REESTRUTURAÇÃO DA GESTÃO DE ESTOQUES EM UMA EMPRESA DE PEQUENO PORTE

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1 UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ANNA PAULA DOS SANTOS VASCONCELOS MARIA CELIS PINHEIRO DA SILVA REESTRUTURAÇÃO DA GESTÃO DE ESTOQUES EM UMA EMPRESA DE PEQUENO PORTE BELÉM 2013

2 Anna Paula dos Santos Vasconcelos Maria Celis Pinheiro da Silva REESTRUTURAÇÃO DA GESTÃO DE ESTOQUES EM UMA EMPRESA DE PEQUENO PORTE Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação apresentado ao Centro de Ciências Exatas e Tecnologia da Universidade da Amazônia como requisito para a obtenção do grau de Engenharia de Produção. Orientador: Prof. D.Sc. André Cristiano Silva Melo BELÉM 2013

3 Anna Paula dos Santos Vasconcelos Maria Celis Pinheiro da Silva REESTRUTURAÇÃO DA GESTÃO DE ESTOQUES EM UMA EMPRESA DE PEQUENO PORTE. Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação apresentado ao Centro de Ciências Exatas e Tecnologia da Universidade da Amazônia como requisito para a obtenção do grau de Engenharia de Produção Banca Examinadora Prof. D.Sc. André Cristiano Silva Melo 1 Membro Avaliador 2 Membro Avaliador Apresentado em: / / Conceito: BELÉM 2013

4 Dedicamos este trabalho a Deus por estarmos nos formando, à nossa família pelo amor e apoio nos momentos de dificuldade e, ao nosso orientador que nos incentivou e guiou nessa jornada.

5 AGRADECIMENTOS Agradecemos ao nosso Deus pela força nos momentos de dificuldades em nossa jornada até o presente momento nos tornando merecedores da oportunidade de graduarmos em uma universidade respeitada. Aos nossos familiares, que torcem verdadeiramente por nós, sempre nos dando força para seguir adiante. Ás nossas mães e pai, que sempre estavam e estarão ao nosso lado para lutar por nós. Ao professor e orientador André Melo por ter nos guiado e dedicado seu tempo para nos ajudar neste trabalho. A todos os professores que fizeram parte da nossa história e ensinaram muito mais do que apenas as disciplinas do curso. Aos colegas de turma, com quem convivemos por anos, agradecemos pelas amizades conquistadas. Desejamos a todos boa sorte daqui pra frente, pois esse é apenas o começo. À todos o nosso muito obrigada!

6 Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, pois o triunfo pertence a quem se atreve... A vida é muito para ser insignificante Charles Chaplin

7 LISTA DE FIGURAS Figura 1 Curva Dente de Serra 26 Figura 2 Dente de Serra com Ruptura 27 Figura 3 Dente de Serra utilizando o estoque mínimo 28 Figura 4 Dente de serra com o tempo de reposição 29 Figura 5 Curva ABC 29 Figura 6 Frente de Loja da empresa pesquisada 35 Figura 7 Quantidade de itens comercializados pela empresa pesquisada 42 Figura 8 Falta de Classificação de materiais no estoque da empresa pesquisada 43 Figura 9 Inexistência do controle de estoque na empresa pesquisada 44 Figura 10 Inexistência do controle estoque na empresa pesquisada 46 Figura 11 Inexistência de classificação no estoque na empresa pesquisada 46 Figura 12 Exemplo utilizado p/ codificação de produtos 53 Figura 13 Produto codificado após a implantação do ABC 53 Figura 14 Layout implantado na empresa 54 Figura 15 Tabela de Preços disponibilizadas após a implantação da classificação ABC na empresa pesquisada 55 Figura 16 Histórico de demanda dos produtos da classe A 56 Figura 17 Almoxarifado antes e depois da Classificação ABC 57

