ESCOLA SUPERIOR ABERTA DO BRASIL ESAB CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM LOGÍSTICA EMPRESARIAL ELIANE DE JESUS ROCHA GESTÃO DE ESTOQUE

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1 ESCOLA SUPERIOR ABERTA DO BRASIL ESAB CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM LOGÍSTICA EMPRESARIAL ELIANE DE JESUS ROCHA GESTÃO DE ESTOQUE VILA VELHA - ES 2010

2 ELIANE DE JESUS ROCHA GESTÃO DE ESTOQUE Monografia apresentada ao curso de Pós-Graduação em Logística Empresarial da Escola Superior Aberta do Brasil como requisito para obtenção do título de Especialista em Logística Empresarial, sob orientação do Prof. Ms. Aloísio Silva. VILA VELHA - ES 2010

3 ELIANE DE JESUS ROCHA GESTÃO DE ESTOQUE Monografia aprovada em...de...de Banca Examinadora Aloísio Silva Beatriz Christo Gobbi Luciana Genelhú Zonta VILA VELHA - ES 2010

4 DEDICATÓRIA Dedico este trabalho aos meus pais Antonio Carlos e Edméa Maria, minha filha Aline, meus irmãos Edicarla e Edcarlos, meu sobrinho Filipe e todos meus familiares pelo apoio e por acreditarem em meu potencial.

5 AGRADECIMENTOS A Deus, por iluminar meu caminho e nos momentos difíceis ter me consolado incentivando a não desistir. A meus pais: Edméa Maria e Antonio Carlos, por me encorajar na realização deste objetivo. A minha filha Aline, por compreender a minha ausência nos momentos de estudos. A meus irmãos Edicarla e Edcarlos e demais familiares, pelo incentivo e acreditarem na minha vitória. A minha amiga de trabalho Patrícia Reis, pela a amizade, incentivo e carinho. Ao Prof. Ms. Aloísio Carlos da Silva, pelas orientações e disponibilidade nos momentos necessários.

6 RESUMO Palavras-Chave: Estoques, Gestão de Estoques, Redução de custos. A pesquisa aborda a Gestão de Estoques que atualmente é um assunto de suma importância para as empresas que buscam melhores alternativas, para continuarem se destacando no mercado globalizado e competitivo. Tentando mostrar as empresas como reduzir custos através da Gestão de Estoques. Com foco nesse objetivo, primeiro devem-se conhecer os conceitos e funções da Administração de Materiais, pois, ela é base para enfoque da Gestão de Estoques. Também se busca o entrosamento com conceitos, objetivos, características mais importantes relacionados aos Estoques. Visto que o mesmo é o agente causador do aumento dos custos de uma empresa. Partindo daí, tratamos da Gestão de Estoques como uma ferramenta que planeja, controla e retroalimenta os fluxos de materiais dentro de uma empresa. É importante que métodos e técnicas de controle de estoque sejam aplicados de acordo com a necessidade e estrutura da empresa. E com as ferramentas adequadas em mãos, os gestores de estoques conhecendo todo seu processo, suas políticas, avaliando bem os seus custos e casando tudo isso ao um bom sistema de informação, poderá fazer um bom planejamento, assim, atingindo o objetivo maior das empresas que é a redução de custos.

7 LISTA DE QUADROS Quadro 1 - Ficha de estoque com cálculo custo médio...44 Quadro 2 - Ficha de estoque pelo método PEPS...44 Quadro 2 - Ficha de estoque pelo método UEPS...45

8 LISTA DE SIGLAS TR Emin ES Pe C Emáx LEC Ape Ac FE D A E C PR PEPS UEPS PP IR JIT MRP CR PU ACR CA CE CP Tempo de reposição Estoque Mínimos Estoque de Segurança Prazo de entrega Consumo diário Estoque Máximo Lote Econômico de Segurança Atraso no prazo de entrega Aumento do consumo diário Ficha de Estoque Demanda anual Custo de aquisição Custo de manutenção Custo Ponto de ressuprimento Primeiro que entra primeiro que sai. Último que entra primeiro que sai Ponto de pedido Intervalo de tempo Just in Time Planejamento das necessidades de materiais Custo de reposição Preço unitário acréscimo do custo de reposição custo de armazenagem Custo de estoque Custo de pedidos

