NODAL Versão 3.0 Programa de Simulação de Tarifas de Uso do Sistema Elétrico MANUAL DO USUÁRIO ANEEL Agência Nacional de Energia Elétrica

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1 NODAL Versão 3.0 Programa de Smulação de Tarfas de Uso do Sstema Elétrco MANUAL DO USUÁRIO ANEEL Agênca Naconal de Energa Elétrca

2 ÍNDICE. INTRODUÇÃO CONSIDERAÇÕES FUNÇÃO DO PROGRAMA CAPACIDADE DO PROGRAMA INSTALAÇÃO E EXECUÇÃO DO PROGRAMA METODOLOGIA PARA A TARIFAÇÃO DO USO DA TRANSMISSÃO TARIFA NODAL DE GERAÇÃO (SEM AJUSTE) TARIFA NODAL DE CARGA (SEM AJUSTE) TARIFA NODAL DE GERAÇÃO TARIFA NODAL DE CARGA TARIFA DE CENTRAIS GERADORAS TARIFA ZONAL ANUALIZAÇÃO DOS CUSTOS DOS EQUIPAMENTOS DA REDE BÁSICA ALGORITMO DE DESPACHO PROPORCIONAL Algortmo Utlzado Tratamento de submercados com défct UTILIZAÇÃO DOS FATORES DE PONDERAÇÃO ARQUIVOS DE DADOS E RELATÓRIOS DE SAÍDA ARQUIVOS DE DADOS DE ENTRADA Convenção de Nomes Dados de Rede Códgo de Execução TITU Função Conunto de Dados Formato do Regstro com o Título do Caso Códgo de Execução DBAR Função Conunto de Dados Formato do Regstro com os Dados de Barra CA Códgo de Execução DLIN Função Conunto de Dados Formato do Regstro com os Dados de Crcuto CA Códgo de Execução DARE Função Conunto de Dados Formato do Regstro com os Dados de Áreas Dados da Transmssão Conunto de Dados Formato do Regstro com os Dados da Transmssão Dados de Usnas Conunto de Dados Formato do Regstro com o Nome da Usna Formato do Regstro com as Capacdades das Undades Geradoras ARQUIVOS DE RELATÓRIOS DE SAÍDA Convenção de Nomes Dados de Transmssão Dados de Usnas Tarfas Nodas da Rede Básca Tarfas das Usnas Resumo da Tarfação na Transmssão Tarfas das Zonas de Carga...4-0

3 Despacho das Usnas OPÇÃO DE CÁLCULO CONTROLE DE EXECUÇÃO DO PROGRAMA INTRODUÇÃO UTILIZAÇÃO DO PROGRAMA Opções do Menu Executar Cálculo de Beta + Tarfas Edção de Arquvos Opções do Menu Arquvos de Entrada Opções do Menu Arquvos de Saída Auda do Programa CASO EXEMPLO CASO EXEMPLO UTILIZANDO A BARRA COMO REFERÊNCIA CASO EXEMPLO UTILIZANDO A BARRA 2 COMO REFERÊNCIA COMO FAZER? AUMENTO DE POTÊNCIA DISPONÍVEL EM UMA USINA JÁ EXISTENTE ENTRADA DE UMA NOVA USINA NO SISTEMA ENTRADA DE UMA NOVA OBRA NA REDE BÁSICA GLOSSÁRIO DE TERMOS UTILIZADOS...9-

4 . Introdução.. Consderações A Le 9.648, de 28 de mao de 998, estabelece que a compra e venda de energa elétrca deverá ser contratada separadamente do acesso e do uso dos sstemas de transmssão e dstrbução. O modelo nsttuconal do setor elétrco braslero está calcado em ambentes compettvos na geração e na comercalzação de energa enquanto que a transmssão e dstrbução, por se caracterzarem como monopólos naturas, são fortemente reguladas pela ANEEL. As nstalações da Rede Básca de transmssão dos sstemas nterlgados, defndas de acordo com os crtéros fxados na Resolução ANEEL nº 245/98, têm uma receta autorzada pela ANEEL que deverá, untamente com parcela do orçamento do ONS, trbutos e eventuas dferenças fnanceras de exercíco anteror, ser coberta pelos encargos de uso dos sstemas de transmssão e dstrbução. Para o cálculo dos encargos de uso da transmssão e da dstrbução é necessáro a defnção das tarfas a serem aplcadas aos dversos usuáros da rede básca. Estas tarfas serão calculadas com base em metodologa nodal aprovada pela ANEEL e mplementada neste programa computaconal. A metodologa para cálculo de tarfas de uso do sstema elétrco, desenvolvda ncalmente no âmbto do proeto RE-SEB, baseava-se no conceto de tarfas nodas, no qual cada usuáro do sstema paga encargos de uso relatvos ao ponto (nó) da rede de transmssão/dstrbução no qual está conectado. Assm sendo, os encargos de uso a serem pagos por um agente de geração ou consumo dependam apenas da sua localzação. Um outro aspecto mportante, e que mpacta dretamente no valor das tarfas, é o sentdo no qual as lnhas e transformadores da rede de transmssão/dstrbução são utlzados. Um agente que acarrete fluxo no sentdo contráro ao do fluxo domnante em uma lnha ou transformador estará, de fato, alvando o sstema de transmssão/dstrbução. Assm sendo, geradores stuados próxmos a grandes centros de carga ou consumdores stuados em regões com excesso de geração deverão ter tarfas reduzdas, enquanto que geradores stuados em regões com excesso de geração e consumdores stuados próxmos a grandes centros de carga deverão ter tarfas maores. Entretanto, o artgo 9º da Le 0.848/04, deu nova redação ao art. 3º da Le nº 9.427, de 26 de dezembro de 996, em que se deve utlzar snal locaconal vsando a assegurar maores encargos para os agentes que mas onerem o sstema de transmssão: Esta versão do programa ncorpora as adaptações realzadas no Programa Nodal, para atender a esta Le. A base de dados é dervada da utlzada no cálculo dos encargos de uso do Sstema de Transmssão. -

5 .2. Função do Programa Este programa tem como obetvo calcular as tarfas de uso dos Sstemas de Transmssão (níves tarfáros A0 e A), conforme metodologa abordada na resolução ANEEL xxx/04. A metodologa nodal utlzada resulta em tarfas a serem pagas pelos geradores e cargas em função de sua localzação eletro-geográfca no sstema elétrco..3. Capacdade do Programa Esta versão do programa está dsponível com as seguntes capacdades: Número de barras 4000 Número de crcutos 8000 Número de barras de geração 000 Número de áreas 96 Número de transformadores 2400 Número de transformadores defasadores 80 Número de usnas 400 Número de elementos na Transmssão

6 2. Instalação e Execução do Programa Para nstalar o programa o usuáro deverá executar o arquvo nodal_v3.ms dentro do Wndows. Um gua de nstalação passo a passo será então apresentado. O procedmento descrto a segur tem por obetvo audar o usuáro na correta nstalação do programa. É necessáro que o usuáro forneça as nformações necessáras para que o programa possa ser nstalado corretamente. As nformações que o usuáro deverá fornecer durante o processo de nstalação são as seguntes: O usuáro deve concordar com os termos para uso do programa. Fgura 2- - Escolha do Dretóro do Programa NODAL_V3 2-