8 RESUMO Este trabalho teve como objetivo identificar de que maneira uma empresa de pequeno porte, voltada ao comércio de produtos importados, gerencia seus estoques e discorrer sobre proposta e execução de melhorias no sistema de controle de estoques na empresa. Foi aplicada uma pesquisa qualitativa, com a pesquisa caracterizada como descritiva, exploratória e observacional. A coleta de dados foi realizada por meio de um estudo de caso, pesquisa documental e entrevistas com funcionários envolvidos com os estoques da organização, podendo assim levantar informações precisas. A pesquisa identificou os pontos fracos da empresa, no que diz respeito à gestão dos estoques, tornando possível propor melhorias com a utilização de algumas ferramentas de controle de estoques. Para alcançar o objetivo deste estudo, foram realizadas as classificações ABC, a codificação dos itens de estoques, mudanças no layout de armazenamento e atualização do sistema de informações utilizado pela empresa. Os resultados alcançados em relação à estruturação do sistema de estoques trouxeram visíveis melhorias no processo produtivo e no controle de estoques da empresa pesquisada. De uma maneira geral, pode-se concluir que o controle de estoques em micro e pequenas empresas é imprescindível à competitividade e, consequentemente, à sobrevivência de um empreendimento, cabendo aos gestores dessas empresas se adequarem às novas tecnologias e se esforçarem, para garantir uma administração eficiente e eficaz. Palavras-chave: Micro e Pequenas Empesas. Controle de Estoque. Classificação ABC. Armazenamento.

9 ABSTRACT This study aimed to identify how a small business, dedicated to the trade of imported products, manage your inventory and discuss the proposal and implementation of improvements in inventory control system in the company. Qualitative research, with research characterized as descriptive, exploratory and observational been applied. Data collection was performed through a case study, desk research and interviews with officials involved with stocks of the organization, and thus raise accurate information. The research identified the weaknesses of the company, with regard to inventory management, making it possible to propose improvements to the use of some tools for inventory control. To achieve the objective of this study, the ABC classification, the coding of inventory items, changes in the layout of storage and update of the information system used by the company were held. The results achieved in relation to the structuring of the inventory system brought visible improvements in the production process and inventory control of the company searched. In general, it can be concluded that the inventory control in micro and small enterprises is essential to competitiveness and hence the survival of an enterprise, being the managers of these firms fit the new technologies and strive to ensure efficient and effective administration. Key-words: Micro and Small Empesas. Inventory Control. ABC classification. Storage.

10 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO CONSIDERAÇÕES INICIAIS JUSTIFICATIVA OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivos Específicos METODOLOGIA DA PESQUISA Caracterização e Delineamento da Pesquisa Universo e Amostragem da Pesquisa Seleção de Sujeitos Fontes Primárias e instrumentos de coleta de dados Fontes Secundárias de dados e instrumentos para obtenção Definição e aplicação dos instrumentos de coleta de dados Tratamento e Análise dos dados LIMITAÇÕES DA PESQUISA ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO 21 2 REVISÃO DA LITERATURA CONCEITO DE ESTOQUES TIPOS DE ESTOQUES FUNÇÃO E OBJETIVOS DE ESTOQUES NÍVEIS DE ESTOQUES Curva dente de serra Ruptura de estoques Estoque de segurança Tempo de reposição, ponto de pedido CONTROLE DE ESTOQUES Sistemas de Controle de Estoques Sistemas duas gavetas Sistemas dos máximos e mínimos Sistemas das revisões periódicas Planejamento das necessidades de materiais (MRP) 33

11 2.5.5 Just in time (JIT) CLASSIFICAÇÃO ABC ARMAZENAMENTO DE MATERIAIS Arranjo Físico (layout) ADMINISTRAÇÃO DE COMPRAS DISTRIBUIÇÃO E TRANSPORTE MICRO E PEQUENAS EMPRESAS A importância econômica das micro e pequenas empresas no Brasil O setor de Comércio e Serviços 40 3 APLICAÇÃO PRÁTICA APRESENTAÇÃO DA EMPRESA CARACTERIZAÇÃO DO PROBLEMA EM ANÁLISE Entrevista com a proprietária da loja pesquisada METODOLOGIA PROPOSTA DE SOLUÇÃO IMPLEMENTAÇÃO DA METODOLOGIA APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS Definição da família de produtos após a classificação ABC Layout do almoxarifado com a classificação ABC implantada na empresa Histórico de demanda dos produtos da classe A 55 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS ANÁLISE DOS RESULTADOS OBTIDOS Considerações sobre os resultados alcançado Considerações sobre o alcance do objetivo proposto Considerações sobre o problema de pesquisa PROPOSTAS DE ESTUDOS FUTUROS 60 REFERÊNCIAS 61 APÊNDICES 64

