A INSERÇÃO DA PSICANÁLISE EM INSTITUIÇÕES DE SAÚDE MENTAL E SEUS ATRAVESSAMENTOS

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1 1 A INSERÇÃO DA PSICANÁLISE EM INSTITUIÇÕES DE SAÚDE MENTAL E SEUS ATRAVESSAMENTOS Autores: Gabriela Oliveira Guerra - Instituição: Universidade Luterana do Brasil - ULBRA Santa Maria/RS. País de residência: Brasil. Gabriel Marcelo Moresco - Instituição: Universidade Luterana do Brasil - ULBRA Santa Maria/RS. País de residência: Brasil. Daiana Schneider Vieira - Instituição: Centro Universitário Franciscano - UNIFRA Santa Maria/RS. País de residência: Brasil. Carine Pereira da Silva - Instituição: Universidade Luterana do Brasil - ULBRA Santa Maria/RS. País de residência: Brasil. Diogo Moraes Gomes - Instituição: Universidade Luterana do Brasil - ULBRA Santa Maria/RS. País de residência: Brasil. César Bridi - Instituição: Faculdade Integrada de Santa Maria - FISMA Santa Maria/RS. País de residência: Brasil. Eixo: Clínica e Políticas: processos de subjetivação e invenção Área teórico/prática: Psicanálise Objetivos: Temática principal e conclusões O presente trabalho se propõe a pensar a respeito do exercício da psicanálise na contemporaneidade, a partir de algumas questões sobre sua prática em instituições de saúde mental. Sabe-se que atualmente a psicanálise tem sido alvo de questionamentos, sendo considerável o desenvolvimento de técnicas analíticas delas derivadas, o que é definido por alguns autores como técnicas psicanalíticas contemporâneas. Assim, pretende-se refletir, a partir de uma pesquisa exploratória bibliográfica, a respeito de como se dá a prática da clínica psicanalítica hoje no contexto das instituições, problematizando a existência de uma nova clínica. Tem-se como interrogantes as seguintes questões: como as indicações e recomendações técnicas se mantêm na prática clínica em instituições? Como se fazer psicanálise nestes locais? Referencia-se as recomendações de Freud e as idéias de autores atuais acerca das especificidades da psicanálise, a partir das quais entende-se que é função do analista criar condições de possibilidade para o exercício dessa clínica. Conclui-se que é de grande importância o comprometimento com a

2 2 psicanálise como suporte teórico e ético, entendendo a ética da psicanálise relacionada ao desejo, à suposição de um sujeito e de um saber neste, produzindo subjetividades. INTRODUÇÃO A psicanálise surgiu com o século XX e, no início, seu único objetivo era entender a natureza do que era conhecido como doenças nervosas funcionais, às quais deixavam os médicos impotentes. Em 1926, Freud salientava o fato de a psicanálise, no futuro, ter mais importância como ciência do inconsciente do que como um processo terapêutico, relatando sua expectativa desta ingressar no desenvolvimento cultural das próximas décadas como um fermento significativo, auxiliando no conhecimento no mundo. Em 1912, Freud apresenta as regras técnicas e os princípios para a prática da psicanálise extraídos da sua clínica e expressa sua esperança de que, com a crescente experiência, possa-se conduzir a concordâncias sobre as questões de técnica e do método mais eficaz para o tratamento de pacientes neuróticos. No ano seguinte, ressalta as limitações a respeito dessas regras, comparando sua teoria ao jogo de xadrez e enfatizando a importância da experiência na apreensão destas. Define-as como recomendações, advertindo para a não exigência de aceitação incondicional a elas ou de qualquer mecanização da técnica. Atualmente, a psicanálise vem sendo alvo de inúmeros questionamentos, uma vez que houve o desenvolvimento de psicoterapias analíticas derivadas da psicanálise. Na técnica psicanalítica contemporânea, segundo Kernberg (2003), há uma extensa e mútua aproximação entre as principais correntes psicanalíticas, permitindo a definição de uma técnica de base comum que favorece o estabelecimento de fronteiras globais da psicanálise. Wallerstein (2003) afirma que essa aproximação entre as principais correntes da psicanálise levou ao estado atual do mundo psicanalítico, à multiplicidade de nossas perspectivas teóricas concorrentes. Grande parte da literatura psicanalítica atual se ocupa sobre o tema da psicanálise contemporânea, sobre a prática clínica hoje, caracterizada por alguns autores, como Figueiredo (2008) na definição uma nova clínica, atualizada em função dos processos e modos de subjetivação contemporâneos. Mas em que sentido se trata de uma nova clínica? O presente trabalho tem uma abordagem do tipo qualitativa exploratória, tendo como delineamento a pesquisa bibliográfica. A pesquisa qualitativa, de acordo com Martins e Bicudo (1994), não se preocupa com generalizações, e sim foca no específico e no individual dos fenômenos estudados e preocupa-se com a compreensão do que se está estudando. Gil (2002) caracteriza a pesquisa exploratória pelo objetivo de proporcionar maior familiaridade com o problema, através do aprimoramento de idéias ou a descoberta de intuições, permitindo a consideração de vários aspectos do fenômeno estudado. Para o autor, o estudo bibliográfico define-

