PERDAS NO VAREJO: UM ESTUDO SOBRE AS SUAS CAUSAS EM BUSCA DE SOLUÇÕES

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PERDAS NO VAREJO: UM ESTUDO SOBRE AS SUAS CAUSAS EM BUSCA DE SOLUÇÕES"

Transcrição

1 XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Maturidade e desafios da Engenharia de Produção: competitividade das empresas, condições de trabalho, meio ambiente. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de outubro de PERDAS NO VAREJO: UM ESTUDO SOBRE AS SUAS CAUSAS EM BUSCA DE SOLUÇÕES Rodrigo de Almeida Luz (USP) Lucas Sciencia do Prado (USP) Edgard Monforte Merlo (USP) O objetivo desse trabalho foi realizar um estudo sobre as perdas no varejo supermercadista de pequeno porte, buscando identificar suas principais causas e impactos na gestão dos varejistas. Adotou-se como referencial teórico o estudo sobre as perdas nos varejistas, destacando-se aqui a baixa quantidade de obras e artigos publicadas sobre o assunto, sendo essa uma das justificativas desse estudo. A pesquisa realizada pode ser classificada como qualitativa exploratória. O método de coleta dos dados foi por meio da técnica de estudo de caso. A rede escolhida para a realização do trabalho está localizada na cidade de Arceburgo, Minas Gerais, sendo essa composta por três lojas. A coleta de dados se deu por meio de entrevistas semiestruturadas com os gestores da empresa e os responsáveis pelas áreas envolvidas em perdas. Além das entrevistas realizou-se a mensuração das perdas em quatro classes principais: Interior da Loja (onde há maior circulação dos clientes), FLV (Frutas legumes e verduras), Açougue e Frios, Estoque. Os resultados encontrados permitiram a identificação de como as perdas ocorrem e quais são suas principais causas. Além disso, ao final do estudo foi possível a realização de uma agenda de possíveis ações para os varejistas encararem as perdas de maneira mais eficaz, entre elas: o aumento da fiscalização/ segurança das lojas, a implantação de programas de prevenção de perdas, a capacitação e treinamento dos colaboradores, a utilização de sistemas de refrigeração e climatização da loja adequados. Palavras-chaves: Perdas, Varejo, Supermercados

2 1. Introdução O objetivo principal desse trabalho foi realizar um estudo sobre as perdas no varejo supermercadista de pequeno porte, buscando identificar suas principais causas e impactos na gestão dos varejistas. Nos últimos anos o varejo brasileiro passou por profundas alterações em sua estrutura. A abertura econômica do país nos anos 90 propiciou a entrada de grandes empresas globais como Wal-Mart, Carrefour e Casino. Essas empresas vêm ampliando sua participação no mercado, introduziram novas técnicas gerenciais e administrativas, reformulando muitos conceitos que estavam intrínsecos no setor (PINTO, 2004). Grandes empresas varejistas foram fechadas outras foram incorporadas, a maioria das quais não estava preparada para tantas mudanças, não dispondo do conhecimento e técnicas necessárias para sobreviver num mercado competitivo (CAMPOS, 2000). Nesse mercado de concorrência acirrada, geralmente os ganhos são fracionados devido à baixa margem do setor (entre 1% e 1,7% segundo a ABRAS, 2009). Dessa forma, muitas vezes o resultado de uma empresa pode estar muito ligado ao controle de seus custos. Bernardi (2004) denota que os custos do varejo, em sua maioria não ocorrem durante o processo de transformação da matéria prima, mas sim no processo de prestação de serviço ao cliente. Um custo operacional bastante representativo são as perdas. Durante este estudo percebemos que há muitas definições. Isso ocorre porque as perdas podem ocorrer de maneiras diferentes e por razões diferentes, o que faz com que cada loja tenha sua peculiaridade e razões diferentes para que elas ocorram. Sumita et al (2003, p.08) traz esta definição: Perdas e quebras, portanto, são aquelas resultantes do mau gerenciamento dos ativos da empresa, especialmente os estoques, quer na área de vendas, quer na área de estocagem. Atualmente admiti-se uma perda na ordem de 2% do faturamento para o setor varejista em geral, o que representa em valores monetários aproximadamente 4,5 bilhões de reais, segundo o PROVAR - Programa de Administração de Varejo da Fundação Instituto de Administração (2009), da Universidade de São Paulo. Destes, três bilhões foram registrados nos supermercados, ou seja, mais de 65% das perdas ocorrem em um único setor. Contudo este número pode ser ainda maior, pois, no Brasil não há cultura de controlar este tipo de despesas, e a maioria dos estabelecimentos não tem se quer programas de prevenção. Ainda segundo o PROVAR (2004) somente 37% das perdas são efetivamente registradas. O que traz ainda mais incertezas para o setor é o fato de que o índice de perdas não tem regredido, mesmo com os esforços para sua redução. Pesquisas do PROVAR (2009) apuraram em 2004 o índice médio de perdas de 1,78%, em 2005 houve elevação para 2,05%, seguido de pequena redução em 2006 para 1,97%, com nova elevação em 2007 atingindo a marca de 2,15%. Portanto, mesmo com os esforços do setor o índice tem evoluído. Os esforços para combater essas perdas estão cada vez mais intensos. Segundo a ABRAS (2009), os supermercados têm aumentado muito seus investimentos no combate às perdas, somente nos últimos dois anos 75% dos supermercados aumentaram os recursos destinados à prevenção, para 21,4% das empresas os investimentos mantiveram-se estáveis. Ainda segundo a ABRAS (2009) 82,1% dos supermercados possuem áreas de prevenção de perdas. De acordo com o PROVAR (2002), o item Quebra Operacional foi o mais representativo entre as causas de perdas no varejo com aproximadamente 26% do total, seguido de furtos internos e externos que juntos representam aproximadamente 47% do total. 2

3 Considerando o contexto apresentado o problema a ser investigado nesta pesquisa é: quais são as principais causas de perdas para os supermercados de pequeno porte, além disso, como são identificadas e mensuradas, e quais as estratégias de prevenção? Destaca-se alguns pontos que justificam esse trabalho, tais como: as empresas de pequena dimensão são as maiores fontes de emprego. SEBRAE (2009); as grandes redes varejistas têm reduzido muito sua margem, portanto faz-se necessário que os pequenos reduzam seus custos para poder acompanhar os preços dos grandes supermercados; a existência dessas empresas estimula a concorrência no setor e assim, aumentam os ganhos para os clientes; a preocupação ambiental está cada vez mais presente, também no varejo. Dessa forma, qualquer meio que aumente a vida útil dos produtos é uma boa alternativa. 2. Referencia teórico 2.1. Perdas e prevenção no varejo Slack (2002) ressalta que quantos menos erros em cada microoperação ou unidade de produção, menos tempo será necessário para a correção e, consequentemente, menos confusão e irritação. Os erros apresentam custos, além disso, um erro em qualquer etapa da cadeia produtiva significará desperdício de tempo dos funcionários. Portanto mais que o custo financeiro, as perdas representam um custo de qualidade e consequentemente um custo de imagem. Slack (2002) elabora um roteiro de três etapas para a recuperação e prevenção de falhas. A primeira etapa é entender e identificar todas as falhas e suas razões, segundo é analisar e reduzir a probabilidade de falhas ou minimizar as conseqüências, por fim, devem-se elaborar políticas e procedimentos que a ajude a operação a se recuperar das falhas quando estas ocorrem. A prevenção de perdas no varejo não é um assunto incomum para muitos varejistas, uma vez que o bom controle das perdas pode gerar ganhos significativos para as empresas se tornando assim uma decisão estratégica (PIOTTO; FÁVERO; ANGELO, 2004; JARNYK, 2008). Esses ganhos estão relacionados ao lucro líquido dos supermercados. De acordo com Hilário (2009), o lucro líquido médio do varejo em 2008 foi de 2,1%, sendo que o último valor que alcançou a casa dos 2% aconteceu em Os dados divulgados em pesquisa do Panorama 2009 mostram que as perdas representaram 2,15% do faturamento dos supermercados brasileiros em Considerando que em 2007 o autosserviço faturou R$ 136,3 bilhões (HILÁRIO, 2009), o valor das perdas superou os R$ 2,9 bilhões. Piotto, Fávero e Angelo, (2004) ainda destacam que os fatores que justificam a preocupação dos varejistas com a Gestão de Perdas são: (1) as margens de lucro menores e o aumento da concorrência; (2) a instabilidade da economia e (3) o caráter preventivo e não reativo que a Prevenção de Perdas adquiriu nas empresas para garantir sua vantagem competitiva. Pode-se destacar cinco categorias de perdas no varejo (ECR, 2002; PIOTTO; FÁVERO; ANGELO, 2004), e segundo Jarnik (2008) podem ser explicados como: - Furto Interno: ações praticadas dentro da loja por fornecedores ou funcionários, que omitem o registro da mercadoria; - Furto Externo: ações praticadas dentro da loja por clientes, que omitem o registro da mercadoria; - Quebra Operacional: divergência geradas por meio operações não registradas; - Erro Administrativo: divergências geradas nos controles e estoques por meio da ação de colaboradores; - Fornecedor: erro cometido pelo varejista por meio da influência de ações dos fornecedores. 3

