Panorama dos Recursos Hídricos no Brasil. Profª Nara Luisa Reis de Andrade

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1 Panorama dos Recursos Hídricos no Brasil Profª Nara Luisa Reis de Andrade

2 Situação dos Recursos Hídricos e de sua Gestão (Fonte: Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil. ANA, 2014 ; 2013; 2012.) 2

3 Objetivos centrais de um Relatório de Conjuntura periódico e permanente são: Permitir o acompanhamento sistemático da situação dos recursos hídricos em escala nacional; e Disponibilizar aos gestores e ao público em geral uma visão abrangente da situação do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos. 3

4 4

5 Subdivisão temática nas análises do Relatório de Conjuntura 5

6 Aspectos socioeconômicos 6

7 Aspectos socioeconômicos 7

8 Oferta de Recursos Hídricos - Precipitação 8

9 Oferta de Recursos Hídricos - Precipitação A Amazônica; B Tocantins-Araguaia; C Atlântico Nordeste Ocidental; D Parnaíba; E Atlântico Nordeste Oriental; F São Francisco; G Atlântico Leste; H Atlântico Sudeste; I Atlântico Sul; J Uruguai; L Paraná; M Paraguai. 9

10 Oferta de Recursos Hídricos - Precipitação 10

11 Oferta de Recursos Hídricos - Precipitação Eventos climáticos extremos, como estiagens prolongadas, fortes tempestades e ondas de calor ou frio intenso, devem se tornar mais frequentes à medida que a temperatura do planeta se eleva o que poderá impactar a disponibilidade dos recursos hídricos nos grandes centros urbanos brasileiros (da Rocha, 2014). 11

12 Oferta de Recursos Hídricos - Anomalias 12

13 Eventos Críticos Enchentes registradas entre 2003 e

14 Oferta de Recursos Hídricos Disponibilidade Hídrica Subterrânea A utilização das águas subterrâneas tem crescido de forma acelerada nas últimas décadas e há indicações de que essa tendência deverá continuar, o que explica o crescimento contínuo do número de empresas privadas e órgãos públicos com atuação na pesquisa e captação dos recursos hídricos subterrâneos e do número de pessoas interessadas pelas águas subterrâneas tanto nos aspectos técnico-científicos e socioeconômico como no administrativo e legal. A potencialidade de água subterrânea no território nacional não é uniforme, ocorrendo regiões de escassez e outras com relativa abundância, havendo localidades com significativa disponibilidade hídrica, como aquelas abrangidas pelo Aquífero Guarani e aquíferos sedimentares em geral, e outras com disponibilidade baixa, como aquelas de ocorrência das rochas cristalinas no semiárido brasileiro. 14

15 Alterações da vazão ou; Alteração na qualidade. Setores Usuários da Água TIPOS DE USO Usos não consuntivos: Pode ou não haver derivação das águas de seu curso natural. o geração hidrelétrica, a navegação, a pesca/aquicultura, a proteção da vida aquática e o turismo/recreação; Usos consuntivos: parte da água captada é consumida no processo produtivo, não retornando ao curso de água. o abastecimento de água para uso humano (urbano e rural), para dessedentação animal, para uso industrial e para irrigação. 15

16 Setores Usuários da Água Usos Não Consuntivos - HIDROENERGIA 16

17 Setores Usuários da Água Usos Não Consuntivos - HIDROENERGIA 17

18 DEMANDAS DOS USOS DA ÁGUA: usos consuntivos 18

19 19

20 Setores Usuários da Água Usos Consuntivos - SANEAMENTO AMBIENTAL O saneamento ambiental, apesar de não ser um tema totalmente ligado à hidrologia e ao ciclo hidrológico, tem importância na construção do cenário sobre riscos potenciais à demanda, disponibilidade e qualidade dos recursos hídricos. A demanda por abastecimento de água e o lançamento de efluentes afetam diretamente a disponibilidade dos rios em termos de quantidade e qualidade, podendo comprometer as condições necessárias para o uso múltiplo das águas. A falta de coleta e a disposição inadequada de resíduos sólidos também são potenciais contribuintes para o aumento da poluição hídrica. Seja diretamente, quando são dispostos em áreas alagadas ou carreados por falta de coleta; ou indiretamente, quando a disposição desses resíduos é feita sem controle adequado, como lixões e aterros, podendo, assim, contaminar o solo e, consequentemente, as águas subterrâneas e outros corpos hídricos em suas proximidades. 20

