UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS MG CAMPUS VARGINHA INSTITUTO CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS FLAVIANY DIAS PEREIRA

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS MG CAMPUS VARGINHA INSTITUTO CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS FLAVIANY DIAS PEREIRA ANÁLISE DA GESTÃO DE ESTOQUE DE UMA INDÚSTRIA DO SETOR CALÇADISTA Varginha/MG 2014

2 FLAVIANY DIAS PEREIRA ANÁLISE DA GESTÃO DE ESTOQUE DE UMA INDÚSTRIA DO SETOR CALÇADISTA Trabalho de Conclusão do Curso apresentado como requisito básico para obtenção de título de Bacharel em Ciências Econômicas com Ênfase em Controladoria pelo Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da Universidade Federal de Alfenas. Orientador: João Estevão Barbosa Neto. Varginha/MG 2014

3 FLAVIANY DIAS PEREIRA ANÁLISE DA GESTÃO DE ESTOQUE DE UMA INDÚSTRIA DO SETOR CALÇADISTA A banca examinadora abaixo-assinada, aprova o Trabalho de Conclusão do Curso como requisito básico para obtenção do título de Bacharel em Ciências Econômicas com Ênfase em Controladoria pelo Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da Universidade Federal de Alfenas - Campus Varginha. Aprovado em: Universidade Federal de Alfenas Assinatura: Universidade Federal de Alfenas Assinatura: Universidade Federal de Alfenas Assinatura:

4 RESUMO A gestão eficiente do estoque tem como função o gerenciamento da necessidade de insumos e a demanda de seus clientes por produtos acabados. Assim, deve-se evitar altos gastos, tanto financeiros como de recursos humanos, com estoque. Nesse sentido o presente trabalho tem como objetivo geral identificar e analisar o processo produtivo e os mecanismos de gestão de estoque em uma empresa do setor calçadista. Metodologicamente, foi realizado um estudo por meio de visitas à empresa e aplicação de entrevistas não direta e direta. A partir dos resultados, observou-se que a empresa adota alguns métodos positivos para a gestão de estoque, como a quase ausência de matéria-prima e produtos acabados. Como ponto negativo, identificou-se o elevado tempo de gasto na elaboração do design e modelagem. Dessa forma, sugere-se que determinados aspectos sejam avaliados com maior atenção pela empresa ou até mesmo testados para que então possam ser avaliados de forma mais concisa. Palavras-chave: Gestão de Estoque. Setor Calçadista. Produtos Acabados. Insumos.

5 ABSTRACT Efficient inventory management has to manage the need for inputs and demand from its customers for finished products. Thus, high costs must be avoided, in both financial and human resources, with stock. This way, this paper has as main objective to identify and analyze the production process and the mechanisms of inventory management in a company in the footwear industry. Methodologically, a study was conducted through company visits and application of non-direct and direct interviews. From the results, it raw material and finished products. On the downside, high time spent in the preparation of design and modeling was identified. Thus, it is suggested that certain aspects be evaluated more carefully by the company or even tested so that it can then be evaluated more concisely. Keywords: Inventory Management. Footwear sector. Finished Products. Inputs.

6 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO Contextualização Objetivo Geral Objetivos Específicos REFERENCIAL TEÓRICO Gestão de Estoque Contabilidade e Gestão de Custos Sistemas de Custos Estudos Anteriores METODOLOGIA Natureza da pesquisa Definição do ambiente Instrumentos de coleta de dados ANÁLISE DOS RESULTADOS Processo Produtivo Gestão de Estoque CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 30