7 O dretóro onde o programa será nstalado (ver Fgura 2-2). O usuáro poderá escolher qualquer outro dretóro dferente do padrão apresentado, bastando clcar no botão Browse... Fgura Escolha do Dretóro do Programa NODAL_V3 2-2

8 Clcando no botão Next (ver Fgura 2-3). os arquvos que compõem o programa NODAL, versão 3, serão nstalados para o dretóro escolhdo. Fgura 2-3 Confrmação da nstalação Após a nstalação do programa, um botão estará dsponível no botão Incar do Wndows. 2-3

9 Para desnstalar o programa, basta executar novamente o arquvo nodal_v3.ms que a anela apresenta na fgura 2-4 aparecerá, e o usuáro terá a opção de remover o programa do seu computador. Fgura 2-4 Remoção do programa 2-4

10 3. Metodologa para a Tarfação do Uso da Transmssão 3.. Tarfa Nodal de Geração (sem Auste) A equação utlzada no cálculo da tarfa nodal π sem parcela de auste (adtvo ou multplcatvo) da barra é a segunte: π g ' = NL ( β * c * fp ) = f cap fp = ; ; f f > cap cap em que: g ' π Tarfa nodal sem auste para a geração na barra ; NL Número de crcutos da Rede Básca; Valor da matrz de sensbldade cua lnha corresponde ao crcuto e a coluna β corresponde à barra. O valor será postvo quando concdr com o sentdo do fluxo domnante do crcuto e negatvo caso contráro; Custo untáro (custo de reposção/capacdade de carregamento) do crcuto, para o ano c em estudo; fp Fator de ponderação dos valores da matrz Beta pelo nível de carregamento no crcuto ; f Fluxo de potênca atva no crcuto ; cap Capacdade do crcuto. 3-

11 3.2. Tarfa Nodal de Carga (sem Auste) A equação utlzada no cálculo da tarfa nodal π sem parcela de auste de carga (adtvo ou multplcatvo) da barra é a segunte: π c' g = π ' = NL ( β * c * fp ) = fp f cap = ; ; f f > cap cap em que: c' π Tarfa nodal sem auste para a carga na barra ; g ' π Tarfa nodal sem auste para a geração na barra ; NL Número de crcutos da Rede Básca; Valor da matrz de sensbldade cua lnha corresponde ao crcuto e a coluna β corresponde à barra. O valor será postvo quando concdr com o sentdo do fluxo domnante do crcuto e negatvo caso contráro; Custo untáro (custo de reposção/capacdade de carregamento) do crcuto, para o ano c em estudo; fp Fator de ponderação dos valores da matrz Beta pelo nível de carregamento no crcuto. f Fluxo de potênca atva no crcuto ; cap Capacdade do crcuto. 3-2

12 3.3. Tarfa Nodal de Geração As equações utlzadas no cálculo da tarfa nodal de geração da barra, são as seguntes:. Auste adtvo π = π π g" g ' g ' M Constata-se que este auste adtvo ndepende dos encargos a serem obtdos com estas tarfas. 2. Auste multplcatvo π g g = π " * g g = NB g ( π " * g ) = RAP G G RAP = RAP * P G em que g π Tarfa nodal para a geração na barra ; π Menor tarfa nodal de geração para barra com geração nformada no arquvo USI; g M g Auste multplcatvo das tarfas nodas de geração. O valor é o mesmo para todas as barras de geração; RAP Receta Anual Permtda; RAP G Total dos encargos a serem pagos pelos geradores; P G Parcela da receta anual paga pelos geradores. Valor entre 0 e ; g Geração dsponível na barra ; NB Número de barras. 3-3

13 3.4. Tarfa Nodal de Carga As equações utlzadas no cálculo da tarfa nodal da carga da barra, são as seguntes:. Auste adtvo π = π π c" c' c' M Constata-se que este auste adtvo ndepende dos encargos a serem obtdos com estas tarfas. 2. Auste multplcatvo π c c = π " * c c = RAP em que C NB c ( π " * d ) = RAP C = RAP * G ( P ) c π Tarfa nodal para a carga na barra ; π Menor tarfa nodal de carga para barra com carga nformada no arquvo DC; c M g Auste multplcatvo das tarfas nodas de carga. O valor é o mesmo para todas as barras de carga; RAP Receta Anual Permtda; RAP C Total dos encargos a serem pagos pelos consumdores; P G Parcela da receta anual paga pelos geradores. Valor entre 0 e ; d Demanda máxma contratada na barra ; NB Número de barras. 3-4

14 3.5. Tarfa de Centras Geradoras A equação utlzada para o cálculo da tarfa da central geradora (usna) é a segunte: π U = g ( π * PD ) NBU = NBU = PD em que: U π Tarfa da usna ; g π Tarfa nodal para a geração na barra ; NBU Número de barras da usna ; PD Potênca dsponível na barra ; A equação utlzada para o cálculo dos encargos totas da usna é a segunte: NBU U U ET = π * PD = 3.6. Tarfa Zonal A equação utlzada para o cálculo da tarfa zonal da zona é a segunte: π Z = NBZ c ( π * d ) = NBZ = d em que: Z π Tarfa da zona ; c π Tarfa nodal para a carga na barra ; NBZ Número de barras da zona ; d Demanda máxma contratada na barra. 3-5

15 3.7. Anualzação dos Custos dos Equpamentos da Rede Básca Os custos são anualzados através da dvsão da RAP (que á é defnda am base anual) proporconalmente aos custos totas dos equpamentos. CT = CE + CD + CP CA RAP =. NL = CT CT em que: CT Custo total do equpamento (R$); CE Custo do equpamento (R$); CD Custo do vão DE do equpamento (R$); CP Custo do vão PARA do equpamento (R$); CA Custo anualzado do equpamento (R$/ano); RAP Receta anual permtda para a Transmssão (R$/ano); NL Número de equpamentos da Rede Básca. A partr dos custos anualzados, calcula-se os custos untáros dos equpamentos que entram na expressão de cálculo das tarfas. C = CA cap em que: C custo anualzado do equpamento (R$/MW.ano) ver ítens 3. e 3.2; cap capacdade do equpamento (MW). 3-6

16 3.8. Algortmo de Despacho Proporconal Antes do cálculo da matrz de sensbldades (Beta), o programa executa automatcamente um algortmo de despacho chamado despacho proporconal. Um despacho consste em um conunto de valores de geração para todas as barras do sstema. O despacho orgnal contdo no arquvo de dados de rede (arquvo com extensão.dc ) não é utlzado, sendo substtuído pelo despacho obtdo pelo algortmo de despacho proporconal. O despacho é dto proporconal porque, em cada submercado, os geradores, ndependente de sua natureza, serão despachados de forma proporconal à sua potênca nstalada, até o atendmento da demanda do submercado mas suas perdas (balanço carga-geração por submercado). O despacho respetará sempre, como lmte superor, a potênca dsponível dos geradores. Como o montante de perdas de cada submercado depende do despacho, é necessáro um processo teratvo no qual as perdas obtdas com o despacho orgnal são utlzadas para a obtenção do prmero despacho proporconal. Com este despacho, as perdas são recalculadas, e novo despacho proporconal é obtdo. Este processo teratvo prossegue até que a varação de perdas em todos os submercados, entre duas terações consecutvas, sea menor que uma tolerânca pré-estabelecda Algortmo Utlzado - executa o cálculo de fluxo de potênca lnerar com perdas a partr do despacho orgnal 2 - faz as gerações de todos os geradores proporconas à sua potênca dsponível 3 - calcula as perdas de todos os submercados 4 - armazenar as perdas de cada submercado 5 - para cada submercado : 5. - ERRO C tot (I) total de cargas+perdas do submercado G tot (I) total de gerações do submercado C Fator G tot tot ( ) ( ) multplca a geração de todos os geradores do submercado por FATOR. Para os geradores cua geração resultar maor que sua potênca dsponível, fazer a geração gual à este valor lmte, acumulando estas ultrapassagens em ERRO enquanto ERRO > G aux (I) total de gerações dos geradores do submercado que anda não 3-7

