Comunicado Técnico 11

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Comunicado Técnico 11"

Transcrição

1 Comunicado Técnico 11 ISSN X Maio Uberaba - MG Web Services e XML Comunicação Inteligente entre Sistemas Responsáveis: Daniela Justiniano de Sousa Graduada em Sistemas de Informação pela FAZU André Augusto Calabrez Especialista em Análise de Sistema, Professor FAZU

2 INTRODUÇÃO Como conectar sistemas de softwares distintos? Como interligar aplicativos de redes díspares? Como comunicar sistemas desenvolvidos em plataformas e linguagens de programação heterogêneas? Como interligar novos sistemas desenvolvidos a sistemas legados? Como prover serviços acessíveis na Internet? Como padronizar e automatizar esses serviços? Como integrar negócios de empresas diferentes, de forma rápida e com baixo custo? A busca por respostas a estas perguntas tornaram as tecnologias Web Services (WS) e XML um dos assuntos mais explorados e abordados no ramo da computação distribuída. Atualmente, é difícil imaginar eficiência em uma aplicação isolada, tendo em vista que o avanço tecnológico e o crescimento da Internet impõem a necessidade de buscar constantemente dados atualizados na web ou na rede corporativa. Reckziegel (2006) afirma que as tecnologias WS e XML são a solução ideal à este contexto, capazes de prover homogeneidade entre diferentes aplicações computacionais, de forma padronizada e econômica. Para Jorgensen (2002), Web Services é um serviço utilizado na integração de sistemas díspares. Eles possibilitam que aplicações de software invoquem outras, para realização de tarefas simples ou complexas, mesmo que ambas estejam em diferentes plataformas e escritas em linguagens de programação heterogêneas. Os Web Services são interessantes sob duas perspectivas principais: tecnológica e empresarial. Sob uma perspectiva tecnológica, os WS tentam resolver alguns problemas que ocorrem quando se utilizam tecnologias antigas, para integrar sistemas, como CORBA e DCOM. São problemas do tipo passagem por firewalls, complexidade de protocolos e dificuldades na integração de plataformas distintas. Do ponto de vista empresarial, incluem-se fatores organizacionais e econômicos, em que os WS abrem as portas à realização de novos negócios interempresas. Atualmente, eles são largamente utilizados, para realização de serviços diversos na Internet, como: cálculo de fretes, busca de endereçamento postal, emissão de notas fiscais, pesquisas em rotinas de validação de cartão de crédito, comunicação entre sistemas corporativos, comércio Business to Business (B2B), dentre outros. As corporações também podem utilizar os Web Services para implementar arquiteturas orientadas a serviços, as Service-Oriented Architectures (SOA). Neste modelo de arquitetura, os principais requisitos viram serviços e são acessados por outros serviços, modularizando e aumentando a coesão dos componentes da aplicação. (PAMPLONA, 2005). Sob este aspecto fica claro o conceito da tecnologia Web Services: serviços oferecidos pela Internet, onde o uso de padrões abertos torna possível integrar componentes e aplicações de forma independente da tecnologia utilizada. (COSTA NETO et all, 2006). Para as empresas, a possibilidade de comunicar serviços através da Internet é imprescindível, tendo em vista a Nova Economia que atualmente o mercado apresenta. Também conhecida como Easy-To-Do-Business-With ETDBW (Fácil fazer negócios com) ou Economia dos Consumidores, a Nova Economia impõe novas regras ao mercado. Hammer (2001, apud Fagundes, 2004) afirma que para se obter sucesso na economia ETDBW as corporações devem tornar seu negócio o mais fácil possível a seus clientes. Devem olhar a empresa do ponto de vista do consumidor, e a interação entre ambos deve ser barata e simples. Em suma, as regras que a Nova Economia apregoa justificam bem a utilização de Web Services, capazes portanto de possibilitar à empresas diferentes trabalharem como se fossem um organismo único, propiciando a elevação da qualidade e a agilização das operações. (COSTA NETO et all, 2006). Promovendo agilidade e eficiência na comunicação entre as cadeias de produção ou logística. Toda e qualquer comunicação entre os sistemas passa a ser dinâmica e precisa, pois não há intervenção humana.

3 Para alcançar esta comunicação, os Web Services contam com protocolos e padrões abertos, como o Hyper Text Transport Protocol (HTTP), o Simple Object Access Protocol (SOAP), o Universal Description, Discovery and Integration (UDDI), o Web Service Definition Language (WSDL) e a linguagem Extensible Markup Language (XML), o que torna possível integrar componentes e aplicações de forma independente da plataforma ou linguagem de programação utilizada. FERNANDES (2005 apud COSTA NETO et all, 2006). Cada padrão e protocolo executa uma função e possuiu um emprego distinto dentro da arquitetura Web Services. Em resumo, pode-se afirmar que a troca de dados entre o provedor e o consumidor do Web Service são realizadas através do protocolo SOAP. Os serviços são descritos usando a linguagem WSDL. O processo de publicação, pesquisa e descoberta WS é realizado pelo UDDI. Por fim, define-se o HTTP como protocolo mais utilizado como canal de transporte. Na pilha de protocolos e padrões Web Services destaca-se a linguagem XML. Trata-se da linguagem padrão utilizada neste contexto para transferência de informações entre as aplicações. É através dela que sistemas díspares conseguem comunicar entre si, de forma flexível e dinâmica. (SILVA, 2001). A XML mostra-se amplamente executável e fácil de ser desenvolvida, sendo considerada de grande importância na Internet e em grandes intranets, pois provê interoperação de computadores. Com ela, aplicações podem ser construídas e atualizadas mais rapidamente, permitindo múltiplas plataformas de visualização dos dados estruturados. (FARIA, 2005). Segundo Jorgensen (2002), a XML está rapidamente se tornando o protocolo universal para transferência de informações. A tendência é que ela seja cada vez mais utilizada para transmitir, trocar e manipular dados. Visando reforçar o estudo da temática, um exemplo interessante de uma aplicação que utiliza Web Services e XML, seria a comunicação entre sistemas do ambiente securitário. Onde, para comercialização de seguros é necessário integração entre diferentes sistemas. Figura 1 - Comunicação entre sistemas