7 6 1 INTRODUÇÃO 1.2 Contextualização O objetivo do estoque é gerenciar a necessidade de insumos e a demanda de seus clientes por produtos acabados. Devendo evitar ao máximo a elevada mobilização de recursos financeiros com estoque, mas também, devendo evitar perdas de vendas por falta deste (VIEIRA, 2009). Desse modo, devido à grande concorrência do mercado, as empresas buscam conquistar seus clientes atendendo as demandas do mercado, tendo qualidade, entregando nos prazos e procurando suprir as vontades dos consumidores. Para tanto, é necessário ter uma boa gestão de estoque (MARTINS, 2010). Segundo Tadeu e Rocha (2010), para ter um controle efetivo sobre os estoques, é preciso além de monitorar o volume destes, monitorar também os custos envolvidos e que são atrelados à sua aquisição e manutenção. Os estoques constituem um dos principais componentes do custo da produção. Nesse sentido, a contabilidade de custos é responsável pelo processo de mensuração do valor do custo dos insumos utilizados na produção de um bem ou serviço, os quais são sacrifícios que as empresas fazem com o objetivo de obtenção de benefícios futuros. Bruni e Famá (2011), inferem que o objetivo da implantação de um sistema de custo é a avaliação dos estoques, alocação dos custos de produção, apuração dos custos dos produtos vendidos e em estoque, controle operacional dos recursos consumidos durante o período e finalmente a apuração individual dos custos dos produtos. A preferência por um método ou outro de custeio depende muito do tipo de negócio de cada empresa, do seu perfil de administração e principalmente do seu planejamento estratégico. Uma gestão de custos inapropriada provoca queda dos lucros e aplicação do dinheiro empregada erroneamente. Sendo esta, uma das causas pela qual as empresas vão se expirando (MARTINS, 2010). Assim, o presente trabalho tem a finalidade de identificar e analisar os métodos adotados por uma indústria do setor calçadista em seu processo produtivo e na gestão de seu estoque. Adicionalmente, pretende-se propor métodos para uma análise mais precisa da empresa que poderão contribuir para um maior desenvolvimento desta, com vista a um

8 7 melhor gerenciamento do estoque de matéria-prima e métodos mais eficazes para o processo produtivo. Desse modo, podendo contribuir para uma maior satisfação dos clientes, uma melhor análise para auxiliar na tomada de decisões da empresa e redução no tempo gasto no processo produtivo, tendo que, métodos mais inovadores serão propostos. O trabalho está dividido em 5 partes, sendo a primeira esse tópico inicial de contextualização e objetivos. Após, faz-se uma revisão de literatura abordando a literatura referente a gestão de estoque e gestão de custos. O tópico três aborda os procedimentos metodológicos, seguido pela análise dos resultados. Por fim, tecem-se as considerações finais. 1.2 Objetivo Geral O objetivo geral é identificar e analisar os mecanismos de gestão de estoque em uma empresa do setor calçadista. 1.3 Objetivos Específicos Identificar e analisar o processo produtivo. Identificar e analisar as práticas adotadas pela indústria na gestão de estoque. Propor modelos de boas práticas de gestão de estoque para a indústria analisada.

9 8 2 REFERENCIAL TEÓRICO 2.1 Gestão de Estoque A área de estoques de uma empresa, segundo Tadeu e Rocha (2010), é responsável pelo controle do fluxo de materiais internamente, devendo, deste modo, equilibrar as necessidades e as disponibilidades de recursos da organização, sejam eles recursos humanos, de materiais, de espaço físico e financeiros, entre outros. Segundo Vieira (2009), o estoque tem como objetivo fundamental não deixar faltar material ou produto, buscando, evitar a elevada mobilização de recursos financeiros com o mesmo. O mesmo autor ressalta que: As empresas usam estoques para melhorar a coordenação da oferta-procura, criando pulmões que preservem a continuidade produtiva ou não deixem faltar mercadoria no varejo, porém, a manutenção de estoques produz a necessidade de armazenagem e, consequentemente, de manuseio de materiais, ou seja, custos (VIEIRA, 2009, p.13). Para Maher (2001), os custos de administração de estoque não podem ser confundidos com custos de fabricação de estoques. Segundo o autor, os custos de fabricar estoques incluem os custos de materiais e de mão-de-obra necessários para a fabricação do produto, além dos custos indiretos de fabricação. Os custos de administrar estoques são entendidos como os custos de manter produtos em estoque. Scherr (1989) apud Prado, Teixeira e Ribeiro (2011, p. 3), ressalta que o desafio é formular estratégias para que a aquisição e o armazenamento dos estoques sejam as mais vantajosas para a firma. Maher (2001) coloca que estoques excessivos implicam custos de estocagem desnecessários e estoques muito baixos implicam perda de venda, pois os clientes podem optar por comprar os produtos em outro lugar que os tenham disponível. Segundo Tadeu e Rocha (2010), a eficiência na administração do estoque consiste em balancear o nível de estoque com a capacidade de absorção do mercado. Tais autores ainda apontam que: A eficiência dessa gestão, porém, não se resume apenas em encontrar o nível de estoque que supre a necessidade de consumo. É preciso ainda estabelecer análises de custo do estoque, isso porque os produtos e os insumos armazenados representam não apenas recursos físicos estocados, mas também recursos financeiros imobilizados na forma de ativos para a empresa e que, por isso mesmo, representam quantias expressivas de dinheiro (TADEU e ROCHA, 2010, p.3).