17 atngram o valor lmte K aux G ( I) aux ( I) + ERRO G aux ( I) multplcar a geração dos geradores do submercado que anda não atngram o valor lmte por (I) ERRO 0 K aux para os geradores cua geração resultar maor que sua potênca dsponível, fazer a geração gual à este valor lmte, acumulando estas ultrapassagens em ERRO 6 - executa o cálculo de fluxo de potênca lnear com perdas 7 - recalcula as perdas de todos os submercados 8 - se houve algum submercado com varação de perdas maor que a tolerânca, volta para Tratamento de submercados com défct Caso ocorra algum submercado com defct, ou sea, a soma das potêncas dsponíves de todos os seus geradores ser nferor ao total de cargas+perdas deste submercado, então tornase necessáro que este defct sea suprdo por outros submercados vznhos que possuam folga sufcente para suprr o defct. Nestes casos são escolhdos, dentre os submercados vznhos, aqueles com maor folga, até que todo o defct sea suprdo. Este procedmento é ncorporado no passo 5 do algortmo de despacho proporconal através da transferênca deste defct do C tot (I) do submercado com defct para o C tot (I) do submercado vznho. 3-8

18 3.9. Utlzação dos Fatores de Ponderação É mostrado a segur, utlzando os novos valores para os lmtes mnímo e máxmo para o fator de carregamento (fc) para obtenção dos fatores de ponderação dos Betas (fp) no cálculo das tarfas nodas. Lmte Mínmo = 0% e Lmte Máxmo = 00% Rampa completa. Ponderação para todos os crcutos, ou sea, todas as lnhas de transmssão e transformadores da Rede Básca serão contempladas no cálculo da parcela locaconal de cada barra desta Rede, ntensfcando o snal locaconal além de contrbur para a redução da volatldade das tarfas entre cclos tarfáros. fp (pu), fc (%) 3-9

19 4. Arquvos de Dados e Relatóros de Saída 4.. Arquvos de Dados de Entrada 4... Convenção de Nomes O nome do arquvo de dados de rede (extensão.dc ) contendo os dados de fluxo de potênca, que deve ser fornecdo em qualquer uma das opções de execução, é usado como chave para a determnação do nome dos demas arquvos de dados de entrada. Por exemplo, se o arquvo de dados de rede se chamar CASO.DC então deverão exstr, no mesmo dretóro deste, os demas arquvos de dados de entrada com os nomes: CASO.TRA (dados de capacdades e custos da transmssão), CASO.USI (dados de capacdades das usnas) Dados de Rede É um arquvo de dados de fluxo de potênca no formato de entrada do programa ANAREDE. Deve conter obrgatoramente os blocos de título (códgo de execução TITU), dados de barras (códgo de execução DBAR), de crcutos (códgo de execução DLIN) e de áreas (códgo de execução DARE). Os dados deverão ter o mesmo formato utlzado pela versão 2, ou sea, estes dados deverão ser fornecdos na segunte dsposção: Códgo de execução TITU (título do caso); Códgo de execução DBAR (dados de barras); Códgo de execução DLIN (dados de crcutos); Códgo de execução DARE (dados de áreas). O formato dos códgos está descrto nos tens a segur. 4-

20 Códgo de Execução TITU Função Letura do título do caso em estudo Conunto de Dados Regstro com o códgo TITU. Regstro com o título do caso em estudo Formato do Regstro com o Título do Caso Título Campo Colunas Descrção Título 0-80 Identfcação alfanumérca para o caso em estudo. Se este códgo de execução não for utlzado, o caso em estudo não terá dentfcação. 4-2

21 Códgo de Execução DBAR Função Letura dos dados de barra CA Conunto de Dados Regstro com o códgo DBAR. Regstros com os dados de barra CA. Regstro 9999 nas colunas -4 ndcando fm do conunto de dados Formato do Regstro com os Dados de Barra CA T Número p Nome Tensão Ângulo o Geração Atva Geração Reatva Geração Reatva Mínma Geração Reatva Mánma Barra Controlada Carga Atva Ponta Carga Atva Fora da Ponta Capactor Reator Á r e a S u b s Campo Colunas Descrção Default Número 0-04 Número de dentfcação da barra CA. Tpo 0 - carga - tensão regulada (de barra) 2 - referênca 3 - carga com lmte de tensão 0 Nome 0-2 Identfcação alfanumérca da barra. Tensão Valor ncal da magntude da tensão, em p.u..0 Ângulo Ângulo de fase ncal da tensão da barra, em graus. 0.0 Atva 3-35 Geração de potênca atva na barra, em MW. 0.0 Reatva Geração de potênca reatva na barra, em MVAr. 0.0 Reatva Lmte mínmo de geração de potênca reatva na barra, em 4-45 mínma MVAr. Reatva Lmte máxmo de geração de potênca reatva na barra, máxma em MVAr. Geração Barra Controlada Carga 5-55 Número da barra cua magntude da tensão será controlada. A própra Barra Ponta Carga atva da barra, em MW, no horáro de ponta. 0.0 Fora 6-65 Carga atva da barra, em MW, fora do horáro de ponta. 0.0 Capactor Valor total da potênca reatva netada na barra, em MVAr, Reator por bancos de capactores/reatores. Área 7-72 Número da área (zona) à qual pertence a barra. Número do subsstema (sub-mercado) ao qual pertence a SubS barra: - Sul; 2 - Sudeste; 3 - Nordeste; 4 - Norte

22 Códgo de Execução DLIN Função Letura dos dados de crcuto CA (lnhas e transformadores) Conunto de Dados Regstro com o códgo DLIN. Regstros com os dados de crcuto CA. Regstro 9999 nas colunas -4 ndcando fm do conunto de dados. 4-4

