Atividades de Apoio Educativo

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1 Plano Curricular Plano Anual de Atividades Atividades de Apoio Educativo

2 Departamento/Estrutura: Orientações para as Atividades de Apoio Educativo Receção Biblioteca Manuel Monteiro Zonas de Leitura Informática e Internet Auditórios Multimédia (Álvaro Carneiro, Centenário da República, Escola do Castelo) Salas TIC e Salas de Formação (CNO) Divulgar a documentação existente (nos diversos suportes); Fomentar e acompanhar o gosto/prazer pela leitura, pela pesquisa e investigação; Divulgar estratégias/métodos para recolha, seleção e tratamento de informação; Garantir o apoio pedagógico aos alunos; Fomentar a animação cultural da escola; Garantir a formação contínua dos Coordenadores da Biblioteca/CRE e dos Assistentes Operacionais; Editar atas e trabalhos; Fomentar a formação contínua de professores e restantes agentes educativos; Funcionar como instrumento privilegiado de cooperação e articulação com a comunidade educativa no seu todo; Inventariar e gerir os recursos educativos da ESAS; Atualizar os ficheiros; Coordenar a ocupação dos auditórios da escola (a sua utilização exige marcação prévia na BIB); Coordenar a utilização dos espaços de exposição da ESAS (a sua utilização exige marcação prévia na BIB); Coordenar a utilização dos expositores da ESAS (a sua utilização exige marcação prévia na BIB). Gabinete da Coordenação da Biblioteca

3 Departamento/Estrutura: Orientações para as Atividades de Apoio Educativo Sala De Estudo Sala de Trabalho Apoio de Docentes em horário compatível com os alunos Funcionar em articulação com a Direção de Turma e outras estruturas da escola; Nas disciplinas de Exame Nacional em que os alunos evidenciam maiores dificuldades, devem ser constituídas equipas permanentes de apoio, a funcionar no horário da tarde (das 14:30 às 18:30); Os horários previstos anteriormente podem ser sempre revistos, de forma a assegurar o interesse dos alunos; Estimular o gosto pelo estudo e pela aprendizagem; Contribuir para a aquisição de técnicas de estudo e de investigação; Estimular o trabalho individual e grupal; Apoiar pedagogicamente em situações pré-definidas ou resultantes de solicitação dos alunos; Criar metodologias de trabalho alternativas às que ocorrem na sala de aula; Fomentar um espaço privilegiado para o acompanhamento personalizado das tarefas de aprendizagem; Promover a autonomia dos alunos ao nível da organização das actividades escolares e da identificação das suas dificuldades; Criar um espaço para o reforço da avaliação formativa. Departamento/Estrutura: Orientações para as Atividades de Tutoria Pedagógica Tutoria Sala a designar Apoio Permanente de Docentes Funcionar em articulação com a Direção de Turma; O Conselho de turma determina, no final de cada período, quais os alunos que necessitam de acompanhamento tutorial; Cumpre igualmente os princípios previstos no apoio educativo, É obrigatoriamente individual; Implica, por parte do tutor, o acompanhamento do cumprimento das tarefas dos alunos em todas as disciplinas, bem como a monitorização das horas de trabalho e estudo (mediante orientações dos CT).