9 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 - LOGÍSTICA E SUA EVOLUÇÃO HISTÓRIA DA LOGÍSTICA CONCEITO O PAPEL DA LOGÍSTICA NA EMPRESA CAPÍTULO 2 ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES CONCEITO FUNÇÃO COMPRA CAPÍTULO 3 RAZÕES PARA MANTER ESTOQUES ESTOQUES FUNÇÃO DO CONTROLE DE ESTOQUE POLÍTICAS DE ESTOQUE CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DO CONTROLE DE ESTOQUES TIPOS DE ESTOQUES NÍVEIS DE ESTOQUES Estoque Mínimo Estoque Máximo Estoque de segurança CAPÍTULO 4 GESTÃO DE ESTOQUES PREVISÕES PARA ESTOQUES OBJETIVOS DA GESTÃO DE ESTOQUES PLANEJAMENTO E CONTROLE DE ESTOQUES CAPÍTULO 5 MÉTODOS OU SISTEMAS DE GESTÃO DE ESTOQUES CURVA ABC LOTE ECONÔMICO DE COMPRA SISTEMA DE DUAS GAVETAS SISTEMA DOS MÁXIMOS E MINÍMOS SISTEMA DE REPOSIÇÕES PERIÓDICAS SISTEMAS KANBAN/ JUST IN TIME... 39

10 5.7 SISTEMA MRP CAPÍTULO 6 AVALIAÇÃO E CUSTOS DE ESTOQUES AVALIAÇÕES DE ESTOQUES CUSTOS DE ESTOQUES CONCLUSÃO REFERÊNCIAS... 51

11 11 INTRODUÇÃO A Gestão de Estoques é um tema que atualmente está ganhando mais espaço, dentro das empresas. Devido a necessidades que as empresas têm de gerenciar seus estoques de forma eficiente e com isso reduzir seus custos, mas sempre com foco na satisfação do cliente, pois, isso vem a ser um diferencial para as mesmas continuarem ganhando espaço cada vez no mercado atual que é bastante competitivo, globalizado e concorrido. A Gestão de Estoques de acordo com seu conceito trata-se de uma ferramenta que promove importantes ganhos com eficiência na redução de custos, falhas, planeja e controla o fluxo de matérias dentro das empresas. Mas apesar de sua complexidade, a Gestão de Estoque visa encontrar melhorias na questão dos custos e disponibilidade dos produtos, aspectos estes que tem impacto direto na rentabilidade das empresas. Essa pesquisa tem como problemática abordada: como as empresas podem reduzir seus custos através da Gestão de Estoques. Tendo como objetivo principal os modelos de Gestão de Estoques mais adequados para as empresas que buscam redução de custos. Apresentando as razões para manter estoques, os principais objetivos da Gestão de Estoques e os principais modelos de estoques como caminhos para alcançar o objetivo principal e conseqüentemente à solução do problema apresentado anteriormente. Essa pesquisa justifica-se por ser a Gestão de estoque uma ferramenta que busca resolver a questão dos custos e disponibilidade dos produtos com foco na satisfação do cliente. Com isso a mesma busca apresentar alternativas viáveis e métodos eficientes de Gestão de Estoques, dando ênfase a minimizar os estoques, visando uma maior redução no custo para as empresas. Para o meio acadêmico, se torna importante, pois, tratar-se de mais uma fonte de conhecimento para os estudiosos do tema. Essa pesquisa trás como