23 Formato do Regstro com os Dados de Crcuto CA Da Barra Para Barra C r c E s t P r o p Resstênca Reatânca Susceptânca Tap Tap Mínmo Tap Máxmo Defasagem Barra Controlada Capac. Normal Capac. Emerg Tap Campo Colunas Descrção Default Da Barra 0-04 Número da barra de uma das extremdades do crcuto como defndo no campo Número do Códgo de Execução DBAR. Para Barra 09-2 Número da barra da outra extremdade do crcuto como defndo no campo Número do Códgo de Execução DBAR. Crcuto 3-4 Número de dentfcação do crcuto CA em paralelo. Estado 5-5 L se o crcuto estver em operação (lgado). D se o crcuto estver fora de operação (deslgado). L Propretáro 6-6 F se o crcuto pertencer à área da barra defnda no campo Da Barra. T se pertencer a área da barra F defnda no campo Para Barra. Valor da resstênca do crcuto, em %. Para Resstênca 8-23 transformadores este valor corresponde ao valor da 0.0 resstênca para o tap nomnal. Valor da reatânca do crcuto, em %. Para Reatânca transformadores este valor corresponde ao valor da reatânca para o tap nomnal. Susceptânca Valor total da susceptânca shunt do crcuto, em MVAr. 0.0 Valor Valor do tap referdo à barra defnda no campo Da Barra, em p.u., para os transformadores de tap fxo ou, uma estmatva deste valor para os transformadores com varação automátca de tap (LTC). Mínmo 4-45 Valor mínmo que o tap pode assumr, em p.u., para transformadores com varação automátca de tap. Máxmo Valor máxmo que o tap pode assumr, em p.u., para transformadores com varação automátca de tap. Valor do ângulo de defasamento, em graus, para Defasagem 5-55 transformadores defasadores. O defasamento angular especfcado é aplcado em relação ao ângulo da barra 0.0 defndo no campo Da Barra. Barra Controlada Capacdade Normal Capacdade Emergênca No caso de crcutos tpo transformador com varação automátca de tap, este campo é destnado ao número da barra cua magntude da tensão deve ser controlada. Capacdade de carregamento do crcuto em condções normas para fns de montoração de fluxo, em MVA. Capacdade de carregamento do crcuto em condções de emergênca para fns de montoração de fluxo, em MVA. Da Barra Cap. Normal 4-5

24 Códgo de Execução DARE Função Letura dos nomes das áreas (zonas) Conunto de Dados Regstro com o códgo DARE Regstros com os dados de área. Regstro 9999 nas colunas -4 ndcando fm do conunto de dados Formato do Regstro com os Dados de Áreas Número Nome Campo Colunas Descrção Número 0-04 Número da área (zona), como defndo. no campo Área do códgo de execução Nome Identfcação alfanumérca da área (zona). Códgos a serem utlzados na dentfcação das áreas: ALAGOAS 2 BAHIA 3 CEARA 4 DISTRITO FEDERAL 5 ESPIRITO SANTO 6 GOIAS 7 MARANHAO 8 MATO GROSSO 9 MATO GROSSO DO SUL 0 MINAS GERAIS PARA 2 PARAIBA 3 PARANA 4 PERNAMBUCO 5 PIAUI 6 RIO DE JANEIRO 7 RIO GRANDE DO NORTE 8 RIO GRANDE DO SUL 9 SANTA CATARINA 20 SAO PAULO 2 SERGIPE 22 TOCANTINS 23 GERACAO SUL 24 GERACAO - SUDESTE 25 GERACAO NORTE 26 GERACAO NORDESTE 4-6

25 4..3. Dados da Transmssão Arquvo contendo as capacdades e custos de reposção para todos os crcutos (lnhas e transformadores) da rede de transmssão a ser remunerada. Os custos de reposção dos crcutos são fornecdos em 3 parcelas, correspondentes respectvamente aos custos do equpamento, do vão do lado DE e do vão do lado PARA Conunto de Dados Regstros com os dados da transmssão. Não é necessáro colocar o regstro 9999 nas colunas -4 ndcando fm do conunto de dados Formato do Regstro com os Dados da Transmssão Barra DE Barra PARA Número Nome Número Nome C r c. Capac. Elemento Bay PARA Custo Bay DE Barra Custo Campo Colunas Descrção DE 0-04 Número e Nome da barra de uma das extremdades do crcuto como 06-7 defndo no campo Número e Nome do Códgo de Execução DBAR. PARA 9-22 Número e Nome da barra da outra extremdade do crcuto como defndo no campo Número e Nome do Códgo de Execução DBAR. Crcuto Número de dentfcação do crcuto em paralelo. Capacdade Capacdade de carregamento do crcuto em condções normas para Normal fns de montoração de fluxo, em MVA. Custo do elemento (lnhas de transmssão ou transformador), em Elemento R$.000,00 Bay DE Custo do bay do lado DE, em R$.000,00 Bay PARA Custo do bay do lado PARA, em R$.000,00 Caso exsta duplcdade de um mesmo elemento, o programa nformará a ocorrênca como um avso, consderará o prmero valor ldo, mas não nterromperá a sua execução. 4-7

26 4..4. Dados de Usnas Contém, para cada usna, a lsta de barras correspondentes no arquvo de rede com as respectvas capacdades nstaladas por barra Conunto de Dados Regstro com o nome da prmera usna. Regstros com os dados das gerações por barra pertencentes à prmera usna. Regstro com 9999 nas colunas -4 ndcando fm dos dados da prmera usna.... Regstro com o nome da últma usna. Regstros com os dados das gerações por barra pertencentes à últma usna. Regstro com 9999 nas colunas -4 ndcando fm dos dados da últma usna Formato do Regstro com o Nome da Usna Tpo Nome da Usna Energa Assegurada Potênca Dsponível Campo Formato Colunas Descrção Tpo A3 0-3 Tpo da usna: UHE, UTE, EOL ou PCH Nome da Usna A Identfcação alfanumérca da usna Energa Assegurada F Energa assegurada da usna (MWmed) Potênca Dsponível F Potênca dsponível da usna (MW) Formato do Regstro com as Capacdades das Undades Geradoras Número Barra Nome Barra Capacdade Máxma Geração Campo Formato Colunas Descrção Número Barra I Número da barra com geração. Obs.: NB = 9999 ndca fm dos dados geração por barra da usna. Nome Barra A2 0-2 Nome da barra com geração. Capacdade Máxma Geração F Capacdade da geração da barra, em MW. Esta nova versão permte que mas de uma usna estea representada em uma mesma barra do sstema. 4-8

27 4.2. Arquvos de Relatóros de Saída Convenção de Nomes O nome dado para os arquvos de saída, quando da execução de cálculo de tarfas, é utlzado na denomnação de todos os arquvos de relatóros de saída gerados nesta execução, cada qual com a sua respectva extensão. O dretóro default é o dretóro de nstalação do programa. Por exemplo, se o nome fornecdo for DISCO:\DIRET\SAIDA, então serão crados os arquvos: DISCO:\DIRET\SAIDA.CTR (dados da transmssão) DISCO:\DIRET\SAIDA.DUS (dados de usnas) DISCO:\DIRET\SAIDA.TZO (tarfas das zonas de carga) DISCO:\DIRET\SAIDA.NOS (tarfas nodas com auste) DISCO:\DIRET\SAIDA.TUS (tarfas das usnas) DISCO:\DIRET\SAIDA.SUT (sumáro de dados e resultados obtdos) DISCO:\DIRET\SAIDA.DES (despacho das usnas) Dados de Transmssão Neste arquvo, que possu a extensão.ctr, está mpresso o relatóro de dados da transmssão. São mpressos os seguntes parâmetros: Identfcação do crcuto; Capacdade de transmssão (MVA); Custo anual (R$.000,00/ano); Custo total (R$.000,00) Dados de Usnas Neste arquvo, que possu a extensão.dus, está mpresso o relatóro de dados de usnas. São mpressos os seguntes parâmetros: Nome da usna; Capacdade total de geração (MW); Energa assegurada (MW médo) Potênca dsponível (MW); Identfcação de cada barra da usna; Capacdade nstalada de cada barra. 4-9

