Misturas Betuminosas para Camadas de Pavimentos Rodoviários

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Misturas Betuminosas para Camadas de Pavimentos Rodoviários"

Transcrição

1 para Camadas de Pavimentos Rodoviários Características Fundamentais das Estabilidade Durabilidade Flexibilidade Resistência à fadiga Aderência Impermeabilidade Trabalhabilidade 1 Estabilidade o Capacidade para resistir às deformações permanentes produzidas pelas cargas, em determinadas condições de aplicação. o Cargas lentas, temperaturas elevadas: principal contribuição é devida à composição do agregado. o Cargas rápidas, temperaturas reduzidas: alguma contribuição do betume. o Resistência depende essencialmente da fricção interna dos materiais (granulometria dos agregados, da forma das partículas, da densidade da mistura e da quantidade e tipo de betume) e da sua coesão. Durabilidade o Resistência à desagregação causada pelas solicitações climáticas e pelo tráfego resistência ao envelhecimento (resistência ao fendilhamento a baixas temperaturas). o Maior quantidade de betume, maior durabilidade da mistura. o Materiais de granulometria contínua, bem compactados (misturas impermeáveis). 2 1

2 Flexibilidade o Capacidade para se adaptar gradualmente aos movimentos do seu suporte. o Aumento da percentagem de betume; forma arredondada da fracção arenosa do agregado. o Utilização de agregados de granulometria relativamente aberta. Resistência à fadiga o Passagem repetida de veículos extensões de tracção nos materiais ligados o Misturas densas têm um melhor desempenho que as abertas. o Materiais bem graduados: utilização de elevadas % de betume. Aderência o Não utilizar betume em excesso. o com textura superficial rugosa: maior micro-rugosidade. o Macrotextura elevada: maior segurança com chuva. 3 Impermeabilidade o Resistência à passagem da água e do ar através das camadas do pavimento durabilidade da mistura. o Reduzir a interligação dos vazios e o seu contacto com a superfície do pavimento. Trabalhabilidade o Facilidade de aplicação e compactação da mistura. o Procura de maior estabilidade, por vezes dificulta a trabalhabilidade. o Respeito pelas regras de operação dos equipamentos e a correcta formulação da mistura. 4 2

3 Características Físicas das Volumes Massas VMA V v V b Ar Betume M v 0 M b V b V v Va V t M t V a Agregado M a M a - massa de material agregado (g) M b - massa de betume (g) M v - massa dos vazios (desprezável) M t - massa total (g) V a - volume de material agregado (cm3) V b - volume de betume (cm3) V v - volume de vazios (cm3) V t - volume total (cm3) 5 Relações entre massas ou volumes nas misturas betuminosas (indicação da durabilidade e desempenho) Vazios da mistura de agregados (porosidade sem betume) VMA = Vb + Vv Compacidade da mistura = Va + Vb Ma Massa Volúmica ρ s = V a Teor em Betume (relação em massa) t = 100 x b M M b a Percentagem de Betume M p b = 100 x M b t Grau de saturação em betume (S bt ) proporção de VMA ocupados pelo betume Vb Sbt = x100 = V + V v b Vb x100 VMA ρmax ρt Porosidade (% de vazios da mistura) n = x100 ρ max 6 3

4 Formulação de - Método de Marshall Características físicas exigíveis aos agregados. Definição da curva granulométrica (fuso especificado pelos cadernos de encargos) Obtenção do material pretendido: misturar várias fracções de agregado, finos e grossos, produzindo um material que respeite as especificações. Problema a resolver: quais as proporções deve entrar cada uma das fracções, de modo a obter uma curva com um andamento próximo da curva de referência (curva média do fuso especificado). Estabelecer tantas equações quantas as fracções granulométricas a usar, impondo-se condições em diversos diâmetros, di, pré-seleccionados: P (d) = p1 A + p2 B pi Agi onde, P(d): percentagem de material que passa no peneiro considerado para a combinação de agregados A, B,..., Agi; A, B,..., Agi: percentagem de material passado no peneiro considerado para os agregados A, B,..., Agi; p1, p2,..., pi: proporções dos agregados, A, B,..., Agi, usadas na mistura e cuja soma é igual à unidade (soluções procuradas). 7 Formulação de EN (Anexo Nacional) Formulação baseada no método de marshall Quadro resumo com as características que a mistura a formular deve ter. Característica Max. Dim dos agregados Teor em betume Porosidade VMA Relação ponderal filer/betume Numero de pancadas em cada face Força de rotura Deformação máxima Resistência conservada, mínima Valor especificado 10 mm ou 14mm 5% a 6% 4%a 6% 14% 1.1 a a N 4 mm 75% 8 4

5 Formulação de EN (Anexo Nacional) 9 Formulação de EN (Anexo Nacional) 10 5

6 Formulação de EN (Anexo Nacional) 11 Formulação de EN (Anexo Nacional) Marshall 12 6

7 Formulação de EN (Anexo Nacional) Marshall 13 Formulação de EN (Anexo Nacional) Marshall Após determinação do teor teórico (baseado na superfície específica dos agregados), devem ser confeccionadas 2 amassaduras abaixo do teor teórico, duas acima e uma com o teor teórico, todas elas com um 0.5% de diferença em termos de teor em betume entre elas Procedimentos Betume 14 7

8 Formulação de EN (Anexo Nacional) Marshall - Procedimentos Video mistura Video compactação 15 Formulação de EN (Anexo Nacional) Marshall - Procedimentos 16 8

9 Formulação de EN (Anexo Nacional) Determinação das características volumétricas das misturas Determinação da Baridade Máxima Teórica (BMT) Procedimento A da EN Onde: m1 peso do picnómetro m2 peso do picnómetro com amostra m3 peso do picnómetro com amostra e cheio de água Vp volume do picnómetro ρw densidade da água 17 Formulação de EN (Anexo Nacional) Determinação das características volumétricas das misturas (EN ) Determinação da Baridade Máxima Teórica (BMT) Procedimento A da EN

10 Formulação de EN (Anexo Nacional) Determinação das características volumétricas das misturas (EN ) Determinação da Baridade Aparente EN Método A: Baridade a seco a) Determinar a massa do provete seco (m1). No caso do ensaio de provetes húmidos, a etapa a) deverá ser efectuada após as etapas b) a d). b) Determinar a massa volúmica da água à temperatura de ensaio com aproximação a 0,1kg/m3 (ρw). c) Imergir o provete no banho de água a uma temperatura de ensaio conhecida. d) Determinar a massa do provete, imediatamente após a água ter estabilizado após imersão (m2). ρ bdry = m 1 m 1 m 2 xρ w é a baridade a seco, em quilogramas por metro cúbico (kg/m 3 ); m 1 é a massa do provete seco, em gramas (g); m 2 é a massa do provete em água, em gramas (g); ρ w é a massa volúmica da água à temperatura de ensaio, em quilogramas por metro cúbico (kg/m 3 ), com aproximação a 0,1 kg/m ρ bssd Formulação de EN (Anexo Nacional) Determinação das características volumétricas das misturas (EN ) Determinação da Baridade Aparente EN Método B: Baridade provete saturado com a superfície seca (SSD) a) Determinar a massa do provete seco (m1). No caso do ensaio de provetes húmidos, a etapa a) deverá ser efectuada após as etapas b) a f). b) Determinar a massa volúmica da água à temperatura de ensaio com aproximação a 0,1kg/m3 (ρw), de acordo com o Quadro 1. c) Imergir o provete no banho de água a uma temperatura de ensaio conhecida. Deixar a água saturar o provete durante um período de tempo suficiente até a massa do provete não sofrer alteração. NOTA Geralmente, o período de saturação é de pelo menos 30 min. d) Determinar a massa do provete saturado quando imerso (m2), tomando as precauções necessárias para evitar que bolhas de ar adiram à superfície do provete ou deixem o provete durante a pesagem. e) Remover o provete da água e secar as gotas da superfície com uma camurça húmida. f) Se o provete ainda drenar água do seu interior, adoptar o Método C (provete selado) g) Determinar, através de pesagem ao ar, a massa do provete saturado com a superfície seca imediatamente após a secagem (m3). ρ bssd m1 = m m xρ 3 2 em que: ρ bssd é a massa volúmica (SSD), em quilogramas por metro cúbico (kg/m 3 ); m 1 é a massa do provete seco, em gramas (g); m 2 é a massa do provete em água, em gramas (g); m 3 é a massa do provete saturado com a superfície seca, em gramas (g); ρ w é a massa volúmica da água à temperatura de ensaio, em quilogramas por metro cúbico (kg/m 3 ), com aproximação a 0,1 kg/m 3. w 20 10

