição entre os segmentos de memória e que os acessos de leitura e escrita ocorrem dentro dos limites da memória alocada. Exercício já resolvido: Envolve alocação dinâmica. #include <stdio.h> #include <string.h> #include <stdlib.h> int main() { char *str1=null, *str2=null; //definir e iniciar um array dinámico de char str1 = (char *)malloc(11); //10+1 (1 é para o \0) strcpy(str1, "ABCDEFGHIJ");//faz cópia para str1 de "ABC..J" //O str2 é NULL então esta função tem comportamento do malloc str2 = (char *)realloc(str2, 20);//20 é o tamanho do novo bloco. printf("endereço de str1= %p\n", str1); printf("endereço de str2= %p\n", str2); //Este novo bloco de memória tem a cópia dos valores do str1 que ocupa 11 chars str1 = (char *)realloc(str1, 200);//novo bloco de memória de tamanho 100 strcat(str1, " acrescentar ABCD"); printf("novo endereço de str1= %p\n", str1); printf("conteudo de str1= %s tamanho=%d\n", str1, strlen(str1)); char* s=strchr(str1,'z'); if( s== NULL ) printf("o Z não existe\n"); s=strchr(str1,'t'); if( s!= NULL ) printf("o t existe e a string a partir de t é =%s\n",s); free(str1);//libertar o bloco de memoria, porque não é mais necessário free(str2); Mais uma funções com uso de alocação dinâmica de memória //capacidade inicial 10 que vai crescendo com o factor de duplicação #define MAX 10 /*lê valores inteiros para o array a ser criado, preenchido e retornado por quem *chamar esta função. O total de valores é passado em parâmetro por referência. */ int* preencherarray(int* fact ){//fact recebe endereço-passagem por referência printf("digite inteiros e termine com uma letra\n"); int* v = malloc( sizeof(int)*(*fact) );//alocar um bloco de memória array v int i; for( i=0 ; ; i++ ) { if( scanf("%d", &v[i])!=1 ) break;//o for(;;) termina quando se digita letra if( i==*fact-1 ) { *fact *=2; //factor de duplicação v = realloc( v, sizeof(int)*(*fact) );//realocar novo bloco de memória *fact=i;//actualizar o parametro de referencia com o total return v; //retorna para quem chama este array de inteiros

Ponteiros. Introdução

Ponteiros. Introdução Ponteiros Introdução Conceito Um PONTEIRO ou APONTADOR é uma variável usada para armazenar um endereço de memória. Normalmente, o endereço armazenado em um PONTEIRO é a posição de uma outra variável na

Leia mais

Programação II. Vetores e Alocação Dinâmica. Bruno Feijó Dept. de Informática, PUC-Rio

Programação II. Vetores e Alocação Dinâmica. Bruno Feijó Dept. de Informática, PUC-Rio Programação II Vetores e Alocação Dinâmica Bruno Feijó Dept. de Informática, PUC-Rio Vetores (arrays) Vetor: estrutura de dados definindo um conjunto enumerável Exemplo: v = vetor de inteiros com 10 elementos

Leia mais

Programação. Cap. 12 Gestão de Memória Dinâmica

Programação. Cap. 12 Gestão de Memória Dinâmica Programação Engenharia Informática (11543) 1º ano, 1º semestre Tecnologias e Sistemas de Informação (6619) 1º ano, 1º semestre Cap. 12 Gestão de Memória Dinâmica Sumário : Utilização de memória Alocação

Leia mais

Alocação Dinâmica em C

Alocação Dinâmica em C Universidade de São Paulo São Carlos Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação Alocação Dinâmica em C Profa Rosana Braga Adaptado de material preparado pela profa Silvana Maria Affonso de Lara

Leia mais

A linguagem C permite dois tipos de alocação de memória: Alocação estática e alocação dinâmica.

A linguagem C permite dois tipos de alocação de memória: Alocação estática e alocação dinâmica. Alocação de Memória Todo programa precisa utilizar memória para ser executado. Quando um programa inicia sua execução, ele começa a solicitar memória ao sistema operacional, ou seja, faz a alocação de

Leia mais

Módulo 5 Vetores e Alocação Dinâmica

Módulo 5 Vetores e Alocação Dinâmica Estruturas de Dados Módulo 5 Vetores e Alocação Dinâmica 1/9/2005 (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1 Referências Waldemar Celes, Renato Cerqueira, José Lucas Rangel, Introdução a Estruturas de Dados, Editora

Leia mais

Exercícios. Alocação Dinâmica. Alocação dinâmica de memória. Alocação de memória. Alocação da Memória Principal. Alocação da Memória Principal

Exercícios. Alocação Dinâmica. Alocação dinâmica de memória. Alocação de memória. Alocação da Memória Principal. Alocação da Memória Principal Exercícios 1) Crie uma função que recebe os coeficientes de uma função do 2o. grau e retorna as raízes sem usar vetor. 2) Faça um programa que acha o maior e o menor inteiro dentro de um vetor de 10 inteiros,

Leia mais

1 Exercícios com ponteiros

1 Exercícios com ponteiros Computação para Informática Funções e Ponteiros1 EXERCÍCIOS COM PONTEIROS Computação para Informática - Prof. Adriano Joaquim de Oliveira Cruz Aula Prática - Funções e ponteiros O objetivo desta aula prática