4 No ano de 2007, as quebras operacionais, foram as mais representativas, chegando a 43,2% das causas das perdas. Em seguida foram os furtos internos (21,4%), furtos externos (15,9%), erros administrativos (12%), fornecedores (6%) e 1% de outros ajustes não especificados (PANORAMA, 2009) Sumita et al. (2003, p.8) definem perdas e quebras como àquelas resultantes do mau gerenciamento dos ativos da empresa, especialmente os estoques, quer na área de vendas, quer na área de estocagem, sendo que existe uma diferença entre as perdas e quebras. Segundo O conceito de perdas e quebras já foi destacado na introdução, porém vale ressaltar algumas diferenças entre o conceito. As perdas ocorrem por uma diferença entre o estoque físico e contábil, resultante de fraudes e furtos. Já as quebras ocorrem pelo dano aparente ou má gestão dos produtos na empresa (SUMITA et al., 2003). Jarnyk (2008) destaca o resultado apresentado pela 8ª Avaliação Provar/Abras/Nilsen Perdas no Varejo Brasileiro em 2008, mostrando que 43,30% das quebras que ocorrem no varejo são quebras e metade desse número acontece com os perecíveis. Silva et al (2003) ressalta que as perdas que ocorrem durante a Cadeia Produtiva, nos supermercados, são repassadas ao consumidor. O que pode comprometer o consumo, além disso, pode rebaixar o valor percebido pelos clientes bem como a percepção de qualidade. Comprometendo os investimentos no setor e também afetando os retornos aferidos. Nesse momento, é necessário destacar que existe uma diferença entre os conceitos das quebras que vão para o lixo e do excedente que ocorre nos varejistas. Os primeiros são alimentos que não estão próprios para o consumo humano. Já o segundo são os alimentos que não estão bons para serem vendidos, porém são classificados como itens que ainda estão bons para o consumo humano (BETTS; BURNETT, 2007; ALEXANDER; SMAJE, 2008). Existe certa confusão na diferenciação desses termos, porém as quebras estão mais relacionadas à falta da condição de uso, e podem incluir alimentos vencidos, danificados ou deteriorados. (ALEXANDER; SMAJE, 2008; FARESHARE S INTERNAL REPORT, 2005; AUBREY, 2004). Entre as principais causas de perdas de alimentos e produtos pode-se destacar: pedidos sazonais, compras em excesso, teste de novos produtos, erros de fabricação, mudanças climáticas repentinas, falta de controle e padrões de qualidade, a volatilidade do mercado, danos no transporte, manuseio impróprio dos alimentos, má qualidade da embalagem dos produtos e tempo prolongado de exposição no varejo (ALEXANDER; SMAJE, 2008; CAIXETA FILHO, 1999; VILELA et al., 2003; LADANIYA, 2008; LANA et al., 2002). O combate as perdas depende de uma mensuração correta, e esta está condicionada aos dados fornecidos. Portanto o combate e a prevenção de perdas somente é possível com integração de toda a cadeia, com a finalidade de fornecer informações que auxiliem no processo de combate as perdas (BAMFIELD, 2004). 3. Metodologia A pesquisa realizada teve caráter exploratório qualitativo. Essa escolha está no fato de que essa pode proporcionar uma visão mais ampla do problema a ser analisado, sendo mais adequada para estudos em que não se busca medir os eventos e utilizar técnicas estatísticas (GODOY, 1995; NEVES, 1996) Após definir o tipo de pesquisa a ser utilizado e dada a natureza qualitativa da pesquisa, foi adotado um modelo de estudo de caso para melhor coletar e expor os resultados pretendidos. 4

5 Justifica-se a escolha do modelo de estudos de caso devido ao fato de este tema ser um fenômeno recente e pouco estudado, buscando assim conclusões que possam contribuir para o avanço na teoria existente. (EISENHARDT 1989; YIN, 2005) Procurou-se nesse estudo de caso seguir os passos por Yin (2005), também destacados por Gil (2006), passando por formulação do problema; determinação do número de casos, elaboração do protocolo de estudo de caso, coleta de dados, avaliação e análise dos dados e preparação do relatório Definição da amostra e local de estudo. A análise do trabalho de pesquisa proposto foi realizada em empresas de porte pequeno ou médio do setor de supermercados, segundo a classificação de Parente (2000). Este segmento é bastante representativo no território nacional, e muito importante para a família brasileira. Apresentando uma margem muito pequena, o problema das perdas assume características importantes neste setor. As empresas pesquisadas foram da rede de supermercados Santa Edwiges, localizada em Arceburgo, Minas Gerais, Brasil. A rede é composta por três lojas, sendo, segundo a definição de Parente (2000), dois Supermercados Compactos e um Minimercado. A escolha dessa rede se deu principalmente a facilidade de acesso as informações e portanto, maior profundidade da pesquisa Coleta de dados O levantamento dos dados foi realizado mediante aplicação de um roteiro de pesquisa. Foram entrevistados os proprietários ou os encarregados diretamente pela aplicação de práticas "antiperdas". Foram entrevistados cinco pessoas, enquanto que foram abordados também alguns funcionários e clientes, contudo estes não foram submetidos ao questionário da pesquisa, apenas aspectos pontuais foram abordados buscando o enriquecimento dos resultados coletados nas entrevistas com os gestores. A pesquisa foi realizada com um roteiro semi-estruturado elaborado a partir da teoria revisada, auxiliando a condução das entrevistas. O estudo de caso foi conduzido de forma a obter dos entrevistados informações que pudessem compor um cenário propício para o estudo. Um cenário que pudesse ser aplicado a outras empresas e dessa forma, ser útil a outros administradores que enfrentem o mesmo problema. Para melhor identificar o impacto e a ocorrência das perdas, dividiu-se a pesquisa em quatro classes principais: Interior da Loja (onde há maior circulação dos clientes), FLV (Frutas legumes e verduras), Açougue e Frios, Estoque. Além da realização das entrevistas e com o intuito de entender melhor as perdas nos varejistas, realizou-se durante o período de um mês, a coleta de dados sobre as perdas em todos os setores. Os dados eram coletados ao final do expediente, e tudo era quantificado para facilitar o estudo. 4. Análise dos resultados A análise dos resultados se deu por meio da descrição dos principais resultados nas entrevistas, divididos em cada uma das classes identificadas. Além disso, foram analisados os resultados encontrados na mensuração das perdas buscando entender o comportamento dessas durante o mês. Por fim, buscou-se identificar os principais agentes envolvidos na causa das perdas comparando-os entre as áreas definidas. 5

6 4.1. Apresentação da empresa A rede de supermercados Santa Edwiges é um conjunto de empresas destinadas a atender a população arceburguense e região. Foi criada no ano de 1994, no município de Arceburgo, no estado de Minas Gerais, inicialmente como uma mercearia, porém a partir do ano 2000 a rede começou o processo de ampliação. Atualmente, são três lojas de autosserviço, e conta também como uma distribuidora de gás butano (doméstico). Atualmente a rede conta com um faturamento de aproximadamente três milhões de reias por ano. A pretensão é que este número dobre nos próximos cinco anos, com a inauguração de pelo menos mais duas lojas de autosserviço Análise das perdas Tendo em vista as grandes mudanças realizadas nas lojas e também o crescimento acelerado pelo qual passou a rede nos últimos anos, a empresa teve que se adaptar ao mercado e a aos novos meios de administração da cadeia de serviços. Neste cenário as perdas tomaram papel importante nas pautas da administração destes supermercados. Com o faturamento crescente, mas com o resultado líquido não crescendo na mesma proporção, fez com que a administração procurassem os vilões para os resultados não serem os esperados Área de Secos e Molhados (Loja) A Loja é o setor onde a empresa tem seus melhores resultados comparativamente por metro quadrado. Todas as operações e processos acontecem aqui, são uma infinidade de ações que devem ser tomadas durante todos os dias. Além disso, é acesso para os demais departamentos do Supermercado. Na rede Santa Edwiges não há períodos determinados para que se faça a reposição dos produtos nas prateleiras, também não há período determinado para o recebimento de mercadorias. Estes processos acontecem durante o período de funcionamento. A reposição de mercadorias, é realizada quando há falta de um produto na gôndola, ou quando é necessário a introdução de um novo. É realizada por todos os funcionários, cada funcionário tem seu território. Ou seja, um conjunto de gôndolas que é responsável. A responsabilidade não é somente de reposição, mas este funcionário também deve checar os níveis de estoque, e sempre acompanhar a validade dos produtos. Não há em nenhuma das lojas informatização ou algum meio de controle de estoques. Todo o processo é realizado no feeling dos administradores. Como os colaboradores estão sempre passando as informações sobre seus territórios, estas são as únicas informações que a gerência possui para realizar as compras, além de, obviamente, poder acompanhar o estoque físico diariamente.apesar de os Supermercados Santa Edwiges terem a maior fatia de mercado da cidade, ainda não possui força suficiente para fazer uma mudança drástica nos hábitos de compras de seus clientes. Outro grande representante das perdas nos Supermercados são os roubos e furtos. Nos supermercados Santa Edwiges, acredita-se que os furtos internos não são representativos. O que preocupa são os furtos realizados por clientes, estes consomem produtos no interior da loja e não pagam pelos mesmos, também há os roubos que estes praticam, escondendo produtos em suas vestimentas ou bolsas. Apesar de esse ser um problema conhecido pelo gerência, é cada vez mais difícil seu combate. Mesmo quando identificado o cliente que esta praticando este tipo de ato, é difícil abordá-lo, pois se não há comprovação do mesmo, este pode processar a empresa, causando danos ainda maiores. Como não há uma mensuração exata dos roubos e furtos, é extremamente difícil comparar com as outras razões de perdas. Mas estima-se que as quebras sejam tão representativas 6

7 quanto os roubos, quebras são quando os clientes ou mesmo os colaboradores danificam os produtos a ponto de estes não poderem ser comercializados mais. Não há na loja climatizadores, o que faz com que esta fique suscetível ao clima, principalmente ao calor. Produtos refrigerados, chocolates e bebidas em geral são muito afetados pelo calor, e estas perdas não são reembolsáveis pelos atacados. O Gráfico 1 aponta como as perdas na Loja aconteceram. Nota-se que existe uma concentração das perdas nos primeiros dias do mês e finais de semana. Isso pode ocorrer devido ao maior movimento/ fluxo de pessoas na loja nos 10 primeiros dias do mês e finais de semana. Gráfico 1: Perdas nas lojas Santa Edwiges (Loja) Fonte: Elaborado pelos autores Estoque A gestão de estoque esta cada vez mais presente no cotidiano das empresas. Estas descobriram que os estoques podem trazer grandes custos para as empresas, mesmo que sua manutenção seja necessária, é possível reduzir o impacto de seus custos com uma gestão adequada. Na rede Santa Edwiges, como mencionado anteriormente, não há sistema computacional para controle dos estoques. Isso dificulta muito o acompanhamento e controle. Todo sistema de controle é realizado pela gerência e pelos proprietários. Que colhem informações com os demais funcionários e fazem acompanhamento do estoque físico. Os administradores, afirmam que o departamento de estocagem é o que recebe menos recursos para combater as perdas, mas é o que mais preocupa neste assunto. Isso se explica pelo fato de que sem informatização, as alternativas para combater as perdas ficam restritas a mudança de processos, contudo isto leva algum tempo para a adaptação da empresa. As perdas que ocorrem nos estoques geralmente têm duas razões básicas. A primeira refere-se a obsolescência dos produtos. Os administradores das Lojas, somente consideram perdas dos estoques, quando estas ocorrem devido ao produto ter sido armazenado de forma incorreta, fazendo com que os produtos mais novos vendam primeiro. Obsolescência devido a não venda de produtos, ou compra de produtos perto da data de vencimento, são considerados erros administrativos e, portanto, são alocados nas contas destes. A segunda razão para perdas em estoques são as quebras. Estas ocorrem devido ao mal armazenamento ou imperícia dos armazenadores. O mal armazenamento ocorre quando os funcionários não leem as instruções de armazenagem ou quando armazenam os produtos de maneira irregular, fazendo com que os mesmos percam suas características principais. As perdas devido a imperícia ocorrem quando os armazenadores derrubam os produtos ou quando danificam a embalagem com os carrinhos ou empilhadeiras. Não há em nenhum treinamento específico para as funções. Como todos os colaboradores são multitarefa, o treinamento é amplo. O treinamento ocorre durante as duas primeiras semanas de trabalho, quando o colaborador é acompanhado de perto pelos gerentes. Não há nada 7

