Controlo de Execução. K&R: Capitulo 3

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1 Controlo de Execução K&R: Capitulo 3 IAED, 2009/2010

2 Controlo de Execução Instruções e Blocos if else-if switch Ciclos: Instruçõeswhile e for Instruçãodo-while break e continue goto e labels 2 IAED, 2009/2010

3 Instruções e Blocos Instrução Expressão terminada por ; Caracter ; denota o fim de uma instrução Exemplo: x = 0; i++; Bloco Chavetas, { }, permitem agrupar declarações e instruções instruções de uma função conjuntos de instruções emif, for, while, etc. Exemplo: { int x, i = 1; x = 0; i++; printf( %d %d\n ); } 3 IAED, 2009/2010

4 Instrução if Permite exprimir decisões: if (<expressao>) <instrucao1> else <instrucao2> Se <expressao> tem valor diferente de 0, então <instrucao1> é executada Se <expressao> tem valor igual a 0, então <instrucao2> é executada 4 IAED, 2009/2010

5 Instrução switch Decisão com opções múltiplas; testa se uma expressão assume um de um conjunto de valores inteiros constantes switch ( <expressao> ) { } case <const-expr>: <instrucoes> case <const-expr>: <instrucoes> default: <instrucoes> default é opcional e é executado se a expressão é diferente de qualquer dos outros casos 5 IAED, 2009/2010

6 Instrução while while ( <expressao> ) <instrucoes> Enquanto<expressao> fôr diferente de zero, a <instrucao> é executada Ciclo termina quando valor de <expressao> fôr zero 6 IAED, 2009/2010

7 Instrução for for ( <expr1> ; <expr2> ; <expr3> ) <instrucoes> <expr1>; while ( <expr2> ) <instrucoes>; <expr3>; } Expressão de inicialização: <expr1> Condição de ciclo: <expr2> Expressão de incremento: <expr3> Ciclos com inicialização e incremento simples 7 IAED, 2009/2010

8 Instrução do-while do { <instrucoes> } while ( <expressao> ); Enquanto<expressao> fôr diferente de zero, as <instrucoes> são executadas Ciclo termina quando valor de <expressao> fôr zero /* O valor de n tem que ser superior ou igual a 2 */ int n; do { scanf( %d, &n); } while (n < 2); 8 IAED, 2009/2010

9 Instruções break e continue A instruçãobreak permite terminar a execução de uma instruçãofor, while, do ouswitch A instruçãocontinue desencadeia a execução da próxima iteração de uma instruçãofor, while oudo Para a instruçãofor, a execução continua com a expressão de incremento O que acontece aqui? E se fosse break em vez de continue? for(i=0; i < n; i++) { } if (a[i] < 0) continue; printf( %d, a[i]); 9 IAED, 2009/2010

10 Funções e Estrutura de Programas K&R: Capitulo 4 IAED, 2009/2010

11 Funções e Estrutura de Programas Funções Variáveis Externas Regras de Scope Ficheiros de Cabeçalho Variáveis Estáticas Variáveis de Registo Estrutura de Blocos Inicialização Recursão O Preprocessador do C 11 IAED, 2009/2010

12 Funções Programa C composto por uma função main() obrigatória e por um conjunto de funções Funções permitem a realização de funcionalidades bem definidas factorial, combinações, lerlinha, ordenação, etc. Funções organizadas por ficheiros, normalmente com o propósito de realizar um conjunto de funcionalidades relacionado bibliotecas de I/O estruturas de dados dedicadas etc. 12 IAED, 2009/2010

13 Funções Definição <tipo retorno> <nome> ( <declaracao argumentos> ) { <declaracoes> <instrucoes> } Protótipo <tipo retorno> <nome> ( <declaracao argumentos> ); Nos protótipos podemos indicar apenas os tipos de dados nos argumentos 13 IAED, 2009/2010

14 Funções - Instrução return Permite retornar um valor da função para uma outra função onde foi invocada return <expressao>; Valor de <expressao> convertido para o valor de retorno da função Ao executar a instrução return, a função termina de imediato 14 IAED, 2009/2010

