A importância do controle de estoque numa empresa de comercialização de material elétrico e hidráulico

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1 UNIÂO EDUCACIONAL DO PLANALTO CENTRAL UNIPLAC FACULDADE DE CIÊNCIAS GERENCIAIS DO PLANALTO CENTRAL CIGEPLAC A importância do controle de estoque numa empresa de comercialização de material elétrico e hidráulico JAQUES LISBOA DE SOUZA BRASÍLIA 2008

2 JAQUES LISBOA DE SOUZA A importância do controle de estoque numa empresa de comercialização de material elétrico e hidráulico Monografia apresentada no curso de Graduação em Administração de Empresas da Faculdade de Ciências Gerenciais do Planalto Central, como parte dos requisitos para obtenção do título de Bacharel em Administração. Orientador: Prof.MSC ROMILSON RANGEL AIACHE BRASÍLIA 2008

3 SOUZA, Jaques Lisboa de. A Importância do Controle de estoque. Jaques Lisboa de Souza. Gama (DF), União Educacional do Planalto Central (UNIPLAC), Número de páginas - 39 Orientador: Prof.MSC. Romilson Rangel Aiache Monografia União Educacional do Planalto Central, Faculdade de Ciências Gerenciais do Planalto Central Graduação em Administração de Empresas. JAQUES LISBOA DE SOUZA

4 A importância do controle de estoque numa empresa de comercialização de material elétrico e hidráulico Monografia, aprovada como requisito parcial para obtenção do grau Bacharel em Administração no curso Administração de Empresas da União Educacional do Planalto Central. Data de Aprovação: / / Banca Examinadora: Prof.MSC. Romilson Rangel Aiache Prof. Everson Andrade dos Reis Prof. José Antõnio Lopes Ramos

5 AGRADECIMENTOS A DEUS por presentear-me com o dom da vida, a minha mãe pelo imenso amor a mim dedicado, a meus irmãos e amigos por acreditarem em mim, ao professor Romilson Aiache pela paciência em orientar-me, a amiga e companheira de curso Elisama pelo incentivo e apoio no dia-a-dia da nossa jornada.

6 LISTA DE TABELAS TABELA 1 Tabela largura do corredor e altura do empilhamento das estruturas 24

7 RESUMO As empresas, pela própria filosofia do capitalismo buscam sempre o melhor resultado econômico possível. Tentando aumentar suas receitas e minimizar suas despesas. O controle de estoque depende de uma boa administração, uma vez que os estoques são recursos ociosos correspondentes a boa parte do capital de giro. Este trabalho teve inicio no segundo semestre de 2006 e seu encerramento foi no primeiro semestre de 2008, com intuito de verificar a situação do estoque da empresa de material elétrico e hidráulico, concluindo-se que há muitas melhorias possíveis de se implantar na empresa estudada. PALAVRAS CHAVE Controle de estoque. Administração de Materiais. Logística

8 SUMÁRIO RESUMO 1. INTRODUÇÃO Tema: A Importância do controle de estoque numa empresa de material elétrico e hidráulico Justificativa Problema de Pesquisa Objetivos PERFIL DA EMPRESA REVISÃO DE LITERATURA Conceito de Micro e Empresa Pequeno Porte Logística Distribuição Física Administração de Materiais Gestão de Estoque Função e Objetivo do controle de Estoque Princípios básicos para controle de estoque Tipos de Estoques Avaliação de Estoque Método do Custo Médio Método PEPS Método UEPS Custo de Estoque Níveis de Estoques Tempo de Reposição Estoque Máximo Estoque Mínimo ou de Segurança Rotatividade ou Giro de Estoque Classificação pelo método ABC no controle de estoque Compras Armazenagem Aspectos comuns que devem ser observados durante a Armazenagem METODOLOGIA ANÁLISE DE RESULTADOS Visão do controle de estoque da empresa Layout Avaliação e Níveis de estoque Há falta ou excesso de material no estoque da empresa estudada? Há algum método de controle de estoque sendo usado na empresa? Análise quantitativa CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES REFERÊNCIAS 36 ANEXOS 38