10 9 Maher (2011), ressalta que o principal objetivo da administração de estoques é minimizar o custo total de manter estoques. Já, para Vieira (2009), os custos gerados pela estocagem devem ser minimizados o máximo possível, desde que possam atender as necessidades dentro da empresa. Para isso, o autor apresenta algumas considerações relevantes a serem efetuadas, tais como: definir o momento correto de realizar a compra; definir a quantidade ideal; buscar por melhores preços; atender os níveis de segurança e proporcionar qualidade no atendimento ao cliente. Maher (2011, p. 809), coloca que: Modelos de controle de estoques vêm sendo utilizados há bastante tempo. Técnicas de pesquisa operacional e avanços em sistemas computadorizados têm proporcionado o desenvolvimento de modelos de administração de estoques altamente sofisticados, que podem monitorar a demanda por um produto, projetar sua taxa de utilização, calcular a quantidade econômica a ser pedida, indicar quando o pedido deve ser colocado e determinar o nível ótimo de estoques a serem mantidos. Vieira (2009), faz um paralelo entre ponderações contrárias à existência de estoques e ponderações favoráveis à sua existência. Inicialmente, ele aponta as ponderações contrárias, colocando que: os estoques absorvem capital que poderiam ser utilizados de forma mais rentável; os estoques pouco contribuem com a agregação direta de valor ao produto e que a existência de elevados níveis de estoques muitas vezes encobrem problemas de produtividade e eficiência do canal logístico, pois, baixos níveis de estoques demandam uma maior integração e coordenação dos diversos elos da corrente produtiva. Já com relação às ponderações favoráveis, algumas colocações feitas pelo autor são: devido ao aumento do nível de serviço ao cliente, tendo que, a disponibilidade efetiva de produtos no momento que o cliente solicitar, favorece a manutenção e o nível de vendas; devido à redução dos custos motivados diversas vezes pela economia de escala, por meio da compra em grande volume com maior poder de barganha e/ou no transporte, devido à redução do número de viagens e através de modalidades com maior capacidade e fretes mais em conta, e também com redução de manuseio. Outro fator favorável que o autor aponta é a prevenção de situações imprevistas, tais como, greves, desastres naturais, picos imprevistos de demanda, entre outros. Segundo Prochnik et al. (2005), para fazer um planejamento dos estoques, é necessário que se entenda o que é um estoque e as diferentes funções que ele pode representar para uma empresa. Deste modo, o autor divide o estoque em cinco categorias:

11 10 Estoque de Segurança: mantidos para situações inesperadas, como pedidos não planejados, problemas com algum lote, atrasos na produção, atrasos na entrega de insumos, dentre outro. Estoque de Antecipação: casos em que o produtor espera uma demanda muito alta em determinado período. Portanto, para evitar um excesso de produção em um curto espaço de tempo, opta dor dividir esse excesso de demanda entre os outros períodos e estoca a produção antecipada para o futuro. Estoque de Fragmentação: são estoques de insumos intermediários, que fazem parte da cadeia produtiva. Sua função é garantir que determinada etapa não pare caso a etapa anterior tenha algum problema. Deste modo, evita-se atrasos na produção e busca-se uma operação sempre na taxa ótima de cada etapa. Estoque em Trânsito: tendo que o centro produtor muitas das vezes fica distante do centro consumidor e que os produtos acabados devem ser transportados até este. Deve-se fazer da forma mais economicamente viável. Ou seja, obedecer a cronogramas para partidas dos carregamentos, e quantidades mínimas viáveis. E este produto armazenado aguardando o cumprimento do cronograma é o estoque em questão. Estoque Econômico: são utilizados para proporcionar ganhos nas compras de insumos. Ou seja, ao invés de fazer vários pedidos pequenos, o produtor deve fazer ordens maiores, ganhando assim no frete e em poder de barganha. Para Maher (2001), o estoque de segurança ótimo tem por objetivo minimizar custos provocados por perda de vendas. Segundo o autor, se algum item do estoque for utilizado mais rápido do que o previsto, ou se o tempo de recebimento de insumos for superior ao esperado, pode ocasionar falta de estoque e consequentemente, perda de vendas, insatisfação de clientes, ou até mesmo paralisação das operações até que os materiais necessários sejam obtidos. Vieira (2009), ressalta que deve ser avaliado o nível de risco associado à manutenção de estoques de segurança pela empresa. Ou seja, qual o risco da empresa investir em um nível de estoque de segurança determinado que objetiva garantir disponibilidade de produto e a demanda real ficar inferior ao esperado. Acarretando em aumento de custos e estoque de segurança com quantidades desnecessárias. Para Maher (2001, p. 820): Materiais devem ser solicitados no instante em que o estoque em mãos for igual à soma da utilização durante o tempo de atendimento de pedido mais o estoque de segurança. Se um novo pedido for colocado nessa ocasião, o novo carregamento deverá chegar quando o estoque for igual ao estoque de segurança, ou seja, quando o estoque de trabalho cair a zero.

12 11 Segundo Vieira (2009), é necessário considerar não apenas a variabilidade da demanda e a disponibilidade de produtos, mas também os custos associados ao excesso e a falta de produtos em estoque. Scherr (1989) apud Prado, Teixeira e Ribeiro (2011, p. 4), apresenta a discussão sobre a necessidade de manter estoques ressaltando o conceito do sistema Just-in-Time, que consiste em um sistema onde aplica a flexibilidade da produção, pequenos lotes de compra, e a procura pela alta qualidade nos processos de produção e nos produtos. Neste sistema, as mercadorias são produzidas e entregues apenas quando solicitadas, o que implica aproximadamente na inexistência de estoques. A proposta do sistema Just-in-time é de fato, a eliminação dos estoques através do aperfeiçoamento do processo produtivo e do planejamento. 2.2 Contabilidade e Gestão de Custos Para Silva e Lins (2010, p.7), custos são os recursos consumidos no processo de produção de um bem ou serviço que espera tragam benefícios atuais ou futuros para a entidade após a conclusão ou venda do produto ou serviço. Tais autores apontam que a contabilidade de custos representa uma metodologia para identificar, mensurar e informar os custos dos produtos e serviços. A contabilidade de custos constitui o processo ordenado de utilizar os princípios da contabilidade geral para registrar os custos de operações de um negócio (BRUNI e FAMÁ, 2011). Assim, tem como base as informações coletadas do processo operacional, a administração pode fazer uso dos dados contábeis para averiguar os custos de produção para os produtos fabricados ou serviços prestados. Tal procedimento propicia uma operação racional, eficiente e lucrativa (BRUNI e FAMÁ, 2011). Silva e Lins (2010), ressaltam que os preços dos produtos ou serviços são determinados pelo mercado sendo que um adequado sistema de apuração de custos é de fundamental importância para uma eficiente e eficaz tomada de decisão, como também no processo de apuração de custos para fins de publicação das demonstrações contábeis. Diante desse contexto, Silva e Lins (2010) argumentam que em um mercado de livre concorrência é o consumidor quem define o preço que está disposto a pagar por um bem ou serviço, só então, as empresas definirão seus preços de venda levando em consideração o tipo de consumidor que deseja atingir e da parcela de mercado que almeja ocupar. O custo de um produto é composto de diversos elementos, e Silva e Lins (2010), destacam que o custo é formado pela matéria-prima, mão-de-obra diretamente identificada ao