15 Variáveis Externas Um programa C é composto por conjunto de objectos externos, que podem ser variáveis ou funções Podem ser utilizadas por qualquer função, ao contrário de variáveis internas, que apenas podem ser utilizadas dentro da uma função int acumulador; void soma(int valor) { acumulador += valor; } 15 IAED, 2009/2010

16 Organização de Programas Programas normalmente dividos em vários ficheiros Cada ficheiro permite implementar conjunto de funcionalidades relacionadas calculadora.c estatistica.c trigonom.c aritmetica.c 16 IAED, 2009/2010

17 Regras de Scope Scope (âmbito) de um nome: parte do programa onde nome pode ser utilizado Variáveis automáticas/parâmetros de funções: scope é a função onde são declarados Variáveis são conhecidas desde o ponto em que são definidas até ao fim do ficheiro em causa Variáveis externas: utilizadas antes de serem definidas, ou definidas noutro ficheiro, deverão declaradas com a palavra-chaveextern 17 IAED, 2009/2010

18 Regras de Scope Uma variável externa é definida quando são indicadas as propriedades da variável, e quando são especificados os seus requisitos em termos de memória int a; Uma variável externa é declarada quando apenas são indicadas as suas propriedades extern int a; extern int b; Uma variável apenas pode ter uma definição, embora possa ser declarada várias vezes Dimensão de um array obrigatória na definição do array, mas opcional na declaração Inicialização de uma variável externa apenas pode ter lugar na definição da variável 18 IAED, 2009/2010

19 Header Files (Ficheiros de Cabeçalho) São utilizados para incluirem todas as declarações partilhadas por mais de um ficheiro calculadora.c estatistica.c trigonom.c aritmetica.c calculadora.h 19 IAED, 2009/2010

20 Variáveis Estáticas Limita scope de uma variável entre ponto da definição e fim do ficheiro onde definição ocorre Para variáveis automáticas utilização do qualificador static permite manter o valor da variável entre chamadas à função Variáveis externas definidas como estáticas permitem limitar o seu scope ao ficheiro em que são definidas Funções também podem ser definidas como estáticas: Limita scope da função entre ponto da definição e fim do ficheiro onde definição ocorre 20 IAED, 2009/2010

21 Variáveis Estáticas Exemplo int conta() { static int contador = 1; return ++contador; } main() { printf( %d\n, conta()); printf( %d\n, conta()); printf( %d\n, conta()); } 21 IAED, 2009/2010

22 Variáveis de Registo Indicação de que a variável deverá, se possível, ser alocada a um registo; compete ao compilador respeitar ou não esta indicação Utiliza-se quando se prevê que uma variável será utilizada de forma intensiva Declaração apenas pode ser utilizada em variáveis automáticas ou nos parâmetros formais de funções register int i; for (i = 0; i < MAXITER; i++) { } IAED, 2009/2010

23 Estrutura de Blocos Declarações de variáveis podem estar localizadas após início de uma instrução composta Variáveis automáticas de um bloco são inicializadas sempre que bloco é executado Variáveis estáticas são inicializadas da primeira vez que o bloco da instrução é executado for (i = 0; i < 10; i++) { } int j = 2*i; static int acumulador = 0; acumulador += j; printf( %d\n, acumulador); 23 IAED, 2009/2010

24 Inicialização de Vectores Vectores podem ser inicializados especificando lista de valores de inicialização, entre chavetas e separados por vírgulas int primos[5] = { 1, 3, 5, 7, 11 }; Se dimensão do vector não especificada, então utiliza valores de inicialização para definir o tamanho do vector int primos[] = { 1, 3, 5, 7, 11 }; Strings podem ser inicializadas como strings ou como conjuntos de caracteres char string1[] = xpto ; char string2[] = { x, p, t, o, \0 }; 24 IAED, 2009/2010

25 Recursão Função recursiva pode ser chamada a partir dela própria Recursão pode ser substituída por iteração Iteração normalmente mais eficiente Recursão é por vezes mais intuitiva int factorial (int n) { int fact; if(n == 0) fact = 1; else fact = n * factorial(n - 1); return fact; } 25 IAED, 2009/2010

26 Pré-processador de C Inclusão de ficheiros #include <stdio.h> Substituição de macros #define max(x,y) ((x) >= (y)? (x) : (y)) Inclusão condicional #if!defined PI #define PI #endif 26 IAED, 2009/2010

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