9 9 1. INTRODUÇÃO O resultado econômico de uma empresa, seja qual for o seu porte, decorre da equação entre suas receitas e suas despesas. Para melhorar o desempenho, o ideal é que sejam aumentadas as receitas e reduzidas as despesas. Entretanto, nem sempre isso é possível, daí a necessidade de um controle efetivo de suas despesas. Geralmente, é mais fácil, num mercado competitivo, reduzir as despesas do que aumentar as receitas. A gestão de estoque vem preencher uma lacuna que o desconhecimento das empresas sobre o assunto pode trazer. Há em todo o país empresas de micro e pequeno porte 1 sendo fechadas por falta de uma boa administração. A não utilização de programas específicos de controle de estoque coopera para esses problemas. Ao longo dos anos, a tecnologia vem aprimorando-se com tanta velocidade que o acompanhamento torna-se imprescindível para a saúde financeira das empresas em geral. O cenário mundial apresentado força algumas empresas a se voltarem para a administração interna, implantar programas que facilitem a administração de seus estoques, treinamento de pessoal, de forma a agregar valor ao seu produto final e reduzir custos para a clientela. Apesar da importância que as grandes empresas têm para a economia brasileira e da destacada atenção que sempre mereceram dos órgãos governamentais, nota-se, atualmente, um forte interesse e tendência no sentido de conhecer, analisar e propor alternativas para o segmento empresarial formado pelas pequenas empresas. As principais razões para isso são a importância econômico-social da pequena empresa e as crescentes evidências dos problemas e dificuldades comuns a essas empresas, as quais são responsáveis pelo seu elevado índice de falência. Dessa forma, o foco do controle de estoque no presente estudo se dará em uma empresa de pequeno porte pela sua importância para economia nacional. 1 Segundo o Sebrae (www.sebrae.com.br) no Brasil, das 5,1 milhões de empresas formais, 98% são de micro e pequeno porte, responsáveis por 67% do pessoal ocupado no setor privado.

10 Tema: A importância do controle de estoque numa empresa de comercialização de material elétrico e hidráulico. 1.2 Justificativa A boa administração dos estoques é de vital importância para a saúde financeira das empresas, uma vez que uma parte do seu capital está nos materiais envolvidos na produção, sendo comum representarem a metade de todo o seu custo. O objetivo básico do controle de estoques é evitar o desabastecimento de material, sem, no entanto, permitir que ocorra a superestocagem. Dessa forma, torna-se inevitável viabilizar e gerenciar de forma qualitativa o material disponível em estoque, a fim de permitir um melhor desempenho financeiro da empresa. É a administração de estoques que determina a quantidade de material armazenado e, conseqüentemente, possibilita racionalizar o valor imobilizado para esse fim. Assim, reduções no montante estocado se traduzem na liberação de volume do capital necessário ao andamento do negócio como um todo. O interesse pelo tema se verificou em função da possibilidade de analisar os estoques de uma empresa de comercialização de material elétrico e hidráulico com verificação do nível de eficiência desse setor na empresa. 1.3 Problemas de Pesquisa A administração da empresa analisada é familiar e emprega cinco funcionários. Seu faturamento anual gira em torno de R$ ,00. O total do seu estoque é composto de itens, avaliado em cerca de R$ ,00. Em função do alto estoque da empresa em relação ao faturamento, uma melhor administração dos estoques poderia contribuir para um melhor desempenho econômico financeiro da empresa? 1.4 Objetivos Objetivo Geral O presente trabalho tem como objetivo apresentar um estudo sobre o controle de estoque e armazenamento de materiais elétricos e hidráulicos da empresa.

11 11 Objetivos Específicos Analisar a administração de materiais na empresa estudada; Verificar qual método de controle de estoque que está sendo usado na empresa estudada; Levantar eventuais problemas de gestão de materiais e sugerir medidas de correção.

12 12 2. PERFIL DA EMPRESA A empresa analisada atua na área de comercialização de material elétrico e hidráulico. Seu porte é pequeno, tendo sido fundada em Está localizada no Setor Leste do Gama DF e desenvolve suas atividades em imóvel alugado, com uma área instalada de 390m². A administração é familiar, composta por três pessoas, mas nenhuma delas exerce uma função específica. Emprega outros cinco funcionários. O seu faturamento anual gira em torno de R$ ,00. O total do seu estoque é composto de itens, avaliado em cerca de R$ ,00. Seus principais fornecedores são as indústrias e atacadistas do estado de São Paulo e do Distrito Federal. Utiliza um programa de informática denominado SIACO (Sistema de Automação Comercial) para controle de estoque e tem como cliente o público em geral.