12 11 1 INTRODUÇÃO 1.1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS As pequenas empresas, hoje, estão cada vez mais se desenvolvendo tecnologicamente, com a finalidade de aumentar seus ganhos no decorrer dos seus processos, assim ampliando o seu mercado consumidor. (PANZUTO e RODRIGUES, 2010). Segundo estudo feito por Borba (2006), as micros e pequenas empresas (MPES) constituem atualmente uma alternativa tanto para a minoria da população que possui condições de desenvolver seu próprio negócio quanto para o restante, com baixa qualificação, que busca uma fonte de emprego formal ou informal. O Brasil tem mais de 6 milhões de micro e pequenas empresas, que totalizam 99% dos negócios do país. A pesquisa foi feita pelo SEBRAE em parceria com o Dieese, entre 2000 e 2011, - sendo 51% delas concentrada na região Sudeste, 24% estão na região Sul, 15% no Nordeste, 7% estão no Centro-Oeste e 3,5% na Região Norte. (Site G1, 2012). Ainda nesta pesquisa foi constatado que o setor preferencial é o comércio, seguido de serviços, indústria e a construção civil. (Site Brasil.gov, 2012) Uma pesquisa feita pelo SEBRAE (2011) mostra os motivos pelos quais empresas fecham, por estarem centradas em um bloco de falhas gerenciais, que são: ponto/local inadequado, falta de conhecimentos gerenciais e desconhecimento do mercado, e seguida de causas econômicas. Observa-se, ainda, que o fator crucial para as empresas é a dificuldade encontrada no acesso ao mercado, principalmente nos quesitos propaganda inadequada; formação inadequada dos preços dos produtos/serviços; informações de mercado e logística deficiente, caracterizando exatamente a falta de planejamento dos empresários. Muito se observa que as empresas têm a necessidade de manter a organização em seus estoques, assim, faz com que se torne de grande importância na realização de seus processos de informações e de análises de resultados pela empresa. Ou seja, o controle de estoques especifica os materiais existentes e o tipo em que cada peça será classificada. De acordo com Dias (2006), a administração de estoques exige que todas as atividades envolvidas com controle de estoques, qualquer que seja a forma, sejam integradas e controladas num sistema e quantidades e valores. Com isso, observa-se então a função que essa administração possui, ou seja, de fazer o controle das necessidades e das disponibilidades

13 12 existentes em um processo produtivo total, onde envolve além de matérias primas, produtos acabados e intermediários. Assim, o que pode ser entendido é que a administração de estoques é feita para que se tenha uma disponibilidade de materiais a qualquer processo, determinado pelo controle dos mesmos. Pozo (2004, p.38), afirma que o termo controle de estoques, dentro da logística, é em função da necessidade de estipular os diversos níveis de materiais e produtos que a organização deve manter, dentro de parâmetros econômicos. E diz ainda que, a função principal da administração de estoques é maximizar o uso dos recursos envolvidos na área da logística da empresa, e com grande efeito dentro dos estoques. Dias (2006), afirma que objetivo principal de uma empresa é, maximizar o lucro sobre o capital investido, seja em fábricas, equipamentos, financiamentos de vendas, reserva de caixa ou em estoques. Dias (2006), por sua vez, afirma que o objetivo dos estoques é otimizar o investimento, aumentando o uso eficiente dos meios financeiros, minimizando as necessidades de capital investido em estoques. Já Arnold (1999), diz que estoques são materiais e suprimentos que uma empresa ou instituição mantém, seja para vender ou para fornecer insumos ou suprimentos para o processo de produção. Todas as empresas e instituições precisam manter estoques. Com isso, observa-se que, nos dias de hoje, é muito importante o controle de estoques para as empresas. Assim, um bom controle faz com que a organização tenha continuidade nos seus processos produtivos, evitando os atrasos nos seus pedidos, falta nos produtos e insatisfação dos clientes com a demora do atendimento. Verifica-se, então, que para montar um estoque, tem que haver o conhecimento de qual das peças existentes possuem uma maior rotatividade. O importante é otimizar o investimento em estoques, aumentando o uso eficiente dos meios de planejamento e controle, minimizando as necessidades de capital para os estoques. (DIAS, 2006, p.19). Assim, o presente trabalho, apresentará uma proposta de reorganização dos estoques de uma empresa de pequeno porte, que atua com vendas de produtos importados, situada na cidade de Belém do Pará. Com vista a ratificar a importância dos estoques para o desempenho das empresas desse setor. Diante do cenário apresentado, formulou-se as seguintes questões problemas: De que maneira uma empresa de pequeno porte, voltada ao comércio de produtos importados gerencia seus estoques e quais estratégias podem ser capazes de melhorar controle dos itens considerados?