Leia mais

Estruturas de Dados Aula 6: Cadeias de 28/03/2010

Estruturas de Dados Aula 6: Cadeias de 28/03/2010 Estruturas de Dados Aula 6: Cadeias de Caracteres 28/03/2010 Caracteres Caracteres são representados internamente por códigos numéricos Tipo char (inteiro pequeno ) 1 byte (8 bits) 256 caracteres possíveis

Leia mais

Modulo 12: alocação dinâmica de memória

Modulo 12: alocação dinâmica de memória PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES V - TCC- 00.323 Modulo 12: alocação dinâmica de memória Aura - Erick aconci@ic.uff.br, erickr@id.uff.br Roteiro porque e como utilizar a alocação dinâmica funções: malloc (

Leia mais

Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Computação. Linguagem C: ponteiros e alocação dinâmica

Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Computação. Linguagem C: ponteiros e alocação dinâmica Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Computação Linguagem C: ponteiros e alocação dinâmica Prof. Renato Pimentel 1 Ponteiros 2 Prof. Renato Pimentel 1 Ponteiros: introdução Toda a informação

Leia mais

Algoritmos e Estruturas de Dados. Prof. Marcelo Zorzan Profa. Melissa Zanatta

Algoritmos e Estruturas de Dados. Prof. Marcelo Zorzan Profa. Melissa Zanatta Algoritmos e Estruturas de Dados Prof. Marcelo Zorzan Profa. Melissa Zanatta Assuntos da Aula Alocação de Memória Alocação estática de memória Alocação dinâmica de memória Malloc, Calloc, Free, Realloc

Leia mais

Métodos Computacionais. Vetores e Matrizes Dinâmicas

Métodos Computacionais. Vetores e Matrizes Dinâmicas Métodos Computacionais Vetores e Matrizes Dinâmicas Vetores Um programa para o cálculo da média Média m n i= = 1 n x i Variância v n i= = 1 ( x i n m) 2 A forma mais simples de estruturar um conjunto de

Leia mais

Estruturas de Dados. Introdução Definição de Ponteiros Declaração de Ponteiros em C Manipulação de Ponteiros em C

Estruturas de Dados. Introdução Definição de Ponteiros Declaração de Ponteiros em C Manipulação de Ponteiros em C Estruturas de Dados Revisão de Ponteiros Prof. Ricardo J. G. B. Campello Sumário Introdução Definição de Ponteiros Declaração de Ponteiros em C Manipulação de Ponteiros em C Operações Ponteiros e Arranjos

Leia mais

Linguagem C Apontadores. Endereços e apontadores Passagem de parâmetros para funções Apontadores e vectores Memória dinâmica

Linguagem C Apontadores. Endereços e apontadores Passagem de parâmetros para funções Apontadores e vectores Memória dinâmica Linguagem C Apontadores Endereços e apontadores Passagem de parâmetros para funções Apontadores e vectores Memória dinâmica Endereços de Memória Podemos considerar a memória como um vector M, em que cada

Leia mais

Estrutura de Dados. Aula 07 Alocação Dinâmica

Estrutura de Dados. Aula 07 Alocação Dinâmica Estrutura de Dados Aula 07 Alocação Dinâmica 2 ALOCAÇÃO DINÂMICA Existem três modos de reservar espaço de memória para o armazenamento de informações: 1ª - através do uso de variáveis globais (e estáticas).

Leia mais

Tipos Básicos. Operadores de Incremento e Decremento. Operador Sizeof. Estruturas de Dados Aula 2: Estruturas Estáticas

Tipos Básicos. Operadores de Incremento e Decremento. Operador Sizeof. Estruturas de Dados Aula 2: Estruturas Estáticas Tipos Básicos Quantos valores distintos podemos representar com o tipo char? Estruturas de Dados Aula 2: Estruturas Estáticas 03/03/2010 Operadores de Incremento e Decremento ++ e -- Incrementa ou decrementa

Leia mais

Estruturas de Dados Aula 2: Estruturas Estáticas 02/03/2011

Estruturas de Dados Aula 2: Estruturas Estáticas 02/03/2011 Estruturas de Dados Aula 2: Estruturas Estáticas 02/03/2011 Tipos Básicos Quantos valores distintos podemos representar com o tipo char? Operadores de Incremento e Decremento ++ e -- Incrementa ou decrementa

Leia mais

Estruturas de Dados Aulas 3 e 4: Uso da. 14/03/2011 e 16/03/2011

Estruturas de Dados Aulas 3 e 4: Uso da. 14/03/2011 e 16/03/2011 Estruturas de Dados Aulas 3 e 4: Uso da memória e Vetores 14/03/2011 e 16/03/2011 Uso da memória Existem 3 maneiras de reservar o espaço da memória: Variáveis globais (estáticas) Espaço existe enquanto

Leia mais

1 Exercícios com ponteiros

1 Exercícios com ponteiros Computação para Informática - Prof. Adriano Joaquim de Oliveira Cruz Oitava Aula Prática - 29 de outubro de 2010 O objetivo desta aula prática é exercitar ponteiros e funções. 1 Exercícios com ponteiros

Leia mais

LINGUAGEM C: ALOCAÇÃO DINÂMICA

LINGUAGEM C: ALOCAÇÃO DINÂMICA LINGUAGEM C: ALOCAÇÃO DINÂMICA Prof. André Backes DEFINIÇÃO Sempre que escrevemos um programa, é preciso reservar espaço para as informações que serão processadas. Para isso utilizamos as variáveis Uma