28 Tarfas Nodas da Rede Básca Neste arquvo, que possu a extensão.nos, está mpresso o relatóro de tarfas nodas de uso do Sstema de Transmssão para carga e geração. São mpressos, para as barras de geração ou de carga ou com nível de tensão gual ou superor a 69kV, os seguntes valores: Identfcação da barra; Potênca dsponível de geração (MW); Tarfa nodal de geração (R$/kW.mês); Demanda máxma contratada (MW); Tarfa nodal de carga (R$/kW.mês) Tarfas das Usnas Neste arquvo, que possu a extensão.tus, está mpresso o relatóro dos encargos e tarfas de uso do sstema elétrco das usnas nos níves tarfáros A0 e A. São mpressos os seguntes parâmetros: Identfcação da usna; Encargo de Uso do sstema elétrco da usna (R$.000,00/ano); Tarfa de uso do sstema elétrco da Usna (R$/kW.mês); Potênca dsponível da usna (MW) Resumo da Tarfação na Transmssão Neste arquvo, que possu a extensão.sut, está mpresso o sumáro de cálculo dos encargos de transmssão. São mpressos os seguntes parâmetros: Sumáro dos dados da rede elétrca; Receta anual permtda a ser recuperada (R$.000,00); Proporção de rateo da receta (%); Fatores de carregamento mínmo (%) e máxmo (%) para ponderação dos valores betas; Totas pagos e recebdos por geradores e consumdores, em base anual (R$.000,00), assm como o percentual destas contrbuções em relação à receta anual permtda; Tarfas das Zonas de Carga Neste arquvo, que possu a extensão.tzo, está mpresso o relatóro de tarfas de uso do sstema elétrco das zonas de carga. São mpressos os seguntes parâmetros: Identfcação da zona; Tarfa de uso do sstema elétrco (R$/kW.mês); Demanda máxma contratada (MW). 4-0

29 Despacho das Usnas Neste arquvo, que possu a extensão.des, está mpresso o relatóro com o despacho de todas as usnas. São mpressos os seguntes parâmetros: Identfcação da usna; Energa assegurada MW médo); Potênca dsponível (MW); Despacho orgnal (MW); Despacho proporconal (MW). 4-

30 5. Opção de Cálculo Nesta versão só exste a opção de calcular a matrz beta e as tarfas smultaneamente, sem gravar esta matrz, que demanda muto espaço em dsco, alem de resultar em maor tempo de processamento (acesso a dsco). O programa repete a dentfcação do últmo arquvo de rede utlzado (extensão.dc). O usuáro deve fornecer também o nome que será utlzado na cração dos arquvos de relatóros de saída. A defnção de um nome á utlzado prevamente fará com que o arquvo exstente sea apagado e o novo tome seu lugar (o dretóro default é o dretóro de nstalação do programa). A máscara para os arquvos de saída é colocado ncalmente como o mesmo nome do arquvo de rede. O usuáro pode alterar esta nformação. Caso se desee armazenar város relatóros deve-se fornecer uma máscara dferente para os arquvos de saída. Os parâmetros a serem fornecdos para a smulação das tarfas de uso do sstema elétrco são: receta total a ser rateada (repete o últmo valor utlzado); percentual da receta a ser coberta pelas centras geradoras (sempre aparece ncalmente o valor de 50% quando o programa é executado); Para nformações sobre o preenchmento dos dados necessáros para essa execução, consultar o tem

31 6. Controle de Execução do Programa 6.. Introdução Para executar a versão 3.0 do programa NODAL, é recomendada a segunte confguração mínma: Placa mãe com processador Pentum; Vídeo VGA com resolução mínma de 800x600; Wndows Utlzação do Programa O programa é executado através do comando NODAL_V3 que estará a dsposção no Wndows após a nstalação do programa. A Fgura 6- mostra o dálogo prncpal do programa, onde exstem quatro menus a escolher: Executa Permte ao usuáro acessar o modo de execução; Arquvos de Entrada É utlzado para acessar os arquvos de dados; Arquvos de Saída É utlzado para acessar todos os relatóros de saída de resultados referentes à smulação das tarfas de uso do sstema de transmssão emtdos pelo programa, assm como as mensagens de erros e avsos; Auda Acessa a Auda do programa. 6-

32 Fgura 6- Dálogo Prncpal 6-2

33 6.2.. Opções do Menu Executar As opções deste menu permtem ao usuáro executar o programa ou então termnar esta execução. As opções possíves são as seguntes: Calcular Beta + Tarfas Nesta opção o programa calcula de uma únca vez a matrz Beta e as tarfas. Fm Termnar a execução do programa. A Fgura 6-2 mostra o acesso a estas opções. Fgura 6-2 Itens do Menu Executar Os dos tens do menu Executar podem ser acessados dretamente através dos ícones da barra de tarefas do dálogo prncpal, conforme pode ser vsto na Fgura

34 Fgura 6-3 Barra de Tarefas do Dálogo Prncpal A função de cada ícone está descrta na tabela a segur. Ícone Função Acessar o dálogo para cálculo das tarfas de uso do sstema de transmssão. Fnalzar a execução do programa Cálculo de Beta + Tarfas Neste tpo de execução, o programa calculará, de uma só vez, a matrz beta e as tarfas. O programa não grava mas o arquvo com extensão.bet. Ao se atvar esta opção, o programa abre uma nova anela, onde será necessáro fornecer os seguntes dados, conforme lustrado na Fgura 6-4: O nome do arquvo com os dados de rede. O programa á ncalza este campo com o mesmo nome e dretóro do últmo arquvo seleconado. Caso o usuáro desee procurar um outro arquvo, basta atvar o botão Seleconar Arquvo, sendo aberto uma anela para procura deste arquvo de nteresse, conforme lustrado na fgura 6.5. O programa lstará apenas os arquvos com extensão.dc. O programa permte que este arquvo estea em qualquer dretóro. Há um lmte de 5 caracteres na formação do nome deste arquvo. Assm, o usuáro deve evtar utlzar sub-dretóros com nomes extensos. Outro campo que deve ser preenchdo é o do nome base para a cração dos arquvos de saída. O programa á ncalza a anela com o mesmo nome e dretóro do arquvo com extensão.dc seleconado anterormente, sendo que o usuáro poderá escolher um outro dretóro clcando no botão Seleconar Arquvo. Caso se desee armazenar város relatóros deve-se fornecer nomes dferentes para os arquvos de saída. Há um lmte de cem caracteres na formação do nome deste arquvo. A receta anual permtda para a Rede Básca. A porcentagem dos encargos de uso do sstema de transmssão coberta pela geração. 6-4

35 O programa á preenche os valores dos fatores mínmos e máxmos de carregamento para os elementos da Rede Básca. Fgura 6-4 Dálogo para Cálculo de Tarfas Fgura 6-5 Dálogo para Procura dos Arquvos de Rede 6-5