14 JUSTIFICATIVA A realização da presente pesquisa justifica-se pela importância de se discutir e buscar compreender os processos da Gestão de Estoques nas pequenas empresas, pois, na atualidade nota-se que as organizações contemporâneas, independente do porte, devem estar atentas à maior gama possível de fatores que influenciam tais processos e entender a disciplina que os estuda como algo em constante desenvolvimento. Estoques também representam dinheiro, uma vez que se trata de capital imobilizado, fruto da aquisição e manutenção das condições de consumo dos itens. Assim, para que não haja excessivas unidades em estoques, o que pode comprometer o capital de giro da empresa, ocasionando problemas no desempenho operacional da empresa e, consequentemente, diminuído os lucros, os responsáveis por todas as etapas envolvidas o processo de aquisição (p. ex.: compras) têm o desafio de contribuir para diminuir os estoques, de forma a reduzir custos e manter somente as quantidades de produtos necessárias para a realização da venda, satisfazendo ao seu cliente e colocando a empresa de forma eficiente no mercado competitivo. Ou seja, os itens devem ser adquiridos de acordo com os estudos de necessidades (demandas) próprias e, consequentemente, de seus clientes. Segundo Pozo (2004, p. 40): As funções de planejar e controlar estoques são fator primordial numa boa administração de processo produtivo, uma vez que essas atividades se preocupam com os problemas quantitativos e financeiros dos materiais, sejam eles matérias-primas, materiais auxiliares, materiais em processo ou produtos acabados. Com isso, observa-se a importância de planejar os estoques relacionando-os aos resultados financeiros da empresa, pois é possível então, visualizar o impacto (positivo ou negativo) dessa atividade nos custos dos produtos. A administração de materiais faz com que se otimize os investimentos em estoques, trazendo um aumento do uso eficiente dos meios de planejamento e controle, tornando então o objetivo principal da gestão de materiais, com a maximização do lucro do capital investido. Portanto, a finalidade dessa administração, é assegurar um abastecimento contínuo dos itens que são necessários para a comercialização direta. Os custos das empresas são diminuídos para que assim, junto com seus produtos, ela possa ser competitiva no mercado, tendo que estar com seus produtos prontos para o consumo e com um preço de aquisição acessível, com a proposta de trazer então à empresa um retorno satisfatório.

15 14 Estudos feitos pelo SEBRAE (2013) mostram que, em termos setoriais, para as empresas nascidas em 2007, verifica-se que a maior taxa de sobrevivência foi registrada nas empresas do setor industrial (79,9%), seguida pela taxa do comércio (77,7%), pela construção (72,5%) e pelo setor de serviços (72,2%). Outro fator de extrema importância que deve ser considerado é a importância de se fazer uma abordagem sobre a gestão de estoques como fator de diferencial competitivo paras as micro e pequenas, onde essas empresas podem ampliar seus meios de competição no mercado buscando novas formas estocar os seus produtos, assim como, melhorias no atendimento por meio de treinamento dos seus colaboradores. As micro e pequenas empresas devem usar como estratégia a diferenciação, fazendo algo que ninguém mais faz, ou fazer algo melhor do que as outras empresas, para obter vantagem em relação aos seus concorrentes. Desta forma é crescente a importância da Gestão de Estoques, para a moderna cadeia de suprimento e valores. E para as empresas que buscam uma fatia do mercado, seja ela de qualquer setor, primário, secundário, ou terciário. 1.3 OBJETIVOS Objetivo Geral Identificar de que maneira uma empresa de pequeno porte, voltada ao comércio de produtos importados gerencia seus estoques e propor uma estratégia capaz de melhorar controle dos itens considerados Objetivos Específicos Verificar na literatura as principais ferramentas e estratégias de gestão de estoques; Analisar atual estrutura de gestão de estoques desenvolvida pela empresa pesquisada;