4 Em sentido amplo, o estudo da tecnologia Web Services e XML possuem grande relevância ao mercado de aplicações distribuídas, são considerados a solução ideal para integração de sistemas. Sua base formada por protocolos e formatos de dados standards favorecem a comunicação entre sistemas residentes em múltiplas plataformas, com distintos modelos de objetos e diferentes linguagens de programação. Sua aplicabilidade permite o desenvolvimento de sistemas mais sofisticados em menos tempo, possibilita reutilização de código, otimização de tempo e de recursos, o que provê vantagens em comunicar negócios através da Internet de forma eficaz, rápida e com baixo custo. Basiura et al (2003) afirma que os WS têm sido aclamados como um passo à frente na computação distribuída, tecnologia ideal para comunicação entre sistemas. Os WS e a XML trazem a promessa de revolucionar o desenvolvimento de aplicações distribuídas, através de novas especificações e comunicação inteligente entre sistemas. A expectativa é grande, altos investimentos, frameworks poderosos, ganhos em produtividade, portabilidade e em independência. (COSTA NETO et all, 2006).

5 REFERÊNCIAS BASIURA, R. et al. Professional ASP.NET Web Services. São Paulo. Editora Pearson Education, COSTA NETO, A. et all. (2006), Web Services: middlewares em ambientes heterogêneos. Revista Informática Aplicada, V. 2, N. 1, Disponível em: <http://seer.uscs.edu.br/index.php/revista_informatica_aplicada/article/view/324>. Acesso em: 01 de Julho FARIA, R. A. Treinamento avançado em XML: desvende os poderosos recursos desta linguagem. São Paulo: Editora Digerati Books, FERNANDES (2005) apud COSTA NETO, A. et all. (2006), Web Services: middlewares em ambientes heterogêneos. Revista Informática Aplicada, V. 2, N. 1, Disponível em: <http://seer.uscs.edu.br/index.php/revista_informatica_aplicada/article/view/324>. Acesso em: 01 de Julho HAMMER, M. (2001) apud FAGUNDES, EDUARDO M. The Agenda, Disponível em: <http://www.efagundes.com/resenhas/the_agenda.htm.>. Acesso em: 15 de Julho JORGENSEN, D. Desenvolvendo Serviços Web.NET com XML. Rio de Janeiro: Editora Alta Books, PAMPLONA, V. F. Web services via J2SE e J2ME, Disponível em: <http://imasters.com.br/artigo/2741/java/web_services_via_j2se_e_j2me/>. Acesso em: 01 de Julho SILVA, O. J. XML: aplicações práticas. São Paulo: Editora Érica, RECKZIEGEL, M. Gerenciamento de infra-estruturas de medição usando Web Services, f. Trabalho de Conclusão de Curso (Sistemas de Informação) Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul, Santa Rosa, 2006.

6 O sucesso do seu negócio depende de uma boa orientação técnica. CONSULTE UM PROFISSIONAL. Laboratório de Análise de Solo Laboratório de Análise de Nutrição Animal Laboratório de Análise Microbiológica de água e alimentos Laboratório de Análise Físico-Química de alimentos Av. do Tutuna. nº 720. Bairro Tutunas CEP: Uberaba-MG (34)

Microsoft.NET. Desenvolvimento Baseado em Componentes

Microsoft.NET. Desenvolvimento Baseado em Componentes Microsoft.NET Lirisnei Gomes de Sousa lirisnei@hotmail.com Jair C Leite jair@dimap.ufrn.br Desenvolvimento Baseado em Componentes Resolução de problemas específicos, mas que podem ser re-utilizados em

Leia mais

PROGRAMA DE MBA em Gestão e Engenharia do Produto. O Produto Internet e suas Aplicações

PROGRAMA DE MBA em Gestão e Engenharia do Produto. O Produto Internet e suas Aplicações Universidade de São Paulo Escola Politécnica Programa de Educação Continuada em Engenharia PROGRAMA DE MBA em Gestão e Engenharia do Produto O Produto Internet e suas Aplicações Tecnologias de Informação

Leia mais

Introdução a Web Services

Introdução a Web Services Introdução a Web Services Mário Meireles Teixeira DEINF/UFMA O que é um Web Service? Web Service / Serviço Web É uma aplicação, identificada por um URI, cujas interfaces podem ser definidas, descritas

Leia mais

Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android. Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com.

Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android. Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com. Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com.br 08/2014 Agenda Introdução Conceitos Web Service Por que utilizar

Leia mais

11/20/10. Resoluções: Teste de Áudio. Não suporto esses malucos de TI. Só inventam despesas. Não acredito que teremos que pagar por mais softwares.

11/20/10. Resoluções: Teste de Áudio. Não suporto esses malucos de TI. Só inventam despesas. Não acredito que teremos que pagar por mais softwares. Não suporto esses malucos de TI. Só inventam despesas. Não acredito que teremos que pagar por mais softwares. Teste de Áudio Quero adaptar os softs que já temos e você não sabe como faz e diz que não é

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 13 Web Services Web Services

Leia mais

Integração de sistemas utilizando Web Services do tipo REST

Integração de sistemas utilizando Web Services do tipo REST Integração de sistemas utilizando Web Services do tipo REST Jhonatan Wilson Aparecido Garbo, Jaime Willian Dias Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil jhowgarbo@gmail.com jaime@unipar.br

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 2 Computação em Nuvem Desafios e Oportunidades A Computação em Nuvem

Leia mais

PROGRAMAÇÃO SERVIDOR WEBSERVICES EM SISTEMAS WEB. Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1

PROGRAMAÇÃO SERVIDOR WEBSERVICES EM SISTEMAS WEB. Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 PROGRAMAÇÃO SERVIDOR EM SISTEMAS WEB WEBSERVICES Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 Objetivos Compreender o que é um WebService e sua utilidade Compreender a lógica de funcionamento de um WebService Capacitar