11 ρ bssd Formulação de EN (Anexo Nacional) Determinação das características volumétricas das misturas (EN ) Determinação da Baridade Aparente EN Método C: Baridade provete selado Determinar a massa do provete seco (m1). Determinar a massa volúmica da água à temperatura de ensaio com aproximação a 0,1kg/m3 (ρw), de acordo com o Quadro 1. Selar o provete de forma a que os vazios internos do provete que fazem parte da sua composição volumétrica não sejam preenchidos e que não surjam vazios adicionais entre o selante e o provete ou nos vincos do selante. Após este procedimento, o provete deve ficar inacessível à água quando submerso. Determinar a massa do provete seco e selado (m2). Mergulhar o provete no banho de água mantido à temperatura de ensaio conhecida. Determinar a massa do provete selado imerso em água (m3), tomando as precauções necessárias para evitar a adesão de bolhas de ar ao selante durante a pesagem. ρ bsea é a baridade do provete selado, em quilogramas por metro cúbico (kg/m 3 ); m 1 é a massa do provete seco, em gramas (g); m 2 é a massa do provete selado seco, em gramas (g); m 3 é a massa do provete selado em água, em gramas (g); ρ w é a massa volúmica da água à temperatura de ensaio, em quilogramas por metro cúbico (kg/m 3 ), com aproximação a 0,1 kg/m 3. ρ sm é a massa volúmica do material selante à temperatura de ensaio, expressa em quilogramas por metro cúbico (kg/m 3 ) com aproximação a 10 kg/m ρ bsea = m ( m2 m3 )/ ρ w ( m2 m1 ) / ρsm 1 ρ bssd Formulação de EN (Anexo Nacional) Determinação das características volumétricas das misturas (EN ) Determinação da Baridade Aparente EN

12 ρ bssd Formulação de EN (Anexo Nacional) Determinação do índice de sensibilidade à água EN Procedimentos ITSw ITSR = 100 ITS d Legenda: 1 Prato superior 2 Apoios em aço 3 Provete F Aplicação da força Esquema do ensaio para determinação da resistência à tracção indirecta 23 Determinação do índice de sensibilidade à água EN O ensaio 68 a 72 hrs em agua a 40ºC 2 hrs em agua a 15ºC Dispositivo de tracção indirecta 50mm/mint Tipos de rotura 24 12

13 Resistência às deformações permanentes (Wheel Tracking) EN Procedimento F Esquema do ensaio para determinação da resistência à deformação permanente Força aplicada na roda Roda de borracha Provete/amostra Oscilação da mesa Mesa sobre carris Deformação permanente (mm) BB 0/ SMA 0/ MBR-BB 0/ Número de ciclos Resultados de ensaios a 3 misturas diferentes 25 Resistência às deformações permanentes (Wheel Tracking) EN O ensaio Vídeo Vídeo2 WTT UM 26 13

14 Determinação do módulo de deformabilidade em misturas betuminosas EN Lei de Hook σ = E ε σ = F Area σ E = ε ε = l L Alguns esquemas de ensaio possíveis em materiais betuminosos 27 Determinação do módulo de deformabilidade em misturas betuminosas EN Variação do módulo com a freqência Relação tensão/extensão e ângulo de fase Módulo de rigidez (MPa) BB 0/14 SMA 0/11 MBR-BB 0/12 4PBT; 8Hz e 20ºC (NP EN ) Módulo rigidez (MPa) Frequência (Hz) Variação do módulo com a temperatura BB 0/ SMA 0/ MBR-BB 0/ Temperatura (ºC) 14

15 Determinação da vida à fadiga em misturas betuminosas, pelo método de flexão em 4 pontos EN vigas 10 Hz 3 níveis de extensão fadiga ente 1E4 e 2E6 ciclos 29 Determinação da vida à fadiga em misturas betuminosas, pelo método de flexão em 4 pontos EN (II) 30 15

16 Determinação da vida à fadiga em misturas betuminosas, pelo método de flexão em 4 pontos EN (III) Módulo de deformabilidade (MPa) 7000 Einicial E50% Vida à Fadiga Nº de ciclos Extensão de tracção (E-6) 1000 BB 0/14 SMA 0/11 εt = N MBR-BB 0/12 R 2 = εt = N R 2 = εt = N R 2 = E E E E+07 Número de ciclos 31 16

INFLUÊNCIA DO TIPO DE AGREGADO E LIGANTE NO COMPORTAMENTO DAS MISTURAS BETUMINOSAS

INFLUÊNCIA DO TIPO DE AGREGADO E LIGANTE NO COMPORTAMENTO DAS MISTURAS BETUMINOSAS INFLUÊNCIA DO TIPO DE AGREGADO E LIGANTE NO COMPORTAMENTO DAS MISTURAS BETUMINOSAS JORGE PAIS PROFESSOR AUXILIAR, DEP. ENG. CIVIL DA UNIVERSIDADE DO MINHO PAULO FONSECA GERENTE DA RECIPAV ENGENHARIA E

Leia mais

LABORATÓRIO NP EN DETERMINAÇÃO DA MASSA VOLÚMICA E DA ABSORÇÃO DE ÁGUA

LABORATÓRIO NP EN DETERMINAÇÃO DA MASSA VOLÚMICA E DA ABSORÇÃO DE ÁGUA UNIVERSIDADE DO ALGARVE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA ÁREA DEPARTAENTAL DE ENGENHARIA CIVIL LABORATÓRIO DETERINAÇÃO DA ASSA VOLÚICA E DA ABSORÇÃO DE ÁGUA DOCENTE: Engº Elson Almeida 005 DEFINIÇÕES assa

Leia mais

Helena Lima, EP, S.A. Oscar Furtado, CENOR

Helena Lima, EP, S.A. Oscar Furtado, CENOR 1 Helena Lima, EP, S.A. Oscar Furtado, CENOR Índice Enquadramento A caracterização do pavimento rígido A solução de beneficiação A camada de desgaste em mistura betuminosa anti-fissuras rugosa A aplicação

Leia mais

MISTURAS BETUMINOSAS COM RECICLAGEM A QUENTE

MISTURAS BETUMINOSAS COM RECICLAGEM A QUENTE MISTURAS BETUMINOSAS COM RECICLAGEM A QUENTE LUÍS GOMES Mestre em Vias de Comunicação Mota-Engil Porto/Portugal SUSANA MARICATO Engenheira Civil Galp Energia Lisboa/Portugal JORGE SANTOS Engenheiro Técnico