3 3 se com base em material já elaborado, constituído principalmente de livros e artigos científicos, a fim de coletar dados gerais ou específicos acerca do tema. No presente estudo utiliza-se, mais especificamente, o pensamento de Freud e as idéias de autores atuais acerca do assunto, os quais tratam das especificidades da psicanálise neste contexto. A análise por meio da teoria psicanalítica se dá principalmente por tomá-la como suporte teórico e ético e está de acordo com Ceccarelli (2001), o qual afirma que esta permite a investigação da realidade psíquica, ou seja, tem como objeto de pesquisa o subjetivo, as manifestações do inconsciente. Assim, para a psicanálise, a realidade psíquica possui, na subjetividade de quem anuncia, uma certa realidade. PSICANALISE E SAÚDE MENTAL: ATRAVESSAMENTOS Muitas vezes o profissional que inicia um trabalho em instituições de assistência no serviço público se depara com o novo, com atravessamentos os mais diversos, que colocam em questão alguns princípios ou técnicas por vezes vistas como regras inquebráveis por este. No serviço público, o setting analítico talvez não seja o idealizado pelo analista e questões institucionais, econômicas e sociais passam a fazer parte do seu trabalho. Dessa forma, como as indicações e recomendações técnicas se mantêm na prática clínica em instituições? Como se fazer psicanálise nestes locais? Pensando a psicanálise no âmbito da saúde pública, resgata-se o texto de Freud de 1919, Linhas de processo na terapia psicanalítica, onde ele já vislumbrava em um futuro próximo a terapia psicanalítica no âmbito da saúde pública, atendendo de forma gratuita as classes sociais mais pobres e que na época não tinham acesso à psicanálise. Como Freud (1919, p.180) afirmou: Mais cedo ou mais tarde, a consciência da sociedade despertará e lembrar-se-á de que o pobre tem exatamente tanto direito a uma assistência à sua mente, quando o tem, agora, à ajuda oferecida pela cirurgia, e de que as neuroses ameaçam a saúde pública não menos do que a tuberculose, de que, como esta, também não podem ser deixadas aos cuidados impotentes de membros individuais da comunidade. De acordo com Freud (1919) a psicanálise terá de encontrar adaptações da técnica frente a estas novas condições e novos pacientes. Mas não interessando quais elementos e formas que a técnica possa assumir, os ingredientes efetivos e mais importantes continuarão a ser, aqueles tomados à psicanálise estrita e não tendenciosa. Hoje a psicanálise passa a ser cada vez mais convocada também no meio público a tentar dar conta das questões que a medicina tradicional não é capaz de responder. Profissionais com variados graus de afinidade com a psicanálise estão, cada vez mais, trabalhando em instituições e serviços da rede pública. De acordo com Goidanich (2001) o atendimento clínico em saúde mental nos serviços