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO Prof. Adriano Avelar Site: www.adrianoavelar.com Email: eam.avelar@gmail.com Mecanismos de Comunicação Protocolos de Aplicação Mecanismos de comunicação

Leia mais

Web Services. (Introdução)

Web Services. (Introdução) Web Services (Introdução) Agenda Introdução SOA (Service Oriented Architecture) Web Services Arquitetura XML SOAP WSDL UDDI Conclusão Introdução Comunicação distribuída Estratégias que permitem a comunicação

Leia mais

INTEGRAÇÃO DE APLICAÇÕES UTILIZANDO WEB SERVICE 1. Kellen Kristine Perazzoli 2 ; Manassés Ribeiro 3

INTEGRAÇÃO DE APLICAÇÕES UTILIZANDO WEB SERVICE 1. Kellen Kristine Perazzoli 2 ; Manassés Ribeiro 3 INTEGRAÇÃO DE APLICAÇÕES UTILIZANDO WEB SERVICE 1 Kellen Kristine Perazzoli 2 ; Manassés Ribeiro 3 INTRODUÇÃO Atualmente empresas de diversos portes estão encontrando nos web services soluções para seus

Leia mais

Serviços Web: Arquitetura

Serviços Web: Arquitetura Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão Objetivos Nesta aula

Leia mais

Web Services. Integração de aplicações na Web. Sistemas Distribuídos

Web Services. Integração de aplicações na Web. Sistemas Distribuídos Web Services Integração de aplicações na Web Integração de Aplicações na Web Interoperação entre ambientes heterogêneos desafios diversidade de componentes: EJB, CORBA, DCOM... diversidade de linguagens:

Leia mais

Service Oriented Architecture (SOA)

Service Oriented Architecture (SOA) São Paulo, 2011 Universidade Paulista (UNIP) Service Oriented Architecture (SOA) Prof. MSc. Vladimir Camelo vladimir.professor@gmail.com 04/09/11 vladimir.professor@gmail.com 1 04/09/11 vladimir.professor@gmail.com

Leia mais

Infra estrutura da Tecnologia da Informação

Infra estrutura da Tecnologia da Informação Infra estrutura da Tecnologia da Informação Capítulo 3 Adaptado do material de apoio ao Livro Sistemas de Informação Gerenciais, 7ª ed., de K. Laudon e J. Laudon, Prentice Hall, 2005 CEA460 Gestão da Informação

Leia mais

DISTRIBUTED SYSTEMS ARCHITECTURES. Ian Sommerville, 8º edição Capítulo 12 Aula de Luiz Eduardo Guarino de Vasconcelos

DISTRIBUTED SYSTEMS ARCHITECTURES. Ian Sommerville, 8º edição Capítulo 12 Aula de Luiz Eduardo Guarino de Vasconcelos DISTRIBUTED SYSTEMS ARCHITECTURES Ian Sommerville, 8º edição Capítulo 12 Aula de Luiz Eduardo Guarino de Vasconcelos Objetivos Explicar as vantagens e desvantagens das arquiteturas de sistemas distribuídos

Leia mais

Modelagem de Sistemas Web. Ferramentas e metodologias para projeto de sistemas web

Modelagem de Sistemas Web. Ferramentas e metodologias para projeto de sistemas web Modelagem de Sistemas Web Aula 4 Ferramentas e metodologias para projeto de sistemas web Ferramentas e metodologias para projeto de sistemas web Ferramentas CASE Fontes: Sarajane e Marques Peres Introdução

Leia mais

Service Oriented Architecture SOA

Service Oriented Architecture SOA Service Oriented Architecture SOA Arquitetura orientada aos serviços Definição: Arquitetura de sistemas distribuídos em que a funcionalidade é disponibilizada sob a forma de serviços (bem definidos e independentes)

Leia mais

Extensões MIDP para Web Services

Extensões MIDP para Web Services Extensões MIDP para Web Services INF-655 Computação Móvel Universidade Federal de Viçosa Departamento de Informática MIDP Architecture MIDP = Mobile Information Device Profile Connection Framework HttpConnection

Leia mais

Linha de Produto para BPM

Linha de Produto para BPM Linha de Produto para BPM Prof. Dr. Marcelo Fantinato m.fantinato@usp.br Sistemas de Informação, EACH/USP Agenda Fundamentos LP para BPM Estabelecimento de Contratos Exemplo de Aplicação Trabalhos em Andamento/Próximos

Leia mais

Porque adotar SOA. (Service Oriented Architecture) SOA. Por Ricardo de Castro Barbosa. Publicado Setembro/2008. 1 Portal BPM - www.portalbpm.com.

Porque adotar SOA. (Service Oriented Architecture) SOA. Por Ricardo de Castro Barbosa. Publicado Setembro/2008. 1 Portal BPM - www.portalbpm.com. SOA Porque adotar SOA (Service Oriented Architecture) Por Ricardo de Castro Barbosa Publicado Setembro/2008 Ricardo de Castro Barbosa é sócio da SOA- Savoir Faire (www.soa-savoirfaire.com.br) empresa dedicada

Leia mais

UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos

UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos UNIVERSIDADE Sistemas Distribuídos Ciência da Computação Prof. Jesus José de Oliveira Neto Web Services Web Services Existem diferentes tipos de comunicação em um sistema distribuído: Sockets Invocação

Leia mais

IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andra, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com

IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andra, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com CADERNO IDC Nº 49 IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andra, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com Web Services OPINIÃO IDC Apesar de não constituírem uma alteração tecnológica radical,

Leia mais

Kassius Vargas Prestes

Kassius Vargas Prestes Kassius Vargas Prestes Agenda 1. Introdução Web Services 2. XML, SOAP 3. Apache Tomcat 4. Axis 5. Instalação Tomcat e Axis 6. Criação de um Web Service 7. Criação de um cliente Baixar http://www.inf.ufrgs.br/~kvprestes/webservices/

Leia mais

Web services. Um web service é qualquer software que está disponível através da Internet através de uma interface XML.

