REQUERIMENTO Nº DE 2013

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1 REQUERIMENTO Nº DE 2013 Requeremos, nos termos do artigo 13, 2º, da Constituição do Estado de São Paulo e dos artigos 34 e seguintes da XIV Consolidação do Regimento Interno, a constituição de uma Comissão Parlamentar de Inquérito, composta por 09 (nove) Deputados ou Deputadas, com a finalidade de, no prazo de 120 (cento e vinte) dias, investigar a responsabilidade e/ou a omissão de agentes públicos e políticos da EMTU e o Governo do Estado de São Paulo na fiscalização dos contratos de concessão/permissão sob sua responsabilidade omitindo-se no dever de restabelecer o equilíbrio econômico financeiro nesses contratos a favor dos usuários levando-se em consideração as desonerações promovidas pelo Governo Federal nos itens que compõem a planilha de custos das linhas operadas pela iniciativa privada mediante concessão ou permissão, em especial: a. a desoneração da folha de pagamento para empresas de transporte rodoviário de passageiros; b. a isenção total das alíquotas do PIS e COFINS incidentes sobre a receita decorrente da prestação de serviços regulares de transporte coletivo municipal rodoviário, metroviário e ferroviário de passageiros zeradas a partir de 31 de maio de 2013 por meio da Medida Provisória de número 617 e, por fim; c. a redução nos custos de energia elétrica, de 18% a 32% e que, na planilha de custos, em especial no caso do corredor ABD.

2 JUSTIFICATIVA A função desta Casa de Leis, além de legislar, é fiscalizar os atos do Poder Executivo. A fixação do valor das tarifas deve considerar o princípio da modicidade tarifária que consiste na menor tarifa possível considerando-se os custos necessários à operação do serviço público. Sempre que um dos itens que a compõe sofre modificação a tarifa deve ser revista, (desoneração fiscal/ aumento da arrecadação/ redução de custos com pessoal), reduzindo-se o valor da tarifa. Lei 8987/95 Art. 6 o Toda concessão ou permissão pressupõe a prestação de serviço adequado ao pleno atendimento dos usuários, conforme estabelecido nesta Lei, nas normas pertinentes e no respectivo contrato. 1 o Serviço adequado é o que satisfaz as condições de regularidade, continuidade, eficiência, segurança, atualidade, generalidade, cortesia na sua prestação e modicidade das tarifas. O custo do transporte coletivo de passageiros no Estado de São Paulo só aumenta. Se por um lado o reajuste anual nas tarifas, de acordo com o índice acordado é previsão contratual, por outro lado, a recomposição de equilíbrio econômico-financeiro no valor das tarifas é dever do gestor público. A lei federal de concessões e permissões de serviços públicos, 8987/95, ao dispor sobre a tarifa, em seu artigo 9º, estabelece obrigatoriedade na revisão tarifária com vistas a se manter o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos nos casos de criação, alteração ou extinção de quaisquer tributos ou encargos legais, quando comprovado seu impacto, para mais ou para menos, conforme o caso. Art. 9 o A tarifa do serviço público concedido será fixada pelo preço da proposta vencedora da licitação e preservada pelas regras de revisão previstas nesta Lei, no edital e no contrato o Ressalvados os impostos sobre a renda, a criação, alteração ou extinção de quaisquer tributos ou encargos legais, após a apresentação da proposta, quando comprovado seu impacto, implicará a revisão da tarifa, para mais ou para menos, conforme o caso.