12 12 benefício para a sociedade, empresas mais competitivas e globalizadas, que buscam sanar suas dificuldades e/ ou deficiências de maneira eficiente, sem onerar custos para as mesmas nem tão pouco para os clientes. Esse estudo tratá-se de uma pesquisa bibliográfica e descritiva. Pautada em referências de autores tais como: Idalberto Chiavenato, Hong Yuh Ching, Martin Christopher, Ronald Ballou dentre outros. Realizando leituras nas literaturas, comparando, analisando e sistematizando os conteúdos, que serviram de alicerce, para a busca da solução do problema da redução de custos através da Gestão de estoques, com pleno o êxito. O primeiro capítulo trata de uma reflexão a cerca da Logística e sua evolução, visando o conhecimento da história, seu conceito e seu papel dentro das empresas. O segundo capítulo trata de uma abordagem básica sobre Administração de Estoques, assunto necessário para o tema abordado, apresentado seu conceito e sua principal função. O terceiro capítulo trata de uma abordagem mais específica com relação ao assunto Gestão de Estoques, as razões para manter estoques, apresentando o conceito de estoques, suas funções, políticas, características, tipos e níveis. Servindo com embasamento para os próximos capítulos. O quarto capítulo trata de uma reflexão a cerca da Gestão de Estoque, abordando as previsões de estoques, seus objetivos e o planejamento e controle dos mesmos. O quinto capítulo trata de uma abordagem relevante, sobre as técnicas e sistemas de Gestão de Estoques, apresentado seus métodos e a eficiência de cada um para as empresas. O sexto capítulo é o último, tratando da avaliação dos estoques e seus custos, mostrando os métodos de avaliação e sua eficiência, os tipos de custos e importância de serem observados dentro das empresas. O estudo a seguir é de fundamental importância para todos que atuam na área de Logística e que necessitam de maiores conhecimentos sobre o tema Gestão de Estoque com

13 13 foco na redução de custos, com visão em melhorias na lucratividade das empresas.

14 14 CAPÍTULO 1 LOGÍSTICA E SUA EVOLUÇÃO 1.1- HISTÓRIA DA LOGÍSTICA A palavra logística é de origem francesa. O conceito existe desde a década de 40, quando foi utilizada pela primeira vez, pelas Forças Armadas norteamericana, durante a segunda Guerra Mundial para o processo de fornecimento e aquisição de materiais. No período que antecede a década de 50, as empresas dividiam as atividades chaves da logística entre diversas áreas. Neste contexto o transporte ficava sob o comando de gerencia de produção, os estoques sob o comando de marketing e com isso eram causados diversos conflitos de objetivos e responsabilidades. Em meados de 1945, algumas empresas definiram que o transporte e armazenagem de produtos acabados, ficariam sob as responsabilidades de um departamento especifico. Mas foi especificamente entre a década de 50 e 70, que houve a explosão da teoria e prática da logística nas empresas. Com o desenvolvimento da área de marketing, as empresas mudaram seu foco de produção para o consumidor. Após 1950 ocorreram várias mudanças como: gosto do consumidor e maiores variedades de mercadorias. Ainda neste período as empresas percebem que não há vantagem em manter estoque, visto que o custo é bastante alto, então resolve transferir a responsabilidade para o seu fornecedor, fazendo com que haja entregas freqüentes. Na década de 70, a logística já se propagou e várias empresas passaram a adotá-las, porém algumas ainda preocupando-se com os lucros e esquecendo os custos. Em virtude das diversas crises ocorridas no período, as empresas passaram a se preocupar com a gestão de suprimentos. A partir de 1980, surge