Web services. Um web service é qualquer software que está disponível através da Internet através de uma interface XML. Web services Um web service é qualquer software que está disponível através da Internet através de uma interface XML. XML é utilizado para codificar toda a comunicação de/para um web service. Web services

Leia mais

BPM e SOA. Grinaldo Lopes de Oliveira (grinaldo@gmail.com) Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

BPM e SOA. Grinaldo Lopes de Oliveira (grinaldo@gmail.com) Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas BPM e SOA Grinaldo Lopes de Oliveira (grinaldo@gmail.com) Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Como funcionam as organizações? O que ébpm Business Process Management (BPM)

Leia mais

Programação Cliente em Sistemas Web

Programação Cliente em Sistemas Web Programação Cliente em Sistemas Web WEBSERVICES Cap 18. - Sistemas distribuídos e serviços web em Deitel, H.M, Sistemas Operacionais, 3 ª edição, Pearson Prentice Hall, 2005 Fonte: Rodrigo Rebouças de

Leia mais

INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES

INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES Sistema de Informação e Tecnologia FEQ 0411 Prof Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br Capítulo 5 INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES PRADO, Edmir P.V.; SOUZA, Cesar A. de. (org). Fundamentos

Leia mais

WORKFLOW. Mapeamento de Processos de Negócio 26/11/2009. Tadeu Cruz, Prof. M.Sc. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

WORKFLOW. Mapeamento de Processos de Negócio 26/11/2009. Tadeu Cruz, Prof. M.Sc. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS WORKFLOW Mapeamento de Processos de Negócio Tadeu Cruz, Prof. M.Sc. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS É proibido a reprodução total ou parcial de qualquer forma ou por qualquer meio sem a expressa autorização

Leia mais

2 Conceitos relativos a Web services e sua composição

2 Conceitos relativos a Web services e sua composição 15 2 Conceitos relativos a Web services e sua composição A necessidade de flexibilidade na arquitetura das aplicações levou ao modelo orientado a objetos, onde os processos de negócios podem ser representados

Leia mais

ANEXO V Edital nº 03508/2008

ANEXO V Edital nº 03508/2008 ANEXO V Edital nº 03508/2008 Projeto de integração das informações de mandado de prisão e processos dos Tribunais Regionais Federais e do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios O objetivo

Leia mais

3 Serviços na Web (Web services)

3 Serviços na Web (Web services) 3 Serviços na Web (Web services) 3.1. Visão Geral Com base na definição do Word Wide Web Consortium (W3C), web services são aplicações autocontidas, que possuem interface baseadas em XML e que descrevem

Leia mais

TEMA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO -Tipos de SI e Recursos de Software parte2. AULA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PROFa. ROSA MOTTA

TEMA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO -Tipos de SI e Recursos de Software parte2. AULA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PROFa. ROSA MOTTA TEMA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO -Tipos de SI e Recursos de Software parte2 AULA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PROFa. ROSA MOTTA CONTEÚDO DA AULA Tipos de Software Serviços Web Tendências 2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Leia mais

Componentes para Computação Distribuída

Componentes para Computação Distribuída Componentes para Computação Distribuída Conceitos Foi a partir do fenômeno da Internet (WWW), no início dos anos noventa, que a computação distribuída passou a ter relevância definitiva, a ponto de a Internet

Leia mais

Serviços Web: Introdução

Serviços Web: Introdução Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão Objetivos Nesta aula

Leia mais

SCE-557. Técnicas de Programação para WEB. Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello mello@icmc.usp.br

SCE-557. Técnicas de Programação para WEB. Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello mello@icmc.usp.br SCE-557 Técnicas de Programação para WEB Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello mello@icmc.usp.br 1 Cronograma Fundamentos sobre servidores e clientes Linguagens Server e Client side

Leia mais

acoplamento Exprime o grau de conexão entre os módulos; os módulos de um software devemapresentar um baixo coeficiente de acoplamento.

acoplamento Exprime o grau de conexão entre os módulos; os módulos de um software devemapresentar um baixo coeficiente de acoplamento. SOA Arquitetura Orientada a Serviços Conceitos e Aplicações Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com/ http://edilms.eti.br Gestão de TI Conceitode SOA SOA - Service OrientedArchitecture (Arquitetura

Leia mais

SOA Introdução. SOA Visão Departamental das Organizações

SOA Introdução. SOA Visão Departamental das Organizações 1 Introdução A Organização é a forma pela qual nós coordenamos nossos recursos de todos os tipos para realizar o trabalho que nos propusemos a fazer. A estrutura de nossas organizações manteve-se basicamente

Leia mais

Web Services - Definição. Web Services - Introdução. Universidade Federal de Santa Catarina. DSOOII Web Services

Web Services - Definição. Web Services - Introdução. Universidade Federal de Santa Catarina. DSOOII Web Services Universidade Federal de Santa Catarina DSOOII Web Services Web Services - Introdução Havia inconsistência de plataformas, sistemas operacionais e/ou linguagens de programação; Acadêmicos: Ariane Talita

Leia mais

Web Services. Autor: Rômulo Rosa Furtado

Web Services. Autor: Rômulo Rosa Furtado Web Services Autor: Rômulo Rosa Furtado Sumário O que é um Web Service. Qual a finalidade de um Web Service. Como funciona o serviço. Motivação para o uso. Como construir um. Referências. Seção: O que

Leia mais

Fase 1: Engenharia de Produto

Fase 1: Engenharia de Produto Fase 1: Engenharia de Produto Disciplina: Análise de Requisitos DURAÇÃO: 44 h O objetivo principal da disciplina é realizar uma análise das necessidades e produzir um escopo do produto. Representará os

Leia mais

Arquiteturas SOA, WOA, e REST

Arquiteturas SOA, WOA, e REST Arquiteturas SOA, WOA, e REST Aplicação de Software Social Fred Figueiredo Luiz Borges Pedro Pires Arquiteturas SOA, WOA e REST Desenvolvimento de aplicações orientadas ao fornecimento de serviços que

Leia mais

O SECRETÁRIO DA ADMINISTRAÇÃO, no uso da atribuição que lhe é conferida pelo Decreto n 15.348, de 06 de agosto de 2014, resolve expedir a seguinte,