13 13 3. REVISÃO DE LITERATURA 3.1. Conceito de Micro e Empresa Pequeno Porte Uma vez que a empresa analisada é enquadrada na categoria pequeno porte, cabe verificar o enquadramento legal previsto na legislação brasileira. Segundo a lei nº 9.841do estatuto da micro e pequena empresa (1999) : Conceitua-se: Microempresa, a pessoa jurídica e a firma mercantil individual que tiver receita bruta anual igual ou inferior a R$ ,00(duzentos e quarenta e quatro mil reais). Já uma empresa de pequeno porte é a pessoa jurídica e a firma mercantil individual que, não enquadrada como microempresa, tiver receita bruta anual superior a R$ ,00 (duzentos e quarenta e quatro mil reais) e inferior a R$ ,00(um milhão e duzentos mil reais) Logística Segundo Ching (1999), a logística moderna deve abranger toda a movimentação de materiais, internos e externos à empresa, incluindo chegada de matéria prima, estoques, produção e distribuição, até o momento em que o produto é colocado nas prateleiras à disposição do consumidor final. Já Ballou (1999), entende que: A logística empresarial trata de todas atividades de movimentação e armazenagem que facilita o fluxo de produtos desde o ponto de aquisição da matéria-prima até o ponto de consumo final, assim como dos fluxos de informações que colocam os produtos em movimento, com níveis de serviços adequados aos clientes a um custo razoável. Para Bowersox e Closs (2001), a logística é o processo de planejamento, implementação e controle eficiente e eficaz do fluxo de armazenagem de mercadoria desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o objetivo de atender as necessidades do cliente. Segundo Dias (1993), a atividade de logística no mundo passa por controle de identificação de oportunidade e redução de custo, prazo, disponibilidade de produtos sempre que é preciso. Ela é responsável pela compra, pelo recebimento, pela

14 14 armazenagem, separação, expedição, transporte e entrega com hora e lugar certo, ao menor custo possível. Ainda segundo Dias (1993), a logística divide-se em dois subsistemas de atividades que são: administração de materiais e distribuição física. Cada um envolve o controle de movimentação e coordenação demanda-suprimentos. A gestão de estoques subordina-se ao subsistema de Administração de materiais, que será foco dessa análise Distribuição física Segundo Ballou (1993), a distribuição física é o ramo da logística que trata da movimentação, estocagem e processamento desde a entrada no armazém até sua saída. Geralmente, é a atividade mais importante quando se fala de custo para maioria das empresas, pois absorve dois terços do custo logístico. De acordo com Alvarenga e Novaes (2000), a distribuição física tem um papel muito importante na logística das empresas. Isso deve-se ao crescente custo financeiro que força a empresa a reduzir o estoque e agilizar o manuseio, transporte, e distribuição de seus produtos. Concordando com Arnold (1999), é a área da logística responsável por fazer o transporte dos materiais desde o produtor até o consumidor final. (entretanto, pela característica da empresa analisada, não serão abordados aspectos ligados à distribuição) Administração de Materiais Segundo Viana (2000), a administração de materiais tem o objetivo fundamental de determinar quando e quanto adquirir, assim fazendo com que seu estoque trabalhe com o máximo de precisão e estratégia de abastecimentos sempre que o consumidor precisar. A área de materiais constitui componente indispensável no sentido do alcance dos fins, para proporcionar os resultados almejados pelas empresas. Ainda de acordo com Viana (2000) os problemas ligados à administração de materiais têm relação com a ação de chegar a algum objetivo, e deve ser feito um controle e um equilíbrio, a fim de obter uma resposta para essa questão que envolve