15 15 logística integrada, que evoluiu bastante nos 15 anos seguinte, devido à revolução da tecnologia da informação. Após 1990, a logística é entendida como junção da administração de materiais e distribuição física. O grande crescimento da logística no Brasil se deu devido a diversos fatores como: custos elevados, mudanças no mercado e aparecimento de sistema como Just in time e kanban. Hoje, a procura pelos conceitos logísticos está cada vez maior, pois, o mercado está cada vez mais globalizado e os clientes mais exigentes. 1.2 CONCEITO Por sua definição, entende-se por logística como parte da administração que planeja, controla, organiza, movimenta, armazena materiais dentro de uma empresa. Carvalho (2002, p. 31) define logística como sendo: Logística é a parte do Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento que planeja, implementa e controla o fluxo e armazenamento eficiente e econômico de matérias-primas, materiais semi-acabados e produtos acabados, bem como as informações a eles relativas, desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o propósito de atender às exigências dos clientes. Com isso, pode-se afirmar que logística é uma cadeia integrada de suprimentos, que planeja e controla todo processo, com objetivo satisfazer o cliente final da melhor maneira possível O PAPEL DA LOGÍSTICA NA EMPRESA Tanto no ambiente interno como no externo de uma empresa, desde a chegada até a entrega de produto final é de responsabilidade da logística toda

16 16 movimentação de materiais. Conforme afirma Ching (2006), as atividades logísticas podem ser divididas em: Atividade Primária: São básicas para o cumprimento da função logística, como: transporte, gestão de estoques e processamento de pedidos. Atividade Secundária: São aquelas que servem de suporte para as atividades primarias, como: armazenagem, manuseio de materiais, embalagem, programação de produtos e manutenção de informação. É importante ressaltar que, a logística é um assunto vital para a empresa, pois, ela estuda meios para que administração possa obter a eficácia e ou eficiência em seus serviços levando sempre em consideração o planejamento, controle e organização. Com isso, conclui-se que o papel de logística dentro da empresa é tentar diminuir o tempo entre produção e a demanda, para que os consumidores possam ter um retorno mais rápido e eficaz, com relação aos bens ou serviços adquiridos.

17 17 CAPÍTULO 2 - ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS 2.1 CONCEITO Conforme Chiavenato (2005, p. 38) A administração dos materiais envolve a totalidade dos fluxos de materiais, transporte interno armazenamento no deposito de produtos acabados. Nota-se que a administração de materiais, trata do fluxo de produtos para a empresa, gerenciando as atividades de estoques e movimentação, no que diz respeito ao suprimento da empresa. Também é responsável pela atividade de compra e abastecimento da empresa. Essas atividades são importantes para administração de materiais, pois afetam a economia e eficácia do movimento de materiais dentro de empresa. A administração de materiais, também cuida dos estoques, que servem para garantir as operações cotidianas das operações, cobrirem as oscilações de demanda, quer seja de produção ou de oferta. Tendo como função principalmente regular o fluxo de negócios. Toda a necessidade de suprimento de materiais deverá ser atendida conforme solicitação da operação ou cliente. Mas o objetivo principal da administração de materiais é que o material chegue ao local certo, na hora certa e quantidade correta. 2.2 FUNÇÃO COMPRA Quando falamos sobre administração de compras não podemos deixar de citar a função compra, que tem grande importância para a empresa no processo de

18 18 controle ou gestão de estoques. Antigamente a função compra era vista como fator de despesas para empresa, mas após a primeira Guerra Mundial, com o seu desenvolvimento, esse departamento passa a ter um papel lógico e estratégico para empresa, sendo assim começa a ser visto como fonte de lucro. A partir daí deixou de ser burocrático. A função compra busca suprir as necessidades, analisar recebimento e procurando armazenar em ótimas condições. Na empresa todo departamento tem seu objetivo, á função compra apresenta os seus: Manter e organizar a entrada e saída continua de materiais com custo mínimo. Adquirir materiais com qualidade e quantidade estabelecida pela gestão; Negociar de forma justa, adquirindo a melhor condição de pagamento e preço para a empresa. Resumindo para organizar esse departamento, é importante que se entenda passo a passo os segmentos dessa função. Sendo assim podemos perceber que atualmente a função compra está mais voltada para o planejamento do processo de aquisição de materiais, fornecedores mais confiáveis e tendo como finalidade a aquisição de produtos da melhor qualidade com menor custo possível.