O SECRETÁRIO DA ADMINISTRAÇÃO, no uso da atribuição que lhe é conferida pelo Decreto n 15.348, de 06 de agosto de 2014, resolve expedir a seguinte, INSTRUÇÃO Nº 011/2015 Orienta os órgãos e entidades da Pública do Poder Executivo Estadual sobre os procedimentos referentes às contratações de serviços da Companhia de Processamento de Dados do Estado

Leia mais

SOA - Service Oriented Architecture. Marcelo Canevello Ferreira

SOA - Service Oriented Architecture. Marcelo Canevello Ferreira SOA - Service Oriented Architecture Marcelo Canevello Ferreira Índice Arquitetura baseada em componentes Introdução a SOA Principais conceitos de SOA SOA Framework Abordagem de integração Conclusões Evolução

Leia mais

Webservices. O que é um web service? Características. Por que web services? Tipos de web services

Webservices. O que é um web service? Características. Por que web services? Tipos de web services Webservices O que é um web service? Solução utilizada na integração de sistemas e na comunicação entre aplicações diferentes Permite que um código rodando em uma máquina (cliente) interaja com um código

Leia mais

Arquiteturas, Padrões e Serviços para Geoprocessamento. Lúbia Vinhas 13/05/2008

Arquiteturas, Padrões e Serviços para Geoprocessamento. Lúbia Vinhas 13/05/2008 Arquiteturas, Padrões e Serviços para Geoprocessamento Lúbia Vinhas 13/05/2008 Desejo saber estatísticas sobre áreas queimadas. Desejo fazer análises por localização, por classes de uso ou ainda por seleção

Leia mais

Web Services e SOAP. Alexandre Zua CaldeiraTecnologias de Middleware 2006/2007 20.10.2006. Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa

Web Services e SOAP. Alexandre Zua CaldeiraTecnologias de Middleware 2006/2007 20.10.2006. Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Alexandre Zua Caldeira Tecnologias de Middleware 2006/2007 Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa 20.10.2006 1 Introdução Definições Limitações do Middleware Estudado Integração com Web Services

Leia mais

Criando Web Services. Palestrante: Daniel Destro do Carmo

Criando Web Services. Palestrante: Daniel Destro do Carmo Criando Web Services com Apache Axis Palestrante: Daniel Destro do Carmo Tópicos do Tutorial Introdução O que são Web Services? Padrões Web Services SOAP WSDL Web Services com Java O que é Apache Axis?

Leia mais

CST em Redes de Computadores

CST em Redes de Computadores CST em Redes de Computadores Serviços de Rede Aula 02 Virtualização e Instalação de Servidores Linux Prof: Jéferson Mendonça de Limas Introdução O que é Virtualização? Recurso que permite utilizar diversos

Leia mais

Arquitetura de Software: Uma Central para Gestão da execução de serviços

Arquitetura de Software: Uma Central para Gestão da execução de serviços Arquitetura de Software: Uma Central para Gestão da execução de serviços ADILSON FERREIRA DA SILVA Centro Paula Souza São Paulo Brasil afs.software@gmail.com Prof.a. Dr.a. MARILIA MACORIN DE AZEVEDO Centro

Leia mais

Sistemas de Informações Gerenciais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios

Sistemas de Informações Gerenciais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Sistemas de Informações Gerenciais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Capítulo 4 Infra-Estrutura de TI: Hardware e Software 2 1 OBJETIVOS

Leia mais

GBD PROF. ANDREZA S. AREÃO

GBD PROF. ANDREZA S. AREÃO GBD PROF. ANDREZA S. AREÃO Dado, Informação e Conhecimento DADO: Estímulos captados pelos sentidos humanos; Símbolos gráficos ou sonoros; Ocorrências registradas (em memória, papel, etc.); Indica uma situação

Leia mais

Arquitetura SOA SCP. Sistema de Controle Patrimonial. Pandora Tech Soluções em Software Livre. Versão Atual 1.0. Data Versão Descrição Autor

Arquitetura SOA SCP. Sistema de Controle Patrimonial. Pandora Tech Soluções em Software Livre. Versão Atual 1.0. Data Versão Descrição Autor SCP Pandora Tech Soluções em Software Livre Versão Atual 1.0 Histórico das Revisões Data Versão Descrição Autor 24/02/2010 1.0 Criação do Documento Fernando Anselmo Parte Conceito O uso de tecnologias

Leia mais

MADALENA PEREIRA DA SILVA SLA Sociedade Lageana de Educação DCET Departamento de Ciências Exatas e Tecnológica

MADALENA PEREIRA DA SILVA SLA Sociedade Lageana de Educação DCET Departamento de Ciências Exatas e Tecnológica MADALENA PEREIRA DA SILVA SLA Sociedade Lageana de Educação DCET Departamento de Ciências Exatas e Tecnológica Desenvolvimento de Web Services com SOAP. 1. Introdução. Com a tecnologia de desenvolvimento

Leia mais

Sistema de Entrega para Suporte Varejista Utilizando a Metaheurística GRASP

Sistema de Entrega para Suporte Varejista Utilizando a Metaheurística GRASP Sistema de Entrega para Suporte Varejista Utilizando a Metaheurística GRASP Gil Romeu A. Pereira 1, Ivairton M. Santos 1 1 Universidade Federal de Mato Grosso(UFMT) Campus Universitário do Araguaia Instituto

Leia mais

A API de Publicação (Publishing API) suporta a operação publish que habilita empresas a colocarem e atualizarem a informação em um registro UDDI.