15 15 o estoque. Todos os componentes do sistema, os insumos materiais como, matériaprima e outros, precisam de uma maior atenção, a fim de racionalizar sua manutenção. A administração de materiais coordena essas atividades. Isso indica que há normas, critérios e rotinas operacionais para o alcance dos seus objetivos e relata que a atividade tem um ciclo rotineiro e independente das outras áreas da empresa e suas informações passam por diversos setores. Assim, a formação de estoque é um ponto crucial, pois há uma preocupação em manter os níveis operacionais da empresa, atender o consumidor e sempre manter o nível de estoque em patamares adequados Gestão de estoque Segundo Martins (2004), a gestão de estoque é constituída de várias ações que permitem ao administrador verificar se os estoques estão sendo utilizados de maneira correta ou se estão bem localizados com relação aos setores que dependem dele. Existem alguns indicadores de produtividade na análise e controle dos estoques que estão sendo muito usados, como o inventário físico, a acurácia, o nível de serviço, o giro e a cobertura de estoque. Atingir o equilíbrio ideal entre estoque e consumo é a meta primordial e, para tanto, a gestão se inter-relaciona com as outras atividades afins, no intuito de que as empresas e os profissionais envolvidos estejam contemplados com uma série de técnicas e rotinas, fazendo com que todo o gerenciamento de materiais, incluindo-se gestão, compras e armazenagem, seja considerado como atividade integrada do sistema de abastecimento.(viana, 2000) Inventário físico consiste na conferência física dos estoques, e se houver diferença entre o inventário físico e o registro dos estoques, tem que ser feito acerto seguindo recomendações contábeis e tributárias.(martins, 2004) Ainda segundo Martins (2004), a acurácia dos estoques é um índice que mede em percentagem de itens corretos, em quantidade ou em valor, pois a acurácia se faz ao término do inventário para saber a quantidade de itens corretos. A acurácia, em última análise, mede a eficiência da administração dos estoques. De acordo com Martins (2004), o nível de serviço ou de atendimento para gestão de estoques é uma medida de avaliação importante e muito eficaz no

16 16 atendimento das solicitações dos usuários, pois traz uma relação entre o que foi solicitado e o que foi atendido. Quanto à cobertura de estoque segundo Martins (2004), o número de unidades de tempo, geralmente será medido em dias. O que for necessário para manter o estoque em bom desempenho. Por exemplo, pode-se medir para quantos dias que o estoque médio será suficiente para cobrir a necessidade média.(martins, 2004). Os estoques são mantidos com a finalidade de suprir a produção e comercialização de bens ou prestação de serviços. O controle de estoque, portanto, é necessário para que haja sempre um nível de material suficiente para o alcance do objetivo operacional da empresa, possibilitando lhe agir com mais tranqüilidade. É ele quem vai permitir, verificar se o planejamento vem sendo seguido e que tipo de ajuste precisa ser feito. (Garcia et al, 1996) Função e Objetivo do controle de estoque Segundo Dias (1993), o objetivo do controle de estoque é utilizar o investimento e aumentar o uso dos meios internos da empresa, fazendo com que as necessidades de capital investido sejam baixas. Ainda segundo Dias (1993), a função do controle de estoque é fazer com que os efeitos negativos provocados pelas vendas não concretizadas sejam totalmente ao contrário. A administração de estoque tem que buscar minimizar o capital investido em estoque, pois ele custa caro e aumenta continuamente. É muito difícil para uma empresa trabalhar sem estoque, pois ele funciona amortecendo os vários estágios da produção até a venda final do produto Princípios básicos para controle de estoque De acordo com Dias (1993), para se ter um bom setor de controle de estoques, inicialmente deveremos descrever suas funções principais que são: Determinar o que deve permanecer em estoque, numero de itens; Determinar quando se devem reabastecer os estoques, prioridade; Determinar quanto de estoque será necessário para um período predeterminado, quantidade de compra;

17 17 Acionar o departamento de compras para executar aquisição de estoque (compras); Receber, armazenar e atender os materiais estocados de acordo com as necessidades; Controlar os estoques em termos de quantidades, valor, e fornecer informações sobre a posição do estoque; Manter inventários periódicos para avaliação das quantidades e estado dos materiais; e Justificar e retirar do estoque os itens obsoletos e danificados. Para se obter um controle de estoque preciso, maximizando os lucros e minimizando os custos com estocagem, a melhor maneira é seguir os princípios básicos de controle de estoque. Desta forma, há possibilidade de obter um bom resultado Tipos de estoques Nas empresas podem-se encontrar vários tipos de estoques, mas, segundo Dias (2002), os mais importantes são: Estoque de matéria prima - é o estoque que passará por uma transformação dentro da fábrica até chegar no produto acabado. Estoque de materiais auxiliares - é o material que se agrega e participa da transformação da matéria prima dentro da fábrica, como: rebolo lixa, óleo, ferramenta etc. Mas nem sempre se agrega ao produto e é indispensável para o processo de fabricação. Estoque de manutenção este tipo de estoque serve para auxiliar a manutenção dos edifícios e equipamentos, como: parafusos, peças ferramentas etc. Geralmente estão os matérias de escritórios para uso da empresa. Estoque intermediário este tipo é conhecido como peça em processo, que estão sendo processados ao longo do processo produtivo da empresa. Não são encontrados em almoxarifados e nem estão em expedição, porque não é matéria - prima e nem produto acabado. Estoque de produto acabado é o produto representado no estágio final do processo produtivo, ou seja, já pronto Avaliação de estoque De acordo com Pozo (2002), a gestão de estoque tem, além da preocupação com quantidades, uma preocupação constante com a redução dos valores monetários de seus estoques, agindo para mantê los o mais baixo possível e dentro de níveis de segurança, tanto financeiro, quanto aos volumes para atender à demanda. Esta função se constitui uma das atividades muito importantes de uma empresa. Algumas empresas chegam à falência por imobilizar as altas somas de