13 12 produto e os demais custos indiretos de fabricação. Dessa forma, pode-se conceituar cada componente do custo de acordo com o exposto no Quadro 1: Quadro 1: Componentes do custo de produção Matéria-prima Mão-de-obra Parte do custo do produto que será modificada pela ação da mão-de-obra direta e dos custos indiretos e se transformará em produtos acabados. Corresponde aos esforços produtivos das equipes relacionadas à produção dos bens comercializados ou dos serviços prestados. Refere-se apenas ao pessoal que trabalha diretamente sobre o produto em elaboração, desde que seja possível a mensuração do tempo despendido e a identificação de quem executou o trabalho, sem necessidade de qualquer apropriação indireta ou rateio. Gastos identificados com a função de produção ou elaboração dos serviços a ser comercializados e Custos indiretos que, como o próprio nome já revela, não podem ser associados diretamente a um produto ou serviço específico. Fonte: Adaptado de Silva e Lins (2010), Bruni e Famá (2011), Megliorini (2010) A partir da identificação dos componentes dos custos, a contabilidade de custos segue um processo, elencado por Martins (2010) em etapas: a) separação de Custos e Despesas; b) apropriação dos Custos Diretos aos produtos; e c) apropriação mediante rateio dos Custos Indiretos aos produtos. Megliorini (2007), ressalta que dentro da cadeia produtiva, o produto fabricado por uma empresa pode ser matéria-prima empregada em outra empresa, como apresentado na figura abaixo. Figura 1: Transformação da matéria-prima em produto que será matéria-prima em outra produção. Fonte: Megliorini (2007).

14 13 Para o referido autor uma empresa industrial utiliza diversos tipos de matéria-prima, tais como: matérias-primas integrantes no produto, materiais auxiliares de produção, matérias de embalagem, matérias de escritório, matérias de higiene e limpeza etc. Desse modo, quando a empresa possui sistema de controle de estoque, toda vez que um material é requisitado, é possível saber onde ele será aplicado. Como exemplo, cita-se o caso de uma requisição de parafusos para o processo de montagem, sendo que é reconhecido o custo correspondente e apropriado esse custo ao produto de modo direto. Há também os gastos pelos quais os consumidores não estão dispostos a pagar, são esses definidos por Silva e Lins (2010), como desperdícios. Sendo eles custos ou despesas que não adicionam valor ao produto ou serviço. Para os autores, alguns desses gastos podem ser eliminados sem acarretar em prejuízo ao produto, serviço ou na geração de receita. Segundo Megliorini (2007), o custo da matéria-prima tem que corresponder à quantidade consumida na fabricação do produto, mas há também alguns materiais que são necessários em maiores quantidades do que aqueles que são efetivamente incorporados ao produto, cita-se como exemplo, o tecido que sempre acarreta em sobras na produção. Para o autor, essas perdas fazem parte do processo de fabricação. É possível reduzir elas, mas não evitar. São consideradas como perdas normais e por isso integram o custo dos produtos. Diante desse contexto, é possível identificar a estreita relação entre a gestão de custos e o gerenciamento dos estoques, uma vez que gastos com a manutenção dos estoques vão influenciar no custo dos produtos. Para uma administração mais eficiente dos custos, utiliza-se instrumentos gerenciais que contribuem para a identificação e administração dos gastos na produção. Tais mecanismos são denominados sistemas de custos e são abordados no tópico seguinte Sistemas de Custos Segundo Backer (1977) apud Mello et al. (2012, p.4), o sistema de custo é conceituado como o conjunto de métodos e técnicas que uma empresa utiliza para coletar e organizar os dados físicos e monetários do processo operacional e transformá-los em informações para avaliação de estoques e determinação de lucros, bem como para apoiar o processo decisório e o planejamento e é composto como apresentado na Figura 2.