A API de Publicação (Publishing API) suporta a operação publish que habilita empresas a colocarem e atualizarem a informação em um registro UDDI. No capítulo anterior sobre o modelo de informação de UDDI é mostrado como são estruturados os dados sobre empresas, negócios e serviços. Agora que entendido como a informação é estruturada, o próximo entendimento

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de Fora Ciência da Computação Sistemas Distribuídos Professor Ciro Barbosa

Universidade Federal de Juiz de Fora Ciência da Computação Sistemas Distribuídos Professor Ciro Barbosa Universidade Federal de Juiz de Fora Ciência da Computação Sistemas Distribuídos Professor Ciro Barbosa Web Service Plínio Antunes Garcia Sam Ould Mohamed el Hacen Sumário Introdução conceitual O Web Service

Leia mais

Unidade II MODELAGEM DE PROCESSOS

Unidade II MODELAGEM DE PROCESSOS Unidade II 3 MODELAGEM DE SISTEMAS 1 20 A fase de desenvolvimento de um novo sistema de informação (Quadro 2) é um momento complexo que exige um significativo esforço no sentido de agregar recursos que

Leia mais

Projeto: Plataforma de Integração. Data: 01/08/2014

Projeto: Plataforma de Integração. Data: 01/08/2014 Manual do Usuário - Autenticação Plataforma de Integração Arquitetura de Software 1.0 20/03/2014 1 de 8 Histórico de Revisões Data Versão Descrição 01/08/2014 1.0 Criação do documento 04/08/2014 1.1 Revisão

Leia mais

Documento apresentado para discussão. II Encontro Nacional de Produtores e Usuários de Informações Sociais, Econômicas e Territoriais

Documento apresentado para discussão. II Encontro Nacional de Produtores e Usuários de Informações Sociais, Econômicas e Territoriais Documento apresentado para discussão II Encontro Nacional de Produtores e Usuários de Informações Sociais, Econômicas e Territoriais Rio de Janeiro, 21 a 25 de agosto de 2006 PID - Projeto de Interoperabilidade

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Universidade Federal do Pará Campus Universitário de Marabá Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação Sistemas Distribuídos Prof.: Warley Junior warleyjunior05@gmail.com Plano de Ensino. Turma SI

Leia mais

Comunicado Técnico 20

Comunicado Técnico 20 Comunicado Técnico 20 ISSN 2177-854X Novembro. 2012 Uberaba - MG Redes PLC Uma nova alternativa para a transmissão de dados Instruções Técnicas Responsável: Thiago Lara dos Reis Graduado no curso de Sistemas

Leia mais

GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS FORMAS DE TROCA DE INFORMAÇÃO: EDI E XML

GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS FORMAS DE TROCA DE INFORMAÇÃO: EDI E XML GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS FORMAS DE TROCA DE INFORMAÇÃO: EDI E XML Prof. Dr. Daniel Caetano 2016-1 Objetivos Compreender as diferentes tecnologias de troca de informação em uma Cadeia de Suprimentos

Leia mais

AUTOMAÇÃO SUPERVISÃO E CONTROLE E A APLICAÇÃO DA ARQUITETURA ORIENTADA A SERVIÇOS SOA.

AUTOMAÇÃO SUPERVISÃO E CONTROLE E A APLICAÇÃO DA ARQUITETURA ORIENTADA A SERVIÇOS SOA. AUTOMAÇÃO SUPERVISÃO E CONTROLE E A APLICAÇÃO DA ARQUITETURA ORIENTADA A SERVIÇOS SOA. Uma significativa parcela dos sistemas de automação de grandes empresas são legados de tecnologias de gerações anteriores,

Leia mais

Integração Orientada a Serviços

Integração Orientada a Serviços Integração Orientada a Serviços Porto Alegre, Agosto de 2006 Agenda Sobre a e-core SOA O que é? Web Services x SOA Principal Motivação - Integração SOI ESB BPEL JBI ServiceMix Solução Proposta A Empresa

Leia mais

Metadados. 1. Introdução. 2. O que são Metadados? 3. O Valor dos Metadados

Metadados. 1. Introdução. 2. O que são Metadados? 3. O Valor dos Metadados 1. Introdução O governo é um dos maiores detentores de recursos da informação. Consequentemente, tem sido o responsável por assegurar que tais recursos estejam agregando valor para os cidadãos, as empresas,

Leia mais

COMPARANDO APLICAÇÃO WEB SERVICE REST E SOAP

COMPARANDO APLICAÇÃO WEB SERVICE REST E SOAP COMPARANDO APLICAÇÃO WEB SERVICE REST E SOAP Cleber de F. Ferreira¹, Roberto Dias Mota¹. ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil cleberferreirasi@hotmail.com, motaroberto@hotmail.com Resumo.

Leia mais

Daniel Berti Fonseca RA 0310096-8º semestre INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS CORPORATIVOS COMPLEXOS COM JAVA EE

Daniel Berti Fonseca RA 0310096-8º semestre INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS CORPORATIVOS COMPLEXOS COM JAVA EE Daniel Berti Fonseca RA 0310096-8º semestre INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS CORPORATIVOS COMPLEXOS COM JAVA EE Jaguariúna 2006 Daniel Berti Fonseca RA 0310096-8º Semestre INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS CORPORATIVOS COMPLEXOS

Leia mais

INTEGRAÇÃO DE APLICAÇÕES UTILIZANDO WEB SERVICE. Kellen Kristine Perazzoli 1, Manassés Ribeiro 2 RESUMO

INTEGRAÇÃO DE APLICAÇÕES UTILIZANDO WEB SERVICE. Kellen Kristine Perazzoli 1, Manassés Ribeiro 2 RESUMO INTEGRAÇÃO DE APLICAÇÕES UTILIZANDO WEB SERVICE Kellen Kristine Perazzoli, Manassés Ribeiro RESUMO O grande avanço tecnológico vivenciado nos últimos anos, os web services vem sendo utilizados trazendo

Leia mais

Objetivos Específico

Objetivos Específico Banco de Dados Ementa (DBA) Conceitos Gerais sobre Banco de Dados Instalação e configuração da Ferramenta de Banco de Dados. Elaboração de projeto de Banco de Dados. Implementação do projeto de Banco de

Leia mais

Trabalho de Sistemas Distribuídos

Trabalho de Sistemas Distribuídos Cássio de Olivera Ferraz Trabalho de Sistemas Distribuídos Petrópolis 2015, v-1.0 Cássio de Olivera Ferraz Trabalho de Sistemas Distribuídos Trabalho sobre sistemas distribuídos e suas tecnologias. Universidade