19 19 CAPÍTULO 3 RAZÕES PARA MANTER ESTOQUES 3.1 ESTOQUES Por falta de conhecimento da demanda futura dos consumidores e indisponibilidade dos suprimentos a qualquer momento, faz-se necessário os estoques nas empresas. Eles garantem a disponibilidade das mercadorias no momento que elas são solicitadas pelos clientes e minimizam os custos de produção e/ ou distribuição. Conforme Chiavenato (2005, p. 67), [...] Estoque é a composição de materiais, materiais em processamento, materiais semiacabados, materiais acabados, que não é utilizada em determinado momento na empresa, mais que precisa existir em função de futuras necessidades. Isso significa afirmar que tanto para um processo produtivo ou para prestação de serviço, sempre existirá um estoque, quer seja ele grande, médio, pequeno ou só por garantia. Haja vista que o foco principal de qualquer empresa é o cliente, assim sendo não pode deixar de atendê-lo devido à falta do produto. Com isso podemos perceber, que os estoques servem para diversas finalidades, citadas a seguir: melhoram o nível de serviço; incentivam economias na produção; permitem economias de escala nas compras e transportes; agem como proteção contra aumentos de preços; protegem a empresa de incertezas na demanda e no tempo de ressuprimento; servem como segurança contra contingências. Vale lembrar que os estoques tem um significado importante para muitas empresas, no que diz respeito aos valores dos itens mantidos em estoque e a sua ligação direta com processo produtivo das empresas.

20 FUNÇÃO DO CONTROLE DE ESTOQUE Dentro de uma empresa a função do estoque deve estar bem clara e definida. Os estoques de produtos acabados, matéria-prima e material em processo não podem ser tratados independentes. Visto que o objetivo básico dos estoques é separar o suprimento da demanda, servindo de intermédio entre a oferta e demanda. A função do controle de estoque é minimizar o capital investido em relação às vendas não realizadas, ajudando no ajuste do planejamento da produção. O controle de estoque também planeja, controla e replaneja o material armazenado na empresa, também é importante no controle de desvios, desperdícios, apuração de valores e apuração do demasiado investimento. Com base no que diz Chiavenato (2005), as principais funções dos estoques são: Garantir o abastecimento de materiais à empresa, neutralizando os efeitos de: demora ou atraso no fornecimento de materiais; sazonalidade no suprimento; riscos de dificuldade no fornecimento. Proporcionar economias de escalas: através da compra ou produção em lotes econômicos; flexibilidade do processo produtivo; rapidez e eficiência no atendimento às necessidades. Para a empresa definir suas metas, os níveis, tipos de estoques é necessário a total compreensão do controle de estoques. Com foco na redução de estoques o que conseqüentemente ocasionará uma redução de custo significativa, faz-se necessário medir o desempenho dos estoques e avaliar custos estoques.

21 POLÍTICAS DE ESTOQUES É o conjunto de atos diretivos, que estabelecem de forma global e específica, princípios, diretrizes e normas relacionadas ao gerenciamento de materiais na empresas, para a escolha da otimização de recursos materiais e capital investido, assim afirma Viana (2002). Com isso significar dizer que cada empresa pode gerenciar seu estoque de várias formas. A administração geral da empresa deverá determinar ao departamento de controle de estoque, o programa de objetivos a serem atingidos, esses objetivos, são transformados em metas que a empresa deverá está disposta a atingir. Metas essas que deverão sempre está focada no atendimento ao cliente. As definições da política de estoque são vista pelas empresas como peça chave para o bom funcionamento do controle de estoque. Essas são de suma importância para as empresas e deverão ser bem clara e definida CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DO CONTROLE DE ESTOQUES Segundo Ching (2006), existem características que são comuns a todos os problemas de controle de estoque, não importa se eles são matérias-primas, produtos acabados ou em processo, é preciso o entendimento dos traços básico como: custos associados aos estoques, objetivos dos estoques e previsões de incertezas. Custos Associados aos Estoques:

22 22 Custo de pedir: são os custos associados ao processo de aquisição de materiais para repor estoques (custos fixos). Custo de manter: são os custos necessários para manter em estoque certa quantidade de mercadoria por um tempo determinado. Isso inclui custos com; armazenagem, seguro, obsolescência, dano, furto e também o custo de oportunidade, visto que esse dinheiro poderia ser investido em outros negócios ou departamentos da empresa. Custo Total: é definido pela soma dos custos de pedir e manter estoque. O mesmo é importante no modelo de Lote Econômico, por determinar a quantidade mínima do pedido. O contexto acima deixa clara a importância que deve ser dada aos custos associados ao estoque, quando se trata do controle de estoque, devido ao que esses custos podem representar para a rentabilidade da empresa. Objetivos do Estoque: Objetivo de custo: é um grande desafio para os administradores de estoques, conseguirem equilibrar os custos de pedir e manter, obtendo o mínimo de custo total. Visto que quanto maior o estoque maior o custo de manutenção, porém os custos de aquisição e falta são menores. Podemos observar que ao somarmos os três tipos de custos, encontramos a curva total ou ponto mais baixo dos custos de manter e pedir. Objetivo do nível de serviço: algumas empresas têm dificuldade em estimar seus custos de falta, por isso acaba investindo mais do o programado em estoque. Com isso ao estabelecer metas para serem atingidas, primeiro devem ajustar o custo de aquisição e manutenção ao mínimo possível. É necessário ressaltar que os administradores de estoques deverão ter bastante cautela nesse sentido, pois pode trazer prejuízos. É bom que fiquem atentos, pois, no momento que o nível de estoque cresce possivelmente o nível de serviço diminui, assim sendo deverá haver um equilíbrio maior entre a produção e o custo.

23 23 Previsão de Incertezas: De acordo com Ching (2006), assim como outra atividade qualquer contratar o nível de estoque tem seus riscos, devido a algumas incertezas como: a quantidade a ser pedida pelos clientes; a quantidade a ser enviada para armazenagem e quando chegarão os suprimentos. Mas esse nível de estoque pode ser controlado por dois métodos: a previsão de demanda e o tempo de ressuprimento (lead time). Previsão de demanda: é fundamental que a empresa consiga prever qual o produto e quantidade demandada pelos clientes. Dessa forma as empresas passam a se planejarem para atendê-los, utilizando métodos de previsão como: pesquisa realizada por telefone, correio ou contatos pessoais, porem esse método apresenta limitações. Outro método muito utilizado e eficaz é a previsão de vendas passadas. Tempo de ressuprimento: por não serem muito conhecidos, os mesmos devem ser previstos. As empresas que utilizarem esse método deverão mapear com exatidão, fornecedor por fornecedor o tempo, para que não faltem produtos aos clientes. A empresa deve montar uma amostra e calcular o tempo médio e sua variação. Mas com relação ao item anterior esse é menos complexo, por que atualmente as empresas evoluíram bastante na relação com os fornecedores, fazendo dos mesmos seus parceiros, criando uma relação de confiança, credibilidade e até de amizade o que facilita todo processo. 3.5 TIPOS DE ESTOQUES Devemos observar alguns aspectos específicos, relevantes para se montar um sistema de controle de estoque primeiramente deverá conhecer os tipos de