15 14 MATERIAIS DIRETOS MÃO-DE- OBRA DIRETA CUSTOS INDIRETOS A) Quanto ao Sistema de Acumulação de Custos: - Ordem de Produção - Produção Contínua B) Quanto aos Métodos de Avaliação de Custos: - Preço médio - PEPS - UEPS B) Quanto aos Métodos de Custeio: - Absorção - ABC - Variável Figura 2: Sistema de Custos. Fonte: Adaptado de Mello et al. (2002) apud Mello et al (2012). O sistema de acumulação de custos para Silva e Lins (2010, p.78): É a forma pela qual os custos são totalizados e posteriormente apropriados aos produtos. O termo sistema, em contabilidade de custos, pode ser definido como os procedimentos coordenados e integrados cujo objetivo é mensurar os custos dos produtos e serviços. Nesse sentido pode-se definir sistema de acumulação de custos como um conjunto de procedimentos coordenados e integrados com o intuito de totalizar os custos incorridos no processo produtivo e em seguida aproximá-los aos produtos. Segundo Silva e Lins (2010), é o processo produtivo da empresa e as características dos produtos que determinará qual sistema de acumulação de custos deverá ser usado. O sistema de acumulação pode assumir duas caraterísticas: a) por ordem de produção, ou b) por processo. Megliorini (2007), apresenta como sistema de acumulação de custos por ordem de produção, as empresas que trabalham sob encomenda, em que antes de iniciar qualquer atividade em produtos ou serviços, é necessário uma autorização do cliente. E o sistema de acumulação de custos por produção contínua é representado pelos produtos fabricados em séries, sendo eles padronizados, desta forma, eles recebem quantidades equivalentes dos elementos de custos, que são eles: matéria-prima, mão-de-obra e custos indiretos de fabricação (MEGLIORINI, 2007). Há também o critério de avaliação dos materiais, que segundo Martins (2010, p. 118): Se a matéria-prima foi adquirida especificamente para uso numa determinada ordem de produção ou encomenda, não haverá dúvidas no reconhecimento do quanto lhe

16 15 atribuir: será o seu preço específico de aquisição. Entretanto, se diversos materiais iguais forem comprados por preços diferentes, principalmente por terem sido adquiridos em datas diversas, e forem intercambiáveis entre si, algumas alterações surgem. Para identificar o valor dos custos quando ocorrem essas alterações de preços, existem os métodos de avaliação de custos. Basicamente, são três métodos: a) preço médio, primeiro a entrar primeiro a sair (PEPS), último a entrar primeiro a sair (UEPS). Com relação ao critério de avaliação dos materiais por meio do Preço Médio Ponderado, os autores Bruni e Famá (2011), ressaltam que o custo a ser contabilizado representa uma média dos custos de aquisição. Outro critério de avaliação dos materiais é o PEPS que significa que o primeiro a entrar é o primeiro a sair. Segundo Martins (2010), neste método, o material utilizado é custeado pelos preços mais antigos, deixando os mais recentes em estoque. Já com relação ao critério de avaliação dos materiais UEPS em que o último a entrar é o primeiro a sair, Bruni e Famá (2011), ressaltam que são utilizados, primeiro os materiais diretos adquiridos mais recentemente e, depois, os mais antigos, nessa ordem. Adicionalmente, existem os métodos de custeio. Para Bruni e Famá (2011), os métodos de custeio são lançados para acumular o custo total de cada ordem colocada ou produto elaborado. Os custos diretos oferecem fácil associação aos produtos. Entretanto, com os custos indiretos e os mecanismos de rateio aos produtos, há diversos problemas relacionados à determinação do lucro e ao controle das operações de qualquer entidade. Entre os métodos de custeio tradicional encontra-se o custeio por absorção e o custeio variável. E entre os métodos de custeio contemporâneos, com novas abordagens de gestão de custos, têm sido elaborados para aplicações específicas, com destaque para o custeio por atividades, também denominado custeio ABC. Segundo Megliorini (2007, p.2), A rápida evolução tecnológica que vem ocorrendo desde o final do século XX, em resposta a um ambiente competitivo mais intenso, tem obrigado as empresas à reformular continuamente suas estratégias e a se preocupar cada vez mais com a gestão de custos. Silva e Lins (2010), apresenta que o método de custeio por absorção é caracterizado por apropriar custos fixos e custos variáveis aos produtos. Desta forma, os produtos fabricados absorvem todos os custos indiretos incorridos em um período. Para o autor, os custos indiretos podem ser rejeitados e acumulados em uma única conta, sendo depois rateados aos produtos por uma base adequada. Para Megliorini (2007), de acordo com o custeio variável, os custos fixos não são apropriados aos produtos. Um dos motivos que contribuem para isso é o fato de os custos fixos serem mais necessitados para manter a estrutura da produção do que os custos