36 Esta versão prelmnar permte que o usuáro smule as tarfas a partr da abordagem defnda na Resolução 28/99 versão 2, ou com as mudanças mplementadas para a tender o Decreto 0.848/04 versão 3. A versão 2 realza o despacho das usnas proporconalmente às energas asseguradas, enquanto que a versão 3, proporconalmente às capacdades nstaladas. Os campos podem ser acessados através do mouse ou através da tecla <Tab>. Com o obetvo de facltar o preenchmento pelo usuáro, o campo da Receta á vem preenchdo com o valor da últma smulação realzada. Estes valores deverão ser modfcados caso não seam os deseados. O programa tem a opção de regstrar até cnco valores de RAP para futuras smulações. Estes valores podem ser nformador através do comando Atualzar lsta, conforme pode ser vsualzado na fgura 6-4. A atvação deste comando abre uma outra anela, onde o usuáro pode entrar estes cnco valores, conforme apresentado na fgura 6-6. Após a dgtação destes valores, o usuáro deve atvar o comando Gravar e depos Sar. Assm, o usuáro em smulações futuras pode utlzar estes valores a partr da lsta apresentada nesta Janela, conforme lustrado na fgura 6-7. Fgura 6-6 Dálogo para Entrada de Dados de RAP 6-6

37 Fgura 6-7 Dálogo para Entrada de Dados Uma vez preenchdos estes campos, basta o usuáro clcar no botão Executar para que o programa comece a calcular as tarfas. Caso aconteçam mensagens de erro ou avso durante a execução do programa, estas aparecerão numa anela no fnal da execução. Se não houver mensagens de erro, serão habltados os tens correspondentes da opção Últma Smulação de Arquvos de Saída. Um exemplo da anela de mensagens quando a execução fo bem sucedda pode ser vsto na Fgura

38 Fgura 6-8 Exemplo de Janela de Mensagens 6-8

39 Edção de Arquvos Todos os arquvos de dados podem ser edtados através do edtor de arquvos dsponível no programa. A Fgura 6-9 apresenta um exemplo de edção de arquvo de rede. Fgura 6-9 Exemplo de Edção de Arquvo de rede 6-9

40 As teclas dsponíves na edção são as seguntes: Deslocamento do cursor Apagar um caracter Inserr um caracter Utlzar as 4 teclas de dreção (setas para cma, baxo, esquerda e dreta). Utlzar as teclas <back space> ou <del>; Basta dgtar o caracter deseado, uma vez que o edtor está permanentemente em estado de nserção. O usuáro deve ter o cudado de manter a formatação adotada para cada arquvo, conforme descrto no tem 4.. O edtor também possu uma barra de tarefas com 5 cones com as seguntes funções: Ícone Função Salvar as modfcações no mesmo arquvo Salvar as modfcações num outro arquvo Impressão do conteúdo do arquvo Localzação de um texto qualquer dentro do arquvo Sar da edção 6-0

41 Opções do Menu Arquvos de Entrada As opções deste menu permtem ao usuáro vsualzar ou modfcar os dados exstentes nos arquvos de entrada de dados. A Fgura 6-0 apresenta as opções do menu Arquvos de Entrada Para edtar o conteúdo de qualquer um dos arquvos, é necessáro seleconar o arquvo deseado através do dalogo apresentado na Fgura 6-5 e clcar no botão Open. Para trar qualquer dúvda de formato de dados, deverá ser consultado o tem 4. deste manual. Fgura 6-0 Itens do Menu Arquvos de Entrada 6-

42 Opções do Menu Arquvos de Saída As opções deste menu permtem ao usuáro vsualzar os dversos relatóros de saída que são emtdos pelo programa. O programa permte que seam edtados tanto os arquvos de saída da últma smulação, através da opção Últma Smulação, quanto das smulações anterores, através da opção Smulações Anterores. Na Fgura 6- o usuáro poderá vsualzar os tens da opção Arquvos de Saída. Fgura 6- Itens do Menu Arquvos de Saída Após Uma Execução sem Erro Os arquvos da últma smulação somente estão acessíves quando ocorre uma execução bem sucedda, ou sea, no máxmo exstrão mensagens de avsos. Caso exstam erros de execução, somente o tem Erros e Avsos estará habltado. Após uma execução bem sucedda do programa, será atvada uma anela de atalho para os arquvos de saída da últma smulação no dalogo prncpal do programa, como lustrado na 6-2

43 Fgura 6-, para facltar o acesso a estes resultados. Esta vsualzação pode ser feta através da edção dos arquvos de saída ou através de uma vsualzação gráfca. Na Fgura 6-2, Fgura 6-3, Fgura 6-4, Fgura 6-5, Fgura 6-6, Fgura 6-7 e Fgura 6-8, o usuáro pode vsualzar exemplos de edção dos arquvos de relatóro dos dados de transmssão e dados de usnas, assm como dos valores calculados para as tarfas nodas, tarfas de usnas, tarfas de zonas de carga, resumo da tarfação e despacho das usnas, respectvamente. Com relação aos arquvos de saída de smulações anterores, o usuáro pode acessá-los em qualquer nstante através da opção Smulações Anterores de Arquvo de Saída ver fgura 6-. Fgura 6-2 Exemplo de edção de Arquvo de Relatóro os Dados de Transmssão 6-3

44 Fgura 6-3 Exemplo de edção de Arquvo de Relatóro os Dados de Usna Fgura 6-4 Exemplo de edção de Arquvo com Tarfas Nodas 6-4

45 Fgura 6-5 Exemplo de edção de Arquvo com Tarfas das Usnas Fgura 6-6 Exemplo de edção de Arquvo com Tarfas Zonas 6-5

46 Fgura 6-7 Exemplo de edção de Arquvo com Resumo da Tarfação 6-6

47 Fgura 6-8 Exemplo de edção de Arquvo com os Despachos das Usnas Nas Fguras 6-9 e 6-20, é lustrada a vsualzação gráfca das tarfas por Estado e por Usna, respectvamente, para determnado fltro por usna. Conforme pode ser vsto na fgura 6-, o usuáro pode defnr, na vsualzação gráfca, um fltro por tpo de usna e por submercado, para que sea possível vsualzar todas as usnas deste fltro. Nesta anela gráfca, o usuáro pode vsualzar numercamente determnado valor, bastando para sto clcar na usna de nteresse duas vezes. Pode também copar a fgura para área de transferênca e colar especal como fgura, ou numa planlha, colar os valores correspondentes. 6-7

48 Fgura 6-9 Exemplo de vsualzação gráfca das tarfas por Estado 6-8

49 Fgura 6-20 Exemplo de vsualzação gráfca das tarfas por Usna 6-9

50 6.2.5 Auda do Programa O programa conta com um completo Help On Lne, que pode ser acessado através da opção Auda no dálogo prncpal, conforme pode ser vsto na Fgura 6-2. Nesta Auda o usuáro tem acesso a pratcamente todas as nformações contdas neste manual, podendo navegar através dos dversos temas, que estão lgados entre s através de hperlnks. Fgura 6-2 Acesso ao Help On Lne 6-20