21 Setores Usuários da Água Usos Consuntivos - SANEAMENTO AMBIENTAL

22 Setores Usuários da Água Usos Consuntivos - SANEAMENTO AMBIENTAL

23 Setores Usuários da Água Usos Consuntivos - SANEAMENTO AMBIENTAL

24 Setores Usuários da Água Demanda dos usos Consuntivos - IRRIGAÇÃO 24

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26 Balanço Demanda Versus Disponibilidade O balanço entre disponibilidade e demanda de recursos hídricos nas doze regiões hidrográficas foi realizado mediante a análise da razão entre a vazão de retirada para os usos consuntivos e a disponibilidade hídrica (em rios sem regularização, a vazão de estiagem a vazão com permanência de 95%; em rios com regularização, a vazão regularizada somada ao incremento de vazão com permanência de 95%). Índice de retirada de água ou water exploitation index 26

27 Balanço Demanda Versus Disponibilidade Este valor alto é dado principalmente pela alta disponibilidade? hídrica da Região Hidrográfica Amazônica e não leva em conta a má distribuição do uso dos recursos hídricos no país, caracterizada por regiões com alta demanda e baixa disponibilidade hídrica. 27

28 28

29 Balanço Demanda Versus Disponibilidade As regiões Amazônica, Paraguai, Tocantins-Araguaia e Atlântico Nordeste Ocidental possuem situações bastante confortáveis quanto à demanda / disponibilidade, com acima de 88% de seus principais rios classificados como excelente e confortável ; Por outro lado, as regiões que se encontram em situação de risco quanto ao balanço hídrico são estas: a RH Atlântico Nordeste Oriental, com 91% de seus principais rios classificados com situação muito crítica, crítica, e preocupante ; Atlântico Leste, com 70%; Atlântico Sul, com 59%; e São Francisco, com 44%. Assim, pode-se dizer que a estrutura de gestão para a Amazônia deve ser menos complexa, ao tempo em que no Nordeste a estrutura para a gestão é mais complexa, demandando maior número de especialistas. 29

30 Qualidade das Águas Superficiais ÍNDICE DE QUALIDADE DAS ÁGUAS - IQA 30

31 Qualidade das Águas Superficiais ÍNDICE DE QUALIDADE DAS ÁGUAS - IQA 31

32 32

33 Gestão dos Recursos Hídricos É apresentada e discutida a evolução legal e institucional da gestão de recursos hídricos no país, mostrando a sua relação, principalmente, com a promulgação da Constituição Federal de 1988 e com a edição da Lei das Águas (Lei n , de 8 de janeiro de 1997). 33

34 34

35 Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos Gestão dos Recursos Hídricos Lei das Águas 35

36 36

37 Comitês e Agências de Bacia Criação da Agencia Nacional de águas 37

38 Comitês e Agências de Bacia Criação da Agencia Nacional de águas 38

39 Instrumentos e Mecanismos de Gerenciamento dos Recursos Hídricos 39

40 Instrumentos e Mecanismos de Gerenciamento dos Recursos Hídricos Enquadramento 40

41 Instrumentos e Mecanismos de Gerenciamento dos Recursos Hídricos Enquadramento O enquadramento dos corpos d'água é o estabelecimento do nível de qualidade a ser alcançado ou mantido em um segmento de corpo d'água ao longo do tempo. Busca "assegurar às águas qualidade compatível com os usos mais exigentes a que forem destinadas" e "diminuir os custos de combate à poluição das águas, mediante ações preventivas permanentes': E um instrumento de planejamento e deve ter como referência não somente a condição atual da qualidade da água, mas também a qualidade que o corpo d'água deveria possuir para atender os usos desejados pela sociedade. A discussão e a aprovação da proposta de enquadramento dos corpos d'água é uma atribuição do comitê de bacia, e sua deliberação é atribuição dos conselhos de recursos hídricos. Resolução n2 141 /2012 do CNRH 41

42 Instrumentos e Mecanismos de Gerenciamento dos Recursos Hídricos Outorga A lei 9433/97 afirma que a outorga deve preservar o uso múltiplo dos recursos hídricos e que estão sujeitos à outorga pelo Poder Público os direitos dos seguintes usos: derivação ou captação de parcela da água existente em um corpo de água para consumo final, inclusive abastecimento público, ou insumo de processo produtivo; extração de água de aquífero subterrâneo para consumo final ou insumo de processo produtivo; lançamento em corpo de água de esgotos e demais resíduos líquidos ou gasosos, tratados ou não, com o fim de sua diluição, transporte ou disposição final; aproveitamento dos potenciais hidrelétricos; outros usos que alterem o regime, a quantidade ou a qualidade da água existente em um corpo de água. 42