8 elaborado ou formalizado, o colaborador aprende na prática e geralmente a loja não apresenta muitos problemas. O Gráfico 2 mostra como as perdas ocorreram no estoque durante o mês estudado. Gráfico 2: Perdas nas lojas Santa Edwiges (Estoque) Fonte: Elaborado pelos autores Açougue e Frios Os proprietários estimam que entre 15% a 20% do que é comercializado nestes dois setores são perdidos devido a deficiência no processo ou a problemas internos e externos. Conferem a temperatura o principal problema destes departamentos. Como as lojas não possuem nenhum sistema para climatização, as temperaturas de armazenagem são controladas somente nas geladeiras, freezers, câmaras fria. Isso se tornou um grande problema com o passar do tempo. A variedade de alimentos congelados tem aumentado cada vez mais, e isso trouxe um dilema. Estes alimentos geralmente apresentam temperaturas diferentes de armazenagem, junte-se a isso a armazenagem de carne fresca e também de frios. Seria necessária uma gama enorme de equipamentos de armazenagem o que inviabiliza o processo. A solução encontrada foi colocar produtos similares em refrigeração semelhante. Alguns destes produtos quando não estão armazenados na temperatura correta reduzem seu prazo de validade. Mas isso se tornou inevitável em lojas onde o volume não é suficiente para a manutenção de grandes sistemas e refrigeração. Outro ponto importante de perdas neste setor é o manuseamento dos clientes. Muitos produtos deste setor hoje estão diretamente em contato com o cliente, que muitas vezes manuseia sem o cuidado necessário. E por tratar-se de produtos alimentícios, quase nunca é possível o reaproveitamento. Há ainda dois atores principais que estão relacionados as perdas neste setor. Os primeiros são os atacados, que já entregam o produto danificado ou impróprio para o consumo. Durante o processo de transporte ou mesmo da armazenagem destas empresas os produtos sofrem com a temperatura ou manuseio inadequado. Fica impossível constatar o problema no ato da entrega, pois muitas vezes os alimentos só apresentarão os problemas algum tempo depois da entrega. A qualidade dos produtos é outro fator preocupante nestes departamentos. O que ocorre é que muitas vezes as carnes são compradas com o animal vivo. Ou seja, não é possível verificar a qualidade da carne antes comprá-la. Isso ocorre tanto para bovinos quanto para os suínos (aves e peixes são comprados embalados). Dessa forma, a qualidade das carnes é muito variada, o que acarreta perdas devido a comparações realizadas pelos clientes, além disso, muitas vezes os animais apresentam doenças que somente são diagnosticadas após o abate. O Gráfico 3 representa a distribuição das perdas no setor do açougue e frios. 8

9 Gráfico 3: Perdas nas lojas Santa Edwiges (Açougue e Frios) Fonte: Elaborado pelos autores FLV O desejo de integrar as compras dos clientes em um único lugar fizeram com que os supermercados agregassem também a área de frutas, verduras e legumes. Aumentar o mix de produtos traz inúmeras vantagens para os supermercados, mas traz também inúmeras responsabilidades, e muitas vezes as lojas não estão preparadas para aumentar e melhorar suas estruturas. Isso ocorreu nas Lojas Santa Edwiges, o acréscimo do departamento de FLV trouxe além de outras preocupações, uma preocupação especial com as perdas. Estima-se que aproximadamente 40% de tudo que é exposto seja perdido, alguns dos produtos ainda estão aptos para consumo, mas não para comercialização. Então, mesmo que estes produtos sejam doados, é contabilizado sua perda. Porém, na seção FLV os produtos têm baixo valor agregado. Estimou-se que as perdas em FLV, significam aproximadamente 15% do total das perdas. A preocupação com as perdas em FLV tem tomado cada vez mais espaço na agenda das empresas, muitas das perdas são inevitáveis, mas as empresas buscam soluções e parcerias para reaproveitar estes produtos. No departamento de FLV a principal preocupação está na validade dos produtos, pois geralmente é curta e fica ainda mais prejudicada pelo clima. Para tentar reduzir estes custos as empresas buscam reduzir a cadeia produtiva, fazer parcerias com produtores e também com consumidores. Mais uma vez os consumidores são responsáveis por boa parte das perdas. É totalmente compreensivo que os clientes manuseiem os produtos. Contudo, a maioria não o faz de forma adequada, estragando ou danificando os produtos. Outros dois fatores são responsáveis pelas perdas em FLV. Tanto os funcionários dos supermercados quanto os próprios agricultores e entregadores danificam os produtos antes mesmo que estes sejam colocados no ponto de venda. Além disso, uma exposição deficiente, ou mesmo a não higienização dos expositores podem contribuir para o aumento das perdas. O Gráfico 4 aponta as perdas que ocorreram no setor de FLV durante o mês analisado. Gráfico 4: Perdas nas lojas Santa Edwiges (FLV) Fonte: Elaborado pelos autores 9

10 4.3. Estudo das Perdas Seguido a literatura estudada percebe-se que os dados obtidos estão bem próximos do que foi verificado pela ABRAS (2008), onde a ABRAS estipula uma perda em torno de 1,7%, e na empresa estuda as perdas somam um pouco mais de 1,6% do faturamento. Nota-se pelos gráficos 1, 2, 3, 4 que as perdas tem maior incidência no início do mês e aos finais de semana. Isso acontece, porque as vendas são maiores nestes períodos. Estima-se que 60% das vendas ocorram nos dez primeiros dias do mês. Em valores absolutos, o setor da loja, tem os maiores valores de perdas. Isto, explica-se pelo fato de ser a área com o maior volume de vendas e com maior valor agregado. Verificouse que as maiores perdas neste departamento ocorrem devido à quebra de produtos, furtos e consumo no interior da loja. Os estoques é o departamento em que ocorre menos perdas, tanto em volume como em valor. Percebeu-se que um dos grandes responsáveis pelas perdas no varejo foram os clientes, como este não está em contato com os estoques, esta é uma variável que fica nula. As quebras geralmente ocorreram por imperícia dos colaboradores, foram na maioria produtos danificados durante o abastecimento dos estoques. Em volume o setor de FLV é o que apresenta as maiores perdas. Nas segundas-feiras quando há reposição de todos os produtos é retirada uma grande quantidade de produtos que não serão comercializados. Durante o restante da semana há reposição de produtos específicos o que reduz um pouco o volume. Percebe-se que neste caso um dos grandes responsáveis pelas perdas são os clientes, que danificam os produtos apalpando ou mesmo derrubando-os no chão. Portanto, quanto maior o número de clientes, maiores serão as perdas, o que percebe-se no gráfico, onde as perdas são maiores no começo do mês e aos finais de semana. Na pesquisa realizada percebe-se como as perdas nos açougues e com frios é muito elevada. Em espaço é o menor setor de toda a área de vendas, em volume de perdas fica atrás somente de FLV, em valores absolutos perde somente para a o interior da loja. Conclui-se portanto que este setor é o que apresenta as maiores perdas, seja relacionado com o volume de vendas seja pelo faturamento por metro quadrado. 5. Considerações Finais Neste estudo objetivou-se entender como e onde as perdas ocorrem, focando principalmente supermercados de pequeno e médio porte. O estudo manteve-se conforme as limitações propostas, assim, foi possível encontrar algumas características que diferenciam as perdas encontradas na literatura e as perdas encontradas no estudo. Isso porque, geralmente na literatura o objeto de pesquisa foram grandes supermercados ou grandes redes, enquanto que neste estudo as lojas estudadas eram pequenas, contudo são este tipo de lojas que são mais representativas no território nacional. Os diversos estudos apresentados mostraram que as perdas acontecem em todo processo produtivo. Mas somente na pesquisa realizada foi possível entender que muitas das perdas acontecem em locais específicos como na exposição de FLV, nas prateleiras das áreas de vendas que estão localizadas mais abaixo, ou mesmo em geladeiras e freezers mal ajustados. Ainda foi possível ver que as perdas acontecem com mais frequência em certos dias do mês e da semana. Abrindo a possibilidade de que as perdas têm origens diferentes e agentes diferentes. O estudo de caso contribuiu para perceber e relacionar os fato acima citados. Notou-se, que apesar de também ser uma empresa de varejo, há entre os supermercados fatores que agravam as perdas. O primeiro dele é um amplo mix de produtos, isso dificulta a gerencia de todos os 10

11 departamentos e impede que se tenha excelência na gestão de todos, o que torna mais difícil a prevenção. Além disso, os supermercados em geral têm tamanhos consideráveis, o que torna o monitoramento muito difícil, facilitando as perdas por roubo e com produtos danificados. Também foi por meio deste estudo que foi possível identificar que apesar de as perdas serem volumosas no setor de FLV é no setor de frios e congelados que está o maior problema. Além do problema para o mercado que tem perdas financeiras, tem-se também os aspecto social. Ou seja, muitas das perdas em FLV podem ser utilizadas para outras finalidades ou doadas para outras instituições, isso não ocorre com as carnes por exemplo. Outro fato importante é que no setor de FLV o valor agregado é menor que em outros departamentos, o que faz com que as perdas financeiras neste setor sejam somente a terceira em valores absolutos, ou mesmo se for levado em conta as perdas por metro quadrado. Cabe ressaltar que durante o estudo realizado muitas foram as limitações. A primeira encontrada refere-se ao fato de haver pouca bibliografia sobre o tema proposto, tanto relacionado as perdas quanto ao varejo de pequeno porte. Outra limitação foi a falta de informações detalhadas nos estabelecimentos, ou mesmo as fornecidas pela gerência da empresa. Informações que auxiliariam a ter uma conclusão mais concreta. O aumento no número de lojas tende a reduzir os lucros, e quanto menores os lucros mais importantes torna-se o combate as perdas. E reside nesta questão o ponto para novas pesquisas e trabalhos, pois é necessário alinhar os interesses das empresas e da sociedade, criando mecanismos que reduzam as perdas e permitam uma gestão mais controlada e eficiente trazendo ganhos financeiros e sociais. A solução definitiva para o problema deve ser submetida a uma longa investigação e inúmeras pesquisas, sendo esse tema de grande importância para estudos futuros. A fim de contribuir para a evolução do conhecimento sobre perdas e quebras no varejo destaca-se um resumo (Figura 02) das principais causas e possíveis ações que podem auxiliar os varejistas a terem menores perdas e mais controle sobre essas. Setor do supermercado Loja Estoques Açougue e Frios FLV Principais Responsáveis pelas perdas Clientes Colaboradores Vendedores Atacadistas (entrega) Clima Atacadistas (entrega) Colaboradores Atacadistas (entrega) Clientes Colaboradores Qualidade dos produtos Vendedores Clima Clientes Colaboradores Ações para redução - Aumento da fiscalização/ segurança das lojas - Implantação de programas de prevenção de perdas - Capacitação e treinamento dos colaboradores - Utilização de sistemas de refrigeração e climatização da loja adequados - Realizar a manutenção preventiva dos equipamentos que conservam os congelados e resfriados - Mudança nos hábitos dos clientes - Utilização de sistema de informação para controle dos estoques - Melhor exposição dos produtos, evitando o manuseio desnecessário dos produtos - Verificar e auditar a qualidade 11