18 18 capital investido em estoque e deixando faltar investimentos para capital de giro. Há, portanto, uma atividade de muita importância dentro da gestão de estoque, que é prever o valor dos estoques em intervalos de tempo adequado e gerenciá-lo, compará-lo com planejamento, e tomar decisões cabíveis quando houver desvio de rota. Os fatores que justificam a avaliação de estoques são: a) assegurar que o capital imobilizado em estoque seja o mínimo possível; b) assegurar que os níveis de estoque estejam de acordo com a política da empresa; c) garantir que a valorização do estoque reflita exatamente seu conteúdo; d) garantir o valor desse capital seja uma ferramenta de tamanho de decisão; e) evitar desperdícios como obsolescência, roubos, extravios etc. Ainda para Pozo (2002), essas avaliações são feitas com base nos preços dos itens que temos nos estoques pois o valor real é feito de duas maneiras: o primeiro é por fichas de controle de cada produto estocado, e o segundo por meio de inventário físico. No método que utiliza ficha de controle, a empresa utiliza para estipular o preço de seu produto uma valorização constante em seus estoques, também para controlar a gestão integrada da empresa. Nesse procedimento, utilizase como forma de avaliação os seguintes: métodos Custo Médio, PEPS e UEPS Método do Custo Médio Este método é usado com freqüência, pois seu procedimento é simples e ao mesmo tempo atua como um moderador de preços, acabando com as variações que passa a ocorrer Método PEPS Esse processo tem por metodologia a fixação de preço médio entre entradas e saídas. É baseado na cronologia das entradas e saídas. O procedimento de baixa dos itens é feito normalmente pela quantidade da própria ordem de fabricação e os valores finais de saldo são dados pelo preço médio dos produtos. (Pozo, 2002). Este método segundo Pozo (2002), é conhecido como PEPS (primeiro a entrar e primeiro a sair), baseia-se na cronologia das entradas e saídas, já que o procedimento de baixa dos estoques da empresa é feito pela ordem de entrada do produto. Será feito o seguinte procedimento primeiro produto a entrar é o primeiro produto a sair. Assim seus valores serão utilizados nas contabilizações do estoque.

19 Método UEPS De acordo com Pozo (2002), este método é denominado UEPS (último a entrar, primeiro a sair), também é baseado na cronologia de entradas e saídas, pois o mesmo deve considerar que o último produto a entrar vai ser o primeiro produto a sair. Com isso, obtém-se a valorização dos produtos baseado nos últimos preços. Utilizar-se este método em economias inflacionárias Custo de estoque Para Dias (1993), todo e qualquer armazenamento de material geram determinados custos. São eles: Juros; Depreciação; Aluguel; Equipamento de manutenção; Deterioração; Obsolescência; Seguros; Salários; Conservação. Todos estes custos podem ser agrupados em diversas modalidades; como: Custos de capital (juros, depreciação); Custos com pessoal (salários, encargos sociais); Custos com edificação (aluguel imposto, luz, conservação); Custo de manutenção (determinação, obsolescência, equipamentos). Ainda segundo Dias (1993), existem duas variáveis que aumentam os custos de armazenagens, são a quantidade e o tempo do produto em estoque, pois a grande quantidade de produto estocado só poderá ser movimentado com a utilização de mais mão de obra ou mais equipamento. Com isso, há geração de custos maiores. No entanto, nas menores quantidades de produtos estocados, há custos mais baixos. Todos estes custos podem ser chamados de custos de armazenagem. Seus cálculos são feitos com base no estoque médio que geralmente é indicado em