Leia mais

Curso de Programação C em Ambientes Linux Aula 05

Curso de Programação C em Ambientes Linux Aula 05 Curso de Programação C em Ambientes Linux Aula 05 Centro de Engenharias da Mobilidade - UFSC Professores Gian Berkenbrock e Giovani Gracioli http://www.lisha.ufsc.br/c+language+course+resources Conteúdo

Leia mais

INF 1007 Programação II

INF 1007 Programação II INF 1007 Programação II Aula 04 Alocação Dinâmica Edirlei Soares de Lima Vetores - Declaração e Inicialização Declaração de um vetor: int meu_vetor[10]; Reserva um espaço de memória

Leia mais

5. Vetores e alocação dinâmica

5. Vetores e alocação dinâmica 5. Vetores e alocação dinâmica W. Celes e J. L. Rangel 5.1. Vetores A forma mais simples de estruturarmos um conjunto de dados é por meio de vetores. Como a maioria das linguagens de programação, C permite

Leia mais

Linguagem C (continuação)

Linguagem C (continuação) Linguagem C (continuação) Funções, arrays e ponteiros Slides adaptados, inspirados, muitos copiados dos slides do professor Pedro Pereira Centro de Cálculo Instituto Superior de Engenharia de Lisboa João

Leia mais

Bruno Hott Algoritmos e Estruturas de Dados I DECSI UFOP. Alocação Dinâmica de Memória

Bruno Hott Algoritmos e Estruturas de Dados I DECSI UFOP. Alocação Dinâmica de Memória Bruno Hott Algoritmos e Estruturas de Dados I DECSI UFOP Alocação Dinâmica de Memória Alocação Estática x Dinâmica C: dois tipos de alocação de memória: Estática e Dinâmica Na alocação estática, o espaço

Leia mais

Linguagem C: Ponteiros - Alocação Dinâmica

Linguagem C: Ponteiros - Alocação Dinâmica Prof. Paulo R. S. L. Coelho paulo@facom.ufu.br Faculdade de Computação Universidade Federal de Uberlândia GEQ007 Organização 1 Ponteiros Alocação Dinâmica de Memória 2 3 4 Organização Ponteiros Alocação

Leia mais

Sumário. Introdução à Ciência da Computação. Ponteiros em C. Introdução. Definição. Por quê ponteiros são importantes?

Sumário. Introdução à Ciência da Computação. Ponteiros em C. Introdução. Definição. Por quê ponteiros são importantes? Introdução à Ciência da Computação Ponteiros em C Prof. Ricardo J. G. B. Campello Sumário Introdução Definição de Ponteiros Declaração de Ponteiros em C Manipulação de Ponteiros em C Operações Ponteiros

Leia mais

Alocação de Memória. Lucas Ferrari de Oliveira Professor Adjunto Universidade Federal do Paraná (UFPR)

Alocação de Memória. Lucas Ferrari de Oliveira Professor Adjunto Universidade Federal do Paraná (UFPR) Alocação de Memória Linguagem de Programação Estruturada 1 Alocação dinâmica e ponteiros Lucas Ferrari de Oliveira Professor Adjunto Universidade Federal do Paraná (UFPR) Sumario Introdução Alocação Estática

Leia mais

Listas (cont.) K&R: Capitulo 6. Lista Simplesmente Ligada IAED, 2012/2013. Conjunto de nós. Cada nó contém. head NULL. typedef struct node {

Listas (cont.) K&R: Capitulo 6. Lista Simplesmente Ligada IAED, 2012/2013. Conjunto de nós. Cada nó contém. head NULL. typedef struct node { Listas (cont.) K&R: Capitulo 6 Lista Simplesmente Ligada Conjunto de nós head NULL Cada nó contém Informação útil Ponteiro para o próimo nó typedef struct node Item item; struct node *net; *link; Item

Leia mais

INF1007: Programação 2. 2 Alocação Dinâmica. 17/02/2014 (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1

INF1007: Programação 2. 2 Alocação Dinâmica. 17/02/2014 (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1 INF1007: Programação 2 2 Alocação Dinâmica 17/02/2014 (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1 Tópicos Alocação dinâmica Vetores locais e funções 17/02/2014 (c) Dept. Informática - PUC-Rio 2 Alocação Dinâmica

Leia mais

Caracteres e Cadeias de Caracteres

Caracteres e Cadeias de Caracteres Caracteres e Cadeias de Caracteres INF1005 Programação I Prof. Hélio Lopes lopes@inf.puc-rio.br sala 408 RDC 1 caracteres e cadeias de caracteres tópicos caracteres cadeias de caracteres (strings) vetor

Leia mais

Ponteiros e Alocação Dinâmica em C. Fonte: DCC UFMT (modificado)

Ponteiros e Alocação Dinâmica em C. Fonte: DCC UFMT (modificado) Ponteiros e Alocação Dinâmica em C Fonte: DCC UFMT (modificado) Definições Variáveis : endereçam uma posição de memória que contem um determinado valor dependendo do seu tipo (char, int, float, double,...)

