AULA 2. Texto e Textualização. Prof. Daniel Mazzaro Vilar de Almeida 2013/1º

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1 AULA 2 Texto e Textualização Prof. Daniel Mazzaro Vilar de Almeida 2013/1º

2 O QUE É TEXTO? Para Costa Val, texto = discurso. É uma ocorrência linguística falada ou escrita, de qualquer extensão, dotada de unidade sociocomunicativa, semântica e formal. É uma unidade de linguagem em uso, cumprindo uma função num dado jogo de atuação sociocomunicativa.

3 O QUE É TEXTO? Deve ser compreendido sob três aspectos: 1. Pragmático: informacional, comunicativa intenções do produtor, jogo de imagens mentais dos interlocutores, espaço de perceptividade visual e acústica etc. 2. Semântico-conceitual: coerência recebedor deve perceber o texto como um todo significativo. 3. Formal: coesão o texto deve ter seus constituintes linguísticos ser reconhecivelmente integrados, de modo a permitir que ele seja percebido como um todo coeso.

4 O QUE É TEXTUALIDADE? São as características que fazem com que um texto seja um texto, e não apenas uma sequência de frases. Coerência; Coesão; Intencionalidade; Aceitabilidade; Situacionalidade; Informatividade; Intertextualidade.

5 COERÊNCIA Resulta da configuração que assumem os conceitos e relações subjacentes à superfície textual. É responsável pelo sentido do texto. Envolve aspectos lógicos, semânticos e cognitivos. O texto não significa exclusivamente por si mesmo. Seu sentido é construído não só pelo produtor como também pelo recebedor, que precisa deter os conhecimentos necessários à sua interpretação.

6 COESÃO É a manifestação linguística da coerência. Advém da maneira como os conceitos e relações subjacentes são expressos na superfície textual. Constrói-se através de mecanismos gramaticais e lexicais. Seus recursos expressam relações não só entre os elementos no interior de uma frase, mas também entre frases e sequências de frases dentro de um texto.

7 COERÊNCIA E COESÃO Promovem a inter-relação semântica entre os elementos do discurso, respondendo pelo que se pode chamar de conectividade textual. O nexo é indispensável para que uma sequência de frases possa ser reconhecida como texto. (1) Pedro vai buscar as bebidas. Sandra tem que ficar com os meninos. A Tereza arruma a casa. Hoje eu vou precisar da ajuda de todo mundo. (2) No rádio toca um rock. O rock é um ritmo moderno. O coração também tem ritmo. Ele é um músculo oco composto de duas aurículas e dois ventrículos.

8 INTENCIONALIDADE Concerne ao empenho do produtor em construir um discurso coerente, coeso e capaz de satisfazer os objetivos que tem em mente numa determinada situação comunicativa. Diz respeito ao valor ilocucionário (da realização de uma ação através de um enunciado, por exemplo o ato de promessa que pode ser realizado por um enunciado que se inicie por eu prometo) do discurso, elemento da maior importância no jogo de atuação comunicativa.

9 ACEITABILIDADE Concerne à expectativa do recebedor de que o conjunto de ocorrências com que se defronta seja um texto coerente, coeso, útil e relevante, capaz de levá-lo a adquirir conhecimentos ou a cooperar com os objetivos do produtor. Grice: cooperação, qualidade, quantidade, pertinência/relevância das informações e maneira como essas informações são apresentadas. A comunicação se efetiva quando se estabelece um contrato do cooperação entre os interlocutores, de tal modo que as eventuais falhas do produtor são percebidas como significativas (piada), ou são cobertas pela tolerância d recebedor.

10 SITUACIONALIDADE Diz respeito aos elementos responsáveis pela pertinência do texto quanto ao contexto em que ocorre. É a adequação do texto à situação sociocomunicativa. Coerência pragmática: necessidade de o texto ser reconhecido pelo recebedor como um emprego normal da linguagem num determinado contexto.

11 INFORMATIVIDADE Diz respeito à medida na qual as ocorrências de um texto são esperadas ou não, conhecidas ou não, no plano conceitual e no formal. O ideal é o texto se manter num nível mediano de informatividade, no qual se alternam ocorrências de processamento imediato, que falam do conhecido, com ocorrências de processamento mais trabalhoso, que trazem a novidade. O texto tem que apresentar todas as informações necessárias para que seja compreendido com o sentido que o produtor pretende. É preciso que o discurso deixe inequívoco todos os dados necessários à sua compreensão aos quais o recebedor não conseguirá chegar sozinho.

12 INTERTEXTUALIDADE Concerne aos fatores que fazem a utilização de um texto dependente do conhecimento de outro(s) texto(s). Um discurso não vem ao mundo numa inocente solicitude, mas constrói-se através de um já-dito em relação ao qual ele toma posição. (MAINGUENEAU) A intertextualidade pode significar analisar a presença de falas subliminares, de todos e de ninguém, nos textos estudados.

13 TEXTO + TEXTUALIDADE A unidade textual se constrói nos aspectos sociocomunicativo pragmático (intencionalidade, aceitabilidade, situacionalidade, informatividade e intertextualidade); semântico (coerência) e formal (coesão). Informatividade e intertextualidade também dizem respeito à matéria conceitual, pois lidam com conhecimentos partilhados pelos interlocutores e contribuem para a eficiência pragmática do texto, conferindo-lhe interesse e relevância.

14 ARTICULAÇÃO TEXTUAL É a maneira como os fatos e conceitos apresentados no texto se encadeiam, como se organizam, que papéis exercem uns com relação aos outros, que valores assumem uns em relação aos outros. (COSTA VAL, 1999, p. 27)

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