16 15 Verificar os resultados de desempenho atualmente obtidos pela gestão de estoques na organização pesquisada; Definir as ferramentas/estratégias de gestão de estoques a serem implementadas na empresa em foco; Propor a implementação de ferramentas/estratégias de gestão de estoques e medir os principais resultados obtidos, comparando-os com os resultados registrados antes de tal implementação; Propor uma nova estrutura de gestão de estoques para uma empresa de pequeno porte, voltada ao comércio de produtos importados, com vistas a obtenção de melhorias de desempenho organizacional. 1.4 METODOLOGIA DA PESQUISA Caracterização e Delineamento da Pesquisa Para a realização da pesquisa, utilizou-se métodos de observação sistemática e um estudo de caso. Dessa maneira, esta pesquisa classifica-se como descritiva e exploratória, uma vez que expõe características de uma determinada população, estabelece correlações entre variáveis e utiliza uma pesquisa de opinião. Andrade (2005) afirma que na pesquisa exploratória: os fatos são observados, registrados, analisados, classificados e interpretados, sem que o pesquisador interfira neles. Já a pesquisa descritiva, conforme Gil (2002, p. 42), tem como objetivo primordial à descrição das características de determinada população ou fenômeno ou, então, o estabelecimento de relações entre as variáveis. Ainda conforme Andrade (2005), as pesquisas descritivas aproximam-se das exploratórias, no sentido de ser pontapé inicial para a aproximação ao objeto de estudo, visando futuras pesquisas relacionadas. Para Gil (2002, p. 33), o estudo de caso é caracterizado pelo estudo profundo e exaustivo de um ou de poucos objetivos, de maneira que permita o seu amplo e detalhado conhecimento.

17 16 Já no que se refere à observação sistemática, os ensinamentos de Silva e Menezes (2004) afirmam que a pesquisa descritiva possibilita descrever as características de determinado fenômeno ou o estabelecimento de relações entre variáveis. Envolve o uso de técnicas padronizadas de coleta de dados, como questionários e observação sistemática, como forma de levantamento (Grifo Nosso). Corroborando o entendimento anterior, cita-se Marconi e Lakatos (2011, p. 78) ao afirmarem que na observação sistemática, o observador sabe o que procura e o que carece de importância em determinada situação; deve ser o objetivo, reconhecer possíveis erros e eliminar sua influência sobre o que vê e recolhe. Utilizando-se desses recursos, acredita-se no êxito do estudo em relação à apresentação e à análise dos resultados, por meio de conclusões bem definidas. As diferenças entre as pesquisas exploratórias e descritivas são indicadas por Mattar (2005), quando afirmam que, diferentemente do que ocorre nas pesquisas exploratórias, a elaboração das questões de pesquisa descritiva pressupõe um grande conhecimento sobre o problema a ser investigado. A pesquisa exploratória vem de explorar para criar uma aproximação, uma familiaridade em relação ao fato ou fenômeno, sendo realizada por meio de levantamento bibliográfico, entrevistas com profissionais da área e visitas, entre outros. Já a base descritiva, se fundamenta no intuito de justificar e compatibilizar os objetivos, que o autor define como a descrição do fato ou fenômeno, após a pesquisa exploratória, sendo o levantamento de características conhecidas de um fenômeno ou situação. Assim, tanto a análise de dados secundários disponíveis quanto as entrevistas informais, com pessoas especializadas no assunto de interesse, são úteis como técnicas de exploração. Quanto aos meios, de acordo com os meios, o presente trabalho foi conduzido na forma de pesquisas bibliográficas e estudo de caso (campo). Pesquisa Bibliográfica porque a fundamentação teórica do trabalho está baseada na investigação em livros, periódicos, jornais, revistas e internet. A pesquisa de campo se caracteriza pela etapa de coleta de informações em uma empresa de pequeno porte, voltada ao comércio de produtos importados. Neste sentido, este trabalho também se confirma como um estudo de caso. Finalmente, para a realização do estudo, foram executadas entrevistas suportadas por um roteiro de questionário.