Leia mais

Ponteiros, ponteiros e vetores e alocação dinâmica de memória

Ponteiros, ponteiros e vetores e alocação dinâmica de memória Ponteiros Ponteiros ou apontadores (em inglês pointers) são variáveis cujo conteúdo é um endereço. Já vimos que variáveis são posições na memória que podem conter um determinado valor dependendo de seu

Leia mais

Alocação dinâmica de Memória

Alocação dinâmica de Memória Alocação dinâmica de Memória Vetores e Arrays A variável vetor é uma variável que armazena outras variáveis, no caso tem que ser do mesmo tipo. Exemplo Criar um cont Declarar um vet com o tamanho Laço

Leia mais

Tipos Abstratos de Dados. Estrutura de Dados

Tipos Abstratos de Dados. Estrutura de Dados Tipos Abstratos de Dados Tipo Abstrato de Dados ou TAD Idéia principal: desvincular o tipo de dado (valores e operações) de sua implementação: O que o tipo faz e não como ele faz! Vantagens da desvinculação:

Leia mais

Introdução à Computação

Introdução à Computação Introdução à Computação Linguagem C Aula de hoje Introdução Vetores (revisão) Relacionamento entre vetores e ponteiros Professor: André de Carvalho Definição: coleção de valores de dados individuais com

Leia mais

Estruturas de Dados. Módulo 4 Funções. 9/8/2005 (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1

Estruturas de Dados. Módulo 4 Funções. 9/8/2005 (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1 Estruturas de Dados Módulo 4 Funções 9/8/2005 (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1 Referências Waldemar Celes, Renato Cerqueira, José Lucas Rangel, Introdução a Estruturas de Dados, Editora Campus (2004)

Leia mais

Linguagem de Programação I Vetores e Strings. Thiago Leite Francisco Barretto

Linguagem de Programação I Vetores e Strings. Thiago Leite Francisco Barretto Linguagem de Programação I Vetores e Strings Thiago Leite Francisco Barretto Vetores são matrizes unidimensionais; Uma matriz é uma coleção de

Leia mais

Strings. Introdução. Definição de strings. Criação/Declaração de strings. Inicialização de strings. Manipulação de strings. Exemplos.

Strings. Introdução. Definição de strings. Criação/Declaração de strings. Inicialização de strings. Manipulação de strings. Exemplos. Introdução Definição de strings. Criação/Declaração de strings. Inicialização de strings. Manipulação de strings. Exemplos. 1 definições Uma string é uma sequência, um conjunto, ou uma cadeia de caracteres.

Leia mais

Programação Estruturada Prof. Rodrigo Hausen Organização e Gerenciamento de Memória

Programação Estruturada Prof. Rodrigo Hausen  Organização e Gerenciamento de Memória Programação Estruturada Prof. Rodrigo Hausen http://progest.compscinet.org Organização e Gerenciamento de Memória 1 AULA PASSADA - vetores ou arrays Declaração de um vetor (array) em C: tipo nome[tamanho];

Leia mais

Alocação Dinâmica de Memória

Alocação Dinâmica de Memória Alocação Dinâmica de Memória Luiz Chaimowicz, Raquel O. Prates, Pedro O.S. Vaz de Melo Algoritmos e Estruturas de Dados II DCC UFMG Alocação Estática x Dinâmica C: dois tipos de alocação de memória: Estática

Leia mais

Introdução a Programação de Jogos

Introdução a Programação de Jogos Introdução a Programação de Jogos Aula 03 Introdução a Linguagem C Edirlei Soares de Lima Estrutura de um Programa C Inclusão de bibliotecas auxiliares: #include Definição

Leia mais

ponteiros INF Programação I Prof. Roberto Azevedo

ponteiros INF Programação I Prof. Roberto Azevedo ponteiros INF1005 -- Programação I -- 2016.1 Prof. Roberto Azevedo razevedo@inf.puc-rio.br ponteiros tópicos o que são ponteiros operadores usados com ponteiros passagem de ponteiros para funções referência

Leia mais

Aula 9 Oficina de Programação Strings. Profa. Elaine Faria UFU

Aula 9 Oficina de Programação Strings. Profa. Elaine Faria UFU Aula 9 Oficina de Programação Strings Profa. Elaine Faria UFU - 2017 String Cadeia de caracteres (ou String) É uma seqüência de letras e símbolos, na qual os símbolos podem ser espaços em branco, dígitos

Leia mais

Estruturas. K&R: Capitulo 6. Estruturas IAED, 2014/2015. Introdução às Estruturas Estruturas e Funções Vectores de Estruturas Typedef Exemplo

Estruturas. K&R: Capitulo 6. Estruturas IAED, 2014/2015. Introdução às Estruturas Estruturas e Funções Vectores de Estruturas Typedef Exemplo Estruturas K&R: Capitulo 6 Estruturas Introdução às Estruturas Estruturas e Funções Vectores de Estruturas Typedef Exemplo 2 1 Motivação Definir uma representação agregada na linguagem C para manipular

Leia mais

Hello World. Linguagem C. Tipos de Dados. Palavras Reservadas. Operadores Aritméticos. Pré e pós incremento e pré e pós decremento

Hello World. Linguagem C. Tipos de Dados. Palavras Reservadas. Operadores Aritméticos. Pré e pós incremento e pré e pós decremento Hello World Linguagem C printf("hello world!\n"); main é a função principal, a execução do programa começa por ela printf é uma função usada para enviar dados para o vídeo Palavras Reservadas auto double

