A aquisição de bens com o resultado de infrações penais.

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1 Para se pensar em termos de responsabilidades A aquisição de bens com o resultado de infrações penais. Balanços auditados 1

2 Lei /2012 Crimes de "lavagem" ou ocultação de bens, direitos e valores; Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) Entre as pessoas sujeitas ao mecanismo de controle temos os auditores Art. 9 - XIV As pessoas físicas ou jurídicas que prestem, mesmo que eventualmente, serviços de assessoria, consultoria, contadoria, auditoria, aconselhamento ou assistência, de qualquer natureza, em operações (...) 2

3 SUGESTÃO DE LEITURA 3

4 ARBITRAGEM Lei 9.307/96 SOLUÇÃO MODERNA DE CONFLITOS 4

5 O QUE SE BUSCA COM ESTA APRESENTAÇÃO: a) Desmistificar o instituto da arbitragem; b) Desenvolver um espírito crítico do auditor em relação ao instituto; c) Avaliar riscos e possibilidades frente a alternativa de solução de conflitos. 5

6 A ARBITRAGEM NO BRASIL Lei 9.307/96 segmento de mercado para Auditores Consultores As grandes disputas Mineração Construção Civil Comércio Petróleo Distribuição Fornecimento Representação 6

7 DEMANDAS ENTRE AUDITORES E SEUS CLIENTES Auditores Responsabilidade Indenizações A R B I T R A G E M 7

8 O QUE INTERESSA AOS DEMANDANTES Solução que busque a equidade 1. Árbitro com especialização no assunto; 2. Testemunha técnica adequada; 3. Perito independente e imparcial; 4. Sigilo; 5. Justiça com uma solução rápida. 8

9 AUDITOR E A ARBITRAGEM Contratos de prestação de serviços; CFC divulgação; CFC exame de suficiência; Análise de contratos; Orientações ao cliente; Participação como testemunha técnica. 9

10 BREVE HISTÓRICO DA ARBITRAGEM Idade média - séculos V e XV; Tratado de Tordesilhas 1494; Portugal e Espanha. O árbitro foi o papa 10

11 ALTERNATIVAS DE SOLUÇÃO DE DISPUTAS Arbitragem- Livre vontade e renúncia ao judiciário; Negociação as partes tentam decidir sozinhas o conflito; Conciliação o conciliador propõem soluções; Mediação - o mediador ajuda as partes a obterem uma solução. 11

12 APEPAR Associação de Peritos, Avaliadores, Mediadores, Conciliadores, Árbitros, Intérpretes e Interventores do Paraná 12

13 INSTITUIÇÕES DE ARBITRAGEM Em SC 5 entidades No PR 7 entidades Internacionais CCI AAA Euro Câmaras 13

14 NO ÂMBITO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Portaria 1.281/2007 Advocacia Geral da União 14

15 Celeridade; Sigilo; VANTAGENS DA ARBITRAGEM Especialização (árbitro com conhecimento de auditoria); Livre escolha do árbitro ou árbitros; Economia (tempo e dinheiro). 15

16 DEMANDAS TÍPICAS DA ARBITRAGEM Direitos patrimoniais disponíveis, tais como: 1. Ações quotas; 2. Serviços especializados; 3. Contratos; 4. Acordo de acionistas; 5. Questões ligadas a incorporação cisão, fusão. 16

17 OUTRAS BASES LEGAIS Participação nos lucros de empregados L /00, art. 4; Questões Societárias - L 6.404/76 art. 109 Contratos - CC/02 art. 853; Parcerias Públicas Privadas L /04 art. 11, inc. 3; Concessão de Serviços Públicos L /05 art. 23 A; No texto da Constituição, art. 114, 1º, as partes poderão eleger árbitros. 17

18 LEI COMPLEMENTAR 123 DE 14/12/2006 O art. 75 prevê para as microempresas e pequenas empresas, o norte que as mesmas deverão ser estimuladas a utilizarem da arbitragem em seus litígios. Art. 75. As microempresas e as empresas de pequeno porte deverão ser estimuladas a utilizar os institutos de conciliação prévia, mediação e arbitragem para a solução de seus conflitos. 18

19 ARBITRAGEM NO MERCOSUL Em função do Decreto 4.719/03, o Brasil admite com seus pares no Mercosul, a arbitragem como um dos métodos alternativos para a solução de controvérsias surgidas de contratos comerciais internacionais concluídos entre pessoas de direito privado. 19

20 ESTÃO FORA DA ARBITRAGEM Crimes; Direito de família; Tributos; Salários. 20

21 TIPOS DE ARBITRAGEM De Equidade De Direito 21

22 FATOS NOTÓRIOS DA ARBITRAGEM Não se aplica o Código de Processo Civil; O árbitro decide sobre à sua própria competência; Não se têm instâncias superiores ou recursos; A cláusula arbitral é autônoma em relação aos contratos; Eleita a arbitragem, fica afastado o poder judicial. 22

23 CABE AO ÓRGÃO ARBITRAL a) designar as datas e locais para realização das audiências e demais atos processuais; b) fazer a notificação das partes, testemunhas e peritos, a fim de que compareçam para praticarem os atos pertinentes, propiciando o andamento do processo; c) requerer a efetivação de medidas coercitivas ao judiciário de acordo com a necessidade; 23