Leia mais

FORMULAÇÃO DE MISTURAS BETUMINOSAS RECICLADAS A QUENTE

FORMULAÇÃO DE MISTURAS BETUMINOSAS RECICLADAS A QUENTE FORMULAÇÃO DE MISTURAS BETUMINOSAS RECICLADAS A QUENTE ANTÓNIO MIGUEL BAPTISTA PROFESSOR ADJUNTO, INSTITUTO POLITÉCNICO DE VISEU LUÍS PICADO-SANTOS PROFESSOR ASSOCIADO, UNIVERSIDADE DE COIMBRA RESUMO A

Leia mais

DOSAGEM DE CONCRETO ASFÁLTICO MÉTODO MARSHALL

DOSAGEM DE CONCRETO ASFÁLTICO MÉTODO MARSHALL DOSAGEM DE CONCRETO ASFÁLTICO MÉTODO MARSHALL Parâmetros Granulometria e teor provável de asfalto na mistura Densidade aparente da mistura (Gmb ou d) Densidade máxima teórica da mistura (DMT ou D) Porcentagem

Leia mais

Então σ betão depende σ agregado

Então σ betão depende σ agregado Resistência mecânica Em geral σ agregado não oferece problema (só para BAD; σ betão > C45/55) BETÕES USUAIS Em geral σ rocha > 50MPa BETÕES USUAIS praticamente só pasta de cimento é que resiste Excepto:

Leia mais

Anexo 3. Mestrado em Engenharia Civil Construção e Manutenção de Infra-estruturas de Transportes PROBLEMA 1 MÓDULO A: TERRAPLENAGENS

Anexo 3. Mestrado em Engenharia Civil Construção e Manutenção de Infra-estruturas de Transportes PROBLEMA 1 MÓDULO A: TERRAPLENAGENS Secção de Urbanismo, Transportes, Vias e Sistemas Mestrado em Engenharia Civil Construção e Manutenção de Infra-estruturas de Transportes PROBLEMA 1 MÓDULO A: TERRAPLENAGENS Anexo 3 Secção de Urbanismo,

Leia mais

MESTRADO INTEGRADO EM ENGENHARIA CIVIL VIAS DE COMUNICAÇÃO. Luís de Picado Santos Misturas Betuminosas

MESTRADO INTEGRADO EM ENGENHARIA CIVIL VIAS DE COMUNICAÇÃO. Luís de Picado Santos Misturas Betuminosas MESTRADO INTEGRADO EM ENGENHARIA CIVIL VIAS DE COMUNICAÇÃO Luís de Picado Santos (picsan@civil.ist.utl.pt) Misturas Betuminosas Materiais elementares: betume e agregados Tipos correntes de misturas betuminosas

Leia mais

DOSAGEM DE CONCRETO. DOSAGEM é o proporcionamento adequado. e mais econômico dos materiais: Cimento Água Areia Britas Aditivos

DOSAGEM DE CONCRETO. DOSAGEM é o proporcionamento adequado. e mais econômico dos materiais: Cimento Água Areia Britas Aditivos DOSAGEM DE CONCRETO DEFINIÇÃO DOSAGEM é o proporcionamento adequado e mais econômico dos materiais: Cimento Água Areia Britas Aditivos 2 1 DOSAGEM Ingredientes Execução 3 MATERIAIS CONSTITUINTES ou a receita

Leia mais

DESEMPENHO DE MISTURAS BETUMINOSAS RECICLADAS A QUENTE

DESEMPENHO DE MISTURAS BETUMINOSAS RECICLADAS A QUENTE DESEMPENHO DE MISTURAS BETUMINOSAS RECICLADAS A QUENTE ANTÓNIO MIGUEL COSTA BAPTISTA PROFESSOR ADJUNTO, DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL DA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE VISEU

Leia mais

AGREGADOS. 8. Principais propriedades físicas dos agregados:

AGREGADOS. 8. Principais propriedades físicas dos agregados: AGREGADOS 8. Principais propriedades físicas dos agregados: Massa específica Massa unitária Índice de vazios Compacidade Área específica Durabilidade Umidade Para efeito de dosagem do concreto, é importante

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE BORRACHA PROCEDENTE DE NFU s NA MODIFICAÇÃO DE BETUMES DE PAVIMENTAÇÃO CRP (5/04/2006)

UTILIZAÇÃO DE BORRACHA PROCEDENTE DE NFU s NA MODIFICAÇÃO DE BETUMES DE PAVIMENTAÇÃO CRP (5/04/2006) UTILIZAÇÃO DE BORRACHA PROCEDENTE DE NFU s NA MODIFICAÇÃO DE BETUMES DE PAVIMENTAÇÃO CRP (5/04/2006) Índice 1. Antecedentes 2. Diferentes procedimentos de incorporação de borracha de NFU nas misturas betuminosas.

Leia mais

O que são agregados? Agregados 2

O que são agregados? Agregados 2 AGREGADOS O que são agregados? Agregados 2 O que são agregados? Agregados 3 O que são agregados? Agregados 4 O que são agregados? ABNT NBR 9935/2005: Material sem forma ou volume definido, geralmente inerte,

Leia mais

AGREGADOS PARA MISTURAS BETUMINOSAS

AGREGADOS PARA MISTURAS BETUMINOSAS Palestra sobre AGREGADOS PARA MISTURAS BETUMINOSAS Universidade Nova de Lisboa/Faculdade de Ciências e Tecnologia 8 de Junho de 2004 Ana Cristina Freire, Investigadora Auxiliar do LNEC Colaborações: Engª

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DE AGREGADOS GROSSOS CERÂMICOS RECICLADOS E DO BETÃO FRESCO PRODUZIDO

CARACTERIZAÇÃO DE AGREGADOS GROSSOS CERÂMICOS RECICLADOS E DO BETÃO FRESCO PRODUZIDO CARACTERIZAÇÃO DE AGREGADOS GROSSOS CERÂMICOS RECICLADOS E DO BETÃO FRESCO PRODUZIDO Ana Sofia Pereira João Ribeiro Correia Jorge de Brito Arquitecta Assistente Estagiário Professor Associado Mestranda

Leia mais

Análise Granulométrica. Análise Granulométrica. Análise Granulométrica

Análise Granulométrica. Análise Granulométrica. Análise Granulométrica Associação Educativa Evangélica UniEvangélica Curso de Engenharia Civil Professora Moema Castro, MSc. MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL II AGREGADOS AULA 06 - GRANULOMETRIA 2 Oprocessodedividirumaamostradeagregadoem

Leia mais

3. Produção e caracterização de betões no estado fresco (Módulo 3)

3. Produção e caracterização de betões no estado fresco (Módulo 3) 3. Produção e caracterização de betões no estado fresco (Módulo 3) 3.1.Objectivos O presente módulo tem como objectivos: Formular e produzir diversas composições de betões, variando os seus constituintes

Leia mais

Aula 03 Estabilização Granulométrica. Eng. Civil Augusto Romanini (FACET Sinop) Sinop - MT 2016/1

Aula 03 Estabilização Granulométrica. Eng. Civil Augusto Romanini (FACET Sinop) Sinop - MT 2016/1 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGIAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL TÉCNICAS DE MELHORAMENTO DE SOLOS Aula 03 Estabilização Granulométrica Eng. Civil

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DO BETUME MODIFICADO COM BORRACHA EM PORTUGAL: BALANÇO DE 5 ANOS DE EXPERIÊNCIA