18 Universo e Amostragem da Pesquisa Entende-se como universo de pesquisa ou população um conjunto definido de elementos possuidores de determinadas características. A amostra é um subconjunto do universo ou da população, através do qual são estabelecidas ou apreciadas as características deles (GIL, 2002). Mattar (2005) afirma que a coleta e análise de apenas alguns elementos da população em estudo, desde que orientada de acordo com critérios estatísticos e acompanhados de alguns cuidados operacionais, são satisfatórias para proporcionar as informações procuradas sobre esta população, de forma relevante e consistente. De acordo com Richardson (1999), população é o conjunto de elementos que possuem determinadas características, e em termos estatísticos, o conjunto de indivíduos que trabalham em um mesmo lugar. Segundo Gil (2002), a amostragem é fundamentada pelas leis estatísticas, que lhe conferem fundamentação científica. As amostras podem ser classificadas em probabilística e não probabilística. As amostras probabilísticas são rigorosamente científicas e baseiam-se nas leis estatísticas dos grandes números, e da regularidade estatística. A amostra, para Marconi e Lakatos (2011, p.52), é uma porção ou parcela, convenientemente selecionada do universo/população. A tipologia da amostragem probabilística contém amostragem aleatória simples, sistemática, estratificada, por conglomerado e por etapas. Na amostragem não probabilística, encontram-se os tipos: por acessibilidade, por tipicidade e por cotas (GIL, 2002). Para Gil (2002), a amostragem estratificada é caracterizada pela seleção de uma amostra de cada subgrupo da população considerada e que a fundamentação para determinar os subgrupos ou estratos pode ser encontrada nas propriedades consideradas como relevantes. A amostragem estratificada comporta duas subdivisões: proporcional e não proporcional. A proporcional é caracterizada por contemplar uma amostra aleatória de cada grupo, proporcional à extensão do subgrupo. A não proporcional se caracteriza por não conter de forma proporcional, as amostras dos vários estratos em relação ao universo pesquisado. O presente estudo contempla uma amostragem não probabilística estratificada (em função do tempo, dos recursos materiais/humanos, por tratar-se de uma pesquisa acadêmica), com o critério da acessibilidade, que significa, segundo Vergara (2005), longe de qualquer procedimento estatístico, selecionando os elementos pela facilidade a eles. O universo da pesquisa de campo foram os departamentos de uma empresa de pequeno porte, voltada ao comércio de produtos importados, situada na Região Metropolitana de Belém

19 18 do Pará. A empresa possui um software de Gestão Administrativa Financeira e Gestão de Material. Entretanto, a amostra de sujeitos não foi grande, pois se trata de uma empresa de pequeno porte, com poucos colaboradores envolvidos, três no total. Sob este aspecto, a amostra foi considerada não-probabilística (GIL, 2002), segundo a estratégia de amostra proposital Seleção de Sujeitos Os sujeitos da pesquisa foram os funcionários (estratificados e selecionados), representados pela proprietária e dois colaboradores que atuam na frente de loja, sendo que a proprietária atua nas compras e nos estoques, ou seja, é o sujeito que interage diretamente com a gestão de estoques. Os critérios de seleção dos sujeitos entrevistados deram-se a partir da proprietária e os colaboradores que colaborarem com a pesquisa, expondo e descrevendo a experiência de como é executada a gestão de estoques na empresa. O período que este estudo compreendeu foi entre agosto e setembro de Para este estudo foram propostas entrevistas com os colaboradores já citados, de forma a entender o funcionamento dos departamentos. Os colaboradores foram questionados: a) sobre todo o funcionamento do negócio; b) sobre como a empresa mantém a gestão dos estoques; c) sobre os procedimentos e as técnicas utilizados pela empresa de pequeno porte, voltada ao comércio de produtos importados, voltados para gestão de almoxarifado sobre qual a sua participação e responsabilidade nesses processos. A partir dessas entrevistas, foi possível entender todo o funcionamento da empresa e os relacionamentos mantidos entre os colaboradores. A entrevista é uma técnica na qual o investigador se apresenta ao investigado e lhe formula perguntas com o objetivo de obter os dados necessários à investigação (MATTAR, 2005). A análise e reflexões desses colaboradores foram importantes para a proposta de uma nova estrutura de gestão de estoques para a empresa pesquisada, com vistas a obtenção de melhorias de desempenho organizacional.