43 Instrumentos e Mecanismos de Gerenciamento dos Recursos Hídricos Outorga 43

44 Instrumentos e Mecanismos de Gerenciamento dos Recursos Hídricos Outorga 44

45 Instrumentos e Mecanismos de Gerenciamento dos Recursos Hídricos S.I 45

46 Instrumentos e Mecanismos de Gerenciamento dos Recursos Hídricos - COBRANÇA PELO USO DA ÁGUA A cobrança pelo uso de recursos hídricos é um indicador do estágio da implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos, na medida em que sua implantação em uma bacia hidrográfica decorre da concretização de outros instrumentos de gestão. No âmbito federal, há dois tipos de mecanismos de cobrança pelo uso da água, um referente à produção de eletricidade e outro relativo aos demais setores usuários, tendo esses mecanismos formas diferenciadas de implementação. 46

47 Instrumentos e Mecanismos de Gerenciamento dos Recursos Hídricos - COBRANÇA PELO USO DA ÁGUA No que se refere aos setores de saneamento, indústria, irrigação, criação animal, mineração, aquicultura e geração termoelétrica, a cobrança pelo uso da água é um instrumento de gestão de recursos hídricos que tem como objetivos estimular o uso racional da água e gerar recursos financeiros para a preservação e recuperação das bacias. Este instrumento não pode ser confundido com um imposto, pois se trata de um preço público fixado a partir de um pacto entre os usuários de água, sociedade civil e poder público no âmbito do comitê de bacia, com o apoio técnico da ANA. A cobrança pelo uso da água foi instituída pela Lei n ; Em novembro de 2011, foi iniciada a cobrança na Bacia do Rio Doce, que juntamente com as Bacias Hidrográficas do Rio Paraíba do Sul (desde março/2003), e do Rio São Francisco (desde julho/2010) integram as quatro bacias de rios de domínio da União cuja cobrança já foi implementada. 47

48 Instrumentos e Mecanismos de Gerenciamento dos Recursos Hídricos - COBRANÇA PELO USO DA ÁGUA 48

49 49

50 Observações Finais Embora a situação de atendimento às populações urbanas com água encanada tenha melhorado bastante, o índice de atendimento de serviços de esgoto e, dentro desses atendidos, o volume de esgoto tratado deixam ainda a desejar. Assim sendo o lançamento desses esgotos domésticos é a principal pressão sobre os corpos d água; Também atuam negativamente os resíduos sólidos urbanos, cuja maior parte não tem destinação adequada. Os esgotos têm contribuído para a eutrofização dos corpos d água. A demanda de água cresceu bastante no ano, mantendo-se o setor de irrigação à frente dos outros, seguido do setor doméstico. Mas pode-se afirmar que a situação dos recursos hídricos no Brasil ainda é tranquila no que concerne à sua quantidade frente à demanda atual, aparecendo situações de risco somente em três das regiões hidrográficas. 50

51 Observações Finais As legislações federal e estaduais brasileira vão tendo implantados os órgãos lá previstos, e seu funcionamento gradativamente ganha importância. Isso fez que houvesse uma importante evolução na gestão dos recursos nos últimos anos, descentralizando os serviços como previsto; Infelizmente, ainda há muitos órgãos sem terminar a sua estruturação, particularmente em termos de recursos humanos adequados. Os instrumentos de planejamento de recursos hídricos, enquadramento, outorga, cobrança e sistema de informações também evoluíram. No caso da outorga, predominaram as das águas superficiais, particularmente para a irrigação. A cobrança já começa a apresentar seus frutos na redução da quantidade de água utilizada e na alavancagem de recursos para investimento nas bacias. 51

52 Planejamento de atividades do semestre Prox. Aula: atividade de fixação V. 1,0 ponto -Texto Tundisi & Tundisi, (189 a 208) - L /1997 Avaliação P Atividade de campo Grupos! SEMINARIOS Panorama dos Recursos Hídricos no Estado de Rondônia e ARTIGOS 52

53 SEMINARIOS Panorama dos Recursos Hídricos na Amazônia e no Estado de Rondônia - 01 e Livro base : Problemática do uso local e global da água na Amazônia. Aragon & Clusener-Godt,

54 Aula 03/09/2015 Atividade de fixação V. 1,0 ponto -Texto Tundisi & Tundisi, (189 a 208) - L /1997 a) Elaborar uma resenha critica do texto: Avanços na legislação e descentralização de ações. O que deve constar numa resenha (max. 2 pgs.) Devem constar: O título A referência bibliográfica da obra O resumo, ou síntese do conteúdo A avaliação crítica Tenha por base a Lei 9.433/97. b) No seu ponto de vista, a Lei 9.433/97 apresenta uma estrutura que propicia a gestão sustentável dos RH? Destaque os aspectos legais para a sua justificativa. 54

55 BOM ESTUDO... 55

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