A UTILIZAÇÃO DO BETUME MODIFICADO COM BORRACHA EM PORTUGAL: BALANÇO DE 5 ANOS DE EXPERIÊNCIA A UTILIZAÇÃO DO BETUME MODIFICADO COM BORRACHA EM PORTUGAL: BALANÇO DE 5 ANOS DE EXPERIÊNCIA PAULO FONSECA GERENTE DA RECIPAV ENGENHARIA E PAVIMENTOS, LDA. RESUMO Portugal foi pioneiro na Europa na utilização

Leia mais

casos de estudo Aplicação de borracha reciclada de pneus

casos de estudo Aplicação de borracha reciclada de pneus Fátima Batista LNEC Objectivo Transferência de conhecimentos sobre estratégias de fim de vida para as outros materiais que não são habitualmente reciclados na construção rodoviária: Técnicas de demolição

Leia mais

Avaliação do Comportamento à Deformação Permanente de Misturas Betuminosas com base nas Normas de Ensaio Europeias

Avaliação do Comportamento à Deformação Permanente de Misturas Betuminosas com base nas Normas de Ensaio Europeias Avaliação do Comportamento à Deformação Permanente de Misturas Betuminosas com base nas Normas de Ensaio Europeias Maria de Lurdes Antunes, LNEC Ana Cristina Freire, LNEC Contribuição das camadas betuminosas

Leia mais

PROPRIEDADES FÍSICAS E MECÂNICAS DOS CIMENTOS

PROPRIEDADES FÍSICAS E MECÂNICAS DOS CIMENTOS LIGANTES HIDRÓFILOS CIMENTOS PROPRIEDADES FÍSICAS E MECÂNICAS DOS CIMENTOS Fundamental para: Determinar composição do betão superfície específica do cimento Determinar (às vezes) se o cimento está já parcialmente

Leia mais

MATERIAIS DE BASE, SUB- BASE E REFORÇO DO SUBLEITO

MATERIAIS DE BASE, SUB- BASE E REFORÇO DO SUBLEITO MATERIAIS DE BASE, SUB- BASE E REFORÇO DO SUBLEITO Introdução Tipos de revestimentos asfálticos 2 Introdução Classificação dos materiais segundo seu comportamento frente aos esforços: Materiais granulares

Leia mais

MISTURAS BETUMINOSAS RECICLADAS A QUENTE EM CENTRAL NA REDE BRISA

MISTURAS BETUMINOSAS RECICLADAS A QUENTE EM CENTRAL NA REDE BRISA MISTURAS BETUMINOSAS RECICLADAS A QUENTE EM CENTRAL NA REDE BRISA Laboratório Nacional de Engenharia Civil 7 e 8 de Julho de 2009 Dora Baptista BEG/spg 1 SUPORTE LEGISLATIVO E TÉCNICO Caderno de Encargos

Leia mais

MT DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM

MT DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM Método de Ensaio Página 1 de 6 RESUMO Este documento, que é uma norma técnica, apresenta o procedimento para a avaliação da durabilidade de agregado pelo emprego de soluções de. Prescreve a aparelhagem,

Leia mais

RECICLAGEM A QUENTE DE MISTURAS BETUMINOSAS EM CENTRAL RELATÓRIO TÉCNICO

RECICLAGEM A QUENTE DE MISTURAS BETUMINOSAS EM CENTRAL RELATÓRIO TÉCNICO Departamento de Engenharia Civil Universidade de Coimbra RECICLAGEM A QUENTE DE MISTURAS BETUMINOSAS EM CENTRAL RELATÓRIO TÉCNICO Outubro de 2004 Índice Página n.º 1 INTRODUÇÃO 1 1.1. Enquadramento 1 1.2.

Leia mais

Solo-betume UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL. SNP38D53 Técnicas de Melhoramento de Solos

Solo-betume UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL. SNP38D53 Técnicas de Melhoramento de Solos UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL SNP38D53 Técnicas de Melhoramento de Solos Solo-betume Prof.: Flavio A. Crispim (FACET/SNP-UNEMAT) SINOP - MT 2015 Técnicas de melhoramento

Leia mais

Universidade do Estado de Mato Grosso Engenharia Civil Estradas II

Universidade do Estado de Mato Grosso Engenharia Civil Estradas II Universidade do Estado de Mato Grosso Engenharia Civil Estradas II CBUQ Ana Elza Dalla Roza e Lucas Ribeiro anaelza00@hotmail.com - luccasrsantos@gmail.com Misturas Betuminosas Concreto, de um modo geral,

Leia mais

Dimensionamento de pavimentos

Dimensionamento de pavimentos Dimensionamento de pavimentos Consiste em: calcular as espessuras das camadas especificar as características dos materiais dessas camadas por forma a limitar, durante a vida de projecto, a ocorrência de

Leia mais

MASSA ESPECÍFICA APARENTE DE MISTURAS ASFÁLTICAS QUENTE (MAQ) COMPACTADAS USANDO CORPOS PROVA PARAFINADOS

MASSA ESPECÍFICA APARENTE DE MISTURAS ASFÁLTICAS QUENTE (MAQ) COMPACTADAS USANDO CORPOS PROVA PARAFINADOS MASSA ESPECÍFICA APARENTE DE MISTURAS ASFÁLTICAS QUENTE (MAQ) COMPACTADAS USANDO CORPOS PROVA PARAFINADOS C D T - CENTRO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO Setembro de 2014 DESIGNAÇÃO - ARTERIS T- 275-07 (2012)

Leia mais

DESEMPENHO MECÂNICO DE MISTURAS BETUMINOSAS RECICLADAS A QUENTE EM CENTRAL

DESEMPENHO MECÂNICO DE MISTURAS BETUMINOSAS RECICLADAS A QUENTE EM CENTRAL 5º Congresso Luso-Moçambicano de Engenharia 2º Congresso de Engenharia de Moçambique Maputo, 2-4 Setembro 2008 Artigo REF: 26A023 DESEMPENHO MECÂNICO DE MISTURAS BETUMINOSAS RECICLADAS A QUENTE EM CENTRAL

Leia mais

Reabilitação de Pavimentos Utilizando Misturas Betuminosas com Betumes Modificados. Carlos C. Pestana 1, Pedro A. Pereira 2

Reabilitação de Pavimentos Utilizando Misturas Betuminosas com Betumes Modificados. Carlos C. Pestana 1, Pedro A. Pereira 2 Reabilitação de Pavimentos Utilizando Misturas Betuminosas com Betumes Modificados Carlos C. Pestana 1, Pedro A. Pereira 2 Auto-Estradas do Atlântico, Catefica Apartado 327 2560-587 Torres Vedras, Portugal

Leia mais

Solo-cimento UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL. SNP38D53 Técnicas de Melhoramento de Solos

Solo-cimento UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL. SNP38D53 Técnicas de Melhoramento de Solos UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL SNP38D53 Técnicas de Melhoramento de Solos Solo-cimento Prof.: Flavio A. Crispim (FACET/SNP-UNEMAT) SINOP - MT 2015 Técnicas de melhoramento

Leia mais

Mecânica dos solos AULA 4

Mecânica dos solos AULA 4 Mecânica dos solos AULA 4 Prof. Nathália Duarte Índices físicos dos solos OBJETIVOS Definir os principais índices físicos do solo; Calcular os índices a partir de expressões matemáticas; Descrever os procedimentos

Leia mais

CONTRIBUTO PARA A FORMULAÇÃO DE MISTURAS RECICLADAS A SEMI-QUENTE EM CENTRAL

CONTRIBUTO PARA A FORMULAÇÃO DE MISTURAS RECICLADAS A SEMI-QUENTE EM CENTRAL CONTRIBUTO PARA A FORMULAÇÃO DE MISTURAS RECICLADAS A SEMI-QUENTE EM CENTRAL Resumo Marisa Dinis Almeida Centre of Materials and Building Technologies Universidade da Beira Interior Covilhã, Portugal marisa.dinis@ubi.pt