12 dos produtos comprados - Acompanhar o recebimento de mercadorias - Campanhas com os colaboradores estimulando a prevenção. Figura 2: Agenda de ações para redução das perdas no varejo Fonte: elaborada pelos autores Nota-se pela Figura 2 que são diversos os responsáveis pelas perdas no varejo. Dessa forma os varejistas devem buscar realizar algumas ações para que as perdas possam ser minimizadas. Algumas das principais ações foram destacadas na figura, porém outras podem ser desenvolvidas, notadamente focando as pessoas nas empresas, essas que são grandes geradores de perdas. Referências ABRAS, Disponível em: < Acesso em Abril de 2009 ALEXANDER, C; SMAJE, C.. Surplus retail food redistribution: an analysis of a third sector model. Resources, Conservation and Recycling. n. 52, 2008 AUBREY, R. Myth or reality: is there surplus food for redistribution? Nottingham: Nottingham TrentUniversity, Institute for Sustainable Development in Business, 2004 BAMFIELD, Joshua, Shrinkage, shoplifting and the cost or retail crime in Europe: a cross-sectional analysis of major retailers in 16 european countries, Reino Unido: International Journal of Retail & Distribution Management, v.32, n.05, 2004 BERNARDI, L. A. Manual de formação de preços: políticas, estratégias e fundamentos. 3. ed. São Paulo: Atlas, BETTS, M.; BURNETT, M. Study on the economic benefits of waste minimisation in the food sector, Final Report, Evolve EB Ltd, 2007 CAIXETA FILHO, J.V. Transporte de produtos agrícolas sobre a questão de perdas. Revista da economia e Sociologia Rural. Vol 39. N3 e 4. pg CAMPOS, Z.B. Metodologia para a implantação de logística integrada: visando a competitividade de empresas supermercadistas. Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2000 CHAPMAN, P.; TEMPLAR S. Measuring retail shrinkage: Towards a Shrinkage KPI, Reino Unido, ECR Europa, DELOITTE.Disponível em: <http://www.deloitte.org/>. Acesso em Abril de ECR BRASIL. Faturamento não depende só das vendas, São Paulo,2002 EISENHARDT, Katheen M. Building theories from case study research, EUA: Academy of Management Review, v.14, n.4, p , 1989 FARESHARE, Community Food Network. National Impact Survey Summary. Disponível em : <http://www.fareshare.org.uk/pdf/impact_survey_05.pdf; 2005>. Acessado em: 22 mar GIL, A.C., Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. 8 reimpr. São Paulo : Atlas, GODOY, Arilda S., Introdução a pesquisa qualitativa e suas possibilidades, São Paulo: Revista de Administração de Empresas, v.35, n.02, 1995 HILÁRIO, W. O melhor desempenho dos últimos 13 anos. Revista Superhiper. Ano 35, n. 396, abril de JARNYK, Ronaldo. Gestão Perdas e Quebras Operacionais. In: FCN, 4., 2008, Espaço APAS. Palestra. São Paulo, 2008 LADANIYA, M.. Citrus Fruit: Biology, Technology and Evaluation. San Diego: Elsevier, p. LANA, M.M.; MOITA, A.W.; NASCIMENTO, E.F.; SOUZA, G.S.; MELO, M.F. Identificação das causas de perdas pós-colheita de cenoura no varejo, Brasília/DF. Horticultura Brasileira, Brasília, v. 20, n. 2, p , jun 2002 NEVES, José Luis, Pesquisa Qualitativa Características, usos e possibilidades, São Paulo: Caderno de pesquisa em administração, v.01, n 03, 1996 NIELSEN. Disponível em <http://br.nielsen.com/site/index.shtml> Acesso em Abril de 2009 PANORAMA, Superhiper Ano 3, São Paulo : Abras, 2009 PARENTE, J. Varejo no Brasil: gestão e estratégia. São Paulo: Atlas,

13 PINTO, C. D. Concentração de Mercado e Barreiras à Entrada: Uma Análise do Setor de Supermercados de Salvador; Bahia: Revista Desenbahia nº 5/set PIOTTO, Rosalvo.L, FAVERO, Luis P.L., ANGELO, Claudio F., O Perfil das perdas no varejo no brasil e nos EUA: Estratégias e implicações, VII Semead, 2004 PROVAR, Programa de Administração de Varejo. PESQUISA NACIONAL DE PREVENÇÃO DE PERDAS NO VAREJO BRASILEIRO,3ª.,2002,São Paulo. São Paulo : Provar, PROVAR, Programa de Administração de Varejo. Pesquisa nacional de prevenção de perdas no varejo brasileiro, 5ª.,2003,São Paulo. São Paulo : Provar, PROVAR. Diponível em < Acesso em Abril de 2009 SEBRAE. Diponível em < Acesso em Setembro de 2009 SILVA, C. de S. et al. Avaliação econômica das perdas de banana no mercado varejista: um estudo de caso. Revista Brasileira Fruticultura, v.25, n.2, 2003 SLACK, Nigel, Administração da Produção, 2.ed.São Paulo: Atlas, 2002, 747 p. SUMITA E.T.;PAIVA M.A.S.; SILVA, M.A.; BARROS, P.S.; FERIGATO, R.M.; RUSSO, R.A. A prevenção de perdas no pequeno e médio varejo supermercadista f. Monografia (Especialização em Administração) - Curso de Mba / Varejo, Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade - Universidade de São Paulo, São Paulo, VILELA, N. J.; LANA, M. M.; NASCIMENTO, E. F.; MAKISHIMA, N.. Perdas na comercialização de hortaliças em uma rede varejista do Distrito Federal. Cadernos de Ciência & Tecnologia, Brasília, v. 20, n. 3, p , set/dez, YIN, R.K., Estudo de caso: planejamento e métodos. 3. ed. Porto Alegre : Bookman,

Gerenciamento de Riscos Operacionais na Prevenção de Perdas do Varejo

Gerenciamento de Riscos Operacionais na Prevenção de Perdas do Varejo Gerenciamento de Riscos Operacionais na Prevenção de Perdas do Varejo Daniela Mendes de Sá (EPUSP) dany_msa@ig.com.br Prof. Dr. Roberto Rotondaro (EPUSP) rotondar@cwaynet.com.br Resumo Este artigo tem

Leia mais

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS À

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS À TODOS OS DIREITOS RESERVADOS À Felisoni & Associados E AO PROVAR - Programa de Administração de Varejo da Fundação Instituto de Administração, instituição conveniada com a FEA/USP - é proibida a reprodução

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DA LOGÍSTICA INTERNA DE FRUTAS, LEGUMES E VERDURAS (FLV) EM SUPERMERCADOS DE MÉDIO PORTE DO MUNICÍPIO DE BARRA DO BUGRES MT

CARACTERIZAÇÃO DA LOGÍSTICA INTERNA DE FRUTAS, LEGUMES E VERDURAS (FLV) EM SUPERMERCADOS DE MÉDIO PORTE DO MUNICÍPIO DE BARRA DO BUGRES MT CARACTERIZAÇÃO DA LOGÍSTICA INTERNA DE FRUTAS, LEGUMES E VERDURAS (FLV) EM SUPERMERCADOS DE MÉDIO PORTE DO MUNICÍPIO DE BARRA DO BUGRES MT Camilla Rodrigues de Paula (1) ; Cinthia Serenotti Brigante (2);

Leia mais

Gestão estratégica dos custos para formação do preço de venda: Um estudo de caso em um supermercado de médio porte

Gestão estratégica dos custos para formação do preço de venda: Um estudo de caso em um supermercado de médio porte Gestão estratégica dos custos para formação do preço de venda: Um estudo de caso em um supermercado de médio porte Sergio Silva Braga Junior Edgard Monforte Merlo Silvio Mandarano Scarsiotta Samuel Stabile

Leia mais

Gestão Perdas e Quebras Operacionais FCN 2008 (APAS) Ronaldo Jarnyk

Gestão Perdas e Quebras Operacionais FCN 2008 (APAS) Ronaldo Jarnyk Gestão Perdas e Quebras Operacionais FCN 2008 (APAS) Ronaldo Jarnyk 1- Abertura 2- Cenário do Varejo Brasileiro 3- Quebra Contabil Conceitos 4- Quebra Operacional Agenda 5- Perdas, fraudes e furtos 6-

Leia mais

Revista de Administração da Unimep E-ISSN: 1679-5350 gzograzian@unimep.br Universidade Metodista de Piracicaba Brasil

Revista de Administração da Unimep E-ISSN: 1679-5350 gzograzian@unimep.br Universidade Metodista de Piracicaba Brasil Revista de Administração da Unimep E-ISSN: 1679-5350 gzograzian@unimep.br Universidade Metodista de Piracicaba Brasil Monforte Merlo, Edgard; Bachion Ceribeli, Harrison; Sciencia do Prado, Lucas GESTÃO

Leia mais

PREVENÇÃO DE PERDAS NO VAREJO

PREVENÇÃO DE PERDAS NO VAREJO PREVENÇÃO DE PERDAS NO VAREJO O que são perdas no varejo? São consideradas perdas no varejo, toda e qualquer interferência negativa no resultado da empresa, gerando como consequência final a redução do

Leia mais

PREVENÇÃO DE PERDAS NO VAREJO

PREVENÇÃO DE PERDAS NO VAREJO PREVENÇÃO DE PERDAS NO VAREJO Gustavo Carrer I. Azevedo gustavoa@sebraesp.com.br @gustavocarrer /gustavocarrer Prevenção de Perdas O que são perdas no Varejo? Toda e qualquer interferência negativa no

Leia mais

Abastecendo a inteligência do varejo

Abastecendo a inteligência do varejo setembro 2014. ano 20. n o 223. R$ 15,00. 21.500 exemplares. distribuição nacional anos Abastecendo a inteligência do varejo Açougue e peixaria Perdas minam resultados nas duas seções Laboratório Conheça