24 d) eleger o presidente do tribunal arbitral, em sendo órgão colegiado; e) nomear árbitro impar, desempatador; f) nomear um secretário para o árbitro ou árbitros, se for o caso; g) fixar o procedimento arbitral no silêncio das partes ou quando delegado por elas, determinar o adiantamento das despesas processuais, se achar conveniente, dentre outros. 24

25 ARBITRAGEM INSTITUCIONAL É a administração dos procedimentos da arbitragem, através das regras e regulamentos, criadas por uma instituição arbitral, ou seja, é a hipótese onde se aplica a forma convencionada pela instituição arbitral, para a condução do pleito arbitral. 25

26 ARBITRAGEM AD HOC É aquela forma de arbitragem que se dará somente entre os árbitros e as partes, sem intermédio ou com a aplicação de regras e regulamentos criadas por uma instituição arbitral, ou seja, é a hipótese onde se aplica a forma convencionada pelas partes, sem interferência de uma instituição arbitral. A arbitragem ad hoc é quando os procedimentos para arbitragem são as fixadas pelas partes ou determinadas pelo árbitro; normalmente isto decorre da escolha efetuada livremente pelos litigantes, através do compromisso arbitral que poderá ser firmado na existência de um litígio. 26

27 ÁRBITRO Qualquer pessoa capaz e maior; De confiança das partes; Juiz de fato e de direito; Um ou mais árbitros; Equiparados a funcionário público. 27

28 Regime principiológico Publicidade Impessoalidade CF Art. 37 Eficiência Moralidade Legalidade árbitro Funcionário Público 28

29 NÃO PODEM SER ÁRBITROS Os incapazes; Os analfabetos; Os suspeitos de parcialidade; 29

30 A AUTONOMIA DA ESCOLHA A autonomia funda-se na base das obrigações. É uma vontade livre e soberana, sem a qual o indivíduo não poderia vincular-se a arbitragem. Tendo a arbitragem uma natureza contratual, predomina a autonomia da vontade, que se constitui na essência do instituto. 30

31 CLÁUSULA COMPROMISSÓRIA Cláusula Compromissória Vazia Cláusula Compromissória Cheia 31

32 É POSSÍVEL NA ARBITRAGEM: 1. Afastar inclusive a legislação; 2. Simplesmente apoiar-se nos princípios gerais de direito, nos usos e costumes e nas regras internacionais do comércio (art. 2º, 2º); 3. Pactuar que a arbitragem seja instituída e processada segundo as regras instituídas por alguma entidade especializado no assunto. 32

33 INFORMAÇÕES MÍNIMAS Sede da arbitragem (Brasil ou não STJ); A lei aplicada ou autorização para a equidade; Idioma da Arbitragem; Regra da Arbitragem (entidade ou definida pelas partes); Responsabilidade, honorários e despesas etc. 33

34 PROVAS NA ARBITRAGEM Testemunhas confissão Testemunhas técnicas Perícia Presunção E outros meios de provas ( documental) Obtidas com a ajuda da justiça estatal, carta arbitral, pedido de cooperação 34

35 O esclarecimento de uma testemunha técnica muitas vezes é a diferença entre ganhar ou perder uma demanda. 35

36 Perícia contábil Podem os assistentes apresentarem seus pareceres e defesa oral antes do perito do árbitro. Ao perito do árbitro pode ficar restrito apenas as questões divergentes dos assistentes. 36

37 SÃO GARANTIDOS NA O contraditório ARBITRAGEM A ampla defesa 37

38 OS PRINCÍPIOS DA ARBITRAGEM 2, ART. 21 SÃO: contraditório; da igualdade das partes; da imparcialidade; do livre convencimento. 38

39 CAPACIDADE POSTULATÓRIA A LA no art. 21, 3º, confere às partes a capacidade postulatória, ou seja, a possibilidade de atuarem por si, sem a necessidade de procurador. A presença do advogado na arbitragem não é obrigatória, mas admissível. 39

40 SENTENÇA ARBITRAL Seis meses Não tem recurso Requisitos da sentença Anulação da Sentença Sentenças arbitrais estrangeiras STJ 40

41 REQUISITOS DA SENTENÇA ARBITRAL O art. 31 da Lei de Arbitragem determina que: A sentença arbitral produz, entre as partes e seus sucessores, os mesmos efeitos da sentença proferida pelo órgão do Poder Judiciário e, sendo condenatória, constitui título executivo. E ainda dispõe o art. 18: O árbitro é juiz de fato e de direito, e a sentença que proferir não fica sujeita a recurso ou homologação pelo Poder Judiciário. 41

42 A SENTENÇA ARBITRAL É COMPOSTA DE: 1. Relatório; 2. Fundamentação; 3. Dispositivo. 42

43 UMA SENTENÇA ARBITRAL, ASSIM COMO UMA DO JUÍZO COMUM ESTATAL, PRODUZ EFEITOS QUE SÃO: a) dizer o direito e a obrigação das partes; b) por fim à atividade de disputa; c) constituir título executivo, se condenatória for a sentença; d) sujeitar o devedor à execução. 43

44 CURIOSIDADES O árbitro pode declarar a inconstitucionalidade de uma determinada lei em relação ao caso em concreto; Pode haver condenação por litigância de má-fé; Pode haver ou não honorário de sucumbência. 44

45 SUGESTÃO DE LEITURA NOVO LIVRO!! 45

46 RECEBA INFORMAÇÕES E NOVIDADES SOBRE CONTABILIDADE CADASTRE O SEU EM: 46

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