Leia mais

CONTROLE TECNOLÓGICO DA CAMADA DE REVESTIMENTO EM CAUQ DE ACORDO COM DEINFRA SC-ES-P-05/92 ESTUDO DE CASO

CONTROLE TECNOLÓGICO DA CAMADA DE REVESTIMENTO EM CAUQ DE ACORDO COM DEINFRA SC-ES-P-05/92 ESTUDO DE CASO CONTROLE TECNOLÓGICO DA CAMADA DE REVESTIMENTO EM CAUQ DE ACORDO COM DEINFRA SC-ES-P-05/92 ESTUDO DE CASO Ana Helena Pinter Deolindo (1), Pedro Arns (2); Adailton Antônio dos Santos (3) RESUMO UNESC Universidade

Leia mais

MISTURAS BETUMINOSAS DO TIPO SMA A EXPERIÊNCIA DA MOTA-ENGIL ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO

MISTURAS BETUMINOSAS DO TIPO SMA A EXPERIÊNCIA DA MOTA-ENGIL ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO MISTURAS BETUMINOSAS DO TIPO SMA A EXPERIÊNCIA DA MOTA-ENGIL ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO João Afonso 1 e Luís Gomes 2 1 Mota-Engil Engenharia e Construção, Direção Coordenação Técnica Rodoviária Núcleo Técnico

Leia mais

Construção. e Manutenção de Infra-estruturas de Transportes. Tipos de pavimentos. IST - DECivil. Sumário. da aula. Total de páginas: 11 1

Construção. e Manutenção de Infra-estruturas de Transportes. Tipos de pavimentos. IST - DECivil. Sumário. da aula. Total de páginas: 11 1 1/32 Construção e Manutenção de Infra-estruturas de Transportes Aula T9 Pavimentos Sumário da aula Construção e manutenção de pavimentos rodoviários: Pavimentos rígidos Construção de camadas em betão de

Leia mais

Construção. e Manutenção de Infra-estruturas de Transportes. IST - DECivil. Total de páginas: Sumário. da aula. Terminologia

Construção. e Manutenção de Infra-estruturas de Transportes. IST - DECivil. Total de páginas: Sumário. da aula. Terminologia 1/31 Construção e Manutenção de Infra-estruturas de Transportes Aula T4 Terraplenagens Sumário da aula Fundação e leito do pavimento Tratamento de materiais 2/31 Terminologia 3/31 Pavimento Fundação Terraplenagem

Leia mais

Estudo da Utilização de Fibras em Misturas Betuminosas

Estudo da Utilização de Fibras em Misturas Betuminosas INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA Área Departamental de Engenharia Civil ISEL Imagem representativa do trabalho (opcional, mas recomendado) Dimensões: 8.0 x 12.0 cm 2 Sem border e de preferência

Leia mais

MICROAGLOMERADO BETUMINOSO A FRIO. Uma Técnica de Referência. Pedro Seixas

MICROAGLOMERADO BETUMINOSO A FRIO. Uma Técnica de Referência. Pedro Seixas MICROAGLOMERADO BETUMINOSO A FRIO Uma Técnica de Referência Congresso Rodoviário Português - Abril 2006 Princípios gerais Construir Estradas de altas prestações Cumprir as normas em vigor. Colaborar na

Leia mais

BloCork Desenvolvimento de blocos de betão com cortiça

BloCork Desenvolvimento de blocos de betão com cortiça BloCork Desenvolvimento de blocos de betão com cortiça N. Simões, I. Castro, J. Nascimento, A. Nascimento SEMINÁRIO TECNOLOGIAS E SISTEMAS DE CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL - INVESTIGAÇÃO EM ACÇÃO - Viabilizar

Leia mais

Designação da classe. ocorrer as classes de exposição

Designação da classe. ocorrer as classes de exposição Quadro 1 Classes de exposição Designação da classe Descrição do ambiente Exemplos informativos onde podem ocorrer as classes de exposição 1 Sem risco de corrosão ou ataque X0 Para betão não armado e sem

Leia mais

Reciclagem de Misturas Betuminosas a Quente em Central: contribuição para a sua caracterização mecânica. António Miguel C.

Reciclagem de Misturas Betuminosas a Quente em Central: contribuição para a sua caracterização mecânica. António Miguel C. Reciclagem de Misturas Betuminosas a Quente em Central: contribuição para a sua caracterização mecânica António Miguel C. Baptista 1, Instituto Superior Politécnico de Viseu, Departamento de Engenharia

Leia mais

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ÁREA DE CONSTRUÇÃO

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ÁREA DE CONSTRUÇÃO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ÁREA DE CONSTRUÇÃO 1. Para determinar a porosidade aberta de uma pedra calcária, utilizou-se um provete com as dimensões de 7.1 7.1 7.1 cm 3. Determinou-se a massa no estado

Leia mais

Obras de Aterro. Cap. 3 EM OBRA. Obras de Aterro

Obras de Aterro. Cap. 3 EM OBRA. Obras de Aterro Cap. 3 EM OBRA 1 Aspectos a abordar 1. Execução caracterização dos materiais escolha do equipamento aterros experimentais 2. Controlo da execução escolha das propriedades a medir e medição in situ dessas

Leia mais

ESTABILIZAÇÃO GRANULOMÉTRICA

ESTABILIZAÇÃO GRANULOMÉTRICA ESTABILIZAÇÃO GRANULOMÉTRICA Estabilização Alteração de qualquer propriedade do agregado para melhorar seu comportamento sob o ponto de vista de aplicações à engenharia Natural Pré-adensamento devido a

Leia mais

CAPÍTULO 3 DESCRIÇÃO DA OBRA DE RECICLAGEM

CAPÍTULO 3 DESCRIÇÃO DA OBRA DE RECICLAGEM CAPÍTULO 3 DESCRIÇÃO DA OBRA DE RECICLAGEM 3.1 INTRODUÇÃO Esta obra refere-se à beneficiação de um troço da EN 244 entre Ponte Sôr e o cruzamento com a EN 118, já no concelho de Gavião, com uma extensão

Leia mais

HIDROLOGIA AULA 06 e semestre - Engenharia Civil INFILTRAÇÃO. Profª. Priscila Pini

HIDROLOGIA AULA 06 e semestre - Engenharia Civil INFILTRAÇÃO. Profª. Priscila Pini HIDROLOGIA AULA 06 e 07 5 semestre - Engenharia Civil INFILTRAÇÃO Profª. Priscila Pini prof.priscila@feitep.edu.br INTERCEPTAÇÃO DE ÁGUA DA CHUVA Retenção de água da chuva antes que ela atinja o solo.