Leia mais

Processos e Melhores Práticas em FLV

Processos e Melhores Práticas em FLV Processos e Melhores Práticas em FLV Comitê ABRAS de Prevenção de Perdas André Lucena Natural da Terra Alimentos No quê consiste esta iniciativa? Orientados à Prevenção de Perdas A Abras em conjunto com

Leia mais

Análise da integração da estratégia e das práticas de responsabilidade social nos pequenos varejistas do estado de São Paulo

Análise da integração da estratégia e das práticas de responsabilidade social nos pequenos varejistas do estado de São Paulo Análise da integração da estratégia e das práticas de responsabilidade social nos pequenos varejistas do estado de São Paulo Abstract The main objective of this work was to identify if the food surplus

Leia mais

Diagnóstico da Gestão de Estoques no Mini Mercado Bombom de Piracicaba - SP

Diagnóstico da Gestão de Estoques no Mini Mercado Bombom de Piracicaba - SP Diagnóstico da Gestão de Estoques no Mini Mercado Bombom de Piracicaba - SP Autores Adriana Gimenes Patreze Jose Roberto Soares Ribeiro 1. Introdução Esta pesquisa diagnosticou a gestão de estoques no

Leia mais

PERDAS INFLUENCIADAS PELO TRANSPORTE E MANUSEIO INADEQUADO DE FRUTAS 1

PERDAS INFLUENCIADAS PELO TRANSPORTE E MANUSEIO INADEQUADO DE FRUTAS 1 PERDAS INFLUENCIADAS PELO TRANSPORTE E MANUSEIO INADEQUADO DE FRUTAS 1 MICHELIM, Valquiria de Oliveira 2 ; HARTMANN, Ivana 3 ; NÖRNBERG, Marcele Leal 4 ; ZAGO, Pâmella Cassol 5 ; BENEDETTI, Franceliane

Leia mais

ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS POR MEIO DO PROGRAMA 5 S EM UMA TRANSPORTADORA NA CIDADE DE MARINGÁ

ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS POR MEIO DO PROGRAMA 5 S EM UMA TRANSPORTADORA NA CIDADE DE MARINGÁ 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS POR MEIO DO PROGRAMA 5 S EM UMA TRANSPORTADORA NA CIDADE DE MARINGÁ Daiane Maria De Genaro Chiroli 1

Leia mais

13ª Avaliação de Perdas no Varejo Brasileiro: Supermercados

13ª Avaliação de Perdas no Varejo Brasileiro: Supermercados 13ª Avaliação de Perdas no Varejo Brasileiro: Supermercados Amostra Empresas respondentes 214 Faturamento anual bruto R$ 83.094.932.979,00 Representatividade em relação ao faturamento Brasil 34% Faturamento

Leia mais

TECNOLOGIAS PARA ESTOQUE EFICIENTE E REDUÇÃO DE RUPTURAS

TECNOLOGIAS PARA ESTOQUE EFICIENTE E REDUÇÃO DE RUPTURAS TECNOLOGIAS PARA ESTOQUE EFICIENTE E REDUÇÃO DE RUPTURAS DISPONIBILIDADE EM GÔNDOLA Claudia Fajuri 21/05/2014 QUAL É O LUCRO DO SETOR SUPERMERCADISTA? Para cada R$100,00que entram no caixa, quantos Reais

Leia mais

12ª Avaliação de perdas no varejo Brasileiro: Supermercados

12ª Avaliação de perdas no varejo Brasileiro: Supermercados 12ª Avaliação de perdas no varejo Brasileiro: Supermercados Para maiores informações, entre em contato conosco: 11 3838-4568 comitedeperdas@abras.com.br Apresentação Este relatório apresenta os resultados

Leia mais

ANÁLISE DE DESPERDÍCIO DE ALIMENTOS EM SUPERMERCADOS DO MUNICÍPIO DE GARANHUNS-PE

ANÁLISE DE DESPERDÍCIO DE ALIMENTOS EM SUPERMERCADOS DO MUNICÍPIO DE GARANHUNS-PE ANÁLISE DE DESPERDÍCIO DE ALIMENTOS EM SUPERMERCADOS DO MUNICÍPIO DE GARANHUNS-PE Jéssika da Silva RUFINO 1, Brenda Natália Vieira MARCOLINO 2, Edeneide Laura Melo SANTOS 3, Maria do Carmo de Albuquerque

Leia mais

A IMPORTANCIA DO CUSTEIO NA CADEIA DE SUPRIMENTOS COMO VANTAGEM COMPETITIVA: CASO LOGÍSTICO EM MORRINHOS/CE.

A IMPORTANCIA DO CUSTEIO NA CADEIA DE SUPRIMENTOS COMO VANTAGEM COMPETITIVA: CASO LOGÍSTICO EM MORRINHOS/CE. A IMPORTANCIA DO CUSTEIO NA CADEIA DE SUPRIMENTOS COMO VANTAGEM COMPETITIVA: CASO LOGÍSTICO EM MORRINHOS/CE. Jander Neves 1 Resumo: Este artigo foi realizado na empresa Comercial Alkinda, tendo como objetivo

Leia mais

Análise dos custos logísticos na ótica do fornecedor supermercadista.

Análise dos custos logísticos na ótica do fornecedor supermercadista. Análise dos custos logísticos na ótica do fornecedor supermercadista. Romão del Cura Lopéz (OPET) romao_dcl@ig.com.br Rodrigo Perez Guerra (OPET) rodrigoguerra@softall.com.br Mari Regina Anastácio (PUCPR)

Leia mais

O PERFIL DAS PERDAS NO VAREJO NO BRASIL E NOS EUA: ESTRATÉGIAS E IMPLICAÇÕES

O PERFIL DAS PERDAS NO VAREJO NO BRASIL E NOS EUA: ESTRATÉGIAS E IMPLICAÇÕES V I I S E M E A D G E S T Ã O D E V A R E J O O PERFIL DAS PERDAS NO VAREJO NO BRASIL E NOS EUA: ESTRATÉGIAS E IMPLICAÇÕES ROSALVO LUCAS PIOTTO Graduando em Administração pela Faculdade de Economia, Administração

Leia mais

MIX DE TREINAMENTOS A ÚNICA QUE TEM O DNA DO SUPERMERCADO

MIX DE TREINAMENTOS A ÚNICA QUE TEM O DNA DO SUPERMERCADO MIX DE TREINAMENTOS A ÚNICA QUE TEM O DNA DO SUPERMERCADO OPERAÇÃO DE LOJA Açougue Prático e Teórico Açougue Prático e Verticalizado Atendimento - amenizando filas em supermercados Cartazista Cartazista

Leia mais

GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE

GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE SUMÁRIO O que é gestão de estoque...3 Primeiros passos para uma gestão de estoque eficiente...7 Como montar um estoque...12 Otimize a gestão do seu estoque...16

Leia mais

Atendimento ao canal de Hotéis e Restaurantes

Atendimento ao canal de Hotéis e Restaurantes Atendimento ao canal de Hotéis e Restaurantes AGENDA - MERCADO DE FOOD SERVICE - MODELO ABASTECIMENTO ATUAL E ENTENDIMENTO CADEIA DE ABASTECIMENTO - MODELO PROPOSTO - PRINCIPAIS BENEFÍCIOS DO MODELO -

Leia mais

Anais do Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão. Volume 8, Número 8. Recife: Faculdade Senac PE, 2014.

Anais do Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão. Volume 8, Número 8. Recife: Faculdade Senac PE, 2014. GESTÃO E CONTROLE DE ESTOQUE NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS: ESTUDO DE CASO EM UMA PANIFICADORA Rodrigo Oliveira Coutinho rodrigo.coutinho@pe.senai.br Introdução O mercado de alimentação fora do lar no Brasil

Leia mais

Uma indústria mantém estoque de materiais; Um escritório contábil mantém estoque de informações; e

Uma indústria mantém estoque de materiais; Um escritório contábil mantém estoque de informações; e Fascículo 2 Gestão de estoques Segundo Nigel Slack, estoque é definido como a acumulação armazenada de recursos materiais em um sistema de transformação. O termo estoque também pode ser usado para descrever

Leia mais

ANDRÉ RODRIGUES CORRÊA GOMES INFLUÊNCIA DA CADEIA DO FRIO NA QUALIDADE DA MAÇÃ GALA EM UMA REDE VAREJISTA EM VIÇOSA-MG

ANDRÉ RODRIGUES CORRÊA GOMES INFLUÊNCIA DA CADEIA DO FRIO NA QUALIDADE DA MAÇÃ GALA EM UMA REDE VAREJISTA EM VIÇOSA-MG ANDRÉ RODRIGUES CORRÊA GOMES INFLUÊNCIA DA CADEIA DO FRIO NA QUALIDADE DA MAÇÃ GALA EM UMA REDE VAREJISTA EM VIÇOSA-MG Trabalho apresentado ao Departamento de Engenharia Elétrica e de Produção da Universidade

Leia mais

Logistica e Distribuição

Logistica e Distribuição Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993 Logística e Distribuição A Atividade de Gestão de Estoque Primárias Apoio 1 2 3 4 Conceitulizando Estoque ESTOQUES são grandes volumes de matérias

Leia mais

OCORRÊNCIA DE PRODUTOS FORA DA VALIDADE EM GÔNDOLAS DE HIPERMERCADOS DA GRANDE SÃO PAULO - SP

OCORRÊNCIA DE PRODUTOS FORA DA VALIDADE EM GÔNDOLAS DE HIPERMERCADOS DA GRANDE SÃO PAULO - SP OCORRÊNCIA DE PRODUTOS FORA DA VALIDADE EM GÔNDOLAS DE HIPERMERCADOS DA GRANDE SÃO PAULO - SP Lina Arndt Dogo¹, João Vitor Fornari 2, Anderson Senna Bernabe 2, Demetrius Paiva Arçari 2,3, Renato Ribeiro

Leia mais

MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM DE MATERIAIS

MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM DE MATERIAIS 98 MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM DE MATERIAIS Roberta Ferreira dos Santos Graduando em Logística do Centro Universitário Augusto Motta (UNISUAM), Rio de Janeiro, RJ, Brasil roberta.santos94@yahoo.com.br Leandro

Leia mais

Administração dos estoques no setor hortifrutigranjeiro de supermercados: estudo multicasos

Administração dos estoques no setor hortifrutigranjeiro de supermercados: estudo multicasos Administração dos estoques no setor hortifrutigranjeiro de supermercados: estudo multicasos Resumo A globalização da economia gerou o aumento da competitividade o que resultou na necessidade de um diferencial

Leia mais

Logística Integrada. Prof. Fernando Augusto Silva Marins. fmarins@feg.unesp.br. www.feg.unesp.br/~fmarins

Logística Integrada. Prof. Fernando Augusto Silva Marins. fmarins@feg.unesp.br. www.feg.unesp.br/~fmarins Logística Integrada Prof. Fernando Augusto Silva Marins fmarins@feg.unesp.br www.feg.unesp.br/~fmarins 1 Sumário Cenário Fatores para o Desenvolvimento da Logística Bases da Logística Integrada Conceitos

Leia mais

ANAIS PERDA DE PRODUTOS SEM VALOR COMERCIAL: ANÁLISE DOS FATORES DETERMINANTES EM SUPERMERCADOS DE RIBEIRÃO PRETO/SP

ANAIS PERDA DE PRODUTOS SEM VALOR COMERCIAL: ANÁLISE DOS FATORES DETERMINANTES EM SUPERMERCADOS DE RIBEIRÃO PRETO/SP PERDA DE PRODUTOS SEM VALOR COMERCIAL: ANÁLISE DOS FATORES DETERMINANTES EM SUPERMERCADOS DE RIBEIRÃO PRETO/SP LUISA DE CARVALHO RIGITANO ( lurigitano@gmail.com, lcrigitano@fearp.usp.br ) USP - FEARP -

Leia mais

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica e inovadora à vencer as barreiras internacionais.