4 4 públicos de saúde foge, evidentemente, aos moldes tradicionais da clínica psicanalítica. Ocorrem distinções técnicas importantes, como o número de sessões, a falta do divã, os honorários, entre outros. Mas quando Lacan cria o chamado tempo lógico, opondo-se a um tempo de atendimento previamente determinado, quebra com as rígidas regras psicanalíticas, abrindo espaço para a idéia de que não é a cristalização de certas regras e padrões que garantem um processo analítico. A partir de sua experiência Figueiredo (2007) nos traz indícios e diz que, ao estabelecer coordenadas, a psicanálise não garante um método ou técnica que sirva como diretriz geral para os profissionais mas, ao contrário, não existem diretrizes gerais para a clínica em psicanálise. Ao longo do trabalho neste contexto, vai se construindo um manejo de situações cotidianas na clínica e na convivência, sustentando o que a psicanálise nos ensina através de seus efeitos, sendo que sua transmissão se faz através da clínica do cotidiano. A mesma autora, em 1997, destacava que a função do analista é criar condições de possibilidade para o exercício dessa clínica, apresentando assim, as condições mínimas para que esta seja identificada como psicanálise, diferenciando-se das psicoterapias em geral. Dentre essas condições Figueiredo (1997) enfatiza a caracterização da clínica psicanalítica como a que diz respeito à realidade psíquica, provocando um modo particular de fala através da transferência, em uma relação singular com o tempo, a fim de remanejar essa realidade por sucessivos deslocamentos. Inclui como condição operadora da clínica psicanalítica o desejo do analista, postulado por Lacan. Além disso, lembra que a especificidade da psicanálise está em deterse às produções de fala do sujeito, isto é, o pacto analítico é um pacto de fala, sendo esta uma clínica da fala. Para ela, o psicanalista que convém no serviço público é aquele que convive. É preciso conviver num tempo de espera e pressa, sem levar a hesitação tão longe a ponto de perder a vez. A autora afirma que o psicanalista trabalha sobre os restos. Complementando seu pensamento, Figueiredo (2007) nos diz que além de conviver, é necessário que o psicanalista defina sua função na direção do trabalho em equipe, partilhando-o de forma permanente com os outros profissionais, os quais podem não ter uma relação de transferência com a psicanálise. A equipe passa, então, a servir como suporte de ações clínicas inovadoras, a fim de ir além do modelo médico-psicoterápico. A construção dessa forma de trabalho passa pela transmissão da psicanálise, mas para a autora, esta não se dá através do ensino e do saber acumulado: a clínica é o terreno fértil, porém movediço que desafia nossas ações cotidianas. Para ela, é tarefa do psicanalista a transmissão da psicanálise através da clínica do cotidiano. Dessa forma, deve-se disseminar uma transferência com a psicanálise, a partir do manejo de situações cotidianas na clínica e na convivência. Não se trata de ensinar psicanálise, deve-se sustentar o que a psicanálise nos ensina a partir de seus efeitos (...) recolher o que esta nos ensina em suas manifestações na raiz do significante, na palavra como coisa, na letra. E a partir daí elaborar um