Leia mais

Laboratório de Mecânica dos Solos. Primeiro Semestre de 2017

Laboratório de Mecânica dos Solos. Primeiro Semestre de 2017 Laboratório de Mecânica dos Solos Primeiro Semestre de 2017 Aula 2 - O estado do solo 1. Índices físicos entre as três fases Num solo, só parte do volume total é ocupado pelas partículas sólidas, que se

Leia mais

ABSORÇÃO POR CAPILARIDADE E IMERSÃO DE BETÕES PRODUZIDOS COM AGREGADOS GROSSOS CERÂMICOS RECICLADOS

ABSORÇÃO POR CAPILARIDADE E IMERSÃO DE BETÕES PRODUZIDOS COM AGREGADOS GROSSOS CERÂMICOS RECICLADOS ABSORÇÃO POR CAPILARIDADE E IMERSÃO DE BETÕES PRODUZIDOS COM AGREGADOS GROSSOS CERÂMICOS RECICLADOS João Ribeiro Correia, Jorge de Brito e Ana Sofia Pereira Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura,

Leia mais

Diferentes tipos de camadas de desgaste em prol da segurança e ambiente

Diferentes tipos de camadas de desgaste em prol da segurança e ambiente Ligantes Betuminosos Diferentes tipos de camadas de desgaste em prol da segurança e ambiente Escola Superior de Tecnologia do Barreiro Instituto Politécnico de Setúbal 6 e 7 Dez 2006 II ENEM - CRP Dez

Leia mais

Cap. 2 CONSTRUÇÃO DE ATERROS

Cap. 2 CONSTRUÇÃO DE ATERROS Cap. 2 CONSTRUÇÃO DE ATERROS 1. CONSTRUÇÃO DE ATERROS A construção de aterros envolve os seguintes aspectos: 1. Estudos geológicos e geotécnicos, prospecção solos presentes e suas características, localização

Leia mais

BETÃO LEVE ESTRUTURAL USANDO AGREGADOS DE ARGILA EXPANDIDA

BETÃO LEVE ESTRUTURAL USANDO AGREGADOS DE ARGILA EXPANDIDA Encontro Nacional Betão Estrutural 2004 1 BETÃO LEVE ESTRUTURAL USANDO AGREGADOS DE ARGILA EXPANDIDA B. SILVA Engº Civil FEUP Porto J. COUTINHO Prof. Auxiliar FEUP Porto S. NEVES Prof. Associado FEUP Porto

Leia mais

Operações no estaleiro

Operações no estaleiro Operações no estaleiro - Cuidados prestados no fabrico - Rigoroso cumprimento da fórmula da composição - Homogeneidade do betão mantida no transporte - Correcta compactação - Condições de cura nos primeiros

Leia mais

Amassadura do betão preparado em central distribuidora

Amassadura do betão preparado em central distribuidora Amassadura do betão preparado em central distribuidora Pode ser amassado: a) Completamente amassado na central, donde passa por um camião transportador que o mantém em agitação a fim de evitar a segregação.

Leia mais

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II. 2. Características tecnológicas: forma; massa específica; absorção; umidade superficial; massa unitária.

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II. 2. Características tecnológicas: forma; massa específica; absorção; umidade superficial; massa unitária. MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II AGREGADOS 2. Características tecnológicas: forma; massa específica; absorção; umidade superficial; massa unitária. Especificações e ensaios. Características dos Agregados O conhecimento

Leia mais

Massa Específica. Massa Específica MASSA ESPECÍFICA. Massa Específica Aparente ou Unitária. Massa Específica Real ou Absoluta.

Massa Específica. Massa Específica MASSA ESPECÍFICA. Massa Específica Aparente ou Unitária. Massa Específica Real ou Absoluta. Associação Educativa Evangélica UniEvangélica Curso de Engenharia Civil Professora Moema Castro, MSc. MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL II AGREGADOS MASSA ESPECÍFICA 2 As definições de massa específica e massa

Leia mais

FICHA TÉCNICA DE PRODUTO SPRAY TERMOPLÁSTICO

FICHA TÉCNICA DE PRODUTO SPRAY TERMOPLÁSTICO FICHA TÉCNICA DE PRODUTO SPRAY TERMOPLÁSTICO (Elaborada de acordo com a norma NP-3284:1986) Designação Comercial Spray Termoplástico R4 Branco Identificação Técnica Spray Termoplástico de cor branco elaborado

Leia mais

Depois do corte os varões tem de ser dobrados para terem a forma pretendida e constituir as armaduras elementares

Depois do corte os varões tem de ser dobrados para terem a forma pretendida e constituir as armaduras elementares ENSAIOS MECÂNICOS Permitem perceber como os materiais se comportam quando lhes são aplicados esforços Tipos Ensaios Destrutivos provocam a inutilização do material ensaiado Ensaios Não Destrutivos Ensaio

Leia mais

FORMULAÇÃO VOLUMÉTRICA DE MISTURAS BETUMINOSAS ANÁLISE DOS NÍVEIS DE COMPACTAÇÃO PARA FORMULAÇÃO DE UM AC 20 E DE UM SMA

FORMULAÇÃO VOLUMÉTRICA DE MISTURAS BETUMINOSAS ANÁLISE DOS NÍVEIS DE COMPACTAÇÃO PARA FORMULAÇÃO DE UM AC 20 E DE UM SMA FORMULAÇÃO VOLUMÉTRICA DE MISTURAS BETUMINOSAS ANÁLISE DOS NÍVEIS DE COMPACTAÇÃO PARA FORMULAÇÃO DE UM AC 20 E DE UM SMA Dinis Gardete 1, Luís Picado Santos 2 e Silvino Capitão 3 1 Escola Superior de Tecnologia

Leia mais

6.2 MELHORAMENTO DAS CARACTERÍSTICAS DE GRANULOMETRIA E PLASTICIDADE

6.2 MELHORAMENTO DAS CARACTERÍSTICAS DE GRANULOMETRIA E PLASTICIDADE Melhoramento dos Solos com a Adição de Cal Análise dos Resultados Obtidos 6.1 INTRODUÇÃO Neste capítulo são apresentados e analisados os resultados obtidos nos ensaios destinados a avaliar os efeitos da

Leia mais

BENEFICIAÇÃO E REABILITAÇÃO DOS PAVIMENTOS DA A22 VIA DO INFANTE, ENTRE O NÓ DA GUIA E O NÓ DE FARO/AEROPORTO

BENEFICIAÇÃO E REABILITAÇÃO DOS PAVIMENTOS DA A22 VIA DO INFANTE, ENTRE O NÓ DA GUIA E O NÓ DE FARO/AEROPORTO BENEFICIAÇÃO E REABILITAÇÃO DOS PAVIMENTOS DA A22 VIA DO INFANTE, ENTRE O NÓ DA GUIA E O NÓ DE FARO/AEROPORTO EDUARDO FUNG Coordenador de Projectos da COBA,S.A. e Director Técnico da CONSULSTRADA FERNANDO

Leia mais

II E X E R C Í C I O S E S T A D O D O S O L O

II E X E R C Í C I O S E S T A D O D O S O L O Exercícios de Geotecnia I - página 1 II E X E R C Í C I O E T A D O D O O L O Exercícios resolvidos: 2.1) As leituras para a determinação da massa específica dos sólidos para um solo arenoso são apresentadas

Leia mais

ESTUDO EXPERIMENTAL SOBRE O DESEMPENHO DE MISTURAS BETUMINOSAS TEMPERADAS

ESTUDO EXPERIMENTAL SOBRE O DESEMPENHO DE MISTURAS BETUMINOSAS TEMPERADAS ESTUDO EXPERIMENTAL SOBRE O DESEMPENHO DE MISTURAS BETUMINOSAS TEMPERADAS José Neves 1, Luís de Picado Santos 1, Maria Cristina Alves 1, Fernando Martinho 1 e Fábio Barbosa 1 1 Instituto Superior Técnico,

Leia mais

ESTUDO DIRIGIDO EM FÍSICA DO SOLO. Não estudar apenas por esta lista

ESTUDO DIRIGIDO EM FÍSICA DO SOLO. Não estudar apenas por esta lista ESTUDO DIRIGIDO EM FÍSICA DO SOLO QUESTÕES: Não estudar apenas por esta lista 1) Cite três importantes aplicações da moderna física do solo. 2) Cite as principais causas de compactação do solo. 3) Descreva

