Expansão industrial e maior oferta de raiz sustentam produção recorde de fécula em 2015

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1 Expansão industrial e maior oferta de raiz sustentam produção recorde de fécula em 2015 Quantidade de fécula produzida cresceu 17% e superou 750 mil toneladas em 2015 A produção brasileira de fécula cresceu 17% em 2015 e ultrapassou 750 mil toneladas, a maior nos últimos 25 anos, conforme observado na Figura 1. Entre 2014 e 2015, a quantidade de mandioca processada na indústria de fécula cresceu 9,6%, totalizando 2,55 milhões de toneladas, de acordo com levantamentos do Cepea. Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontaram que, em 2015, a área colhida com mandioca no Brasil foi de 1,49 milhão de hectares, queda de 4,7% frente a Devido à menor produção em estados relevantes, como a Bahia, que teve cultivo 13% menor no período, a produção caiu 2,1%, totalizando 22,7 milhões de toneladas. Por outro lado, em parte de Mato Grosso do Sul e São Paulo, houve expressivo aumento de 15,5% e 1%, respectivamente, na produção de mandioca. Figura 1. Evolução da produção brasileira de fécula de mandioca entre 1990 e Fonte: Abam para os anos de 1990 a 2003; Cepea Esalq/USP, de 2004 a Estes dados fazem parte do 12º Levantamento sobre o Desempenho da Indústria de Fécula de Mandioca realizado pelo Cepea, em parceria com a Abam (Associação Brasileira dos Produtores de Amido de Mandioca). As informações foram obtidas por meio de questionários enviados às 73 fecularias ativas do Brasil (100% do total). 1. Estrutura e dimensão da indústria de fécula de mandioca no Brasil

2 Em 2015, havia 78 fecularias instaladas e 73 em operação no Brasil. Deste total, 42 empresas estão no Paraná (57,5%), 14 em Mato Grosso do Sul (19,2%), nove no estado de São Paulo (12,3%), sete em Santa Catarina (9,6%) e uma na Bahia (1,4%). A capacidade da indústria de fécula brasileira no ano passado era de 19,5 mil toneladas de mandioca por dia. Parte relevante está concentrada no Paraná (67%), Mato Grosso do Sul (21%), estado de São Paulo (9%), Santa Catarina (2%) e Bahia (1%). Na atual capacidade brasileira seria possível o processamento de 5,36 milhões de toneladas de mandioca por ano. Entretanto, foram processadas 2,55 milhões, diferença de 53%. Esta queda deve-se a sazonalidade de oferta, aos fatores climáticos e a ausência de mecanismos de governança mais eficientes por parte das fecularias na aquisição da matéria-prima. 2. Produção estadual e regional de fécula No Paraná, a produção de fécula cresceu 15,5% entre 2014 e 2015, alcançando 520,07 mil toneladas (68,8% do total do Brasil). No entanto, o crescimento mais expressivo de 38,8% - se deu em Mato Grosso do Sul, totalizando 184,94 mil toneladas (24,5% do total). No estado de São Paulo, a produção caiu 17,8% no período, com 43,41 mil toneladas. O estado representou 5,7% do total nacional. Vale destacar que, desde 2013, a região paulista vem registrando queda em produção de fécula. Por fim, Bahia e Santa Catarina representaram respectivos 0,6% e 0,3% do total nacional. Na Tabela 1 pode se observar a produção e participação de cada estado entre 2013 e Tabela 1. Produção total e participação dos estados na produção nacional de fécula entre 2013 e Estados Produção (t) % do total Produção (t) % do total Produção (t) % do total PR 333,36 70,30% 450,15 69,80% 520,07 68,80% MS 94,74 20,00% 133,63 20,70% 184,94 24,50% SP 40,48 8,50% 52,82 8,20% 43,41 5,70% BA 1,6 0,30% 1,6 0,20% 4,53 0,60% SC 2,36 0,50% 5,48 0,80% 2,45 0,30% PA 1,5 0,30% 1,5 0,20% 0 0,00% Total 474,05 100,00% 645,18 100,00% 755,41 100,00% Fonte: Cepea Esalq/USP (2016) O noroeste do Paraná continuou sendo o principal produtor brasileiro de fécula em 2015, com 40,6% do total nacional, conforme é possível observar na Tabela 2. Apesar da região do extremo-oeste do Paraná ser a segunda maior produtora, com 120,6 mil toneladas, apresentou queda no total produzido. A produção de fécula aumentou 14,4% no centro-oeste paranaense

