Duarte Rodrigues. Sintra, 21 de Setembro 2009

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1 Duarte Rodrigues Coordenador adjunto do Observatório do QREN Sintra, 21 de Setembro 2009

2 O desafio da cooperação institucional As respostas Clusterização (EEC) Os factores críticos de sucesso

3 Parcerias ou entendimentos conjuntos entre actores diversos (públicos e/ou privados) para a partilha de recursos, competências e/ou opções estratégicas com vista à optimização de resultados individuais e colectivos Redes formais e informais Coopetir

4 Pi Principais i i vantagens: Obtenção de escala e ganhos de eficiência; Mobilização de conhecimento e competências; Partilha de riscos Potencia experiências inovadoras de governança alarga o processo de decisão ao conjunto dos actores da parceria. Principais riscos e constrangimentos: Dificuldades na conjugação de interesses, na adequação de comportamentos e na criação de relações de confiança mútua ( impaciência na obtenção de resultados); Geração de conflitos entre actores (em virtude de factores como as diferenças organizacionais e de interesses entre parceiros ou das dificuldades de definição clara dos direitos e obrigações).

5 Diagnóstico QREN: Incipiente desenvolvimento da cooperação territorial de âmbito supraii na programação e gestão de infra estruturas t e equipamentos, num municipal quadro de desadequação dos padrões de localização de investimentos em função da distribuição de população e actividades económicas; Estruturas organizacionais das entidades públicas eminentemente reactivas, com abordagens parcelares de curto prazo e elevados níveis de rigidez organizacional e de hierarquização; Insuficiente recurso a modelos de parceria público privado, ainda centrados em domínios muito específicos, o que exige um melhor enquadramento que garanta o alinhamento estratégico dos investimentos i públicos com o potencial indutor de futuros investimentos privados; Necessidade de reforço da clusterização em domínios chave do tecido económico e das redes de interacção e cooperação empresarial.

6 Desafio estrutural central e consensual no caso Português: Experiências exíguas e pouco persistentes, no contexto internacional; Conclusões do Exame territorial da OCDE ( ): Papel decisivo da implementação de mecanismos de articulação e governação multí nível (vertical e horizontal), enquanto condição necessária à exploração do potencial de desenvolvimento dos diversos territórios; Reconhecimento que o êxito das reformas encetadas será em grande medida determinado pela capacidade de capitalizar o conhecimento de todos os actores de desenvolvimento Para ser mais eficaz, a política regional portuguesa irá exigir mecanismos mais abertos a fim de integrar o conhecimento específico de diversos actores no processo de definição de políticas.

7 Proporção de empresas com actividades de cooperação no total de empresas inovadoras, Lituânia Eslovénia Finlândia Suécia Dinamarca Polónia França Holanda Letónia República Checa Eslováquia Chipre Hungria Bélgica Estónia Irlanda Malta Reino Unido Luxemburgo UE27 Grécia Bulgária lái Portugal Espanha Roménia Áustria Alemanha Itália 19% 26% 56% 0% 20% 40% 60% Fonte: Fourth Community Innovation Surveys (CIS).

8 Indicadores compósitos de estruturas multi-nível e de articulações multi-nível (2006) Indicadores compósitos das dimensões horizontal e vertical de governação territorial (2006) Fonte: ESPON project Governance of Territorial and Urban-Policies from EU to Local Level

9

10 EEC Conjuntos coerentes e estrategicamente justificados de iniciativas de inovação, qualificação ou modernização de um agregado de empresas que fomentem economias de aglomeração através da cooperação e do funcionamento em rede entre as empresas e entre estas e outros actores relevantes para o desenvolvimento dos sectores a que pertencem e dos territórios em que se localizam; Tipologia de EEC: Clusters PCT e outros clusters; Estratégias de Valorização de base territorial PROVERE e ARDU. Redes de Actores Estratégia Colectiva Programa de Acção Economias de Aglomeração Inovação Qualificação e Modernização de Sectores e/ou Territórios ESCALA NACIONAL, REGIONAL OU LOCAL

11 11 PCT e 8 Clusters 2 mil M de investimento (1/4 em projectos âncora); 25 PROVERE 5,6 mil M de investimento (700 M em projectos âncora); 13 RUCI (126M de investimento); 191 PRU (mil milhões de investimento);

12 Clusters Custes (localização da entidade gestora) PRU (municípios abrangidos)

13 PROVERE RUCI PROVERE e RUCI

14 Cooperação como um processo e não resultado; Tempo de maturação e persistência (a barreira da confiança entre actores e a natureza não imediata dos resultados); Formas inovadoras e devidamente contextualizadas de governação da parceria (a relevância da dinâmica bottom up); Conjugação inteligente dos principais papéis do Estado na promoção da clusterização (sinalização, mobilização e avaliação); Fdi i tit i l Fadiga institucional (densidade vs. dimensão); Articulação no território das diversas EEC; Acompanhamento por parte das entidades públicas (remoção de bloqueios e manutenção de incentivos à implementação);

15 Duarte Rodrigues Coordenador adjunto do Observatório do QREN Sintra, 21 de Setembro 2009

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