5 5 saber-o-que-fazer-com-isso. A transferência se dá pela via da construção de uma transferência de trabalho, estabelecendo um laço produtivo que objetiva a produção de saber a partir do fazer clínico. Alberti & Figueiredo (2006) ressaltam o ensinamento de Freud de que não podemos trabalhar sem teoria que fundamente nossa prática e oriente nossos atos, caracterizando a importância da psicanálise como suporte teórico e ético. Para as autoras, o sujeito que trabalha em instituições deve ser um sujeito advertido, de que todo ato ou dizer possuem efeitos que poderão ser calculados só depois e não a priori. Assim, destacam as especificidades da fundamentação psicanalítica no trabalho em instituições e afirmam ser urgente a tarefa de debater e aprofundar discussões a respeito do que é o trabalho psicanalítico nesse contexto hoje, diferenciando-o de outras práticas psicoterápicas e ressaltando sua particularidade para a sustentação do paciente e usuário dos serviços como sujeito. Ressaltam que a psicanálise é também uma técnica, que é completamente dependente da formação do psicanalista e se define como uma prática necessariamente leiga, sendo que seu exercício numa instituição de assistência a população exige uma orientação comprometida com sua teoria, com sua clínica e com sua ética particular. CONSIDERAÇÕES FINAIS Ao pensar sobre essas questões entende-se que o exercício da psicanálise no contexto das instituições se faz extremamente possível e necessário, servindo muitas vezes para produzir interrogantes ao cotidiano e ao que está instituído, produzindo novos saberes. Dessa forma, o desafio se faz presente no trabalho com os diferentes campos do saber relacionados - que muitas vezes parecem fragmentar o paciente, não o enxergando como sujeito - na troca com a equipe de atendimento e na reflexão que leve em conta os diversos atravessamentos colocados no âmbito do serviço público. Assim, entende-se que a psicanálise, seja como base teórica para outras abordagens, como processo terapêutico, como base de pesquisa ou em qualquer outro âmbito em que ela se aplique, estará sempre evidente na contemporaneidade, uma vez que, suas contribuições teóricas e clínicas, principalmente, são inquestionáveis e permanecerão possibilitando uma melhor condição de vida a seus adeptos. Entende-se que é de grande importância o comprometimento com a psicanálise como suporte teórico e ético, entendendo a ética da psicanálise relacionada ao desejo, à suposição de um sujeito e de um saber neste, produzindo subjetividades. Entretanto, a psicanálise enquanto teoria precisa ser de certa forma posta de lado ao longo da prática clínica, para que não tome o lugar de ideal, de saber e verdade absoluta. Acredita-se ser esta ética imprescindível quando se trata do cuidado e intervenção em instituições, sendo este o lugar da psicanálise nesse contexto. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

6 6 ALBERTI, Sonia.; FIGUEIREDO, Ana Cristina. (orgs.) Psicanálise e saúde mental: uma aposta. Rio de Janeiro: Companhia de Freud, CECCARELLI, Paulo Roberto. Pesquisa em Psicanálise. In: I Simpósio O Homem e o Método. Belo Horizonte: PUC-MG, Disponível em: <http://www.ceccarelli.psc.br/artigos/portugues/html/metodo.htm> Acesso em: 17 abr FIGUEIREDO, Ana Cristina. Vastas confusões e atendimentos imperfeitos. Relumé Dumará, A Função da Psicanálise (e do psicanalista) na Clínica da Atenção Psicossocial. Nascimento, E. & Gonzáles, R. C. (orgs.) Psicanálise e os Desafios da Clínica na Contemporaneidade Série Teoria da Clínica Psicanalítica, n 2. Salvador, EDUFBA, 2007, P FIGUEIREDO, Luís Claudio. Psicanálise: elementos para a clínica contemporânea. São Paulo: Escuta, FREUD, S. Recomendações aos médicos que exercem a psicanálise. (1912) In: Obras psicológicas completas de Sigmund Freud: edição standard brasileira. Rio de Janeiro: Imago, Sobre o início do tratamento (novas recomendações sobre a técnica da psicanálise I). (1913) In: Obras psicológicas completas de Sigmund Freud: edição standard brasileira. Rio de Janeiro: Imago, Linhas de processo na terapia psicanalítica. (1919) In: Obras psicológicas completas de Sigmund Freud: edição standard brasileira. Rio de Janeiro: Imago, GOIDANICH, M. Saúde mental na rede pública: possibilidade de inserção psicanalítica? Psicologia: Ciência e Profissão. Brasília-DF v.21, n.4, p.26-33, dez Psicanálise. (1926) In: Obras psicológicas completas de Sigmund Freud: edição standard brasileira. Rio de Janeiro: Imago, GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4ª ed. São Paulo: Editora Atlas, MARTINS, Joel; BICUDO, Maria Aparecida Viggiani; A pesquisa qualitativa em psicologia: fundamentos e recursos básicos. 2ª ed. São Paulo: Moraes, KERNBERG, O. F. Psicanálise, psicoterapia psicanalítica e psicoterapia de apoio: controvérsias contemporâneas. In Psicanálise Contemporânea: Revista Francesa de Psicanálise. Rio de Janeiro: Imago, WALLERSTEIN, R. A trajetória da psicanálise: onde estamos hoje? In Psicanálise Contemporânea: Revista Francesa de Psicanálise. Rio de Janeiro: Imago, 2003.

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