4 Medidas de Apoio Pedagógico Sempre que devidamente fundamentados, podem ser implementados projetos próprios que abranjam a criação ocasional de grupos homogéneos de alunos tendo em vista colmatar dificuldades de aprendizagem ou desenvolver capacidades e promover a igualdade de oportunidades, nomeadamente nas situações de retenção. Estes projetos têm de ser aprovados em sede de Conselho Pedagógico e previstos nas orientações para a constituição de turmas. Diferenciação Pedagógica na Sala de Aula Tanto quanto possível o Apoio Pedagógico passa também pela sala de aula, garantindo o respeito pelos diferentes ritmos e níveis de aprendizagem. O docente prepara um conjunto de atividades diferenciadas para serem cumpridas em trabalho individual ou em grupo. O professor acompanha a execução das tarefas e auxilia o aluno a identificar dificuldades ou progressos. As actividades implicam sempre um reforço da avaliação formativa. Sempre que possível, pode-se, igualmente, fomentar, em função dos recursos disponíveis, a coadjuvação em sala de aula; As tarefas a indicar aos alunos podem, ainda, prever a colaboração dos pais ou encarregados de educação ou apenas o trabalho individual a realizar em casa. No primeiro caso, a solicitação desse apoio deve implicar um plano de cooperação claro para todos os intervenientes no processo. O plano de apoio citado deve contemplar também a avaliação da sua eficácia. Apoio com Diferenciação Pedagógica O aluno, individualmente ou em grupo, deverá beneficiar de apoio em função das suas necessidades e de acordo com o plano de apoio pedagógico apresentado pelo conselho de turma. O docente responsável pelo apoio elabora um plano específico que contemple tarefas de aprendizagem diversificadas. A realização das atividades deve ser acompanhada, garantindo-se a possibilidade de esclarecimentos, sugestões para a realização das tarefas, elaboração de novos exercícios, apoio na pesquisa bibliográfica, na construção de textos ou resumos. Os alunos devem registar as atividades realizadas, identificando progressos e dificuldades. O professor e o conselho de turma devem proceder a uma constante avaliação da situação de forma a reajustar o plano de apoio. No final do período previsto para aplicação deste programa de apoio, o docente responsável deve elaborar relatório descritivo da progressão do aluno. Estas informações devem ser partilhadas com o Diretor de Turma, a quem cumpre arquivar toda a documentação fundamental do aluno, e com o professor da disciplina. O relatório deve funcionar como instrumento de reflexão no conselho de turma.

5 Outras formas de apoio pedagógico As actividades de enriquecimento curricular, clubes, oficinas, projectos,... constituem instrumentos igualmente válidos para a efetivação do apoio pedagógico. O fundamental a este nível é, novamente, garantir a avaliação dos processos, no sentido de a cada momento e de acordo com as dificuldades manifestadas pelos alunos ser possível converter o plano concebido e adequá-lo à situação concreta. O processo de Apoio Pedagógico inicia-se, sempre que possível, nas reuniões de avaliação do último período do ano letivo anterior àquele em que vai vigorar. Para os alunos que ficam retidos e/ou para os alunos que transitam mas apresentam bastantes dificuldades, são elaborados os planos de apoio que são postos em prática no início do ano letivo seguinte. Ao longo do ano são propostos outros alunos no fim do primeiro e do segundo períodos. No início de cada ano letivo são fornecidas aos Encarregados de Educação, pela direção, em reunião geral de abertura e pelos diretores de turma, algumas informações sobre os planos de apoio e sobre as regras de funcionamento da sala de estudo. É feita uma avaliação intermédia das atividades de apoio pedagógico e uma avaliação final das mesmas que devem constar em relatórios específicos. Apoio pedagógico para alunos com NEE As actividades a desenvolver com estes alunos implicam o acompanhamento do docente responsável pelos Apoios Educativos. Depois de identificada a deficiência procede-se à proposta de apoio, elaborada com a participação, também, de pais e encarregados de educação, diretor de turma e docentes das diferentes disciplinas. A avaliação do processo obedece aos mesmos procedimentos das situações anteriormente descritas. O apoio facultado apresenta a seguinte tipologia: Turmas reduzidas; Adequação específica de matrizes e provas; Opção por currículo reduzido, distribuindo por diferentes anos a frequência do Apoio individualizado nas disciplinas em que os alunos revelam mais currículo anual oficialmente previsto; dificuldades; Frequência em regime de disciplina; Apoio nos testes de avaliação, no sentido de dissipar problemas de Tolerância de tempo na resolução de testes; compreensão das questões enunciadas;

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