Leia mais

PAINEL CONFIANÇA Propósito elevado Cultura consciente Liderança consciente Orientação para todos os envolvidos no negócio

PAINEL CONFIANÇA Propósito elevado Cultura consciente Liderança consciente Orientação para todos os envolvidos no negócio PAINEL CONFIANÇA 2 PAINEL CONFIANÇA O Capitalismo Consciente é uma nova abordagem para condução dos negócios que as melhores empresas do mundo estão adotando. Essas empresas são guiadas por um conjunto

Leia mais

17 Anos Gerando Soluções que Trazem Resultados para o Varejo. 2005 R-Dias. Todos direitos reservados.

17 Anos Gerando Soluções que Trazem Resultados para o Varejo. 2005 R-Dias. Todos direitos reservados. 17 Anos Gerando Soluções que Trazem Resultados para o Varejo 1 A Missão da R-Dias Colaborar para que o varejo obtenha melhores resultados. 2 Conheça nossas Unidades de Negócios 3 17 Anos Gerando Soluções

Leia mais

TÍTULO: JUST IN TIME OS BENEFÍCIOS DA IMPLANTAÇÃO DO MÉTODO EM RESTAURANTE PARA REDUÇÃO DO DESPERDÍCIO

TÍTULO: JUST IN TIME OS BENEFÍCIOS DA IMPLANTAÇÃO DO MÉTODO EM RESTAURANTE PARA REDUÇÃO DO DESPERDÍCIO TÍTULO: JUST IN TIME OS BENEFÍCIOS DA IMPLANTAÇÃO DO MÉTODO EM RESTAURANTE PARA REDUÇÃO DO DESPERDÍCIO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE

Leia mais

ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS

ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS Data: 10/03/2001 Peter Wanke INTRODUÇÃO Localizar instalações ao longo de uma cadeia de suprimentos consiste numa importante

Leia mais

16 Anos Gerando Soluções que Trazem Resultados para o Varejo. 2005 R-Dias. Todos direitos reservados.

16 Anos Gerando Soluções que Trazem Resultados para o Varejo. 2005 R-Dias. Todos direitos reservados. 1 16 Anos Gerando Soluções que Trazem Resultados para o Varejo 2 A Missão da R-Dias Colaborar para que o varejo obtenha melhores resultados. 3 Conheça nossas Unidades de Negócios 4 Prevenção de Perdas

Leia mais

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE AURIFLAMA AUTOR(ES):

Leia mais

RESULTADOS 3T11. Grupo Pão de Açúcar e Globex Utilidades. 4 de novembro de 2011

RESULTADOS 3T11. Grupo Pão de Açúcar e Globex Utilidades. 4 de novembro de 2011 RESULTADOS 3T11 Grupo Pão de Açúcar e Globex Utilidades 4 de novembro de 2011 ELETRO GPA ALIMENTAR AGENDA RESULTADOS Supermercados Proximidade Atacarejo Postos e Drogarias Hipermercado Lojas Especializadas

Leia mais

GfK. Crescimento a partir do conhecimento Transformamos informações em decisões de negócios inteligentes

GfK. Crescimento a partir do conhecimento Transformamos informações em decisões de negócios inteligentes GfK. Crescimento a partir do conhecimento Transformamos informações em decisões de negócios inteligentes 4 ª maior empresa de pesquisa de mercado. Vendas em 2014: 1,5 bi 13.000 especialistas em 100 países

Leia mais

Evolução da armazenagem de sobressalentes em uma usina siderúrgica

Evolução da armazenagem de sobressalentes em uma usina siderúrgica 1 Evolução da armazenagem de sobressalentes em uma usina siderúrgica Alexandre Valentim 1 Dário Pinto Júnior 2 Fausto Kunioshi 2 Heloisa Nogueira 1 alexandrevalentim@uol.com.br dariompj@yahoo.com.br fausto.kunioshi@csn.com.br

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUE: OS DESAFIOS DOS ITENS DE MRO E A IMPORTÂNCIA DOS INDICADORES DE PERFORMANCE

GESTÃO DE ESTOQUE: OS DESAFIOS DOS ITENS DE MRO E A IMPORTÂNCIA DOS INDICADORES DE PERFORMANCE GESTÃO DE ESTOQUE: OS DESAFIOS DOS ITENS DE MRO E A IMPORTÂNCIA DOS INDICADORES DE PERFORMANCE Barbara Batista Povoa (UFES ) barbara_povoa@hotmail.com A gestão de estoques vem ganhando cada vez mais espaço

Leia mais

14ª Avaliação de Perdas no Varejo Brasileiro Supermercados

14ª Avaliação de Perdas no Varejo Brasileiro Supermercados 14ª Avaliação de Perdas no Varejo Brasileiro Supermercados Apresentação Este relatório apresenta os resultados da 14ª Avaliação de Perdas realizada com os principais supermercados do Brasil. As edições

Leia mais

MINIMERCADOS COMPETITIVIDADE EM MINIMERCADOS. Localização; Atendimento; Marketing de relacionamento; Comunicação visual; Limpeza e conservação;

MINIMERCADOS COMPETITIVIDADE EM MINIMERCADOS. Localização; Atendimento; Marketing de relacionamento; Comunicação visual; Limpeza e conservação; MINIMERCADOS Boletim Fatores-Chave de Sucesso COMPETITIVIDADE EM MINIMERCADOS O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) fez um estudo que identificou os dez fatores-chave de sucesso

Leia mais

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro Matheus de Aguiar Sillos matheus.sillos@pmlog.com.br AGV Logística Rua Edgar Marchiori, 255, Distrito

Leia mais

ESTUDO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO UTILIZADO PELA ÁREA INDUSTRIAL METALÚRGICA DE BENTO GONÇALVES EM SEU PROCESSO, GERENCIAMENTO E LOGÍSTICA

ESTUDO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO UTILIZADO PELA ÁREA INDUSTRIAL METALÚRGICA DE BENTO GONÇALVES EM SEU PROCESSO, GERENCIAMENTO E LOGÍSTICA ESTUDO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO UTILIZADO PELA ÁREA INDUSTRIAL METALÚRGICA DE BENTO GONÇALVES EM SEU PROCESSO, GERENCIAMENTO E LOGÍSTICA W.L.MOURA 1 ; L.FILIPETTO 2 ; C.SOAVE 3 RESUMO O assunto sobre inovação

Leia mais

Visão das Oportunidades na Agricultura e sua Logística

Visão das Oportunidades na Agricultura e sua Logística Visão das Oportunidades na Agricultura e sua Logística diante dos sistemas de comercialização e distribuição de alimentos e de produtos correlatos pela Rede CEASA 554 milhões/ha de vegetação nativa 107

Leia mais

O PAPEL DO CONTROLE DE ESTOQUE NA CENTRALIZAÇÃO DE COMPRAS

O PAPEL DO CONTROLE DE ESTOQUE NA CENTRALIZAÇÃO DE COMPRAS O PAPEL DO CONTROLE DE ESTOQUE NA CENTRALIZAÇÃO DE COMPRAS Mauricio João Atamanczuk (UTFPR) atamanczuk@hotmail.com João Luiz Kovaleski (UTFPR) kovaleski@pg.cefetpr.br Antonio Carlos de Francisco (UTFPR)

Leia mais

O setor supermercadista e o compromisso com a qualidade das frutas e verduras. ABRAS Associação Brasileira de Supermercados

O setor supermercadista e o compromisso com a qualidade das frutas e verduras. ABRAS Associação Brasileira de Supermercados O setor supermercadista e o compromisso com a qualidade das frutas e verduras ABRAS Associação Brasileira de Supermercados ABRAS Entidade civil sem fins lucrativos, criada em 1971 Missão Representar,

Leia mais

A aplicação da ferramenta de gerenciamento por categorias em uma empresa de atacado

A aplicação da ferramenta de gerenciamento por categorias em uma empresa de atacado A aplicação da ferramenta de gerenciamento por categorias em uma empresa de atacado Kleber Luiz Nardoto Milaneze (GEPAI/DEP/ UFSCar e FIB) klemilaneze@hotmail.com Mário Otávio Batalha (GEPAI/DEP/UFSCar)

Leia mais

Operações de Merchandising estratégias competitivas para o aumento da vendas em supermercados do pequeno varejo de secos e molhados

Operações de Merchandising estratégias competitivas para o aumento da vendas em supermercados do pequeno varejo de secos e molhados Operações de Merchandising estratégias competitivas para o aumento da vendas em supermercados do pequeno varejo de secos e molhados Fabiano Akiyoshi Nagamatsu Everton Lansoni Astolfi Eduardo Eufrasio De

Leia mais

17º Congresso de Iniciação Científica MARCAS PRÓPRIAS: UMA ANÁLISE DO PANORAMA BRASILEIRO

17º Congresso de Iniciação Científica MARCAS PRÓPRIAS: UMA ANÁLISE DO PANORAMA BRASILEIRO 17º Congresso de Iniciação Científica MARCAS PRÓPRIAS: UMA ANÁLISE DO PANORAMA BRASILEIRO Autor(es) MARIANE BERTAGNA Orientador(es) ANTÔNIO CARLOS GIULIANI Apoio Financeiro PIBIC/CNPQ 1. Introdução O Brasil

Leia mais

Pesquisa sobre oportunidades no fornecimento de produtos do agronegócio no segmento de Refeições Fora do Lar. Especialistas em Pequenos Negócios

Pesquisa sobre oportunidades no fornecimento de produtos do agronegócio no segmento de Refeições Fora do Lar. Especialistas em Pequenos Negócios Pesquisa sobre oportunidades no fornecimento de produtos do agronegócio no segmento de Refeições Fora do Lar Especialistas em Pequenos Negócios 1 Apoio 2 2013 Público de Bares, restaurantes e afins Nível

Leia mais

Caso Big Box - 402 Norte. Processamento de Pedidos

Caso Big Box - 402 Norte. Processamento de Pedidos Universidade de Brasília UnB Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação FACE Departamento de Administração ADM Disciplina: Logística Empresarial Grupo: Marrom

Leia mais

PONTOS DE VENDA DE ALIMENTOS: UMA ANÁLISE DO PERFIL DE COMPRA DOS CONSUMIDORES DE CARNE BOVINA E FLV.