3 entre 2014 e 2015, e a participação sobre o total produzido seguiu praticamente estável, com 12,3% no último período. Em Mato Grosso do Sul, foram contabilizadas 116,19 mil toneladas de fécula produzidas em 2015, crescimento de 63,5%. Além disso, a região passou a representar 15,4% do total nacional no ano passado. No sudeste do estado, a produção avançou 9,9% entre 2014 e 2015, mas diminuiu a representatividade sobre o total, pois ano passado alcançou 9,1% do total (Tabela 2). Na região paulista de Assis, o total de fécula de mandioca foi de 43,4 mil toneladas em 2015, desvalorização de 17,8% ante ao obtido em Em termos de produção, a região teve queda de 5,7%, a mais expressiva dos anos recentes, conforme a Tabela 2. Em 2013 e 2014, a representatividade regional foi de 8,2%. Nos últimos anos, a produção nas regiões catarinenses diminuíram, sendo que, entre 2014 e 2015, a queda foi de 58,4% no litoral-sul e de 50,8% no alto vale do Itajaí. Além disso, a representatividade também caiu, ficando em 0,2% do total nacional nas duas regiões (Tabela 2). Tabela 2. Produção total e participação das regiões na produção nacional de fécula entre 2013 e Regiões Produção (t) % do total Produção (t) % do total Produção (t) % do total NOP ,78 37,3% ,24 38,6% ,76 40,6% EOP ,47 15,3% ,64 18,6% ,65 16,0% ESM ,07 8,3% ,09 11,0% ,83 15,4% COP ,69 14,6% ,87 12,6% ,96 12,3% SOM ,28 10,9% ,95 9,7% ,35 9,1% ASS ,65 8,2% ,38 8,2% ,01 5,7% BA 1.600,00 0,3% 1.600,00 0,2% 4.525,00 0,6% LSC 854,23 0,2% 3.171,24 0,5% 1.317,73 0,2% AVI 2.787,50 0,6% 2.305,95 0,4% 1.134,30 0,2% PA 1.500,00 0,3% 1.500,00 0,2% 0,00 0,0% Total ,66 100,0% ,35 100,0% ,59 100,0% Legenda: LSC: Litoral Sul-Catarinense (região de Capivari de Baixo), EOP: Extremo-Oeste Paranaense (região de Marechal Cândido Rondon), COP: Centro-Oeste Paranaense (região de Araruna), NOP: Noroeste Paranaense (região de Paranavaí), ESM: Extremo-Sul Sul-mato-grossense (região de Naviraí), SOM: Sudeste Sul-mato-grossense (região de Ivinhema), ASI: Assis SP (região de Assis), AVI: Alto Vale do Itajaí (região de Rio do Sul), PA: Pará (região de Mojú) e BA: Bahia. 3. Comportamento dos preços e faturamento da indústria

4 Devido ao forte aumento na área plantada em 2013, ano passado teve elevada oferta de matéria-prima, tanto na indústria de fécula quanto na de farinha. Ao mesmo tempo, a demanda pelos derivados foi menor, desde A média anual nominal a prazo para a tonelada de mandioca em 2015 foi de R$ 168,98 (R$ 0,2939 por grama de amido), desvalorização de 41% frente ao preço médio de 2014 (Figura 2). No mesmo Em igual período, o preço médio anual da fécula baixou 31,2%, ficando em R$ 1.169,65 por tonelada (R$ 44,66 por saca de 25 kg) (Figura 3). Em 2015, a média anual para a raiz de mandioca teve mais desvalorização que os da fécula e, como resultado, a relação entre o preço médio dos dois produtos aumentou 16,6% e a média do ano em 6,41. Este foi o melhor resultado desde 2006, de acordo com cálculos do Cepea (Figura 4). Ao multiplicar o preço médio anual da fécula R$ 1.169,65 por tonelada pela produção anual 755,4 mil toneladas é possível chegar ao Valor Bruto da Produção (VPB). Em 2015, o VPB da indústria brasileira de fécula de mandioca foi de US$ 862,35 milhões, queda de 29,3% em relação a 2014, que registrou recorde de R$ 1,21 bilhão (Figura 5). 4. Comercialização de fécula de mandioca O mercado de amidos foi de baixa liquidez em 2015, com fraco desempenho da economia, que refletiu em menor produção industrial. No período, os preços do amido de milho foram reajustados e as vendas de fécula aumentaram para alguns setores industriais. Ao mesmo tempo, a liquidez no segmento de panificação seguiu estável. Segundo dados do Cepea, em 2015, o consumo de fécula no Brasil foi de 739,53 mil toneladas, inferior ao total produzido. As vendas de fécula tiveram crescimento de 17,9% no ano passado para o segmento de massas, biscoito e panificação, que representou 25,4% do total. Mesmo representando comercialização de 19,1% da produção nacional, as vendas de fécula ao segmento atacadista caiu 10,3%. À indústria de papel e papelão, as vendas diminuíram 12,3%, representando 16,5%. As negociações entre fecularias cresceu 51,2% entre 2014 e 2015, 12,4% das vendas totais, superando a quantidade vendida aos frigoríficos, que alcançou 12,3%. Para o segmento de tapioca semi-pronta, as fecularias comercializaram 5,8% do total produzido em Com poucas empresas atuando no mercado, o segmento varejista representou apenas 3,6% das vendas totais no período. As indústria química, têxtil e exportação representaram respectivos 2,7%, 1,9% e 0,3% das vendas das fecularias (Tabela 3).