24 24 estoques: físico, disponível e empenhado, segundo Kuehne (2002). Estoque Físico: compreende a quantidade armazenada sob guarda do almoxarifado, esperando utilização. Estoque Disponível: é composto pela quantidade de materiais, existente no almoxarifado, sem embargo, pronto para uso. Esse tipo de estoque está subdividido em: ativo, inativo e reserva operacional. Estoque Empenhando: composto por uma quantidade de material com destino pré-determinado, muito embora permaneça no almoxarifado. Observamos também que Chiavenato (2005), classifica os estoques de acordo com os mesmos critérios de classificação de materiais. Estoque de matériasprimas: constituído pelos insumos e materiais básicos que ingressam no processo produtivo da empresa. Estoque de materiais em processamento ou em vias: constituído de materiais que estão sendo processados ao longo das diversas seções do processo produtivo. Estoque de materiais semi-acabados: constituído pelos materiais parcialmente acabados, cujo processo está em fase intermediaria de acabamento e que se encontram também ao longo das seções do processo produtivo. Estoque de materiais acabados ou componentes: constituído por peças isoladas ou componentes já acabados e prontos para serem anexados ao produto. Estoque de produtos acabados: constituído por produtos já prontos e acabados, cujo processo foi concluído. Existem ainda os estoques de distribuição: constituído pelos produtos acabados disponível no sistema de distribuição pronto para ser entregue ao cliente final. E também o estoque de consignação: são estoques de produtos acabados ou peças de reposição que mediante acordo são de propriedade do fornecedor, porém se mantém nos armazéns dos clientes, até o momento de consumo. Vale ressaltar que esses tipos de estoques fazem parte do fluxo de material e são encontrados nas etapas do processo produtivo. Mas para empresas que

25 25 produzem para estoque, ocorre o contrário, pois, os produtos são fabricados antes da venda NÍVEIS DE ESTOQUES Estoque Mínimo Também conhecido como estoque de segurança, esse determina a quantidade mínima de itens existente no estoque. Para o controle de estoque é uma das mais importantes informações, pois, tem ligação direta com a função financeira da empresa. A função básica deste é cobrir eventuais atrasos no suprimento, objetivando a garantia do funcionamento ininterruptos e eficiente da produção, sem riscos de falta. Entre as causas que podem ocasionar essas faltas, podemos citar: oscilações no consumo; atraso no tempo de reposição (TR), variação na quantidade, rejeito de qualidade e diferença no inventário. O estoque mínimo tem importância significativa no processo produtivo, pois, é através dele que a empresa estabelece o ponto de pedido. Por isso o estoque mínimo não pode ser alto, pois se assim for não justifica a sua finalidade. Para as empresas trabalhar com margem de segurança ou estoque mínimo é um risco que elas assumem. Visto que a determinação do mesmo pode ser feita através de fixação determinada de projeção mínima, estimada no consumo e cálculo com base estatística. Com isso, parte-se do pressuposto que deve ser atendida uma parte do consumo. Porém esse grau de atendimento nada mais é que a relação entre a

26 26 quantidade necessitada e a quantidade atendida. Conforme Martins (2006), o estoque mínimo pode ser representado pela seguinte fórmula: Emin = Es + Pe x C Em que: Emin = estoque mínimo; Es = estoque de segurança; Pe = prazo de entrega; C = consumo diário. Com esta fórmula é possível calcular o estoque mínimo, com o objetivo de não haver erro no estoque Estoque Máximo Entende-se por estoque máximo o resultado da soma do estoque de segurança mais o lote de compra. Ele é determinado de forma que seu volume ultrapasse a somatória da quantidade do estoque e variações normais do mercado, deixando margem que assegure, e com isso a cada novo lote o nível máximo não cresça onerando custos para manutenção dos mesmos. No estoque máximo o lote de compra poderá ser ou não econômico. Em condições normais entre a compra e o consumo, o estoque pode oscilar entre os valores máximos e mínimos. Ressaltamos que o estoque máximo é uma função no lote de compra e no estoque mínimo, com isso o mesmo variará toda vez que um dos dois variarem. O estoque máximo é limitado ao espaço de armazenagem. Ele pode ser representado pela seguinte fórmula:

27 27 Emáx = Es + Lec. Em que: Emáx = estoque máximo; Es = estoque de segurança; Lec = lote econômico de compra. Podemos notar que com o cálculo da fórmula acima, teremos uma margem máxima de estoque, com objetivo de melhorar o planejamento do estoque Estoque de Segurança De acordo com Chiavenato (2005), entende-se por estoque de segurança a quantidade morta de itens em estoque que só deverá ser utilizada em casos extremos, como por exemplo: rejeição do lote de compra ou aumento da demanda. A finalidade do mesmo é não afetar o processo produtivo, não causar transtornos aos clientes por falta e conseqüentemente, não atrasar a entrega do produto no mercado. Pode ser representado pela seguinte fórmula: Es = (c.ape) + ac (PE + ape). Em que: Es = Estoque de segurança; c = consume diário; ape = atraso no prazo de entrega; ac = aumento do consumo diário; pe = prazo de entrega.