Leia mais

INTRODUÇÃO À LINGUAGEM C. Prof. Msc. Luis Filipe Alves Pereira 2015

INTRODUÇÃO À LINGUAGEM C. Prof. Msc. Luis Filipe Alves Pereira 2015 INTRODUÇÃO À LINGUAGEM C Prof. Msc. Luis Filipe Alves Pereira 2015 INTRODUÇÃO À LINGUAGEM C 02/23 INTRODUÇÃO Criada em 1972 na AT&T Bell Labs É uma das linguagens mais populares. Existem poucas arquiteturas

Leia mais

Introdução a Programação. Ponteiros e Strings, Alocação Dinâmica

Introdução a Programação. Ponteiros e Strings, Alocação Dinâmica Introdução a Programação Ponteiros e Strings, Alocação Dinâmica Tópicos da Aula Hoje aprenderemos a relação entre ponteiros e strings Ponteiros para strings X Vetores de Caracteres Vetores de ponteiros

Leia mais

O vetor é provavelmente um dos mais simples e importantes tipos agregados. Através do seu uso, podemos

O vetor é provavelmente um dos mais simples e importantes tipos agregados. Através do seu uso, podemos Cláudio C. Rodrigues Faculdade da Computação -UFU LINGUAGEM C 04: VETORES, STRINGS E MATRIZES Faculdade da Computação - UFU 1 Introdução & Objetivo O vetor é provavelmente um dos mais simples e importantes

Leia mais

Estruturas de dados. IPC2 1999/2000 F. Nunes Ferreira

Estruturas de dados. IPC2 1999/2000 F. Nunes Ferreira Estruturas de dados IPC2 1999/2000 F. Nunes Ferreira Acetatos baseados no livro C: How to Program (second edition) H. M. Deitel P. J. Deitel Prentice Hall, 1994 Estruturas de dados Introdução 2 Arrays

Leia mais

Índice. Capítulo 1 - Introdução

Índice. Capítulo 1 - Introdução Índice i Índice Capítulo 1 - Introdução 1. Estruturas na linguagem C... 1 1.1. A necessidade de utilizar Estruturas... 1 1.2. Definição de estrutura... 1 1.3. Como aceder aos campos de uma estrutura...

Leia mais

Alocação Dinâmica de Memória. David Menotti Algoritmos e Estruturas de Dados II DInf UFPR

Alocação Dinâmica de Memória. David Menotti Algoritmos e Estruturas de Dados II DInf UFPR Alocação Dinâmica de Memória David Menotti Algoritmos e Estruturas de Dados II DInf UFPR Alocação Estática x Dinâmica C: dois tipos de alocação de memória: Estática e Dinâmica Na alocação estática, o espaço

Leia mais

Operaçõe õ s c om o Strings Intr oduç ão a o Ponte iros o e Funçõe õ s

Operaçõe õ s c om o Strings Intr oduç ão a o Ponte iros o e Funçõe õ s Universidade de São Paulo São Carlos Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação Operações com Strings Introdução a Ponteiros e Funções Profa Rosana Braga 1 Strings Strings são seqüências de caracteres

Leia mais

Universidade de Brasília. Departamento de Ciência da Computação. Curso C: Estruturas. Prof. Ricardo Pezzuol Jacobi

Universidade de Brasília. Departamento de Ciência da Computação. Curso C: Estruturas. Prof. Ricardo Pezzuol Jacobi Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Computação Curso C: Estruturas Prof. Ricardo Pezzuol Jacobi rjacobi@cic.unb.br Estruturas Struct s o cole es de dados heterog neos agrupados em uma mesma

Leia mais

Matrizes em C. Lucas Ferrari de Oliveira Professor Adjunto. Universidade Federal do Paraná

Matrizes em C. Lucas Ferrari de Oliveira Professor Adjunto. Universidade Federal do Paraná em C Lucas Ferrari de Oliveira Professor Adjunto Universidade Federal do Paraná Uma matriz é uma coleção de variáveis do mesmo tipo que é referenciada por um nome comum; Em C todas as matrizes consistem

Leia mais

Caracteres e Strings

Caracteres e Strings Caracteres e Strings String em C É um array de elementos do tipo char terminado pelo caractere nulo Caractere nulo: '\0' Valor zero em qualquer código de caracteres Strings são essenciais em qualquer programa

Leia mais

Vetores e Matrizes. Conceito. Conceito. Conceito. Conceito. Conceito. Variáveis Compostas Homogêneas. Matriz

Vetores e Matrizes. Conceito. Conceito. Conceito. Conceito. Conceito. Variáveis Compostas Homogêneas. Matriz Variáveis Compostas Homogêneas São conhecidas na linguagem C como matrizes. Vetores e es É um conjunto de variáveis do mesmo tipo, acessíveis com um único nome e armazenadas de forma contínua na memória.