17 16 decorrentes dos produtos em fabricação. Dessa forma, os produtos receberão apenas os custos decorrentes na produção, ou seja, os custos variáveis, enquanto os custos fixos, devido ao fato de não serem absorvidos pela produção, são apresentados como custos do período, indo diretamente para o resultado do exercício. O custeio ABC, de acordo com Silva e Lins (2010), parte da premissa de que os produtos consomem atividades e estas, consomem custos. Dessa forma, são custeadas primeiramente as atividades e depois são verificados qual produto ou linha de produção consumiu mais essas atividades, utilizando-se dos direcionadores de custos. Diante do exposto, verifica-se que a contabilidade de custos faz uso de diversas técnicas para mensurar da forma mais confiável possível. Tais procedimentos podem ser utilizados de forma separada ou em conjunto, buscando sempre a melhor informação para tomada de decisão. Adicionalmente ao critério de segregação de custo, existem os métodos onde as informações de custos são consideradas e trabalhadas em conjunto, como forma de apuração do custo para atender a contabilidade geral ou como forma de uma ferramenta para tomada de decisão. Tais técnicas são denominadas sistema de custeio. 2.3 Estudos Anteriores Mello et al. (2012), desenvolveram um estudo com o objetivo de melhorar o sistema de informação para gestão dos custos operacionais do setor energético, uma vez que se vem exigindo metodologias e instrumentos cada vez mais eficazes para o gerenciamento de custos. De acordo com os autores, o trabalho permitiu uma redução da lista de atividades através de agrupamento por semelhança, eliminação de atividades compensatórias e transparência das informações para uma melhor negociação com os prestadores de serviços. Jerônimo e Coelho (2012), desenvolveram um estudo de viabilidade técnicaeconômica de uma agroindústria de processamento de coco, sendo este produto considerado de grande relevância na indústria devido sua utilização como matéria-prima de diversos produtos alimentares, tais como doces, sorvetes, bolachas, iogurtes, entre outros. Foi feito a análise visando demonstrar a viabilidade do investimento e qual a melhor forma do investimento ter o melhor retorno ou o retorno mais rápido. A conclusão obtida foi que o investimento apresenta maior atratividade com uma capacidade de produção ampliada, portanto a quantidade estimada de Kg/dia é a recomendada para a implantação da empresa. Podendo trabalhar com frações superiores a 7700 Kg/ dia e ainda obter lucro com o processo.