51 A Fgura 6-22 mostrada a segur, apresenta a tela ncal do Help do programa. Fgura 6-22 Tela Incal do Help 6-2

52 7. Caso Exemplo Para lustrar o cálculo de tarfas utlzando o programa NODAL, utlzou-se o mesmo caso exemplo de 3 barras do Manual de Metodologa para Cálculo de Tarfas Nodas. Deve-se ressaltar que, neste sstema, não há perdas, pos as resstêncas são todas nulas. Abaxo é mostrado o dagrama do caso exemplo: J0,(pu) () (2) J0,08(pu) (3) J0,05(pu) Fgura 7- Caso exemplo A segur (tens 7. e 7.2), são mostrados os cálculos das tarfas utlzando-se duas dferentes barras de referênca (barras e 2), de modo a verfcar que a mudança de barra de referênca, apesar de alterar a matrz Beta, não afeta as tarfas nodas. 7.. Caso Exemplo Utlzando a Barra como Referênca A segur são apresentados os dados de rede correspondentes ao caso exemplo, com a barra sendo a de referênca. TITU CASO TESTE DE 3 BARRAS DO DOCUMENTO DE METODOLOGIA NODAL - REFERENCIA BARRA DBAR (No) O TB( nome )G( V)( A)( Pg)( Qg)( Qn)( Qm)( Bc)( Pl)( Ql)( Sh)(ASS 2 BARRA_HUM BARRADOIS BARRATRES DLIN (De) O (Pa)NcEP ( R% )( X% )(Mvar)(Tap)(Tmn)(Tmx)(Phs)( Bc)(Cn)(Ce)Ns DARE (Ar) (Xchg) ( Identfcacao da area ) (Xmn) (Xmax) ZONA HUM 9999 FIM 7-

53 Como mostrado no Manual de Metodologa para Cálculo de Tarfas Nodas, a matrz de admtâncas nodas [B] (utlzada na solução do fluxo de potênca lnear) correspondente a este sstema é a segunte: [ B ] 22.5 = o que acarreta uma matrz de sensbldades supondo a referênca na barra [β ]: [ B ] β = β β 2 / 3 / 23 / β β β 2 / 2 3 / 2 23 / 2 β β β 2 / 3 3 / 3 23 / = A segur são apresentados os dados de transmssão utlzados neste caso exemplo. Pode-se observar que os valores de capacdade e de custos utlzados correspondem àqueles descrtos no capítulo 7 e no anexo 3 do documento Manual de Metodologa para Cálculo de Tarfas Nodas. Fo suposto o comprmento de 0 km para todas as lnhas. (No) ( Nome DE ) (No) ( Nome PARA) Nc (Cap ) (Custo Eq)(Custo VD)(Custo VP) BARRA_HUM230 2 BARRADOIS BARRA_HUM230 3 BARRATRES BARRADOIS230 3 BARRATRES A segur são apresentados os dados de usnas utlzados neste caso exemplo. ( Nome da Usna ) (En. Ass) (Pot.Ds) (No) (Nome Barra) (Cap.Max) UHE USINA HUM BARRA_HUM UHE USINA DOIS BARRADOIS O despacho resultante, proporconal às capacdades nstaladas, pode ser vsto na fgura

54 Fgura 7-2 Resultados do despacho proporconal Como mostrado no Manual de Metodologa para Cálculo de Tarfas Nodas, o despacho, acma descrto, acarreta a dstrbução de fluxos lustrada na fgura 7-3: 57,MW 42,9MW 6,9MW () (2) 20MW 36,0MW (3) 44,0MW 80MW Fgura 7-3 Fluxos em cada elemento Os fatores de ponderação são então obtdos em função desta dstrbução de fluxos e dos respectvos lmtes. Tem-se então, para cada lnha: fp 6, = = 0,

55 fp fp 36, = = 44, = = 0,3343 0,6287 A fgura 7-4 mostra a tela do programa NODAL_V3 relatva à execução do cálculo das tarfas deste caso exemplo. Os relatóros obtdos por esta execução serão apresentados mas adante à medda que os cálculos forem sendo apresentados. Fgura 7-4 Janela de entrada de parâmetros OBTENÇÃO DOS CUSTOS UNITÁRIOS Para a obtenção dos custos untáros a partr dos dados de transmssão, utlzam-se as equações do tem 3.7. Como os dados dos 3 crcutos são dêntcos, será descrto o cálculo para apenas um deles. Incalmente, obtém-se para cada crcuto o seu custo total (CT, em R$000): CT = CE + CD + CP CT = 253, , ,69 = 4732,48 Para a obtenção dos custos anualzados (CA) dos crcutos, utlzou-se um valor de receta permtda de 80,00 R$000/ano. Assm tem-se: 7-4

56 CA RP = * NL CT = CT 4732,48 CA = 80 * = 270,00R$000 / ano 4732, , ,48 A segur obtêm-se os custos untáros (CUST U ) dos crcutos: CUST = U CA cap 270,00 CUST U = =,00R$000. ano 270 Observa-se que fo utlzado um valor de receta permtda tal que os custos anualzados dos crcutos fcassem numercamente guas às suas capacdades e, conseqüentemente, os custos untáros seam guas a (um). O obetvo dsto é facltar a conferênca manual dos cálculos das tarfas. Na fgura 7-5, pode-se verfcar que os valores dos custos totas e anualzados, obtdos pelo programa, conferem com aqueles calculados anterormente. Fgura 7-5 Resultados da anualzação dos custos 7-5

57 CÁLCULO DAS TARIFAS NODAIS Para a obtenção das tarfas utlzam-se as equações dos tens 3. a 3.6, utlzando os fatores de ponderação proporconas aos carregamentos, ou sea, entre 0 e, para carregamentos entre zero e 00% da capacdade, respectvamente. Tarfas Nodas de Geração sem Auste Incalmente calcularemos as tarfas nodas sem auste de geração (π g ). π g ' = NL ( β * c * fp ) = π g = 0,0000*,00**0, ,0000*,00**0,3343+0,0000*,00**0,6287 = = 0,00000 R$000/MW.ano π g 2 = -0,56520*,00**0, ,43475*,00**0,3343+0,43480*,00**0,6287 = = -0,0050 R$000/MW.ano π g 3 = *,00**0, ,6523*,00**0,3343-0,34780*,00**0,6287 = = -0,5247 R$000/MW.ano ou sea: π g = 0,00000 R$000/MW.ano π g 2 = -0,0050 R$000/MW.ano π g 3 = -0,5247 R$000/MW.ano Tarfas Nodas de Carga sem Auste Lembrando que as tarfas nodas de carga (π c ) sem auste são smétrcas às de geração, tem-se: π c = 0,00000 R$000/MW.ano π c 2 = 0,0050 R$000/MW.ano π c 3 = 0,5247 R$000/MW.ano Tarfas Nodas de Geração A segur é mostrado o cálculo das tarfas nodas de geração. Consderou-se o rateo (PG) da receta permtda entre geradores e consumdores na proporção 50% - 50%. A parcela da receta permtda a ser coberta pelos geradores (RG) é calculada por: RG = RP * PG = 80,00 * 50% = 405,00 R$000/ano 7-6