Leia mais

Introdução à Computação

Introdução à Computação Introdução à Computação Linguagem C Professor: André de Carvalho Aula de hoje Introdução Tipos compostos Tipo enumeração Conclusão Tipos compostos A Linguagem C permite criar tipos de dados definíveis

Leia mais

Métodos Computacionais. Funções, Escopo de Variáveis e Ponteiros

Métodos Computacionais. Funções, Escopo de Variáveis e Ponteiros Métodos Computacionais Funções, Escopo de Variáveis e Ponteiros Tópicos da Aula Hoje vamos detalhar funções em C Escrevendo funções Comando return Passagem de argumentos por valor Execução de uma função

Leia mais

Ponteiros e Tabelas. AED 2003/2004 p.1/37

Ponteiros e Tabelas. AED 2003/2004 p.1/37 AED 2003/2004 p.1/37 Ponteiros e Tabelas Endereços e ponteiros Ponteiros e argumentos de funções Ponteiros e tabelas Aritmética de endereços Ponteiros para caracteres Tabelas de ponteiros e ponteiros para

Leia mais

Programação. MEAer e LEE. Bertinho Andrade da Costa. Instituto Superior Técnico. Argumentos da linha de comando Funções recursivas

Programação. MEAer e LEE. Bertinho Andrade da Costa. Instituto Superior Técnico. Argumentos da linha de comando Funções recursivas Programação MEAer e LEE Bertinho Andrade da Costa 2010/2011 1º Semestre Instituto Superior Técnico Argumentos da linha de comando Funções recursivas Programação 2010/2011 DEEC-IST Arg. da linha de comando;

Leia mais

20 - Ponteiros em C Parte 1

20 - Ponteiros em C Parte 1 20 - Ponteiros em C Parte 1 Unesp Campus de Guaratinguetá Curso de Programação Computadores Prof. Aníbal Tavares Profa. Cassilda Ribeiro Ministrado por: Prof. André Amarante 10.4 Ponteiros: Operações Aritméticas

Leia mais

Gilberto A. S. Segundo. 24 de agosto de 2011

Gilberto A. S. Segundo. 24 de agosto de 2011 Exercícios - Alocação Dinâmica Gilberto A. S. Segundo Programação Aplicada de Computadores Engenharia Elétrica Universidade Federal do Espírito Santo - UFES 24 de agosto de 2011 1 / 23 Grupo de e-mail

Leia mais

Estruturas da linguagem C. 1. Identificadores, tipos primitivos, variáveis e constantes, operadores e expressões.

Estruturas da linguagem C. 1. Identificadores, tipos primitivos, variáveis e constantes, operadores e expressões. 1 Estruturas da linguagem C 1. Identificadores, tipos primitivos, variáveis e constantes, operadores e expressões. Identificadores Os identificadores seguem a duas regras: 1. Devem ser começados por letras

Leia mais

Linguagem C: Introdução

Linguagem C: Introdução Linguagem C: Introdução Linguagem C É uma Linguagem de programação genérica que é utilizada para a criação de programas diversos como: Processadores de texto Planilhas eletrônicas Sistemas operacionais

Leia mais

Alocação Dinâmica. Túlio Toffolo BCC202 Aula 02 Algoritmos e Estruturas de Dados I

Alocação Dinâmica. Túlio Toffolo  BCC202 Aula 02 Algoritmos e Estruturas de Dados I Alocação Dinâmica Túlio Toffolo tulio@toffolo.com.br www.toffolo.com.br BCC202 Aula 02 Algoritmos e Estruturas de Dados I Esquema de Memória baixa Código do Programa Variáveis Globais e Estáticas Memória

Leia mais

LINGUAGEM C: ARRAYS DE CARACTERES: STRINGS

LINGUAGEM C: ARRAYS DE CARACTERES: STRINGS LINGUAGEM C: ARRAYS DE CARACTERES: STRINGS Prof. André Backes DEFINIÇÃO String Sequência de caracteres adjacentes na memória. Essa sequência de caracteres, que pode ser uma palavra ou frase Em outras palavras,

Leia mais

LINGUAGEM C: ARRAYS DE CARACTERES: STRINGS

LINGUAGEM C: ARRAYS DE CARACTERES: STRINGS LINGUAGEM C: ARRAYS DE CARACTERES: STRINGS Prof. André Backes DEFINIÇÃO String Sequência de caracteres adjacentes na memória. Essa sequência de caracteres, que pode ser uma palavra ou frase Em outras palavras,

Leia mais

Controlo de Execução. K&R: Capitulo 3

Controlo de Execução. K&R: Capitulo 3 Controlo de Execução K&R: Capitulo 3 IAED, 2009/2010 Controlo de Execução Instruções e Blocos if else-if switch Ciclos: Instruçõeswhile e for Instruçãodo-while break e continue goto e labels 2 IAED, 2009/2010

Leia mais

Centro Universitário Franciscano Curso de Sistemas de Informação Disciplina de algoritmos e programação II. Ponteiros

Centro Universitário Franciscano Curso de Sistemas de Informação Disciplina de algoritmos e programação II. Ponteiros Centro Universitário Franciscano Curso de Sistemas de Informação Disciplina de algoritmos e programação II Ponteiros Profa.: Simone Ceolin Slides (Prof.Tiago Rios da Rocha) Primeiro Semestre 2011 Sumário

Leia mais

Programação Imperativa. Lição n.º 16 A pilha de execução

Programação Imperativa. Lição n.º 16 A pilha de execução Programação Imperativa Lição n.º 16 A pilha de execução A pilha de execução Registos de execução. Arrays locais. Caso da alocação dinâmica. Segmento de dados. 11/17/16 Programação Imperativa 2 A pilha