5 Figura 2. Preços médios nominais acumulados da raiz de mandioca entre 2002 e 2015 Figura 4. Relação de preços fécula e raiz de mandioca entre 2002 e Fonte: Cepea Esalq/USP (2015). Figura 3. Preços médios nominais acumulados da fécula de mandioca entre 2002 e 2015 Figura 5. Faturamento nominal e real da indústria de fécula de mandioca no Brasil entre 2002 e 2015

6 Tabela 3. Participação percentual de cada setor sobre as compras diretamente das fecularias entre 2010 e 2015 Setores Massas, biscoito e panificação 14,4 14,8 18,6 21,3 21,5 25,4 Atacadistas 29,4 27,7 25,0 24,3 21,3 19,1 Papel e papelão 20,0 18,2 15,8 10,1 18,8 16,5 Outras fecularias 6,4 5,1 5,2 4,0 8,2 12,4 Frigoríficos 17,3 13,1 13,2 16,7 11,4 12,3 Tapioca ,8 Varejistas 3,8 11,2 7,6 10,6 6,6 3,6 Indústria química 2,9 2,3 4,7 1,9 1,4 2,7 Têxtil 2,3 1,1 3,7 4,9 4,1 1,9 Exportação - - 0,6 0,4 0,5 0,3 Gerais 3,4 6,5 5,6 5,9 6,2 - Por causa da maior concentração de fecularias que negociam a mercadoria entre si, a região Sul acumulou 41,8% das vendas totais. No sudeste foram 33,1%, devido à indústria de transformação, que utiliza a fécula como insumo. Ao Nordeste e Centro-Oeste destinou-se 11,3% e 10,7% das vendas, respectivamente, em função do segmento atacadista. Por fim, a região Norte ficou com 3,2% das vendas de fécula, região que teve crescimento mais significativo no ano. ( Figura 6).

7 Figura 6. Regiões de destino das vendas de fécula de mandioca em 2014 e 2015 Fonte: Cepea Esalq/USP (2015). 5. Expectativas para 2016 A área de mandioca a ser colhida no Brasil, em 2016, deve ser de 1,5 milhão de hectares, com ligeiro acréscimo de 0,7% frente a 2015, de acordo com o IBGE. A estimativa é que a recue 0,9%, o que totalizaria 22,7 milhões de toneladas produzidas, 0,2% abaixo do que se obteve no ano passado. Segundo o IBGE, a produção deve crescer respectivos 8,7% e 4,3% no Norte e no Nordeste e recuar nas demais regiões brasileiras. A queda mais expressiva de 19% - deve ocorrer no Centro-Oeste, seguida por 8,6% no Sul e 8,4% no Sudeste. Vale ressaltar que a menor produção no Centro-Sul pode afetar diretamente o processamento nas fecularias concentradas no Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Diante deste cenário, agentes da indústria de fécula acreditam na menor oferta de matériaprima no segundo semestre e, com isso, intensificaram o processamento nos primeiros meses deste ano. No primeiro trimestre foram processadas 666,65 mil toneladas na indústria brasileira de fécula, que foi o maior volume de toda a série histórica do Cepea, iniciada em A expectativa é de que a produção caia 9,1%, totalizando 663,7 mil toneladas neste ano. Por conta da crise econômica e, consequentemente, do fraco desempenho da indústria brasileira, a demanda por amidos poderá ser menor neste ano em parte dos segmentos industriais, como na indústria de papel, embalagens e químicos. Com o dólar em patamares ainda atrativos, as exportações podem continuar sendo uma possibilidade para algumas indústrias. Dados da Secex (Secretaria de Comércio Exterior) apontaram que, entre janeiro e março deste ano, foram exportadas 6 mil toneladas de fécula, crescimento de 225% frente ao mesmo período do ano passado.

8 Ainda que os preços da mandioca em 2016 superem o dos anos anteriores, haverá pouco efeito sobre a área a ser plantada, já que parte dos agricultores está descapitalizada. Além disso, também será considera os maiores custos de produção, principalmente com os arrendamentos.

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