58 O auste adtvo para as barras de geração é defndo pela barra com geração que tenha a menor tarfa, ou sea, a barra 2. Assm: π g M = -0,0050 R$000/MW.ano Assm, as tarfas obtdas após o auste adtvo são defndas por: π = π π g" g ' g ' M ou sea: π g = 0,0050 R$000/MW.ano π g 2 = 0,00000 R$000/MW.ano π g 3 = -0,5097 R$000/MW.ano O auste multplcatvo é defndo por: g = NB g" ( π * g ) = RAP G = 405,00 0,0050*60 + 0,00000*80 = 4499,572 As tarfas nodas de geração (π g ) são então calculadas por: π g g = π " * g Resultando em: π g = 6,750 R$000/MW.ano π g 2 = 0,000 R$000/MW.ano π g 3 = -679,30 R$000/MW.ano Embora este auste multplcatvo tenha apresentada valor elevado neste exemplo, na prátca tende a ser um valor no entorno da undade. Supondo fator de carga untáro, pode-se expressar as tarfas em R$/kW.mês, dvdndo os valores por 2: Assm, as tarfas nodas de geração passam a ser: π g = 0,563 R$/kW.mês π g 2 = 0,000 R$/kW.mês π g 3 = -56,608 R$/kW.mês 7-7

59 Tarfas Nodas de Carga A segur é mostrado o cálculo das tarfas nodas de carga. A parcela da receta permtda a ser coberta pelos consumdores (RC) é calculada por: RC = RP *(- PG) = 80,00 * 50% = 405,00 R$000/ano O auste adtvo para as barras de carga também é defndo pela barra com carga que tenha menor tarfa. Assm: π c M = 0,0050 R$000/MW.ano Assm, as tarfas obtdas após o auste adtvo são defndas por: π = π π c" c' c' M π c = -0,0050 R$000/MW.ano π c 2 = 0,00000 R$000/MW.ano π c 3 = 0,5097 R$000/MW.ano O auste multplcatvo é defndo por: c = NB c' ( π * d ) = RAP C = 405,00 0,00000 * ,5097 *80 = 33,5334 As tarfas nodas de carga (π c ) são então calculadas por: π c c = π ' * c Ou sea: π c = -0,050 R$000/MW.ano π c 2 = 0,000 R$000/MW.ano π c 3 = 5,063 R$000/MW.ano Supondo fator de carga untáro, pode-se expressar as tarfas em R$/kW.mês, dvdndo os valores por 2: Assm, as tarfas nodas de carga passam a ser: 7-8

60 π c = -0,004 R$/kW.mês π c 2 = 0,000 R$/kW.mês π c 3 = 0,422 R$/kW.mês Na fgura 7-6, pode-se verfcar que os valores das tarfas nodas de geração e de carga, obtdos pelo programa, conferem com aqueles calculados anterormente. Fgura 7-6 Tarfas nodas de geração e carga Tarfas das Centras Geradoras Como cada uma das duas usnas deste caso exemplo é representada por apenas uma barra, a tarfa das usnas serão guas às tarfas nodas de geração das respectvas barras: π U = π g = 6,750 R$000/MW.ano = 0,563 R$/kW.mês π U 2 = π g 2= 0,000 R$000/MW.ano = 0,000 R$/kW.mês A segur pode-se calcular os encargos totas referentes a cada usna: ET U = 6,7500*60 = 405,00 R$000/ano = 33,75 R$/kW.mês ET U 2 = 0,0000*80 = 0,00 R$000/ano = 0,00 R$/kW.mês 7-9

61 Na fgura 7-7, pode-se verfcar que os valores das tarfas das usnas e encargos totas, obtdos pelo programa, conferem com aqueles calculados anterormente. Fgura 7-7 Tarfas por usna Pode-se observar que a soma dos encargos das usnas (33,75 R$000/mês) equvale à parcela da receta permtda a ser coberta pelos geradores, ou sea, 405,00 R$000/ano. Tarfas das Zonas de Carga Para calcular a tarfa da únca zona de carga deste caso exemplo, utlza-se a segunte fórmula: π Z = NBZ c ( π * d ) = NBZ = d π Z = 0,050 * 0 + 0,000 * ,063* = 4,0500R$000. ano = 0,33750R$ / kw. mês 7-0

62 Na fgura 7-8, pode-se verfcar que o valor da tarfa da zona de carga, obtdo pelo programa, confere com aquele calculado anterormente. Fgura 7-8 Tarfas por zona Pode-se observar que, multplcando-se a tarfa da zona (em R$000/MW.ano) por sua demanda total, obtém-se um total que equvale à parcela da receta permtda a ser coberta pelos consumdores, ou sea, 405,00 R$000/ano. 7-

63 7.2. Caso Exemplo Utlzando a Barra 2 como Referênca A segur são apresentados os dados de rede correspondentes ao caso exemplo, com a barra 2 sendo a de referênca. Como á apresentado no tem anteror, a matrz de admtâncas nodas [B] (utlzada na solução do fluxo de potênca lnear) correspondente a este sstema é a segunte: [ B ] 22.5 = o que acarreta uma matrz de sensbldades supondo a referênca na barra 2 [β 2 ]: 2 [ B ] β = β β 2 2 / 2 3 / 2 23 / β β β 2 2 / / / 2 β β β 3 2 / / / = Os dados de transmssão e de usnas permanecem os mesmos do tem anteror. Conseqüentemente, o despacho e a respectva dstrbução de fluxos e fatores de ponderação também não se alteram, conforme lustrado na fgura ,MW 42,9MW 6,9MW () (2) 20MW 36,0MW (3) 44,0MW 80MW Fgura 7-9 Fluxos mudando a barra de referênca OBTENÇÃO DOS CUSTOS UNITÁRIOS Como os dados de transmssão utlzados foram os mesmos do caso exemplo anteror, os custos totas, anualzados e untáros também são os mesmos. 7-2

64 CÁLCULO DAS TARIFAS NODAIS Para a obtenção das tarfas utlzam-se as equações dos tens 3. a 3.6, utlzando os fatores de carregamento propostos: zero e 00%. Tarfas Nodas sem Auste de Geração Incalmente calcularemos as tarfas nodas de geração sem auste (π g ). π g ' = NL ( β * c * fp ) = π g = 0,56522*,00**0, ,43478*,00**0,3343-0,43478*,00**0,6287 = = 0,0050 R$000/MW.ano π g 2 = 0,00000*,00**0, ,00000*,00**0,3343+0,00000*,00**0,6287= = 0,00000 R$000/MW.ano π g 3 = 0,2739*,00**0, ,2739*,00**0,3343-0,7826*,00**0,6287 = = -0,5097 R$000/MW.ano ou sea; π g = 0,0050 R$000/MW.ano π g 2 = 0,00000 R$000/MW.ano π g 3 = -0,5097 R$000/MW.ano Tarfas Nodas sem Auste de Carga Lembrando que as tarfas nodas sem auste de carga (π c ) são smétrcas às de geração, tem-se: π c = -0,0050 R$000/MW.ano π c 2 = 0,00000 R$000/MW.ano π c 3 = 0,5097 R$000/MW.ano Tarfas Nodas de Geração A segur é mostrado o cálculo das tarfas nodas de geração. Consderou-se o rateo (PG) da receta permtda entre geradores e consumdores na proporção 50% - 50%. A parcela da receta permtda a ser coberta pelos geradores (RG) é calculada por: RG = RP * PG = 80,00 * 50% = 405,00 R$000/ano O auste adtvo para as barras de geração é defndo pela barra com geração que tenham a menor tarfa, ou sea, a barra 2. Assm: 7-3

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