Leia mais

ALGORITMOS E ESTRUTURAS DE DADOS CES-11

ALGORITMOS E ESTRUTURAS DE DADOS CES-11 ALGORITMOS E ESTRUTURAS DE DADOS CES-11 Prof. Paulo André Castro pauloac@ita.br Sala 110 Prédio da Computação www.comp.ita.br/~pauloac IECE - ITA Revisão CES-11 Tipos escalares primitivos Tipos constituídos

Leia mais

Declarando e Utilizando Ponteiros. Para declarar um ponteiro temos a seguinte forma geral: tipo_do_ponteiro *nome_da_variável;

Declarando e Utilizando Ponteiros. Para declarar um ponteiro temos a seguinte forma geral: tipo_do_ponteiro *nome_da_variável; Declarando e Utilizando Ponteiros Para declarar um ponteiro temos a seguinte forma geral: tipo_do_ponteiro *nome_da_variável; É o asterisco (*) que faz o compilador saber que aquela variável não vai guardar

Leia mais

Apêndice B. Cadeias de Caracteres (Strings)

Apêndice B. Cadeias de Caracteres (Strings) Apêndice B. Cadeias de Caracteres (Strings) Até agora, quando desejávamos indicar o número de elementos existentes em um vetor qualquer, utilizávamos uma variável inteira, digamos tam, para armazenar tal

Leia mais

Alocação Dinâmica em C

Alocação Dinâmica em C Alocação Dinâmica em C Anderson L. S. Moreira anderson.moreira@recife.ifpe.edu.br http://dase.ifpe.edu.br/~alsm 1 O que fazer com essa apresentação 2 Introdução A alocação dinâmica de memória é uma característica

Leia mais

Aula 8 - Matrizes e Strings

Aula 8 - Matrizes e Strings Programação I Aula 8 - e Prof. Laura Silva de Assis Engenharia da Computação 2 o Período CEFET/RJ - Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca UnED Petrópolis 2n o semestre - 2015 1

Leia mais

Vetores e Matrizes. Prof. Fabrício Olivetti de França Charles Henrique

Vetores e Matrizes. Prof. Fabrício Olivetti de França Charles Henrique Vetores e Matrizes Prof. Fabrício Olivetti de França Charles Henrique Vetores Estáticos Um vetor em C é declarado como: tipo nome[tamanho]; 2 Vetores Estáticos /* vetor de nome v1 com 100 elementos do

Leia mais

Departamento de Informática - PUC-Rio INF 1007 Programação 2 P1 17/04/2010

Departamento de Informática - PUC-Rio INF 1007 Programação 2 P1 17/04/2010 Departamento de Informática - PUC-Rio INF 1007 Programação 2 P1 17/04/2010 Aluno: Instruções: 1) Escreva seu nome completo, matrícula e turma em todas as folhas desta prova; 2) A prova deve ser completamente

Leia mais

Computadores Digitais 2. Prof. Rodrigo de Souza Couto

Computadores Digitais 2. Prof. Rodrigo de Souza Couto Computadores Digitais 2 Linguagens de Programação DEL-Poli/UFRJ Prof. Miguel Campista Aula de Hoje Tipos Estruturados Tipo estrutura Definição de novos tipos Aninhamento de Estruturas Vetores de estruturas

Leia mais

Universidade de São Paulo São Carlos Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação. Material preparado pela profa Silvana Maria Affonso de Lara

Universidade de São Paulo São Carlos Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação. Material preparado pela profa Silvana Maria Affonso de Lara Universidade de São Paulo São Carlos Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação FUNÇÕES EM C 1 Material preparado pela profa Silvana Maria Affonso de Lara 2º semestre de 2010 ROTEIRO DA AULA Definição

Leia mais

CES-11. Algoritmos e Estruturas de Dados. Carlos Alberto Alonso Sanches Juliana de Melo Bezerra

CES-11. Algoritmos e Estruturas de Dados. Carlos Alberto Alonso Sanches Juliana de Melo Bezerra CES-11 Algoritmos e Estruturas de Dados Carlos Alberto Alonso Sanches Juliana de Melo Bezerra CES-11 Revisão Tipos escalares primitivos Tipos constituídos de uma linguagem Ponteiros Alocação estática versus

Leia mais

BCC202 - Estrutura de Dados I

BCC202 - Estrutura de Dados I BCC202 - Estrutura de Dados I Aula 02: Alocação Dinâmica de Memória Reinaldo Fortes Universidade Federal de Ouro Preto, UFOP Departamento de Ciência da Computação, DECOM Website: www.decom.ufop.br/reifortes

Leia mais

Introdução. Ponteiros

Introdução. Ponteiros Introdução O correto entendimento e uso de ponteiros é crítico para um programador C. Há três razões para isso: 1. Ponteiros fornecem os meios pelos quais as funções podem modificar seus argumentos; 2.