PONTOS DE VENDA DE ALIMENTOS: UMA ANÁLISE DO PERFIL DE COMPRA DOS CONSUMIDORES DE CARNE BOVINA E FLV. PONTOS DE VENDA DE ALIMENTOS: UMA ANÁLISE DO PERFIL DE COMPRA DOS CONSUMIDORES DE CARNE BOVINA E FLV. THAÍS LACAVA DE MOURA; ANDREA LAGO DA SILVA; ADRIANA BACKX NORONHA VIANA; MÁRIO OTÁVIO BATALHA; UNIVERSIDADE

Leia mais

Os custos da qualidade no processo de identificação, mensuração e eliminação dos desperdícios em supermercados varejistas. Resumo

Os custos da qualidade no processo de identificação, mensuração e eliminação dos desperdícios em supermercados varejistas. Resumo Os custos da qualidade no processo de identificação, mensuração e eliminação dos desperdícios em supermercados varejistas. Um estudo da comercialização e distribuição dos hortifrutigranjeiros em Taguatinga-DF

Leia mais

Manuseio Mínimo. Apoio. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Manuseio Mínimo. Apoio. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Manuseio Mínimo Apoio Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento BARRACÃO DO PRODUTOR FEIRAS SUPERMERCADOS SACOLÕES QUITANDAS ALIMENTAÇÃO ESCOLAR RESTAURANTES CEAGESP - CENTRO DE QUALIDADE EM

Leia mais

ANÁLISE DAS VANTAGENS DA IMPLANTAÇÃO DA ESTRATÉGIA LOGÍSTICA VMI EM UMA MULTINACIONAL DO SETOR DE TELECOMUNICAÇÕES

ANÁLISE DAS VANTAGENS DA IMPLANTAÇÃO DA ESTRATÉGIA LOGÍSTICA VMI EM UMA MULTINACIONAL DO SETOR DE TELECOMUNICAÇÕES ANÁLISE DAS VANTAGENS DA IMPLANTAÇÃO DA ESTRATÉGIA LOGÍSTICA VMI EM UMA MULTINACIONAL DO SETOR DE TELECOMUNICAÇÕES Nathalia Maciel Rosa (UEPA) nathmrosa@gmail.com Thais Souza Pelaes (UEPA) thaispelaes@gmail.com

Leia mais

Os Custos de Armazenagem na Logística Moderna

Os Custos de Armazenagem na Logística Moderna Os Custos de Armazenagem na Logística Moderna Maurício Pimenta Lima Introdução Uma das principais características da logística moderna é sua crescente complexidade operacional. Aumento da variedade de

Leia mais

Política de Preços No Setor Supermercadista: Investigação Empírica Em Santa Maria

Política de Preços No Setor Supermercadista: Investigação Empírica Em Santa Maria Política de Preços No Setor Supermercadista: Investigação Empírica Em Santa Maria Deise Cristiane do Nascimento Resumo: Considerando-se que a política de preços é um fator fundamental para o bom desempenho

Leia mais

PLANEJAMENTO E OPERAÇÃO POR CATEGORIA DE PRODUTO. Unidade II

PLANEJAMENTO E OPERAÇÃO POR CATEGORIA DE PRODUTO. Unidade II PLANEJAMENTO E OPERAÇÃO POR CATEGORIA DE PRODUTO Unidade II 2 PLANEJAMENTO E CONTROLE DE CAPITAL Morgado (01) afirma que a importância do planejamento e do controle financeiro em uma empresa está intimamente

Leia mais

PANORAMA DE MODELOS DE ESTOQUES E PROGRAMAS DE ABASTECIMENTO VOLTADOS PARA O VAREJO SUPERMERCADISTA

PANORAMA DE MODELOS DE ESTOQUES E PROGRAMAS DE ABASTECIMENTO VOLTADOS PARA O VAREJO SUPERMERCADISTA XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Maturidade e desafios da Engenharia de Produção: competitividade das empresas, condições de trabalho, meio ambiente. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de outubro

Leia mais

Logística no Ponto de Venda (PDV)

Logística no Ponto de Venda (PDV) Logística no Ponto de Venda (PDV) Pesquisa: Percepção do Varejo em Relação às Ações Promocionais Maio de 2005 Objetivo: Avaliar o impacto dos vários tipos de promoções praticadas em supermercados junto

Leia mais

Título do Artigo: Analise da Gestão de Custos na Formação de Preço no Varejo: Um Estudo em um Supermercado de Médio Porte

Título do Artigo: Analise da Gestão de Custos na Formação de Preço no Varejo: Um Estudo em um Supermercado de Médio Porte Título do Artigo: Analise da Gestão de Custos na Formação de no Varejo: Um Estudo em um Supermercado de Médio Porte Autor: Sergio Silva Braga Junior Co-Autores: Priscila Rezende Costa, Marcelo Neves Gonçalves,

Leia mais

DATA: 04/05/2015 ARENA DO CONHECIMENTO TEMA: BOAS PRÁTICAS NA MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS PALESTRANTE: NÁDYA MOLINA

DATA: 04/05/2015 ARENA DO CONHECIMENTO TEMA: BOAS PRÁTICAS NA MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS PALESTRANTE: NÁDYA MOLINA DATA: 04/05/2015 ARENA DO CONHECIMENTO TEMA: BOAS PRÁTICAS NA MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS PALESTRANTE: NÁDYA MOLINA Boas Práticas Para um bom resultado na manipulação de alimentos deve-se trabalhar aplicando

Leia mais

COMO O GERENCIAMENTO POR CATEGORIAS PODE INFLUENCIAR O COMPORTAMENTO DE COMPRA DO CONSUMIDOR NO PONTO DE VENDAS

COMO O GERENCIAMENTO POR CATEGORIAS PODE INFLUENCIAR O COMPORTAMENTO DE COMPRA DO CONSUMIDOR NO PONTO DE VENDAS COMO O GERENCIAMENTO POR CATEGORIAS PODE INFLUENCIAR O COMPORTAMENTO DE COMPRA DO CONSUMIDOR NO PONTO DE VENDAS Autores: Leonardo José Fernandes de Souza, Priscila Yazbek Guglielmello, Ricardo Tamura Sanematsu,

Leia mais

REQUERIMENTO (Do Sr. Homero Pereira) Senhor Presidente:

REQUERIMENTO (Do Sr. Homero Pereira) Senhor Presidente: REQUERIMENTO (Do Sr. Homero Pereira) Requer o envio de Indicação ao Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, no sentido de implantar um Programa de Redução de Perdas de Produtos Agrícolas. Senhor

Leia mais

O MODELO DE GESTÃO DE ESTOQUE UTILIZADO NA LANCHONETE SOBRAL

O MODELO DE GESTÃO DE ESTOQUE UTILIZADO NA LANCHONETE SOBRAL 1 O MODELO DE GESTÃO DE ESTOQUE UTILIZADO NA LANCHONETE SOBRAL CARLOS RUVENS COELHO PONTE 1 CARLOS WAGNER CAVALCANTE GOMES 2 RODRIGO VIANA 3 ALINE PINTO DE MACÊDO DA SILVA 4 Resumo: Todas as empresas vêm

Leia mais

Logística para Supermercados. Elaborado por Rlima Consultoria

Logística para Supermercados. Elaborado por Rlima Consultoria Logística para Supermercados Facilitador Consultor empresarial e palestrante Renato Lima, Administrador de Empresas Habilitado em Marketing e Vendas, Pós Graduado em Gestão Empresarial, Gestão Estratégicas

Leia mais

Introdução. Marca Líder. Evento Líderes de Vendas:

Introdução. Marca Líder. Evento Líderes de Vendas: 1 Introdução O objetivo desta cartilha 1, elaborada pela Escola Nacional de Supermercados (ENS), da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), é passar orientações e dicas para os supermercadistas

Leia mais

NUTRIÇÃO E SUSTENTABILIDADE. Luciana Dias de Oliveira CRN2 4498

NUTRIÇÃO E SUSTENTABILIDADE. Luciana Dias de Oliveira CRN2 4498 NUTRIÇÃO E SUSTENTABILIDADE Luciana Dias de Oliveira CRN2 4498 O que é SUSTENTABILIDADE? Como aliar SUSTENTABILIDADE e NUTRIÇÃO? O que é sustentabilidade? Constituição Federal Art. 225. Todos têm o direito

Leia mais

CONDIÇÕES DE RECEBIMENTO DE CARNES EM RESTAURANTE COMERCIAL NO MUNICÍPIO DE SANTA MARIA (RS) 1

CONDIÇÕES DE RECEBIMENTO DE CARNES EM RESTAURANTE COMERCIAL NO MUNICÍPIO DE SANTA MARIA (RS) 1 CONDIÇÕES DE RECEBIMENTO DE CARNES EM RESTAURANTE COMERCIAL NO MUNICÍPIO DE SANTA MARIA (RS) 1 MEDEIROS, Laissa Benites 2 ; NAISSINGER, Maritiele 2 ; PEREIRA, Larissa 2 ; SACCOL, Ana Lúcia de Freitas 2.

Leia mais

Palavras-chaves: Análise ABC, gestão de estoques, controle, diferencial.

Palavras-chaves: Análise ABC, gestão de estoques, controle, diferencial. ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS DE GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA EMPRESA PRODUTORA DE BEBIDAS, COMO AUXÍLIO À GESTÃO DA LOGÍSTICA DE MATERIAIS EM UM CENÁRIO DE DEMANDA VARIÁVEL Eduardo Bezerra dos Santos

Leia mais

Análise e Aplicação de Controle de Custos na Gestão por Processo: Estudo de caso em uma indústria de implementos agrícolas.