28 28 Devido à distância do fornecedor e seus prazos de entregas serem irregulares, deve-se ter um estoque de segurança maior dentro da empresa. Devemos lembrar que o estoque de segurança deverá ser estabelecido com certa cautela, pois é responsável pela imobilização de capital de estoque. O mesmo deverá ser equilibrado. Na verdade, esse estoque deverá existir com a intenção de compensar as incertezas com relação o fornecimento da demanda.

29 29 CAPÍTULO 4 - GESTÃO DE ESTOQUES Atualmente a gestão de estoque, inclui a função compras, acompanhamento, gestão de armazém, planejamento e controle de produção e gestão de distribuição, ou seja, ela tem um conceito bastante amplo. Ressaltando a gestão estoque originou-se na função compras, em empresas que sentiram a necessidade de integrar o fluxo de materiais com as funções de suporte. Ainda em sua criação foi vista como meio de redução de custos totais. Quando a gestão de estoque não é colocada como conceito integrado, geralmente é gerenciada por diversos setores diferentes. O que não acontece quando integrada, pois, são administradas por pessoas especificas e de forma planejada. Devido às altas taxas de juros e a competitividade global do mercado, as empresas estão sendo obrigadas a trabalharem com estratégias mais proativas, baseando-se nas necessidades dos clientes. Com isso a gestão de estoques, tornar-se fundamental no negócio, pois, enfoca a integração entre os diversos departamentos da empresa e o atendimento ao cliente no tempo certo visando menor custo PREVISÕES PARA ESTOQUES A abordagem de Viana (2002), diz que o estudo dos estoques está baseado na previsão do consumo de material. Sendo assim as previsões de consumo ou de demanda é que estabelece a estimativa futura de aquisição de matérias nas empresas. Essa previsão também determina a estimativa de comercialização dos produtos, sendo assim, determina o produto, quanto e quando serão vendidos.

30 30 Para previsão de estoque, existe informação básica que merece certa atenção, essas estão dividas em duas categorias: quantitativas: a partir do fluxo de vendas anterior até a divulgação de nova propaganda; qualitativas: diretamente ligada a opinião de pessoas envolvidas no processo, a exemplo de: gerentes, compradores, vendedores e outros. Mediante o comportamento dinâmico do processo, existem ainda as técnicas de previsão de consumo, ou seja: Projeção: onde as vendas no futuro terão ligação direta com as vendas do passado. Explicação: onde são aplicadas técnicas de regressão e correlação, pois, explica as vendas do passado mediante relação das mesmas com outras variáveis. Sua evolução é conhecida ou previsível. Predileção: estabelece a evolução das vendas futuras, com o apoio dos funcionários e conhecedores de fatores influentes nas vendas e no mercado. Contudo ainda existem diversos fatores que podem alterar o comportamento do consumo e influenciar na previsão dos estoques como: influências políticas, influências conjunturais, influências sazonais, alterações no comportamento dos clientes, preços competitivos, entre outros que sofrem variações conforme o segmento de mercado da empresa OBJETIVOS DA GESTÃO DE ESTOQUES De acordo com Ching (2006), entende-se por gestão de estoque o planejamento, seu controle e sua retroalimentação sobre o planejamento. Na fase de planejamento trata-se dos valores, das datas de entrada e saída e da determinação dos pontos de pedidos. Quando falamos dos registros dos dados, correspondente ao planejamento, nos referimos ao controle. E quanto à retroalimentação trata-se da comparação dos dados controlados com os dados do planejamento, com a finalidade de identificar os desvios e apurar as causas.

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