20 20 porcentagem (%) do valor que está estocado. Algumas empresas indicam como valor unitário os custos de armazenagem que são proporcionais à quantidade e o tempo que um produto fica estocado. Recomenda-se que estes custos sejam feitos por fórmulas e medidas matemáticas e, uma vez calculado seu valor, transforma-se em valor percentual ao estoque estudado Níveis de estoques Segundo Pozo (2002), uma decisão muito importante a ser tomada é a determinação de manter os níveis de estoques o mais econômico possível para empresa. Sabemos que os custos com estoques são influenciados por vários fatores como: Volume, disponibilidade, mão-de-obra, movimentação e recurso financeiro, conforme a situação. Uma das técnicas mais utilizadas é o enfoque do tamanho do lote econômico para manutenção de níveis de estoque satisfatório e que denominamos de sistema máximo-mínimo. Precisamos calcular o tempo de reposição e ponto de pedido, o lote de compra e o estoque mínimo. A fim de que possamos ter boa administração do sistema máximo-mínimo Tempo de reposição e ponto de pedido Segundo Dias (1993), uma das informações necessárias para se calcular o estoque mínimo é o tempo de reposição, o tempo gasto desde a conferência de um estoque necessita para ser reposto até a chegada do material no almoxarifado da empresa. Este tempo pode ser dividido em três partes: Emissão de pedido - É o tempo que se tem desde a emissão do pedido de compra feita pela empresa até ele chegar ao fornecedor. Preparação do pedido Tempo que leva o fornecedor para fabricar os produtos, separar, emitir, faturas e deixa los pronto para serem transportados. Transporte Tempo que leva da saída do fornecedor até o recebimento dos materiais Em virtude de sua grande importância, Em virtude de sua grande importância, este tempo deve ser determinado de modo mais realista possível, pois as variações ocorridas durante esse tempo podem alterar toda a estrutura do sistema de estoque.(dias, 1993)

21 Estoque máximo Para Dias (1993), estoque máximo é soma do estoque mínimo mais o lote de compra. Segundo Pozo (2002), o nível máximo de estoque normalmente é determinado de forma que seu volume ultrapasse a somatória da quantidade do estoque de segurança com lote de compra em um valor que suporte variações normais, desde que não cresça e onere os custos de manutenção. E max = ES+ LC E max = estoque Máximo ES= estoque de segurança LC = lote de compra Estoque mínimo ou de segurança Segundo Dias (1995), a determinação do estoque mínimo ou de segurança é uma decisão muito importante a ser tomada, pois está ligada ao grau de imobilização financeira da empresa. O estoque mínimo é o mínimo que se deve manter em estoque para suprir eventuais atrasos no tempo de reposição, para assim oferecer um funcionamento sem interrupções no processo de controle de estoque e sem risco de faltas. Para Pozo (2002), o estoque de segurança também é conhecido como estoque mínimo ou estoque de reserva, pois há uma quantidade mínima de peças que se deve ter em estoque com função de cobrir as possíveis variações do sistema, tais como: atraso no tempo de reposição, rejeição do lote de compras ou aumento da demanda do produto. Es = C x K Es= estoque de segurança ou estoque mínimo C = consumo médio no período K = fator de segurança arbitrário no qual se deseja garantir contra um risco de ruptura

22 Rotatividade ou giro de estoque Para Dias (1993), A rotatividade ou giro de estoque é uma relação existente entre consumo anual e o estoque médio do produto. Segundo Dias (1993), a rotatividade é direta no inverso da unidade de tempo ou em vezes. Isto é, um certo produto ou até mesmo o capital investido vai girar uma vez por dia, por mês ou por ano. Como por exemplo: O consumo anual de um item foi X unidades e o estoque médio são Y unidades. O giro seria: R= X unidades/ano = Z vezes/ano Y De acordo com Dias (1993), o critério de avaliação será determinado pela política de estoque da empresa e deverá considerar: a) A disponibilidade de capital para investir em estoque é que vai determinar a taxa de rotatividade padrão; b) Não se devem utilizar taxas de rotatividade iguais para materiais de preço bastante diferenciado, use de preferência a classificação ABC, indicando cada classe com seu índice; se não for suficiente, subdivida em D e E etc; c) Baseado na política da empresa, no programa de produção e na previsão de vendas; determine a rotatividade que atenda as necessidades ao menor custo total; d) Estabeleça uma periodicidade para comparação entre a rotatividade padrão e a rotatividade real Classificação pelo método A B C no controle de estoque Segundo Dias (1993), a curva ABC é um instrumento muito importante para um administrador identificar os itens que precisam de uma atenção especial e um tratamento adequado. Pois obtém-se a curva ABC através da coordenação dos itens conforme a sua importância. Segundo Viana (2000), a curva ABC surgiu no ano de 1897, quando Vilfredo Pareto, economista, sociólogo e engenheiro italiano decidiu estudar a distribuição de renda e a riqueza da população em que vivia. Segundo Pozo (2002), a utilização da curva ABC é extremamente vantajosa, porque pode reduzir as imobilizações em estoques sem prejudicar a segurança, pois ela controla mais rigidamente os itens de classe A e, mais superficialmente, os de