Análise e Aplicação de Controle de Custos na Gestão por Processo: Estudo de caso em uma indústria de implementos agrícolas. Análise e Aplicação de Controle de Custos na Gestão por Processo: Estudo de caso em uma indústria de implementos agrícolas. Cátia Raquel Felden Bartz (FAHOR) catia@fahor.com.br Jonas Mazardo (FAHOR) jonas_mazardo@yahoo.com.br>,

Leia mais

BARRACÃO CEAGESP DO PRODUTOR

BARRACÃO CEAGESP DO PRODUTOR BARRACÃO CEAGESP DO PRODUTOR BARRACÃO DO PRODUTOR FEIRAS SUPERMERCADOS SACOLÕES QUITANDAS ALIMENTAÇÃO ESCOLAR RESTAURANTES CIRCULAR TÉCNICA CEAGESP - CQH Nº 14 - JUNHO 2006 EU SEI PRODUZIR SÓ NÃO SEI COMERCIALIZAR!

Leia mais

PROCEDÊNCIA E PERDAS PÓS-COLHEITA DE PRODUTOS HORTIFRUTÍCOLAS COMERCIALIZADOS NO MUNICÍPIO DE BARRA DO BUGRES-MT

PROCEDÊNCIA E PERDAS PÓS-COLHEITA DE PRODUTOS HORTIFRUTÍCOLAS COMERCIALIZADOS NO MUNICÍPIO DE BARRA DO BUGRES-MT PROCEDÊNCIA E PERDAS PÓS-COLHEITA DE PRODUTOS HORTIFRUTÍCOLAS COMERCIALIZADOS NO MUNICÍPIO DE BARRA DO BUGRES-MT Philipe dos Santos 1 (EALI/UNEMAT) ph_sinop@hotmail.com Elayne Vicente Siqueira 2 (EALI/UNEMAT)

Leia mais

Art. 1º - O artigo 104 do Decreto Estadual nº 31.455, de 20 de fevereiro de 1987, passa a vigorar com a seguinte redação:

Art. 1º - O artigo 104 do Decreto Estadual nº 31.455, de 20 de fevereiro de 1987, passa a vigorar com a seguinte redação: DECRETO Nº 2, DE 8 DE JANEIRO DE 2015. Altera e acresce dispositivos ao Decreto nº 31.455, de 1987, que regulamenta os arts. 30 e 31 da Lei nº 6.320, de 20 de dezembro de 1983, que dispõem sobre alimentos

Leia mais

QUEBRA OPERACIONAL E ERROS ADMINISTRATIVOS: A PARTE DO LUCRO QUE É JOGADA NO LIXO

QUEBRA OPERACIONAL E ERROS ADMINISTRATIVOS: A PARTE DO LUCRO QUE É JOGADA NO LIXO QUEBRA OPERACIONAL E ERROS ADMINISTRATIVOS: A PARTE DO LUCRO QUE É JOGADA NO LIXO Mauro de Almeida¹ Orientador Metodológico: Gerônimo Grando O Varejo brasileiro joga no lixo por ano, em média R$ 1,2 bilhão

Leia mais

TECNOLOGIA E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA POSTO DOURADÃO LTDA RESUMO

TECNOLOGIA E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA POSTO DOURADÃO LTDA RESUMO TECNOLOGIA E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA POSTO DOURADÃO LTDA Hewerton Luis P. Santiago 1 Matheus Rabelo Costa 2 RESUMO Com o constante avanço tecnológico que vem ocorrendo nessa

Leia mais

PDV: DE OLHO NA RENTABILIDADE

PDV: DE OLHO NA RENTABILIDADE PDV: DE OLHO NA RENTABILIDADE Muitas vezes o desconhecimento sobre políticas de estoque, finanças e parcerias comerciais é a principal explicação das dificuldades que muitas empresas têm em progredir ou

Leia mais

Análise da Gestão de Estoques: aplicando a ferramenta da curva ABC no Estoque de um Supermercado

Análise da Gestão de Estoques: aplicando a ferramenta da curva ABC no Estoque de um Supermercado Análise da Gestão de Estoques: aplicando a ferramenta da curva ABC no Estoque de um Supermercado Pedro Lucas Cuareli Alécio 1 (EPA, UNESPAR/FECILCAM) pedro_eng_prod@yahoo.com.br Eduardo Feliciano Caetano

Leia mais

Unidade III MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino

Unidade III MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino Unidade III MARKETING DE VAREJO E NEGOCIAÇÃO Profa. Cláudia Palladino Compras, abastecimento e distribuição de mercadorias Os varejistas: Precisam garantir o abastecimento de acordo com as decisões relacionadas

Leia mais

UMA ABORDAGEM DE CUSTOS NA FORMAÇÃO DE ESTOQUES

UMA ABORDAGEM DE CUSTOS NA FORMAÇÃO DE ESTOQUES UMA ABORDAGEM DE CUSTOS NA FORMAÇÃO DE ESTOQUES Fernando Santos Carlomagno (G-UEM) Resumo Este trabalho trabalhar o tema uma abordagem custos na formação de estoques, nele através de pesquisa iremos relatar

Leia mais

Importância da Logística. O lugar da Logística nas Empresas. Custos Logísticos são significativos

Importância da Logística. O lugar da Logística nas Empresas. Custos Logísticos são significativos IMPORTÂNCIA DA LOGÍSTICA Importância da Logística O lugar da Logística nas Empresas A logística diz respeito à criação de valor; O valor em logística é expresso em termos de tempo e lugar. Produtos e serviços

Leia mais

Cadeia do Frio Aspectos Gerais

Cadeia do Frio Aspectos Gerais EVENTO TÉCNICO DA CADEIA DO FRIO -DATA: 04 de setembro de 2014 Cadeia do Frio Aspectos Gerais -LOCAL:INSTITUTO EMATER: RUA DA BANDEIRA, 500 CABRAL CURITIBA- PR. -PROMOÇÃO: SINDICATO DOS MÉDICOS VETERINÁRIOS

Leia mais

Indicadores de Desempenho Logístico

Indicadores de Desempenho Logístico Indicadores de Desempenho Logístico Lívia B. Ângelo, liviabangelo@hotmail.com 1. Estratégia X Indicadores de Desempenho As estratégias servem como guia para as empresas desenvolverem e utilizarem recursos

Leia mais

ESTUDO DAS PERDAS NA COMERCIALIZAÇÃO DE UVAS FINAS DE MESA COM SEMENTE NAS PRINCIPAIS CIDADES DO INTERIOR DO PARANÁ

ESTUDO DAS PERDAS NA COMERCIALIZAÇÃO DE UVAS FINAS DE MESA COM SEMENTE NAS PRINCIPAIS CIDADES DO INTERIOR DO PARANÁ ESTUDO DAS PERDAS NA COMERCIALIZAÇÃO DE UVAS FINAS DE MESA COM SEMENTE NAS PRINCIPAIS CIDADES DO INTERIOR DO PARANÁ - Londrina, Maringá, Cascavel e Foz do Iguaçu 1 Marcelo José Carrer 2 Alexandre Florindo

Leia mais

Marcio Ronald Sella; Ethel Cristina Chiari Silva

Marcio Ronald Sella; Ethel Cristina Chiari Silva AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO DE ALIMENTOS PERECÍVEIS: O ESTUDO DOS FATORES QUE INFLUENCIAM NA EFICIÊNCIA DA FRUTICULTURA NO SEGMENTO SUPERMERCADISTA. Marcio Ronald Sella; Ethel

Leia mais

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010 COMPETITIVIDADE SOB A ÓTICA DAS CINCO FORÇAS DE PORTER: UM ESTUDO DE CASO DA EMPRESA OXIFOR OXIGÊNIO FORMIGA LTDA JUSSARA MARIA SILVA RODRIGUES OLIVEIRA 1, LÍVIA COUTO CAMBRAIA 2 RESUMO: Neste trabalho,

Leia mais

Reduza o custo das caixas e simplifique os processos de produção de laticínios

Reduza o custo das caixas e simplifique os processos de produção de laticínios Nota técnica Reduza o custo das caixas e simplifique os processos de produção de laticínios Com a impressão sob demanda, é possível reduzir a complexidade de SKUs e aumentar a eficiência operacional Simplifique

Leia mais

MBA em Gestão Estratégica

MBA em Gestão Estratégica MBA em Gestão Estratégica Disciplina Extra Metodologia Científica Profa. Dra. Sonia Valle W. B. Oliveira Parte 1-23/03/2012 Parte 2-30/03/2012 1 Aula Extra Parte 2 Metodologia Científica 2 Agenda Dados

Leia mais

Pesquisa sobre Logística no E-commerce Brasileiro 2013

Pesquisa sobre Logística no E-commerce Brasileiro 2013 Pesquisa sobre Logística no E-commerce Brasileiro 2013 www.brazilpanels.com.br www.abcomm.com.br www.ecommerceschool.com.br Apoio: INTRODUÇÃO A Logística foi escolhida para ser o tema do primeiro estudo

Leia mais

Estudos dos processos, setores e fluxo de informações de uma rede de supermercado e suas implicações na cadeia de suprimentos

Estudos dos processos, setores e fluxo de informações de uma rede de supermercado e suas implicações na cadeia de suprimentos 1 Estudos dos processos, setores e fluxo de informações de uma rede de supermercado e suas implicações na cadeia de suprimentos RESUMO A gestão da cadeia de suprimentos tem despertado grande interesse

Leia mais

AS TRANSAÇÕES ENTRE SUPERMERCADOS E SEUS FORNECEDORES DE FRUTAS, LEGUMES E VERDURAS

AS TRANSAÇÕES ENTRE SUPERMERCADOS E SEUS FORNECEDORES DE FRUTAS, LEGUMES E VERDURAS XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Maturidade e desafios da Engenharia de Produção: competitividade das empresas, condições de trabalho, meio ambiente. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de outubro

Leia mais

Ruptura: inimigo invisível das vendas. Capa. Alguns motivos que levam à ruptura

Ruptura: inimigo invisível das vendas. Capa. Alguns motivos que levam à ruptura Por Marlucy Lukianocenko Ruptura: inimigo invisível das vendas Você sabia que o Índice de Ruptura no setor é de 10,2% e o de Estoque Virtual, de 5,6%? Neste cenário certamente muitas vendas foram perdidas;

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DO EMPREGO DO EFFICIENT CONSUMER RESPONSE ECR, NO VAREJO DE MATERIAIS PARA CONSTRUÇÃO: UM ESTUDO DE CASO DA DICICO.

CARACTERIZAÇÃO DO EMPREGO DO EFFICIENT CONSUMER RESPONSE ECR, NO VAREJO DE MATERIAIS PARA CONSTRUÇÃO: UM ESTUDO DE CASO DA DICICO. CARACTERIZAÇÃO DO EMPREGO DO EFFICIENT CONSUMER RESPONSE ECR, NO VAREJO DE MATERIAIS PARA CONSTRUÇÃO: UM ESTUDO DE CASO DA DICICO. AUTORES ANTONIO CESAR GALHARDI Universidade Cidade de São Paulo acgal@terra.com.br

Leia mais