18 17 Schmidt e Selch (2010), apresentaram um estudo que tem por objetivo mostrar como o departamento de custos pode contribuir com a administração da empresa visando que ela se torne mais lucrativa. Desta forma, busca-se identificar o impacto dos desperdícios da área de operações no custo de produção. O estudo evidenciou a necessidade da empresa em se atualizar buscando por mais qualidade em sua mão-de-obra e novas técnicas de Administração da Produção, visando um atendimento mais satisfatório aos seus clientes, qualidade no produto, e entregas cada vez mais rápidas. Foram identificados alguns problemas na administração da produção, sendo estes reconhecidos pela empresa, desta forma buscou melhorias, como a locação de um prédio para atender a sua demanda, consultorias que contribuiu para a melhoria do processo produtivo da empresa. Busca-se alcançar uma produtividade melhor com qualidade superior, reduzindo os desperdícios, para que então possa obter um lucro maior, com um menor custo, proporcionando satisfação aos clientes e a continuidade da empresa. Oliveira e Polli (2011), realizaram um estudo de casos em uma empresa do ramo alimentício com o objetivo de desenvolver o trabalho de auditoria interna, visando analisar o controle interno e o processo de contabilização de estoques. Ressaltaram a contribuição da auditoria interna na melhoria dos procedimentos operacionais e sua aplicabilidade na organização, abordando a verificação de procedimentos internos, as possibilidades de ajustar, identificar e controlar as inconsistências existentes, através da análise de auditoria. Segundo os autores, pôde-se concluir que a auditoria interna é uma ferramenta organizacional de grande importância para as organizações, tendo que o seu adequado desempenho auxilia na amortização de desperdícios, simplificação de cumprimento de tarefas, apoio à gestão, e consequentemente, a transmissão de informações aos administradores sobre o desempenho das atividades executadas, proporcionando maior segurança na execução e demonstrando eficiência dos controles internos atribuídos pela organização. Gavioli, Siqueira e Silva (2009), apresentaram uma revisão de fundamentos conceituais e posteriormente, a descrição de um estudo de casos de uma grande fábrica de eletrodomésticos que objetivava a preparação da empresa para implantação das normas ISO por meio da aplicação do Programa 5S. Como ressaltado no artigo, o programa 5S é um sistema de organização do ambiente de trabalho, buscando envolver todas as pessoas da organização e visando uma nova maneira de conduzir a empresa com ganhos efetivos de produtividade. Pôde-se observar na empresa, que a adoção do programa 5S proporcionou a racionalização dos recursos, reorganização do ambiente de trabalho e estimulou a participação dos funcionários além de possibilitar na

19 18 preparação adequada da empresa para implantação do Sistema da Qualidade baseado nas normas ISO 9000 e

20 19 3. METODOLOGIA 3.1. Natureza da pesquisa Gil (2010) define a pesquisa aplicada como abrangedora de estudos elaborados com a finalidade de solucionar problemas identificados no âmbito das sociedades em que os pesquisadores vivem. Para Gil (2010), um estudo científico classifica-se, segundo seus objetivos mais gerais em: exploratórios, descritivos e explicativos. De acordo com o autor, a pesquisa descritiva tem por objetivo a descrição das características de uma determinada população, auxiliando na identificação de possíveis relações entre variáveis. Já a pesquisa explicativa tem como finalidade identificar fatores que contribuem ou determinam as ocorrências de fenômenos. Deste modo, nesta trabalho aplicou-se a pesquisa descritiva. Martins e Theóphilo (2009), para apresentar e explicar as estratégias de pesquisa, ou seja, apresentar um esboço para conduzir a pesquisa científica onde os objetivos e propósitos de estudo a eles se ajustam, utilizam alguns métodos dos quais será feito uso nesta pesquisa científica, são eles: pesquisa bibliográfica e pesquisa documental. Segundo os autores, a pesquisa bibliográfica objetiva proporcionar conhecimento do tema para então poder explicar e discutir determinado assunto ou problema, embasando-se em materiais publicados em livros, revistas, sites, teses e anuais de eventos científicos. Severino (2007), ressalta que a pesquisa bibliográfica faz uso de dados ou de categorias teóricas que tenha sido realizada por outros pesquisadores e devidamente registrados. Desta forma, os pesquisadores buscam trabalhar em cima das contribuições desses autores. A pesquisa documental se caracteriza pelos estudos que fazem uso de documentos como fonte de dados, informações e evidências. Para Gil (2010), há fontes que ora são consideradas bibliográfica, ora documental, tais como jornais de empresas, relatórios e boletins entre outros. Por tal motivo o autor salienta que deve ser considerado como fonte documental materiais consultados dentro da organização, e deve ser considerado como fontes bibliográfica quando for de caráter secundário. Segundo Gil (2010), quando o objetivo de estudo envolve objetos sociais, ou seja, com pessoas, grupos ou instituições, os obstáculos são muito evidentes, podendo o ser humano influenciar os fatores sociais na produtividade.

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