23 23 classe C. A classificação ABC é usada em relação a varias unidades de medidas como peso, tempo, volume, custo unitário etc. Para Dias (1995), o método ABC é o mais importante para se administrar os estoques, pois nessa prática obtêm-se as classificações dos itens em função dos valores relativos, perecibilidade, o que tem mais saída etc. Também esse método possibilita resultado imediato por sua simplicidade de aplicação, na qual o administrador tem a obrigação de conhecer os itens que são muito importantes para empresa, podendo fazer o controle de acordo com sua importância. Após os itens serem colocados em ordem pelos seus graus de importância passa-se a classificá-los pelo método ABC, podendo ser definidos das seguintes maneiras: Classe A: Grupo de itens mais importantes que devem ser tratados com uma Atenção bem especial pela administração. Classe B: Grupo de itens em situação intermediário entre a e c. Classe C: Grupo menos importante que justificam pouca atenção por parte da administração Compras Outra atividade fundamental para uma eficiente gestão é a atividade compras. Segundo Araújo (1973), essa área tem por missão adquirir pelos melhores preços e dentro das melhores condições tudo aquilo que for necessário ao perfeito funcionamento da administração de estoque Armazenagem A atividade de comprar tem por finalidade suprir as necessidades da empresa mediante a aquisição de materiais e/ou serviços, emanadas das solicitações dos usuários, objetivando identificar no mercado as melhores condições comerciais e técnicas.viana (2000) De acordo Fernandes (1981), existem regras específicas de armazenagem para que se processe uma estocagem correta. Deve-se buscar a minimização do esforço individual e a otimização das operações internas através de melhor

24 24 rendimento operacional com custos mínimos, a fim de dar maior sentido de organização aos almoxarifados. Deve-se considerar não só os aspectos internos e as peculiaridades de cada almoxarifado, mas, também, a natureza e o tipo de material quanto ao tamanho, peso, forma, dimensão etc. Essas regras, além de contribuírem para a minimização de custos influenciam na: Redução de perdas por quebra; Diminuição de acidentes no trabalho por dispensar o recurso humano na movimentação de cargas pesadas; Menor tempo gasto nas movimentações e expedições; Aplicação com melhor aproveitamento da área útil de armazenagem. Mas, o que se procura através da norma de armazenagem é aumentar a eficiência do processo de estocagem, maximização dos rendimentos e minimização dos custos. De acordo com a teoria de Viana (2000), um dos fatores fundamentais na armazenagem é a correta utilização do espaço, o que demanda um estudo exaustivo das cargas, da estrutura para armazenagem como também dos meios de utilização. Como explica a tabela abaixo: Tabela 1: Tabela largura do corredor e altura do empilhamento das estruturas. Manuseio Largura máxima do corredor (m) Altura máxima de empilhamento (m) Manual 1,00 1,50 1,50 2,00 Empilhadeiras de contrapeso 3,00 4,00 4,00 5,00 Empilhadeiras retráteis 2,00 3,00 4,00 5,00 Empilhadeiras de garfos laterais 1,50 2,00 10,00 15,00 Empilhadeiras direcionais com garfos retráteis 1,50 2,00 10,00 15,00 Transelevadores de garfos deslocáveis para 1,00 1,50 10,00 15,00 entrada lateral Fonte: Viana (2000 p. 330). Esta tabela está em conformidade com peso, volume e forma de manuseio do material a armazenar.

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