Leia mais

Sistemas de Informações Gerenciais Introdução as redes de comunicação e redes de computadores Prof. MSc Hugo Vieira L. Souza

Sistemas de Informações Gerenciais Introdução as redes de comunicação e redes de computadores Prof. MSc Hugo Vieira L. Souza Sistemas de Informações Gerenciais Introdução as redes de comunicação e redes de computadores Prof. MSc Hugo Vieira L. Souza Este documento está sujeito a copyright. Todos os direitos estão reservados

Leia mais

REST Um Estilo de Arquitetura de Sistemas Distribuídos

REST Um Estilo de Arquitetura de Sistemas Distribuídos REST Um Estilo de Arquitetura de Sistemas Distribuídos Márcio Alves de Araújo¹, Mauro Antônio Correia Júnior¹ 1 Faculdade de Computação Universidade Federal de Uberlândia (UFU) Monte Carmelo MG Brasil

Leia mais

INTERNET, INTRANET E EXTRANET

INTERNET, INTRANET E EXTRANET INTERNET, INTRANET E EXTRANET 1 Internet Rede de computadores que interliga milhões de usuários em todo o mundo. Não é uma rede única, mas um grupo de redes hierarquizadas. Pessoas e computadores trocando

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇOS DE REDE

ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇOS DE REDE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇOS DE REDE Introdução O administrador de redes geovanegriesang@ifsul.edu.br www.geovanegriesang.com Gerenciamento de redes Gerenciamento de rede é o ato de iniciar, monitorar e modificar

Leia mais

QUESTÕES PROVA 2 (28 a 44)

QUESTÕES PROVA 2 (28 a 44) QUESTÕES PROVA 2 (28 a 44) 28) A orientação a objetos é uma forma abstrata de pensar um problema utilizando-se conceitos do mundo real e não, apenas, conceitos computacionais. Nessa perspectiva, a adoção

Leia mais

SINS: um Ambiente para Geração de Aplicações baseadas em Serviços

SINS: um Ambiente para Geração de Aplicações baseadas em Serviços SINS: um Ambiente para Geração de Aplicações baseadas em Serviços Sérgio Larentis Júnior, Jorge Luis Victória Barbosa, Sérgio Crespo Coelho da Silva Pinto, Andrêsa Vargas Larentis Programa Interdisciplinar

Leia mais

CONSTRUÇÃO DE APLICAÇÕES DISTRIBUÍDAS UTILIZANDO SERVIÇOS WEB

CONSTRUÇÃO DE APLICAÇÕES DISTRIBUÍDAS UTILIZANDO SERVIÇOS WEB CONSTRUÇÃO DE APLICAÇÕES DISTRIBUÍDAS UTILIZANDO SERVIÇOS WEB Deusa Cesconeti e Jean Eduardo Glazar Departamento de Ciência da Computação Faculdade de Aracruz UNIARACRUZ {dcescone, jean}@fsjb.edu.br RESUMO

Leia mais

Integração de Sistemas: um estudo de caso do Sistema de Agendamento de Relatórios de uma Instituição Financeira RESUMO

Integração de Sistemas: um estudo de caso do Sistema de Agendamento de Relatórios de uma Instituição Financeira RESUMO Integração de Sistemas: um estudo de caso do Sistema de Agendamento de Relatórios de uma Instituição Financeira Luiz Henrique Santana 1 Leandro Libério da Silva 2 RESUMO Este artigo apresenta um estudo

Leia mais

IBM Software. Otimize seus ambientes de SOA, B2B e nuvem com WebSphere DataPower Agosto de 2011

IBM Software. Otimize seus ambientes de SOA, B2B e nuvem com WebSphere DataPower Agosto de 2011 IBM Software Otimize seus ambientes de SOA, B2B e nuvem com WebSphere DataPower Agosto de 2011 2 Otimize seus ambientes de SOA, B2B e nuvem com WebSphere DataPower Destaques Amplie os serviços de negócios

Leia mais

MAPEAMENTO OBJETO RELACIONAL: UM ESTUDO DE CASO

MAPEAMENTO OBJETO RELACIONAL: UM ESTUDO DE CASO MAPEAMENTO OBJETO RELACIONAL: UM ESTUDO DE CASO UTILIZANDO O HIBERNATE Rafael Laurino GUERRA, Dra. Luciana Aparecida Martinez ZAINA Faculdade de Tecnologia de Indaiatuba FATEC-ID 1 RESUMO Este artigo apresenta

Leia mais

Infraestrutura de Tecnologia de Informação

Infraestrutura de Tecnologia de Informação Infraestrutura de Tecnologia de Informação Mestrado em Gestão estratégicas de Organizações Disciplina: Sistemas de Informação e Novas Tecnologias Organizacionais Professor: M.Sc. Carlos Oberdan Rolim Objetivos

Leia mais

Teste de Software: Um Breve Estudo do Importante Processo no Desenvolvimento de Softwares

Teste de Software: Um Breve Estudo do Importante Processo no Desenvolvimento de Softwares Teste de Software: Um Breve Estudo do Importante Processo no Desenvolvimento de Softwares André Assis Lôbo de Oliveira Francisco Guerra Fernandes Júnior Faculdades Alves Faria, 74445190, Brasil andrelobin@hotmail.com,

Leia mais

SISTEMA COMPUTACIONAL PARA ANÁLISES DE DADOS EM AGRICULTURA DE PRECISÃO

SISTEMA COMPUTACIONAL PARA ANÁLISES DE DADOS EM AGRICULTURA DE PRECISÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA PROJETO SISTEMA COMPUTACIONAL PARA ANÁLISES DE DADOS EM AGRICULTURA DE PRECISÃO ALUNO RICARDO CARDOSO TERZELLA

Leia mais

Aspectos Estratégicos da Computação Distribuída Aula 2

Aspectos Estratégicos da Computação Distribuída Aula 2 Aspectos Estratégicos da Aula 2 Mudanças no Ambiente de Negócios Reengenharia Padrões e Sistemas Abertos Framework para Discussão Processos e Ambientes de Negócios Padronização Introdução à Infra-Estrutura