Leia mais

Obras Geotécnicas. Mecânica dos Solos e das Rochas (3º/2ºS) Obras Geotécnicas (4º/2S)

Obras Geotécnicas. Mecânica dos Solos e das Rochas (3º/2ºS) Obras Geotécnicas (4º/2S) Obras Geotécnicas Mecânica dos Solos e das Rochas (3º/2ºS) Análise de Estruturas Geotécnicas (4º/1ºS) Obras Geotécnicas (4º/2S) Área de Especialização Geotecnia 4º ano 2º semestre Estruturas de Betão II

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DE SUBSTÂNCIAS E AVALIAÇÃO DA SUA PUREZA

IDENTIFICAÇÃO DE SUBSTÂNCIAS E AVALIAÇÃO DA SUA PUREZA IDENTIFICAÇÃO DE SUBSTÂNCIAS E AVALIAÇÃO DA SUA PUREZA O que se pretende Utilizar técnicas experimentais de determinação de propriedades físicas características das substâncias como métodos de identificação

Leia mais

MISTURAS BETUMINOSAS RECICLADAS A QUENTE EM CENTRAL

MISTURAS BETUMINOSAS RECICLADAS A QUENTE EM CENTRAL MISTURAS BETUMINOSAS RECICLADAS A QUENTE EM CENTRAL ANTÓNIO BAPTISTA PROFESSOR ADJUNTO, ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE VISEU LUÍS PICADO-SANTOS PROFESSOR AUXILIAR, DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL DA

Leia mais

Agregados para concreto. Material granular sem forma e volume definidos; Geralmente inerte; e Propriedades adequadas para uso em obras de Engenharia

Agregados para concreto. Material granular sem forma e volume definidos; Geralmente inerte; e Propriedades adequadas para uso em obras de Engenharia Agregados para concreto Material granular sem forma e volume definidos; Geralmente inerte; e Propriedades adequadas para uso em obras de Engenharia Tipos de agregados Rochas britadas Fragmentos rolados

Leia mais

MÉTODOS DE DETERMINAÇÃO DA REACTIVIDADE DE UMA POZOLANA

MÉTODOS DE DETERMINAÇÃO DA REACTIVIDADE DE UMA POZOLANA MÉTODOS DE DETERMINAÇÃO DA REACTIVIDADE DE UMA POZOLANA Métodos baseados Na determinação da tensão de rotura de pastas ou argamassas Na determinação do grau de combinação do Ca(OH) 2 com a pozolana Ex:

Leia mais

A aposta em soluções de baixo custo

A aposta em soluções de baixo custo Em que pensamos quando falamos em soluções de baixo custo? Materiais baratos? Sistemas de execução rápida e simples? Soluções duradouras? Solução inicial mais barata vs solução global mais económica? Qual

Leia mais

Medição da profundidade da macrotextura de pavimentos utilizando técnica volumétrica

Medição da profundidade da macrotextura de pavimentos utilizando técnica volumétrica Medição da profundidade da macrotextura de pavimentos utilizando técnica volumétrica C D T - CENTRO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO Fevereiro de 2016 DESIGNAÇÃO - ARTERIS E 965-16 02/2016 E 965-16 pg1 -

Leia mais

TRANSPORTES E OBRAS DE TERRA

TRANSPORTES E OBRAS DE TERRA TRANSPORTES E OBRAS DE TERRA Movimento de Terra e Pavimentação NOTAS DE AULA MECÂNICA DOS SOLOS Prof. Edson de Moura Aula 03 Índices Físicos 2011 11 ÍNDICES FÍSICOS 1 Introdução Em tecnologia, solo por

Leia mais

MT DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM

MT DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM Método de Ensaio Página 1 de 7 RESUMO Este documento, que é uma norma técnica, fixa o procedimento a ser adotado na determinação da densidade de materiais líquidos e semi-sólidos, a 25/25ºC ou 15,6/15,6ºC,

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ALGARVE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA ÁREA DEPARTAMENTAL DE ENGENHARIA CIVIL LABORATÓRIO

UNIVERSIDADE DO ALGARVE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA ÁREA DEPARTAMENTAL DE ENGENHARIA CIVIL LABORATÓRIO UNIVERSIDADE DO ALGARVE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA ÁREA DEPARTAMENTAL DE ENGENHARIA CIVIL LABORATÓRIO DETERMINAÇÃO DO TEMPO DE PRESA E DA EXPANSIBILIDADE DO CIMENTO. DOCENTE: Engº Elson Almeida 2006

Leia mais

cializar-se de que o elevado consumo de recursos naturais se estava a tornar insustentável. Esta conjuntura levou a que começassem a ser estudados na

cializar-se de que o elevado consumo de recursos naturais se estava a tornar insustentável. Esta conjuntura levou a que começassem a ser estudados na BETÕES COM AGREGADOS DE BORRACHA DE PNEUS USADOS PARTE I - PROGRAMA EXPERIMENTAL, APRESENTAÇÃO E ANÁ- LISE DOS RESULTADOS DOS ENSAIOS AOS AGREGADOS E DOS ENSAIOS AO BETÃO NO ESTADO FRESCO Miguel Bravo

Leia mais

PROJETO DE BASE DRENANTE REALIZADO DE ACORDO COM A ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DER/SP ET-DE-P00/008

PROJETO DE BASE DRENANTE REALIZADO DE ACORDO COM A ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DER/SP ET-DE-P00/008 PROJETO DE BASE DRENANTE REALIZADO DE ACORDO COM A ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DER/SP ET-DE-P00/008 Vanessa Quadros Borba (1); Adailton Antônio dos Santos (2). RESUMO UNESC Universidade do Extremo Sul Catarinense

Leia mais

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS - O ESTADO DO SOLO - ÍNDICES FÍSICOS

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS - O ESTADO DO SOLO - ÍNDICES FÍSICOS EXERCÍCIOS RESOLVIDOS - O ESTADO DO SOLO - ÍNDICES FÍSICOS Questão 1- Uma amostra de solo foi coletada em campo. Verificou-se que a amostra, juntamente com seu recipiente, pesavam 120,45g. Após permanecer

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ALGARVE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA ÁREA DEPARTAMENTAL DE ENGENHARIA CIVIL LABORATÓRIO

UNIVERSIDADE DO ALGARVE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA ÁREA DEPARTAMENTAL DE ENGENHARIA CIVIL LABORATÓRIO UNIVERSIDADE DO ALGARVE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA ÁREA DEPARTAMENTAL DE ENGENHARIA CIVIL LABORATÓRIO DETERMINAÇÃO DAS RESISTÊNCIAS MECÂNICAS DO CIMENTO. DOCENTE: Engº Elson Almeida 2006 1 CONSIDERAÇÕES

Leia mais

Amassadura. Amassadura. Manual. Mecânica Equipamentos chamados betoneiras. Amassadura: Levar todos os componentes do betão a formar um todo homogéneo

Amassadura. Amassadura. Manual. Mecânica Equipamentos chamados betoneiras. Amassadura: Levar todos os componentes do betão a formar um todo homogéneo Amassadura Amassadura Levar todos os componentes do betão a formar um todo homogéneo Amassadura: Manual (fora de uso; só mesmo para quantidades muito pequenas) Mecânica Equipamentos chamados betoneiras

Leia mais

PRÁTICAS PARA A DISCIPLINA LABORATÓRIO DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL 2 AGREGADOS

PRÁTICAS PARA A DISCIPLINA LABORATÓRIO DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL 2 AGREGADOS PRÁTICAS PARA A DISCIPLINA LABORATÓRIO DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL 2 AGREGADOS APOSTILA DO PROFESSOR LABORATÓRIO DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL APOSTILA DE ENSAIOS DE LAB. DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO

Leia mais

ACTIVIDADE LABORATORIAL QUÍMICA 10º Ano

ACTIVIDADE LABORATORIAL QUÍMICA 10º Ano Objectivos ACTIVIDADE LABORATORIAL QUÍMICA 0º Ano Determinação da massa volúmica e da densidade relativa de líquidos Seleccionar material adequado à determinação da: a) massa volúmica ou densidade de um

Leia mais

Disciplina: Mecânica dos Solos e Fundações

Disciplina: Mecânica dos Solos e Fundações Disciplina: Mecânica dos Solos e Fundações Caracterização e Estado dos solos Prof. Caio Rubens Caracterização dos solos 2) Índices de Consistência (Limites de Atterberg) Somente a distribuição granulométrica

Leia mais

1. INTRODUÇÃO 1 2. NORMALIZAÇÃO 5 3 DESCRIÇÃO DOS DIFERENTES TIPOS DE PLACAS Placas de madeira maciça (SWP) Contraplacado (PW) 11

1. INTRODUÇÃO 1 2. NORMALIZAÇÃO 5 3 DESCRIÇÃO DOS DIFERENTES TIPOS DE PLACAS Placas de madeira maciça (SWP) Contraplacado (PW) 11 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 1 2. NORMALIZAÇÃO 5 3 DESCRIÇÃO DOS DIFERENTES TIPOS DE PLACAS 7 3.1 Placas de madeira maciça (SWP) 7 3.2 Contraplacado (PW) 11 3.3 Placa microlamelada colada (LVL) 17 3.4 Placas de

Leia mais

Designação contem tensão de cedência. Aço para betão armado. Aço para betão pré-esforçado

Designação contem tensão de cedência. Aço para betão armado. Aço para betão pré-esforçado Aço para betão armado Aço para betão pré-esforçado REBAP Regulamento de estruturas de betão armado e pré-esforçado Especificações do LNEC Eurocódigo 2 1 E LNEC Textos de apoio ESPECIFICAÇÃO DO LNEC E 460

Leia mais

ARGAMASSAS E CONCRETOS DOSAGEM ABCP

ARGAMASSAS E CONCRETOS DOSAGEM ABCP ARGAMASSAS E CONCRETOS DOSAGEM ABCP Definição: DOSAGEM é o proporcionamento adequado e mais econômico de materiais: cimento, água, agregados, adições e aditivos. Definição: Segundo a NBR 12.655 existem

Leia mais

I - MATERIAIS E ELEMENTOS DE CONSTRUÇÃO

I - MATERIAIS E ELEMENTOS DE CONSTRUÇÃO PAVIMENTAÇÃO A CUBOS DE GRANITO DE 0.11 0.11 M I - MATERIAIS E ELEMENTOS DE CONSTRUÇÃO 1 - AREIA A areia deverá ser de grão médio, constituída por partículas rijas e angulosas, de preferência siliciosas,

Leia mais

2. Propriedades físicas dos sedimentos Propriedades dos grãos (partículas)

2. Propriedades físicas dos sedimentos Propriedades dos grãos (partículas) 2. Propriedades físicas dos sedimentos 2.1. Propriedades dos grãos (partículas) 2.1.1. Dimensão As dimensões das partículas, de forma irregular, representam-se pelo Diâmetro esférico equivalente : Diâmetro

Leia mais

FICHA DE EXERCÍCIOS N.º 3 MADEIRAS

FICHA DE EXERCÍCIOS N.º 3 MADEIRAS 1 Faculdade de Engenharia Curso de Licenciatura em Engenharia Civil Materiais de Construção II FICHA DE EXERCÍCIOS N.º 3 MADEIRAS Problema 1 Os ensaios fisicó-mecânicos do Ulmeiro Americano verde e seco

Leia mais

Caracterização de argamassas para assentamento de alvenaria de tijolo

Caracterização de argamassas para assentamento de alvenaria de tijolo Caracterização de argamassas para assentamento de alvenaria de tijolo M. F. Paulo Pereira, José B. Aguiar, Aires Camões e Hélder M. A. Cruz University of Minho Portugal 18 e 19 de Março, LNEC, Lisboa 1.

Leia mais

Compacidade das areias e Limites de Atterberg

Compacidade das areias e Limites de Atterberg Conceitos Básicos P.P. (2011) GEOTÉCNIA Compacidade das areias e Limites de Atterberg Introdução (revisão) Mineralogia: argila se caracterizam por seu tamanho muito pequeno e sua atividade elétrica superficial

Leia mais

PROPRIEDADES DO. Trabalhabilidade e Consistência CONCRETO FRESCO

PROPRIEDADES DO. Trabalhabilidade e Consistência CONCRETO FRESCO Universidade Paulista Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia Departamento de Engenharia Civil Materiais de Construção Civil Professora Moema Castro, MSc. CONCRETO FRESCO CONCRETO ENDURECIDO TECNOLOGIA

Leia mais

Construção e Manutenção de Infra-estruturas de Transportes

Construção e Manutenção de Infra-estruturas de Transportes Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura Secção de Urbanismo, Transportes, Vias e Sistemas Mestrado Integrado em Engenharia Civil Construção e Manutenção de Infra-estruturas de Transportes GUIA

Leia mais

PORCENTAGEM DE VAZIOS DE MISTURAS ASFÁLTICAS DENSAS E ABERTAS COMPACTADAS

PORCENTAGEM DE VAZIOS DE MISTURAS ASFÁLTICAS DENSAS E ABERTAS COMPACTADAS PORCENTAGEM DE VAZIOS DE MISTURAS ASFÁLTICAS DENSAS E ABERTAS COMPACTADAS C D T - CENTRO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO Setembro de 014 DESIGNAÇÃO - ARTERIS T- 69-14¹ 09/014 T 69-14 -1 - Centro de Desenvolvimento

Leia mais

Revestimentos de Argamassa Conceitos P R O M O Ç Ã O

Revestimentos de Argamassa Conceitos P R O M O Ç Ã O Revestimentos de Argamassa Conceitos P R O M O Ç Ã O TECNOLOGIA DA ARGAMASSA Conceitos Sistema de Revestimento de Argamassa Desempenho do sistema Materiais Constituintes Dosagem Escolha do Sistema de Revestimento

Leia mais

Desempenho relativo das argamassas de argila expandida na execução de camadas de forma

Desempenho relativo das argamassas de argila expandida na execução de camadas de forma Desempenho relativo das argamassas de argila expandida na execução de camadas de forma Ana Sofia Ferreira (IST) Jorge de Brito (IST) Fernando Branco (IST) º Congresso Nacional de Argamassas de Construção

Leia mais

DETERMINAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DE GOTEJAMENTO DE MISTURAS ASFÁLTICAS NÃO COMPACTADAS

DETERMINAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DE GOTEJAMENTO DE MISTURAS ASFÁLTICAS NÃO COMPACTADAS DETERMINAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DE GOTEJAMENTO DE MISTURAS ASFÁLTICAS NÃO COMPACTADAS C D T - CENTRO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO Setembro de 2014 DESIGNAÇÃO - ARTERIS T- 305-14 09/2014 T 305-14 pg1

Leia mais

Teor de MO e Densidade de solos

Teor de MO e Densidade de solos Teor de MO e Densidade de solos 29/01/2012 Prof. Patrício Pires patricio.pires@gmail.com Introdução 2 1ª Parte Dia Mês Aula Programação Apresentação do Curso. 4 1ª Coleta e preparação de amostras. Caracterização

Leia mais