20 Fontes Primárias e instrumentos de coleta de dados De acordo com Mattar (2005), as fontes de dados podem ser primárias e secundárias. Denominam-se fontes primárias de dados aquelas em que os dados podem ser obtidos diretamente junto aos portadores dos mesmos. Tais dados nunca foram coletados, tabulados e analisados anteriormente. As fontes secundárias contêm dados que já foram coletados, tabulados e analisados. São constituídas por informações disponíveis para consulta, levantamentos bibliográficos e documentais, estatísticas e pesquisas realizadas anteriormente. Para a coleta dos dados, é imprescindível determinar as fontes para sua obtenção e formas de disponibilização. Para atingir o objetivo geral definido para estudo, foram criados e aplicados os instrumentos para coleta de dados junto ao público interno na organização investigada, utilizando-se roteiro de questionário, com perguntas fechadas, abertas, relacionadas e, entrevistas pessoais para os colaboradores, visando ao cumprimento dos objetivos específicos e à consolidação das informações. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas, com perguntas mais flexíveis. Assim, a entrevista foi guiada por uma lista de perguntas ou assuntos que foram explorados, e esse formato permitiu ao investigador captar a visão geral do respondente. Segundo Mattar (2005), o questionário deve conter uma quantidade determinada de perguntas. O pesquisador é quem determina o tamanho, a natureza e o conteúdo do questionário, levando-se em conta o problema pesquisado e respeitando o entrevistado, como ser humano com interesses e necessidades diferentes do pesquisador. O questionário é uma das técnicas de investigação, sendo composto por questões escritas, apresentadas aos detentores de dados, para a obtenção de opiniões, percepções, interesses, situações vivenciadas, dentre outros (GIL, 2002). Segundo Gil (2000), as questões fechadas apresentam um conjunto de alternativas de respostas, para que se escolha a que melhor representaria uma situação ou a opinião do respondente. Nas questões abertas, as perguntas são elaboradas para permitir a resposta de forma livre, sem nenhuma restrição. As questões relacionadas possuem perguntas que dependem de uma resposta dada anteriormente. Para efeitos deste estudo, que utiliza entrevista semiestruturada, foi desenvolvido um roteiro de questionário (APÊNDICE A).

21 Fontes Secundárias de dados e instrumentos para obtenção Para aprofundar o estudo, foram utilizados dados de fontes secundárias através do levantamento bibliográfico, com o objetivo de consolidar teorias e pensamentos dos autores clássicos da gestão de estoques. De acordo com Richardson (1999), as fontes de dados primários são aquelas que têm uma ligação física direta com os fatos analisados e as fontes de dados secundários são aquelas que não têm ligação direta com o fato registrado Definição e aplicação dos instrumentos de coleta de dados Foi criado um roteiro de questionário, abordando assuntos relacionados à área dos estoques. O instrumento de coleta em questão teve por objetivo captar características da empresa em estudo e suas ações voltadas a gestão dos estoques. O roteiro das entrevistas contém perguntas abertas, conforme apresentado no Apêndice A Tratamento e Análise dos dados Em virtude da natureza do problema investigado, o tratamento e a análise dos dados, realizados inicialmente com base nos dados obtidos quando da revisão bibliográfica, recaíram sobre uma abordagem qualitativa. Após as entrevistas, foram levantados aspectos referentes à gestão dos estoques realizada na empresa pesquisada. As informações qualitativas foram organizadas e interpretadas com base na fundamentação teórica. Os dados da pesquisa foram analisados e transportados para gráficos, para espelhar a realidade pesquisada e fornecer subsídios que possibilitassem verificar a percepção dos sujeitos quanto se aprofundar nos dados coletados do processo de administração de materiais.

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