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÓFONA DE HUMANIDADES E TECNOLOGIAS 1º Semestre 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÓFONA DE HUMANIDADES E TECNOLOGIAS 1º Semestre 2014/2015 UNIVERSIDADE LUSÓFONA DE HUMANIDADES E TECNOLOGIAS 1º Semestre 2014/2015 Programação em C 15/01/2015 Resolução 1. Descreva, em Português, cada uma das seguintes declarações em C: 1.1. char str[512]; Array

Leia mais

Linguagem C Ficheiros Compilação Separada

Linguagem C Ficheiros Compilação Separada Linguagem C Ficheiros Compilação Separada typedef definição de tipos Apontadores para estruturas Ficheiros na bibiloteca standard do C Compilação Separada Definição de novos tipos em C É possível definir

Leia mais

Programação: Vetores

Programação: Vetores Programação de Computadores I Aula 09 Programação: Vetores José Romildo Malaquias Departamento de Computação Universidade Federal de Ouro Preto 2011-1 1/62 Motivação Problema Faça um programa que leia

Leia mais

Introdução à linguagem C++

Introdução à linguagem C++ Estrutura de Dados e Algoritmos e Programação e Computadores II Aula 2: Introdução à linguagem C++ Introdução à linguagem C++ Conceitos básicos: variáveis, tipos de dados, constantes, I/O, etc. Estruturas

Leia mais

Professora Jeane Melo

Professora Jeane Melo Professora Jeane Melo Roteiro Lista Encadeada Alocação: Estática x Dinâmica O que são Ponteiros? Ponteiros Variáveis que Armazenam Endereços de Memória Mas, toda variável não é armazenada na memória? Ponteiros

Leia mais

LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO. PROFª. M.Sc. JULIANA H Q BENACCHIO

LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO. PROFª. M.Sc. JULIANA H Q BENACCHIO LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO PROFª. M.Sc. JULIANA H Q BENACCHIO Primeiro programa em C #include int main() { int num1, num2, result; scanf("%d",&num1); scanf("%d",&num2); result = num1 + num2; printf("%d",

Leia mais

C++ - Ponteiros (continuação) cout << \nquantas notas? ; cin >> tamanho; notas = new int[tamanho]; //aloca memória

C++ - Ponteiros (continuação) cout << \nquantas notas? ; cin >> tamanho; notas = new int[tamanho]; //aloca memória C++ - Ponteiros (continuação) Dimensionando matrizes em tempo de execução : Exemplo int tamanho; int *notas; // ponteiro para inteiro cout > tamanho; notas = new int[tamanho];

Leia mais

#include <stdio.h> Void main() { printf( Cheguei!\n"); } INTRODUÇÃO A LINGUAGEM C

#include <stdio.h> Void main() { printf( Cheguei!\n); } INTRODUÇÃO A LINGUAGEM C #include Void main() { printf( Cheguei!\n"); } INTRODUÇÃO A LINGUAGEM C ANTES DO C ERA A LINGUAGEM B B foi essencialmente uma simplificação da linguagem BCPL. B só tinha um tipo de dado, que

Leia mais

D.8 Os Lancinantes Erros Causados por PonteirosD.8

D.8 Os Lancinantes Erros Causados por PonteirosD.8 954 Apêndice D Erros Comuns de Programação em C *r*r; Nessa instrução, o primeiro asterisco é interpretado como operador de indireção e, como seu operando r é do tipo double, a expressão resultante é obviamente

Leia mais

Vetores e Strings. 4. Funções Básicas para manipulação de Strings. A função gets() lê uma string do teclado. Sua forma geral é:

Vetores e Strings. 4. Funções Básicas para manipulação de Strings. A função gets() lê uma string do teclado. Sua forma geral é: 4. Funções Básicas para manipulação de Strings - gets A função gets() lê uma string do teclado. Sua forma geral é: gets (nome_da_string); 187 - gets (continuação) Exemplo: Vetores e Strings 188 #include

Leia mais

Recuperação P1 de Estrutura de Dados

Recuperação P1 de Estrutura de Dados Recuperação P1 de Estrutura de Dados Sigla _IED001_ TURMA: A PERÍODO: MAT ( ) NOT ( ) DISCIPLINA:_Estrutura de Dados DATA: / / Argumente com fundamentando as questões da avaliação indicando porque a questão

Leia mais

8. Tipos estruturados

8. Tipos estruturados 8. Tipos estruturados W. Celes e J. L. Rangel Na linguagem C, existem os tipos básicos (char, int, float, etc.) e seus respectivos ponteiros que podem ser usados na declaração de variáveis. Para estruturar

Leia mais

Tabela ASCII de caracteres de controle

Tabela ASCII de caracteres de controle Caracteres Estruturas de Dados Aula 6: Cadeias de Caracteres 31/03/2010 Caracteres são representados internamente por códigos numéricos Tipo char (inteiro pequeno ) 1 byte (8 bits) 256 caracteres possíveis

Leia mais

Aula 15: Vetores e Matrizes em C

Aula 15: Vetores e Matrizes em C Aula 15: Vetores e Matrizes em C Fernanda Passos Universidade Federal Fluminense Programação de Computadores IV Fernanda Passos (UFF) Vetores e Matrizes Programação de Computadores IV 1 / 50 Agenda 1 Revisão

Leia mais

Introdução à Linguagem C

Introdução à Linguagem C Engenharia de CONTROLE e AUTOMAÇÃO Introdução à Linguagem C Aula 02 DPEE 1038 Estrutura de Dados para Automação Curso de Engenharia de Controle e Automação Universidade Federal de Santa Maria beltrame@mail.ufsm.br

Leia mais

Introdução a Linguagem C. Prof. Me. Hélio Esperidião

Introdução a Linguagem C. Prof. Me. Hélio Esperidião Introdução a Linguagem C Prof. Me. Hélio Esperidião Características de um programa De forma geral a maioria dos programas são compostos por dados de entrada, processamento e dados de saída. Entrada de

Leia mais