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 1

ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 1 ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 1 Índice 1. Introdução...3 1.1. O que é um Computador?... 3 1.2. Máquinas Multiníveis... 3 2 1. INTRODUÇÃO 1.1 O QUE É UM COMPUTADOR? Para estudarmos como um computador

Leia mais

UNIMINAS TRABALHO DE FINAL DE CURSO PROPOSTA DE UM MODELO DE TROCA DE INFORMAÇÕES ENTRE AS OPERADORAS TELEFÔNICAS UTILIZANDO SOA E BPEL

UNIMINAS TRABALHO DE FINAL DE CURSO PROPOSTA DE UM MODELO DE TROCA DE INFORMAÇÕES ENTRE AS OPERADORAS TELEFÔNICAS UTILIZANDO SOA E BPEL UNIÃO EDUCACIONAL MINAS GERAIS S/C LTDA. FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS DE MINAS Autorizada pela Portaria nº. 577/2000 MEC, de 03/05/2000 BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO TRABALHO DE FINAL DE CURSO

Leia mais

Universidade Federal de Goiás Centro de Recursos Computacionais - CERCOMP Divisão de Sistemas. Criação de uma Serviço de Geração de Relatórios

Universidade Federal de Goiás Centro de Recursos Computacionais - CERCOMP Divisão de Sistemas. Criação de uma Serviço de Geração de Relatórios Universidade Federal de Goiás Centro de Recursos Computacionais - CERCOMP Divisão de Sistemas Criação de uma Serviço de Geração de Relatórios Goiânia 12/2011 Versionamento 12/12/2011 Hugo Marciano... 1.0

Leia mais

Introdução a Arquiteturas ESB I N S T I T U T O D E G E S TÃ O E M T E C N OLOGIA D A I N F OR M A Ç Ã O

Introdução a Arquiteturas ESB I N S T I T U T O D E G E S TÃ O E M T E C N OLOGIA D A I N F OR M A Ç Ã O Introdução a Arquiteturas ESB Uma típica sala de TV Uma TV e um DVD. Uma típica sala de TV em operação Conexão ponto a ponto entre a sala de TV e o DVD. A sala de TV dos seus sonhos Uma TV Digital, sistemas

Leia mais

Prefeitura de Belo Horizonte. Sistema de Controle de Protocolo

Prefeitura de Belo Horizonte. Sistema de Controle de Protocolo Prefeitura de Belo Horizonte Sistema de Controle de Protocolo Relatório apresentado para concorrer ao 2º Prêmio Inovar BH conforme Edital SMARH nº 001/2014 Belo Horizonte Julho de 2014 Resumo Sendo grande

Leia mais

Perfil Profissional do Módulo de Especialização Técnica em Java com Websphere e Rational

Perfil Profissional do Módulo de Especialização Técnica em Java com Websphere e Rational Perfil Profissional do Módulo de Especialização Técnica em Java com Websphere e Rational Perfil: Desenvolvem e operam sistemas em Linguagem de Programação Java (JEE); configuram servidores de aplicação;

Leia mais

Introdução a Banco de Dados Aula 03. Prof. Silvestri www.eduardosilvestri.com.br

Introdução a Banco de Dados Aula 03. Prof. Silvestri www.eduardosilvestri.com.br Introdução a Banco de Dados Aula 03 Prof. Silvestri www.eduardosilvestri.com.br Arquiteturas de Banco de Dados Arquiteturas de BD - Introdução Atualmente, devem-se considerar alguns aspectos relevantes

Leia mais

Ferramenta para Geração de Código a partir da Especialização do Diagrama de Classes

Ferramenta para Geração de Código a partir da Especialização do Diagrama de Classes Ferramenta para Geração de Código a partir da Especialização do Diagrama de Classes Alexandro Deschamps (Ápice) alexandro@apicesoft.com Everaldo Artur Grahl (FURB/DSC) egrahl@furb.br Resumo. Uma das grandes

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA

ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA A informação sempre esteve presente em todas as organizações; porém, com a evolução dos negócios, seu volume e valor aumentaram muito, exigindo uma solução para seu tratamento,

Leia mais

Engenharia de Software Unidade I Visão Geral

Engenharia de Software Unidade I Visão Geral Conteúdo programático Engenharia de Software Unidade I Visão Geral Prof. Francisco Gerson A. de Meneses O que é Produtos de Software Distribuição de Software Um sistema de Software O software em um cenário

Leia mais

Serviços Web Semânticos

Serviços Web Semânticos Serviços Web Semânticos Paulo Vitor Antonini Orlandin paulovitor_e@hotmail.com Resumo O grande crescimento na utilização de Serviços Web torna imprescindível o desenvolvimento de uma forma de melhoria

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO INSTITUTO DE COMPUTAÇÃO COORDENAÇÃO DE ENSINO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO INSTITUTO DE COMPUTAÇÃO COORDENAÇÃO DE ENSINO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO INSTITUTO DE COMPUTAÇÃO COORDENAÇÃO DE ENSINO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO PROPOSIÇÃO DE UMA NOVA ARQUITETURA BASEADA EM

Leia mais

INTEROPERABILIDADE EM SISTEMAS UTILIZANDO WEB SERVICES COMO MIDDLEWARES

INTEROPERABILIDADE EM SISTEMAS UTILIZANDO WEB SERVICES COMO MIDDLEWARES INTEROPERABILIDADE EM SISTEMAS UTILIZANDO WEB SERVICES COMO MIDDLEWARES Bruno B. Boniati 1, Agner Q. Olson 1, Ms. Edson Luiz Padoin 2 2 Departamento de Tecnologia - 1 Curso de Informática: Sistemas de

Leia mais

O Gerenciamento de Documentos Analógico/Digital

O Gerenciamento de Documentos Analógico/Digital Tipos de GED: Document imaging Document management Document Imaging / Document Management O Gerenciamento de Documentos Analógico/Digital Mundo analógico Criação Revisão Processamento Arquivo Mundo digital

Leia mais