3 A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos EMTU, empresa pública do Estado é responsável pela fiscalização e regulamentação do transporte metropolitano de baixa e média capacidade nas quatro regiões metropolitanas do Estado de São Paulo, que representam 106 municípios que têm sua rede de transportes intermunicipais controlada pela EMTU, sendo vinculada à Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos. Os reajustes nas tarifas dos contratos geridos pela EMTU sofreram reajustes a partir de 02 de junho p.p., contudo esses reajustes tiveram índices diferenciados, por exemplo: a. as 13 linhas do Corredor Metropolitano ABD (São Mateus Jabaquara), operadas pela Concessionária Metra, terão reajuste de 9,68%. A tarifa passará de R$ 3,10 para R$ 3,40; b. o ônibus executivo que liga o Aeroporto Internacional de Guarulhos a diversos pontos da capital terá a tarifa reajustada em 8,5% - de R$ 35,00 para R$ 38,00; c. A linha suburbana que interliga a Estação Tatuapé do Metrô ao Aeroporto Internacional será reajustada em 6,98%, passando de R$ 4,30 para R$ 4,60. Segundo alegado pela EMTU o cálculo das novas tarifas levou em conta a evolução dos custos do setor de transporte coletivo dos últimos 18 meses, que inclui componentes específicos como óleo diesel, que aumentou 21,18%, e mão-de-obra que acumula dissídios de maio/2012 e maio/2013 com variação de 17,24 %. Após as manifestações populares ocorridas neste mês, o Governador Geraldo Alckmin anunciou que as tarifas do Metrô e da CPTM voltariam ao preço antes do reajuste, contudo a CPTM não retornou o valor de suas tarifas ao valor fixado antes do reajuste. A EMTU anunciou aos 24/06/2013, a redução nas tarifas de transporte intermunicipal, as tarifas dos coletivos que circulam no corredor ABD, terão desconto de R$ 0,20, já nas demais linhas o desconto foi de R$ 0,15. Contudo apesar das reduções anunciadas, os valores das tarifas não voltaram aos patamares existentes antes da concessão do reajuste. Pior, nenhuma providência foi adotada pela EMTU no sentido de promover o reequilíbrio econômico financeiro dos contratos de concessão/permissão por ela administrados, com a consequente redução no valor das tarifas pagas pelos usuários do sistema de transporte intermunicipal levando-se em

4 consideração as recentes desonerações promovidas pelo Governo Federal que deveriam ter impactado a favor dos usuários, de forma proporcional ao impacto dessas desonerações no valor das tarifas. Podemos mencionar: 1. A desoneração da folha de pagamento para empresas de transporte rodoviário de passageiros, com itinerário fixo, municipal de intermunicipal em região metropolitana, conforme artigo 55 da Lei Federal n /2012. Por essa lei as empresas beneficiadas não pagam mais os 20% que incidem na folha de pagamento e o tributo é calculado em 2% sobre o faturamento bruto das empresas; 2. As alíquotas do PIS e COFINS incidentes sobre a receita decorrente da prestação de serviços regulares de transporte coletivo municipal rodoviário, metroviário e ferroviário de passageiros foram zeradas a partir de 31 de maio de 2013 por meio da Medida Provisória de número 617; 3. A redução nos custos de energia elétrica, de 18% a 32% e que, na planilha de custos no caso do corredor ABD. Desta forma, entendemos necessária a presente Comissão Parlamentar de Inquérito com a finalidade de investigar a responsabilidade e/ou a omissão de agentes públicos e políticos da EMTU e do Governo do Estado de São Paulo na fiscalização dos contratos de concessão/permissão sob sua responsabilidade omitindo-se no dever de restabelecer o equilíbrio econômico financeiro nesses contratos a favor dos usuários levando-se em consideração as desonerações promovidas pelo Governo Federal nos itens que compõem a planilha de custos das linhas operadas pela iniciativa privada mediante concessão ou permissão, em especial: d. a desoneração da folha de pagamento para empresas de transporte rodoviário de passageiros; e. a isenção total das alíquotas do PIS e COFINS incidentes sobre a receita decorrente da prestação de serviços regulares de transporte coletivo municipal rodoviário, metroviário e ferroviário de

5 passageiros zeradas a partir de 31 de maio de 2013 por meio da Medida Provisória de número 617 e, por fim; f. a redução nos custos de energia elétrica, de 18% a 32% e que, na planilha de custos, em especial no caso do corredor ABD. SS, 26 de junho de 2013

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